A Simmons Colchões celebra a inauguração de mais uma loja, solidifica seu projeto de expansão e se posiciona como a maior rede internacional de lojas de colchões do Brasil.
A Simmons Colchões, uma das marcas mais conceituadas e reconhecidas do mercado de colchões, está celebrando a inauguração de uma nova loja, localiza em Alphaville, Barueri. Com mais de 90 anos de história, a Simmons é líder mundial em tecnologia de molas ensacadas e oferece produtos de alta qualidade e conforto.
Hoje, as lojas exclusivas da marca já estão presentes em todas as capitais dos principais Estados e contam com uma ampla variedade de produtos e uma experiência diferenciada com a marca. O mix de produtos tem desde os colchões e bases da marca de solteiro até king size e travesseiros. Mas também conta com protetores de colchão e outros acessórios para a cama. As lojas também dispõem de um atendimento personalizado para auxiliar os clientes na escolha do colchão ideal, levando em consideração as suas necessidades e preferências.
Com a inauguração, a Simmons reforça o seu compromisso em oferecer produtos de alta qualidade e conforto para os seus clientes. A marca já é reconhecida mundialmente por sua tecnologia de molas ensacadas, que proporciona um suporte extra para a coluna vertebral e uma noite de sono mais confortável e relaxante.
Presente em mais de 100 países e nos melhores hotéis de luxo do mundo, como Hilton, Atlantica, Rosewood, Four Seasons Hotéis do complexo Disney, entre outros; no Brasil pertence ao Flex Bedding Group, um dos maiores grupos de produtos para descanso do mundo.
Idealizada pelo designer Carlos Alcantarino, a mostra celebra a autêntica essência do rico universo da arquitetura, do design e das expressões artísticas do Pará.
Com o patrocínio do Ministério da Cultura e do Instituto Cultural Vale, o Museu A CASA do Objeto Brasileiro e Alcantarino Design realizam a exposição “Caboclos da Amazônia: arquitetura, design e música”, de 30 de setembro a 07 de janeiro de 2024, na sede da instituição localizada na Rua Pedroso de Moraes, 1216, em Pinheiros, São Paulo.
A exposição faz sua estreia em São Paulo após uma temporada inaugural em Belém do Pará, em maio de 2022. Concebida pelo designer paraense Carlos Alcantarino, a mostra celebra e ressalta a autêntica essência do rico universo da arquitetura, do design e das expressões artísticas do Estado do Pará.
Ao longo de suas incursões pelas comunidades da ilha de Marajó, incluindo Afuá, e da ilha do Combu, situada em Belém, Alcantarino documentou suas impressões da paisagem amazônica. Elementos do cotidiano, como a elevação das habitações para proteção contra as cheias das marés, a vibrante paleta de cores das casas, a música regional e as elaboradas inscrições nas embarcações, minuciosamente confeccionadas pelos talentosos artistas conhecidos como “abridores de letra”, coexistiam de maneira harmoniosa em seu cenário. Tais registros revelam conceitos originais, que desafiam as normas estéticas convencionais e capturam a rica atmosfera cultural vivenciada pelos caboclos que habitam a floresta.
A mostra apresenta uma coleção diversificada com mais de 300 peças, organizadas em quatro categorias distintas: Arquitetura e Interiores, Objetos, Letras e Música.
A seção de “Arquitetura e Interiores” exibe uma coleção de fotografias tiradas nas ilhas do Marajó e do Combu, enfatizando a arquitetura única das casas de ribeirinhos, pescadores e outros cenários da Amazônia. A cenografia é composta por tábuas de construção sem acabamento, pintadas nas cores tradicionais dessas habitações, proporcionando uma representação fiel da autêntica arquitetura cabocla em toda sua dimensão.
A área dedicada aos “Objetos” apresenta instalações que incluem elementos da vida cotidiana dos caboclos, como o carrinho de raspa-raspa, garrafas com ervas do Mercado Ver-o-Peso, brinquedos feitos de miriti e as pipas que são empinadas nos céus de Belém.
Na seção dedicada às “Letras”, os visitantes terão a oportunidade de se familiarizar com os símbolos de comunicação do caboclo amazônico, com destaque para os “abridores de letras,” que são os artistas responsáveis por pintar os nomes nas embarcações. As paredes servirão como suporte para exibir o trabalho de alguns desses artistas, cada um com seu estilo único.
No espaço dedicado à “Música”, a atmosfera evoca os bares à beira da estrada do interior amazônico, com destaque para a trilha sonora que inclui os ritmos de carimbó, guitarrada e festa de aparelhagem.
Para a realização da exposição, Carlos Alcantarino recebeu o apoio da designer gráfica Fernanda Martins, especializada em Tipografia e Design com foco na região amazônica, e que também coordena o projeto “Letras que Flutuam”. Além disso, contou com a colaboração de Alessandro Lima Abreu, um profissional da pintura que deu os primeiros passos em sua carreira aos 14 anos, auxiliando seu pai. A trajetória inicial de Alessandro na pintura se assemelha a de muitos jovens na região, onde seu pai cuidava dos traços das letras, enquanto Alessandro ficava responsável por preencher os desenhos.
Como resultado da exposição, foi produzido um catálogo que inclui textos contribuídos por conceituados autores, sendo a apresentação assinada pela renomada jornalista Adélia Borges, que detém o título de Doutora Honoris Causa concedido pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).
CABOCLOS DA AMAZÔNIA: ARQUITETURA, DESIGN E MÚSICA
Texto de Carlos Alcantarino, organizador da exposição
“Nascido e criado em Belém do Pará, o céu, a mata, os rios, a atmosfera regional e cultural, para mim tudo era absolutamente normal e corriqueiro. Anos se passaram, radicado no Rio de Janeiro, trabalhando como designer e atuando em algumas frentes relacionadas às artes, volta e meia voltava a Belém. O olhar mudou. Navegando pelos furos na ilha do Combu, me dei conta de que aquele cenário era de uma exuberância única, e aquelas simples casas pareciam ter nascido naqueles locais. Parece pouco? Não é.
Ficava imaginando projetos de renomados arquitetos, e cada vez mais essa arquitetura invisível e pura do caboclo me parecia a melhor alternativa para acompanhar a floresta, protagonista da cena. Iniciei uma pesquisa, viajei pelo Marajó fotografando vilas de pescadores e centros urbanos, entrei nessas casas e deparei com uma explosão de cores. É interessante essa completa dissociação da arquitetura e decoração com o restante do país, onde o minimalismo e as cores neutras predominam. Percebi que poderia agregar nessa busca outras expressões artísticas dessa região, com o mesmo conceito original, desvinculado de qualquer tendência vigente – como as letras abertas que denominam os barcos amazônicos, um legado que muitas vezes passa de pai para filho, criando intuitivamente uma identidade gráfica.
Os objetos nascem não apenas pela necessidade do seu uso, como canoas e redes, mas muitas vezes com um pensamento involuntariamente lúdico, cuja função é apenas transmitir a magia desse povo, como por exemplo uma banca de ervas e garrafas no mercado Ver-o-Peso que resulta em uma bela instalação sensorial.
Finalmente, a música local é a trilha sonora desse conjunto denominado cultura amazônica, embalando e contagiando com personalidade ímpar. Nossa proposta é apresentar uma amostra desse universo, oriundo do mais puro sentimento caboclo.”
Texto de Adélia Borges
“A Amazônia é internacionalmente conhecida por suas riquezas naturais. O que poucos conhecem são as riquezas construídas pelas mulheres e pelos homens que a habitam. Esta exposição desvenda o universo da arquitetura e do design elaborados na Amazônia, mostrando que as criações locais atendem com muita inteligência as funções a que se destinam e são totalmente adaptadas ao território em que se inserem. Ao contrário de agredir a natureza, convivem harmonicamente com ela.
Mas elas vão muito além. Não basta que as casas sejam erguidas sobre palafitas para enfrentar bem a subida das águas e descida das águas ou que os objetos utilizem com sabedoria as matérias-primas do território. Em tudo se vê um vocabulário formal incrível. Tudo é exuberante e superlativo. Não há monotonia. Em oposição a um mundo que fica cada vez mais homogêneo, igual e monótono, aqui se vê uma diversidade de cores e grafismos a expressar o desejo de beleza e a expressão individual de cada morador. As cercas que delimitam o privado do público são vazadas para propiciar a necessária ventilação em ambientes de alta umidade do ar, sendo portanto uma solução coletiva adaptada ao meio. Mas cada uma tem a sua identidade própria, em grafismos que parecem nunca se repetir. Os interiores das residências poderiam estar em revistas de arquitetura e decoração, se elas se abrissem para a expressão popular, tal a personalidade dos ambientes que combinam sem constrangimento diferentes estampas e materiais, dos plásticos à toalhinha de crochê, e sempre com muitas, muuuuiiiiitas cores.
O organizador desta surpreendente e valiosa exposição reúne condições ideais para a tarefa que empreendeu. Carlos Alcantarino nasceu no Pará e portanto enxerga desde “dentro” a realidade que aborda. Ao mesmo tempo, soma o olhar “de fora”, pois há 40 anos foi para o Rio de Janeiro, onde construiu uma carreira nacional e internacional solidamente reconhecida. Tem, portanto, repertório mais do que suficiente para navegar nessas águas.Alcantarino se cercou de outras pessoas que também nutrem um olhar experiente e amoroso em relação à região, a exemplo da designer Fernanda Martins, que fez a seleção dos letreiros dos barcos, ampliando o acesso à sua pesquisa sobre os “abridores de letras”, como são conhecidos os pintores de barcos, e trazendo três deles para a frente da cena, garantindo seu protagonismo. Os objetos vernaculares como o carrinho de raspa-raspa e as garrafadas de ervas, as fotos mostrando a diversidade das embarcações artesanais e os objetos carregados de significado espiritual ofertados por ocasião do Círio, entre outros, compõem um conjunto muito estimulante, e tudo isso embalado pela música da região, igualmente diversa e vibrante.
Ao trazer à luz esses múltiplos inventários, esta exposição vai incentivar que esse rico patrimônio seja respeitado e valorizado por todos aqueles que querem um futuro melhor, em que o fazer humano não só não entre em choque com a natureza, mas também celebre com formas e cores a alegria de estarmos vivos.”
SERVIÇO
O MUSEU A CASA DO OBJETO BRASILEIRO E ALCANTARINO DESIGN REALIZAM A EXPOSIÇÃO
CABOCLOS DA AMAZÔNIA – ARQUITETURA, DESIGN, MÚSICA
acasa@acasa.org.br | www.acasa.org.br
www.alcantarino.com | @caboclosdaamazonia
30 DE SETEMBRO 07 DE JANEIRO DE 2024
ABERTURA | 30 DE SETEMBRO | SÁBADO | 14H ÀS 18H
MUSEU A CASA DO OBJETO BRASILEIRO
Av. Pedroso de Morais 1216, Pinheiros, São Paulo SP
CEP: 05420-001 São Paulo, SP, Brasil +55 11 3814-9711
Horários: de terça a domingo, das 10h às 18h30
Entrada gratuita | Amigável aos animais
“Trilhas Urbanas” diverte enquanto estimula a cooperação para resolução de problemas, a construção de cidadania e o debate de políticas públicas.
Vencedor do 5o Prêmio de Design do Instituto Tomie Ohtake (2023), o Trilhas Urbanas é um jogo de tabuleiro no qual, a cada passo, os jogadores mudam o futuro da cidade, une divertimento, imaginação e soluções urbanas avançadas. Para garantir sua produção, a Pistache Editorial está em um financiamento coletivo pela plataforma Catarse. A campanha fica aberta até 10 de outubro. O Trilhas Urbanas tem design de jogo de autoria da urbanista e arquiteta Beatriz Martinez e ilustrações de Bruna Martins.
Enquanto um jogador cria desafios que podem acontecer no território-tabuleiro, os outros participantes precisam encontrar as soluções nas cartas que têm nas mãos – e que cartas! O jogo traz, em suas cartas de soluções, o que há de mais inovador em temas como mobilidade urbana, meio ambiente, patrimônio histórico, cultura, espaços de brincar na cidade, entre outros. Todas as soluções são baseadas em ferramentas implementadas e testadas por urbanistas de vanguarda pelo mundo.
O jogo foi testado durante 3 anos e passou por 2 protótipos. Foi utilizado em processos participativos com crianças, em jogatinas com a família, em eventos de jogos com adultos. É uma ótima pedida para escolas, na discussão sobre temas urbanos.
Pensado para crianças a partir de 7 anos, a mecânica de jogo valida o conhecimento dos participantes e ajuda o grupo a se desenvolver e a pensar junto sobre questões da vida real. Ao mesmo tempo em que é divertido, o Trilhas Urbanas promove a reflexão de forma natural e instigante. “Eu aprendi muito com esse jogo porque inventei soluções para os problemas da cidade que eu nem imaginava que podiam ser resolvidos. Mesmo os desafios mais difíceis, quando pensamos juntos, chegamos numa boa solução. Além disso, comecei a pensar no que posso fazer para melhorar a praça aqui na frente do CCA”, contou Pedro, 12 anos, que participou de uma partida em um processo participativo em São Paulo conduzido pelo CoCriança, parceiro implementador do jogo.
Tabuleiro: caminho que se cria
O tabuleiro do Trilhas Urbanas é formado por 9 peças: a casa (início), a escola (fim) e 7 territórios que devem ser selecionados no início da partida, de acordo com a escolha dos jogadores – é nesses territórios que os desafios acontecem e as soluções serão aplicadas.
No processo de desenho do tabuleiro, Beatriz Martinez chegou a um formato curvo. “As peças tortuosas do tabuleiro representam uma forma de sair do quadro, de romper a margem, de se enveredar pela cidade e por um caminho que nunca é reto”, explica Beatriz.
Por isso, também, o formato do tabuleiro proporciona diversas formas de montagem: a partir da experiência dos jogadores, pode-se selecionar os territórios onde os desafios irão acontecer, e montar da forma que mais fizer sentido para o grupo. As ilustrações contribuem com cor, movimento e diversão – e, não importa a forma de montagem, as ilustrações sempre se encaixam.
Os sete territórios são: avenida, praça, escadaria, rua comercial, patrimônio histórico, rio e praia.
Mecânica do jogo
É o jogador da vez, com os dados de ícones, que formula o desafio que será enfrentado pelos outros participantes. Por isso, cada rodada tem uma história diferente para ser solucionada.
Já os outros jogadores buscam em suas cartas de solução a melhor ferramenta para o desafio proposto – e precisam defendê-la com bons argumentos, pois todos os jogadores votam na melhor solução. Cada voto é transformado no número de casas que o jogador irá andar. Quem chegar primeiro ao final do tabuleiro é o vencedor. “É um jogo divertido para pensar em soluções que podem virar realidade. A gente usa muito a criatividade, brincando”, conta João, 10 anos, que jogou o Trilhas Urbanas na fase de testes.
Mas o jogo é semicooperativo: há sempre dois problemas gerais da cidade que precisam ser solucionados na partida, e só há um vencedor se todos, em parceria, puderem resolver esses problemas durante o jogo.
O financiamento coletivo
Para tornar o jogo realidade, a Pistache Editorial vai iniciar um financiamento coletivo, de 29 de agosto a 10 de outubro. É possível apoiar com contrapartidas a partir de 45 reais. A contrapartida que inclui o jogo é de 245 reais (nas primeiras 48 horas, o jogo estará com desconto, saindo a R$ 220). Há também opções de kits de jogos para escolas e uma opção inovadora: a recompensa “Apoie uma escola” – nela, o apoiador pode escolher ou sugerir uma escola pública para receber um kit de jogos e debate.
Principais características:
• Fomento à cooperação para resolução de problemas
• Estímulo à cidadania e ao direito à cidade
• Fomento ao debate de políticas públicas
• Tomada de decisão para a construção de cidades mais humanas
• Proporciona um ambiente lúdico e criativo de aprendizado urbanístico
• A cidade como cenário para diferentes disciplinas escolares, baseando-se nas habilidades da BNCC (Base Nacional Comum Curricular)
• Introduz os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS) de forma lúdica, mas aplicado em contexto real e cotidiano
• Design e mecânica de jogo vencedores de prêmios: Projeto vencedor do 5o Prêmio Design Tomie Ohtake
SERVIÇO – TRILHAS URBANAS
Tipo Jogo de tabuleiro
Idade A partir de 7 anos
Número de jogadores 3 a 4 (jogo base); 3 a 6 (jogo completo)
Design de jogo Beatriz Martinez
Ilustrações Bruna Martins
Publicação Pistache Editorial
Financiamento coletivo De 29 de agosto a 10 de outubro
Entrega dos jogos dezembro de 2023
Em parceria com Mackenzie e Huawei, Multinacional investiu R$ 1,7 milhões no projeto, que tem foco em pesquisa e desenvolvimento.
O projeto “Inova Solar: Mackenzie – Huawei” foi inaugurado na última quinta-feira (21), na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), campus Higienópolis. A Huawei Digital Power é a unidade de negócios de energia solar da multinacional líder em infraestrutura para Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC) e dispositivos inteligentes.
Alguns dos objetivos são desenvolver pesquisa na geração de energia solar e, com isso, criar uma norma nacional de segurança para instalação, manutenção e prevenção de acidentes, criar um modelo preditivo de previsão de geração de energia e saber como os otimizadores – dispositivos que reduzem o impacto que a sombra causa na instalação – podem melhorar a eficiência do sistema.
A usina terá capacidade de gerar até 20 kilowatt-hora e, por ano, 20 megawatts. Os inversores Huawei instalados na usina possuem a tecnologia AFCI (arc fault circuit interrupter), que monitora a ocorrência de arcos voltaicos, geralmente causados por maus contatos nas instalações, e desligam automaticamente em 0,5s, garantindo a segurança dos sistemas.
O professor da Escola de Engenharia (EE) da UPM e pesquisador integrante do projeto, Bruno Luis Soares de Lima, explica que os inversores solares fabricados no Brasil serão submetidos a testes pela Universidade. “Vamos analisar como a proteção elétrica dos inversores solares se comporta quando submetidos a arcos voltaicos, considerando como parâmetros e procedimento de testes requisitos de normas internacionais”, comentou.
O Brasil ainda não tem uma norma para a segurança dos sistemas de geração de energia solar, e uma das intenções do projeto é ajudar a criar esse padrão, com base em referências internacionais. “Essa norma está em elaboração pelo comitê da ABNT e quando ela sair o desejo é que o nosso laboratório seja um dos certificadores dos equipamentos”, disse o professor. Para a Huawei Digital Power, o projeto reflete a visão da multinacional nas ações que promovem inovação, segurança e capacitação, e os resultados vão permitir que a sociedade se beneficie.
“A usina é pequena em relação ao tamanho da Universidade para que tenhamos um controle dos testes, para pesquisa e desenvolvimento. Os resultados vão gerar frutos para serem replicados. É essencial ter segurança para todo mundo, por isso os nossos inversores já são fabricados com essa camada de proteção. Alguns países já têm obrigatoriedade e padrões e é isso que também queremos para o Brasil” – Andrey Oliveira, diretor de soluções residenciais da Huawei Digital Power.
Tecnologia, algoritmo e inteligência artificial
A usina solar também conta com soluções inovadoras e inteligência artificial (IA). Um drone vai sobrevoar a instalação para fazer a manutenção do sistema e, a partir do sobrevoo, o dispositivo detecta defeitos.
O projeto Inova Solar: Mackenzie – Huawei também pretende desenvolver um algoritmo de previsão de geração de energia solar, que vai se basear nas medições históricas da usina, nas câmaras que medem o sombreamento e na estação meteorológica que mede os dados climáticos para gerar um modelo de inteligência artificial. A partir desses dados, a expectativa é prever quanto uma usina pode gerar de energia. Atualmente, a falta dessa previsão é uma das dores do mercado de energia fotovoltaica. “A usina entra em operação e muitas vezes gera menos do que foi planejado no projeto”, explicou o professor Bruno.
Educação e capacitação
O laboratório será utilizado pelos alunos da graduação do Mackenzie. A usina será incorporada às aulas da disciplina de Geração de Energia. O Corpo de Bombeiros de São Paulo também recebeu um curso de capacitação em energia fotovoltaica, e por meio de EAD (Educação à Distância), os profissionais treinados poderão ministrar aulas para bombeiros dos outros estados do Brasil.
O objetivo é que esses socorristas entendam os riscos, a manutenção da instalação fotovoltaica – que permanece ligada em muitos casos por conta da captação da energia solar – e que tenham conhecimento para realizar salvamentos.
Feito em madeira maciça, com quatro opções de layout, Kit Home é uma opção de construção charmosa e ecologicamente sustentável.
O Grupo Indusparquet, líder no segmento de pisos de madeiras tropicais, amplia seu portfólio e lança o Kit Home Indusparquet, sistema de construção de casas em madeira maciça. Criado a partir de um insight de um representante da marca na Europa, continente onde o material é popularmente utilizado com esta finalidade, o sistema da empresa brasileira está disponível em quatro modelos e tamanhos: 20, 20+, 30 e 40, com opção de personalização sob consulta. O diferencial é que a casa pode ser montada em um espaço curto de tempo (aproximadamente 1 mês), além de promover uma nova experiência de moradia.
Em madeira maciça com alto poder estrutural, sendo uma mistura de wood frame com pilar e viga, o Kit Home Indusparquet dispensa o uso de materiais voláteis prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, tem ótima acústica e conforto térmico. Os pisos e revestimentos utilizados no acabamento são Indusparquet e Masterpiso, divisão de pisos de engenharia da empresa. Pontos de elétrica e hidráulica estão inclusos no processo de construção.
O Kit Home Indusparquet é mais um passo da empresa no que há de mais moderno, inovador e sustentável no segmento da construção civil. Atentos às mudanças no mercado e às crescentes demandas dos fornecedores, a marca desenvolveu essa solução inspirada na tendência das construções secas, sustentáveis e, em particular, nas tão populares Tiny Houses.
A madeira é apontada como o material do futuro para o segmento, uma vez que os processos construtivos que utilizam esse material são mais limpos, geram menos resíduos e impacto natural quando comparados com àqueles tradicionais. Além disso, ao contrário do aço e do concreto, a madeira absorve CO2, contribuindo para a manutenção do clima saudável na Terra.
“Eduardo de Almeida: Arquiteto”, de Alessandra Figueiredo, Cesar Shundi Iwamizu e Helena Ayoub Silva, celebra os 90 anos do arquiteto paulistano.
Eduardo de Almeida consolidou seu nome no panorama da arquitetura brasileira numa trajetória que se estendeu por pelo menos sessenta anos e transcorreu entre os escritórios de que fez parte e as salas de aula da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP).
Dessa forma, seus projetos são resultado do diálogo do arquiteto e professor com colegas e estudantes, bem como com a pesquisa acadêmica, as inovações tecnológicas e o trabalho de contemporâneos como Vilanova Artigas e Paulo Mendes da Rocha. Reforçam a posição de Eduardo de Almeida na arquitetura brasileira seu comprometimento com a formação de gerações de arquitetos, assim como a diversidade de linguagens, técnicas, materiais, programas, escalas e lugares de seu trabalho.
Eduardo de Almeida / Fotografia Lalo de Almeida.
O livro detalha esse percurso – que compreende obras como o edifício Gemini, as residências familiares Tassinari, Sigrist e Define, sedes de empresas dos setores de serviços e indústria e, mais recentes, a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin e o Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) – e apresenta os projetos do arquiteto paulista em ordem cronológica, por meio de descrições em texto, depoimentos de Eduardo de Almeida, desenhos e fotografias.
Casa no Butantã / Fotografia Nelson Kon.
Casa Jardim Guedala / Fotografia Nelson Kon.
A seleção do material é detalhada por Alessandra Figueiredo e data do doutorado de Cesar Shundi Iwamizu, cuja pesquisa e texto servem de base para o ensaio que fundamenta a publicação. A apresentação é Helena Ayoub Silva, que, assim como Iwamizu, trabalhou com Eduardo de Almeida. Completa o livro uma entrevista com o arquiteto, na qual Eduardo fala dos anos de estudante, de sua carreira como professor e dos projetos em que trabalhou. Eduardo de Almeida: Arquiteto tem projeto gráfico do Bloco Gráfico e edição bilíngue.
Biblioteca brasiliana – Eduardo de Almeida e Rodrigo Loeb / Fotografia Nelson Kon.
Casa Flavio Pinho / Fotografia Lalo de Almeida.
Sobre a BEĨ Editora
Ao longo de sua trajetória, a BEĨ consolidou-se como uma editora de excelência na concepção e execução de projetos editoriais, mantendo a mesma qualidade nas plataformas de debate e educação que desenvolveu nos últimos anos. O catálogo da editora é formado por livros de arte, design, fotografia, gastronomia, arquitetura, urbanismo e economia, além de títulos voltados para a educação de jovens desde o Ensino Fundamental até a universidade.
A palavra beĩ – “um pouco mais”, em tupi – define o espírito que norteia a editora desde sua fundação. O nome reflete o desejo de superar limites, o que se repete a cada projeto executado. A palavra remete ainda ao envolvimento da editora com o Brasil e a cultura brasileira, num compromisso que se reafirma não apenas nas suas publicações, mas no conjunto de suas ações durante um percurso de quase três décadas, que resultou também em iniciativas como a Coleção BEĨ de bancos indígenas do Brasil e a BEĨ Educação. www.bei.com.br
FICHA TÉCNICA
Título: Eduardo de Almeida – Arquiteto
Autor: Alessandra Figueiredo, Cesar Shundi Iwamizu, Helena Ayoub Silva
Projeto gráfico: Bloco Gráfico
ISBN: 978-65-86205-35-0
Idioma: Português, inglês
Páginas: 304
Formato: 18 x 24 cm
Acabamento: Capa brochura com lombo solto, no papel masterblank
Tipografia: New Rail Alphabet, Tiempos
Papel do miolo: Eurobulk 135 g/m2
Impressão: Ipsis
Ano: 2023
Preço de capa: R$ 120,00
Arquitetos e designers de interiores participam de Brunch à convite da Casa e Mercado para dialogar sobre eletrodomésticos de alto padrão e suas funcionalidades.
A Casa e Mercado promoveu na última quarta-feira, dia 20/09, um Brunch para arquitetos e designer de interiores na Fischer Design Haus, a fim de provocar uma profunda abordagem sobre Tecnologia e Inovação para cozinhas. Em uma roda de conversa mediada por Renato Marin, Diretor da Casa e Mercado, os profissionais trouxeram questões relacionadas ao tema em um bate-papo direto com o Gestor comercial Sudeste e Centro Oeste da marca, André Marques, que contou um pouco sobre a trajetória da Fischer, empresa que oferece grande variedade de produtos há mais de 60 anos, de fabricação 100% nacional.
O encontro foi marcado por intenso diálogo entre os profissionais presentes, que trouxeram ao grupo as problemáticas enfrentadas na hora de especificar eletrodomésticos em seus projetos. Por cerca de duas horas, o grupo debateu sobre as soluções disponibilizadas pela Fischer e sobre o relacionamento delicado que se estabelece com clientes levantando questões como maturidade de mercado e raízes culturais, diretrizes que impactam diretamente os custos e a satisfação do cliente para a realização de uma obra ou reforma.
Primeiramente queria agradecer à Casa e Mercado pela promoção do evento, o que reforça ainda mais a força da nossa parceria, e aos profissionais que compareceram que tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais da Fischer e claro, agradecer a boa conversa e insights gerados que com certeza darão bons frutos. A Fischer é uma empresa nacional, fundada há 57 anos na cidade de Brusque (SC) e que atua no mercado de eletrodomésticos, sendo líder de mercado em fornos de embutir, cooktops e fornos de bancada. Nosso compromisso com o design, modernidade e qualidade são fundamentais para que o consumidor eleja a Fischer como uma das marcas mais lembradas e respeitadas do mercado, de norte a sul do país! Com essa relevância e com o mercado cada vez mais exigente, a Fischer decidiu em 2020 apresentar ao mercado o Fischer Design Haus, um espaço dedicado a arquitetos e designers, consumidores, clientes e fornecedores, com o objetivo de proporcionar experiência única para esses públicos. Contamos com a Chef Ana Maria Chapela que é responsável pela organização dos eventos e promoção de cursos de culinária para consumidores, que podem se inscrever via site: https://fischerdesignhaus.com.br/. Quero mais uma vez agradecer a Casa e Mercado e aos profissionais que estiveram aqui na Fischer Design Haus e reforço o que conversamos aqui, esse espaço é de vocês, teremos o maior prazer em atendê-los.” – André G Marques, Gestor comercial Sudeste e Centro Oeste da Fischer.
Os profissionais também puderam conhecer de perto os produtos da marca dispostos no showroom. A Fischer Design Haus, localizada em Moema, é um espaço de 200m² que soma gastronomia e design para criar uma imersão dentro do universo dos produtos e das capacidades e tecnologias envolvidas em cada um.
O local também funciona com um espaço que conecta designers, arquitetos, decoradores, chefs de cozinha e outros profissionais do segmento, promovendo informações e conhecimento das novas tendências, além de promover encontros, palestras e cursos culinários.
“A visita ao showroom da Fischer foi uma delicia e um experiência muito agradável. Conheci a vasta linha de produtos que não sabia que a marca possui, conheci colegas de profissão e provei as delícias da chef Ana Chapela que executou tudo com maestria nos fornos e cooktoops da marca. Gostei muito do design e da qualidade que a marca apresenta em seus produtos e com certeza irei especificar. Uma manhã muito agradável e produtiva.” – Juliana Valias, arquiteta.
“Foi uma ótima surpresa conhecer a Fischer Design Haus! Quanto usei os cooktops da Fischer nos “flats” dos anos 90! Mas descobri, agora, fogões e fornos de alta tecnologia com opções únicas! Gás, elétricos, grill, air frier!! Tudo junto e misturado!! Vários tamanhos e cores únicas! Ainda uma linha de churrasqueiras, coifas! Obrigada pelo convite!!” – Andrea Gonzaga
“Adorei o encontro! Ótima oportunidade para conhecermos mais sobre os produtos da Fischer e conversar um pouco com outros profissionais sobre o nosso mercado. Obrigada pelo convite Casa e Mercado!” – Fernanda Castilho, arquiteta no Atelier C2HA.
“Agradeço a oportunidade de conhecer a loja da Fisher em Moema e interagir com profissionais da área, tudo graças à revista Casa e Mercado. Essas experiências são valiosas para conhecer produtos e serviços relacionados ao mercado de casa e decoração. O brunch preparado pela Ana estava maravilhoso, mostrando o potencial dos produtos Fisher, marca brasileira com quase 60 anos no mercado.” – Samuel Navarro, designer.
Por Redação Casa e Mercado
Imagens: Israel Liz e Phoética Ateliê fotográfico
Edifício residencial de torre única assinado por PSA Arquitetura nasce com plantas generosas, muita luz natural e elegância.
Situado na rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr., uma das regiões mais nobres e valorizadas de São Paulo, o projeto Casa Leopoldo é um elegante edifício residencial de altíssima qualidade construtiva com projeto arquitetônico marcante assinado pela PSA Arquitetura e design de interiores por Anastassiadis Arquitetos. Os arredores contam com verdadeiros oásis arborizados, como o Parque do Povo e Parque Ibirapuera, excelente infraestrutura, a exemplo do Shopping JK, escolas renomadas, hospitais de excelência, clubes e transporte público de qualidade.
Com área de 1.365m², a torre única concentra apartamentos de três ou quatro suítes, distribuídos em apartamentos que variam de 335m² a 821m². Em relação à tipologia, o programa contempla 1 Maison + 19 aptos Tipo + 1 cobertura triplex. A princípio, a PSA Arquitetura propôs no térreo uma elegante entrada, marcada por um volume de madeira na guarita com uma moldura de pedra sobreposta que acompanha o acesso ao lobby. Além disso, a fachada com linguagem contemporânea é marcada por meio de uma pele metálica entramada que remete ao muxarabi – recurso importado da arquitetura árabe que permite delimitar a entrada de ventilação e de luz natural em determinado espaço ou ambiente.
“Transparência, ambientes amplos e tijolinhos são características sempre presentes na nossa arquitetura e conectados às linhas retas criam uma atmosfera acolhedora, traduzindo ao mesmo tempo um conceito sofisticado e atemporal” – Pablo Slemenson, arquiteto.
A estrutura da Casa Leopoldo é um testemunho da elegância clássica, com traços minimalistas e uma paleta de cores sofisticada que se integra harmoniosamente ao ambiente circundante. O uso inteligente de materiais de alta qualidade, como a pedra, a madeira, o vidro e o tijolinho, concede ao edifício uma atmosfera minimalista e contemporânea.
Vale ressaltar que o projeto Casa Leopoldo carrega muito da identidade projetual da PSA Arquitetura, seja na aposta de matérias-primas naturais, nos espaços generosos ou ainda na magnitude proposta pelas aberturas nas fachadas.
Outro ponto de destaque do programa arquitetônico é a distribuição dos espaços que foram cuidadosamente estudados para conferir, somado a amplitude criada pelas grandes aberturas nas fachadas, a exclusividade que uma das ruas mais desejadas de São Paulo demanda. O programa ainda oferece playground, studio fitness (sala de ginástica), piscina externa climatizada, SPA com sauna úmida, ducha, área de descanso, bicicletário localizado no 1º subsolo e quatro vagas de garagem.
O lobby, integrado à área de recepção, tem pé direto de 5m e apresenta um espaço convidativo acentuado por uma parede de pedra que forma um interessante contraponto ao teto trabalhado com ripas de madeira, e as amplas portas de vidro que oferecem permeabilidade visual ao não interromper a vista para as paisagens e espaços externos.
“Buscamos criar por um diálogo único e permanente para dar vida ao programa e isso está presente desde o briefing até a execução do projeto, sempre levando em consideração um pensar arquitetônico singular e em sintonia com o morar dos novos tempos” – Pablo Slemenson, arquiteto.
Arquiteta Fernanda Marques assina o projeto arquitetônico do novo Roca São Paulo Gallery, local que tem como finalidade estimular o diálogo sobre arquitetura, design, inovação e sustentabilidade.
Um conceito inovador para se relacionar com o mercado, com as pessoas e a cidade. Uma plataforma
de conhecimento e um ponto de oxigenação arquitetônica, artística e cultural em meio à cidade. Situado em uma das avenidas mais movimentadas de São Paulo, o Roca São Paulo Gallery, inaugurado na última sexta-feira, dia 15 de setembro, na Avenida Brasil, passa a ser um espaço para discussões sobre o futuro, a inovação e as principais tendências do Brasil e do mundo no setor da arquitetura e
design.
Transmitindo toda a expertise e reforçando a sua posição de líder mundial em soluções para banheiros,
o Grupo Roca, atuante no país por meio da Roca Brasil desde 1999 – e que por sua vez está à frente
das marcas Roca, Celite e Incepa –, concebeu, há 10 anos, o conceito do Roca Gallery. Presente em Barcelona e Madri (Espanha), Lisboa (Portugal), Londres (Inglaterra), Xangai e Pequim (China), a empresa idealizou a plataforma Roca Gallery tanto para profissionais, como também para o público em geral. O espaço cultural se caracteriza como um ponto pulsante de conhecimento e, de certa forma, conecta-se com as temáticas dos caminhos futuros da arquitetura, design e inovação.
“Gerando valor na experiência dos profissionais e do público em geral, cada um dos Roca Galleries carrega em sua essência a realização de exposições, debates, apresentações e atividades culturais com temáticas que conversam sobre o novo e geram ideias impactantes para o cenário da arquitetura. Muito mais do que um lugar para apresentar nossos produtos, o Roca Gallery surgiu como uma forma de nos comunicarmos profundamente com o público especificador e a sociedade” – Marc Viardot, Di- retor Global de Marketing & Design do Grupo Roca.
Fachada de vidro do Roca São Paulo Gallery na Avenida Brasil, São Paulo, que transparece as belezas e sensações da Mata Atlântica | Foto: Ruy Teixeira
O projeto
O Roca São Paulo Gallery foi projetado por uma arquiteta de prestígio no mundo da arquitetura e design: a brasileira Fernanda Marques, premiada internacionalmente com o iF Design Award, The International Property Awards, A’ Design Award, Red Dot Design e Award e AD Awards, entre outros reconhecimentos. Fernanda se une a nomes consagrados como OAB Estudio de Borja, Lucía e Carlos Ferrater, responsável pelo Roca Barcelona Gallery; Lamela Architecture Studio, à frente do Roca Madrid Gallery; Ferruz Decorators Studio, que projetou o Roca Lisboa Gallery; Zaha Hadid, que assinou o Roca London Gallery; Francesc Rifé Studio, à frente do Roca Shanghai Gallery e Ma Yansong, responsável pelo Roca Beijing Gallery.
O estilo de Fernanda Marques se traduz pela elegância do seu traço e pelo visual clean e contemporâneo que emprega em seus projetos. A arquiteta está sempre atenta às novas tendências do mundo da arte e do design internacional e uma das inspirações do projeto Roca São Paulo Gallery foi revelar a natureza exuberante como um importante pilar para uma atmosfera de bem-estar e conexão. A mistura de elementos vegetativos, madeira e vidro dão o tom e a natureza protagoniza o espaço por meio de um edifício de vidro inspirado na Mata Atlântica e que utiliza matérias-primas sustentáveis, como a madeira de reflorestamento. Um verdadeiro convite à descompressão, em meio ao movimento da maior metrópole da América Latina, o Roca São Paulo Gallery transmite a brasilidade e a modernidade global em sua essência.
“Sempre atenta às tendências do mundo da arte e do design internacional, vimos em toda a trajetória da arquiteta Fernanda Marques conosco o seu apreço em explorar novos conceitos e fazer do design incomparável uma realidade. Por isso, não poderíamos contar com um nome melhor para assinar um projeto grandioso como o Roca São Paulo Gallery. Sem dúvidas, ela entende o nosso DNA e faz parte da nossa história” – Sérgio Melfi, Presidente da Roca Brasil.
Área principal no piso térreo. Uma experiência de marca imersiva. | Foto: Ruy Teixeira
Ao assinar o espaço, a arquiteta passa também a ser a segunda mulher a criar um Roca Gallery no
mundo. Unindo seu nome ao de Zaha Hadid, que projetou o Roca London Gallery, Fernanda pontua que este fator torna o projeto ainda mais significativo para a sua carreira e reforça a importância da diversidade e da inclusão profissional.
“o convite para projetar o Roca São Paulo Gallery representou uma grande honra e me impôs, de uma forma bastante positiva, uma série de responsabilidades. Significou a oportunidade de deixar minha marca em um projeto que invade a dimensão urbana combinando arquitetura, design, inovação e sustentabilidade e foi também uma forma de compartilhar minha visão criativa para um espaço significativo da cidade e contribuir para a promoção do conhecimento e do encontro de profissionais na minha área de atuação. Por tudo isso, me inspirou a continuar buscando a excelência em minha vida e carreira” – Fernanda Marques.
A escolha da cidade
A escolha da capital paulista para sediar o sétimo Gallery construído pela Roca foi pautada por diversos
fatores. Além da proximidade com a primeira fábrica da empresa no Brasil, em Jundiaí, interior do Estado, a cidade é estratégica por se tratar de um polo econômico e cultural, ocupando o primeiro lugar nos mercados de comércio e imobiliário, conforme pesquisa realizada pela consultoria Urban Systems, divulgada no ano passado. “É incontestável o referencial que a cidade exala nos campos econômicos, sociais e culturais, assim como a representatividade que possui nos segmentos de arquitetura e design. Estar em São Paulo, nesse momento, é figurar na rota das novas tendências”, avalia Melfi.
A maior capital da América Latina ainda é fortemente conhecida no setor por abraçar importantes eventos como a DW! Semana de Design e a feira Expo Revestir, que reúne toda cadeia de materiais de acabamento e recebe não apenas o público do Brasil, como também de outros países ao redor do mundo. Muito mais que um local voltado para exposição de produtos, o Roca Gallery surge como um reforço ao segmento de arquitetura e design, promovendo não só a aproximação com especialistas da área, mas também com pessoas que estão no processo de obra e a busca de referências para realizarem seus projetos.
Conhecendo o Roca São Paulo Gallery
Situado na Avenida Brasil, o prédio com um total 1300m2 é composto por três blocos distintos, porém com arquiteturas complementares que representam cada uma das marcas do Grupo no Brasil – Roca, Celite e Incepa. Ao expressar o conceito internacional de um lugar multifuncional, o seu layout, sem divisórias fixas entre os ambientes internos e externos, norteia o propósito da empresa com a implantação dos seus Galleries pelo mundo e promove a convivência em uma área que pode ser completamente moldada de acordo com o evento que recebe.
Além de apresentar arquitetura e design expressivos, o projeto destaca-se por sua conexão com a natu-
reza e o ambiente urbano circundante. A presença da madeira e da vegetação insere ares atemporais e transmite uma sensação de calma e conexão com o natural, enquanto a transparência do vidro permite aos visitantes uma visão panorâmica do entorno da edificação, criando uma interação visual entre o interior e o exterior. O projeto paisagístico é assinado por Alex Hanazaki, que procurou transmitir a essência sempre tão viva e diversa da flora brasileira.
4. O jardim. Um lugar para respirar, conhecer e conectar. | Foto: Ruy Teixeira
Para a escolha dos móveis, a premissa do elegante e atemporal também foi mantida. Em harmonia com
os elementos naturais do edifício, o mobiliário eleito por Fernanda preza pela funcionalidade e conforto, levando em consideração o design nacional, qualidade e durabilidade das peças, garantindo que se manterão em perfeitas condições ao longo do tempo, mesmo em face da utilização contínua.
“Quanto aos designers que assinam as peças, optamos por uma abordagem que valorizasse tanto os
nomes brasileiros, quanto internacionais, buscando uma mistura de talentos e influências. Trabalhar
com a brasilidade, sem dúvida, colabora para divulgar a indústria local, valorizar nossos talentos e, além disso, promove a identidade regional que consideramos essencial no projeto”, detalha a arquiteta. Ade-
mais, as mesas de atendimento e café, que estão posicionadas no salão principal do Gallery, pertencem à coleção Serras, criações da própria Fernanda Marques.
Área principal no piso térreo. Escolha elegante do mobiliário para estar em plena harmonia com os elementos naturais do edifício. | Foto: Ruy Teixeira
Área de reuniões com vista para o jardim. | Foto: Ruy Teixeira
Paisagismo
O projeto paisagístico assinado pelo brasileiro Alex Hanazaki exala a consonância com o espaço físico e seu entorno. A pré-existência da praça que a empresa adotou e tem um painel de autoria de Roberto Burle Marx, bem como o projeto arquitetônico, foram preponderantes nas decisões adotadas para agregar uma linguagem contemporânea e fluída.
De acordo com o arquiteto e paisagista, a concepção do paisagismo está centrada em três pilares: continuidade, amplitude do espaço e destaque à obra arquitetônica. Para projetar, ele também considerou a necessidade de manutenção, sobretudo para o interior do edifício, onde há áreas de sombras e o apelo estético.
Desta maneira, selecionou as espécies vegetais para a porção frontal do projeto utilizando diferentes
texturas, cores e escalas que reforçam a imponência da arquitetura. Já para o interior do Roca São Paulo
Gallery, a escolha de espécies tropicais densas e volumosas teve como intenção proporcionar a fluidez
entre os espaços internos e externos e promover as sensações de amplitude, conforto e acolhimento.
“A promoção de um projeto comercial de grande impacto estético promove visibilidade aos setores do paisagismo, arquitetura e design. A partir de experiências como essa, é possível expor ao público comum os campos de atuação dessas áreas do conhecimento. É uma chance de exemplificar, a partir de elementos concretos, o potencial de profissionais capacitados e criativos na concepção de espaços que traduzam a identidade da marca e expressem os seus valores. Enquanto arquiteto paisagista, foi a ocasião perfeita para desafiar-se e romper os limites do convencional” – Alex Hanazaki
Fluidez e perfeita conexão entre a área interna e a externa. | Foto: Ruy Teixeira
Programação
Na programação de abertura, o Roca São Paulo Gallery revela uma instalação inspirada no Mediterrâneo e apresenta ao público uma nova maneira de ver os produtos da coleção global da Roca, a Ona. Com design ‘suave como as ondas’ e formas orgânicas conectadas com os elementos da natureza, traz o estilo de vida dessa região para dentro dos banheiros e sua exibição é um convite para a reflexão de que esse ambiente deve ser bem projetado, onde as pessoas se sintam bem e que as prioridades sejam a higiene, o conforto e o alto desempenho dos produtos. Desta forma, a exposição temporária exibe as formas orgânicas e evoca a simplicidade de seu design como principal protagonista. Ademais, a coleção dispõe de todos os recursos para que o tempo do usuário seja bem gasto enquanto a sua mente se desliga do mundo exterior.
Roca Galleries
Os Roca Galleries fazem parte da estratégia internacional da Roca com uma idealização que expressa a
realidade atual e seus desafios para o futuro. Design, inovação, sustentabilidade e bem-estar são valores da marca que mostram o desejo de manter um diálogo constante com a sociedade como um todo e, principalmente, com profissionais que compartilham a preocupação e interesse em evoluir os espaços do banheiro.
Os Roca Galleries de Barcelona, Madri, Lisboa, Londres, Xangai, Pequim e agora, em São Paulo, constituem uma plataforma multidisciplinar para a troca de conhecimento que constrói uma rede global para identificar, interpretar, desenvolver e compartilhar informações sobre novas tendências em todos os setores mencionados acima. Zaha Hadid Architects em Londres; Francesc Rifé Studio em Xangai; o estúdio de arquitetura OAB, de Carlos, Borja e Lucía Ferrater em Barcelona; Lamela Architecture Studio em Madri; Estúdio Ferruz Decorators em Lisboa; Ma Yansong em Pequim e Fernanda Marques no Brasil expressam essa visão em centros que combinam o apelo estético e expressão dos valores da marca.
Roca São Paulo Gallery
Endereço: Av. Brasil, 2188 – Jardim América, São Paulo
E-mail: info.saopaulogallery@br.roca.com
Horário de funcionamento: Segunda a sexta-feira: das 10 às 19h | Sábado: das 10h às 14h www.br.roca.com