Tecnologia Urbana

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Destaque na Categoria Gold do If Design Award 2023, a estação de carregamento E-LOAD é solução urbana para carregamento de bicicletas elétricas.

 

As bicicletas elétricas estão cada vez mais populares e sendo utilizadas para diversos fins: lazer, trabalho, deslocamento. Para apoiar esta mudança bem-vinda em direção a uma ‘nova mobilidade’, as estações de carregamento para e-bikes são uma adição valiosa à infraestrutura. No entanto, eles ainda não são uma categoria de produto estabelecida.

Destaque na Categoria Gold do If Design Award 2023, as estações de carregamento E-LOAD preenchem essa lacuna. A alemã Jordan / Friwo aplicou a estética elegante e monumental do design EV a esta coluna de carregamento para bicicletas elétricas, junto à Design3, agência independente que apoia start-ups e empresas com foco em pesquisa de UX, estratégia de design, design de produto e design de interface do usuário. “E-load tem um design uniforme e combina bem com outros acessórios urbanos, como iluminação pública”, concluiu o júri da premiação.

 

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O produto está equipado com a tecnologia de carregamento dos maiores fornecedores de bicicletas elétricas e está disponível como carregador duplo ou único, com funções diretamente acessíveis, fácil de usar: o plugue de carregamento é claramente visível através do elemento de disco destacado.

 

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Imagens: Divulgação Jordan / Friwo

Panamericana Escola Arte e Design comemora 60 anos com exposição inédita das obras de Enrique Lipszyc

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Vasto trabalho artístico do fundador da Escola é apresentado pela primeira vez ao público, com curadoria de Alex Lipszyc e Massimo Picchi.

 

A Panamericana Escola de Arte e Design comemora 60 anos em 2023 e para celebrar a uma história de sucesso como referência na valorização e estímulo da profissionalização da criatividade brasileira, a instituição vai realizar, a partir de 20 de junho, uma exposição inédita das obras de seu fundador, Enrique Lipszyc. Intitulada O Criador e Sua Obra, a exposição reúne telas e desenhos produzidos entre 2012 e 2020. São raros os nomes cujo propósito profissional e de vida se fundem à vocação pessoal; essa mistura é nítida na figura de Enrique Lipszyc (1932-2020). Empresário, artista, professor, visionário e amante das artes e da educação, Lipszyc se identificou com a arte ainda jovem, se envolvendo em círculos de desenhistas e artistas em Buenos Aires, onde nasceu.

Desenhista voraz, pintor cauteloso e professor dedicado, Enrique Lipszyc nunca expressou vontade de expor suas obras. Mas isso mudou em 2019, quando em uma conversa com seu filho, Alex Lipszyc, atual presidente da Panamericana e curador da exposição junto com Massimo Picchi, mostrou desejo em apresentá-las. “Tivemos esta conversa e foi uma surpresa para mim. Ele sempre explorou seu lado artístico desde muito novo, mas foi impedido de trabalhar nesse universo pelo pai, que o impôs a fazer faculdade de direito, curso que nunca terminou e que foi um embate até o fim da vida do meu avô, que morreu sem fazer as pazes com ele”, explica Alex. “Surgiu a partir daí, um bloqueio em mostrar sua veia artística para o mundo, mas não o bloqueio criativo. Muito pelo contrário: ele continuou criando através das décadas e não parou mais, trabalhando até o último dia de vida”, conta Alex. “De alguma forma, meu pai conseguiu atingir o sucesso por meio da arte criando a Panamericana, deixando seu talento artístico como uma atividade em paralelo”, acrescenta.

Para a exposição, os curadores jogam luz sobre um recorte temático predominante no trabalho de Lipszyc – o mito de Adão e Eva. Sob uma ótica que extrapola os muros erguidos pelo viés da religião, o artista expressou o caráter primordial desses dois personagens, seus comportamentos que o diferenciavam dos outros animais e que definiram permanentemente a existência humana. As necessidades e demandas antes instintivas – desejo sexual, fome, sede, proteção – cedem lugar para os sentimentos secundários, como amizade, confronto, ciúmes, poder, autoidentificação, entre outros. Essa construção da negação da perfeição encontrada no paraíso e da inauguração da humanidade e,
consequentemente, a sua ambiguidade e contradições, é nitidamente percebida nos trabalhos de Lipszyc, que teceu cada etapa evolutiva do casal. “Ele contava que é como se visitasse Adão e Eva e acompanhasse o dia a dia deles, como se fizesse parte daquele ambiente. O pintor, neste momento, passa a ser um espectador direto, quase um voyeur das cenas retratadas”, comenta Alex Lipszyc.

 

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A mulher é o agente que se apodera da dinâmica do casal e isso pode ser observado em diversas obras da exposição. “Há uma dinâmica de poder protagonizada por Eva, que se utiliza de várias ferramentas no desenvolvimento dessa relação. A humanidade só foi possível graças ao poder que ela exercia sobre Adão em todos os aspectos – linguagem, sexo, tarefas do dia a dia, entre outros assuntos –, ou seja, a humanidade nasceu do matriarcado”, enfatiza Alex. A figura humana é o centro desta temática praticada por Enrique Lipszyc em toda a sua trajetória artística. Neste universo do casal primordial, há um objetivo incessante por traduzir uma interpretação mais pura do mito de Adão e Eva.

“Numa procura permanente, meu pai concluiu que mesmo passados milhares de anos, evoluções tecnológicas e intelectuais, continuamos sendo os mesmos seres de sempre: buscamos nos reconhecer no outro, não somos felizes em nossa individualidade, mas sim no coletivo, sempre estamos em conflito por questões banais e que sem o diálogo não solucionamos nossos problemas”. – Alex Lipszyc, filho de Enrique Lipszyc e atual presidente da Panamericana.

 

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Por ser um tema recorrente em todo o trabalho de Enrique Lipszyc, os curadores precisaram fazer um recorte temporal para a exposição. “Enrique trabalhou nesse tema por toda a sua vida nas artes e seria impossível expor todas as obras, que chegam a ser centenas”, comenta Massimo Picchi, ex-diretor geral da Panamericana. Ao estudarem todo o acervo, eles observaram que os últimos anos expressam um artista mais consciente de seu ofício e seu estilo. “De 2012 até 2020, há uma consciência palpável, um domínio pleno de sua identidade como artista”, enfatiza Picchi. O desenho, técnica que será a mais vista da exposição, foi a que Enrique Lipszyc mais trabalhou durante a sua vida. “Ele desenhava
como se fosse um gesto natural, quase inconsciente. Toda a ideia chegava por meio do papel para ele, que depois evoluía – ou não – para a tela”, conta Alex. Assim como no desenho, Enrique Lipszyc se expressava de maneira mais visceral; o artista tinha uma criatividade para explorar novos materiais de diferentes formas. Na pintura, elementos como terra, cola, cera, além de telas reaproveitadas eram empregados em seus trabalhos. “É possível enxergar esses materiais que conversam com a temática proposta; para uma cena mais leve, Enrique utilizava tonalidades mais calmas, traços mais sutis. Já nas cenas de conflito, tons mais vibrantes e texturas mais marcantes são observadas”, explica Alex.

 

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Na jornada de criatividade e liberdade, Enrique Lipszyc não abriu mão de seu esmero e organização. Em todas as suas obras, dedicou tempo para categorizar e catalogar todo o processo de criação. “Ele anotou, na parte posterior de cada obra, tudo que foi empregado – papel, tela, tintas, entre outros materiais, técnicas utilizadas e data, fazendo valer seu trabalho primoroso como professor por mais de 5 décadas”, conta Alex. Nesse contexto, a mostra também apresenta a intimidade do dia a dia de Enrique Lipszyc, com uma sala que reproduz o seu ateliê, com as ferramentas, mobiliário original e outros elementos que compunham o seu ambiente de trabalho. Para Massimo Picchi, a identidade de Enrique Lipszyc está totalmente definida em seu lado como pintor e artista plástico.

“A parte artística de Enrique era a mais verdadeira, a mais passional, a mais integrada com a técnica e o conteúdo. Ele tinha uma paixão pelo homem, pela mulher, desenvolvendo esse tema de uma maneira muito pessoal, muito genuína. O seu estilo muito apurado, expressionista, ganhava vida com as técnicas que ele escolhia: a óleo, acrílico, mistas, variando-as nas telas e nos desenhos, esses sendo muito importantes tanto no campo da expressividade como em projetos para trabalhos maiores” – Massimo Picchi, curador da exposição junto com Alex Lipszyc.

 

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Um marco da criatividade em São Paulo

Os 60 anos da Panamericana Escola de Arte e Design se misturam à história da profissionalização do talento criativo no Brasil, tornando-se uma referência nacional em excelência de ensino. Desde sua inauguração em 1963, a escola mantém o propósito de trazer o aluno mais próximo do mercado de trabalho de forma assertiva e estimulando suas vocações artísticas e seus talentos. “O olhar visionário de Enrique Lipszyc já é visto desde o início, quando criou a Panamericana em Buenos Aires. Profissionalizar os ofícios no campo das artes não era uma realidade 60 anos atrás, então posso dizer que a Panamericana é uma pioneira nesse segmento em São Paulo e um exemplo a ser seguido em diversos lugares do Brasil”, comenta Alex Lipszyc.

A evolução no sistema de ensino da Panamericana foi desenvolvendo-se no decorrer dos anos, sempre atenta ao que o mundo contemporâneo demandava. Mas nada se compara ao salto evolutivo imposto pela pandemia. “Nos vimos numa realidade que exigiu uma adaptação muito acelerada, o que também permitiu que colocássemos em prática algumas ideias que já tínhamos há muito tempo”, conta Alex. A partir desse contexto, a Escola remodelou a sua grade curricular, trazendo cursos EAD, outros de curta duração, além de reavaliar o tempo dedicado de cada aluno ao curso, oferecendo uma trilha educacional mais assertiva para o seu objetivo profissional.

 

A Panamericana e a memória coletiva

Diversos nomes importantes do design, publicidade, artes plásticas, fotografia e design de interiores têm a Panamericana Escola de Arte e Design como importante instrumento em suas formações, além de terem a instituição como um lugar de memórias afetivas. Ex-diretores, professores e colaboradores também fazem parte dessa construção de décadas de referência em profissionalizar talentos. O artista plástico Claudio Tozzi lembra de sua vivência imersiva na escola e também da sua convivência com Enrique Lipszyc. “Enrique foi um grande amigo. Reunimos um grupo de amigos que faziam viagens sempre em setembro, quando era o aniversário dele. Ele tinha uma grande intimidade com a arte e isso refletia diretamente na sua dedicação para com a escola. A cada descoberta em nossas viagens, ele queria implementar novidades na Panamericana. Conduzi alguns seminários por lá e neles levava bastante a experiência da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, além das experiências que a gente fazia nos laboratórios de pesquisa da imagem, com intuito de aplicá-los na Panamericana, para ter um curso bastante atualizado e contemporâneo do que se fazia no mundo. Enfim, foi uma experiência maravilhosa”.

Já o desenhista, escritor e empresário Mauricio de Souza, reflete a importância da Panamericana e da figura de Enrique Lipszyc em sua trajetória profissional. “Sem dúvida tive bons momentos na Panamericana em companhia de amigos ligados à instituição. Visitei suas exposições de arte, convivi com artistas, inclusive internacionais, como o criador do gato Garfield, Jim Davis, que virou um colega e amigo. Outras linhas de amizade emergiram de viagens com Enrique Lipszyc. Com ele, mais Álvaro Moya e Jayme Cortez, percorremos diversas feiras de arte entre as quais o salão de Lucca, na Itália, onde recebi o prêmio máximo – Yellow Kid – pelo lançamento da revista da Turma da Mônica. Enrique passou a acompanhar minha publicação com histórias em quadrinhos no jornal Folha de S. Paulo e a
cada encontro, avaliava a evolução do estilo nas tiras e elogiava meu layout nas produções”.

O publicitário Washington Olivetto acredita que a Panamericana Escola de Arte e Design conseguiu atingir um patamar na educação brasileira inédito, tornando-se um patrimônio da cidade de São Paulo e da comunicação no Brasil. “Desde a década de 70, Enrique e eu convivemos de maneira intensa. Eu, começando a trabalhar na DPZ, ele nos primeiros anos da Panamericana. Tive o privilégio de fazer palestras e exposições da W Brasil dentro da escola, além de ser jurado em diversos concursos entre os alunos. Foi muito bom ter Enrique como companhia e consequentemente seu brilhante trabalho dentro do universo criativo no Brasil”.

 

Serviço

Exposição O Criador e Sua Obra, por Enrique Lipszyc – Panamericana 60 Anos
Onde – Panamericana Escola de Arte e Design – Avenida Angélica, 1900 – São Paulo
Quando – de 20 de junho a 18 de agosto
Horário de visitação – segunda a sexta das 9h às 20h e aos sábados das 9h às 12h
(Domingos e feriados não abre)
Entrada gratuita

Home

*Texto cedido por Panamericaca Escola de Arte e Design

Prêmio “Pensador de Cidades” contempla o escritório Levisky Arquitetos Estratégia Urbana

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Promovido pelo Estadão em parceria com a Embraesp, premiação bianual tem como objetivo estimular iniciativas de profissionais e empresas que agregaram qualidade de vida urbana no Estado de São Paulo.

 

O escritório Levisky Arquitetos | Estratégia Urbana recebeu nesta segunda-feira (19/06), em São Paulo, o Prêmio bianual “Pensador de Cidades”. Promovido pelo Estadão em parceria com a Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), a premiação contemplou empresas e pessoas do setor que mais se destacaram no ano de 2022. O objetivo é estimular iniciativas de profissionais e empresas que, por sua atuação, contribuíram com soluções que agregaram qualidade de vida urbana no Estado de São Paulo. A premiação foi realizada no Museu de Arte Moderna (MAM), e transmitida pelas redes sociais do Estadão.

Levisky Arquitetos | Estratégia Urbana, é um escritório de Projetos Urbanos, Arquitetônicos e Consultoria Estratégica, e em seu portfólio de projetos realizados contempla uma atuação focada em requalificação de espaços públicos e privados para a valorização urbana, sempre buscando integrar os temas ambiental, social, educacional, tecnológico, cultural, legal, econômico e de governança para a melhora da qualidade de vida nas regiões metropolitanas.

“O retrofit das áreas centrais das cidades, a valorização do patrimônio cultural, as possibilidades de pactuação de modelos público-privados vêm, de forma sinérgica, apontar para soluções positivas de acesso, segurança e valorização imobiliária. Receber esse prêmio explicita o reconhecimento da atuação e dos valores da Levisky Arquitetos frente a iniciativas qualificadoras da vida urbana” – Adriana Levisky, sócia titular do escritório.

 

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O boulevard dedicado à convivência, à cultura e à inclusão social será construído em um trecho das alamedas Rio Claro e das Flores e da rua São Carlos do Pinhal, e as obras terão início ainda no primeiro semestre de 2023 / Imagens: Divulgação Levisky.

 

Por meio da arquitetura e do urbanismo, a Levisky Arquitetos conta com premiações e reconhecimento internacional por viabilizar novos modelos de negócios que promovam a transformação e a ocupação qualificadas das áreas urbanas. Dentre os projetos estão – a Requalificação urbana em Paraisópolis – Jardim Colombo; os Parques SABESP, localizados nos bairros da Mooca, Cangaíba e Butantã, e a Praça Victor Civita, a Roda Gigante Rocco e a Requalificação Urbana – Boulevard SUA RUA. A. E ainda a publicação do livro Polifonia Urbana: arquiteturas, urbanismos e mediações (Editora SENAC e KPMO).

 

 

 

 

 

 

 

Instalação – Meandros: Mar de Espelhos

créditos Dani Leite Easy Resize com

Instalação propõe um percurso de descobertas para seus visitantes usando de tecnologias de imagem e som associadas às mais diversas soluções atuais de vidros e espelhos.

 

A intervenção “Meandros: Mar de Espelhos” é fruto de uma parceria entre Cebrace, Grupo Cataratas e Instituto do Vidro, com assinatura do escritório Cité Arquitetura. Ocupando o AquaRio, com a beira da Baía da Guanabara e a reinvenção do porto carioca como porta de entrada, a capital fluminense e sua natureza tornou-se a maior fonte de inspiração para a narrativa do projeto. 

 

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Fotografia: Dani Leite

 

O fim de tarde refletido sobre as marés, o reluzir das águas que escorrem nas encostas, os picos que recortam a bruma nas manhãs de inverno, o reflexo dos edifícios: pequenos detalhes que traduzem o mundo a nossa volta inspiram esta intervenção em sua poesia.  Das construções naturais e humanas surgem as referências para esse espaço, onde cada passo traduz em arquitetura uma leitura do mundo e das pessoas que aqui estão, suas paixões e inquietudes.

 

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Fotografia: Dani Leite

 

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Fotografia: Dani Leite

 

O percurso criado teve cada sala pensada segundo elementos da natureza, do folclore ou do vocabulário do brasileiro, sobretudo do carioca, traduzindo-os em sentimentos como calma, desordem, paz, surpresa, tormenta e outros. Partindo do ambiente Afluência, como o encontro de dois rios que seguirão juntos dali em diante, adentra-se um caminho de desvendamento do espaço, do corpo e da imagem.

 

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Fotografia: Dani Leite

 

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Fotografia: Dani Leite

 

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Fotografia: Ari kaye

 

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Em um caminho de reviravoltas, entremeado por uma seleção cuidadosa som e luz, o visitante segue por Escarpas, Clareira, Iara, Meandros, Bruma, Ressaca, Marola e Cais: em uma ordem de impacto e contrastes, cada espaço busca uma experiência de revelação ao descortinar diferentes emoções. Ao fim, após mil reflexos e fragmentos de si mesmo, o público se encontrará com seu outro. Como dizem, “ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio, pois as águas não são as mesmas, nem o indivíduo”.

 

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Fotografia: Dani Leite

 

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Fotografia: Dani Leite

 

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Fotografia: Dani Leite

 

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Serviço

Meandros: Mar de Espelhos

 

Horário de visitação: 

  • Dias de semana: 9h às 17:30h, última entrada às 17h 
  • Finais de semana e feriados: 9h às 18:30h, última entrada às 18h

Horário de funcionamento do AquaRio: 9h as 18h (com último acesso as 17h) 

Endereço: 2º andar do AquaRio | Praça Muhammad Ali, Gamboa (em frente aos Armazéns 7 e 8 do Porto do Rio) 
Informações: www.mardeespelhos.com.br
Ingressos: A partir de R$30,00*

*A exposição possui preço especial para visitação escolar

Artefato monumental

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Além de uma casa de moda de alto luxo, o espaço foi planejado para abarcar eventos, desfiles, exposições de artes, sede administrativa da empresa, além de diversas áreas técnicas. 

 

Uma ideia ousada atribuiu novas narrativas e grande poesia para este projeto assinado por Andrea Bazarian e Aldo Urbinati, sócios do escritório Estudio Tupi: replicar uma escada inteira de 30 toneladas desenhada por Oscar Niemeyer para o Palácio do Itamaraty e pousá-la no meio da galeria em grid da NK STORE, com fé e coragem. “Uma presença gigantesca que entrou no recinto sem nem ter sido convidada, afirmando ter a solução única”, afirmam os arquitetos responsáveis por ressignificar a loja de 1.550m², com acessos para as ruas Haddock Lobo e Sarandi, em São Paulo. O sistema de circulação determinado e forçado pela presença da escada em concreto aparente orientou outras decisões, como manter duas portas, uma para cada rua ao redor da esquina, fazendo com que a área da loja se tornasse uma galeria, um pequeno dispositivo urbano ao invés de um salão.

 

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O principal sistema construtivo implantado foi o concreto armado, que dá suporte a todas as principais peças arquitetônicas, como vigas, pilares e a escada. A loja é composta por três imóveis interligados internamente e as duas entradas por ruas perpendiculares entre si configuram uma planta em forma de T.  A divisa entre os dois imóveis localizados na rua principal apresenta um volume com pé-direito mais baixo todo revestido por pau-ferro que abriga nichos para exposição de produtos, além de esconder as instalações e a estrutura. O terceiro imóvel conecta-se à loja, abrigando as áreas de apoio e o acesso aos pavimentos administrativos. No lado oposto à entrada, foi criado um grande fosso de aproximadamente 11 metros de altura, conectando visualmente a loja às áreas administrativas e abrigando a escultural escada niemeyeresca.

Quanto à escolha dos materiais, buscou-se certa austeridade, utilizando concreto aparente como base para os acabamentos, madeira, espelhos, cortinas de linho, carpete, latão e mosaico português. Criou-se, assim, uma caixa onde os produtos poderiam estar escondidos por cortinas translúcidas (duplicadas também como revestimento das paredes) ou trancados dentro de armários de pau-ferro, cujos nichos já citados, com portas deslizantes, revelam os tesouros de moda e constituem superfícies opacas quando fechados, trabalho de fina marcenaria. 

 

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Tanto o tamanho e a disposição de galeria quanto à sua largura e comprimento proporcionam à casa de moda a possibilidade de celebrar festas e desfiles como nos dias antigos das Maisons de Paris.Moda e arquitetura: esses são os únicos trabalhos de arte onde seres humanos podem habitar o interior”, refletem Andrea e Aldo.

Hoje, visitantes dessa casa de moda podem aproveitar um cafezinho ou uma bela leitura embaixo do artefato monumental. Um objeto arquitetônico que afirma ser a primeira citação na história da arquitetura. Quer dizer, a primeira autenticamente aprovada. Nosso trabalho foi além do projeto e do programa da loja para chegar aos arquivos de Oscar Niemeyer para apresentar a ideia como um objeto de arte.” – Estudio Tupi

 

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Peças icônicas de designers brasileiros como Sérgio Rodrigues, Zanine Caldas e Geraldo de Barros completam os ambientes desenhados com sofás em pau-ferro e couro, concreto e camurça. Aqui, exemplo dos bancos produzidos a partir do desenho original da Cadeira M110, de Geraldo de Barros. Essa adequação foi idealizada pelo Estudio Tupi juntamente com a designer Baba Vacaro, diretora de criação da Dpot.

 

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Por Redação
Imagens: Andres Otero

Com apoio de 35 instituições brasileiras, Aliança de reciclagem de embalagens e circularidade dos resíduos será lançada no Ministério do Meio Ambiente

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Evento ocorre na manhã de 28 de junho, com a participação dos membros da Aliança, representantes de órgãos públicos, setor privado e sociedade civil.

 

O Brasil é responsável pela produção de 27,7 milhões de toneladas anuais de resíduos recicláveis, de acordo com a edição 2022 do Panorama dos Resíduos Sólidos, e possui um potencial enorme para ampliar os índices de reciclagem no país e liderar esse tema no mundo. Pensando nisso, instituições brasileiras se reuniram para criar a AGIR – Aliança Nacional pela Gestão, Recuperação e Reciclagem de Embalagens e pela Circularidade dos Resíduos. O lançamento oficial acontece na próxima quarta-feira, 28 de junho, a partir de 9h, no auditório do Ministério do Meio Ambiente, localizado no Eixo Monumental, bloco B.

A AGIR nasce como um espaço de diálogo e compartilhamento de experiências, além de formulação, proposição e divulgação de medidas e ações que colaborem para atividades relacionadas à recuperação e reciclagem das embalagens. Na agenda da Aliança, estão previstos pesquisa e harmonização da base de dados e informações sobre o setor,  estudos, publicações,  promoção de seminários, reuniões técnicas e outros eventos para contribuir com a melhora da qualidade do ambiente urbano e fortalecimento do enfrentamento às mudanças climáticas, propiciando a transição para um modelo de economia circular.

Os resíduos estão no centro do debate global acerca de mudanças climáticas, tanto é que a ONU acabou de criar um conselho específico para tratar do tema, ligado diretamente ao seu Secretário Geral. A AGIR será uma referência no país para avançar com políticas que garantam a circularidade dos resíduos, diminuindo impactos ambientais e promovendo inclusão social que os resíduos trazem com a participação dos catadores de materiais recicláveis”, pontua Dione Manetti, presidente do  Instituto Pragma e um dos articuladores para criação da da AGIR.

“O lançamento da AGIR marca um momento importante para o avanço das políticas e ações voltadas à circularidade dos resíduos no país construção e coloca o Brasil na vanguarda de tema a nível Global” – Dione Manetti, presidente do  Instituto Pragma e um dos articuladores para criação da da AGIR.

Para a  ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) que representa nacionalmente as indústrias de transformação e reciclagem de plástico responsável por 12,7 mil empresas e quase 360 mil profissionais, mais do que defender os interesses e prestar assistência à categoria por meio de diversos serviços e iniciativas, é necessário valorizar o plástico e promover o setor e sua competitividade, bem como os avanços tecnológicos com foco na sustentabilidade. Paulo Teixeira, Diretor Superintendente da ABIPLAST, ressalta que, por parte das entidades, há urgência em dialogar sobre o futuro da reciclagem e da circularidade no Brasil.

“Precisamos nos aprofundar nesses temas, mas isso só vai acontecer se houver um esforço coletivo, com responsabilidade assumida por todos os atores da cadeia e esperamos que isso aconteça a partir desses encontros da Aliança com o setor público.” – Paulo Teixeira, Diretor Superintendente da ABIPLAST.

Presidente da ISWA (International Solid Waste Association) e diretor presidente da ABRELPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), Carlos Silva Filho observa que o modelo atual, linear, de gestão de resíduos está esgotado.

“A conjuntura global nos mostra que novas práticas e soluções sistêmicas são fundamentais para superar os déficits existentes. A conjugação de esforços entre várias entidades integrantes da Aliança buscará promover ações para uma mudança de perspectiva, rumo a uma maior valorização das embalagens e circularidade dos resíduos” – Carlos Silva Filho, Presidente da ISWA e diretor presidente da ABRELPE.

A Aliança é composta, inicialmente, por 35 instituições, entre elas entidades de representação de empresas do setor produtivo do país, representações de catadoras e catadores de materiais recicláveis, instituições públicas da área ambiental, entidades gestoras de logística reversa e organizações da sociedade civil ligadas ao tema, com atuação nacional e internacional. O evento reunirá membros da Aliança, além de representantes de órgãos públicos, setor privado e sociedade civil.

 

 

 

 

 

 

Segunda edição do Prêmio Cidade Caminhável reconhece soluções que transformam as cidades através do caminhar

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Realizado pelo Instituto Caminhabilidade, o prêmio valoriza o poder transformador de políticas públicas focadas na caminhabilidade nas cidades brasileiras.

 

O modo de vida urbano atual centrado nos veículos e na produção massiva traz graves consequências para as pessoas e para o meio ambiente. No Brasil, mais de 80% da população vive em ambientes urbanos (Embrapa, 2017), e o modo de locomoção principal nas cidades é o caminhar, que representa 39% dos deslocamentos diários (2018, ANTP). Se considerarmos que os deslocamentos por transporte público terminam e começam a pé, o caminhar está presente em cerca de 67% dos deslocamentos diários (2018, ANTP).

Em 2023, o Instituto Caminhabilidade, com apoio internacional da Walk21, volta a realizar o Prêmio Cidade Caminhável, que teve sua primeira edição em 2021. Com um forte time de juradas, o objetivo é reconhecer, mapear e premiar projetos e iniciativas públicas que promoveram a melhoria da caminhabilidade nas cidades brasileiras. No entanto, nesta segunda edição, os projetos devem ter sido realizados nos anos de 2021 e 2022.

“O Prêmio tem conseguido dar relevância aos projetos nacionais não só no Brasil, como internacionalmente, sendo referências para a transformação das cidades com foco nas pessoas e no caminhar, o que faz com que mais projetos nesse sentido sejam fomentados no país”, afirma a Diretora Presidente do Instituto Caminhabilidade, Leticia Sabino, que relembra, por exemplo, que as iniciativas vencedoras de 2021 foram apresentadas na Conferência Internacional de Caminhabilidade Walk21.

Os projetos ganhadores da primeira edição foram a reurbanização do centro de Conde (PB), a Via Parque Caruaru (PE) e o Plano Municipal de Caminhabilidade de Fortaleza (PMCFor) nas categorias Cidade Pequena, Cidade Média e Cidade Grande, respectivamente. Essas são algumas das cidades brasileiras que mostraram caminhos possíveis para construir cidades que priorizem pedestres, com impacto, participação social, colaboração e inovação.

Conheça mais sobre as vencedoras no site www.premiocidadecaminhavel.org ou nos vídeos dos projetos no nosso Youtube: Reurbanização do Centro Conde / Via Parque Caruaru / PMCFor.

 


Plano Municipal de Caminhabilidade de Fortaleza (PMCFor) – Ceará. Projeto vencedor na categoria Cidades Grandes em 2021.

 

Nesta segunda edição, serão aceitos projetos e iniciativas implementados a partir de 01 janeiro de 2021 até 31 de dezembro de 2022 – ainda que já estivessem em elaboração e discussão antes deste período. Todos os municípios brasileiros podem participar do Prêmio, já que são contempladas três categorias de cidades: pequenas (até 100 mil habitantes), médias (100.001 a 800.000 habitantes) ou grandes (mais de 800.000 habitantes).

Além disso, são consideradas diversos tipos de projetos, como: requalificação de área urbana com foco no caminhar; redistribuição viária; medidas de acalmamento de tráfego; acessibilização de rotas; informação para pessoas a pé; programas de abertura de ruas para pessoas; pesquisas e dados sobre deslocamento a pé; urbanismo tático e participativo para qualificação de ruas; entre outros.

Os projetos serão avaliados por júri composto por quatro mulheres especialistas em cidades caminháveis e acessíveis, sendo elas: Circe Monteiro, arquiteta e urbanista paranaense, professora titular da Universidade Federal do Pernambuco (UFPE), mestre em Planejamento Urbano e Regional pela COPPE (Universidade Federal do Rio de Janeiro), doutora em Sociologia Urbana na University of Oxford e coordenadora do grupo de pesquisa transdisciplinar para inovações em cidades, o INCITI/UFPE; Gessica Macano, cientista política moçambicana e diretora executiva do Centro de Estudos Urbanos de Moçambique (CeUrbe); Hannah Machado, arquiteta e urbanista paulista, mestre em Gestão e Políticas Públicas, ex-Coordenadora de Desenho Urbano e Mobilidade da Iniciativa Bloomberg; e Taynara Gomes, paraense, mestre e doutoranda em arquitetura e urbanismo, professora e gerente de projetos da ONG Laboratório da Cidade.

Todas as iniciativas inscritas irão compor o mapa público de iniciativas e projetos para a caminhabilidade, que serve de referência nacional. Já as iniciativas vencedoras ganharão a realização de um mini webdocumentário audiovisual e a gravação de um episódio de podcast no Canal Cidades Caminháveis do Instituto Caminhabilidade. Os projetos vencedores receberão entradas para a conferência Walk21 2023 com espaço de participação como conferencistas.

As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas através do formulário no site do Prêmio Cidade Caminhável entre os dias 12 de junho e 21 de julho de 2023. A divulgação das vencedoras acontecerá no dia 08 de agosto de 2023, Dia Mundial do Pedestre, como parte da programação da Semana do Caminhar 2023.

Informações

Inscrições de 12/06/2023 a 21/07/2023 no site www.premiocidadecaminhavel.org
Edital e demais informações no site: www.premiocidadecaminhavel.org

Fonte e imagens: Prêmio Cidade Caminhável

INM Brasil lança Bertha

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Coleção de design assinado por Sergio Batista faz homenagem a mulheres ícones e traz inspiração em peças vintage do século 19.

 

O século 19 é o ponto de partida para a nova coleção apresentada pela INM Brasil. Bertha, que ao mesmo tempo traz inspirações nas primeiras geladeiras fabricadas naquela época, conhecidas como ‘iceboxes’, carrega em seu nome uma homenagem à duas mulheres nascidas no mesmo período, que se destacaram em suas lutas individuais e que geraram muita repercussão. Bertha também pontua a primeira coleção assinada pelo designer Sergio Batista. Composta por onze peças entre diferentes tipos de cadeiras, buffet e mesa de jantar, a coleção foi lançada oficialmente durante o Salão do Móvel de Milão, que aconteceu na cidade homônima na Itália entre os dias 18 e 23 de abril, e agora será apresentada em todo o Brasil.

 

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Utilizando madeira Peroba Rosa de demolição com dobradiças em design antigo, as peças de Betha possuem um ar vintage e, igualmente, remetem ao bom gosto e à elegância de uma sofisticada época. As antigas iceboxes eram caixas de madeira revestidas com camadas de materiais isolantes, como cortiça, palha ou serragem.  Desse modo, era possível manter a temperatura fria por meio do uso de blocos de gelo colocados em compartimentos especiais em seu interior. A Peroba Rosa, por sua vez, é uma madeira nobre e a empresa ressignifica esse material a partir de casas demolidas, proporcionando um toque especial de história e exclusividade a cada peça na qual reforça a valorização pela preservação do meio ambiente, valor intrínseco da marca.

“A proposta inicial de um móvel multifuncional se destacou como um diferencial essencial, pois permitiu a personalização para diferentes ambientes, atendendo às necessidades específicas de cada um. Além disso, a incorporação das ferragens à peça acrescentou-lhe uma singularidade autêntica no seu segmento. A experiência superou todas as expectativas e foi extremamente gratificante” –  Sergio Batista.

 

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Para o diretor e fundador da empresa, Claudinei Lopes Bonfim, “acreditamos que essa coleção, assim como a nossa empresa, tem uma linda história para clientes que valorizam a sustentabilidade e a resistência da madeira. Uma coleção que se adequa tanto em áreas internas quanto externas e pode compor ambientes incríveis. Então nossa expectativa é ótima. Acreditamos que é um produto espetacular para quem dá valor a um estilo de vida sustentável e exigente.”

 

As homenageadas Bertha

Duas grandes mulheres da história, a austro-húngara Bertha Von Suttner (1843-1914) e a brasileira Bertha Lutz (1894-1976), são homenageadas nesta coleção. Bertha Von Suttner foi a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel da Paz, em 1905. Inclusive, ela foi uma das responsáveis pela criação do prêmio, pois ajudou o amigo Alfred Nobel na idealização da homenagem, ocorrida pela primeira vez em 1901. Ela dedicou sua vida à escrita e a pacificação. Seu romance “Abaixo às Armas”, de 1889, se tornou conhecido como um manifesto antimilitarista, pois expõe a violência das guerras sob o ponto de vista de uma mulher. Bertha Lutz, por sua vez, teve um grande destaque no movimento feminista brasileiro, sendo considerada uma das grandes mulheres na história do país. Ela lutou pela conquista do voto feminino no Brasil e pela libertação das mulheres. Além disso, foi cientista e dedicou parte da vida à política.

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Com uma sólida trajetória em ressignificar Peroba Rosa, uma madeira nobre e com um acabamento superior, a INM Brasil nasce da indústria mineira Independência Móveis Rústicos. Trata-se de um novo segmento da empresa voltado para o mercado de luxo que vai abrigar peças de criação autoral de design assinado. A Independência Móveis Rústicos fabrica móveis de madeira maciça de demolição, que atende atacado e varejo, há mais de 20 anos. Nascida na cidade de Passos em Minas Gerais, sudeste do Brasil, é possível encontrar móveis da marca por todo Brasil em mais de 80 lojistas. Com fábrica e showroom no Distrito Industrial de Passos, a empresa conta com mais de 7.800m² de parque fabril e cerca de 70 colaboradores diretos. Ao longo de pouco mais de 20 anos, se tornou referência na fabricação de móveis de madeira maciça na região.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: INM Brasil
Imagens: Divulgação

 

 

 

 

Painel solar modular é projetado para varandas

Imagens SITE T Easy Resize com

Kit acessível de painel solar modular conta com um aplicativo em que é possível acompanhar quanta eletricidade já foi produzida e quanto CO₂ o consumidor economizou.

 

O custo de aquisição de painéis solares ainda é um grande impeditivo para os brasileiros começarem a gerar energia renovável. Porém, há também aqueles que simplesmente não podem instalar painéis solares no telhado. Pensando neste público, uma startup alemã criou painéis solares modulares projetados para varandas. Essa solução pode reduzir em até 25% as contas de energia elétrica em uma residência média, economizando até 600 quilos de CO2 por ano, o equivalente ao trabalho de uma usina de 1000 m2 de planta.

A We Do Solar, sediada em Berlim, vende kits com oito painéis solares que podem ser posicionados horizontalmente ou verticalmente de acordo com o espaço disponível. Além disso, não há problemas de segurança em relação ao peso adicional do equipamento na varanda, uma vez que cada painel pesa somente um quilo. Leves e fáceis de fixar em varandas ou janelas, os painéis são conectados a uma tomada de parede através de um único cabo. Com um pequeno inversor, a energia é convertida e pode ser utilizada em todo o apartamento. 

 

Painel Solar Créditos We Do Solar

Painel Solar Créditos We Do Solar

 

A instalação também é fácil e rápida, sendo possível realizar sozinho, sem a necessidade de obter ferramentas específicas, qualquer conhecimento técnico ou mesmo contratar um eletricista, uma vez que instalado basta conectá-lo em uma tomada padrão para começar a captar a energia. Outra vantagem é que o equipamento não cria poluição visual: painel possui cor sólida em preto fosco, medindo 90x55cm. O kit de painel solar modular conta com um aplicativo em que é possível acompanhar quanta eletricidade já foi produzida e quanto CO₂ o consumidor já economizou.

 

Imagens SITE T Easy Resize com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Ciclovivo
Imagens: Divulgação We Do Solar