Roberta Banqueri lança coleção afetiva com peças autorais

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Com mobiliários cuja referências estão no traço e na emoção com profundidade cultural, coleção se destaca por sua expressividade

 

Italo-Tropical é o reencontro entre dois mundos que habitam a trajetória de Roberta Banqueri: a precisão e elegância do design italiano e a liberdade criativa e sensorialidade brasileira. Não há fórmulas, não há tendências: cada peça nasce da síntese entre passado e presente, tradição e ousadia, elegância e afeto. As formas são curvas, generosas e fluídas, feitas para abraçar o corpo e provocar sensações juntando a estética emocional com o design que não se limita à função, mas que se torna experiência.

A coleção explora madeira maciça, linho, couro natural, metais e pedra em acabamentos que vão do rústico ao aprimorado. A paleta cromática transita entre o branco atemporal e os tons vibrantes de azul, amarelo e roxo — um equilíbrio entre calma e intensidade. Nos modelos Moda e Ruota, tecidos soltos e teatrais evocam o espírito do design italiano dos anos 70 e dialogam com a liberdade dos volumes da moda da época. Uma homenagem ao mestre brasileiro Percival Lafer, que inspira a designer em sua busca por ousadia e generosidade formal.

 

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Uma coleção coesa, porém diversa, composta por cerca de 20 peças entre sofás, poltronas, mesas, bancos, aparadores e buffets que são verdadeiros manifestos. Há, ainda, uma dimensão lúdica presente em todo o conjunto: pequenos detalhes, soluções criativas e combinações inesperadas que instigam o olhar e mudam a percepção tradicional de quem admira. Em suas criações, Roberta explora a cultura e os materiais brasileiros que evocam memórias e gestos intuitivos de uso, aliando referências contemporâneas, expressa em formas acolhedoras, aproximando o objeto da intimidade do cotidiano.

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A coleção Italo-Tropical reafirma a força criativa de Roberta Banqueri ao unir originalidade, participação, afetividade e identidade ítalo-brasileira em um mesmo gesto de design. Algumas peças partem da reinterpretação de modelos anteriores, enquanto outras nascem da pura experimentação, como o buffet Equilibrista, que transforma o simples em extraordinário. A coleção também propõe um design participativo, no qual o usuário se torna coautor: móveis modulares e adaptáveis permitem múltiplas composições, promovendo uma relação ativa e viva com o espaço. “Acredito em um design que não se esgota na função — mas que acolhe, emociona e atravessa gerações.” — conta Roberta Banqueri.

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Imagens: Divulgação.

Nova legislação sobre terrenos de marinha redefine regras para empreendimentos imobiliários em áreas costeiras

Nova legislação sobre terrenos de marinha redefine regras para empreendimentos imobiliários em áreas costeiras Easy Resize com

Para investidores e incorporadores, compreender essas diferenças e planejar o projeto de acordo com as normas urbanísticas e ambientais é essencial

 

Os terrenos de marinha são faixas costeiras com 33 metros medidos a partir da linha de preamar média de 1831, além de áreas acrescidas (aterros) e terrenos marginais de rios sujeitos às marés. Por serem bens da União, o particular nunca se torna plenamente dono. A relação com esses imóveis ocorre por meio de aforamento, também chamado de enfiteuse, ou por ocupação.

Em setembro de 2025, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) atualizou seu Código de Normas e incluiu a Subseção VI – Terrenos de Marinha (arts. 716 A a 716 L) com regras voltadas a cartórios e registradores. Essas mudanças impactam diretamente o parcelamento do solo urbano e as incorporações imobiliárias em áreas costeiras.

Demarcação e domínio

Um imóvel só é considerado terreno de marinha se houver registro oficial de demarcação feito pela Secretaria de Patrimônio da União (SPU). Esse registro inclui planta e memorial descritivo e precisa constar na matrícula do imóvel. Sem essa averbação, o simples fato de o terreno estar próximo do mar não o torna, automaticamente, um terreno de marinha. Por isso, antes de qualquer negociação, é fundamental verificar se existe demarcação oficial.

Ocupação: uso precário

No regime de ocupação, o particular recebe da União apenas autorização de uso. A lei federal 9.636/1998 define a ocupação como um ato administrativo precário. Afinal, ela exige utilização efetiva do imóvel e não gera direito real, podendo ser revogada a qualquer momento. O Código de Normas reforça que a “inscrição de ocupação” tem efeito meramente publicitário: o ocupante não tem posse ou domínio, não pode praticar atos de disposição sem autorização e qualquer transmissão exige Certidão de Autorização para Transferência (CAT) e recolhimento de laudêmio.

Além disso, o Manual de Regularização Fundiária em Terras da União esclarece que a inscrição de ocupação obriga o pagamento de uma taxa anual de 2% do valor do terreno para ocupações regularizadas até 30/09/1988 e de 5% para ocupações posteriores. O não pagamento implica inscrição em dívida ativa e retomada do imóvel.

Aforamento (enfiteuse): desdobramento do domínio

O aforamento é um contrato em que a União mantém o domínio direto, enquanto o particular (foreiro) recebe o domínio útil e paga um foro anual de 0,6% do valor do terreno. O foreiro pode transmitir o domínio útil mediante pagamento de laudêmio (5% sobre o valor do terreno) — em casos de baixa renda, há isenção. O aforamento é mais estável que a ocupação, pois permite financiamento, garantia hipotecária e assegura ao foreiro o direito de uso e disposição, condicionado ao cumprimento das cláusulas e ao pagamento de encargos.

Encargos financeiros

Embora não sejam tributos, os encargos cobrados pela União influenciam as decisões de investidores. Além do foro anual, que equivale a 0,6% do valor do terreno no caso de aforamento, e da taxa de ocupação, que varia de 2% ou 5%, dependendo da data da regularização, há o laudêmio, cobrado nas transmissões ou ocupações onerosas do aforamento, que corresponde a 5% do valor do terreno.

A taxa de ocupação tem alíquotas superiores às do foro, o que torna o aforamento, a longo prazo, economicamente mais vantajoso para quem pretende desenvolver o imóvel.

Unificação de áreas particulares e de marinha

Uma das inovações do Código de Normas (art. 716‑C) é autorizar a unificação de terrenos particulares e de marinha em uma mesma matrícula quando forem destinados a um mesmo empreendimento, como loteamentos, condomínios ou incorporações. Essa unificação dispensa a autorização prévia da SPU, entretanto, a matrícula resultante deve especificar o percentual correspondente à área alodial e à área de marinha, permitindo o controle dos encargos. A unificação é vedada se a porção de marinha estiver sob ocupação, já que essa forma de uso é precária.

Parcelamento e incorporação no regime de aforamento

O art. 716‑I do Código de Normas catarinense permite que o foreiro do terreno de marinha pratique atos de subdivisão, desdobro, loteamento, desmembramento, partilha e incorporação imobiliária sem necessidade de autorização da SPU. Após o registro do parcelamento ou da incorporação, o cartório deve anotar que a venda das unidades depende de CAT (certidão emitida pela SPU) e recolhimento de laudêmio. Entretanto, contratos de promessa de compra e venda podem ser firmados sem a CAT. Essa previsão amplia a segurança jurídica de investidores ao delimitar claramente quando o consentimento da União é exigido.

Restrições à ocupação

A ocupação, por sua precariedade, não permite o parcelamento do solo nem a formação de condomínio. O Decreto-Lei nº 9.760/1946, ainda vigente, proíbe loteamentos ou desmembramentos de áreas ocupadas, exceto quando realizados pela União ou a pedido do ocupante que comprove melhorias e interesse público. Assim, ocupantes que pretendam desenvolver empreendimentos imobiliários precisam primeiro solicitar a conversão da ocupação em aforamento. Projetos de lei recentes, como o PL 307/2025, discutem a conversão de ocupações consolidadas em aforamentos, mas, até que sejam aprovados, continua valendo a proibição.

Princípios ambientais e comunidades tradicionais

Os terrenos de marinha situam‑se no perímetro urbano de muitos municípios litorâneos. A Constituição Federal (art. 182) e o Estatuto da Cidade (Lei 10.257/2001) determinam que a política urbana deve garantir o cumprimento da função social da propriedade e a ordenação do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano. Um estudo da Universidade Federal do Pará sobre ocupação de terrenos de marinha alerta que a transferência das áreas não ocupadas para expansão do perímetro urbano só deve ser feita se forem cumpridas as normas do Estatuto da Cidade e de planejamento urbano, para evitar ocupação desordenada ou especulativa.

Recomendações práticas

  • Verifique a situação jurídica do imóvel junto à SPU e ao cartório de registro de imóveis;
  • Avalie o regime de uso: ocupação é precária e não permite parcelamento, enquanto o aforamento é mais seguro e estável;
  • Calcule os encargos financeiros: foro, taxa de ocupação e laudêmio influenciam no custo do investimento;
  • Planeje a unificação de áreas com clareza sobre as proporções entre terreno de marinha e terreno particular;
  • Observe o plano diretor e o zoneamento urbano, especialmente as zonas de risco;
  • Inclua o licenciamento ambiental desde o início do projeto;
  • Acompanhe as mudanças legislativas, que podem alterar regras de regularização e encargos.

Os terrenos de marinha têm importância estratégica e ambiental para o país. A atualização do Código de Normas do TJSC trouxe mais segurança jurídica para empreendimentos, ao definir de forma clara as regras de registro e os limites entre aforamento e ocupação.

Para investidores e incorporadores, compreender essas diferenças e planejar o projeto de acordo com as normas urbanísticas e ambientais é essencial. O desafio é conciliar o desenvolvimento imobiliário com a preservação das áreas costeiras e o bem-estar das comunidades locais, garantindo que o uso do solo siga princípios de sustentabilidade e responsabilidade pública.

 

 

 

 

 

 

Por Ricardo Murilo da Silva, especialista em direito ambiental, urbanístico e imobiliário do escritório Flávio Pinheiro Neto Advogados.
Imagem: Ilustrativa

Compromissos à Prova: Começa a COP30 no Brasil

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Como anfitrião, o Brasil reafirma seu compromisso com o fortalecimento do multilateralismo e a implementação do Acordo de Paris

 

A 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) teve início oficialmente nesta segunda-feira, 10/11, em Belém (PA), no coração da Amazônia. Pela primeira vez, a principal cúpula global sobre clima acontece na região que sintetiza, ao mesmo tempo, a urgência de proteção e a possibilidade de regeneração do planeta. Ao longo de duas semanas, líderes e negociadores de diversos países irão debater caminhos para transformar promessas em ações concretas e fortalecer alianças internacionais em torno da agenda climática.

 

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Participantes chegam para a 30ª Conferência das Partes (COP30). Foto de Aline Massuca/COP30.

 

A Conferência das Partes (COP) é o maior evento das Nações Unidas global para discussão e negociações sobre as mudanças do clima. O encontro é realizado anualmente e a presidência se alterna entre as cinco regiões reconhecidas pela ONU. Na cerimônia de abertura, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que trazer a COP30 para Belém foi “uma decisão política e simbólica”, com o objetivo de mostrar que a Amazônia é parte essencial da solução climática, e não apenas um tema de debate. Em sua fala, destacou os três eixos de ação que deverão orientar as negociações da COP30: o cumprimento dos compromissos climáticos já assumidos, o fortalecimento da governança global e a colocar as pessoas no centro das decisões sobre o clima.

“O bioma mais diverso da Terra é a casa de quase 50 milhões de pessoas, incluindo 400 povos indígenas. A Amazônia não é uma abstração, é um lar, é economia, é cultura, é vida. Trazer a COP para o coração da Amazônia foi árduo, mas necessário. Quando deixarem Belém, os delegados levarão o compromisso de agir, e o povo da cidade ficará com os investimentos que esta conferência trouxe. O mundo, enfim, poderá dizer que conhece a realidade da Amazônia. A mudança do clima já não é uma ameaça do futuro, é uma tragédia do presente.” – Luiz Inácio Lula da Silva

 

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Cerimônia de abertura a 30ª Conferência das Partes (COP30). Foto de Ueslei Marcelino/COP30.

 

Na mesma linha, o presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, ressaltou durante a cerimônia que a conferência marca uma transição histórica: o início da década da implementação do Acordo de Paris. Corrêa do Lago também destacou o esforço coletivo que tornou possível sediar a conferência na Amazônia, agradecendo o empenho das equipes técnicas e do governo brasileiro.

“Esta COP precisa ser lembrada como a COP da ação, uma conferência que transforma compromissos em resultados. É o momento de integrar clima, economia e desenvolvimento, criando empregos, reduzindo desigualdades e fortalecendo a confiança entre as nações. A COP30 é fruto de um mutirão, uma palavra brasileira que o mundo aprendeu e que simboliza a essência desta conferência: trabalhar juntos.” – André Corrêa do Lago

Dentre os principais assuntos do primeiro dia, os discursos destacaram o compromisso com o multilateralismo, a urgência de reduzir emissões e a necessidade de financiar a transição justa, especialmente para países em desenvolvimento. Representantes de diversos países defenderam que a COP30 seja o marco de transformar promessas em execução.

O tema do financiamento mobilizou negociações já nos primeiros encontros. Países do Sul Global reforçaram que a transição energética e a proteção das florestas dependem de recursos estáveis e acessíveis, cobrando maior compromisso dos países historicamente mais emissores e dos organismos multilaterais.

Espaços como a Arena Amazônia da Sociedade Civil e o Pavilhão dos Povos da Floresta receberam debates, performances, mostra de iniciativas comunitárias e discussões sobre soluções locais. A participação foi marcada por uma narrativa forte de pertencimento cultural e defesa da Amazônia como território vivo, e não apenas como recurso ambiental.

 

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Lideres em reunião na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas COP 30. Foto de Paulo Mumia/COP30.

 

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High-Level Ministerial: FRLD Call for Funding Requests for the Barbados Implementation Modalities. Foto: Rafa Neddermeyer/COP30 Brasil Amazônia/PRB.

 

O que é a COP

A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (CQNUMC ou UNFCCC, na sigla em inglês) criou a Conferência das Partes (COP) como órgão responsável por tomar as decisões necessárias para implementar os compromissos assumidos pelos países no combate à mudança do clima. A COP é composta por todos os países que assinaram e ratificaram a Convenção. Atualmente, 198 países participam da UNFCCC, o que faz dela um dos maiores órgãos multilaterais do sistema das Nações Unidas (ONU).

A COP é assessorada por um Órgão Subsidiário de Implementação (SBI) e outro de Aconselhamento Científico e Tecnológico (SBSTA). Além disso, a COP também atua como Reunião das Partes no Protocolo de Quioto (CMP, na sigla em inglês) e no Acordo de Paris (CMA, na sigla em inglês). O que é conhecido como “COP” são as cúpulas anuais de mudança do clima, que normalmente acontecem em novembro ou dezembro. Nesse contexto, reúnem-se não apenas a COP, mas também a CMP, a CMA, o SBI e o SBSTA.

 

Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC)

A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) foi aberta para assinatura na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio-92). Ela inaugurou o regime multilateral para responder ao aquecimento global.

Seguindo o princípio das “responsabilidades comuns, porém diferenciadas”, o regime reconhece a obrigação de que os países desenvolvidos devem liderar os esforços para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e para oferecer recursos financeiros, tecnológicos e de capacitação para ações de mitigação e adaptação em países em desenvolvimento.

São cinco os pilares do regime: mitigação, adaptação, financiamento, tecnologia e capacitação. Além desses, outros temas têm ganhado destaque nos debates, como perdas e danos, transição justa, gênero, povos indígenas, jovens, agricultura e oceanos.

 

Protocolo de Quioto

No âmbito da UNFCCC, foi adotado, em 1997, o Protocolo de Quioto, que estabeleceu metas quantitativas individuais de redução de emissões a países desenvolvidos. O Protocolo estabeleceu obrigação para que esses países reduzissem suas emissões em 5%, entre 2008 e 2012, em relação aos níveis de 1990.

Um dos elementos importantes do Protocolo foi a criação de mecanismos de mercado para o cumprimento dos compromissos assumidos. Entre eles, destaca-se o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), que permitiu o desenvolvimento de projetos rentáveis de redução de emissão de gases do efeito estufa (GEE), garantindo benefícios de mitigação e criando incentivos para a economia sustentável.

 

Acordo de Paris

O Acordo de Paris, adotado em dezembro de 2015 durante a 21ª Conferência das Partes (COP21), reforçou a centralidade da Convenção-Quadro (UNFCCC), ao qual está vinculado.

O Acordo reforçou os princípios da UNFCCC e introduziu três objetivos:

(iii) manter o aumento da temperatura global bem abaixo de 2º C, com esforços para limitá-lo a 1,5º C;

(iii) incrementar capacidades de adaptação e resiliência; e

(iii) alinhar os fluxos financeiros aos demais objetivos do Acordo.

O Acordo de Paris inovou, ainda, ao criar obrigação para que todos os países, tanto desenvolvidos quanto em desenvolvimento, apresentem periodicamente “Contribuições Nacionalmente Determinadas” (NDCs, na sigla em inglês). Nas NDCs, cada país explica quais ações pretende realizar para responder à mudança do clima. A implementação dessas ações é acompanhada por um regime reforçado de transparência.

Como as NDCs são definidas por cada país, elas respeitam a realidade nacional e a soberania de cada nação.

 

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Abertura da 30ª Conferência das Partes (COP30). . Foto: Antonio Scorza/COP30.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: COP 30 – Canal Oficial

Um Multidoor para a vida real

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Eficiente, sóbrio e de espaços generosos, equipamento da TCL é aliado sofisticado da cozinha contemporânea

 

Na coreografia silenciosa da cozinha, o refrigerador é o guardião do frescor. Não apenas um eletrodoméstico, mas reservatório doméstico onde repousam escolhas diárias que sustentam corpos, rotinas e afetos. Há algo de íntimo no gesto quase automático de abrir a porta e buscar o que nutrirá o dia: frutas lavadas ainda brilhando, hortaliças vivas, o leite do café da manhã, os pequenos rituais que compõem a saúde física, e também emocional, de uma família.

De fato, um refrigerador bem-organizado fala sobre prioridades! O que colocamos em destaque, o que deixamos à mão, o que preservamos para lembrar. Ele pode ser o primeiro incentivo para uma alimentação mais natural, para o preparo consciente, para o cuidado que começa antes de cozinhar – quando escolhemos como armazenar e proteger o que chega da feira ou do mercado.

Na cozinha contemporânea, onde tempo é território precioso e a casa voltou a ser cenário de encontros, o refrigerador assume um papel central. E é neste contexto que eu, Náiade Nunes, editora da Revista Casa e Mercado, fui convidada para avaliar um produto com base na minha experiência pessoal. Sim, recebi um refrigerador incrível por aqui!

A TCL SEMP – uma joint-venture da SEMP (empresa pioneira no mercado brasileiro de eletroeletrônicos) com a multinacional chinesa TCL (líder global em Google e Android TVs e segunda maior fabricante de televisores do mundo) – me presenteou com a geladeira Multidoor TCL de 589 litros para minha análise e completo deleite. Vamos lá:

 

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O modelo é extremamente elegante e conta com diversos recursos que contribuem para um dia a dia mais prático. O acabamento em inox escovado transmite de cara a sensação de objeto durável, pensado para atravessar anos de uso sem perder a elegância.

No design, a configuração multidoor, com portas amplas e compartimentações espaçosas reflete um desenho voltado ao cotidiano real, aquele que precisa de praticidade, acesso rápido e organização intuitiva. Internamente, os espaços respeitam os ritmos de quem cozinha para si, para uma família, prepara marmitas, recebe constantemente amigos e familiares. Ou seja, cada nível, prateleira e gaveta tem proporção inteligente, favorecendo também muito a visualização do que se tem.

 

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Alguns itens que me chamaram a atenção foram as prateleiras ajustáveis de vidro bastante resistentes e as bandejas deslizantes, itens extremamente práticos para organização e acesso aos alimentos. Gavetões ideias para conservação de frutas e vegetais também se mostraram muito eficientes e impactaram até minha rotina de compras, por oferecer maior tempo de preservação.

 

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O controle de temperatura preciso, distribuído por zonas específicas, é uma de suas virtudes silenciosas, pois preserva bem texturas e aromas. O modelo dispõe destas e de outras tecnologias, como Painel touch para controle absoluto de temperatura, Zona de baixa umidade e o Twin Eco Inverter – compressor e ventiladores inverter que atribuem ao produto economia de até 42,6% de energia (segundo PBE).

Para ajuste de temperatura e modos de funcionamento, o Painel touch é um destaque a parte, sendo possível controlar a temperatura da geladeira e freezer de maneira independente: no Modo Super Congelamento fixa a temperatura do freezer em -25ºC, deixando a temperatura do compartimento e do Espaço Flex para serem ajustados livremente. (Li no manual que o modelo conta também com o Modo Férias, uma função recomendada para períodos de inutilização do produto por um determinado período, que contribui para o baixo consumo de energia. Este recurso, ainda não experimentado, será colocado à prova em breve!)

 

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Outro destaque que me surpreendeu foi o baixo ruído do equipamento, algo que torna seu funcionamento praticamente imperceptível no ambiente. Confesso que fiquei algumas horas indo checar se ele estava de fato funcionando quando instalamos por aqui. Ruído só ocorre quando deixa-se a porta aberta por um minuto e um alarme é ativado até que a porta seja fechada.

Por fim, quero ressaltar que receber este novo refrigerador não foi apenas trocar um equipamento, pois se trata mais de apenas armazenar alimentos: ele claramente preserva tempo, atua no bem-estar e facilita uma escolha diária, reconfigurando inclusive alguns hábitos alimentares do meu cotidiano. Foi, no fundo, para além de um review à TCL, a percepção de um cuidar mais zeloso para quem vive por aqui, com muita praticidade e inteligência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Texto: Náiade Nunes
Imagens: Náiade Nunes/Divulgação TCL SEMP

Punto e Filo e Instituto IVVA apresentam tapetes e tapeçarias de Virgínia e Vilanova Artigas

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Em 2025, quando se completam 110 anos de nascimento de Virgínia e Vilanova Artigas, uma coleção inédita homenageia a trajetória do casal, resgata lembranças familiares e evidencia a potência da arte têxtil brasileira

 

“Transformar os desenhos dos meus avós em tapeçarias foi algo que nunca tínhamos imaginado. Essa coleção abriu uma porta para novas possibilidades e, ao mesmo tempo, nos aproximou da história deles de uma forma muito íntima.” A frase de Marco Artigas, arquiteto e presidente do Instituto Virgínia e Vilanova Artigas (IVVA), resume o espírito da parceria entre o Instituto e a Punto e Filo, que apresenta uma coleção inédita de tapeçarias e tapetes baseados em desenhos originais de João Batista Vilanova Artigas e de Virgínia Artigas.

A série, formada por tapetes e tapeçarias em tiragem limitada a 100 peças, reaviva o encontro entre arquitetura e arte, alinhado à memória familiar e ao sentido coletivo que permeou a trajetória dos Artigas. Vilanova Artigas e Virgínia Camargo Artigas ocupam um capítulo fundamental no modernismo brasileiro. Ele, arquiteto e professor, cofundador da FAU-USP, deixou obras que integram forma, convivência e ideal social, como a Rodoviária de Jaú e o edifício-sede da própria faculdade. Ela, artista plástica e militante, construiu uma obra marcada pela experimentação e pelo engajamento, antecipando discussões sobre o lugar da mulher na criação artística e na vida pública.

 

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Com 34 novas cores desenvolvidas especialmente para esta coleção — que se somam à paleta já existente e elevam o portfólio da marca a 125 tonalidades —, a Punto e Filo apresenta uma leitura contemporânea e fiel das obras de Virgínia e Vilanova Artigas. Os tapetes e tapeçarias traduzem desenhos de pisos, perspectivas e detalhes arquitetônicos dele, além de pinturas e xilogravuras dela, revelando o diálogo profundo entre estrutura e expressão.

“Para nós, é uma honra materializar em tapeçaria o legado de Virgínia e Vilanova Artigas. Sob curadoria de Marco Artigas, Ana Sawaia e André Scarpa, esta coleção ultrapassa o campo do design: ela guarda a memória de um casal essencial para o modernismo brasileiro e reforça nossa identidade como empresa familiar, conectada à casa e ao cotidiano, valores que eles sempre defenderam”, afirma Marinho Pisaneschi, sócio-diretor da Punto e Filo.

 

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As peças foram apresentadas em um evento exclusivo na Casa Martirani, no Alto de Pinheiros — projeto de Vilanova Artigas aberto pela primeira vez ao público para esta ocasião especial. A mostra, destinada a convidados, percorre três momentos da produção do casal: o início no Grupo Santa Helena, as obras mais emblemáticas e as experimentações de Virgínia, além de desenhos de família de Artigas. “A Casa Martirani é uma casa madura do Artigas. Ela se abre para a cidade, sem muros, sem grades, é a essência do pensamento dele. Ele dizia que a casa não termina na soleira da porta: a cidade também faz parte da casa”, lembra Marco.

A coleção recupera a memória do casal e propõe novas leituras sobre a potência da arte têxtil e sua relação com a arquitetura, trazendo para o presente a sensibilidade política, estética e familiar que moldou o universo de Virgínia e Vilanova Artigas.

 

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Fotos ambientadas: Rui Teixeira
Still: Divulgação

História em Movimento

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Projeto revitaliza imóvel por completo, transformando-o em um verdadeiro refúgio urbano no coração de São Paulo

 

Localizada no Itaim Bibi, em São Paulo, esta residência dos anos 1960 passou por uma renovação integral que soube honrar sua história enquanto a preparava para o presente. Sob a assinatura da arquiteta Samia Sarayedine Testa, o projeto reconstrói a identidade original do imóvel e acrescenta a ela novas camadas de conforto, fluidez e calor doméstico. O resultado é uma casa que valoriza o bem-estar da família e acolhe, com generosidade, encontros e afetos que se desenrolam ao redor da mesa e da vida.

A reforma da residência de 250m² de área construída partiu do desejo de ampliar a sensação de espaço e de continuidade entre os ambientes, privilegiando luz, circulação e conforto sensorial. O resultado é uma atmosfera contemporânea brasileira, com ritmo, textura e naturalidade, que dialoga com a década de origem da casa sem abrir mão do sonho do casal por mais qualidade de vida. Entre os gestos mais significativos, está a reconfiguração do anexo, agora transformado em um apartamento independente, pensado para receber com autonomia o filho e a nora que vivem fora do país — um espaço que acolhe, quando retornam, o reencontro e a permanência possível.

 

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A área social foi projetada com grandes painéis de vidro que valorizam a luz natural, proporcionando uma sensação de amplitude e conexão com o ambiente externo. A integração total dos espaços foi priorizada, com a abertura dos vãos e portas de correr. Peças de design nacional de grandes nomes, como Sérgio Rodrigues, Jorge Zalszupin e Jader Almeida, foram escolhidos para compor os ambientes. A valorização de designers e artistas brasileiros, como as telas de Ianelli e Burle Marx, é um dos pontos altos do projeto.

Poltronas Tetê, de Sérgio Rodrigues, em camurça com dois tons de verde, e uma mesa de centro Raiz, de Jader Almeida, compõem o living. A obra Pincel, do acervo original de Arcangelo Ianelli, um presente da filha do pintor para os clientes, está exposta em uma caixa de acrílico, junto às aquarelas originais do artista. Com uma boa entrada de luz natural, o living reforça a sensação de bem-estar, graças ao mix equilibrado de cores, texturas e materiais.

 

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No hall de entrada, a porta, as paredes e o teto em madeira foram desenhados pela arquiteta. O piso em porcelanato acetinado de mármore travertino percorre toda a casa, proporcionando espaços mais elegantes.  O ambiente conta com a mesa Gelsomina, de Luciano Deviá, a luminária Arco, de Castiglioni, e o banco Onda 230, de Jorge Zalszupin, peças que se integram com o piano do acervo do cliente.

 

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Na sala de jantar, o espelho na parede inteira amplia e integra os ambientes, destacando a mesa e cadeiras de Jader Almeida e o pendente ELO, de Ana Neute. A cozinha teve um desafio proposto pelos clientes: manter todos os equipamentos desejados em um espaço integrado e harmônico. A marcenaria foi projetada com soluções inteligentes, como a integração da peça do home à cozinha. Já o mobiliário foi escolhido por sua ergonomia e conforto.

 

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A área externa foi completamente repaginada e integrada à cozinha, jantar e ao living, por meio de grandes portas, criando um ambiente ideal para reuniões em família. Os móveis em tons de azul e o paisagismo trazem uma atmosfera de sossego e tranquilidade, tornando o espaço ainda mais agradável para o convívio. A varanda gourmet conta com poltronas em fibra natural com tecido impermeável, mesas de apoio em madeira e revestimento de piso que suaviza a sensação térmica. A piscina teve a impermeabilização refeita, o revestimento cerâmico trocado e foi equipada com um sistema que simula correnteza, completando o cenário com churrasqueira, sauna e outras comodidades.

 

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A suíte do casal é espaçosa e confortável, com uma cama super king, cabeceira estofada em boucle e mesas de cabeceira em laca. No closet, os armários têm portas de correr em vidro serigrafado, espelho e uma ilha em laca off-white. O tapete em fibra natural e a iluminação com mini embutidos criam uma atmosfera acolhedora, enquanto as aquarelas italianas adicionam um toque artístico. O escritório do casal conta com uma mesa desenhada pela arquiteta, cadeira em couro Herman Miller e armários com portas de correr em vidro, além de um nicho em madeira iluminado.

Um painel ripado em laca separa o escritório do banheiro do casal com uma porta mimetizada e o banheiro apresenta revestimentos uniformes em porcelanato no piso, nas paredes do box, nichos e bancadas com cubas esculpidas. Essa escolha criou uma unidade estética que conferiu elegância ao ambiente. O tom neutro e a tecnologia do piso aquecido adicionam conforto e sofisticação ao espaço.

 

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Fotos: Raphael Briest

Terracor apoia a Casa da Floresta na COP30

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Projeto amazônico que que será vitrine do Brasil na Conferência do Clima se destaca pela sua exposição imersiva sobre mensuração de carbono, bioeconomia, energias limpas e conservação das florestas tropicais

 

A Terracor, marca brasileira referência em revestimentos e soluções de superfície, é uma das patrocinadoras oficiais da Casa da Floresta, projeto da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e do Instituto Peabiru que será apresentado durante a COP30, em Belém (PA).

O espaço — localizado às margens do rio Guamá, no Parque de Tecnologia Social da Amazônia — tem como propósito demonstrar práticas inovadoras de sustentabilidade, tecnologia social e conservação das florestas tropicais, reunindo pesquisadores, empreendedores e representantes da sociedade civil em torno de uma mesma causa: o desenvolvimento sustentável da Amazônia.

 

Projeto Casa da Floresta COP Easy Resize com

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Com aplicações de texturas Terracor em áreas internas e externas, a Casa da Floresta integra estética, ciência e responsabilidade ambiental. As superfícies da marca foram selecionadas por sua formulação sustentável, alta performance e aspecto natural, em perfeita harmonia com a arquitetural do projeto.

“Acreditamos que a arquitetura é uma linguagem poderosa de transformação. Estar presente na Casa da Floresta é reafirmar o compromisso da Terracor com um futuro em que design e natureza coexistem de forma consciente e bela” – Leo Laniado, sócio da Terracor.

Durante a COP30, o espaço funcionará como uma exposição imersiva, com trilhas, geodésicas de bambu e instalações dedicadas à mensuração de carbono e serviços ecossistêmicos – tecnologia desenvolvida pela Unesp para medir o impacto das florestas tropicais. Após o evento, a Casa da Floresta se tornará um Parque de Tecnologia Social permanente, voltado à formação de comunidades locais e à disseminação de práticas sustentáveis.

 

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Imagens: Divulgação

Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo

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Às vésperas da COP30, evento se insere como gesto político e simbólico de reconhecimento do protagonismo indígena nas discussões sobre clima, território e sustentabilidade

 

De 3 a 10 de novembro, Belém do Pará recebe a conceituação e o lançamento da Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo — iniciativa construída em diálogo direto com os povos indígenas e que propõe recolocar os saberes ancestrais como força de inovação frente aos desafios do século XXI.

Como parte das atividades preparatórias da conferência climática da ONU que o Brasil sediará em 2025, a Bienal se afirma como um espaço de construção conjunta entre comunidades indígenas, universidades, pesquisadores e instituições culturais. Mais do que uma mostra expositiva, ela se organiza como um processo contínuo de escuta e troca, no qual a arquitetura é entendida como expressão viva do território — uma síntese entre saber técnico, tradição e espiritualidade.

Idealizado pela Escola da Cidade e pelo Instituto A Gente Transforma, o evento é realizado pelo Centro de Estudos das Cidades – Laboratório Arq.Futuro do Insper (Insper Cidades), pela Unesp Proec – Casa da Floresta Unesp Peabiru, pela Associação Casa Floresta e pelo Coletivo Mídia Indígena, com apoio institucional do Ministério dos Povos Indígenas (MPI).

“Neste lançamento da Bienal, queremos mostrar que as práticas de urbanismo indígena não são apenas um resgate cultural, mas uma resposta contemporânea e necessária para vivermos em equilíbrio com o planeta” – Beatriz Vanzolini, coordenadora de ensino do Centro de Estudos das Cidades – Laboratório Arq.Futuro do Insper.

Ao longo de oito dias, a programação se espalhará por diferentes espaços da cidade — entre eles a Casa Maraká, a Casa da Floresta e a Aldeia COP. Estão previstos encontros, oficinas, mostras audiovisuais e rodas de conversa com lideranças indígenas, pesquisadores, estudantes e coletivos culturais. O objetivo é consolidar a Bienal como uma plataforma internacional que conecta arte, arquitetura e meio ambiente, revelando como os saberes indígenas oferecem caminhos concretos para habitar a Terra em harmonia.

Confira a programação:

03/11 – Casa Maraká
14h – Abertura da Reunião de Concepção da Bienal Indígena
04 a 06/11 – Casa Maraká
9h – Oficinas colaborativas + Mostra de curtas Mídia Indígena
07 a 09/11 – Casa da Floresta Unesp Peabiru
9h – Painéis e rodas de conversa
14h – Oficinas colaborativas
10/11 – Aldeia COP
12h – Lançamento simbólico da Bienal Indígena

Evento presencial, gratuito e aberto ao público.
Não é necessária inscrição prévia e não haverá transmissão online.

 

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Fonte: Insper Cidades

UD House celebra 18 anos e anuncia expansão para Campinas

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Marca que nasceu em São Paulo alcança a maturidade com raízes firmes simbolizadas pela Oliveira, árvore que é destaque na vitrine de uma de suas lojas

 

UD House referência nacional em eletrodomésticos premium multimarcas, celebra seus 18 anos de trajetória em um momento marcado pela união de memória e inovação. Para simbolizar a data, a marca escolheu a oliveira, árvore que remete à sabedoria e à permanência. Conta a lenda que, na Acrópole, Atena tocou o chão e fez brotar uma oliveira — não para representar força ou conquista, mas para eternizar a permanência e a sabedoria.

Essa mesma oliveira foi recriada em escala real, na vitrine da UD House da renomada rua da decoração paulistana, a Gabriel Monteiro da Silva, atravessando o espaço entre lavandas e seixos, e abraçando o design da linha Heritage da Bertazzoni Brasil. Um gesto que une o natural ao técnico, o sagrado ao cotidiano, transformando o ambiente em um símbolo da maturidade da marca.

 

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Claudney Marques, fundador e CEO da UD House. Foto: Divulgação.

 

Nesta primavera, a UD House celebra sua maioridade com raízes profundas e olhar para o futuro. Ao longo desses 18 anos, a empresa construiu relações duradouras com clientes e parceiros, cultivando excelência e autenticidade. A data também marca um ano de Alphaville, a primeira unidade inaugurada fora da capital paulista, e anuncia a chegada de uma nova loja, desta vez no interior paulista, na rica cidade de Campinas, ampliando o alcance da marca para além dos limites da capital onde nasceu.

“Chegar aos 18 anos é muito mais do que celebrar esse aniversário. É reconhecer a força das nossas raízes e o quanto conseguimos florescer ao longo desta trajetória. A oliveira traduz perfeitamente esse momento: sabedoria, permanência e renovação. Estamos felizes por expandir nossa presença para além de São Paulo, com a loja Alphaville já consolidada e a proximidade da abertura em Campinas, sempre mantendo o propósito de oferecer experiências únicas em design, tecnologia e acolhimento” – Claudney Marques, fundador e CEO da UD House.

 

Lançamento

E neste momento de celebração, a UD House também apresentou ao mercado uma inédita linha da Evol, composta pelos novos All Freezer e All Fridge, produtos que unem design contemporâneo, tecnologia de ponta e alto desempenho. Comercializados com exclusividade pela UD House no Brasil, os modelos foram desenvolvidos para oferecer máxima capacidade, eficiência energética e integração harmoniosa aos projetos de arquitetura e interiores mais sofisticados.

O All Freezer e o All Fridge podem ser instalados lado a lado, criando um conjunto elegante e funcional, ideal para cozinhas gourmet. Com acabamento premium, controle digital de temperatura e iluminação em LED, os equipamentos refletem o conceito de luxo funcional que guia a curadoria da UD House — uma combinação de estética, tecnologia e experiência de uso pensada para transformar o cotidiano em um ritual de bem-estar.

 

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Linha Evol. Foto: Divulgação.