Tramontina apresenta cadeira Kiu, desenvolvida em parceria com designer Estevão Toledo

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Lançada em evento na Casa Toledo, em São Paulo, peça é voltada para segmento de hospitalidade

 

A Tramontina Hospitality amplia seu portfólio de móveis em madeira voltados a hotéis, bares, restaurantes e demais estabelecimentos com o lançamento da exclusiva cadeira Kiu, criação do designer Estevão Toledo. A peça traduz elegância e história em um design que homenageia o mobiliário brasileiro e foi apresentada ao público em evento realizado na Casa Toledo – espaço que abriga a coleção de mobiliário autoral do artista em São Paulo.

Com encosto em palhinha sextavada, pernas inspiradas no gesto delicado de uma bailarina e assento generoso em couríssimo, a cadeira Kiu equilibra o requinte do design autoral com o cuidado da marcenaria artesanal, agora reeditada pela Tramontina.

Produzida em madeira Tauari com acabamento em verniz PU, a cadeira destaca a durabilidade, o conforto e o apelo estético como pilares para composições que aliam beleza e propósito. “Com esse lançamento, reafirmamos nosso compromisso com a valorização do design brasileiro e com a criação de soluções que encantam pela forma, mas principalmente pela história e pelo sentimento que despertam”, destaca André Guerra, diretor da Tramontina.

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“A parceria entre Tramontina e Estevão Toledo une o feito à mão ao alcance industrial, somando design autoral à escala e qualidade reconhecida. Juntas, as marcas se fortalecem em peças que traduzem técnica, alma e beleza acessível. Levando a encantadora identidade brasileira para o mundo”, comenta o designer.

Estevão Toledo se destaca há mais de 20 anos no cenário do design de mobiliário nacional com móveis que expressam a sua perspectiva sobre criatividade, com formas e linhas puras e um toque contemporâneo, transformando-se em uma grande referência da marcenaria artesanal.

Assinada por nome relevante do design nacional, a novidade reforça o compromisso da Tramontina com a criação de peças que unem estética, funcionalidade e identidade brasileira para compor ambientes acolhedores, memoráveis e sofisticados.

 

Sobre Tramontina Hospitality

No mercado de hospitalidade desde 1970, a Tramontina possui três frentes de portfólio para atender o segmento: a Food Service, que inclui itens como facas, panelas, talheres, rechauds, tábuas, porcelanas e outros utensílios para preparos e apresentações de receitas; a Furniture, composta por móveis para áreas internas e externas, além de acessórios para diferentes estilos de empreendimentos; e a Equipment, que reúne as cozinhas profissionais da Tramontina, que estão no portfólio da marca desde 2014.

Para seguir inspirando clientes deste segmento, a marca lançou a primeira rede social do Brasil com solução completa para Hospitality. Com portfólio que contempla desde cozinhas profissionais e móveis até utilidades domésticas, o @tramontinahospitality tem o objetivo de mostrar conteúdos que ajudam os profissionais a fazerem a melhor escolha para o seu negócio.

Conheça a linha completa no site http://tramontina.com.br/hospitality

 

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Projeto do Centro Cultural Rio-África é premiado com Ouro no IAI Design Award 2025

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Assinado pelo Estúdio Módulo para a região da Pequena África, no centro do Rio de Janeiro, projeto afirma-se como marco simbólico de identidade e memória

 

Estúdio Módulo conquistou o Prêmio Ouro na categoria Arquitetura (Edifício Público)no IAI Design Award 2025, um dos principais reconhecimentos de arquitetura e design da Ásia. O prêmio foi concedido ao Centro Cultural RioÁfrica (CCRA)projeto vencedor do concurso internacional promovido pela Prefeitura do Rio de Janeiro e pelo IAB-RJ, atualmente em processo de desenvolvimento. Além da premiação, o CCRA também foi selecionado para a Exposição Internacional de Obras Premiadas do IAI 2025, inaugurada em 9 de agosto, na China, ao lado de trabalhos de destaque mundial, incluindo escritórios brasileiros como o Brasil Arquitetura.

Organizado pela Asia Pacific Designers Federation (APDF), o IAI Design Award foi criado em 2006 e hoje se consolida como referência global em design e arquitetura. Ao longo de sua trajetória, expandiu-se para abranger áreas como interiores, paisagismo, moda, design de produto, iluminação e inteligência digital. A premiação ao Estúdio Módulo destaca a relevância do CCRA como equipamento urbano estratégico para o Rio de Janeiro e reforça a presença da arquitetura brasileira no cenário internacional.

 

 

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Implantado na região da Pequena África, no centro do Rio de Janeiro, território marcado pela memória da diáspora africana, o projeto propõe um espaço cultural aberto ao encontro, à produção artística e à convivência comunitária. Sua concepção arquitetônica combina pilares de madeira e concreto, tijolos de barro e uma cobertura inspirada nos tecidos Kuba Showa, originários do Congo, reinterpretando referências tradicionais em linguagem contemporânea. O projeto afirma-se como marco simbólico de identidade e memória.

O prêmio será entregue no fim do ano, em cerimônia que celebra alguns dos trabalhos mais relevantes da arquitetura contemporânea. Além do reconhecimento cedido pelo IAI Design Award 2025, o projeto venceu, em Outubro, o prêmio Architecture Hunter Awards 2025, premiação internacional organizada pela plataforma internacional de arquitetura Architecture Hunter, na categoria Unbuilt & Concepts – Commercial, Offices & Institutional.

 

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Imagens: Divulgação Estúdio Módulo Arquitetura.

Encontros Urbanos promove diálogo sobre o habitar contemporâneo e o futuro das cidades

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Idealizado pela Cobogó Relações Públicas, com o apoio da Refúgios Urbanos, projeto propõe uma programação contínua de encontros com diversos profissionais do mercado de arquitetura

 

Em comemoração aos seus 10 anos de atuação, a Cobogó Relações Públicas idealizou, com o apoio da Refúgios Urbanos, o projeto Encontros Urbanos — uma série de encontros com profissionais da arquitetura, do mercado imobiliário e da comunicação, com o propósito de refletir sobre os comportamentos urbanos e os modos de morar e viver nas cidades contemporâneas.

O primeiro evento da série aconteceu em outubro, na sede da Refúgios Urbanos, e reuniu nomes expressivos do setor, como Arkitito Arquitetura, Dupllex Coberturas, Oliveira Jr. Arquitetura, Sabella Arquitetura e o jornalista Fabiano Mazzei, editor do Valor Econômico, que conduziu a mediação do debate do tema “O Luxo Invisível: o que não pode faltar no alto padrão?”.

As sensações se dão pela arquitetura do espaço, mas também pelos materiais que você pode sentir“, uma das frases da arquiteta Chantal Ficarelli durante o evento. Frederico Sabella, da Sabella Arquitetura, corrobora da mesma opinião de Chantal ao projetar casas de alto padrão: “Nossos clientes buscam materializar sensações em suas casas, nem sempre através de coisas. Quase sempre através de experiências”, diz.

 

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O jornalista Fabiano Mazzei, editor do Valor Econômico, conduziu a mediação do debate sob o tema “O Luxo Invisível: o que não pode faltar no alto padrão?”.

 

O evento marcou o início de uma programação contínua que percorrerá diferentes temas ao longo deste ano, e do próximo, sempre valorizando o que a comunicação faz de melhor: comunicar, transformar e conectar pessoas.  “Queremos usar do princípio da comunicação, e da nossa rede de relacionamentos, para reunir profissionais para refletirem, juntos, temas que permeiam o habitar e o futuro das cidades“, explica Livia Esteves, sócia-fundadora da Cobogó Relações Públicas, que também tem como sócios Pedro Scabim e Flavio Junqueira.

Para participar dos próximos encontros, e fazer parte do mailing dos Encontros Urbanos, envie sua mensagem de interesse para contato@rpnacobogo.com.br.

 

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Da esquerda para a direta: Gustavo Saraiva (sócio-fundador da Dupllex), jornalista Fabiano Mazzei, Octavio Pontedura (sócio-proprietário da Refúgios Urbanos), Chantal Ficarelli (arquiteta e sócia do Arkitito), Frederico Sabella (arquiteto e fundador da Sabella Arquitetura), Marcus Grigoletto (sócio-fundador da Dupllex).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagens: Rodrigo Ballego

Minimalismo e funcionalidade

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Reforma de apartamento equilibra minimalismo, conforto e memória afetiva para receber moradora com intensa rotina profissional

 

Assinado pela arquiteta Camila D. C. Abdul-Hak, do escritório DC55 Arquitetura, este apartamento de 200 m² em Curitiba passou por uma reforma parcial nas áreas social e de serviço. Pensado para uma mulher solteira e empreendedora, com rotina intensa, o projeto teve como propósito ressignificar a relação da moradora com o lar, criando um refúgio de paz, acolhimento e equilíbrio após dias exaustivos de trabalho.

Com uma planta irregular, o imóvel exigiu soluções criativas de circulação e integração entre os ambientes. O uso de mobiliário orgânico, marcenaria sob medida e uma paleta contemporânea de tons neutros, que combina madeira, mármore e detalhes em preto, garantiu fluidez, sofisticação e conforto. O Mármore Branco Paraná reveste bancadas e frontões da cozinha, enquanto o Mármore Nero Michelangelo destaca a lareira e as bancadas da churrasqueira. Painéis em madeira escura, laca cinza-claro nos móveis existentes, tecidos neutros e metais em preto fosco completam a atmosfera elegante e acolhedora que define a identidade deste projeto.

Ao adentrar o apartamento, o living se revela por meio de sua peça central: uma lareira escultural em Mármore Nero Michelangelo, que domina o ambiente com elegância e protagonismo. Sofás e poltronas em tons claros, combinados a uma mesa de centro de linhas orgânicas em preto e off-white, criam uma atmosfera equilibrada entre sofisticação e aconchego. A sala de TV, mobiliada em madeira escura, integra estante para livros e objetos de decoração, mantendo o mesmo cuidado com elementos afetivos que marcam a história da moradora.

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Painéis amadeirados integram o espaço e abrigam um bar suspenso com iluminação indireta, enquanto portas-painéis camufladas disfarçam a cristaleira, reforçando o minimalismo e a funcionalidade do projeto. Detalhes carregados de memória afetiva — como as cadeiras herdadas da bisavó da cliente e um relógio cuco antigo — foram incorporados com sensibilidade, tornando o ambiente único e pessoal.

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No epicentro do apartamento, a sala de jantar se destaca pela mesa de design orgânico, que favorece a circulação e estimula a convivência entre moradores e convidados. Pendentes em diferentes alturas adicionam ritmo e leveza à composição.

Já a cozinha integrada, com bancadas em Mármore Branco Paraná, aproxima o preparo das refeições da vivência cotidiana, enquanto o espaço da churrasqueira, conectado à ampla sala, reforça o caráter social e acolhedor do projeto. O contraste intencional entre os mármores Nero Michelangelo e Branco Paraná confere sofisticação, movimento e identidade ao conjunto.

Já a iluminação foi cuidadosamente planejada para valorizar os materiais e criar diferentes atmosferas. Pontos indiretos em sancas e prateleiras trazem aconchego, enquanto pendentes esculturais e focos direcionais garantem funcionalidade, reforçando o caráter contemporâneo, elegante e acolhedor do projeto.

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Imagens:  Bia Nauiack

Königsberger Vannucchi destaca a fachada ventilada do Platina 220 na 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo

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Maior edificação do tipo no país permite reduzir tempo de obra em até quatro meses, aumentar isolamento térmico e reduzir emissão de resíduos

 

A Königsberger Vannucchi Arquitetos Associados participou da 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (BIAsp), organizada pelo IABsp – Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de São Paulo, que ocorreu este ano, entre os dias 18 de setembro e 19 de outubro, na Oca, no Parque Ibirapuera. Além do projeto urbano do Eixo Platina e do Platina 220, o escritório apresentou um protótipo em escala 1:2 da fachada ventilada que reveste integralmente o edifício. O sistema foi aprimorado em parceria com a VENFAQ, uma das principais marcas internacionais de fachada ventilada, e com a Unidade Portobello, do Portobello Grupo, responsável pelo fornecimento e pela assessoria completa no uso do porcelanato Portobello como revestimento do edifício.

 

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Localizado no Tatuapé, o Platina 220 é um dos mais altos edifícios da cidade e o primeiro de grande porte da região a contar com 100% de fachada ventilada em porcelanato Portobello, cobrindo cerca de 60 mil m². O modelo apresentado na Bienal demonstra o método de fixação do acabamento nas vedações externas: perfis metálicos horizontais e verticais fixados na alvenaria e na estrutura sustentam as placas de porcelanato, criando um espaço para circulação de ar. Esse fluxo contínuo remove aproximadamente 20% do calor recebido, ampliando o isolamento térmico, reduzindo a carga do sistema de climatização e promovendo uma solução sustentável.

A adoção da fachada ventilada também trouxe ganhos expressivos para a obra: a velocidade de execução é maior, a emissão de resíduos é significativamente menor em comparação a sistemas convencionais e há benefícios de segurança e produtividade para os operários, aspectos ainda mais relevantes dada a altura e a escala do Platina 220. O sistema possibilitou iniciar a instalação a partir do 12º andar, enquanto a estrutura ainda estava em execução, otimizando etapas internas e reduzindo o cronograma da obra em até quatro meses.

 

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Personalização e alta complexidade

Para viabilizar a concepção arquitetônica da Königsberger Vannucchi, a Unidade Portobello desenvolveu soluções técnicas de alta complexidade. Foi necessária a adaptação da modulação das janelas, com a criação de 14 matrizes diferentes de perfis de alumínio e cortes especiais em meia esquadria em todas as quinas. “Cada detalhe do projeto foi cuidadosamente testado e validado. Trabalhamos de forma integrada com o escritório e com a VENFAQ para garantir não apenas o desempenho técnico, mas também a estética final da fachada, respeitando o design proposto pelo escritório”, afirma Alessandra Lobo, gerente nacional de Engenharia da Unidade Portobello, do Portobello Grupo.

Ao apresentar o protótipo da fachada ventilada na Bienal, a Königsberger Vannucchi reforça a relevância do Platina 220 como um dos ícones desse sistema construtivo no Brasil, combinando inovação, sustentabilidade e impacto urbano. A presença do protótipo também valoriza a atuação conjunta de parceiros estratégicos, como a VENFAQ e o Portobello Grupo, por meio da Unidade Portobello, fundamentais para viabilizar soluções de alto desempenho que unem técnica, estética e eficiência.

A Königsberger Vannucchi vem, há 52 anos, desenvolvendo projetos de arquitetura e planejamento a partir de uma abordagem colaborativa, propositiva e culturalmente responsável. Ao longo de cinco décadas, o escritório responde aos desafios do nosso tempo, identificando transformações e se reinventando a cada novo ciclo. “Para nós, projetar é um ato coletivo. Assim, a partir de uma equipe de profissionais diversa, talentosa e experiente, desenvolvemos espaços que buscam responder hoje às necessidades do amanhã. Investimos constantemente em inovação e a unimos ao nosso compromisso com a excelência técnica, para alcançar o nosso propósito de entregar ativos de alto valor econômico e cultural”, comentam.

 

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Fotos: Pedro Vannucchi / Divulgação Königsberger Vannucchi

Construções sustentáveis ganham protagonismo no Brasil diante debates da COP 30

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Às vésperas da COP 30, projetos demonstram como a sustentabilidade deixou de ser diferencial e se tornou essência da arquitetura brasileira contemporânea

 

Com a aproximação da COP 30, o Brasil reafirma seu papel de destaque na agenda ambiental e evidencia avanços na construção sustentável — um setor estratégico para a redução de emissões e o uso responsável dos recursos naturais. Prevista para ocorrer agora em 2025, em Belém (PA), a COP 30 marca um momento crucial para o país na consolidação de uma agenda sustentável integrada entre meio ambiente, urbanismo e construção civil. O evento, que reunirá líderes globais em torno das metas de descarbonização e adaptação climática, impulsiona o debate sobre cidades resilientes, inovação tecnológica e uso consciente dos recursos naturais.

Nesse contexto, o Brasil assume papel estratégico ao alinhar políticas públicas, práticas construtivas e investimentos em infraestrutura verde — reforçando o compromisso com um futuro mais equilibrado e de baixo impacto ambiental. Quatro projetos recentes ilustram essa mudança de paradigma, confira!

 

Salma Tower

Na Avenida Faria Lima, em São Paulo, o edifício Salma Tower, assinado pelo escritório aflalo/gasperini arquitetos, combina bosques verticais em espiral, reuso de água e fachada de alto desempenho térmico. O edifício corporativo recebeu a certificação LEED Platinum, com 83 pontos. O edifício figura como o terceiro projeto com maior pontuação do Brasil e o primeiro da cidade de São Paulo a atingir essa marca. Apenas 8% dos projetos avaliados no mundo alcançam essa pontuação.

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Imagem: Pedro Mascaro.

 

Ibira Work

Ainda na capital paulista, o Ibira Work, edificação que leva assinatura do escritório FGMF, propõe uma nova forma de vivenciar o ambiente corporativo, mais integrada à natureza e às dinâmicas contemporâneas de trabalho. Localizado próximo ao Parque Ibirapuera, o edifício se destaca pelo desenho fluido e aberto, em que varandas generosas, ventilação cruzada e a presença constante da vegetação promovem bem-estar e eficiência energética.

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Imagem: Fran Parente.

 

Casa Arbo

Também em São Paulo, o residencial Casa Arbo, da Meta Incorporadora, com projeto da Perkins&Will, adota um sistema de energia solar para aquecimento de água, com redução estimada de 40% no consumo de gás.

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Imagem: Divulgação/Meta Incorporadora

 

Portobello Shop Jardim Social

Localizada em Curitiba, a Portobello Shop Jardim Social se tornou a primeira edificação do mundo a conquistar o selo LEED O+M v5 Platinum, atestando eficiência energética e excelência operacional. O projeto adota painéis solares, reúso de água, materiais certificados e infraestrutura para bicicletas e carros elétricos, servindo de modelo para toda a rede de varejo do Porobello Grupo.

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Imagem: Guto Campos.

 

BONNI estreia em galeria de design em Londres

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Erik Bonissato expõe suas peças autorais à JIG Studio, espaço permanente dedicado aos profissionais brasileiros

 

BONNI, marca brasileira de design autoral comandada por Erik Bonissato, foi selecionada para integrar a estreia da JIG Studio, nova galeria de design sediada no Soho, em Londres. Com abertura oficial em 16 de outubro, durante a Frieze Art Fair, o espaço permanente nasce como uma plataforma cultural, galeria de design e destino de varejo, com o propósito de valorizar a produção brasileira no cenário internacional. A estreia reúne mais de 35 obras exclusivas — incluindo têxteis, marcenaria, mobiliário e técnicas experimentais mistas — distribuídas em dois andares expositivos, que serão atualizados sazonalmente com novas edições e mostras curadas.

Entre os destaques da BONNI na mostra estão o aparador Esfera, a cadeira Curva e o banco Simetria, que exemplificam o olhar preciso e escultural de Bonissato. As criações combinam equilíbrio técnico e força poética, reafirmando o traço único do designer, eleito Talento do Ano pela SP-Arte e integrante da lista Forbes Under 30 de 2022.

 

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Fundado por Grace Nemeth e Richard Penman, o JIG Studio foi criado para ampliar a visibilidade de talentos brasileiros ainda pouco representados no mercado europeu. A proposta é apresentar peças com curadoria, que expressem identidade, memória e profundidade cultural, defendendo valores como sustentabilidade e o design com alma. “O Brasil é um celeiro de talentos do design. Criamos o JIG Studio para fornecer uma plataforma em que esse talento possa florescer ainda mais”, afirma Grace.

Além da BONNI, a seleção inaugural reúne nomes como Gustavo Bittencourt, Ronald Sasson, Ovo, Origin, Alex Rocca e Humberto da Mata, entre outros.

 

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Imagens: Cacá Bratke

Ruído Sob Controle

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Projetos acústicos ganham protagonismo em restaurantes ao equilibrar som, conforto e estética, elevando a experiência gastronômica

 

Em projetos arquitetônicos contemporâneos, o conforto acústico tem ganhado cada vez mais espaço como um dos pilares do bem-estar e da experiência do usuário. Assim como a iluminação, o layout e a temperatura, o som — ou sua ausência — interfere diretamente na forma como as pessoas percebem e vivenciam um ambiente. Em espaços coletivos, como escritórios, escolas e, especialmente, restaurantes, o controle do ruído é fundamental para garantir conforto, funcionalidade e qualidade na permanência.

Nos restaurantes, o desafio é ainda mais delicado. São espaços onde a socialização e o prazer sensorial se encontram, e o som precisa estar em harmonia com a proposta do lugar.  Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o nível sonoro ideal para ambientes internos voltados à convivência e à alimentação deve ficar abaixo de 55 decibéis (dB). Acima desse valor, o ruído começa a gerar desconforto, dificultando a comunicação e provocando estresse. No entanto, pesquisas apontam que muitos restaurantes urbanos operam rotineiramente em níveis entre 70 e 80 dB, comparáveis ao barulho constante de um aspirador de pó.

O tratamento acústico surge, portanto, como um aliado essencial na arquitetura contemporânea. Ele vai além do simples isolamento de ruídos externos: envolve a absorção, difusão e controle do som dentro do espaço. O objetivo é equilibrar a reverberação — o tempo que o som leva para se dissipar —, tornando o ambiente mais agradável e promovendo uma comunicação clara, sem esforço auditivo.

 

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Neste restaurante contemporâneo, os baffles acústicos da linha Form, da Trisoft, criam um efeito visual impactante, lembrando estalactites flutuando no teto. Além do apelo estético, os elementos cumprem seu papel técnico com excelência, absorvendo sons e controlando a reverberação. Divulgação Trisoft.

 

Aliando design, desempenho e sustentabilidade em soluções personalizadas, a Trisoft, referência em soluções acústicas e termoacústicas sustentáveis, tem sido parceira essencial do setor nessa jornada. Seus produtos são feitos com lã de PET reciclada, um material 100% reciclável, livre de aditivos químicos, hipoalergênico e atóxico. Uma escolha consciente para projetos que valorizam não apenas o hoje, mas também o futuro. Se acordo com a marca, o segredo está no equilíbrio entre absorção e difusão, controlando a energia sonora sem eliminar a vitalidade do ambiente.

 

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No Restaurante Nagui, o destaque vai para a composição de escamas acústicas da linha Revest Form e o Tech Felt colado no teto, que além de decorarem a parede com elegância, controlam a propagação do som na área de convivência. O resultado é um espaço aconchegante, sofisticado e funcional. Divulgação Trisoft.

 

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Neste projeto, a solução veio em forma de arte. Os quadros decorativos que revestem a parede do Restaurante Santiago são feitos com o Revest Decor Trisoft, unindo design autoral com absorção sonora eficiente. Um exemplo elegante de como a acústica pode se integrar à identidade visual do espaço. Divulgação Trisoft.

 

Além do conforto auditivo, o tratamento acústico em restaurantes também reflete em saúde e bem-estar. Estudos da Associação Brasileira para a Qualidade Acústica (ProAcústica) e do Centro de Estudos do Ruído Urbano (USP) indicam que a exposição prolongada a ruídos acima de 70 dB pode causar aumento da frequência cardíaca, irritabilidade, fadiga e até redução na percepção de sabores e aromas — fatores que comprometem diretamente a experiência gastronômica. Para funcionários, os riscos vão além: trabalhar por horas em ambientes ruidosos pode causar perda auditiva gradual e sobrecarga cognitiva.

Mais do que eliminar ruídos, o tratamento acústico é uma ferramenta de design sensorial que transforma o espaço em uma experiência completa, onde som, luz e textura trabalham juntos para despertar sensações. Em restaurantes, ele é o ingrediente invisível que permite saborear cada momento com tranquilidade.

 

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Em um bar conhecido pelo agito e pelos bons drinks, o desafio era garantir que a conversa fluísse sem ruídos excessivos. A solução? Nuvens acústicas coladas ao teto, que absorvem o excesso de som e mantêm a energia do ambiente sob controle — sem interferir no visual moderno do projeto. Divulgação Trisoft.

 

 

 

 

 

 

 

Por redação
Imagens: Divulgação Trisoft.

Por entre as árvores

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Residência reflete as novas dinâmicas de uma moradia contemporânea e a busca por uma vida mais integrada à natureza

 

Com a proposta de preservar o verde existente e conceber uma residência compacta e eficiente, o escritório Laurent Troost Architectures assina a Casa Pupunha, situada em um condomínio na zona oeste de Manaus, vizinho a uma área de proteção ambiental permanente. O nome faz alusão à palmeira pupunha que domina o centro do lote — preservada ao longo de toda a obra — e às demais exemplares plantados ao redor, elementos que se tornaram parte essencial do conceito arquitetônico e paisagístico, este assinado por Hana Eto Gall.

 

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Atendendo ao desejo dos proprietários de manter a vegetação original e otimizar os espaços, o projeto foi implantado em dois terrenos de 250 m² cada. A solução estrutural partiu da criação de uma “casa-ponte”, apoiada sobre dois blocos laterais de concreto armado, que concentram as áreas molhadas e técnicas da residência. Essa estratégia possibilitou liberar completamente o espaço central do térreo, resultando em um vão livre generoso, marcado pela integração com o entorno e pela ventilação cruzada permanente

 

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O pavimento térreo concentra as áreas sociais, de serviço e lazer, abertas para o jardim frontal e para a área verde dos fundos, aproveitando ao máximo os visuais do entorno. A cobertura adota um telhado de duas águas, cuja forma favorece a criação de um colchão de ar natural, contribuindo para o desempenho térmico da residência. Seguindo a premissa de baixo impacto ambiental, a obra dispensou qualquer tipo de terraplenagem, preservando o relevo original do terreno.

Na fachada lateral, uma parede flutuante de tijolos cerâmicos artesanais funciona como brise, protegendo o corredor dos quartos, a biblioteca, o banheiro e a suíte master da insolação da tarde e permitindo a entrada de luz filtrada e ventilação constante.

 

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A proposta foi transformar o jardim em protagonista, diminuindo os limites entre vegetação natural e arquitetura.  Ao centro, a palmeira pupunha atravessa a construção e se integra ao paisagismo, complementado por espécies frutíferas e trepadeiras que suavizam a arquitetura e ampliam o vínculo com a natureza. Na área frontal, um espelho d’água atua como elemento de transição entre o espaço público e o privado, convidando o olhar e reforçando a atmosfera de serenidade que permeia toda a casa.

Com irrigação automatizada e implantação que respeita o terreno e o ecossistema, a Casa Pupunha reforça a ideia de uma casa que flutua sobre o verde. Isso também se traduz na escolha das espécies, que priorizou plantas nativas e adaptadas ao clima amazônico, como Calatheas, Alocasias, Heliconias, bananeiras e palmeiras.

 

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Por Redação
Imagens: Joana França