Coprocessamento transforma resíduos em energia e reduz emissões de CO₂ na produção de cimento

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Lixo do bem: Tecnologia usada pela InterCement Brasil substitui o uso de combustíveis fósseis e evita a emissão de aproximadamente 155 mil ton. de CO₂ ao ano

 

Para unir crescimento, competitividade e sustentabilidade, a indústria do cimento tem investido em soluções inovadoras. Uma delas é o coprocessamento, tecnologia que substitui combustíveis fósseis tradicionais e matérias-primas não renováveis, como carvão mineral e coque de petróleo, por resíduos industriais, urbanos, biomassas e pneus sem utilidade, usando-os tanto na geração de energia quanto como insumo na produção.

Atualmente, as fábricas da InterCement Brasil coprocessam cerca de 1.000 toneladas de resíduos por dia, evitando a emissão de aproximadamente 155 mil toneladas de CO₂ ao ano. Em uma comparação prática, essa quantidade equivale à retirada de 17 mil automóveis poluentes das ruas. Pioneira nessa prática desde os anos 1990, a empresa fez do coprocessamento um dos pilares estratégicos de sua operação.

Segundo Cristiano Ferreira, gerente de Coprocessamento da companhia, outro destaque está na matriz energética. “Hoje, a média Brasil de energia térmica usada nos nossos fornos e que vêm de biomassas, consideradas carbono neutro, é de 27%. E, em algumas unidades da InterCement Brasil, esse índice supera os 40%”, ressalta. O resultado dessa inovação é uma produção mais sustentável e alinhada aos princípios da economia circular.

Para o coprocessamento, as fábricas usam diferentes tipos de resíduos, conforme a região. Em Cezarina (GO), Campo Formoso (BA), Candiota (RS) e Ijaci (MG), por exemplo, são usadas as biomassas (restos de resíduos orgânicos, como casca do arroz) e o CDR, um combustível derivado de materiais que não servem para a biodigestão – processo que transforma resíduos orgânicos em energia renovável. Fazem parte deste grupo os resíduos plásticos, papel, têxteis, madeira, minerais e embalagens compostas.

Já os pneus usados e sem aproveitamento são utilizados em quase todas as unidades, com destaque para Cajati (SP), Ijaci (MG), São Miguel dos Campos (AL) e Campo Formoso (BA).  “Um único forno, com capacidade de produção diária de mil toneladas de clínquer (mistura de calcário e argila, que é a base do cimento), pode consumir até cinco mil pneus por dia, o que significa a redução das emissões de gases, entre eles os do efeito estufa, em cerca de 35%”, destaca Cristiano Ferreira.

 

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Biomassa de casca de arroz. Foto: Divulgação.

 

Impacto social

Além dos benefícios ambientais e de economia, o coprocessamento gera impacto positivo nas comunidades próximas, promovendo incremento de renda, fortalecendo vínculos, fomentando o desenvolvimento local e ampliando o alcance da sustentabilidade. Projetos sociais associados ao uso de biomassas, por exemplo, têm conectado cooperativas, produtores e extrativistas de frutos nativos de cada região, que passam a fornecer resíduos orgânicos para uso nos fornos de cimento como fonte de energia térmica.

O coprocessamento também evita o descarte inadequado de resíduos em ruas, rios e lixões. Ainda de acordo com o gerente de Coprocessamento da InterCement Brasil, Cristiano Ferreira, mais do que uma alternativa tecnológica, a prática já faz parte da cultura da empresa e aponta para o futuro do setor cimenteiro. “Ao transformar resíduos em energia e reduzir significativamente as emissões, reforçamos nosso compromisso com a descarbonização e com um modelo de produção mais eficiente e sustentável”, conclui.

Com mais de cinco décadas de história, a empresa conta hoje com 14 unidades industriais, 10 delas ativas na produção de cimento, que distribuem para todas as regiões do Brasil. Por meio das marcas Cauê, Goiás e Zebu, atende clientes de diversos segmentos, do pequeno varejo a grandes obras.

 

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Chips de pneus. Foto: Divulgação.

 

O pós-COP 30 e o Novo Tributo da Sustentabilidade Corporativa

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Segundo Igor Fernandez de Moraes, a sustentabilidade deixa de ser agenda reputacional e se consolida como obrigação econômica, capaz de penalizar ineficiências e premiar modelos verdadeiramente alinhados à transição climática

 

Por Igor Fernandez de Moraes*

Agora em 2026, o Brasil iniciará uma das mais profundas transições tributárias de sua história. A Reforma Tributária, instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e complementada por leis e normas regulamentadoras em andamento, inaugurará uma nova lógica de tributação sobre o consumo. Dentro dela, desponta um novo tributo de caráter marcadamente extrafiscal: o Imposto Seletivo (IS).

No cenário pós-COP 30, em que compromissos climáticos passam a exigir maior transparência e métricas robustas de mitigação por parte dos países, o novo tributo da sustentabilidade previsto na Reforma Tributária brasileira surge como um instrumento que pode alinhar — ou tensionar — as práticas empresariais. Enquanto a conferência reforça a urgência de modelos produtivos de baixo carbono, o novo imposto tende a pressionar empresas a reverem processos, rastreabilidade e impactos socioambientais.

A convergência entre esses dois eixos aponta para um ambiente regulatório (inclusive a autorregulação imposta pelas exigências do mercado consumidor) em que sustentabilidade deixa de ser agenda reputacional e se consolida como obrigação econômica, capaz de penalizar ineficiências e premiar modelos verdadeiramente alinhados à transição climática.

Diferentemente dos tributos clássicos, o IS não tem apenas finalidade arrecadatória. Seu principal propósito é regular condutas econômicas e sociais, desestimulando o consumo e a produção de bens e serviços enquadrados como causadores de externalidades negativas, como degradação ambiental, danos à saúde ou impactos sociais relevantes.

Bebidas alcoólicas, tabaco, mineração, combustíveis fósseis, veículos automotores e serviços de apostas e jogos são exemplos de setores diretamente afetados.

Contudo, o alcance do Imposto Seletivo vai muito além da penalização. Ele cria incentivos econômicos para a adoção de práticas empresariais mais limpas e sustentáveis, conectando a política fiscal brasileira à lógica global de ESG (Environmental, Social and Governance) ou, no português, ASG (Ambiental, Social e Governança).

Em sua essência, o IS materializa uma mudança de paradigma: quem mais polui ou gera danos sociais deve contribuir mais para o custeio coletivo. Assim, o tributo reforça princípios constitucionais de justiça fiscal e ambiental – fundamentados nos artigos 3º, 170 e 225 da Constituição Federal.

Essa é uma realidade – não “apenas” uma tendência – global. Países como Canadá, Suécia e Alemanha, assim como a maioria dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) já utilizam tributos seletivos e mecanismos de precificação de carbono como ferramentas de regulação ou de política pública voltadas à transição verde e que impactam diretamente hábitos econômicos e mercadológicos, bem como práticas produtivas. O Brasil, ao adotar o IS, passa a alinhar sua tributação à pauta climática e à economia de baixo carbono.

Para o empresariado, essa transformação fiscal representa risco e oportunidade.
Empresas que continuarem operando sob o modelo tradicional – sem reavaliar portfólio, cadeia produtiva e práticas ambientalmente mais conscientes – estarão expostas a custos tributários crescentes. Por outro lado, aquelas que investirem em inovação limpa, governança e compliance ambiental poderão reduzir riscos fiscais e, ao mesmo tempo, ganhar competitividade, reputação e valor de mercado.

A estratégia deve envolver, minimamente, um mapeamento dos impactos diretos e indiretos do IS sobre insumos, transporte, produção e distribuição; uma revisão contratual e societária para adaptar-se às novas exigências fiscais e ambientais; além de integração entre as áreas tributária, financeira e de sustentabilidade e um firme diálogo com stakeholders (investidores, clientes e órgãos reguladores) sobre compromissos ESG reais e verificáveis.

Sendo bem implementado, o Imposto Seletivo será mais que um tributo.
Ele representará um instrumento moderno de política econômica, capaz de induzir o crescimento sustentável e alinhar o Brasil às tendências internacionais de finanças verdes, créditos de carbono e consumo consciente.

Em vez de apenas reagir às mudanças, as lideranças empresariais têm diante de si a chance de antecipá-las e transformá-las em vantagem competitiva. No novo cenário tributário brasileiro, sustentabilidade e estratégia empresarial tem que falar a mesma língua.

 

 

 

* Igor Fernandez de Moraes é advogado no escritório Silva Nunes Advogados, pós-graduado em Direito Ambiental e Gestão Estratégica da Sustentabilidade.

ABIMAD’41 inaugura o calendário de 2026

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De 27 a 30 de janeiro, em São Paulo, a ABIMAD abre o ano do setor com mais de 135 expositores e parceiros, espaços assinados, curadoria de destaque e foco em negócios, tendências e design autoral

 

De 27 a 30 de janeiro de 2026, o São Paulo Expo recebe a 41ª edição da ABIMAD, principal feira de móveis e acessórios de alta decoração da América Latina. Reconhecida por marcar o início do ano para o setor, a ABIMAD’41 reúne mais de 135 expositores e parceiros, apresentando lançamentos e movimentos que irão pautar o mercado ao longo dos próximos meses.

Abrir o calendário da alta decoração no Brasil é uma responsabilidade e, ao mesmo tempo, um grande diferencial da ABIMAD. A cada edição de janeiro, reunimos o mercado para apresentar lançamentos, apontar tendências e impulsionar negócios que reverberam ao longo de todo o ano. A ABIMAD é o ponto de partida do setor, um espaço onde o design brasileiro se fortalece, gera conexões e projeta suas marcas para o mercado nacional e internacional” – Paulo Mourão, presidente da ABIMAD.

Mais do que um encontro comercial, a ABIMAD consolida-se como uma plataforma estratégica de negócios, conteúdo e relacionamento, conectando fabricantes, lojistas, arquitetos, designers e formadores de opinião em um ambiente que valoriza o design autoral, a inovação e a excelência da indústria brasileira.

 

Sala VIP assinada por Gabriel Rosa propõe experiência sensorial no coração da feira

Pelo segundo ano consecutivo, a Sala VIP da ABIMAD leva a assinatura do arquiteto Gabriel Rosa, um dos nomes mais promissores da arquitetura contemporânea brasileira. Jovem, premiado e reconhecido por sua abordagem sensível e conceitual, Gabriel retorna à feira com um projeto que transcende o funcional e convida o visitante a uma experiência sensorial e poética.

O espaço foi concebido como um verdadeiro refúgio dentro da feira, onde texturas, formas, iluminação e materiais dialogam de maneira harmônica para estimular pausas, encontros e conexões. Dividida entre áreas de estar, bar, refeições e espaços reservados para reuniões, a Sala VIP foi pensada para promover bem-estar e networking em meio à intensa agenda de negócios da ABIMAD.

Já a Sala de Imprensa Casa e Jardim foi projetada para acolher jornalistas, criadores de conteúdo e formadores de opinião, fortalecendo o relacionamento da feira com a mídia e ampliando a visibilidade dos lançamentos apresentados.

 

 

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Negócios, internacionalização e design brasileiro em evidência

A ABIMAD’41 também reforça seu compromisso com a internacionalização por meio do ABIMAD Export, iniciativa com mais de 20 anos que promove rodadas de negócios e ações voltadas a compradores estrangeiros, ampliando a presença das marcas nacionais no mercado global.

Com uma programação que reúne lançamentos exclusivos, ambientes autorais, projetos especiais e uma curadoria alinhada às principais tendências do morar contemporâneo, a edição promete uma experiência completa para os profissionais do setor.

Ao inaugurar a agenda anual da alta decoração, a ABIMAD reafirma seu papel como vitrine do melhor do mobiliário brasileiro, espaço de diálogo entre mercado e criatividade e ponto de encontro obrigatório para quem movimenta o setor no Brasil e no exterior.

 

Serviço

Feira ABIMAD – Feira Brasileira de Móveis e Acessórios de Alta Decoração
Data: 27 a 30 de janeiro de 2026
Horário: terça-feira a quinta-feira, das 10h às 19h; sexta-feira, das 10h às 17h
Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda, São Paulo – SP
Credenciamento: Credenciamento online aberto
Mais informações: www.abimad.com.br

 

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Divulgação Abimad
Imagens: Cleber de Paula

Crea-SP lança a websérie “Engenharia tá em tudo”

Projeto audiovisual de quatro episódios explica em linguagem didática como a área tecnológica na construção civil está presente na vida de todos Easy Resize com

Projeto audiovisual de quatro episódios explica em linguagem didática como a área tecnológica
está presente na vida de todos

 

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) anuncia o lançamento da websérie: “Engenharia tá em tudo”, uma produção inovadora criada para reposicionar a Engenharia e a Agronomia no imaginário dos jovens e mostrar a sua influência em aspectos surpreendentes do dia a dia. Com estreia em 12 de janeiro, a série terá quatro episódios publicados no YouTube, e conteúdos especiais para o TikTok e o Instagram, nos perfis oficiais do Crea-SP.

Os episódios terão respostas elaboradas em linguagem jovem, ritmo ágil e abordagem prática e instrutiva, seguindo modelo de educação digital de clássicos como: “O Mundo de Beakman”, sucesso global dos anos 90 – e o brasileiríssimo “Manual do Mundo”, um dos hits da Ciência em formato BR, desta era de redes sociais e hiper conectividade.

Em 2026, pela primeira vez as engenharias ocupam cinco das dez posições das áreas mais procuradas no Brasil, segundo a pesquisa exclusiva do Linkedin BR. Confira aqui o primeiro episódio disponível no YouTube.

“Ainda existe uma visão estereotipada da Engenharia como uma carreira muito conservadora e restrita às grandes obras. Queremos mostrar que a nossa ciência está em tudo: nos games, na moda, na música, na tecnologia, na agroindústria e na sustentabilidade. A engenharia é uma disciplina humana criativa e essencial para o futuro que estamos construindo” – Lígia Mackey, presidente do Crea-SP.

A iniciativa reforça a missão do Conselho com a atração de novos talentos para as carreiras tecnológicas, em linha com sua missão institucional de valorizar e fiscalizar o exercício profissional. O projeto “Engenharia tá em tudo” parte de perguntas cotidianas, onde suas respostas são reveladas por meio da ciência e da inovação que existe por trás de objetos e serviços comuns.

As Engenharias abordadas mostram a conexão da área em diferentes campos da economia, da sociedade e da cultura. Confira os temas que irão ao ar semanalmente a partir de 12 de janeiro:

Engenharia Civil
Sua importância para rodovias, mobilidade,
segurança viária e infraestrutura.

Engenharia de Alimentos
Seu papel na qualidade, segurança e inovação
nos alimentos consumidos diariamente.

Engenharia Agronômica
Sua presença na tecnologia e sustentabilidade
que impulsionam o agro.

Engenharia Aeronáutica
Seu lugar fundamental na indústria de aviação e na criação de soluções
que serão incorporadas em diferentes indústrias.

Vale relembrar: no Brasil, para formar um pequeno quórum de 15 engenheiros, após quatro anos de estudos, antes, é necessário administrar uma sala de aula com ao menos 100 estudantes, os números mostram como é rigoroso o funil de formação de novos profissionais. E o Crea-SP está trabalhando para ajudar o país a superar o déficit de talentos no mercado, em diversos campos da área.

 

Crea-SP disponibiliza Atestado de Capacidade Técnica para maior segurança jurídica

Crie uma imagem que ilustre a frase Crea SP disponibiliza Atestado de Capacidade Técnica para maior segurança jurídica Sugestão alguem sentado no computador emitindo atestado Easy Resize com

Nova funcionalidade moderniza o processo de documentação emitida por profissionais, garantindo autenticidade e rastreabilidade das informações

 

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) avança mais uma etapa na modernização de seus serviços digitais com o lançamento do Atestado de Capacidade Técnica digital, agora disponível diretamente na plataforma do CreaNet. A novidade amplia a lista de soluções oferecidas e representa um ganho significativo em praticidade, segurança e transparência para os mais de 380 mil profissionais registrados na autarquia.
Com o novo serviço, o profissional pode emitir o atestado de forma totalmente digital, a partir da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) registrada e do contrato firmado, enviando o documento diretamente ao contratante para análise. Caso esteja de acordo, o contratante realiza a assinatura eletrônica dentro da própria plataforma, garantindo autenticidade ao processo. Após a assinatura, o atestado permanece disponível no sistema, permitindo que o profissional solicite posteriormente a Certidão de Acervo Técnico (CAT) de forma mais ágil. Para a presidente do Crea-SP, engenheira Lígia Mackey, a funcionalidade reforça o compromisso do Conselho com a valorização profissional e a eficiência dos serviços.

 “O Atestado de Capacidade Técnica digital facilita a vida do profissional ao eliminar etapas burocráticas e trazer mais segurança a todo o processo. É uma solução que oferece confiabilidade, agilidade e respaldo técnico, alinhada às demandas atuais do mercado” – Lígia Mackey, presidente do Crea-SP.

Além de modernizar a emissão da CAT, o novo produto fortalece a integração entre informações técnicas, contratos e ARTs, promovendo mais transparência na relação entre profissionais e contratantes. Todo o fluxo acontece em um ambiente único e seguro, reduzindo riscos e otimizando o tempo de quem utiliza o serviço. Entre os principais ganhos, constam: processo 100% digital; segurança jurídica, com autenticidade e rastreabilidade do documento; centralização das informações, facilitando a gestão do acervo técnico; redução de erros e retrabalho, com integração aos dados já cadastrados; agilidade na emissão da Certidão de Acervo Técnico (CAT); e maior competitividade profissional.

A disponibilização do ACT digital no CreaNet faz parte de um conjunto de iniciativas voltadas à transformação digital do Crea-SP, que busca simplificar processos, ampliar o acesso aos serviços e tornar a experiência do usuário cada vez mais eficiente e confiável

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Reprodução Crea-SP
Imagem:

ViaFoto ganha espaço voltado para o olhar fotográfico

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O projeto assinado por Superlimão cria um circuito fluido e preciso, pensado para colocar a fotografia no centro da experiência

 

O ViaFoto, novo centro cultural dedicado à fotografia em São Paulo, surge com a missão de aprofundar a relação da cidade com a imagem. Concebido a partir de uma arquitetura que orienta e provoca o olhar, o espaço aposta na fotografia como ferramenta capaz de transformar percepções e ampliar leituras sobre o mundo. O instituto se apresenta como um ambiente de encontro e diálogo, voltado ao estímulo do pensamento crítico e à reflexão sobre a cultura visual contemporânea.

O Superlimão foi convidado para desenvolver o projeto arquitetônico e a expografia da mostra inaugural, com o desafio de criar uma espacialidade que desse protagonismo à fotografia e amplificasse a curadoria sem competir com ela.

 

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A solução parte da lógica do percurso. Em vez de salas tradicionais, o visitante caminha por um trajeto contínuo formado por volumes brancos, frestas e painéis que organizam camadas visuais e temporalidades. Cada transição orienta o olhar e conduz a leitura das obras.

A narrativa curatorial, que aborda ancestralidade, urbanidade, diversidade e cultura, ganha densidade ao atravessar esse espaço. A arquitetura se torna ferramenta de interpretação, estruturando a experiência sem disputar atenção.

 

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O antigo galpão do Largo da Batata foi reconfigurado como um circuito que permite que cada obra respire, evitando sobreposições visuais e criando ritmos de luz, profundidade e movimento.

Localizado no LAPI, projeto urbano também assinado pelo Superlimão que vem revitalizando o Largo da Batata, o ViaFoto se integra à proposta de tornar o entorno mais aberto, criativo e acessível.

Criado em colaboração com fotógrafos, curadores e educadores, o Instituto nasce para valorizar a fotografia como arte, linguagem e instrumento de transformação social. Como espaço expositivo, promove mostras que vão do fotojornalismo à arte contemporânea; e, como Centro de Conhecimento, oferece cursos, oficinas e experiências que estimulam aprendizado, criatividade e troca.

 

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Imagens: Maira Acayaba

Com 11,4 gigawatts adicionados em 2025, setor de energia solar projeta expansão com abertura do mercado de baterias em 2026

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Mercado vive expectativa de inovação tecnológica e novos investimentos com realização do primeiro Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) e da SNEC PV & ES LATAM, edição brasileira do maior evento de energia solar do mundo

 

Após adicionar 11,4 gigawatts em 2025, o setor de energia solar brasileiro projeta nova expansão em 2026 com a abertura do mercado de baterias. O País vive expectativa da realização do primeiro leilão de baterias e a introdução de novas soluções de armazenamento de energia, muitas delas apresentadas durante a SNEC PV & ES LATAM, edição latino-americana do maior evento da indústria de energia solar do mundo, que acontece em março do próximo ano, na cidade de São Paulo.

Depois da recente aprovação da regulamentação do armazenamento de energia por baterias, por meio da Lei 15.269/2025, está previsto para abril o Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP), o primeiro certame do país dedicado exclusivamente à contratação de potência por baterias. Esses sistemas de armazenamento poderão garantir a disponibilidade da energia produzida por usinas solares e eólicas em momentos em que não há produção, destravando investimentos e trazendo flexibilidade ao sistema elétrico.

O uso de baterias em conjunto com a geração solar não se restringirá apenas às grandes usinas centralizadas. Com os equipamentos tornando-se cada vez mais acessíveis, o Brasil deverá testemunhar o crescimento dessas aplicações em instalações residenciais e comerciais, trazendo economia e autonomia para os consumidores, algo que já é uma realidade em outros países.

Muitas novidades nesse segmento serão apresentadas ao público brasileiro durante a SNEC PV & ES LATAM, que acontece em São Paulo (SP) entre 24 e 26 de março. Os participantes terão a oportunidade de conhecer tendências para toda a cadeia produtiva do setor solar fotovoltaico, incluindo soluções para mobilidade elétrica e armazenamento de energia.

 

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Também será possível acompanhar debates qualificados, conduzidos por especialistas renomados, em um congresso técnico com conteúdo de alto nível. Com organização da NürnbergMesse Brasil, uma das maiores promotoras de eventos do país, e da Oakstream, que atua na comercialização e serviços de energia renovável, a SNEC PV & ES LATAM deve receber pelo menos 10 mil pessoas nos três dias de evento.

A feira de negócios contará com cerca de 100 expositores, incluindo os principais fabricantes de equipamentos fotovoltaicos, como painéis solares e inversores, e desenvolvedores de projetos de geração centralizada e distribuída, além de empresas com atuação nos mercados de armazenamento de energia com baterias, mobilidade elétrica, smarts grids e infraestrutura.

A SNEC de Xangai, na China, é realizada desde 2007 e tornou-se o maior evento de energia solar do mundo. A edição de 2025 aconteceu entre 11 e 13 junho e contou com cerca de 3,5 mil expositores e atraiu de mais de 500 mil visitantes. A SNEC PV & ES LATAM representa a primeira versão da feira e congresso realizada fora da China.

 

Mercado brasileiro em 2025

De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Brasil acrescentou 8,4 GW de sistemas residenciais e comerciais de pequeno e médio porte (geração distribuída) e 3 GW de grandes usinas (geração centralizada) ao longo de 2025. O desempenho representou investimentos de cerca de R$ 40 bilhões e geração de quase 400 mil empregos. Como o avanço, o país encerra o ano com 65 GW de potência operacional acumulada na fonte fotovoltaica.

Esses números mantém o Brasil como um dos principais mercados de energia solar do mundo. Nos últimos anos, o país tem se posicionado junto com a China, Estados Unidos e Índia como os líderes globais de instalação de usinas fotovoltaicas. É justamente esse cenário que credenciou o país a receber a primeira edição da SNEC realizada fora da China.

Inscrições abertas: https://credenciamento.sneclatambr.com.br/

 

Serviço

SNEC PV & ES LATAM
Data: 24 a 26 de março de 2026
Local: Distrito Anhembi, São Paulo (SP)
Informações: https://sneclatambr.com.br/

Planos abertos

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A ampla residência contou com estrutura metálica, o que permitiu lajes mais finas, delgadas, conferindo maior leveza às lajes horizontais

 

Com cerca de 1.400 m², esta ampla residência, assinada pelo escritório de Fernanda Marques e implantada em um condomínio em São José dos Campos, se abre quase integralmente para a área externa, destacando-se pela leveza e pela linearidade de sua arquitetura. Essencial para essa percepção, a opção por lajes mais delgadas, que cobrem grandes vãos, vai além de uma simples decisão formal: integra um programa sustentável abrangente que orientou todas as etapas do projeto, buscando racionalizar ao máximo o uso de materiais e reduzir o impacto ambiental da construção.

 

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A adoção de estrutura metálica viabilizou lajes de menor espessura, resultando em maior leveza visual das lajes horizontais e permitindo o emprego de materiais nobres no projeto. A integração dos espaços interiores com as áreas externas é também elemento marcante do projeto arquitetônico.

 

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A casa abra-se ao jardim e o percurso de entrada se faz através dele. Os espaços de convívio social, pensados para receber amigos e familiares, encontram-se no pavimento térreo, assim como o terraço, integrado à área externa: brinquedoteca, área de ginástica, home theater, living.

 

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Na área íntima, a suíte master se volta para uma área de preservação, enquanto os demais dormitórios têm vista para a piscina. A presença da natureza é constante ao longo do projeto, seja por meio de rasgos na estrutura que permitem a integração do jardim, seja pelas aberturas que enquadram a paisagem.

 

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Imagens: Fernando Guerra