Oferecendo privacidade e soluções de conectividade, os Pods distribuídos pela Novo Ambiente em São Paulo e no Rio responde às necessidades de escritórios impactados pela COVID-19
Pesquisas mostram que 30% da força de trabalho global trabalhará remotamente, vários dias por semana, levando a um aumento significativo do que já ficou popularizado como as ‘calls’. Escritórios com espaços amplos e abertos normalmente não têm uma variedade de salas de reunião e espaços silenciosos para trabalhar, limitando a capacidade de realizar chamadas de vídeo com tranquilidade e privacidade, o que é um grave problema no contexto atual, já que as chamadas de videoconferência se tornaram uma faceta central dos negócios.
Foi a partir deste contexto que a Framery então decidiu criar um produto que resolvesse essa e outras necessidades em evolução no local de trabalho e desenvolveu um espaço solo para trabalhar e também fazer videoconferências eficientes. Batizada de Framery One, trata-se da primeira cabine telefônica totalmente conectada do mundo.
Configurações inteligentes para trabalhadores modernos
Cada componente que compõe o design da Framery One é baseado em uma extensa pesquisa de experiência de clientes usando dados abrangentes. A cabine apresenta um ecossistema virtual apoiado por uma tecnologia incomparável. Com tela touch de alta resolução e interface de usuário (IU) contínua, o usuário pode controlar reservas, fluxo de ar e iluminação.
Os usuários podem também integrar seu app de agenda/calendário para que as reservas possam ser feitas rapidamente ou, se a cabine for de uso gratuito, eles podem entrar e o espaço será reservado automaticamente. A IU mostrará uma mensagem na tela que alerta o usuário quando o intervalo de tempo estiver quase acabando. Se não houver outras reservas, a cabine estenderá automaticamente a sessão para que o usuário possa continuar trabalhando sem interrupção. Os acessórios também incluem carregamento sem fio, uma tomada elétrica e uma porta USB.
“A Framery One é a estação de trabalho individual mais inovadora e distinta do mercado. O COVID-19 restabeleceu nossa necessidade e desejo por um espaço de trabalho pessoal. Uma plataforma única para a produtividade e permitirá que os funcionários concluam tarefas e videoconferências em um ambiente confortável e silencioso. O produto é uma estação de trabalho adaptável para uma força de trabalho em adaptação, e estamos muito animados para que o mundo experimente isso.” – Lasse Karvinen, chefe de produtos da Framery.
A mesa, a tela e o cabideiro apresentam o DNA de design diferenciado da Framery – um arco bem ajustado. Tanto o assento quanto a mesa podem ser regulados facilmente, com apoios para os pés no chão e fixados no assento para manter os usuários confortáveis por longos períodos de tempo.
O interior da cabine muda para uma estação de trabalho em pé para aqueles que preferem ficar levantados se o assento for deixado de fora. A velocidade de ventilação é de 29 litros por segundo, mais de quatro vezes superior à recomendada para espaços internos. Projetada para hoje, construída para o amanhã, a Framery One irá se aperfeiçoar com o tempo graças ao software intuitivo que mantém o sistema da cabine atualizado conforme a tecnologia evolui. Seu design modular preparado para o futuro garante que a cabine possa ser atualizada conforme novas especificações de tecnologia ou métodos de trabalho se tornem a norma.
A estrutura é construída em aço, sendo que um total de 95% dos materiais usados nesta cabine altamente durável podem ser reciclados. O aço também garante que a estrutura seja à prova de fogo. Além disso, recebeu uma excelente classificação de qualidade pelo novo padrão ISO 23351-1 para isolamento acústico.
Devido ao seu design eficiente, a Framery One ocupa um pequeno espaço no escritório, mas que lá dentro parece espaçoso para o usuário. A cabine possui rodízios para locomoção, permitindo que os usuários a reorganizem dentro do escritório conforme necessário ao longo do tempo, recurso que torna a cabine mais adaptável e flexível às necessidades do usuário sem grandes intervenções estruturais.
O produto está disponível em oito cores atemporais, incluindo Branco, Cinza, Preto, Azul, Verde, Areia e Azul Marinho. A equipe de design também criou uma variedade de tecidos para forrar carpetes, assentos e mesas, de forma que este ‘casulo’ possa ser adaptado ao estilo específico da empresa.
O novo sistema de gerenciamento digital das cabines vem equipado com o Framery Connect, sistema que mantém a Framery One funcionando com eficiência. Alertas automáticos para necessidades de manutenção garantem que os problemas sejam resolvidos rapidamente devido ao acesso direto à Framery. O Framery Connect também fornece uma visão ampla sobre como a Framery One está sendo usado para que os gestores possam entender a taxa de utilização da cabine em um escritório e o retorno dela sobre o investimento.
O projeto Turtle Bay, localizado em Khao Tao, foi criado para ser um novo destino turístico na região.
O projeto Turtle Bay está localizado em Hua-Hin, uma das áreas litorâneas mais famosas da Tailândia. O arquiteto Sarawoot Jansaeng-Aram, da Dersyn Studio Co., projetou o espaço para se tornar um destino turístico único em Khao Tao, considerado um dos principais atrativos do país. Não é à toa que os arquitetos escolheram a forma do casco da tartaruga como inspiração para o projeto. “Khao” é a palavra tailandesa para montanha, enquanto “Tao” é a palavra tailandesa para tartaruga, uma conexão para o novo destino turístico.
O Turtle Bay (Baía da Tartaruga, em portugês) fica em um terreno de 2.700 metros quadrados e inclui restaurante orgânico e lixo zero, café ecológico, área para oficinas, loja de souvenirs com objetos de artesãos locais, bem como hospedagem no estilo de alojamento em casa de família.
Todo o projeto foi idealizado para conviver com um tanque de cultivo de flores de lótus, espécie de planta aquática, que já existia no local. Para isso, foi adotado um sistema próprio de tratamento de água de esgoto que preserva a qualidade da água natural. O projeto consiste de cinco cabanas em formato de tartaruga, conectadas por pontes em palafitas, e mais alguns edifícios de apoio. Cada espaço abriga uma função.
Forma de tartaruga e elementos naturais
A seleção de materiais foi baseada em critérios simples e harmonizados com a natureza. Os telhados de telha “shingle” dão à superfície uma textura de cascalho e lascas de pedra criando uma aparência semelhante ao casco da tartaruga.
O bambu colhido localmente foi outra escolha do projeto para a cobertura e paredes. A construção de bambu pode ser facilmente acessada com o conhecimento de artesãos locais. O Turtle Bay implementou também o material de construção “poon-tum” localmente sustentável por sua capacidade natural de manter as paredes resfriadas, mesmo em calor e umidade intensos. Poon-tum pode ser encontrado na arquitetura de templos antigos.
Foram adotados elementos de arquitetura passiva como a ventilação natural cruzada através de janelas localizadas em locais opostos, bem como o uso do teto elevado e de grandes beirais nos telhados, criando grandes “chapéus” que protegem as paredes da incidência solar. O Turtle Bay também possui algumas placas solares fotovoltaicas, a energia gerada é utilizada para iluminação durante a noite.
Emoldurada por picos e cachoeiras, a turística cidade de Santo Antônio do Pinhal é o cenário perfeito para abrigar 16 obras da artista que ganha roteiro exclusivo.
Nem toda arte precisa de moldura e espaço fechado. Prova disso é o Museu a Céu Aberto Odette Eid, que leva o nome da escultora de fama internacional que colecionou prêmios e exposições ao longo da vida e ao redor do mundo.
Localizado em Santo Antônio do Pinhal, SP, o museu foi idealizado para a comemoração do centenário da artista libanesa, que morreu em 2019, aos 97 anos. Radicada no Brasil, Odette Eid deixa suas esculturas em exposição permanente nas praças, fontes, mirantes, igrejas, estação de trem e outros locais públicos da cidade, que tem como cenário, a típica paisagem da Serra da Mantiqueira.
Compõem o acervo do museu obras doadas à cidade pelos filhos da escultora e que antes estavam instaladas no sítio da família. “Em vida, Odette criou suas obras no Ateliê Amarilis, à avenida de mesmo nome em São Paulo, e no Ateliê Riacho Doce, em seu sítio, as margens do Riacho do Pico Agudo. A doação acontece como tributo a Santo Antônio do Pinhal, sua segunda casa, seu segundo ateliê, e fonte das muitas inspirações ligadas à natureza”, disse uma das filhas.
Instaladas na encantadora cidade, as 16 esculturas formam um roteiro cultural que pode ser conhecido a pé. Obras marcantes, feitas em bronze retratam as temáticas preferidas de Odete Eid: o feminino, família, maternidade, dança, anjos, santos, animais entre outros. O acervo terá placas e QR codes que redirecionam a um link com detalhes sobre as obras, o roteiro, a artista e os diversos ateliês da cidade.
Obra Utopia (2003) – Odette Eid.
O museu será inaugurado dia 26 de março, às 10h, na Praça do Artesão. O evento de inauguração terá direito a trilha sonora, a cargo de um grupo de jazz. Também participam do evento restaurantes da cidade: no primeiro fim de semana da abertura do museu, dez estabelecimentos servirão pratos inspirados nas receitas que resgatam a culinária árabe familiar da artista. Os dez primeiros clientes que pedirem um dos pratos-inspiração ganham uma cerâmica da Olaria Paulistana.
De acordo com o Secretário Municipal de Turismo de Santo Antônio do Pinhal, Fábio Santos, a exposição permanente Museu a Céu Aberto Odette Eid ganhará um roteiro exclusivo que será transformado em Mapa Cultural integrando todos os artistas da cidade, famosa por abrigar grandes nomes da arte e do designer internacional. ” A nossa ideia sempre foi integrar os artistas locais, e Odette Eid será o ícone para essa integração nesse guia que será distribuído ao público”, contou.
Obra São Francisco (1986). Odette Eid.
Odette Eid (1922 – 2019) nasceu em Zahle, Líbano. Veio com a família para o Brasil aos três anos de idade. Sua mãe, uma pintora autodidata especializada em cópias de quadros de grandes mestres da pintura, foi quem despertou nela o amor pela arte desde a infância.
No entanto, ela só começou a atuar profissionalmente na área artística aos 60 anos, depois de casar todos os filhos. Mas seu reconhecimento não demorou a chegar. Ganhou prêmios nacionais e internacionais. Entre outros, o Primeiro Prêmio na I Bienal do Annuario Latino-Americano de Artes Plásticas em Buenos Aires (Argentina) e o primeiro Prêmio na 1ª Bienal Latino-Americana de Arte SP, em São Paulo (SP), ambos em 1987.
Muitas de suas obras estão instaladas em importantes espaços públicos, como as obras Mulher que carrega o mundo e Pássaros imaginários I, II e III, que fazem parte, desde 2013, do acervo do Museu da Escultura ao Ar Livre da Assembleia Legislativa de São Paulo. Também estão ao ar livre, várias outras esculturas em alumínio na Praça da Luz (Bom Retiro) e fazem parte do acervo da Pinacoteca de São Paulo. São elas: Botão de rosa, Carneiro, Cisne, Flor redonda, Papoula, Pássaro imaginário e Tulipa.
A artista conquistou reconhecimento pelo mundo e suas obras ganharam espaço em acervos, coleções particulares e oficiais, entre outras, na coleção da rainha consorte do Reino da Suécia, Sílvia Renata Sommerlath e do fundador da Scuderia e da fábrica de automóveis Ferrari, Enzo Ferrari. Odette Eid atuou até os 95 anos de vida, produziu mais de 1.200 obras, entre elas, esculturas, múltiplos e utilitários, usando vários materiais, como bronze, alumínio, acrílico, papel, gesso e tecido. Agora em seu centenário uma representativa parte de suas obras estão no Museu a Céu Aberto na cidade de Santo Antônio do Pinhal, onde morou e inspirou sua arte.
Serviço
Inauguração do Museu a Céu Aberto Odette Eid
Dia e horário: 26 de março de 2022, 10h
Local: Praça do Artesão (Av. Min. Nelson Hungria, 170, Santo Antônio do Pinhal – SP, 12450-000, Brasil)
Para produção de produtos eco-friendly, reciclagem, tecnologias e automação elevam potencial de negócios na indústria têxtil.
A indústria têxtil está cada vez mais interessada em matérias-primas à base de celulose, que tornam a cadeia mais sustentável e propícia a reciclagem de produtos. A confecção de tecidos é a terceira maior indústria manufatureira do mundo e está em rápida ascensão em todo o mundo. Na União Europeia, por exemplo, há um interesse crescente em têxteis à base de celulose e fibras recicladas, à medida que o comportamento do consumidor tem mudado. Por isso, as marcas de moda enfrentam uma enorme pressão para produzir produtos eco-friendly.
Como parceira de tecnologia de processo, serviços e automação para a produção de fibra têxtil à base de celulose e à base de tecido reciclado, a Valmet, líder global no fornecimento e desenvolvimento de tecnologias, automação e serviços para os segmentos de celulose, papel e energia, vê um potencial significativo de negócios na indústria têxtil.
O uso de tecidos sustentáveis também está bem alinhado com a missão da Valmet de converter recursos renováveis em resultados sustentáveis. Na reciclagem têxtil, o potencial está atualmente se concentrando fortemente no mercado europeu, onde a União Europeia planeja interromper os aterros têxteis até 2025, e está pressionando cada vez mais por maior reciclagem de roupas. Em 2021, a Valmet anunciou dois grandes projetos na indústria têxtil. A empresa entregará os principais equipamentos para a planta de reciclagem têxtil da Renewcell, na Suécia, além de implantar a tecnologia de secagem para a fábrica de fibras têxteis da joint venture Spinnova-Suzano.
“A maior parte dos resíduos têxteis no passado foi para aterros sanitários, e até mesmo o tecido reciclado foi usado em uma aplicação de baixo valor agregado – por exemplo, como enchimento de móveis. A tecnologia da Renewcell é resultado de um amplo desenvolvimento de produtos e traz um novo produto de celulose solúvel para o mercado têxtil. A planta utiliza as tecnologias de preparação de massa, branqueamento e secagem da Valmet. Projetos como esse oferecerão novas oportunidades em toda a cadeia de valor” – Rickard Andersson, vice-presidente de negócios de processamento de fibras da Valmet.
A fábrica da Spinnova- Suzano produzirá fibra têxtil a partir de celulose ou fluxos de resíduos sem produtos químicos nocivos, com uso e emissões mínimas de água e sem desperdícios. “Existe um grande potencial para as tecnologias e experiência exclusivas da Valmet nos novos processos têxteis emergentes de base biológica. A colaboração com a Spinnova é um excelente exemplo do nosso forte foco na criação de inovações tecnológicas e como podemos criar novas oportunidades na indústria de fibras. E estamos constantemente desenvolvendo novos produtos e tecnologias”, afirma Jari Vähäpesola, presidente da linha de negócios de papel da Valmet.
Concurso tem como objetivo valorizar o design nacional e conta com premiação de até US$ 5 mil dólares, além de viagens a Milão aos três primeiros colocados.
No último dia 15, ocorreu a entrega do 1º Prêmio Adriana Adam de Design aos vencedores anunciados no final de 2021, no teatro do WTC, junto do Shopping D&D. Na ocasião, o arquiteto italiano e designer Gaetano Pesce, um dos maiores nomes da cena internacional ainda em atuação, e Marcelo Lima, arquiteto e crítico de design, que também é curador da premiação estiveram presente para celebrar esta primeira edição. Nascida sob a inspiração de Gaetano Pesce, a premiação, que tem como objetivo primordial revelar novos talentos do design brasileiro, visa trabalhar, igualmente, pela inserção dos jovens profissionais nos mercados nacional e internacional.
Cada um dos três vencedores foi contemplado com a execução de um protótipo de seu projeto para exibição promocional em mostras dentro e fora do país; valores em dinheiro, a depender de sua colocação e, ainda, uma viagem a Milão, Itália, para acompanhar a exposição coletiva das propostas vencedoras prevista para acontecer durante a 61ª edição do Salone del Mobile, de 7 a 12 de junho deste ano.
A sabedoria ímpar de Gaetano em reconhecer capacidades criativas e artísticas o levou, apesar da distância cronológica, a fazer questão de homenagear neste concurso um grande talento feminino brasileiro, jogando luz a uma história provavelmente ainda desconhecida pelos próprios brasileiros. O concurso busca de criadores dispostos a imaginar soluções verdadeiramente inovadoras para os objetos que povoam o nosso cotidiano: de móveis a luminárias, de tapetes a acessórios. Indivíduos aptos a compreender toda a complexidade das questões contemporâneas e, ainda assim, capazes de surpreender.
A avaliação final dos projetos foi conduzida por um corpo de jurados formado por especialistas do Brasil e do exterior e terá a originalidade de linguagem, a inovação técnica e o uso de novos materiais como critérios decisivos. A presidência de honra do júri ficará a critério de Gaetano Pesce. Para compor a banca, foram selecionados seis renomados e importantes profissionais da área no Brasil e no exterior. São eles: Glenn Adamson, curador, escritor e historiador radicado em Nova York, Estados Unidos. Acumula no currículo postos notáveis, como a direção do Museu de Artes e Design de Nova York e o cargo de Chefe de Pesquisa do Victoria & Albert Museum, de Londres; Silvana Annicchiarico, arquiteta, curadora de design independente, palestrante, crítica, pesquisadora e que desde 1998 é curadora da Coleção Permanente de Design Italiano do Triennale Milano, exercendo de 2007 a 2018 o cargo de Diretora do Triennale Design Museum de Milão; Christian Ullmann, formado em desenho industrial pela Universidade de Buenos Aires, Argentina, reside no Brasil desde 1996 e é coordenador de projetos do centro de inovação IED Brasil. Giancarlo Latorraca, arquiteto e doutorando em Design pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, FAU/USP, é Diretor Técnico do Museu da Casa Brasileira, MCB. Fernanda Sarmento, pesquisadora, curadora de exposições sobre design e também professora nos cursos de Arquitetura e de Design da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, FAU/USP e, para completar o time, Marva Griffin, fundadora e curadora do SaloneSatellite, evento especial dentro do Salone Internazionale del Mobile de Milão.
Afinadas com os objetivos e ideais do concurso, três empresas nacionais foram selecionadas como as grandes parceiras desta primeira edição: by Kamy, Itens Collections e Odara.
Projetos premiados
1° Lugar ESPELHO GUILHOTINE
Autor: Ricardo Lanfredi Peruzzolo
Criado por Ricardo Lanfredi Peruzzolo, 22, natural de Getúlio Vargas, Rio Grande do Sul, Guillotine é um espelho de piso, que tem como inspiração os antigos aparelhos de decapitação mecânica, inventados por Joseph Ignace Gillotin, em 1738, durante a Revolução Francesa. “Resolvi contrapor neste objeto duas ideias aparentemente antagônicas. O espelho, no que ele traz de prazer e a guilhotina.: um aparelho ligado à morte, à dor, ao sofrimento. Unindo a função do objeto (a de refletir o corpo), com sua inspiração formal, a guilhotina, minha intenção foi provocar uma reflexão sobre como a aparência perfeita pode hoje impactar negativamente a vida das pessoas. ”, explica o estudante de arquitetura e urbanismo.
Peruzzolo comenta ainda como, por meio de um objeto decorativo é possível realizar um alerta sobre os perigos da obsessão pelo ‘corpo perfeito’. Assunto de extrema relevância nos dias atuais, sobretudo nas redes sociais. “ A questão estará sempre presente, quer a peça esteja em um quarto, em um hall de entrada ou em um estabelecimento comercial”, pontua ele.
2° Lugar LUMINÁRIA AURIS
Autoras: Manoela de Assumpção Gazze, Victória Munhoz e Verônica Ribeiro.
Inspirada pelos troncos de árvores recobertos por urupês, cogumelos popularmente conhecidos no Brasil como orelhas de pau, Manoela de Assumpção Gazze, estudante de design da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, segunda colocada no 1o. Prêmio Adriana Adam de Design, explica que sua principal intenção, ao compor a luminária Auris, foi simplesmente levar um pouco da leveza e do frescor das matas para o agitado contexto urbano.
“Pensei em pétalas de papel vergê combinadas a delicadas hastes de alumínio. Ambos materiais, recicláveis. Já as pastilhas de LED, de onde provém a luz, garantem boas condições de luminosidade, consomem pouca energia e, por emitir pouco calor podem ser enclausuradas entre as pétalas com toda segurança”, explica a designer.
3° Lugar COLEÇÃO 22
Autor: Welison Barbosa dos Santos
Desenvolvida pelo designer curitibano Welison Barbosa dos Santos, 22 é uma coleção que traz à tona três conceitos da mais alta relevância no mundo contemporâneo: design, arte e empoderamento feminino. “A pluralidade é marca desta coleção, (composta por mesa, espelho e poltrona), que combinou, desde o primeiro momento de sua concepção, diferentes técnicas de produção: da tapeçaria à tornearia”, como pontua dos Santos.
Para o idealizador do concurso, porém, todas as atenções foram diretamente dirigidas ao desenho da mesa Cogumelo, à qual Gaetano Pesce atribui a terceira colocação no presente concurso. “Minha atenção se fixou imediatamente no desenho da mesa. O aspecto figurativo deste projeto é muito interessante. As diferentes alturas e formas são uma reminiscência das silhuetas orgânicas da natureza. E, com toda certeza, os recursos técnicos que dispomos hoje vão possibilitar a floração de todos os ‘brotos’ dessas superfícies, explica Gaetano.
Fonte: Prêmio Adriana Adam de Design e by Kamy.
Imagens: Rafael Renzo e Divulgação.
Entidade é responsável pela coordenação técnico-científica e educacional do Roboto Lab 2022.
Entre os dias 15 e 20 de março, a Japan House São Paulo promove a Roboto Lab, semana dedicada ao universo da robótica por meio de uma programação gratuita, que inclui exposição, apresentação de sumô entre robôs, oficinas e palestras com especialistas da área acadêmica e da indústria brasileira e japonesa. O Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), entre outras empresas e instituições, é parceiro e integra a equipe técnico-científica e educacional do evento.
“Estamos honrados em poder participar e colaborar com este evento de extrema importância para a agenda cultural de São Paulo como um todo. Além disso, esta é uma oportunidade única de levar o know-how do IMT, colaborando com o enriquecimento da programação técnico-científica e educacional da Roboto Lab” – Francisco Olivieri, superintendente-geral do IMT.
De maneira geral, a experiência oferece uma imersão completa no universo da robótica, uma vez que os visitantes poderão interagir com um painel que traz um “raio-x” dos robôs, o que permite seu controle. Entre as atividades, no dia 15 de março haverá a palestra com o tema “Competições robóticas e sua aplicação na sociedade”, com o Prof. Dr. Anderson Harayashiki Moreira, do curso de Engenharia de Controle e Automação do Instituto Mauá de Tecnologia, e o Prof. adjunto do Instituto de Tecnologia Nishinippon Yasunori Takemura. Além disso, com a coordenação técnica do IMT, serão promovidas apresentações de Sumô de Robô, nos dias 19 e 20 de março, com equipes universitárias de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Paraná e Amazonas, incluindo a equipe Kimauanisso Robotics Team da Mauá.
“Vale ressaltar, para os entusiastas em robótica, que no dia 16 de março, nosso professor Fernando Madani, coordenador do curso de Engenharia de Controle e Automação da Mauá, participará do encontro sobre o uso de robôs em ambiente produtivo industrial, o que mostra a importância da tecnologia e da robotização na cadeia produtiva. Sem dúvida alguma, será imperdível”, reforça Olivieri.
O Instituto Mauá de Tecnologia – IMT promove o ensino científico-tecnológico há 60 anos, visando formar recursos humanos altamente qualificados. Com dois campi, localizados em São Paulo e São Caetano do Sul, o IMT conta com um Centro Universitário e um Centro de Pesquisas. O Centro Universitário oferece cursos de graduação em Administração, Design e Engenharia, e agora também dois novos cursos – Ciência da Computação e Sistemas de Informação. Na pós-graduação, são oferecidos cursos de atualização, aperfeiçoamento e especialização (MBA), nas áreas de Gestão, Design, Engenharia e Tecnologia da Informação. O Centro de Pesquisas desenvolve tecnologias para atender às necessidades da indústria e atua como importante elemento de ligação entre as empresas e a academia.
SERVIÇO
Roboto Lab Data: de 15 a 20 de março de 2022 Local: Japan House São Paulo Endereço: Av. Paulista, 52, térreo – São Paulo, SP Ingressos: entrada gratuita
Tradicional Mostra Artefacto reúne relevantes nomes da arquitetura em ambientes na flagship que abordam a Natureza Modernista.
Nossa natureza é Modernista – tanto na arquitetura quanto na interação com o seu entorno. O DNA da Artefacto também é Modernista. Com 46 anos de história completos este ano, em pleno centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, a Edition 2022 estreia valorizando mais do que nunca essas características: a organicidade e originalidade do desenho, a sofisticação das matérias-primas naturais e a excelência do fatto a mano.
Foi assim que a Artefacto conquistou a liderança no Sul dos Estados Unidos e hoje está presente em projetos de alguns dos arquitetos mais renomados do planeta, como Norman Foster, Bjarke Ingels, Antonio Citterio, Herzog & de Meuron, Renzo Piano e Zaha Hadid. Do novíssimo Rosewood, novo point paulistano, ao Cipriani Club, em Nova York, além de hotéis de luxo que vão de Jumby Bay Island ao Hotel du Cap-Eden-Roc, no sul da França, nossa marca vai se perpetuando no tempo e no espaço.
Os espaços assinados por grandes profissionais brasileiros, cada qual à sua maneira, interpretam o lifestyle Artefacto com soluções inspiradoras que poderiam estar em qualquer lugar do mundo. Ana Rozenblit, Andrea Teixeira e Fernanda Negrelli, Bruno Carvalho, Chris Hamoui, Debora Aguiar, Erika Queiroz, Fábio Morozini, Lídia Maciel, Mariana Maran, Patrícia Penna e Roberta Zimmermann, participam desta edição da Mostra Artefacto 2022.
Ana Rozenblit
A paulistana Ana Rozenblit, diplomada em Arquitetura, bacharel em Administração e pós-graduação em Marketing, é a alma do seu escritório – o Spaço Interior, que atua tanto em projetos residenciais como corporativos, com ênfase no decor in/outdoor. Com projetos espalhados pela capital, litoral paulista, interior de São Paulo e Orlando, em sua estreia na Mostra Artefacto, Ana apresenta uma varanda de estar inspirada em mulheres fortes, como Silvia Braz e Carol Bassi. O espaço foge ao padrão de linhas retas e expande o orgânico para todos os cantos, combinando uma ampla gama de cores. Inspirado também na neuroarquitetura, o ambiente traz muita iluminação, ventilação natural e ampla circulação, num escopo que visa promover a saúde e o bem-estar físico/mental dos moradores. Para Ana, a assinatura Artefacto remete a produtos assinados e exclusivos, que fazem toda a diferença na planta, além do cuidado com cada detalhe, desde a concepção do móvel, passando pela ergonomia até a definição de acabamentos e matérias-primas. “A Artefacto é uma marca brasileira que nos enche de orgulho e tem muita história para contar. O tempo de mercado, o pós-venda, os detalhes que fazem a diferença na peça e a valorização do profissional são os principais diferenciais desta empresa que amamos”, afirma.
Fotografia – Raphael Briest
Andrea Teixeira e Fernanda Negrelli
Para elas, o céu é o limite. O escritório das sócias Andrea e Fernanda tem projetos realizados na capital, interior e litoral de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia, Rio de Janeiro, Florianópolis, São Luís do Maranhão, Lençóis Maranhenses, Miami, Londres, Suíça, Itália, Paraguai e Argentina. Com assinatura autoral, o duo desdobra uma linguagem eclética que aciona materiais naturais e tons mais quentes, colunas elaboradas em marcenaria, palhas de seda, camurças, madeiras, pedras rústicas, tecidos e, claro, o mobiliário selecionado – entre outros aspectos que caracterizam uma narrativa reconhecível a quilômetros de distância. Veteranas de Mostras expressivas (incluindo as da Artefacto), desta vez elas apostam no aquecimento visual do ambiente por meio do uso de tons terrosos mesclados ao mel da madeira e da pedra em destaque da lareira. São 115 metros quadrados onde a harmonia entre rusticidade e sofisticação se faz presente em cada detalhe. Ambas acreditam que a casa é símbolo de proteção, união e bem-estar e, por isso, é um lugar sagrado e que merece produtos Artefacto, uma marca que, acreditam, “está sempre à frente de seu tempo, tem conceito com qualidade e design. Uma empresa consolidada com o compromisso e diferenciada no mercado, com atendimento impecável, produtos únicos, personalizados, atemporais e com muita personalidade para os projetos”.
fotografia – Raphael Briest
Bruno Carvalho
O capixaba (e supercosmopolita) Bruno Carvalho tem entre suas memórias mais inaugurais uma paixão avassaladora por tudo aquilo que se refere à casa – e as coisas da casa. Desde muito cedo, decidiu converter essa paixão – e a sua arte – também numa profissão. Com forte atuação no segmento de decor há mais de 20 anos, o designer de interiores já cravou projetos em destinos tão plurais quanto Rio, São Paulo e Miami (onde acaba de abrir filial de seu escritório), favorecendo em sua linguagem uma mistura dos gêneros feminino + masculino e das linhas retas com o gesto mais orgânico/desconstruído: tudo isso resulta numa estética peculiar que corresponde à sua assinatura autoral. Com sete participações em Mostras Artefacto, desta vez ele apresenta um grande living feito sob medida para quem gosta de viver e receber em casa. Ao longo dos 100 metros quadrados projetados, Bruno desdobra um ambiente modernista com uma imensa lareira esculpida em pedra natural e envolvida por um lounge elegante e confortável, que conta com sofá e poltronas by Artefacto. Inspirado também pelas curvas das pinturas e dos jardins de Tarsila Amaral e de Roberto Burle Marx, respectivamente, o profissional sugere unir conforto e ergonomia com tecnologia e gadgets de ponta, apresentando assim um living que é uma verdadeira ode às mais diversas maneiras de viver/conviver. Sobre a parceria com o label que se tornou líder até no Sul dos EUA, Bruno é objetivo: “A Artefacto é um sonho de consumo, totalmente capaz de deixar clientes e profissionais felizes – isso sem mencionar a excelência no atendimento antes, durante e depois das vendas”.
Fotografia – Marco Antonio
Chris Hamoui
Nascida na capital paulista, Hamoui foi uma criança desde sempre inclinada para as artes plásticas em geral. Seguiu a intuição e decidiu cursar Design de Interiores e, desde então, iniciou sua trajetória de sucesso que completa 20 anos no segmento de decoração e conta com projetos em São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pará, Alagoas, Bahia, além de MIA, NY e MX. Para esta que é a sua décima segunda participação na Mostra Artefacto, Chris utilizou madeira envernizada em tom médio nas paredes, criando assim uma atmosfera aconchegante junto com a lareira em mármore que ocupa uma área farta do living integrado com jantar/gourmet. No espaço de 110 metros quadrados, o destaque fica por conta do mobiliário selecionado – são as peças desenhadas pela Artefacto que injetam sofisticação e atemporalidade neste ambiente. “Acredito que o futuro está sempre próximo. Por isso, estamos sempre buscando novidades, sempre nos atualizando para adequar as necessidades e bem–estar do cliente”, revela a profissional sobre as inspirações que movimentam o seu trabalho. “A Artefacto se mantém no mercado de luxo há mais de 45 anos e é famosa pela produção de móveis com design sofisticado, ricos em detalhes que enobrecem os ambientes. Uma empresa que sempre zelou pela qualidade e atendimento especial com os profissionais e clientes”, garante.
Fotografia – Raphael Briest
Debora Aguiar
O escritório da veterana – e icônica – Debora Aguiar – pinçada pelo Google como uma das primeiras entre as profissionais mais consagradas da arquitetura no País – tem projetos no Brasil, EUA, Canadá, México, Belize, Uruguai, Argentina, África do Sul, Portugal, França, Suíça, Angola e Dubai. Atuante em Mostras Artefacto desde 2004, neste ano ela revela o espaço “Green Lounge”, projeto de 100 metros quadrados permeado por jardins em todas as laterais e ambientes integrados com total flexibilidade de uso – em boa parte, por conta do mobiliário Artefacto. Há uma suave setorização entre a sala de jantar e o lounge multiuso, mas a visualização de todos os espaços é preservada, o que garante a sofisticação necessária/desejada. “A minha maior inspiração foi refletir no projeto algo que eu acredito muito: uma casa confortável, sofisticada na medida certa – e atemporal. Ao mesmo tempo, é uma casa viva, que convida a natureza para dentro numa inspiração mais Mies van de Rohe”, revela sobre as aspirações modernistas. Para Debora, a somatória de empreendedorismo, visão de futuro, variedade de produtos, controle de qualidade e atendimento fazem da Artefacto marca incomparável. “São o empreendedorismo e o profissionalismo de uma empresa completa, com profissionais competentes que incrementam e engrandecem ainda mais seu propósito, sempre preocupada com a qualidade de seus produtos, de suas equipes e, por consequência, do seu atendimento final. Com a imbatível somatória de sucesso, é uma honra fazer parte dessa história”, atesta.
Fotografia – Debora Aguiar
Erika Queiroz
Uberabense das mais antenadas, Erika Queiroz decidiu cursar Arquitetura na universidade de sua cidade-natal a partir de uma paixão que teve desde sempre – a possibilidade de criar lares para as pessoas e, assim, fazer parte da concretização de seus sonhos de vida. O escritório atua hoje em arquitetura e interiores, com projetos espalhados por todo território nacional e também no circuito internacional. Nesta que é a sua quinta participação em Mostras Artefacto, Erika apresenta um ambiente exclusivo de 115 metros quadrados, composto por living com jardim preservado, sala de jantar e quarto. A arquiteta buscou a fluidez das formas por meio de móveis arredondados e orgânicos num contraste aos outros mais retos, além de texturas selecionadas por serem convidativas ao toque e estimularem os sentidos: tato e visão, sobretudo, criando assim um ambiente mais aconchegante e muito mais acolhedor, dentro do mood “Modernismo Natural” que baliza o tema da edição. Para Erika, “hoje a arquitetura não se resume só aos desenhos e cálculos – ela envolve também o bem-estar físico e mental da sociedade. Esse é o futuro da arquitetura de interiores: englobar a construção de maneira harmônica entre o ambiente físico e as pessoas”. Sobre a Artefacto, Erika Queiroz é categórica: “A Artefacto é uma empresa impecável! Atendimento, qualidade dos produtos e entrega são perfeitos”, garante.
Fotografia – Raphael Briest
Fabio Morozini
À frente do escritório que define como “neo-upbeat”, o elegantérrimo Fabio Morozini já realizou mais de 250 projetos em interiores. Para essa participação na Mostra Artefacto, o ambiente criado pelo arquiteto tem 60 metros quadrados e vem dividido em um grande living, com lareira e lounge, sala de jantar com bar/balcão, ampla suíte e hall de entrada com home office super funcional. Os destaques dessa verdadeira zona de ser, ter, haver e estar ficam por conta do mobiliário especial customizado, cuidadosamente escolhido por Morozini. O tema da mostra – “Natureza Modernista” – inspirou a criação autoral de um abajur, além da lareira brutalista, toda em mármore, e de plantas verdadeiras (muitas delas) como antúrios e guaimbês que remetem ao mood do “sinta-se em casa”, tão característico do movimento modernista. Para Fabio: “A Artefacto significa família. Família que te abraça, te puxa, te põe pra cima. A marca tem absoluto cuidado com as cores, os materiais, os acabamentos, o feito à mão – tudo isso resulta num mobiliário sofisticado, de qualidade, que passa de geração para geração. Algo que as pessoas querem ter. Com excelente posicionamento no Brasil e também no mercado internacional, pós-venda, produtos e atendimento impecáveis, sou muito feliz com essa parceria iniciada em 1995 e, durante todos esses anos, pude impulsionar esse crescimento – e também crescer junto”, celebra.
Fotografia – Raphael Briest
Lídia Maciel
Formada em Arquitetura e com MBA em Gestão Empresarial para Arquitetos, Lídia fundou seu escritório há 13 anos, por meio do qual hoje atende os segmentos residencial e comercial. A marca registrada de seu trabalho – que une funcionalidade à leveza – pode ser conferida em vários destinos do Brasil e também no exterior: em Punta del Este, Uruguai e Miami. Nesta que é a sua quarta participação em Mostras Artefacto, a profissional apresenta um espaço exclusivo de 98 metros quadrados divididos em generoso living com lareira e área de jantar com apoio do bar – tudo rasgado por janelões em que ela descortina a luminosidade, uma das características mais vibrantes do modernismo. Clean, minimalista e superelegante, o ambiente aborda com sutileza e propriedade o tema da mostra (“Natureza Modernista”) por meio de elementos como o piso paginado de forma geométrica em pedra natural (remetendo ao cubismo e dialogando com as telas em óleo de Milton da Costa) e das linhas sinuosas e orgânicas, eventualmente quebradas pela disposição das obras e, é claro, do mobiliário selecionado especialmente para o projeto. “A escolha dos produtos, como o grande espelho redondo, também remete às formas puras do Modernismo. A cereja do bolo fica por conta da curadoria de artistas icônicos, como Tarsila do Amaral, Iberê Camargo e Rubem Valentim, além do escultor Bruno de Giorgi (principal escultor Modernista do Brasil) representado em um totem que dá as boas-vindas”, detalha. Sobre a Artefacto, a arquiteta afirma: “É uma marca com versatilidade na ampla composição da linha de produtos e acabamentos, muita solidez e qualidade, com olhar voltado para a excelência em todos os setores.
Fotografia – Marco Antonio
Mariana Maran
Mariana Maran, profissional de Dionísio Cerqueira, interior de Santa Catarina, coleciona histórias de pessoas, seguidores no instagram e projetos bem sucedidos – seu escritório, o Oka Arquitetura, é um fenômeno tanto em volume quanto em qualidade. E é com esses predicados que ela levou o tema “Natureza Modernista” às últimas consequências em seu ambiente de estreia na Mostra Artefacto. Começou pelo exercício da casca, rasgando um domus no teto que descortina a cidade, em forma orgânica, inspirada em Burle Marx. Por ali pendurou mais de 100 kokedamas naturais, além da instalação botânica que opera como lustre na sala de jantar. Mix de living, adega, biblioteca e jantar, seu espaço, encapsulado por marcenaria autoral, alterna high-design internacional de primeira – como o papel de parede e os vasos de Fornasetti – com o melhor da mobília nacional tipo exportação da Artefacto. Outros gestos modernistas são percebidos nos brises, cobertos por musgos naturais, nos desenhos dos tapetes autorais, nas tapeçarias de Tarsila do Amaral e nas formas curvilíneas dos sofás Argand e das chaises long Indiana, amparados por curadoria de arte impecável que passa por nomes como Emanoel Araújo, Macaparana e Ana Tavares. “Vivo numa casa modernista, assinada por uma equipe que trabalhou com o próprio Niemeyer. Faz parte do meu estilo de vida e foi isso o que decodificamos aqui”, conta.
Fotografia – Marco Antonio
Patricia Penna
Graduada em Design de Interiores, Arquitetura e Urbanismo, Patricia Penna atua há mais de 25 anos no segmento, realizando projetos no Brasil e no exterior que vão desde os corporativos funcionais aos residenciais conceituais, com elevado interesse/engajamento em artes plásticas. Presente nas Mostras Artefacto desde 2009, Patricia parte do zero no passo e no compasso, com grande envergadura arquitetônica, descortinando a poderosa área gourmet pronta para uso real, ocupando toda a área externa do terceiro andar da flagship store na Haddock Lobo, com vista rasgada para o skyline do bairro dos Jardins – um dos endereços mais exclusivos de São Paulo. Com área total de 180 metros quadrados, o projeto compreende living, jantar e cozinha, além dos espaços multiuso repletos de charme nas entrelinhas. “Criamos um lugar que pela própria condição – coberto/descoberto, indoor/outdoor – possibilita diferentes tipos de uso e experiências, uma espécie de oásis urbano, funcional, confortável e sofisticado, que pode estar num rooftop, como é o caso, ou facilmente ser parte do apartamento de um cliente”, explica. “Inspirada no Modernismo, fizemos um ambiente amplo, bem iluminado e absolutamente integrado à área externa e ao paisagismo”, revela. Para a arquiteta, “a Artefacto prima pela qualidade, desde o desenho das peças à sua execução. O atendimento é personalizado, a entrega é feita com uma eficiência sem igual e um pós-venda incomparável. O cliente é informado durante todo o processo sobre prazos e/ou alterações. Enfim, poucas empresas do segmento no Brasil prezam tanto pela satisfação do cliente final. A experiência de compra do consumidor Artefacto é única! Design, qualidade, atendimento e pós-venda incomparáveis”.
Fotografia – Raphael Briest
Roberta Zimmermann
Graduada em Arquitetura e Urbanismo e com pós-graduação pela Parsons School of Design (Nova York), Roberta Zimmermann atua no segmento desde que completou 20 anos de idade, com seu escritório entregando projetos concluídos em CEPs variados Brasil afora. Sofisticada e autoral, adepta das conexões com a moda e uma série de outras referências culturais que dialogam entre si, nesta participação na Mostra Artefacto, Roberta apresenta 70 metros quadrados divididos entre lounge, sala de jantar e hall de entrada, com destaque total para o mobiliário Artefacto de linhas orgânicas e fluidas. “Usamos materiais nobres e sofisticados – lâmina de madeira, linho, couro e algodão trazem a natureza para nossa sala Modernista e cosmopolita”, revela. Sobre a Artefacto, a arquiteta ressalta que a marca “é o grau máximo da sofisticação! Em todas as pontas a Artefacto é impecável, desde o design do produto, qualidade dos materiais, passando pelas lojas lindas (e com o melhor bolo de chocolate do mundo!) até o suporte no pós-vendas. A empresa é indiscutivelmente única, não há uma concorrência nacional no segmento, pois é uma marca brasileira com design europeu e brand marketing global”, finaliza.
Cores neutras e suaves transmitem leveza e atemporalidade neste Triplex reformulado para unir.
A premissa conceitual adotada para este projeto idealizado pela arquiteta Denise Barreto foi priorizar ambientes interligados para ganhar amplitude e luminosidade em todas as áreas. Contemporâneo e clean, este apartamento de 600 m2 localizado em São Paulo ganhou espaços baseados em materiais naturais, cores neutras e iluminação clara, conforme solicitação do cliente.
Uma das solicitações era ampliar a área de lazer no 2° pavimento, fechando varandas e criando coberturas retráteis. A área gourmet e churrasqueira foram integradas com deck e lounge à piscina, que ganhou fechamento em vidro, a fim de dar profundidade ao espaço. Neste piso também estão a mesa de Bilhar, home teather para visitantes, área de jantar e cozinha integrada.
“A influência que a minha formação de Arquiteta e Paisagista tem no projeto de interiores é que crio uma nova paisagem interna para meu cliente viver!” – Denise Barreto
Os recortes em lajes pré- existentes para conseguir o pé-direito duplo ou triplo foram feitos usando uma técnica de reforço com fibra de carbono aplicada ao concreto, que permite realizá-los sem reforços excessivos. O conceito foi priorizar ambientes integrados e fluidos. Marcenaria, armários e painéis foram todos executados pela Bontempo. Móveis Artefacto e Líder Interiores.
Gourmet e churrasqueira integram a piscina com deck e lounge. Revestimento da piscina é Portobello Shop Gabriel. Cobertura e deck foram feitos sob medida em madeira por fornecedor próprio.
O pavimento inferior é uma unidade completa residencial, com cozinha, sala de almoço, terraço, área de meditação, home teather, suíte master, suíte dupla para os filhos gêmeos e quarto de hóspedes. A escada vazada com guarda-corpo em vidro interliga os 3 andares, permitindo que as outras áreas sejam preservadas. Um escritório, para negócios e trabalho, ocupa o 3º pavimento. A Construção é da Pronto Engenharia.
No home inferior, o mármore negro desenha a parede e cria a identidade desta área. Contemporâneo e clean, o espaço recebeu materiais naturais, cores neutras e iluminação clara. Revestimentos Portobello. Móveis Artefacto e Líder Interiores. Painéis Bontempo.
As lajes recortadas para receber a nova escada metálica, revestida em mármore e transparente nas suas laterais, deixou transparecer a relação entre os revestimentos nos três pisos. Painéis de madeira clara se alternam a revestimentos com cimento queimado e detalhes em pedra.
Projeto traz proposta com desenho único e forte presença do concreto aparente.
Volumetria e forte presença do verde. O Leopoldo 1201, projeto de aflalo/gasperini arquitetos, com 10.974 m2 de área construída na Rua Leopoldo Couto Magalhães, no bairro Itaim Bibi, São Paulo, explora o movimento dos terraços, com lajes em concreto aparente em diversas espessuras, com inclinações em diferentes direções, revelando significativa diversidade de linguagens da edificação.
Os terraços com jardineiras promovem identidade exclusiva, com muito charme. A vegetação adequa-se às condições de insolação e possui irrigação automática controlada pelo condomínio. São, ao todo, 22 pavimentos com uma unidade cada de 269 m2; a cobertura duplex conta com 520 m2.
“A aflalo/gasperini une tradição e inovação no desenvolvimento de soluções arquitetônicas, criando uma arquitetura que dialoga com a cidade e as pessoas, priorizando em projetos o tripé Meio Ambiente, Qualidade de Vida e Mobilidade” – aflalo/gasperini arquitetos.
Sistema construtivo em concreto, sendo a composição da fachada destacando o aparente e o peitoril dos terraços em ferro, combinados com revestimento marrom e brises de madeira. O edifício apresenta grandes caixilhos em alumínio e vidro, assegurando refinamento ao projeto.
Design biofílico destaca a fachada do residencial Leopoldo 1201, com terraços inclinados e angulados em concreto aparente. A vegetação foi escolhida de acordo com a incidência solar e reforça a praticidade e a conduta sustentável do projeto.
No pavimento térreo, uma caixa também em concreto aparente com brises de madeira resguarda o hall de entrada de acesso e o salão de festas, este se abrindo para um jardim lateral. O desing de interiores do projeto foi desenvolvido pelo escritório Gui Mattos Arquitetura e o paisagismo por Rodrigo Oliveira Paisagismo. Piscinas indoor e outdoor.
Do desenho à escolha de materiais e de processos construtivos, a aflalo/gasperini arquitetos soma 26 projetos com o LEED, importante e rigorosa certificação ambiental. Foi vencedora, na categoria High-Rise Building, da ACI Excellence in Concrete Construction Awards 2021, da American Concrete Institute.