CASACOR São Paulo

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CASACOR São Paulo já tem data para acontecer: de 21 de setembro a 15 de novembro

 

CASACOR São Paulo, a maior e mais reconhecida mostra do segmento de arquitetura, decoração, design e paisagismo das Américas, ocorrerá de 21 de setembro a 15 de novembro. Durante 2 meses, o público poderá visitar a mostra em seu novo endereço, no mais novo espaço de eventos multiuso da América Latina, o Parque Mirante. O local estará preparado para obedecer aos protocolos sanitários e garantir a integridade física de todos nesse período de pandemia, em todas as fases do evento.

Na CASACOR São Paulo 2021, serão apresentados mais de 9.000m² de área construída, com cerca de 60 ambientes, além de casas, estúdios e lofts, assinados pelos principais nomes da arquitetura brasileira e jovens talentos. A mostra vai ocupar todo o rooftop, com vista privilegiada para o Pico do Jaraguá, e mais um pavimento do edifício.

O tema a ser explorado pelo elenco este ano é a Casa Original. A inspiração para o conceito surgiu antes mesmo da pandemia que nos trancou em casa e impôs novas reflexões sobre o morar contemporâneo. A tendência, captada no mundo pré-pandemia, continua atual. Naquele momento, o mal-estar provocado pelo excesso, pela exaustão digital e pela ansiedade, pedia uma pausa. Como resposta, a Casa Original promove uma série de reflexões, sobretudo pelo evidente desejo de retorno às origens, de buscar na ancestralidade e na simplicidade o necessário equilíbrio entre o passado e o futuro.

 

“Faremos uma CASACOR inteligente, um pouco mais compacta do que as apresentadas nos últimos anos, com fluxo de visitação programada e uma grande estrutura de receptivo, bem adequada aos novos tempos” – Livia Pedreira, presidente do conselho curador.

 

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Vista aérea do Parque Mirante, onde acontece a CASACOR SP 2021. Créditos: Felipe Avarena

 

Os arquitetos, designers e paisagistas do elenco CASACOR serão convidados a pensar sobre esse novo universo do morar: o lugar de afetos e memórias que celebra nossa identidade. “A pandemia antecipou esse movimento de volta para casa, para os afazeres cotidianos, para a autossuficiência doméstica, mas também nos plugou definitivamente no universo digital”, lembra Livia Pedreira.

A CASACOR 2021 tem patrocínio Master Deca, Coral é a Tinta Oficial, LG é a parceira oficial de tecnologia, patrocínio local Duratex e apoio local Portinari e Allianz Parque. A pré-venda de convites começa on-line no dia 16 de agosto e terá 15% de desconto para quem adquirir ingressos até o dia 05 de setembro.

 

Mais Informações

https://www.casacor.com
https://www.janelascasacor.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/casacoroficial
Instagram: @casacor_oficial/@casacor_sustentavel

 

 

 

 

 

Caminhos para aumentar a produtividade da construção

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Quatro ações para serem trabalhadas de forma integrada e gerar resultados!

 

O mercado imobiliário, em 2021, vem sinalizando para um forte crescimento do volume de negócios e obras, e ao mesmo tempo vem sendo pressionado pelo significativo aumento dos custos dos materiais de construção.

Os preços dos imóveis e dos custos de obras tendem a aumentar, as exigências dos clientes continuarão a se elevar e a competição entre as empresas ficará mais acirrada.  Nesse cenário, é muito importante para as empresas da cadeia produtiva, colocar energia e foco no aumento da produtividade da construção, para manter as margens de lucratividade dos seus negócios.

Quatro grandes ações podem ser elencadas que, se trabalhadas de forma integrada, irão contribuir de forma significativa para o aumento da produtividade da construção.

 

Industrialização da construção

Sistemas construtivos convencionais não serão capazes de atender aos índices de produtividade e eficiência exigidos por um mercado aquecido e com escassez de insumos e aumento dos custos de materiais.

A cadeia produtiva precisa investir na industrialização de componentes e elementos construtivos e na construção modular off-site, adotando parâmetros industriais de inovação tecnológica, padronização, normalização e escala de produção, visando repetitividade e ganhos elevados de produtividade. As tecnologias em pré-fabricados de concreto, a construção metálica, as estruturas e painéis de madeira, os componentes com uso do plástico e materiais orgânicos, já estão largamente disponíveis no Brasil e podem ser mobilizados em prol da construção industrializada e do aumento da produtividade.

 

Transformação digital

O movimento de adoção de tecnologias digitais pelas empresas incorporadoras e construtoras foi intensificado e agilizado pela pandemia, em especial nos processos de marketing, vendas e contratos digitais, além da comunicação digital, gerando ganhos de eficiência e eficácia nessa fase inicial do negócio de incorporação.

A transformação digital via adoção do BIM, das tecnologias dos drones e da realidade virtual e aumentada, da tecnologia IOT, do bigdata e da inteligência artificial, além dos softwares, aplicativos e de outras soluções em todas as etapas do desenvolvimento, projeto, produção, entrega e operação dos empreendimentos imobiliários, deve, com certeza, permitir redução de desperdícios, integração de etapas e enormes ganhos de produtividade no setor da construção.

 

Sustentabilidade

Os investidores, os fundos e os bancos, cada vez mais, vão priorizar as empresas que incorporem em sua gestão os princípios e práticas ESG de responsabilidade ambiental, social e governança. Todo o cenário futuro da construção no Brasil estará marcado por essa tendência de valorização da sustentabilidade.

O aumento da produtividade no uso de recursos naturais é também uma questão relevante para o setor da construção: gerar produtos e construir com menor consumo de energia, água e geração de resíduos e menor emissão de gás efeito estufa, são desafios fundamentais para o aumento da produtividade da cadeia produtiva da construção.

 

Lean Construction

Uma das inovações urgentes no setor da construção para aumento da produtividade deve estar focada nos processos de planejamento e gestão de obras.

A filosofia lean construction (construção enxuta) consiste em um conjunto de conhecimentos, cuja essência é elevar a capacidade da empresa de eliminar desperdícios visíveis e ocultos continuamente e resolver problemas de maneira sistemática. Perdas por ineficiência de produção e logística, atrasos decorrentes de falhas de planejamento e baixa produtividade são pontos atacados nesse método de gestão.

A aplicação da filosofia e das ferramentas do lean construction (construção enxuta) pode proporcionar ganhos importantes para empresas do setor. Estamos falando de redução de custos e de prazos, maior agilidade na resolução de problemas e principalmente de aumento de produtividade.

Pensando na competitividade da construção, as empresas da cadeia produtiva têm como desafio, combinar de forma articulada, os conceitos e práticas de industrialização, transformação digital, sustentabilidade e lean construction, visando aumentar a produtividade da construção e garantir a sustentabilidade dos negócios.

 

Por Por Roberto de Souza, presidente do CTE – Centro de Tecnologia de Edificações (roberto@cte.com.br)

 

Castor: um sonho de colchão

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Saiba mais sobre a premiadíssima marca!

 

Há mais de 58 anos no mercado, a Castor trabalha diariamente para entregar o melhor aos seus clientes em todos os produtos do portfólio: colchões, camas box, estofados, móveis e acessórios. Uma empresa familiar, fundada pelo Dr. Hélio Silva, em Ourinhos, uma cidade do interior do estado de São Paulo. Hoje, conta com três unidades fabris e grande investimento em tecnologias, atende mais de 170 lojas exclusivas, grandes lojas multimarcas e e-commerces, está presente nas melhores lojas do Brasil. 

Uma das primeiras fabricantes de colchões a aderir ao certificado Pró-Espuma, que garante a alta qualidade das espumas utilizadas, com laboratório próprio para realização de testes e assegurar a qualidade total, desde a matéria-prima ao produto final. Além da certificação ISO 9001 e utilização consciente de madeira de reflorestamento na produção. 

 

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Ivete Sangalo é a embaixadora da marca

 

A Castor investe constantemente em tecnologias exclusivas em seus produtos. Uma delas é de origem suíça e exclusiva da Castor no Brasil: as autênticas Molas Pocket®. Com marca registrada, são molas pré comprimidas, temperadas eletronicamente e ensacadas individualmente. Se adaptam perfeitamente ao corpo, oferecendo maior firmeza anatômica e maior durabilidade. 

 

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Molas Pocket®: tecnologia de molas ensacadas exclusiva da Castor

 

 

Acesse o site e confira conteúdos exclusivos e conheça a linha de produtos da marca! 

www.colchoescastor.com.br 

 

 

 

 

 

 

Oxigênio na produção de cimento: substituição de combustíveis

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Enriquecimento do ar de combustão com O2 no processo de produção é um dos mais buscados pelo setor de construção, bem como o uso do nitrogênio

 

O setor da construção civil no Brasil teve o maior crescimento em oito anos segundo *dados da Câmara Brasileira da Industria da Construção (Cbic). Outro dado, da *Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat), aponta que os 22 segmentos que compõem o setor tiveram expansão real de mais de 24%, no último semestre. A projeção de crescimento para o setor foi revisada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e passou de 4% para 8%.

São boas notícias, portanto, para o segmento de cimento, material fundamental para a construção civil, cuja produção, por sua vez, está ligada à indústria de gases industriais, que fornece oxigênio e nitrogênio a fim de tornar todo o processo produtivo, seguro e sustentável.

A aplicação do oxigênio pela indústria de cimento ocorre, no estágio inicial.  A matéria-prima, composta de calcário, argila e outros materiais, é misturada lentamente a altas temperaturas (em torno de 1450 ºC) e para isso são utilizados grandes fornos rotativos com queimadores e câmaras de pré-calcinação, que queimam combustíveis na presença de ar, composto majoritariamente por nitrogênio e por apenas 21% de oxigênio, o elemento comburente.

O segredo para a maior produtividade desse processo é, portanto, a adição de oxigênio puro ao ar de combustão, elemento que aumenta a temperatura da chama da combustão e também possibilita queimar maiores quantidades de combustíveis alternativos, como pneus e blends, em substituição ao coque, (carvão mineral), gerando redução de custos com combustíveis.

 

“Quando aumentamos a concentração de oxigênio nos processos de combustão, a temperatura da chama se eleva, o que gera mais calor, possibilitando aumento de produção. O aumento do % de oxigênio no ar de combustão possibilita também a queima de maior quantidade de combustíveis com menor poder calorífico, como resíduos descartados por outras empresas, que iriam parar em aterros. Com a utilização de ar enriquecido se consegue obter aumentos de mais de 100% na quantidade de combustíveis alternativos queimados, em substituição ao coque, combustível não-renovável, o que torna a operação mais benéfica ao meio ambiente” – Fábio Mimessi, Engenheiro de Aplicações Especialista da Air Products Brasil.

 

Outro gás muito usado na produção de cimento, por razões de segurança, é o nitrogênio, diretamente aplicado nos silos em que o coque é armazenado. “Por se tratar de um produto combustível e que gera grande quantidade de particulados (poeira de carvão), os silos de carvão são atmosferas explosivas, com altos riscos de incêndios e explosões”, explica Mimessi.

Além de manter a segurança, o nitrogênio é usado para o resfriamento rápido do concreto, em obras de médio e grande porte, que podem precisar que o concreto atinja temperatura entre 15 ºC e 25 ºC a fim de evitar trincas e fissuras na produção de blocos. O resfriamento é feito por meio de injeção de nitrogênio líquido à temperatura de – 196º Celsius, no caminhão-betoneira ou na esteira de alimentação, que vai do silo até o caminhão.

Por ter uma temperatura tão baixa, o nitrogênio líquido resfria o concreto muito mais rápido, reduzindo em mais de 50% o tempo de preparação do concreto e gerando economia para a empreiteira. Em locais com temperatura ambiente acima de 30º a 32º C, o ganho é ainda mais notável, já que é muito difícil ou quase impossível se fazer o resfriamento adequado com gelo ou água gelada, devido às limitações destes produtos em termos de capacidade de resfriamento. Nestes casos, o uso de nitrogênio líquido é a única maneira de se conseguir baixas temperaturas no concreto, em pouco tempo e com viabilidade econômica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Valor. Globo /  Air Products Brasil.
Imagem: Divulgação

 

Lab88 apresenta exposição “Cubos”

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Obras serão vendidas e toda a renda será em prol de entidades filantrópicas

 

A Lab88 Revestimentos, empresa de mão de obra especializada nas instalações de porcelanatos em grandes formatos, reúne artistas para a concepção de 16 obras de artes, impressas em cubos de 20cm e confeccionadas com recortes de porcelanatos que normalmente são descartados durantes as obras arquitetônicas.

Artes expressas por meio de graffiti, pintura, desenho, fotografia, estêncil, escultura e poesia dão o tom na exposição “Cubos”. Cada cubo, em suas seis faces, imprime obras impressionantes de arte, com estilos variados, mas, com o mesmo objetivo: a arte em prol do bem. Entre os artistas, figuram: Alê Jordão, Arthur Grangeia, Binho, Carolina Kowarick e Ciro Basto, Ciro, Daniel Melim, Flávio Samelo, Flip, Gabriel Wickbold, José Ricardo Basiches, Ju Violeta, Mauricio Lamosa, Nunca, Tinho, Vitché e William Mophos.

A ideia surgiu de um dos artistas para arrecadar fundos e auxiliar as vítimas da pandemia, causada pelo coronavírus. Os 16 cubos expostos estão à venda e todo o valor arrecadado será destinado, integralmente, para 4 instituições: NABEM- Núcleo Assistencial Bezerra de Menezes, Missão Cena, UTI Casas André Luiz e Casa Ninho.

 

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André Moral

 

“O CUBO LAB foi criado para que os nossos parceiros arquitetos tivessem em mãos uma amostra do nosso trabalho. Um cubo feito com sobras de produto e que virou arte beneficente. Esta ação visa minimizar a dor das pessoas afetadas pela pandemia e agradecemos de coração a todos os artistas que se dispuseram a estar conosco e acreditaram que juntos somos muito mais fortes” – André Moral, CEO Lab88.

 

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Cubo Binho

 

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Cubo Lamosa

 

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Cubo Basiches

 

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Cubo Arthur Grangeia

 

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Ciro Schu

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagens: Divulgação

Caldeirão Olímpico de Tóquio2020

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Conheça toda a tecnologia por trás do Caldeirão Olímpico de Tóquio2020!

Idealizada pelo escritório japonês Nendo e seu por designer chefe Oki Sato, a peça foi projetada com base no conceito “Todos se reúnem sob o Sol, todos são iguais e todos recebem energia” de Mansai Nomura, diretor executivo de criação da equipe de planejamento para as Cerimônias de Abertura e Encerramento nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tóquio 2020.
Um total de 85 rascunhos foram feitos, desde chamas presas em uma esfera de vidro resistente ao calor até girando as chamas para criar uma aparência esférica, a fim de expressar a semelhança desejada com o Sol.
Através de tentativa e erro, foi projetada uma forma esférica, composta por hemisférios superior e inferior cada um com cinco painéis representando os anéis olímpicos. Ao final da Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos, o caldeirão “floresce” para receber o portador final da tocha. Isso expressa não só o Sol em si, mas também a energia e vitalidade que podem ser obtidas a partir dele, como plantas brotando, flores florescendo e mãos abrindo em direção ao céu. A energia de hidrogênio, que chama a atenção como energia de última geração, alimenta as chamas. O hidrogênio foi produzido em uma instalação na prefeitura de Fukushima, que está em recuperação do Grande Terremoto do Japão Oriental que ocorreu em 2011.
Tokyo Olympic Cauldron Hiroshi Iwasaki
Tokyo Olympic Cauldron Hiroshi Iwasaki
A eletricidade necessária para a eletrólise da água no processo de produção de hidrogênio é fornecida pela geração de energia solar. O hidrogênio queima com uma chama incolor e transparente, e é invisível. Para servir como chama olímpica, era necessário ser colorido pela reação de chama, por isso o carbonato de sódio foi usado para a chama “amarela”. A quantidade e a direção da solução aquosa pulverizada nas proximidades do queimador foram repetidamente examinadas juntamente com a quantidade de hidrogênio e o ângulo da válvula, a fim de ajustar o movimento e a forma da chama para cintilar como lenha foi estimulada; tal tentativa de “projetar chamas” foi sem precedentes.
O caldeirão pesa 2,7t, e o diâmetro após a transformação é de cerca de 3,5 m. O painel externo, que pesa aproximadamente 40 kg por folha, foi feito cortando uma placa de alumínio de 10 mm de espessura; moldando-o com uma máquina de prensa quente especial capaz de aplicar uma pressão de 3500 toneladas, que existem apenas algumas no Japão; e, em seguida, moer- lo.
Uma vez que a distorção ocorre quando o calor é aplicado durante a fresagem, o trabalho foi realizado em velocidade ultra-baixa enquanto escaneava consistentemente a forma usando laser, moldando até 7 mm de espessura onde a força é necessária, e até 4 mm onde a força não é necessária, para acomodar a redução de peso. A última fase consistiu em ajustes, polimento e aplicação de tinta resistente ao calor, todos finalizados pelas mãos de artesãos.
Tokyo Olympic Cauldron Hiroshi Iwasaki
Tokyo Olympic Cauldron Hiroshi Iwasaki
Tokyo Olympic Cauldron Ikki Yamaguchi
A unidade interna de acionamento era necessária para ser o mais compacta possível, mas altamente impermeável, à prova de fogo e resistente ao calor. Ao cobrir as máquinas com painéis de espelho poligonais o máximo possível, pretendia-se criar um reflexo difuso da iluminação das cerimônias e da luz das chamas. Os testes para resistência ao calor e resistência ao vento foram repetidos, e o aparelho foi ajustado para evitar qualquer vibração ou erro mesmo em condições variadas.
Como resultado, foi realizado um movimento suave com boa precisão nos painéis que passam entre si, operando a menos de 3 mm de distância na área de largura de passagem mais estreita. O Caldeirão Olímpico criado através desta jornada, cristaliza a essência da fabricação japonesa.
Fonte: Nendo
Imagens: Divulgação Nendo

Produção cinematográfica – Especial Arquitetura

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‘Especial de Arquitetura’ do Curta!On traz produções sobre profissionais reconhecidos no Brasil e exterior

 

Na semana em que ocorre o 27º Congresso Mundial de Arquitetos no Rio de Janeiro, o Curta!On, a plataforma de streaming do Curta!, disponibiliza o Especial Arquitetura com produções sobre grandes nomes do cenário nacional tanto na arquitetura quanto no design. Documentários relembram a trajetória e obra de nomes como Oscar Niemeyer, Lucio Costa, Sergio Bernardes, José Zanine Caldas, João Batista Vilanova Artigas e dos irmãos Marcelo, Milton e Maurício Roberto. Já a série “Designers do Brasil” reúne os principais nomes deste ofício na atualidade, entre eles Fred Gelli, Rico Lins, Guto Índio da Costa e Heloisa Crocco. A seleção se completa com a série “Arquitetos Associados” que acompanha renomados profissionais por trás de projetos que atraem a atenção no mundo.

O Grupo Curta! tem como missão a difusão de conteúdos audiovisuais relevantes nas áreas de artes e humanidades, sejam brasileiros ou estrangeiros, através da TV linear (canal CURTA!), de plataformas de streaming de operadoras de telecom e da internet. A curadoria de conteúdos é, portanto, o motor central do grupo e foi uma das que mais aprovaram projetos originais para financiamento da produção pelo Fundo Setorial do Audiovisual: já foram mais de 120 longas documentais e 800 episódios de 60 séries que chegam ao público em primeira mão através de suas janelas de exibição.

Curta!On, o novo clube de documentários do NOW da Claro, conta com mais de 450 filmes e episódios de séries documentais, organizadas por temas de interesse como Música, Artes, MetaCinema, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Mitologia e Religião, Sociedade e Pensamento. Há também pastas especiais com novidades – que estreiam a cada mês –, conteúdos originais exclusivos, biografias, além de uma degustação para quem ainda não é assinante do serviço.

 

 

Confira mais detalhes sobre os filmes e séries

 

“Bernardes”

Com narrativa não linear, o filme aborda de forma contundente e clara a polêmica vida profissional e familiar do arquiteto, urbanista, designer, escritor, poeta e inventor, Sergio Bernardes. Um homem de personalidade afiada e corajosamente inventiva, questionadora e extremamente bem-humorada.

Direção: Gustavo Gama Rodrigues, Paulo de Barros.

Duração: 85 min.

Classificação: Livre.

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Niemeyer – A Vida É Um Sopro”

Um filme que se pauta na poética das formas de Oscar Niemeyer para reconstruir a história do maior ícone da arquitetura moderna brasileira. Uma trajetória indissociavelmente ligada às transformações do país no século XX. No documentário, o arquiteto conta de forma descontraída como concebeu seus principais projetos. Mostra como revolucionou a arquitetura moderna, com a introdução da linha curva e a exploração de novas possibilidades de utilização do concreto armado. Fala também sobre sua vida, seu ideal de uma sociedade mais justa e de questões metafísicas como a insignificância do homem diante do universo. O filme, de Fabiano Maciel, é costurado por imagens de arquivo inéditas e raras, e por depoimentos de personalidades como os escritores José Saramago, Eduardo Galeano e Carlos Heitor Cony, o poeta Ferreira Gullar, o historiador Eric Hobsbawn, o cineasta Nelson Pereira dos Santos, o ex-presidente de Portugal Mário Soares e o compositor Chico Buarque.

Direção: Fabiano Maciel 

Duração: 90 min.

Classificação: Livre

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“O Risco – Lúcio Costa e a Utopia Moderna”

Lúcio Costa é uma das raras personalidades na história do Brasil que permitem cruzar a sua história individual com a construção da nação de maneira muito natural. O documentário narra, através da trajetória do arquiteto e urbanista Lúcio Costa, o processo de “formação” da arquitetura moderna brasileira.

Direção: Geraldo Motta Filho.

Duração: 76 min.

Classificação: Livre

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“Os Irmãos Roberto”

Integrantes da mesma geração de Lúcio Costa, Oscar Niemeyer e Affonso Eduardo Reidy, os irmãos Marcelo, Milton e Maurício, conhecidos profissionalmente como irmãos Roberto, foram os autores de marcos da arquitetura modernista brasileira, como o premiado prédio da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro do Rio, e o aeroporto Santos Dumont. A partir de depoimentos de arquitetos contemporâneos, reavaliamos sua contribuição, especialmente na formulação de projetos de moradia de classe média que, embora voltados para o mercado, nunca perderam de vista a beleza e o bem-estar dos ocupantes.

Direção: Ivana Mendes, Tiago Arakilian.

Duração: 72 min.

Classificação: Livre

Curta Os Irmaos Roberto

 

 

“Vilanova Artigas — O Arquiteto e a Luz”

O documentário remonta a trajetória do icônico arquiteto brasileiro João Batista Vilanova Artigas. Por meio das lembranças de familiares, amigos, ex-alunos, imagens de arquivo e visitas a seis de suas principais obras, a história de vida de Artigas é contada.

Direção: Pedro Gorski, Laura Artigas

Duração: 93 min.

Classificação: Livre.

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“Zanine, o Ser do Arquitetar”

A vida, o pensamento e as conquistas de José Zanine Caldas, arquiteto autodidata de projeção nos anos 1960 e homem que estava adiante de seu tempo. Zanine pensava em reaproveitamento, em sustentabilidade e, já 50 anos atrás, em preservação do meio ambiente. Com entrevistas de nomes como Oscar Niemeyer, Heloísa Buarque de Holanda, Ziraldo, Sérgio Rodrigues, Cydno Silveira, Carlos Vergara, Alexandre Garcia, Juarez Machado, Vera Brandt, Ricardo Caruana, além de amigos e trabalhadores de Nova Viçosa na Bahia, este é o primeiro documento audiovisual desse artista tão relevante na arquitetura brasileira.

Direção: André Horta 

Duração: 80 min.

Classificação: Livre.

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Arquitetos Associados (Série)

A série de Herbert Henning destaca arquitetos renomados cujos projetos atraem a atenção do mundo. Com conhecimentos sólidos, eles projetam, constroem e reformam edificações dos mais diversos portes; trabalham nas áreas de desenvolvimento e planejamento urbano, preservação e restauro de patrimônio histórico; atuam em arquitetura de interiores, exercem tarefas de consultoria, assessoria e gerenciamento de obras; realizam vistorias, laudos, avaliações e pareceres e ainda se dedicam ao ensino e à pesquisa. Cada um tem seu estilo e especialidade. Em comum, eles têm a sensibilidade artística, a consciência socioambiental, o primor estético e a fundamentação técnica.

Direção: Herbert Henning.

Duração: 13 episódios de 26 min.

Classificação: Livre

Arquitetos

 

 

“Designers do Brasil (Série)” 

A série documental aborda as trajetórias de alguns dos principais nomes do design brasileiro, em distintas especialidades, como forma de tecer um panorama da diversidade e multidisciplinaridade desse campo de atuação. O design brasileiro vem obtendo um crescente reconhecimento internacional, com a conquista de vários prêmios, mas o conhecimento sobre ele ainda é incipiente entre o público em geral. A série, dirigida por Dj Dolores, desvenda o universo criativo de cada designer e traz pontos importantes para o debate atual a respeito da contribuição que os países do hemisfério sul podem oferecer à cultura global. A série é conduzida por Adélia Borges, jornalista, curadora e professora de história do design.

Direção: DJ Dolores.

Duração: 10 episódios de 26 min.

Classificação: Livre

GUTO INDIO DA COSTA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Curta!
Imagens: Divulgação

 

 

Shell Brasil e Gerdau anunciam futura Joint Venture de energia solar

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Termo de cooperação permitirá autoprodução em parque fotovoltaico em Minais Gerais

 

A Shell Brasil e a Gerdau assinaram um termo de cooperação para o desenvolvimento de um parque fotovoltaico no município de Brasilândia de Minas, norte de Minas Gerais. O termo estabelece as premissas para a discussão e constituição de uma joint venture. Com capacidade instalada de 190MWdc, o parque Aquarii fornecerá parte da energia limpa para as unidades de produção de aço da Gerdau e outra para ser comercializada no mercado livre através da comercializadora de energia da Shell, a partir de 2024.

A joint venture, que terá participação igualitária das duas empresas, faz parte da estratégia de transição energética e descarbonização de ambas. Trata-se de um passo voluntário da Shell Brasil na oferta de mais produtos e serviços energéticos renováveis e sustentáveis, em total alinhamento com a busca de uma matriz de energia mais limpa pela Gerdau. Aquarii também venderá energia para consumidores livres, ajudando a aumentar o parque gerador do estado de Minas Gerais e contribuindo para a segurança energética da região com mais energia renovável.

 

“Este é o primeiro projeto da Shell em energia solar no Brasil, um marco que diversifica ainda mais a atuação da companhia no país e de maneira completamente alinhada ao nosso propósito de oferecer mais energia e de maneira mais limpa. A presença de um parceiro como a Gerdau nesta jornada nos enche de orgulho e é um sinal de confiança neste propósito na Shell e em sua capacidade como desenvolvedora de soluções de energia para seus clientes. Caminharemos juntos rumo à transição energética e numa região estratégica para ambas as companhias.” -Guilherme Perdigão, Diretor de Renováveis e Soluções de Energia da Shell Brasil.

 

Há cerca de três anos, a Shell Brasil iniciou sua estratégia de desenvolver organicamente seu portfólio em geração de energia solar, que na área de energia, se somam aos investimentos na sua comercializadora de energia, Shell Energy Brasil, e na termelétrica Marlim Azul. Hoje, a companhia tem planos de desenvolver parques solares nos estados de Minas Gerais e Paraíba. Ao mesmo tempo, trata-se de mais um passo da Gerdau em direção à autossuficiência energética, aliado ao direcionamento estratégico de entrada no segmento de geração de energia renovável, parte do portfólio de novos negócios realizados através da Gerdau Next. A energia solar é a fonte energética que mais cresce no Brasil, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), com um salto de 70% no último ano, o equivalente a 7,5 GW ou metade da capacidade da hidrelétrica de Itaipu. Atualmente, representa 1,8% da matriz nacional, porcentagem que deve aumentar nos próximos anos. O Brasil tem níveis de irradiação solar entre os maiores do mundo – o território nacional recebe mais de 2.200 horas anuais de insolação, o equivalente a 15 trilhões de MW*, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) – indicando o enorme potencial da energia solar no País.

 

“A joint venture para o desenvolvimento e operação do parque solar Aquarii é parte de um plano robusto de investimentos em energias renováveis nas Américas. A iniciativa fortalece a visão de longo prazo da companhia e o compromisso com a inclusão de fatores ESG como pilares fundamentais para as decisões estratégicas da empresa. A parceria com a Shell garante expertise e tecnologia de ponta em energia solar, o que resulta em maior eficiência e uma oportunidade de autoprodução de energia renovável, reforçando o nosso comprometimento com um futuro cada vez mais sustentável. ” – Juliano Prado, vice-presidente da Gerdau e responsável pela Gerdau Next, divisão de novos negócios.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Shell Brasil
Imagem: Ilustrativa

Projeto para nova sede do Instituto Favela da Paz está na 17ª Bienal de Veneza

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Projeto da arquiteta Patrícia O’Reilly que une tecnologia, arte e inclusão social faz parte da 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza. A nova sede do Instituto vai ampliar o atendimento da ONG , que já atende mais de 500 famílias no Jardim Ângela, em São Paulo.

 

O Instituto Favela da Paz é uma rede de empreendedores sociais incubando projetos voltados para arte, cultura, sustentabilidade, esporte, saúde e educação em uma das periferias mais carentes da cidade de São Paulo. São mais de 500 famílias que participam dos projetos de arte, cultura e inclusão. O projeto da nova sede do Instituto, encabeçado pela arquiteta Patrícia O’Reilly do Atelier O’Reilly Architecture & Partners, faz parte da mostra da 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza, que acontece de 22 de maio e segue até 21 de novembro deste ano.

O projeto conta com a integração da arte na arquitetura, incluindo a participação de artistas da comunidade com a direção do artista plástico Alexandre Mavignier, que traz a arte para as fachadas do edifício. A nova sede, que irá amplificar as áreas de trabalho dos 9 núcleos do Instituto que inclui música, tecnologia, arte, produção de alimentos, inclusão social além de oferecer mais oportunidades para os moradores da comunidade, terá a primeira Árvore Solar Solarpalm, de design do Atelier O’R e do artista Alexandre Mavignier, que ludicamente representa a importância da sustentabilidade e preservação do meio ambiente.

A Solarpalm é uma estrutura com 8m de altura, com um design paramétrico arrojado, que tanto lembra a palma, espécie originária das nossas terras brasileiras, como as asas de um anjo, se vista sob um outro ângulo, e oferece, gratuitamente, 15 serviços para a comunidade local.

 

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A instalação da Solarpalm na nova sede do Instituto, terá o mesmo funcionamento inteligente e será a primeira de 25 que serão “plantadas” pela cidade de São Paulo. Todas terão WiFi gratuito e sistema de captação da energia solar para carregar celulares e tablets, decibelimetros, medição da qualidade do ar, estação meteorológica, câmeras de segurança, entre outros serviços.

A construção da nova sede formará mão de obra local nos sistemas construtivos sustentáveis aplicados no projeto, num processo de inclusão, atraindo a comunidade para aprender e participar ativamente da obra, transformando-os em agentes multiplicadores da consciência sustentável e oferecendo mais uma frente de emprego e renda para a comunidade.

Em breve, será aberta a campanha de captação de recursos nacional e internacional com benefícios fiscais e contábeis para o projeto para construção da nova sede do Instituto, que vai ampliar de forma exponencial o trabalho da ONG, além de formar mão de obra local para a construção da própria sede. Com a coordenação do Atelier O’R e do Atelier Mavignier, conceituadores do projeto desde o começo, a ideia é que a proposta tome um vulto cada vez maior e atraia investidores do mercado ESG, tanto nacionais quanto internacionais para viabilizar o projeto que traz grande inovação e a consolidação da consciência sustentável para o novo mundo.

 

Sobre o Instituto Favela da Paz

Claudinho Miranda há 30 anos convidou seu irmão Fábio Miranda e mais alguns amigos para montar uma banda e promove solidariedade, cultura, lazer, dentre tantos outros auxílios prestados à população da periferia do bairro Jardim Nakamura, região sul de São Paulo. Claudinho Miranda começou a fazer música com 9 anos de idade e Fábio Miranda criando os instrumentos a partir do lixo em um bairro considerado pela ONU dos EUA o mais violento do mundo durante duas décadas, e seus sonho coletivo era “Mudar o lugar sem se mudar de lá”.

Depois de criar a Banda Poesia Samba Soul, em 1989, e, a partir daí, promover arte e oportunidade para crianças e jovens, ambos criaram o Instituto Favela da Paz, em 2010, que hoje é formada por músicos, artistas  independentes, articuladores culturais e os princípios que sustentam as iniciativas do instituto são os valores da comunidade, cooperar e compartilhar dons e sentimentos, fazer da escassez a abundância.

Saiba mais: www.atelieror.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Instituto Favela da Paz e Planta e Cresce
Imagem: Gustavo Emamoel