Roda-gigante pode impulsionar valorização de até 20% em Itapema

Divulgação It Wheel

A chegada de novos equipamentos urbanos e de entretenimento reforça a mudança de patamar econômico de Itapema (SC)

 

A instalação de uma roda-gigante de 60 metros na orla da Meia Praia, em Itapema, reposiciona a paisagem e, com ela, as expectativas do mercado imobiliário local. O novo equipamento turístico, ainda em fase de implantação, é apontado como catalisador de um ciclo renovado de valorização na cidade.

A projeção é de Luiz Feitosa, sócio do Edify, que acumula 34 anos de atuação no setor. Segundo ele, a chegada da estrutura, somada à consolidação de Itapema como destino urbano de alto padrão, pode impulsionar uma valorização média de até 20% nos próximos 12 meses. Mais do que um marco visual, a roda-gigante desponta como vetor simbólico de transformação, sinalizando um novo momento para a cidade e seu mercado.

O projeto, batizado de It Wheel, representa um investimento privado de R$ 50 milhões e tem inauguração prevista para o primeiro semestre de 2026. A roda-gigante se soma a outros atrativos recentes, como a inauguração do primeiro Hard Rock Cafe flutuante do mundo no Píer Oporto, e reforça uma estratégia já conhecida no litoral catarinense: a renovação constante de equipamentos turísticos como motor de valorização imobiliária, modelo que consolidou Balneário Camboriú como líder nacional do metro quadrado mais caro do país.

Localizada no litoral norte de Santa Catarina, entre Balneário Camboriú e Florianópolis, Itapema é uma cidade litorânea de pouco mais de 80 mil habitantes que, nos últimos anos, passou a chamar a atenção do mercado nacional por ter um desempenho imobiliário superior ao de grandes capitais. Em ciclos recentes, a valorização acumulada do metro quadrado no município já superou, com folga, os índices registrados em mercados maduros como Rio de Janeiro e São Paulo, atraindo investidores que buscam ganho patrimonial em prazos mais curtos.

Divulgação It Wheel

Os números indicam que Itapema avança rapidamente nessa direção. Segundo o Índice FipeZap, a cidade registrou valorização de 9,97% em 2025, mantendo-se entre os mercados mais aquecidos do Brasil e reduzindo a distância para Balneário Camboriú no ranking nacional. A combinação entre novos investimentos turísticos, escassez de terrenos frente-mar e demanda qualificada tem pressionado os preços para cima.

“Equipamentos urbanos desse porte mudam a percepção da cidade, aumentam o fluxo turístico ao longo de todo o ano e ampliam o interesse de investidores que pensam no longo prazo. Itapema entra agora em uma fase em que a valorização tende a ser mais rápida do que a média nacional”, afirma Feitosa.

Esse novo ciclo já se reflete no perfil dos empreendimentos lançados. Projetos de luxo frente-mar, como o Edify One, passaram a atrair investidores de alcance nacional e internacional. O empreendimento tem entre os sócios a NR Sports, empresa da família de Neymar Jr., que já garantiu uma unidade Topview de 380 metros quadrados, padrão também adotado por outros compradores de alto patrimônio.

Para Feitosa, o cenário aponta para uma virada definitiva. “Quando turismo qualificado, infraestrutura urbana e produtos imobiliários de alto nível avançam juntos, o mercado responde. Itapema reúne hoje todos esses vetores e caminha para assumir, em breve, a liderança nacional em valorização do metro quadrado”, conclui.

Divulgação It Wheel

Poesia habitável

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Propondo uma experiência sensorial imersa no verde e na água, residência integra ventilação natural, materialidade consciente e paisagismo nativo

 

No limite entre o agito urbano e a tranquilidade da floresta nativa amazônica, em Belém, Pará, configura-se a Casa Murici. Assinada pelo escritório Guá Arquitetura, a residência foi totalmente pensada para propiciar ventilação natural e reduzir ao máximo o uso de ar-condicionado. A orientação do projeto privilegia os ventos predominantes e incorpora estratégias de efeito chaminé, que aumentam a circulação de ar; um encontro entre cultura amazônica, design autoral e natureza.

A presença constante da água, aliada à vegetação densa e exuberante, evoca imediatamente as paisagens das casas ribeirinhas. A residência se descortina para os jardins e para o espelho de águas escuras, estabelecendo uma relação direta e sensorial com o entorno. Como ao despertar na Ilha do Combu, os quartos se voltam para um horizonte verde que se expande e se duplica nos reflexos da lâmina d’água.

 

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Foto: Susan Valentim.

 

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Fotos: Filippo Bamberghi.

 

Visando o uso reduzido e criterioso de materiais, a materialidade principal é a madeira de lei em caqueado (ripado) e piso de concreto branco, desenvolvido em parceria com um pesquisador da UFPA, superfícies que equilibram rusticidade e precisão, evitando desperdícios e simplificando a manutenção. A piscina, concebida para evocar as águas escuras dos rios amazônicos, funciona como um lago, elemento contemplativo e regulador térmico.

 

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Foto: Susan Valentim.

 

No interior, o olhar se deita sobre a Amazônia em sua expressão artística plena. A curadoria abraça arte, artesanato e design que convivem como linguagem da casa. No mobiliário, peças assinadas pelo escritório se misturam a criações sob medida para o cliente e a aquisições feitas em comunidades tradicionais.

A concepção do projeto foi fortemente inspirada pela paisagem e pela memória sensorial da Amazônia. A sala se conecta a um jardim intimista que avança para dentro, promovendo ventilação cruzada e integração visual. Os bancos em madeira da coleção Andiroba e a mesa de centro Josá da coleção Pallas são assinados pelo próprio escritório, para a Vedac. O mural de azulejos é de Alexandre Mancini.

 

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Fotos: Filippo Bamberghi.

 

O paisagismo, assinado por Hana Eto Gall privilegia espécies nativas da Amazônia e se integra a todos os ambientes. Trepadeiras regionais recobre totalmente os muros, ampliando a sensação de estar em plena floresta tropical, ao mesmo tempo em que atua como barreira natural contra a incidência solar, tornando imperceptível que se trata de um lote urbano.

“Desde o partido arquitetônico, a casa foi pensada com os espaços internos totalmente voltados para a área da piscina e do jardim, fazendo com que esse conjunto se tornasse o centro da casa e o principal núcleo de convívio. O paisagismo, portanto, não ocupa um papel periférico, mas estrutura a experiência de morar, funcionando como o verdadeiro coração do projeto”, comenta Hana Eto Gall.

 

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Uma kokedama recepciona quem adentra à casa. Fotos: Susan Valentim.

 

 

 

2026: a IA deixará de ser promessa

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Em um cenário marcado por tensões geopolíticas e inovações aceleradas, a habilidade de adaptar-se será tão importante quanto investir, afirma Luis Cuevas

 

Por Luis Cuevas*

Os últimos anos foram marcados por rupturas profundas causadas pelo avanço da inteligência artificial (IA). Mas, diferentemente do que muitos imaginam, essa fase foi apenas o aquecimento para o que veremos em 2026 – momento em que a IA deixará de ser um diferencial tecnológico para se transformar na espinha dorsal de praticamente toda a infraestrutura digital do planeta.

Desde que o ChatGPT entrou na pauta global, no final de 2022, empresas de todos os portes e setores correram para entender como integrar a IA aos seus processos. Agora, a corrida muda de nível, uma vez que saímos do encantamento com grandes modelos para um cenário em que a inferência – capacidade de gerar inteligência aplicável em tempo real – passa a definir competitividade, eficiência e até a sobrevivência dos negócios.

Hoje, 78% das organizações já utilizam a IA em ao menos uma área do negócio, e os impactos são visíveis em manufatura, saúde, finanças e operações críticas. O que ficou evidente é que a IA está remodelando funções inteiras: fábricas aprimoram previsões de demanda com ganhos expressivos de precisão, hospitais automatizam fluxos e antecipam riscos, e instituições financeiras expandem sua capacidade de prevenir fraudes e otimizar pagamentos. Nos data centers, soluções inteligentes já otimizam o uso da energia, evitam superaquecimentos e integram fontes renováveis com mais eficiência. A IA, antes acessória, configura-se como o próprio modo de operar.

Nesse contexto, ganha força o conceito de AI Factories – data centers projetados para gerar inteligência além do armazenamento de dados. Esses centros treinam modelos, refinam informações e executam inferências que alimentam decisões críticas, automações e produtos digitais de alto valor agregado. Os workloads associados à essa nova realidade são intensos e variados. Uma única instalação pode operar desde chatbots compactados consumindo poucos quilowatts até agentes autônomos que exigem densidades superiores a 100 kW por rack.

Até 2030, essa diversidade vai moldar a arquitetura de novas construções e dividir o mercado entre ambientes voltados à computação preditiva leve, workloads híbridos e clusters de treinamento em larga escala. Para sustentar esse ecossistema uma nova geração de hardware – GPUs, CPUs e plataformas integradas – deverá elevar os data centers a patamares inéditos de densidade e capacidade computacional.

Do mesmo modo, a automação vive seu ponto de inflexão. Drones autônomos começam a ocupar espaço em operações de logística, segurança e resposta a emergências, enquanto robôs assumem tarefas críticas nos data centers – do monitoramento à manutenção de componentes e otimização da refrigeração líquida. Esse progresso silencioso só é possível porque as AI Factories oferecem a capacidade de processamento e a rede necessárias para processar grandes volumes de dados em tempo real – especialmente vídeo de alta definição, a “matéria-prima” dessa nova onda de automação.

Ao mesmo tempo, os digital twins iniciam desempenhar um papel central no planejamento e na operação das infraestruturas. A maturidade das plataformas de simulação, somada à evolução computacional, permite que operadores projetem, testem e validem sistemas complexos em ambientes virtuais antes de implementá-los no mundo físico. Redes elétricas, sistemas de refrigeração, fluxos logísticos e até o comportamento térmico de um data center podem ser avaliados com exatidão, reduzindo riscos e agilizando a tomada de decisões.

A escalada da demanda por IA também traz consequências diretas para a infraestrutura física. Com densidades que chegarão a 240 kW por rack em 2026, podendo atingir 1 MW até o fim da década, a refrigeração tradicional não será mais suficiente. A refrigeração líquida, por muitos anos considerada uma solução de nicho, inevitavelmente se tornará padrão e essa mudança vai anteceder um movimento igualmente importante: a modernização das instalações existentes.

Nem todas as companhias terão o capital ou a necessidade de construir data centers do zero, como fazem os hyperscalers. Para muitas delas, retrofits em estruturas brownfield serão a estratégia mais viável, com racks maiores, PDUs mais robustas e trocadores de calor específicos para cargas aceleradas, propiciando que mesmo organizações menores se beneficiem da revolução da IA.

Não há como ignorar o peso da sustentabilidade nessa equação. A crescente demanda energética das infraestruturas de IA reforça a urgência por diversificação de fontes, com o gás natural associado à captura de carbono, HVO, energia solar, eólica, geotérmica e baterias. Hoje, as renováveis já representam 27% do consumo elétrico dos data centers, e sua geração global deve crescer 22% ao ano até 2030, respondendo por quase metade da expansão da demanda. Energia e IA, daqui em diante, serão debates inseparáveis.

Tudo, então, converge para um ponto: 2026 será o ano em que a IA ultrapassa o estágio de força disruptiva para ser um elemento estrutural da economia digital. Mais do que um suporte tecnológico, os data centers constituirão ambientes que viabilizam inteligência, automação e competitividade. Para acompanhar esse ritmo, operadores precisarão de agilidade, resiliência, capacidades técnicas e parcerias globais. Em um cenário marcado por tensões geopolíticas e inovações aceleradas, a habilidade de adaptar-se será tão importante quanto investir. As empresas que entenderem essa virada estarão entre as protagonistas da próxima década.

 

 

 

*Luis Cuevas é diretor de Secure Power e Negócios de Data Centers da Schneider Electric no Brasil

Parque Estadual de Vila Velha receberá obras de arte ao ar livre

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Com realização do Museu Oscar Niemeyer, iniciativa leva até o Parque Vila Velha uma inédita intervenção artística

 

O projeto “MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre”, que expandiu os limites físicos do Museu Oscar Niemeyer ao instalar obras em seus jardins, avança agora para além de sua sede. Em parceria com o Museu, o Parque Estadual de Vila Velha — tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Paraná — passa a receber obras inéditas, ampliando o diálogo entre arte, paisagem e patrimônio.

A iniciativa do “MON sem Paredes – Vila Velha” é do Governo do Paraná, por meio do Instituto Água e Terra, vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável, da Soul Parques e do Museu Oscar Niemeyer. O “MON sem Paredes – Vila Velha” tem curadoria de Marc Pottier e conceito de Fernando Canalli. Os artistas participantes são: Gustavo Utrabo, Tom Lisboa, Kulykirida Menihaku, Sonia Dias, Denise Milan e Alexandre Vogler. A inauguração será no dia no dia 25 de fevereiro, às 15h.

“Levar obras de arte para o Parque Estadual de Vila Velha por meio do ‘MON sem Paredes’ é ampliar o acesso à cultura e integrar arte, patrimônio natural e território. Essa iniciativa é exemplo do compromisso do Governo do Paraná em descentralizar as políticas culturais e garantir que a arte esteja presente em diferentes espaços do Estado” – Luciana Casagrande Pereira, secretária de Estado da Cultura.

“Com esta realização, o MON inaugura um novo capítulo de sua história, utilizando toda a sua expertise para alcançar públicos e espaços ainda mais novos, disseminando arte. Quando levamos obras de arte até onde está a população, além de sensibilizarmos o grande público, que talvez não tenha o hábito de entrar num museu, oferecemos um ambiente de pausa, de desaceleração, de reconexão interior” – diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

Juliana comenta que profissionais de saúde têm prescrito visitas a museuse que pesquisas em psicologia, arteterapia e estudos culturais mostram que visitar museus reduz estresse, estimula emoções positivas e promove bem-estar. “Além de fortalecer a identidade e o sentido de pertencimento, a arte permite conexões com cultura, memória e narrativas coletivas, elementos fundamentais para o bem-estar psicológico”, cita.

 

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Obra no Vila Velha. Foto: Divulgação.

 

 

Parque Vila Velha

O Parque Estadual de Vila Velha é um paraíso ecológico e uma das mais importantes unidades de conservação ambiental do Brasil. Além de uma rica história, repleta de curiosidades, conta com uma composição natural única no mundo, com as trilhas dos arenitos, formações rochosas milenares.

O curador, Marc Pottier, explica que o local também tem muitas lendas. “Antigamente era chamada de Itacueretaba, ou ‘cidade extinta de pedras’, segundo os apiabas que ali moravam”, diz. Ele também destaca que algumas rochas têm formas singulares, como taça, esfinge, bota, tartaruga, cabeça de índio, garrafa, camelo e proa de navio. “Entre essas falésias históricas e as formas curiosas que elas encerram, encontram-se temas únicos de reflexão para artistas contemporâneos”, comenta.

“O Museu Oscar Niemeyer, por meio do ‘MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre’ (que tem como objetivo convidar artistas para criar obras site specific nos jardins do Museu) chamou um grupo de artistas para criar um diálogo com esse universo tão especial, dando, assim, suas interpretações sobre a singularidade do lugar”, afirma o curador.

 

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Serviço

“MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre – Vila Velha”
Inauguração: 25/2, 15h
Parque Estadual de Vila Velha
Rodovia BR-376, Km 515, Jardim Vila Velha, Ponta Grossa – PR

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Haus Decor Show 2026

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Haus Decor Show 2026 chega à quarta edição com novo setor de mobiliário, identidade renovada e um dia a mais de evento

 

A edição 2026 chega à sua quarta edição marcando um novo momento para o setor. Com identidade visual renovada, inclusão do segmento de mobiliário no portfólio e um dia a mais de programação, a feira se consolida como o principal encontro de arquitetura, design e tendências para a indústria da construção e do design de interiores.

A feira, que acontece de 9 a 13 de março de 2026, no São Paulo Expo, acontece simultaneamente à Expo Revestir, o maior encontro de revestimentos e acabamentos da América Latina, reunindo milhares de profissionais em busca de atualização, conexões e novas parcerias.

“O objetivo é oferecer sempre a melhor experiência de feira para os nossos expositores e visitantes: um público altamente qualificado que preza a informação de qualidade e valoriza a otimização do tempo”, revela Alexandre Brown, Diretor da Unidade de Negócios da NürnbergMesse Brasil e complementa: “Por isso, o aumento do portfólio da feira para que a cadeia da construção tenha, em um só lugar, todas os fornecedores, as opções ideais para especificar o ano inteiro e entregar o melhor para os seus clientes finais.”

 

Nova identidade e ampliação de segmentos

A edição 2026 marca o lançamento da nova identidade visual da Haus Decor Show, refletindo uma proposta ainda mais contemporânea, ousada e alinhada ao design e à inovação. Com a chegada do mobiliário ao portfólio, o evento reforça sua posição de vitrine completa para quem atua nos setores de tintas e vernizes, iluminação, automação residencial e tecnologia.

 

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Edição 2025. Foto: Divulgação.

 

Haus Decor Show 2026
9 a 13 de março
9 e 10 de março – Dias exclusivos para convidados da promotora
11 a 13 de março – Abertos ao público profissional
São Paulo Expo
Pavilhões 7 e 8
Horários: 9 a 12 de março, das 9h às 19h
13 de março: das 9h às 17h

IG e FB: @hausdecorshow
Linkedin: Haus Decor Show
Site: hausdecorshow.com.br

 

Vistas em Destaque

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Restauro no Guarujá atualiza casa vernacular dos anos 1980, preservando a estrutura em madeira e destacando a vista marítima

 

A moradora desta residência de 560 m², adquirida pouco antes da pandemia e localizada no Guarujá, em São Paulo, desejava revitalizar a edificação, solicitando ampla vista do horizonte ao arquiteto Felipe Carolo, responsável pelo projeto de reforma.

Projetada nos anos 1980, esta casa de arquitetura vernacular é obra do arquiteto Ricardo Caruana, reconhecido por sua expertise em estruturas de madeira. De acordo com Felipe, foi sugerido a moradora trocar e ampliar as janelas, a fim de atribuir protagonismo visual ao mar. “Porém, quando iniciamos o processo para instalar as esquadrias, descobri que precisaríamos de reformas estruturais peculiares neste tipo de imóvel. Esta obra começou como manutenção e arquitetura de interiores e se tornou um restauro”, conta o arquiteto.

 

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Mimetizada na natureza, debruçada sobre o mar e toda estruturada em madeira, o imóvel recebe muita umidade. Para garantir a longevidade da nova decoração, o profissional escolheu revestimentos e mobiliário como se fossem para um barco, optando por materiais sintéticos e resistentes à maresia, que havia deteriorado tecidos e outros acabamentos após 8 anos, tempo em que o imóvel ficara desocupado.

 

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Ao entrar na casa, sob o teto de madeira com treliça avista-se a sala de estar. No living, um dos espaços favoritos da moradora para assistir ao pôr do sol. figuram as poltronas Mole, de Sergio Rodrigues. No deque de cumaru, sofás modulares convidam ao relaxamento. “A escolha do mobiliário foi feita do lugar de coadjuvante da casa, porém não menos importante. Aqui, o protagonista é o mar, essa vista deslumbrante que cerca todo o imóvel”, comenta Felipe.

 

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Além da abundante luz natural, o arquiteto optou por uma iluminação que valorizasse a arquitetura e os detalhes. “Eu recebi muita liberdade de criação com muita confiança. Cheguei a viver uns dias ali. Foi um processo de intimidade, de entender como a cliente queria desfrutar de cada espaço, seus hábitos, necessidades e desejos. Uma casa é uma experiência e isso inclui os detalhes”, finaliza o arquiteto.

 

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St. James comemora cinco décadas de trajetória com a abertura de um novo espaço dedicado a experiências em São Paulo

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Novo endereço materializa o reposicionamento da marca e convida o público a uma imersão no universo dos Objetos Extraordinários, peças que vão além da função e se tornam depositárias de memória, história e emoção

 

A St. James celebra seus 50 anos com a inauguração da Casa St. James, sua primeira casa de experiências, no Jardim Paulistano, em São Paulo. Pensada como uma plataforma viva de relacionamento, inspiração e curadoria, a Casa St. James, que abre suas portas hoje, dia 10 de fevereiro, propõe uma leitura ampliada do morar contemporâneo ao reunir tradição artesanal, design autoral e inovação. O projeto ganha força com a parceria de marcas da alta decoração nacional, como Suva, Strauss, 6F Decorações, Domum Móveis, Luana Ramalho, Artimage, Decoralle e Tidelli, que assinam diferentes composições e reforçam o caráter curatorial do espaço.

Outro destaque é a expansão estratégica do portfólio da St. James, sob a liderança de Ricardo Saad, CEO da marca, que amplia seu universo para além dos objetos em metal e passa a incluir categorias como tapetes e mobiliário. Sem abrir mão da essência artesanal que construiu seu legado desde 1976, a Casa St. James aponta novos caminhos para a marca no cenário do luxo contemporâneo brasileiro.

“Chegar aos 50 anos nos dá maturidade para olhar para o futuro com consistência. A Casa St. James nasce como um espaço de expressão da nossa essência e, ao mesmo tempo, como um laboratório de novas ideias, parcerias e produtos”, afirma Ricardo. “É um movimento natural de expansão, que respeita nossa história artesanal e nos permite explorar novas formas de criar objetos extraordinários para o morar”.

 

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Waldir Saad e Ricardo Saad. Foto: Divulgação.

Tramontina lança novo modelo da linha Oceano +Clean

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Cadeira Marina é produzida com resíduos coletados no litoral brasileiro, dentro das iniciativas de economia circular da Tramontina

 

A Tramontina anuncia a chegada da Cadeira Marina ao mercado, novo modelo que passa a integrar a linha Oceano +Clean — projeto que incorpora plástico retirado de praias e áreas litorâneas brasileiras na fabricação de móveis. O lançamento reforça o compromisso da marca com práticas ESG e com a economia circular, ao transformar resíduos em produtos de alto desempenho e apelo estético.

Desenvolvida a partir de polímeros reciclados beneficiados pela Raposo Plástico, a Cadeira Marina utiliza material coletado em mutirões de ONGs parceiras, como a Eco Local Brasil. O lançamento ocorre no mesmo período em que a Tramontina Delta, unidade fabril em Pernambuco, alcança a marca de 1.000 toneladas de plástico reciclado em 2025, reforçando a escala e a relevância do projeto.

 

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Disponíveis nas cores Azul Yale e Verde Oliva, as peças da linha já estão à venda no e-commerce e nas lojas oficiais da marca, identificadas por tag exclusiva da coleção e embalagens ecológicas — com uso reduzido de plástico, papel 100% reciclado e proteção kraft. Foto: Divulgação/Tramontina.

 

A Cadeira Marina se diferencia por ser o primeiro modelo da coleção a apresentar acabamento brilhoso, além de chegar ao mercado como a opção mais acessível da linha. Fabricada com resíduos litorâneos, polipropileno e fibra de vidro, o produto suporta até 154 kg. O design segue o conceito da linha Oceano +Clean, que une funcionalidade, impacto socioambiental positivo e rastreabilidade — todo o plástico reciclado utilizado tem origem 100% rastreável.

“A Cadeira Marina traz para a linha Oceano +Clean uma proposta mais acessível, sem abrir mão da qualidade e do propósito sustentável que nos orienta. É um produto que populariza o acesso ao design responsável”, destaca Igor Arregui, diretor da Tramontina.

Além da Oceano +Clean, a empresa mantém outras iniciativas com plástico sustentável, como a linha ECO, produzida com polipropileno reciclado com selo WENEW, e a Circular Economy, feita com resinas pós-consumo (PCR). Todas integram a plataforma Tramontina Transforma, que reúne ações de sustentabilidade, reflorestamento, gestão ambiental e inovação em materiais.

Com investimentos contínuos em tecnologias limpas e atuação consolidada em ESG, a Tramontina reafirma, com a chegada da Cadeira Marina, seu compromisso de longo prazo com a preservação ambiental e modelos produtivos regenerativos.

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Cadeira Marina, da linha Oceano +Clean, é produzida com plástico reciclado retirado do litoral brasileiro, dentro das iniciativas de economia circular da Tramontina. Foto: Divulgação/Tramontina.