INDÚSTRIA 4.0 – O futuro da construção civil

Conheça as novas tecnologias, já em uso por arquitetos e empresas do setor de construção e acabamentos, para reduzir tempo e garantir a aprovação do cliente.

 

 

Definitivamente a construção civil mudou. Desde os produtos – cada vez mais sustentáveis e tecnológicos – até as novas ferramentas de projeção, que estão transformando o mercado, com softwares capazes de reduzir o tempo, não só no canteiro, mas também no sistema de gestão de obra. Neste sentido, a startup Ambar, presidida por Bruno Balbinot, lançou o EVA, um software que integra a cadeia da construção, com qualidade e conexão em todas as fases da obra, do projeto à moradia.

 

“As informações dos projetos, arquitetura, estrutura, instalações e outros, bem como todas as metodologias e processos construtivos, ou seja, as famosas ‘receitas de como se constrói’, são inseridas no mainframe e a partir dele, o planejamento e o orçamento são gerados automaticamente. Além da integração dos processos, o objetivo da plataforma é gerar qualidade, sustentabilidade e criar um data lake responsivo para gerar análises que evoluam o mercado da construção civil.” – Bruno Balbinot, presidente da Ambar.

 

Já na obra, as sequências de execução são fornecidas aos empreiteiros, que executam as tarefas e realizam as medições automaticamente em um aplicativo desenvolvido para coletar as informações nos canteiros. Estas informações são conectadas no mainframe e a equipe de controle de qualidade da construtora aferi a qualidade e libera as tarefas. Desta maneira, o avanço físico da obra é realizado on-line, portanto, a construtora visualiza o andamento dos projetos e das obras por intermédio da Business Intelligence (BI). Balbinot que apresentou a ferramenta na Construdigital – o primeiro evento de transformação digital no setor da construção, que aconteceu em outubro de 2019.

Neste momento, o EVA é viável para uma obra a partir de 200 unidades, porém, em entrevista para a Casa e Mercado, Bruno Balbinot revelou que os esforços estão concentrados também no aplicativo Thomas – um sistema de monitoramento de consumo de energia em tempo real nas residências, que tem como público o consumidor final.

 

Oculos Virtual

 

 

Realidade Virtual
Já reproduzir ambientes ou projetos inteiros, antes mesmo de começarem a ser construídos é o conceito da realidade virtual, que utiliza o óculos VR para causar a sensação de imersão no projeto. “O cliente tem a sensação real de estar dentro do ambiente, o que traz inúmeros benefícios, como aumento das possibilidades de visualização e experimentar as reais proporções do espaço, mobiliário, cores e luminosidade”, explica Danielle Otsuka, da Lilutz Interiores. Até poder ser visto pelo VR, o projeto passa pelo conteúdo imersivo – que se trata da construção do projeto em 360°, com todos os acabamentos especificados pelo arquiteto já renderizados – em seguida, pelo aplicativo de realidade virtual onde o projeto é lido, e por  fim, apresentado com a utilização dos óculos VR.

 

“Com todos estes benefícios, o cliente fica mais seguro de suas escolhas e satisfeito com o produto final. A ferramenta é nova, por isso ainda onera um projeto residencial unifamiliar, o que faz os clientes escolherem apenas alguns ambientes especiais para ter uma visão prévia do resultado.” – Danielle Otsuka, Lilutz Interiores.

 

A partir desta experiência, o cliente pode alterar cores e revestimentos, reduzindo o tempo em reuniões e revisões de projeto. A designer trabalha com esta tecnologia desde 2018 – quando quis surpreender um cliente muito conectado à tecnologia – mas gostou tanto do resultado, que sempre oferece esta possibilidade aos clientes.

 

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Informação é poder
Devido ao volume e padrão de construção, as construtoras já utilizam as novas tecnologias com mais frequência. É o caso da MRV, que ganhou o prêmio Excelência BIM, organizado pelo SindusconSP (Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo) durante o 10º Seminário Internacional BIM, que aconteceu na capital. O BIM consiste em um modelo virtual, composto por um conjunto de informações geradas e mantidas durante todo o ciclo de vida da construção de um empreendimento. Trata-se de uma construção virtual equivalente a uma edificação real, que servirá de base para várias tecnologias que estão surgindo na construção civil como a impressão 3D, realidade aumentada, realidade virtual, inteligência artificial e robotização nos canteiros de obra”, afirma o gestor executivo de Projetos, Flávio Paulino A tecnologia é parte de uma estratégia de inovação da companhia, que implantou o BIM em 2015.

 

Como o BIM percorre em todas as etapas da construção, foi necessária uma estratégia de implantação gradual, visando o intercâmbio de dados de todo o ciclo. Os maiores ganhos hoje estão ainda na fase de projetos, onde desenvolvemos projetos integrados, automações de processos repetitivos de modelagem, maior assertividade na concepção do projeto, comunicação multidisciplinar através do modelo e utilização do modelo nas tomadas de decisões.” –  Flávio Paulino, gestor executivo de Projetos.

 

O BIM é a espinha dorsal para industrialização e automação da construção civil, que permite conexão com outras tecnologias como, a realidade virtual, a realidade aumentada, drones, escaneamento a laser e colaboração na nuvem, visando a melhor comunicação, colaboração e interpretação dos projetos no canteiro de obra. Existem ainda outras possibilidades como impressão 3D, IoT e inteligência artificial que podem ser conectadas no futuro. Além das aplicações conectadas ao BIM, temos outros softwares desenvolvidos internamente para gestão da obra, planejamento, resistência de concreto, entre outras”, afirma Flávio.

 

Acreditamos que a tecnologia BIM é a grande base para a transformação digital da construção civil. Posso citar alguns movimentos fortes no mercado que corroboram a importância do BIM para o futuro, como o Decreto Presidencial Nº 9.983, de 22 de agosto de 2019, com o objetivo criar uma estratégia de disseminação do BIM, órgãos estaduais e municipais com várias iniciativas de padronização para utilização da ferramenta em licitações, bancos como agentes financiadores da construção para garantir qualidade e transparência aos contratos, entre outras iniciativas. 

 

MRV Tecnologia BIM Crédito Nitro Imagens

 

 

Biblioteca BIM 
De olho nos benefícios da integração de dados, a Suvinil lançou a BIMobject Cloud, uma plataforma para conteúdo BIM, específico do fabricante. Nela, os fabricantes cadastram seus produtos, inserindo uma descrição detalhada, e a partir disso são criados modelos digitais inteligentes dos produtos, alguns em 3D, que podem ser baixados e usados gratuitamente por profissionais de design, arquitetura e construção, para fazer simulações de seus projetos. Os produtos são discriminados por categorias e ficam disponíveis para download gratuito.

 

“As empresas compartilham importantes dados para projetos do setor de construção civil. Além da descrição completa de cada produto, desde as características físicas até as funcionais, são criados modelos inteligentes, que podem ser usados para fazer simulações de projetos reais.” –  Kleber Temmerik, porta-voz do tema na Suvinil.

 

Na BIMobject Cloud é possível encontrar produtos distribuídos em 22 categorias, que vão de AVAC a tecidos. “Com os objetos disponíveis na plataforma, os profissionais podem experimentar como o prédio funcionará sob diferentes condições, como checar se a luz do ambiente será suficiente”, exemplifica Kleber. Isso ajuda a otimizar o desempenho e a eficiência de custos de uma construção, inclusive depois de ter sido entregue. Na BIMobject, as informações sobre os produtos são alimentadas pelos próprios fabricantes, o que torna as estimativas ainda mais precisas e reduz a necessidade de retrabalhos. Os objetos da plataforma são atualizados automaticamente à medida que os produtos e as informações do produto mudam, para não haver riscos devido desatualização dos arquivos. Um trabalho colaborativo que gera conexões, aprendizados e resultados efetivos. 

 

vista do Fosco Completo com as cores disponiveis em Revit OK

 

 

 

 

Por Redação
Imagens: Divulgação

Estádio é inaugurado para a Copa do Mundo 2022

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O arquiteto catariano Ibrahim M. Jaidah ficou à frente do projeto e homenageou o tradicional boné gahfiya

 

Um dos eventos mais esperados, que acontece a cada quatro anos, é sem dúvida a Copa do Mundo FIFA. No próximo ano, o Catar será palco dos jogos desportivos, e receberá milhares de pessoas do mundo todo. Em Doha, o Estádio Al Thumama acaba de ter suas obras concluídas.

A estrutura do novo Estádio, que possui capacidade para abrigar até 40 mil pessoas, é uma verdadeira homenagem e reflexo da cultura de Catar. O arquiteto catariano Ibrahim M. Jaidah ficou à frente do projeto e o fez baseado em um boné gahfiya, uma homenagem ao clássico “boné árabe”. O nome “Al Thumama” foi dado em homenagem a uma árvore encontrada na cidade, que é como se fosse uma joia nos entornos do local.

 

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Após a Copa do Mundo, a capacidade do estádio será reduzida, com a retirada de 20 mil assentos das arquibancadas superiores. Em seu lugar, será construído um hotel boutique com 60 quartos voltados diretamente para o campo.

 

“Lembro-me daquela noite, coloquei minhas mãos em todos os tipos de gahfiyas para estudar os diferentes padrões de cada um. Sempre o usei quando criança, no entanto, não esperava ver todas as formas diferentes e a profundidade de seus desenhos” – Ibrahim M. Jaidah

 

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Fonte: DesignBoom

Imagens: Divulgação

 

 

 

 

 

 

Instituto Favela da Paz é uma das construções mais sustentáveis escolhidas pela COP26

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O Instituto ficou entre os 8 escolhidos na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima de 2021, como um dos projetos mais sustentáveis do mundo que envolvem a questão urbanística e de conexão com as necessidades das comunidades aonde estão inseridas.

Em sua 26ª edição, a Conferência das partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que aconteceu de 01 a 12 de novembro, na cidade de Glasgow, na Escócia, escolheu 8 construções entre as mais sustentáveis do mundo. Para isso, levou em conta as soluções aplicadas aos edifícios que podem ajudar o planeta a combater as mudanças climáticas. O Instituto Favela da Paz, localizado no Jardim Ângela, em São Paulo, está entre os escolhidos. O projeto para construção da nova sede do Instituto, que segue diretrizes de sustentabilidade sócio ambiental, já está em fase de captação de recursos e foi assinada pelo Atelier O’Reilly.

O Instituto foi citado junto com projetos como uma escola privada construída toda em bambu em Bali, na Indonésia, e o projeto Tecla, com casas de barro feitas via impressoras 3D a partir de argila crua inteiramente colhida na própria região de Massa Lombarda, na Itália. Entre suas principais características, estão a construção com sistemas híbridos como woodframing, metálica e concreto armado, além de mais de 43 estratégias sustentáveis bioclimáticas ativas e passivas que tem como objetivo reduzir o impacto ambiental, formar mão de obra qualificada na comunidade e promover a saudabilidade dos espaços para o seu público com a utilização de materiais com zero toxicidade. Geração de energia, tratamento de água e a autossuficiência na operação do edifício.

O Jardim Ângela já foi considerado pela ONU um dos lugares mais perigosos para se viver. As ações desenvolvidas pelo Instituto foram capazes de pacificar em parte esta comunidade e hoje, buscam a ampliação através da nova sede e requalificação do entorno, para apresentar-se como um modelo a ser replicado.

 

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Conforme explica Patrícia O’Reilly, autora do projeto da nova sede do Instituto Favela da Paz, as propostas de edificação e urbanização imputam, como ferramentas de transformação, ações que atendem a erradicação da pobreza com formação de mão-obra aplicadas na construção do edifício, como impulso econômico local, reduzindo a desigualdade e educando para a implantação de sistemas construtivos híbridos que permitem o acesso a uma nova forma de fazer.

“o projeto em si e a requalificação urbana do seu entorno geram conexões, além de estabelecerem um diálogo produtivo entre a cooperação e o comportamento social e ético da comunidade” – Patrícia O’Reilly

As etapas do processo e inclusive o que será realizado após sua entrega oferecem, também, novas oportunidades de geração de renda, conexão com o espaço público, e estimulam a sensação de pertencimento do lugar de forma sustentável. Pessoas, arquitetura e urbanismo se entrelaçam na estruturação de um complexo integrado que estabelece um novo paradigma diante das possibilidades de interação que a tecnologia oferece propiciando encontros virtuais que celebram e acessam uma visão de mundo expandida para a também nova realidade do planeta.

 

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Saiba mais sobre o projeto e a captação de recursos aqui:

http://atelieror.com/?portfolio=nova-sede-instituto-favela-da-paz

 

 

 

Presença SOLAR

Projeto prioriza bem-estar e cria ambiente interno totalmente integrado ao externo, configurando uma grande área de lazer.

 

Moderno e contemporâneo, este projeto elaborado pela Hayasaki Arquitetura para um casal com um filho pequeno prioriza a qualidade de vida. Com 700 m2 e localizada em São José do Rio Preto, a reconstrução da casa deveria trazer ambientes integrados, visando a convivência dos moradores com família e amigos. Um pedido especial é que o filho pudesse desfrutar de ambientes amplos e iluminado.

A varanda acabou virando uma grande sala, com vista para o paisagismo e para a piscina, unida à uma área gourmet pensada para bem receber. Para que a luz natural invadisse o ambiente, foi criado um pergolado de madeira e um teto de vidro automatizado, retrátil. Madeira, concreto e vidro são elementos de destaque e foram muito utilizados para trazer um design mais moderno à residência.

 

 

A Arquitetura deve ser pura, leve, integrada e humanizada, o ambiente tem que trazer sentimentos de felicidade plena gerando o equilíbrio e a qualidade de vida.” – Hayasaki Arquitetura

 

O piso de porcelanato polido deu amplitude ao pé direito e ilumina ainda mais os ambientes. Todo automatizado e tecnológico, da construção às soluções para iluminação, irrigação e lazer, o projeto também teve um viés sustentável e fez uso de madeiras naturais de reflorestamento, criando aberturas que se integram à natureza do paisagismo. 

O pergolado feito em Cumaru permite que a luz natural invada o ambiente por completo, planejado para unir e receber amigos e familiares. O piso de porcelanato é da Portobello e a mesma madeira Cumaru do pergolado revestiu paredes. Os armários são Florense e os eletrodomésticos são da UD House.

 

 

A varanda contempla o paisagismo da área externa. O uso de concreto usinado, onde os perfis de pilares e vigas não aparecem, deixa a varanda minimalista. Janelas e portas são de alumínio e o vidro temperado gera mais conforto ao ambiente interno.

Madeira, concreto e vidro são elementos de destaque e foram muito utilizados para trazer um design mais moderno à residência. Os decks da piscina reutilizou madeiras já existentes na casa e a iluminação automatizada é da Antares.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Redação
Imagens: Xavier Neto

 

Calu Fontes lança livro com obras inéditas na Livraria da Vila

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Há quase dois anos sem eventos presenciaislivraria recebe a artista plástica para lançamento que celebra 20 anos de sua trajetória.

 

Após quase dois anos de encontros e lançamentos exclusivamente digitais, a Livraria da Vila terá seu primeiro evento presencial. No dia 26 de novembro, à partir das 17h, a unidade Fradique Coutinho recebe a artista plástica Calu Fontes, que lança “Calu Fontes”, da editora WMF Martins Fontes, livro em celebração aos seus 20 anos de trajetória. 

Dividido em dois volumes, Calu Fontes tem coordenação editorial de Luciana Farias Baba Vacaro, texto da jornalista Cristina Ramalho, design da Bloco Gráfico e imagens do fotógrafo e artista Ding Musa. Durante o processo de concepção do livro, Calu volta às origens, revisita trabalhos antigos e, com a intenção de produzir um livro de artista, dá vida a novas criações.  

 

Foi um processo de revisitação, uma viagem de descobrimento, e incorporei tudo que estava nesse percurso. Os dois volumes são uma narrativa criada a partir do meu olhar para o passado e de um desejo de me abrir para o novo” – Calu Fontes

 

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As páginas estampadas por obras da artista, que desde sempre utilizou ilustrações para se expressar, reúnem uma diversidade de elementos, linguagens e suportes orquestrados de forma harmônica.  A capa que abraça os livros, um invólucro transparente com serigrafia dourada, tem como objetivo fundir as composições e sobreposições aplicadas em cerâmica, papel e vidro, materializando a essência e a linguagem tão própria das suas produções.

livro 1 resgata o desenho genuíno e também destaca as diversas camadas presentes nos trabalhos de Calu. Em busca da liberdade de formas, ela explora a textura da argila e encontra um novo jeito de se comunicar pela cerâmica. Peças que quebraram, racharam ou apresentaram alguma “imperfeição” durante a produção, não foram descartadas. Os experimentos resultaram em uma série inédita, de itens orgânicos, compostos por linhas mais finas e irregulares. Surgiram nesse contexto, inclusive, obras sem ilustrações, que dão ênfase às tais camadas. 

Um processo ainda mais inconsciente e experimental é visto no livro 2Calu comprou papéis, os cortou, usou carimbo, papel milimimetrado (herdado da arquitetura) aquarela e nanquim, num movimento de volta ao passado, mas que agregou descobertas. No segundo volume, as ilustrações dão lugar à colagem. Poesia em formas – ora geométricas, ora orgânicas -, cores e elevações, foram colocadas sobre as folhas do segundo volume. As facas utilizadas permitem que os desenhos vazem para a outra página e construam sobreposições surpresas para o observador, instigando-o a se perguntar sobre o que vem pela frente.  

 

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“No trabalho de Calu Fontes, o todo não é a simples soma das partes. Sua mente intuitiva vasculha resíduos de memórias em busca de fragmentos de beleza, cores, formas, símbolos, desenhos, palavras – e os sobrepõe sem economia, criando conexões inconscientes que juntas passam a determinar novas escolhas” – Baba Vacaro.

 

 

Serviço 
Lançamento do livro Calu Fontes 
Local: Livraria da Vila | Fradique Coutinho 
Data: 26 de novembro, a partir das 17h  
Endereço: Rua Fradique Coutinho, 915, Pinheiros – São Paulo/SP 

Imagens: Ding Musa e Divulgação

 

 

Eucafloor lança proteção antiviral Bacterban Shield®

eucafloor

Presente nas linhas Gran e New Elegance tecnologia é eficaz contra o Coronavírus 

 

Tornar os ambientes mais higiênicos e com fácil manutenção são demandas constantes dos consumidores, que precisam de praticidade no cotidiano, e que cresceu no último ano devido a pandemia da COVID-19. Por isso, além de toda facilidade de cuidados e limpeza proporcionada pelos pisos laminados Eucafloor, as linhas Gran e New Elegance contam agora com a exclusiva proteção Bacterban Shield, eficaz contra o coronavírus. 

O tema saúde sempre esteve entre as preocupações no desenvolvimento dos produtos Eucatex, que já conta há anos com a tecnologia Bacterban®, que impede o crescimento e proliferação de fungos e bactérias nas superfícies. Uma proteção que está presente em todas as linhas de pisos laminados da Eucatex, em todos os painéis de MDF e MDP, nas Divisórias Novitá e Divilux Formidur BP e nas portas laminadas. 

Pensando nas necessidades do momento atual e em garantir ambientes cada vez mais saudáveis e protegidos, a Eucatex lança a proteção antiviral Bacterban Shield, uma tecnologia que é incorporada nas etapas finais do processo de fabricação do piso laminado e possui eficiência comprovada contra diversos tipos de vírus, entre eles, o coronavírus.  Os vírus e outros microrganismos possuem capacidade de dobrar de tamanho em apenas 20 minutos, exigindo uma limpeza constante para manter esse crescimento sob controle, o que não é viável para a rotina de nenhuma residência ou estabelecimento.  

 

eucafloor gran elegance concreto ilustracao

eucafloor gran elegance carvalho ouro ilustracao

 

A proliferação destes seres microscópicos, além de trazer malefícios à saúde podem contribuir com a degradação do produto, propiciando o surgimento de manchas. Por isso, o uso de tecnologias que impeçam seu aparecimento é tão importante para reduzir o risco de contaminação cruzada, ou seja, transferência dos micróbios de uma superfície para outra, além de atuar como um reforço nas práticas de higiene existentes.  A gerente de marketing da Construção Civil da Eucatex, Flávia Athayde Vibiano, explica que Bacterban Shield foi desenvolvido para beneficiar todas as famílias.

 

“Os pisos laminados reúnem características que o tornam adequado para pessoas de todas as idades, entre elas, o conforto térmico e o fato de ser hipoalergênico. A adição da tecnologia antiviral nas linhas Gran e New Elegance, visa trazer mais conforto e proteção para os lares, que se tornaram um refúgio no último ano. Nada melhor do que se sentir seguro dentro de casa” – Flávia Athayde Vibiano, gerente de marketing da Construção Civil da Eucatex.

 

A tecnologia Bacterban Shield possui uma geometria única e mecanismo de liberação altamente eficiente. Isso significa que fornece proteção dsuperfície sem afetar a durabilidade, integridade ou estética do produto. Ambas as linhas, Gran e New Elegance, além de oferecer réguas robustas com design de alto valor agregado,  oferecem garantia de 16 anos para uso residencial e sete anos em espaços comerciais.

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EUCATEX 

www.eucatex.com.br 

 

MON realiza exposição inédita da designer Cláudia Moreira Salles

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O Museu Oscar Niemeyer abriu ao público a exposição “Forma e Matéria”, da designer brasileira Claudia Moreira Salles. Com 44 peças, a mostra idealizada por Katia d´Avillez tem curadoria de Waldick Jatobá.

 

A realização é um passeio pelo processo criativo e artesanal de peças de mobiliário, objetos e luminárias que flertam entre o design autoral e o minimalismo construtivo. A estética contemporânea e artesanal, desenvolvida durante a trajetória da designer, é apresentada na exibição por meio de peças criadas dos anos de 1990 até os dias de hoje, que mesclam materiais como madeira – tão fundamental na carreira de Claudia –, pedra bruta, mármore, metal e fibra.

 

“Estudiosa de materiais variados, Cláudia entrega peças com equilíbrio perfeito entre peso e leveza, entre contemporaneidade e técnicas tradicionais, sempre com delicada brasilidade. Seu design refinado muito se aproxima da arte” – Juliana Vosnika, diretora-presidente do MON.

 

Juliana comenta que, ao realizar essa mostra, o MON cumpre seu propósito de sensibilizar as pessoas para a arte e pela arte. “Faz parte da missão do museu, além de colecionar e expor, proporcionar experiências transformadoras e diálogos entre público e arte, o que também é alcançado com esta exposição”, diz a diretora-presidente.

Para a superintendente-geral da Cultura, Luciana Casagrande Pereira, a exposição vai instigar e provocar um impacto positivo no público. “Essa ponte que o MON promove com design, arquitetura e outras formas de expressão faz parte da gênese do museu e também da receita do seu imenso sucesso. Esse interessante diálogo que Cláudia Moreira Salles estabelece entre forma e função, arte e design, nos coloca constantemente na posição de espectadores surpreendidos e maravilhados”, afirma.

Com criações que são um exercício da capacidade de adaptação de um móvel ou objeto, Claudia Moreira Salles subverte o conceito que a forma segue a função e lança, assim, um novo olhar para o design. Móveis que podem ser esculturas e objetos que ocupam o lugar de obras de arte. Fazem parte desse universo mesas de centro, mancebos, poltronas, mesas, bancos, carrinho de chá (que não tem pregos nem parafusos), luminárias e objetos como fruteiras, castanheiras, entre outros, cada um com sua especificidade que transita entre a elegância e a originalidade.

 

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Processo criativo

Mesmo que a exposição seja uma viagem nas produções de Claudia Moreira Salles ao longo do tempo, a expografia não segue uma ordem cronológica – pelo contrário, ela é organizada pela afinidade do processo criativo de cada peça. As compilações vão se revelando aos poucos na exposição, que é dividida por telas, que instigam o visitante a conhecer as criações que estão atrás delas. As paredes da sala de exposição também se tornaram uma obra de arte. Nelas estão expostos os processos de concepção das peças, com ilustrações, croquis e fotos de maquetes.

 

 “Ao observar essas informações, o visitante pode compreender o caminho percorrido até que a peça se materialize e entender que as ideias nem sempre começam e terminam iguais” –  Claudia Moreira Salles.

 

Sintonia Fina

Também faz parte da exposição a “Coleção Sintonia Fina”, uma linha de luminárias de mesas, pé e teto que são produzidas com madeira de demolição, cobre e nióbio (metal raro encontrado no Brasil). Os objetos apresentam um contraste entre linhas retas e arredondadas, entre o quente e o frio dos materiais usados e o equilíbrio entre as cumbucas e discos de nióbio e as hastes finas de cobre. Inclusive, uma curiosidade: a variedade de cores das luminárias é obtida por um processo de anodização e da voltagem utilizada em cada uma delas. Estes também são objetos que harmonizam tranquilamente entre a arte e o design, muito característicos de Claudia.

“Foi uma surpresa e uma alegria receber o convite do Museu Oscar Niemeyer para expor ‘Forma e Matéria’. É tão significativo por ser justamente um museu que valoriza e organiza exposições de design. Além disso, Curitiba é uma cidade que tem tradição com a arte e realizar algo aqui, neste momento, é uma espécie de ressureição, e a arte tem esse poder”, diz a designer.

 

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Claudia Moreira Salles é designer formada, em 1978, pela Escola Superior de Desenho Industrial do Rio de Janeiro. Trabalhou no Instituto de Desenho Industrial do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e atuou na equipe de designer da Escriba (indústria de móveis). Aos poucos começou a se dedicar a projetos mais artesanais e autorais, especialmente com a madeira. Primeiramente, criou peças para a Nanni Movelaria e, mais tarde, passou a desenhar móveis para Etel Carmona. Com o tempo, estendeu a colaboração com outras marcas, como Casa 21, Firma Casa, Dpot, Riva, Bertolucci e Lumini. Fora do Brasil, a designer é representada pela Espasso, com sede em Nova York (EUA).

 

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Serviço

Exposição “Forma e Matéria”, de Claudia Moreira Salles

De 19 de novembro a 13 de março – Sala 2

Museu Oscar Niemeyer (MON) | Curitiba (PR)

www.museuoscarniemeyer.org.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagens: Antonio More

 

Refúgios Urbanos lança livro que revela a Mooca por meio de prédios, casas e vilas

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Idealizado por Stanlley Florentino, a obra traz seu olhar de um dos bairros mais tradicionais de São Paulo.  Evento acontece em 27/11, a partir das 16h!

 

A Refúgios Urbanos, imobiliária feita por amantes da arquitetura, acaba de anunciar o lançamento do livro Mooca: Prédios, Casas & Vilas, de Stanlley Florentino, que acontece no dia 27 de novembro, a partir das 16h.  A obra não somente passeia pelas ruas da Mooca, mas registra o que há por trás de tantas casas, vilas e predinhos de um dos bairros mais únicos da cidade de São Paulo.

 

“A minha relação com a Mooca é antiga, estudei no bairro e tenho uma certa intimidade com a região. Ao entrar na Refúgios fui convidado a ser o especialista da área, que posteriormente rendeu esse projeto lindíssimo, que tenta expressar o que é esse lugar que tem cara de bairro. Só sabe como é a Mooca, quem é mooquense” – Florentino, co-idealizador da obra.

 

Além de Stanlley, a realização e edição é da própria Refúgios Urbanos, com participação da designer Érica Bortoletto, com textos do Viva Mooca (organização especializada em atividades no bairro) e fotografias de Rafael Rafael D’Andrea.

 

Livro Mooca Predios Casas e Vilas Divulgacao Refugios Urbanos Easy Resize com

 

“Incentivar obras como essa, mostra o quão nós queremos valorizar a versão favorita de um corretor imobiliário, do nosso corretor.  Quem melhor que esse profissional para contar histórias do bairro, trazer a cultura, arquitetura e por que não o sentimento enraizado ali? O Mooca: Prédios, Casas & Vilas é a materialização disso” – Matteo Gavazzi, sócio fundador da Refúgios Urbanos.

 

Os interessados na versão impressa do livro, poderão retirar no próprio dia do lançamento gratuitamente. Será distribuída uma publicação por pessoa até o final do seu estoque.

A Refúgios Urbanos é uma imobiliária, fundada em 2013 na cidade de São Paulo, pelo ítalo-brasileiro Matteo Gavazzi. O projeto nasceu da vontade de oferecer às pessoas refúgios especiais, com curadoria de atendimento e de produto.

A Refúgios Urbanos é formada por um time de corretores especialistas, apaixonados por São Paulo e por arquitetura. São conhecedores e estudiosos dos bairros, seus espaços icônicos e estilo de vida. Vão além do conceito ‘três dormitórios, dois banheiros, uma suíte e duas vagas’. Trabalham com patrimônio, histórias pessoais, qualidade de vida, oportunidades, conforto, começos e recomeços.

A Imobiliária atua pelo viés da história e cultura não só em seu dia a dia de trabalho, mas também em projetos especiais e editoriais, como o projeto do livro “Prédios de São Paulo“, que conta a história de emblemáticos edifícios da cidade, desde 1900 até os dias de hoje. Ou ainda o “Casas de São Paulo“, com foco em arquitetura, preservação do patrimônio histórico e resgate da memória de São Paulo – paixões que norteiam o trabalho e fazem parte do DNA da Refúgios Urbanos desde sua fundação. Recentemente lançou o Prédios do Brasil.

 

 

Serviço

Lançamento do Livro Mooca: Prédios, Casas & Vilas

Co-idelizador:  Stanlley Florentino
Realização:  Refúgios Urbanos

Editora Brava

Data e horário: 27 de novembro, a partir das 16h

Endereço:  Vértice Casa, rua da Mooca, 1701, Mooca, São Paulo.

Preço: Grátis (1 livro por pessoa até o final do estoque)