Decorlab Experience apresenta lançamentos de treze marcas de décor em sua terceira edição

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Coletivo de marcas de alta decoração promove venda especial e comemora a chegada da L’envie para o time de associados

 

 

O Decolarb – coletivo de marcas importadoras e atacadistas do setor de decoração -, promove a terceira edição do Decorlab Experience e apresenta os lançamentos de treze grandes empresas do segmento de décor para um seleto público de lojistas e compradores do Brasil, de 20 a 23 de outubro, em São Paulo. Na ocasião, o grupo também comemora a chegada de mais uma marca associada, a L’envie, empresa brasileira de perfumaria autoral.

As treze marcas que compartilham um charmoso espaço fixo de 2.060m², localizado na Vila Leopoldina, expõem seus diversos lançamentos e tendências que serão referência para 2022 entre móveis decorativos, objetos, plantas permanentes, peças de design, produtos têxteis, quadros, mesa posta e outras peças importados e de fabricação nacional.

Baseado no cenário pós-pandêmico, os visitantes encontrarão peças com movimento, formas arredondadas e suaves, tons calmos e orgânicos, objetos, moveis e revestimentos no azul índigo e carbono, além dos terrosos e verdes. O minimalismo continuará em alta junto a necessidade de se trazer o orgânico para dentro da casa.

O projeto que mais tarde viria a ser uma associação de lojistas nasceu em 2019 envolvendo inicialmente oito empresas do segmento de décor que juntas realizaram o Decorlab Experience, evento exclusivo para 200 lojistas VIP do setor. Esse evento aproximou ainda mais as empresas fundadoras e assim nasceu a Associação Decorlab.

 

Conheça alguns lançamentos

O evento também marca a estreia da L’envie, empresa brasileira de perfumaria autoral que apresenta uma linha colaborativa da empresa com a Pantone. A coleção explora o conceito de cores na perfumaria e resulta em uma combinação de cinco tons Pantone às fragrâncias em produtos como: vela perfumada, difusor, home spray e sabonete líquido. Com a assinatura dos perfumistas da casa, Fanny Grau e Isaac Sinclair, a marca propõe uma experiência olfativa aliada a um conceito de reaproveitamento de embalagens, que podem ter novas funções após a utilização dos produtos.

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Formada por objetos decorativos com linhas simples e design atemporal, a coleção Ravie da St. James combina a utilização da resina colorida e dos metais nobres como a prata e o ouro 24k trazendo às peças o peso e a essência da marca de maneira sutil, porém marcante. Cilindros sobrepostos de tamanhos e proporções diferentes criam as quatro peças da coleção: cachepots baixos em 2 tamanhos, um vaso alto e um castiçal, que também pode ser usado como vaso.

Creditos Gisele Rampazzo

 

 

Casa Libre apresenta a cadeira Sun que se encaixa perfeitamente para esse novo mundo nômade. Produzida em ferro, a peça possui pintura eletrostática e pode ser personalizada em até seis diferentes tipos de cores e 12 tipos de tecidos de alta qualidade que promovem conforto e design.

 

 

Empório Studio Casa apresenta peças em cerâmica com design contemporâneo e pintura fosca desenvolvidas exclusivamente pela marca.

 

 

Nusa Dua apresenta a coleção com edição limitada chamada Heritage. Com um conceito único e detalhado, a linha é uma homenagem aos pais de Pip e às histórias coloridas de suas vidas. As peças refletem as paisagens magníficas com palmeiras, borboletas exóticas e o oceano azul turquesa. A marca também lança uma coleção de porcelanas com a série Love Birds White, que tem um visual branco, elegante e atemporal.

Pip Studio FW Heritage Tableware

 

 

 

 

 

 

 

 

Decorlab Experience
Endereço: Avenida Mofarrej, 974, Vila Leopoldina- São Paulo
Datas: de 20 a 23 de outubro de 2021
Horário: das 10h às 19h
Entrada: gratuita, limitada aos lojistas do segmento de mobiliário e decoração, profissionais do setor e imprensa.
@decorlabexperience

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagens: Gisele Rampazzo, Caca Bratke e Divulgação.

Forbes Italiana destaca um dos co-fundadores responsável pela construção da primeira cidade inteligente brasileira

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O executivo ganhou destaque ao liderar o seu negócio de grande impacto em terras brasileiras, que coloca o bem-estar das pessoas acima do lucro

 

Giovanni Savio, co-fundador da Planet Smart City – que idealizou e construiu três cidades inteligentes e inclusivas em terras brasileiras, foi destaque na Forbes Italiana como um dos 100 empresários e gerentes italianos que estão liderando seus negócios com a visão de grandes líderes, levando em conta o momento delicado pelo qual a sociedade atravessa.

Fundada em 2015, a proptech possui escritório no Brasil e em diferentes países. Foi Savio quem implantou a Planet no Brasil junto com Susanna Marchionni que coordena as operações no País. A Smart City Laguna, que é a primeira cidade inteligente brasileira, foi construída do zero – da infraestrutura ao aplicativo em uma área de 330 hectares, que é semelhante a um “condomínio aberto” de grandes proporções – ou uma pequena cidade, com capacidade de abrigar até 25 mil moradores quando estiver completamente pronta.

O projeto que combina planejamento sustentável, conectado e colaborativo foi idealizado para acolher diferentes classes sociais, incentivando o senso de comunidade a partir do compartilhamento de espaços públicos e de serviços disponíveis, pensados para melhorar a qualidade de vida dos moradores. O executivo comenta sobre a importância de ter investido em digitalização para oferecer um projeto que é único e em um lugar onde a habitação de qualidade é um privilégio para poucos.

 

“A Smart City Laguna foi o nosso primeiro projeto que o público entendeu e confiou. A chegada inesperada da pandemia fez com que a nossa equipe e outras empresas buscassem por recursos tecnológicos para conectar a sociedade durante o isolamento social. O momento delicado só mostrou a importância de continuar investindo cada vez mais em tecnologia e na digitalização de serviços e projetos voltados para o mercado imobiliário que muitas vezes é deixado de lado” – Giovanni Savio, co-fundador da Planet Smart City.

 

A empresa proptech Planet Smart City projeta e constrói cidades e bairros inteligentes inclusivos, que fornecem mais do que apenas residências e melhora a qualidade de vida de seus moradores, aplicando sua experiência em integração de soluções inteligentes, tecnologias digitais, serviços e inovação social. O grupo fundado em 2015 pelos especialistas imobiliários italianos Giovanni Savio e Susanna Marchionni é líder global em Cidades Inteligentes Inclusivas, e tem sede em Londres, com escritórios na Itália, Brasil, Reino Unido e India. A Planet está executando um plano de expansão que inclui o lançamento de 30 projetos no mundo até 2023.

A proposta única da Planet se tornou realidade no Brasil, onde estão sendo construídos  projetos horizontais – Smart City Laguna (CE), Smart City Natal (RN), Smart City Aquiraz (CE)  – e verticais na cidade de São Paulo, com mais de 2.500 apartamentos com o parceiro local InLoop com a marca Viva!Smart.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Visar Planejamento
Imagens: Divulgação

 

 
 

18ª edição do Prêmio Talento Engenharia Estrutural apresenta vencedores

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Gerdau e ABECE reconhecem os projetos mais importantes da engenharia estrutural do País.

 

A Gerdau, em parceria com a Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural (ABECE), anunciou, ontem (19), os vencedores da 18ª edição do Prêmio Talento Engenharia Estrutural durante cerimônia online. Referência nacional na área, a premiação reconhece empresas e profissionais projetistas de estruturas que contribuíram para o desenvolvimento do setor e premia os melhores projetos nas categorias Edificações, Infraestrutura, Jovens Talentos, Obras Especiais e Pequeno Porte. Neste ano, foram mais de 120 projetos inscritos.

As iniciativas vencedoras foram avaliadas por uma comissão formada por profissionais indicados pela Gerdau e pela ABECE seguindo critérios como concepção estrutural, processos construtivos e uso adequado de materiais, originalidade, monumentalidade, implantação harmônica em relação ao ambiente, e esbeltez e deformabilidade. Ao longo de sua história, o Prêmio Talento Engenharia Estrutural acumula mais de 2.800 projetos inscritos e 86 premiados.

 

Conheça a lista completa de vencedores

 

PEQUENO PORTE

• Leandro José Lopes Zabeu – Casa Cigarra – Gama Z Engenharia LTDA – Porto Feliz/SP
MENÇÃO HONROSA

• Gabriel Henrique Ferreira Ruas – Obra Renata Afonso – Bueno Projetos Estruturais – Goiânia/GO
OBRAS ESPECIAIS

• Marcelo Cuadrado Marin – Trimais Places – Leonardi Construção Industrializada LTDA – São Paulo/SP
MENÇÃO HONROSA

• Evandro Medeiros Braz – Usina Eólica Tubarão – Calter do Brasil Engenharia LTDA – Tubarão/SC
JOVENS TALENTOS

• Marcelo Diego Almeida Barbosa – Palatium Residencial Meireles – Norcalc Estrutural – Fortaleza/CE
MENÇÃO HONROSA

• Luiz Guilherme Fernandes Lopes – Mirante da Cevada – Studio Porticus – Campos do Jordão/SP
INFRAESTRUTURA

• Fernando Rebouças Stucchi – Nova Ponte sobre o Rio Guaíba – Egt Engenharia – Porto Alegre/RS
MENÇÃO HONROSA

• Ibere Martins da Silva – Viaduto V3 na duplicação do trecho de serra da Rodovia dos Tamoios – Engecorps Engenharia – Caraguatatuba/SP
EDIFICAÇÕES

• Ricardo Leopoldo e Silva França – Parque da Cidade – Setor C – França e Associados Projetos Estruturais S/S LTDA – São Paulo/SP
MENÇÃO HONROSA

• José Augusto de Avila – Leopoldo 1201 – Avila Engenharia de Estruturas LTDA – São Paulo/ SP
DESTAQUE DO JURI

• Vírgílio Ramos – Casa Brasileira Jorge Coelho – CEC Cia de Engenharia Civil – São Paulo/ SP
MENÇÃO DE SUSTENTABILIDADE

• Alan Dias – Escola Concept – Carpinteria Estruturas de Madeira – São Paulo /SP

• Heloisa Martins Maringoni – Museu Da Língua Portuguesa – Companhia De Projetos Ltda – São Paulo/SP
Fonte: Gerdau
Imagem: Eduardo Knapp

 

CASACOR SP – Leo Shehtman

Leo Shehtman Salvador Cordaro Easy Resize com

Formas orgânicas e circularestons escuros e materiais que se conectam com a natureza configuram o Social House, espaço de Leo Shehtman para a Casacor SP 2021.

 

Veterano na CASACOR, desde a primeira edição presente na mostra, o arquiteto Léo Shehtman assina este ano um Loft de linguagem jovem e masculina, representando um morador muito ligado a tecnologia e influências digitais, que usa a casa também como espaço de trabalho e produção de conteúdos como lives e podcasts. A principal ideia é flexibilizar o ambiente, mesclando o morar, entre: estar e trabalhar.  

A Social House, com cores sóbrias, tons escuros, formas orgânicas e materiais que se conectam com a natureza, é um espaço de 125 m2 que retrata o estilo contemporâneo brasileiro com muita elegância, onde a integração e a flexibilização da casa são configuradas na polivalência dos espaços, para diversos usos.

O tema da Casa Original, proposto pela mostra para 2021, está muito ligado ao futuro, à tecnologia, que cada vez mais nos rodeia com inovações para nossa casa. Partindo deste conceito, o projeto traz consigo diversos itens para dinamizar e otimizar o ambiente, buscando a valorização da moradia –  Leo Shehtman, arquiteto. 

Leo Shehtman Salvador Cordaro Easy Resize com

LCL Easy Resize com

 

Ao mesmo tempo em que o projeto está muito conectado ao futuro, não exclui a busca da memória, da casa como lugar afetivo, por isso integra também itens que remetem ao passado e a natureza, como, o verde da vegetação, os vasos de barro e cerâmica, e o principal, o piso de todo espaço representando pedras em formato orgânico. Além da ventilação cruzada proposta no ambiente, o espaço dialoga com a área externa, onde foi realizado um belo projeto paisagístico, feito em parceria com o Arquiteto Alex Hanazaki. 

A luminária La Festa delle Farfalle, de Ingo Maurer, e a obra da artista Elizabet Cerviño são destaques do projeto, que reúne ainda mobiliário com peças do Estúdio Mula preta e +55 design.

 

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LCL Easy Resize com

LCL Easy Resize com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Leo Shetman
Imagens: Salvador Cordaro

 

Festival NaLata entrega mais de 2 mil m2 de arte urbana para São Paulo

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Artistas do mundo todo produziram murais e painéis exclusivos para esta edição, no intuito de transformar a cidade e ressignificar os espaços.

 

A segunda edição do NaLata Festival Internacional de Arte Urbana está ocorrendo no Largo da Batata, Faria Lima e no bairro de Pinheiros, deixando como legado cerca de 2,5 mil m2 de arte urbana para São Paulo. As obras de Obey, PichiAvo, Heloisa Hariadne, Zéh Palito, Verena Smit, Bicicleta Sem Freio, Finok, Doze Green, Kika Carvalho e a escultura de Jason Peters já estão finalizadas. As obras ficam nas ruas Teodoro Sampaio, 2767; Campo Alegre, 60; Arthur de Azevedo, 2103; Cunha Gago, 154; Rua dos Pinheiros, 1409 e Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2229, Rua Teodoro Sampaio, 2763, Avenida Pedroso de Morais, 691 e Largo da Batata, respectivamente.

O festival segue até dia 31 de outubro e apresenta ainda torres de contêineres, que fazem parte das instalações desta edição do NaLata Festival Internacional de Arte Urbana. Nela, os artistas brasileiros Minhau, Evol e Karine Guerra grafitaram a parte externa de três torres localizadas no Largo da Batata, enquanto o coletivo SHN grafitou a parte externa da Torre QuintoAndar – ativação da marca no evento.

 

Na Lata Bicicleta @Cabrauu Henrique Cabral

NaLata Festival Pichiavo II @Cabrauu

Na Lata @Cabrauu

Na lata Obey @Cabrauu Henrique Cabral

Na lata Obey @Cabrauu Henrique Cabral

 

Idealizado e realizado pela Agência Inhaus, comandada por Juliano Libman e Luiz Restiffe, em conjunto com o curador Luan Cardoso, o NaLata Festival Internacional de Arte Urbana traz para a população paulistana a oportunidade da vivência da arte, por meio de obras de muralistas importantes da cena do grafite mundial. Esta edição tem o patrocínio da QuintoAndar, Tiger, Suvinil, One, Iguatemi, TNT e Mundie e Advogados, e apoio da Triton e do Consulado-Geral da França em São Paulo.

 

As obras podem ser conferidas nos seguintes endereços
Rua Teodoro Sampaio, 2767 – Obey
Rua Campo Alegre, 60 – PichiAvo
Rua Arthur de Azevedo, 2103 – Heloisa Hariadne e Zéh Palito
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2229 – Finok
Avenida Pedroso de Morais, 691 – Kika Carvalho
Rua Teodoro Sampaio, 2763 – Dozegreen
Rua Cunha Gago, 154 – Verena Smit
Rua dos Pinheiros, 1409 – Bicicleta Sem Freio
Largo da Batata – Jason Peters

 

Na Lata Heloisa e Zeh Palito @Cabrauu

Na Lata Heloisa e Zeh Palito @Cabrauu

Na Lata Heloisa @Cabrauu

 

 

Serviço
Casa NaLata
Endereço: Rua Fernão Dias, 682
Horário de funcionamento: 14:00 às 22:00, de quinta a sábado
Entrada gratuita
@nalata.festival.

CDHU inicia construção de mais 30 moradias em aldeias indígenas

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As unidades habitacionais vão abrigar famílias da etnia guarani de cinco aldeias que compõem a reserva indígena do Ribeirão Silveira, em Bertioga.

 

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), empresa vinculada à Secretaria de Estado da Habitação, iniciou a construção de 30 moradias para atender famílias da etnia guarani que vivem em cinco aldeias da reserva indígena do Ribeirão Silveira, localizada entre Bertioga e São Sebastião, no litoral de São Paulo. As novas casas foram especialmente projetadas pela companhia, respeitando os usos e hábitos culturais dos guaranis. Nesta fase, serão investidos pela companhia R﹩ 3,8 milhões na implantação do empreendimento, chamado de “Bertioga E”. No total, o convênio assinado com a prefeitura de Bertioga prevê a construção de 120 unidades nesta reserva indígena.

As casas, erguidas em alvenaria, terão 62 m² de área útil com uma sala conjugada com a cozinha, dois dormitórios, área de serviço e varanda com fogão a lenha. A cobertura terá telhas de barro e as paredes internas serão azulejadas. O projeto arquitetônico foi desenvolvido especialmente pela CDHU com a participação das lideranças indígenas e da Fundação Nacional do Índio (Funai).

“As moradias terão um formato ovalado, próprio da cultura guarani, que remete às casas de reza existentes nestas comunidades”, explica Maria Cláudia da Costa Brandão, gerente de Programas para Demandas Especiais da CDHU. Outra característica da unidade é ganhar uma faixa decorativa externa a ser executada pelo morador (ver imagens). “Foram realizadas diversas reuniões com a comunidade até chegarmos a esse formato final, que atende aos anseios dos próprios moradores”, complementa Maria Cláudia.

 

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As unidades contarão com rede de energia e abastecimento de água. O saneamento básico será executado pela Prefeitura de Bertioga com a instalação de um conjunto de fossas sépticas com filtragem e sumidouro para destinação ecológica do esgoto tratado a fim de garantir a preservação do meio ambiente e a saúde dos indígenas. A localização das casas é indicada pela própria comunidade, levando-se em conta a rede de parentesco entre as famílias. São priorizadas as áreas sem vegetação. A conclusão das 30 moradias está prevista para junho de 2023. Em 2006, essa mesma reserva indígena recebeu 59 unidades habitacionais.

“Esse programa é um orgulho para a CDHU. Os investimentos são feitos a fundo perdido e atendem a uma causa muito especial: a preservação da cultura dos nossos ancestrais. Oferecemos habitações seguras e confortáveis, respeitando os hábitos de cada etnia” – Silvio Vasconcellos, presidente da CDHU.

A CDHU vem apresentando soluções habitacionais para as reservas indígenas desde 2001 por meio do Programa de Moradia Indígena, que visa a melhoria da qualidade de vida desta população. O objetivo é substituir a habitação precária por uma casa nova, com tipologias adequadas aos usos e hábitos culturais de cada etnia. Desde sua implantação, o programa já entregou 556 unidades novas em 15 aldeias do estado de São Paulo.

 

Visão aérea de uma das casas em construção.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: CDHU
Imagens: Divulgação

 

Heloisa Crocco envelopa Kempinski Laje de Pedra em instalação

Casulo de Heloisa Crocco Kempinski Laje de Pedra

A obra de uma das artistas visuais mais influentes do Brasil está entre as maiores criações de arte contemporânea do Rio Grande do Sul

 

“Topomorfose”, a pesquisa que estuda o desenvolvimento e crescimento da madeira e suas texturas e marca a trajetória da artista Heloisa Crocco ganha um capítulo hiperbólico: o projeto Casulo que será instalado em Canela, na Serra Gaúcha.

A interferência irá envelopar o tradicional Laje de Pedra, que se prepara para ser o primeiro hotel da rede de luxo Kempinski no Brasil. O projeto será uma das maiores intervenções artísticas contemporâneas do Rio Grande do Sul de escala comparável à intervenção no Muro da Mauá, em Porto Alegre, com 400m de extensão. Assim como na natureza, Casulo será um induto até o (re)nascimento.

 

“Por muitos anos a laje de pedra ficou escondida pela construção do hotel. Este foi o ponto de partida da ideia de “encasular” o existente para daqui três anos revelar a transformação. Pensei em um material da região, muito familiar ao meu trabalho e que quando for retirado será reaproveitado” – Heloisa Crocco

 

A estrutura é grandiosa: cinco mil barrotes de pinus de reflorestamento sustentável, com 7 metros de altura por 200m de comprimento irão sobrepor painéis com arte da obra de Heloisa Crocco impressa em lona fosca envelopando o edifício existente. Os painéis trazem estampados mais uma aplicação de Topomorfose, a pesquisa icônica da artista e designer.

 

Casulo de Heloisa Crocco Kempinski Laje de Pedra

 

A instalação começou em 1º de setembro e deve ficar pronta até o final de outubro. Casulo irá envelopar o Laje de Pedra até a obra de retrofit do hotel ser finalizada, em 2024. A madeira que já passou pela transformação do reflorestamento e que teve um papel importante na colonização da região no século XIX, agora irá absorver novas marcas da passagem do tempo, transformando-se conforme o andar dos anos e traduzindo de maneira precisa a pesquisa de décadas de Heloisa.

 

“A natureza, especialmente a madeira e o reaproveitamento, é o que rege meu trabalho. Existe esta fusão entre as linguagens arquitetura, arte, design e artesanato, isso sempre me interessou. Minha pesquisa é uma extensão da natureza  aplicada a todas estas expressões. A integração entre as linguagens é um desdobramento natural” – Heloisa Crocco

 

O projeto coloca arquitetura, história, arte, tempo e natureza lado a lado ao imprimir todos esses elementos na madeira, um símbolo material para representar o desejo da rede Kempinski em criar lugares únicos com identidade local.

Casulo será o portal de acesso ao Mirante do Laje, espaço de encontro da gastronomia, arte e cultura onde irá operar o recém anunciado restaurante 1835, parceira entre o grupo 20BARRA9 e o Toro Gramado, e, ainda, o Bar do Laje. “Nosso desejo sempre foi marcar a transformação do Laje com uma intervenção artística de grandeza proporcional, o Laje que renasce como arte e cultura”, celebra Márcio Carvalho, um dos sócios da LDP Canela S/A, proprietária do futuro Kempinski Laje de Pedra.

 

Casulo de Heloisa Crocco Kempinski Laje de Pedra

 

Quando o retrofit do hotel estiver pronto, o Casulo irá revelar o renascimento do Laje de Pedra como hotel de luxo da rede Kempinski. O material que ficará exposto durante este tempo envolvendo a estrutura do prédio será reaproveitado em áreas internas do hotel. Para isso, a artista e o empreendimento irão envolver estudantes de escolas públicas e universidades locais para transformar os elementos brutos da natureza em novos objetos artísticos e decorativos para o interior do hotel.

“Reaproveitar, reutilizar é a nova ordem e o que vejo de mais lindo neste caso é que através deste projeto envolveremos a comunidade como em um grande laboratório”, vibra Heloisa que buscou na memória os piqueniques da adolescência no Laje de Pedra e seu tempo de estágio em tapeçaria com a artista alemã Elizabeth Rosenfeld, um dos grandes nomes da elite cultural da região, raízes para desenvolver o projeto.

Casulo é uma criação de Heloisa Crocco e tem projeto arquitetônico e detalhamento de fachada da arquiteta Daniela Jacques, do escritório Divisão de Efêmeros.

 

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Heloisa Crocco Foto de Cristiano Carniel Easy Resize com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Somos FTcom
Imagens: Cristiano Carniel e Divulgação

CASACOR SP – Debora Aguiar

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Debora Aguiar assina Riserva Todeschini, refúgio sóbrio e intimista em destaque na CASACOR SP 2021

 

 

A arquiteta Debora Aguiar foi convidada novamente pela Todeschini para assinar o seu ambiente na CASACOR SP 2021, que ocorre de 21 de setembro a 15 de novembro, no Parque Mirante, anexo à Arena Allianz Parque, em São Paulo. Seguindo o tema desta edição, “A Casa Original”, a profissional criou uma residência completa de 250m², que traz o lar como refúgio, um grande casulo onde se encontra tudo o que é preciso para viver bem. 

Nomeado “Riserva Todeschini”, o ambiente tem como conceito ser um ninho de aconchego e conforto, composto por uma área social generosa com living, sala de jantar, espaço gourmet integrado e uma ampla suíte máster, com o quarto do casal, o closet e a sala de banho. Além disso, jardins internos nas janelas e externos complementam os espaços.

A arquiteta apostou em uma paleta de tons sóbrios para guiar todo o projeto, trazendo uma leve inspiração asiática, com muita sofisticação. A casa foi elaborada em estruturas metálicas e madeira – no forro, nas paredes e no mobiliário planejado de alto padrão da Todeschini.  Ao entrar na casa e passar pelo terraço, os visitantes são recebidos em um living, onde destaca-se uma grande lareira em Dekton, um confortável sofá, bancos, poltronas e uma chaise do Lebrock Studio feita em madeira testemunhal, que reflete a urgência de consciência ecológica. Colunas em madeira na fachada ajudam a filtrar a luz natural.

 

“O projeto foi pensado como um ninho, aconchegante, protetor, intimista. Um lugar onde tudo acontece, para se sentir acolhido e abraçado, para se estar com as pessoas que ama, para recuperar as energias, para trabalhar e para fazer o que gosta. Assim é o lar”, explica Debora.

 

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Para dar essa atmosfera acolhedora, os tons abaixaram um pouco e as madeiras escureceram, além disso, alguns forros em madeira descem nos planos verticais das paredes reforçando a sensação de bem-estar. Para revestir o piso, Debora escolheu o Frozen Walnut, uma Nogueira Parky lançamento da Neobambu, que transforma a madeira de reflorestamento através de tratamentos exclusivos e tecnológicos. Suas tábuas largas criam um verdadeiro ‘welcome’ da chegada ao living, passando pelo quarto, closet até o banheiro.

Para complementar, a escolha do mobiliário segue a intenção do projeto: diferente, ousado, acolhedor e atual. Selecionadas com todo o cuidado, cada peça e obra de arte refletem a preocupação em criar a atmosfera de tempo, de sofisticação e aconchego deste espaço único, íntimo e pessoal.

No coração da casa, a área gourmet surge mimetizada na paisagem interna e é onde tudo acontece. Destinada para a energia que o preparo dos alimentos movimenta e integrada à sala, é composta por uma ilha, imponentes mesas de jantar em quartzo verde, 80 pendentes e, ainda, uma estante retrô iluminada, que destaca a coleção exposta.

Para fazer uma associação com a natureza, tons de verde e marrom são predominantes, sendo encontrados nas duas mesas feitas de quartzo verde nacional exótico, nas cadeiras, nos lustres e na ilha gourmet em Dekton. Na parede ao fundo, uma paginação com papel pedra e perfis metálicos finaliza o ambiente.

 

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Na suíte master, o forro de madeira abraça e desce pelas paredes laterais, reforçando a proposta de ninho. Colunas em madeira emolduram a abertura da grande janela com o jardim. Aqui, uma escrivaninha de madeira voltada para a paisagem. Uma luminária e um pendente em recortes de murano completam com sofisticação. 

Tapetes macios conduzem o olhar para o closet, um verdadeiro quarto de vestir com armários com portas de vidro refletente e fundo de couro, ilha para os acessórios e bancada, todos voltados para o jardim. Arrematando, um banco de apoio repousa no tapete fofo, gostoso ao toque e andar descalço. Contíguo está a sala de banho, com forro de madeira ripado e vazado com efeito de luz natural aconchegante. Para fazer de cada espaço um pequeno refúgio, de um lado está a banheira e, de outro, os sanitários, com portas em madeira ripada e espelho.

 

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A curadoria de obras de arte é uma atração à parte. Esse ano, a arquiteta faz reverência a um dos principais artistas brasileiros, Amílcar de Castro, visto que, no ano passado, foi o centenário dele, trazendo um quadro extraordinário cedido pelo Instituto Amílcar de Castro, exclusivamente para a mostra. Outro trabalho importante é uma tela grandiosa da primeira fase do artista Daniel Senise, que pertence a uma grande coleção privada. 

O ambiente está permeado de obras de grandes artistas, de diferentes técnicas, como desenhos de Burle Marx com cores que refletem uma brasilidade, obras de José Bechara, desenhos de Alfredo Volpi e obras de Isaura Pena. No hall, uma escultura em madeira de reaproveitamento entalhada à mão de Bia Dória. Uma escultura provocativa do artista cubano Jorge Mayet reina absoluta em cima das mesas do living, passando leveza e suavidade, além de refletir a dedicação e o cuidado com o meio ambiente.

 

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Imagens: Renato Navarro

Arquitetura e tecnologia: impressão 3D

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Como a impressão 3D está transformando a indústria da construção civil

 

A impressão 3D, em suas diversas modalidades, é uma tecnologia voltada à prototipagem e à construção de objetos e edifícios de forma rápida e precisa. As impressoras 3D disponíveis no mercado hoje comumente utilizam metal em pó ou materiais plásticos para imprimir objetos e estruturas personalizadas, sobrepondo camada sobre camada de acordo com as informações fornecidas por um modelo digital.

A aplicação de tecnologias de impressão 3D na arquitetura é hoje uma das principais tendências na industria da construção civil. De forma muito similar as pequenas impressoras de mesa atualmente disponíveis no mercado—largamente utilizadas para a produção e prototipagem de pequenos objetos—, os sistemas de impressão 3D comumente utilizados na arquitetura estão compostas por um cabeçote de impressão, que derrete e/ou deposita o material em camadas sobrepostas para a construção de estruturas complexas. Desta forma, uma casa ou um conjunto de casas (mesmo que cada estrutura tenha uma forma diferente), pode ser construída automaticamente através do emprego de um sistema automatizado conectado a um programa de execução.

 

Outdoor Printing Easy Resize com

Outdoor Printing Easy Resize com

 

Uma das principais vantagens da impressão 3D aplicada à arquitetura é a rapidez e a eficiência nos processos de construção. Com as tecnologias atualmente disponíveis, é possível erguer a estrutura de uma casa de cerca de 50 metros quadrados em apenas um dia.  A impressão 3D de edifícios também reduz consideravelmente o desperdício na construção.

Em média, ao longo do processo de construção de uma casa de pequeno porte são geradas até 4 toneladas de lixo. Para a construção da estrutura do contra-piso, por exemplo, o concreto é aplicado de maneira não uniforme, resultando em um desperdício de praticamente metade de todo volume de concreto, independentemente do uso de estruturas complementares de suporte. Este é um dado particularmente alarmante, porque a industria do cimento, o principal componente do concreto, é responsável por cerca de 7% das emissões globais de dióxido de carbono. Em contraste, uma impressora 3D pode ser calibrada de forma a executar estruturas com espessuras regulares e precisas, utilizando somente a quantidade exata de concreto e apenas onde for realmente necessário. Isso é o que chamamos de otimização de topologia.

Outra vantagem da impressão 3D aplicada à arquitetura é que o sistema faz a leitura de um arquivo digital, eliminando a necessidade de converter todo o projeto em desenhos bidimensionais, minimizando erros de leitura e compatibilidade e problemas desnecessários, resultado em uma maior economia de tempo e recursos. E ainda há um benefício extra em um processo de construção digitalizado e automatizado. É possível desenvolver infinitas variações de um mesmo tema assim como desenvolver projetos customizados ou semi-customizados a um custo relativamente baixo, principalmente porque os processos de impressão 3D independem do uso de mão de obra qualificada.

 

Easy Resize com

 

Por outro lado, sistemas automatizados de impressão em concreto ainda estão muito defasados em relação às tecnologias de impressão 3D mais simples. Em primeiro lugar, está a dificuldade de controlar a pega do concreto para que ele possa fluir livremente e de forma uniforme ao longo de todo o processo de impressão. Somado a isso, uma vez projetado pelo cabeçote da impressora, o concreto deve adquirir resistência muito rapidamente e suficiente para suportar as camadas subsequentes. E finalmente, entre atrasar e acelerar a pega do concreto fresco, é preciso garantir a aderência entre as camadas para que a estrutura funcione de forma coesa e integrada.

Além do mais, as tecnologias de impressão 3D em concreto também precisam evoluir em uma série de outras frentes para poder superar os muitos desafios encontrados em um canteiro de obras a céu aberto, como a presença de poeira e água da chuva assim como as variações de temperatura e umidade no ambiente—variáveis que afetam e muito o desempenho do concreto.

 

Cabana de leitura impressa em 3D / Professor XU Weiguo’s Team

Projetada pelo Professor Xu Weiguo da Escola de Arquitetura da Universidade de Tsinghua e construída com impressoras e materiais desenvolvidos pela equipe, a cabana de leitura impressa em 3D foi inaugurada recentemente no Parque de Ciência e Tecnologia Baoshan Wisdom Bay de Shanghai e conta com espaços para a exposição de livros e para a realização de eventos como debates e palestras.

O projeto da Book Cabin partiu do esboço do conceito, depois utilizou o software MAYA de acordo com as necessidades da modelagem da construção, que por sua vez modelou a forma do espaço e a da estrutura de forma racionalizada para determinar o modelo de implementação. Em seguida, se estabeleceu o planejamento das etapas e a codificação da impressão para completar o arquivo digital e, em seguida, tais arquivos conduziram o equipamento robótico de impressão 3D para a impressão em concreto do material camada por camada, construindo assim a forma curva do projeto. A Book Cabin tem uma área total de cerca de 30 metros quadrados e pode acomodar 15 pessoas para diversas atividades.

Easy Resize com

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Robot-Printed ‘Cloud Village’ / Philip Feng Yuan’s Team

Criado por Philip Feng Yuan e sua equipe, o pavilhão “Cloud Village” foi impresso em 3D em 2018 no Arsenale de Veneza para a Bienal de Arquitetura daquele ano. Através de suas formas orgânicas, o pavilhão chinês Cloud Village foi pensado para criar e abrigar uma série de diferentes espaços abertos e semi-abertos.

O projeto do pavilhão, através de sua semiótica e materialidade, foi inspirado em elementos da arquitetura tradicional chinesa. Utilizando material plástico reciclado, o pavilhão Cloud Village procura estabelecer uma crítica sobre a atual crise ambiental que assola o país, convidando-nos a refletir sobre novas formas alternativas de se construir no futuro.

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Por: Archdaily

Imagens: Cortesia XWG Archi Studio at Tsinghua University, cortesia of Philip Feng Yuan e cortesia Professor XU Weiguo’s Team.