Aquecedor solar de água proporciona conforto e economia

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Mesmo com céu nublado, tecnologia sustentável garante água quente, apresentando ótima relação custo-benefício para a população brasileira.

 

O aquecedor solar de água é aderente ao conceito ESG (environmental, social and corporate governance), pois utiliza os raios do Sol, fonte limpa, gratuita e renovável de energia. Também atende a uma preocupação global, porque não agride o meio ambiente e funciona mesmo em dias chuvosos. “A tecnologia é uma realidade de nosso país e oferece ótimo custo-benefício, pois representa menos de 2% do valor médio da construção de casas e proporciona economia média de 960 KWh/ano por metro quadrado de coletores solares”, explica Luiz Antonio dos Santos Pinto, presidente da Abrasol (Associação Brasileira de Energia Solar Térmica).

O aquecedor solar de água tem coletores de metal e vidro que podem ser instalados em pontos altos, como telhados. Permite mais independência financeira, principalmente para as residências e as empresas, que podem organizar seu orçamento e evitar os ajustes tarifários na conta de energia.

 

“Temos a chance de usar o Sol para reduzir o preço da conta de luz e valorizar os imóveis. Para se ter uma ideia, os aquecedores solares têm vida útil de mais de 25 anos, fornecem água quente para os chuveiros e as torneiras durante dias a fio, mesmo com tempo nublado, reduzindo cerca de 37% do gasto mensal com eletricidade em domicílios” – Luiz Antonio dos Santos Pinto, presidente da Abrasol.

 

O Sistema de Aquecimento Solar (SAS), como é denominado tecnicamente, é feito de coletores capazes de absorver os raios do Sol para aquecer grande volume de água, mantido em um reservatório térmico. A temperatura, então, é transferida para a água, com perdas mínimas de calor.

“O aquecedor solar instalado em moradias reduz as ameaças de apagão no País e proporciona economia às famílias, pois os chuveiros elétricos são responsáveis por cerca de 7% de todo o consumo nacional e até 40% de toda energia usada nas residências no horário de ponta”, esclarece Santos Pinto, explicando que na indústria não é diferente. “A tecnologia fortalece a cultura em favor do meio ambiente, não tem custo operacional, baixos gastos com manutenção, não faz barulho, pode abastecer pias sanitárias, cozinhas, tanques e ainda permite um payback rápido, fazendo com que o investimento realizado na compra seja pago entre um e três anos de uso”.

Quase todo fabricado no Brasil, o aquecedor solar é cerca de quatro vezes mais eficiente do que outras tecnologias solares e está presente em diversos tipos de construções, como residências de alto padrão, obras habitacionais do antigo Programa Minha Casa, Minha Vida e das companhias de habitação, como a CDHU do Estado de São Paulo, em clínicas e hospitais, restaurantes, academias, petshops, clubes, piscinas, hotéis e indústrias, nos setores alimentício, químico, têxtil e automobilístico, dentre outros. Também está previsto para o Programa Habitacional Casa Verde e Amarela do atual Governo Federal.

 

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Tipos de aquecedores

A tecnologia permite a absorção dos raios solares, fazendo sua transferência para os coletores de metal e vidro que aquecem a água. Há três tipos de aquecedor: os de coletores planos e fechados, para o aquecimento de água em torno de 70° C, mais indicados para utilização hidrossanitária como, cozinhas e lavanderias, banho quente em casas, hotéis, e para abastecer lavatórios de cabeleireiros, petshops e outros comércios; o termoplástico aberto, usado para aquecer piscinas entre 26°C a 35°C; e o de tubos a vácuo, utilizados além de aplicação hidrossanitária domésticas, em processos industriais para temperaturas em torno de 100º C ou mais, com aplicação em fábricas de cerveja, vinho, laticínios ou em cozinhas industriais e hospitais, que exigem água em alta temperatura para descontaminação.

O equipamento é instalado conforme o imóvel e, na maioria das vezes, não exige quebra de paredes. Aproveita a tubulação já existente no imóvel. Pode operar por termossifão, quando a água dos coletores fica mais quente e menos densa do que a do reservatório, ou bombeamento ou “alimentação forçada”, que exige a instalação de uma microbomba elétrica e dispositivo eletrônico de controle automático para que a água aquecida seja encaminhada até o reservatório.

O valor gasto com o aquecedor acaba sendo compensado desde o primeiro uso. Em um cálculo básico, a Abrasol aponta uma economia de até R$ 4,4 mil no Estado de São Paulo — isso com a área de energia solar coletada de seis metros quadrados, custando R$ 0,77 por kWH. O sistema tem durabilidade média acima de 25 anos e quase não tem gastos com manutenção, normalmente apenas limpeza. Segundo a Abrasol, usar a tecnologia para aquecer a água do chuveiro elétrico resulta em cerca de R$ 80,00 mensais de economia ou mais. Este valor, se aplicado mensalmente na poupança, durante 25 anos, pode resultar no montante de R$ 66.895,96.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Abrasol
Imagem: Divulgação

 

8° edição do Prêmio Objeto Brasileiro

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O Museu A CASA do Objeto Brasileiro organiza a 8a edição do Prêmio Objeto Brasileiro, que pretende destacar e premiar o melhor da produção artesanal e do design contemporâneo no Brasil.

 

Prêmio Objeto Brasileiro faz parte de um conjunto de ações realizadas pelo Museu A CASA do Objeto Brasileiro com o objetivo de contribuir para o reconhecimento, valorização e revitalização deste importante patrimônio cultural brasileiro. Mais do que um abrangente concurso organizado por uma instituição pioneira e atuante na promoção do design e da produção artesanal contemporânea, o Prêmio é um acontecimento bienal e permanente que mobiliza e estimula o uso de recursos criativos, a troca de ideias e a realização de novos contatos.

Dividido nas categorias Autoral, Coletiva e Socioambiental, o Prêmio recebe inscrições de profissionais já renomados e também de jovens profissionais que ganham a chance de ter notoriedade nacional por meio de uma exposição física realizada na sede do museu, no bairro Pinheiros, em São Paulo: os objetos/projetos premiados integrarão a exposição presencial prevista para Setembro de 2022, quando se dará a entrega dos prêmios. Cabe à Comissão de Seleção e Premiação, dentre os objetos finalistas, selecionar aqueles que serão premiados e farão parte da exposição presencial.  Além da exposição, os selecionados terão uma premiação em dinheiro.

 

8º Prêmio Objeto Brasileiro
Período de inscrições
 4 de abril a 20 de maio de 2022
Mais informações premio@acasa.org.br | (11) 3814-9711 | 94254-1179 (WhatsApp)
www.acasa.org.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Museu A CASA do Objeto Brasileiro
Imagem: Divulgação

The Playground – The Coachella Valley Music and Arts Festival 2022

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Aumentando a experiência dos frequentadores do festival, a instalação infundem novas cores, luz e significado, e um senso único de lugar e descoberta no Empire Polo Club.

 

Architensions, um escritório de design e pesquisa liderado por Alessandro Orsini e Nick Roseboro e com sede entre Brooklyn e Roma, foi selecionado para projetar uma instalação para o The Coachella Valley Music and Arts Festival 2022, ao lado de Cristopher Cichocki, Kiki Van Eijk, Estudio Normal, Oana Stanescu e Los Dos.

Intitulada The Playground, a instalação consiste em quatro torres em aço que variam de 42′ a 56′, como andaimes modulares que guardam formas de várias formas e materialidade. A estrutura tem o magenta e o amarelo para a grade vertical, e ciano para a praça, cores derivadas do espectro do filmedicróico usado para o revestimento de algumas das formas, enquanto outras são pintadas em cores sólidas escolhidas a partir das adjacências associadas das três cores, resultando em uma experiência de cores intencionalmente vibrante.

 

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Inspirada na Nova Babilônia de Constant Nieuwenhuys, uma cidade de improvisação, possibilidades e jogo como uma alternativa crítica aos fardos impostos pela produção, as formas em si referem-se a tipologias urbanas para o lazer, como praças, teatros, parques e arcadas, embora verticalmente dispostas dentro de uma grade porosa que dá uma ordem à paisagem de diferentes formas.

O design evoca uma paisagem urbana familiar, onde o significado da brincadeira é revertido à sua definição original de tempo pessoal livre, ou seja, um playground. Semelhante ao Palácio divertido de Cedric Price, as grades criam um novo terreno comum, um espaço aberto que se opõe ao isolamento e à homogeneidade das experiências tecnologicamente mediadas.

 

“O Playground, em uma analogia com Aldo Rossi ‘Il teatro del Mondo’, cria um ambiente semelhante a um teatro, no qual as pessoas podem interagir em uma espécie de performance. Proporciona uma oportunidade de vivenciar um espaço de lazer sem o uso da tecnologia, simplesmente interagindo com o espaço e sua materialidade. O usuário é, ao mesmo tempo, espectador e artista.” – Alessandro Orsini, Architensions.

 

Embora as torres sejam estáticas e não possam ser habitadas, as cores e formas convidam os frequentadores do festival a interagir com elas visualmente. A altura, o posicionamento e a grade das torres permitem que sombras dinâmicas sejam lançadas no chão entre elas, na totalidade que compreende um universo fabricado de formas que simbolizam muitos lugares físicos ao mesmo tempo. Pontes de céu definem o espaço e bancos no nível do solo conectam as torres, formando a pegada da “piazza”, bem como fornecem um lugar para descansar ou ser um espectador.

 

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the playground by architensions photo by julian bajsel courtesy of coachella valley music and arts festvial Easy Resize com

 

O projeto apresenta uma atmosfera física ao mesmo tempo dinâmica e envolvente, que as pessoas podem usar como espaço para interagir entre si no mundo real, propondo também também uma cidade vertical em um lugar onde décadas de expansão horizontal definiram um certo tipo de lazer e crescimento suburbano definido pela separação, em vez de experimentar as possibilidades de melhorar nosso ambiente para promover a interação física e a coletividade.

Em contraste com a função contemporânea da torre como paradigma de luxo urbano, o Playground propõe a torre como um local de diversão, e uma estrutura para promover a colaboração e a liberdade de movimento. “O Playground é um fragmento de uma cidade”, diz Roseboro, “um nó para engajar os frequentadores de festivais em interações coletivas e em performance, relaxamento e brincadeiras”, afirma Nick Roseboro.

 

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Fonte: Archdaily/Architensions
Imagens: Michael Vahrenwald, Lance Gerber, Julian Basjel

 

Uma arquitetura carbono neutro: planejamento, logística e contexto.

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Além de tecnologia e design, debates sobre a cadeia produtiva da construção civil e como o contexto impacta a aceitação e incorporação dessas soluções em projetos se faz necessário.

 

Discutir a neutralidade de carbono na arquitetura não deve ser baseado apenas em materiais locais e novas tecnologias, uma vez que há muitos aspectos que impactam a cadeia produtiva da construção. Do projeto à construção, sem perder de vista o contexto e o sistema econômico de nossa sociedade, a indústria da construção civil é responsável por uma parte considerável da energia consumida em todo o mundo. Para interferir nessa realidade, é necessário ampliar as frentes de atuação, questionando o lugar da construção em nossa sociedade.

O conceito de neutralidade de carbono é sobre cancelar ou negar a quantidade de gases de efeito estufa produzidos pelas atividades humanas, reduzir as emissões existentes de dióxido de carbono e aplicar métodos de absorção desses gases na atmosfera. Ao longo dos últimos anos, esse conceito foi incorporado em algumas práticas arquitetônicas, principalmente em grandes projetos corporativos, localizados principalmente em cidades mais ricas do mundo, o que gerou um desenvolvimento de tecnologias, ferramentas e conhecimentos que colocam em evidência a arquitetura carbono neutro.

 

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Hotel Xiangshawan Desert Lotus – PLaT Architects

 

Apesar de ser um amplo debate, a arquitetura carbono neutro tende a emergir principalmente de duas frentes na discussão da prática arquitetônica: estratégias de design e tecnologia de construção. Busca reduzir o impacto no meio ambiente através do consumo mínimo de seu entorno e gerando o mínimo de desperdício possível. Para isso, os projetos costumam fornecer estratégias que abordam essa dinâmica, por exemplo, reduzindo a necessidade de ar condicionado por meio de soluções de design passivo, que utilizam ventilação transversal natural e a inércia térmica dos materiais. Além das estratégias de design passivo, tecnologias como a autossuficiência energética, que consiste em produzir o que é necessário a partir de equipamentos eólicos ou solares, ou mesmo a retenção e uso da água da chuva, também são amplamente exploradas em projetos voltados à neutralidade de carbono.

 

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Torre Taikoo Green Ribbon – ARUP

 

Embora essas estratégias se concentrem na manutenção e vida útil dos edifícios, é importante ressaltar que dos 40% do consumo mundial de energia ligado à construção civil, 80% diz respeito ao processamento, produção e transporte de materiais para construção. Isso significa que, além de reutilizar recursos e otimização de energia, uma importante estratégia de arquitetura neutra consiste em mapear a cadeia produtiva da construção civil, com vistas à emissão de gases de efeito estufa e à proposição de soluções alternativas dentro das escalas possíveis, seja pela mudança da técnica de construção, priorização de materiais locais e técnicas vernáculas, ou de possível consumo local, buscando fornecedores e trabalhadores de locais próximos ao território, salvar circuitos com combustíveis fósseis, por exemplo.

É importante ressaltar, no entanto, que a construção civil é uma das principais atividades econômicas do mundo, desempenhando um papel importante no emprego das pessoas e no movimento de recursos e, em diversos momentos, representou um importante aliado na recuperação econômica em meio a crises. Ao mesmo tempo, após a revolução industrial, a indústria da construção incorporou uma lógica que transformou toda a cadeia produtiva na busca de eficiência e velocidade, não só em canteiros de obras, mas também na forma de extrair e transformar materiais naturais, em detrimento do meio ambiente e das relações de trabalho. Atualmente, apesar de muitos esforços e pesquisas, é cada vez mais evidente que essa lógica de produção é incompatível com uma cadeia produtiva neutra em carbono e também com a manutenção da vida como a conhecemos hoje no planeta.

 

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Colapso da represa de minério de ferro em Brumadinho, janeiro de 2019. Imagem via Daily Overview – Maxar Technologies

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Este artigo faz parte do ArchDaily Topics: The Road to Net Zero Architecture.
Escrito por Giovana Martino e traduzido por Diogo Simões.

 

1º Concurso Vida Urbana: Ideias para uma Transformação Urbana Sustentável

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Promovido pela AECID – Agência Espanhola de Cooperação Internacional – concurso visa avaliar propostas que promovam transformações urbanas à grupos em situação de vulnerabilidade.

 

A Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID), em colaboração com a Secretaria Geral Ibero-Americana (SEGIB), lança o 1º Concurso Vida Urbana: Ideias para uma Transformação Urbana Sustentável, no contexto da iniciativa LAIF City Life e com o apoio da Comissão Europeia. O objetivo consiste em identificar propostas inovadoras que promovam transformações urbanas contribuintes para a melhoria da qualidade de vida de grupos em situação de vulnerabilidade em países latino-americanos da Ibero-América.

O concurso visa encorajar o trabalho conjunto de equipes técnicas e comunidades locais para tornar visíveis problemas e dar voz à cidadania. Para participar, é necessário reunir uma equipe multidisciplinar – compostas por entre cinco e sete pessoas com diferentes perfis e especialidades – e apresentar soluções originais e inovadoras a partir de cinco aspetos transversais: espaciais, sociais, econômicos, ambientais e de governança. s três melhores propostas ganharão prêmios que as ajudarão a concretizar os projetos – serão 30 mil euros em prêmios.

Cada equipe deve ser constituída por ao menos uma pessoa que corresponda aos seguintes perfis e especialidades:

  • Profissional de arquitetura, planejamento urbano, engenharia civil ou semelhante;
  • Líder da comunidade representante e residente da área que será objeto da proposta;
  • Representante de uma ONG;
  • Economista;
  • Docente universitário de planejamento urbano, economia, sociologia ou outras disciplinas relacionadas.

 

Como concorrer?

  1. Preencher o formulário.
  2. Apresentar um painel de formato A1 (59,4 x 84,1 cm) que descreva a proposta através de textos, imagens e gráficos. Formato horizontal a 150 dpi em PDF com um peso máximo de 10 MB.
  3. Subir ao formulário a documentação exigida sobre os integrantes da equipe.

Saiba mais e inscreva-se AQUI.

 

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Fonte: Concurso Vida Urbana
Imagem: Divulgação

 

 

27ª Bienal de Design: BIO27 Super Vernáculos

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Super Vernáculos revela como designers e arquitetos estão criando respostas imaginativas aos desafios contemporâneos.

 

A 27ª edição do BIO Ljubljana (BIO27), a mais antiga e uma das principais bienais de design do mundo, com abertura no dia 26 de maio sob a curadoria de Jane Withers, reúne designers, arquitetos, pensadores e pesquisadores de todo o mundo.
O tema do BIO27, Super Vernáculos, explora um movimento crescente e ambicioso que se inspira na arquitetura vernácular e inteligência de design para moldar um futuro mais resiliente e equitativo.

O Super Vernáculos revela como designers e arquitetos estão tomando nota das tradições vernáculas e sistemas de valor largamente ignorados na era moderna para criar respostas imaginativas aos desafios contemporâneos, como escassez de água, desperdício e biodiversidade em declínio. Os projetos apresentados no localismo em primeiro plano BIO27, conexão com a natureza e resiliência ecológica. As abordagens do Super Vernaculars incluem um sistema de gestão de água baseado na natureza em toda a cidade, alternativas de baixa energia ao ar condicionado, sistemas alimentares de lixo zero e design que suporta comunidades locais e regeneração paisagística.

 

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Com curadoria da principal curadora independente, consultora de design e escritora, Jane Withers, com a curadora assistente Ria Hawthorn (Reino Unido), o Super Vernáculos é considerado uma coleção de histórias contadas por meio de estudos de caso que mostram como essas ideias servem como trampolim para a inovação contemporânea.

 

“A expansão global e o capitalismo desenfreado em detrimento do planeta precipitaram a catástrofe climática e aceleraram o enorme desequilíbrio entre a humanidade e o mundo natural. Super Vernáculos, tema do BIO27, explora um movimento crescente e ambicioso que se inspira em tradições e práticas de design vernáculos de todo o mundo para moldar uma visão radical para um futuro mais responsivo e resiliente.” – Jane Withers.

 

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A salsicha do futuro – imagem Younès Klouche

 

Com sede no Museu de Arquitetura e Design (MAO) e criada em cooperação com o Centro de Criatividade eslovênia (CzK), a Bienal compreende a exposição Super Vernáculos; uma apresentação das cinco comissões de plataforma de produção; e um programa vibrante de palestras, workshops e eventos envolventes. Um programa de exposições e eventos por satélite em toda a cidade será anunciado em abril.

Com: Assemble and BC Architects, Ant Studio, Marjan van Aubel, DnA Design and Architecture, Isla Urbana, Kellenberger-White, Swati Janu, Fernando Laposse, Atelier LUMA, Shneel Malik, Enzo Mari, Material Cultures, Bruno Munari, Joar Nango, Carolien Niebling, Ooze, Marjetica Potrč, Francesca Sarti, Adam Štěch, Trajna, e muitos mais, além de cinco equipes da Plataforma de Produção BIO27: Krater, Robida. Pjorkkala, Garnitura e Futuring.

 

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Serviço

27ª Bienal de Design: BIO27 Super Vernáculos
Museu de Arquitetura e Design (MAO)
26 de maio de 2022 – 29 de setembro de 2022

Site – https://27.bio.si/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: BIO27/Archdaily
Imagens: Divulgação BIO27

“Casa dos Sentidos” cria experiência artística a partir do universo sensível das crianças autistas

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O projeto, instalado no ParkShoppingBarigüi, ficará aberto ao público até o dia 24 de abril, reforçando as ações referentes ao Mês de Conscientização do Autismo.

 

Idealizada pela Montenegro Produções Culturais, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a exposição interativa Casa dos Sentidos foi criada com o intuito de traduzir em forma de expressões artísticas os sentimentos e vivências das crianças e adolescentes portadores de Transtorno do Espectro Autista (TEA), a fim de contribuir para a inclusão, aceitação e conhecimento sobre essa condição que atualmente atinge uma em cada 44 crianças no mundo. A mostra, que fica em cartaz de 01 a 24 de abril, no ParkShoppingBarigüi, em Curitiba (PR), tem entrada gratuita e horários específicos de visitas agendadas guiadas por especialistas em terapias cognitivas.

Com 300 metros quadrados de área expositiva, o projeto prevê a construção cenográfica de uma casa, estruturada como instalação de arte, com espaços internos projetados a partir das impressões de crianças autistas em releituras artísticas.

“Cada um vê o mundo à sua maneira e os autistas enxergam e interpretam a realidade de uma forma ainda mais individual. A proposta da curadoria é oferecer uma experiência inédita que fala sobre inclusão social por meio da arte. Tudo de forma sensorial e lúdica” – Nonnie Fenianos, arquiteta da Montenegro Produções Culturais.

A experiência, assinada por artistas, designers e arquitetos renomados, é distribuída em ambientes sensoriais criados com ferramentas que estimulam os cinco sentidos do visitante. “São leituras, recortes e criações idealizadas a partir do universo sensível de crianças e adolescentes autistas que vão surpreender e emocionar o público. Uma verdadeira oportunidade de enxergar o mundo sob outra perspectiva”, detalha Carolina Montenegro, gestora da Montenegro Produções Culturais. Após a temporada em Curitiba, a Casa dos Sentidos passará por São Paulo e Brasília e, por fim, vai desembarcar na Califórnia, nos Estados Unidos.

 

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Para chegar nesse resultado, a equipe técnica da Montenegro Produções passou por 10 meses de pesquisas e treinamentos práticos, acompanhados por especialistas em psicologia, pedagogia, fonoaudiologia e terapia ocupacional. Todos os processos e intervenções foram validados por profissionais da área. Além disso, o projeto conta com o apoio dos maiores institutos de pesquisa sobre TEA: a Tismoo, primeira startup de medicina e testes genéticos para autismo, e o The Muotri Lab (da Universidade de San Diego, Estados Unidos), que investiga os mecanismos fundamentais para o desenvolvimento do cérebro e de transtornos como o autismo.

Pensada para ser totalmente acessível, a Casa dos Sentidos terá um robô responsável pela audiodescrição de cada um dos ambientes da exposição, além de uma visita gratuita guiada por um tradutor de libras no dia 5 de abril, com agendamento prévio pelo Sympla. Uma versão on-line da exposição em 3D ficará disponível para visitação gratuita no site da produtora.

Em paralelo à mostra, serão realizadas também ações sociais externas, como encontros entre artistas e professores da rede pública de ensino para tratar da importância do desenvolvimento artístico sensorial; oficinas com artistas que utilizam elementos da natureza como matéria-prima; e 15 visitas guiadas por profissionais da Terapia Cognitiva A_MI para grupos de crianças autistas e idosos, beneficiados pelo Cedivida – Programa de Atenção à Pessoa Idosa, do Hospital de Clínicas de Curitiba.

 

Cozinha

Artista: André Coelho / Arquiteto: Givago Ferentz

Você já observou com ouvidos bem atentos o que acontece enquanto alguém cozinha? São vozes, ruídos, barulhos e músicas que se transformam em nosso patrimônio afetivo: a comida. É com essa proposta que o ambiente traz representações artísticas de sons em diferentes vibrações, que farão o público acessar memórias e ativar novas percepções auditivas. A ilustração do imaginário afetivo que permeia esse espaço representa o fio condutor da experiência.

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Sala de Estar

Artista: Daniélli Carazzai / Arquiteta: Mariana Saltini

Ao utilizar a fotografia e suas infinitas possibilidades criativas para compor esse ambiente, o visitante terá as sensações relacionadas ao tato ativadas em diferentes elementos. Texturas, formas e espaços mostram-se presentes no cômodo, propondo outros modos de ver e sentir. A sala de estar promove o contato e a experiência compartilhada, já que todo aquele que toca também é tocado.

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Quarto

Artista: Veronica Fukuda / Arquiteta: Nonnie Feninos

No quarto, uma narrativa que usa a ilustração para representar cenários que habitam o imaginário popular e nos despertam surpresas, interrogações e descobertas. Da floresta ao oceano, uma construção estética que estimula o olhar além do que se vê.

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Sala de Jantar

Artista: Guilherme Zawa / Arquiteta: Guta Nagaro

A sala de jantar foi projetada como um ambiente de desconstrução para provocar estranhamento. Uma aparente inadequação capaz de encantar, surpreender e trazer reflexão sobre a beleza e a potência do que é diferente. As criações artísticas utilizam cerâmica em design inusitado que conduzem à reflexão sobre a beleza do que é o oposto daquilo que estamos habituados.

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Caixa Sensorial

Artista: Eduardo Ramos / Arquiteto: Jorge Teixeira Junior

A Caixa Sensorial foi projetada para que todos os sentidos sejam ativados. Com auxílio de luzes, sons e imagens, o visitante será conduzido ao universo sensível dos portadores do Transtorno do Espectro Autista.

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Apoios, patrocínios e parcerias

Idealizado e realizado pela Montenegro Produções Culturais por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o projeto cultural Casa dos Sentidos tem apoio da revista Pinó; patrocínio Tetra Pak, Grupo Barigüi, Britânia Eletrodomésticos, Jaguá Frangos, Compagas, Sanepar, Celepar, Berneck, Engepeças, Ademicon, Perkins, Unimed, Uniserv Manutenções, Copacol, Elejor, Gelnex, HAVAN, Honda Prixx, Plaza Veículos e Ravato; além de parcerias com Associação Amigos do HC, Terapia Cognitiva A_MI, Água e Vida Centro de Psicomotricidade, Tismoo, Multiloja, Tintas Verginia, Human Robotics, Agá e Pormade Portas e produção Guanabara Produções Culturais.

 

Casa dos Sentidos

Local: ParkShoppingBarigüi – Curitiba
Data: 1º e 24 de abril
Horários: segunda-feira a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h. Entrada gratuita.
agendamento antecipado de ingressos pelo Sympla

 

 

 

 

 

Imagens: Divulgação

 

 

 

Guardian Glass lança programa de fidelidade para vidraceiros e fabricantes de esquadrias

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Parceiros Guardian Plusterão acesso a série de benefícios como treinamentos, materiais de comunicação e ações de incentivo para aumentar as vendas.

 

A Guardian Glass anuncia o lançamento do seu novo programa de fidelidade voltado para vidraceiros e fabricantes de esquadrias, o Guardian Plus. O objetivo do programa é estreitar o relacionamento da marca com profissionais da cadeia vidreira, proporcionando maior valor para seus negócios.

“Criamos um programa que oferece muitos benefícios para nos conectarmos ainda mais aos vidraceiros e fabricantes de esquadrias, que são um elo muito importante em nosso segmento, contribuindo com a geração de demanda para os nossos clientes” – Viviane Sequetin, gerente de Marketing South America da Guardian Glass.

O Guardian Plus faz parte da estratégia da companhia para promover conteúdos relevantes e informações técnicas sobre os benefícios de vidros e espelhos na arquitetura, e, assim, contribuir com o desenvolvimento do setor.

O programa de fidelidade conta com uma série de benefícios como associar-se à marca Guardian – Top of Mind em espelhos -, receber materiais de comunicação para suporte nas vendas como mostruários e displays, ter prioridade nos lançamentos de novos produtos e novidades da marca, e participar de treinamentos, eventos para arquitetos e ações cooperadas para geração de demanda. Também está contemplado no Guardian Plus um Programa de Pontos, com premiações de acordo com o volume de compra.

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Para humanizar os materiais de comunicação do Guardian Plus, a empresa contratou a atriz Ellen Rocche que também estrela sua campanha publicitária. Ellen, que é um ícone de elegância, beleza e carisma, endossa os atributos dos vidros e espelhos da Guardian Glass. Nas peças de comunicação, a atriz aparece em situações cotidianas que demonstram como o produto está inserido no dia a dia das pessoas, proporcionando mais qualidade de vida, conforto e bem-estar.

Para se cadastrar e conhecer mais sobre o Guardian Plus, os interessados devem acessar o Instagram @guardianbrasil, clicar no link da bio e selecionar a opção Guardian Plus para fazer a sua inscrição, que passará por análise e aprovação da Guardian Glass.

 

Guardian Glass

A Guardian Glass, uma importante unidade de negócios da Guardian Industries, é uma das maiores fabricantes mundiais de produtos de vidros float (plano), revestido (coated) e transformado. Em suas 26 linhas de vidro float em todo o mundo, a Guardian Glass produz vidros de alto desempenho para uso em aplicações de arquitetura externas (comerciais e residenciais) e interiores, bem como transporte e produtos técnicos. O vidro da Guardian Glass está presente em residências, escritórios, carros e em algumas das mais emblemáticas referências arquitetônicas mundiais. O Guardian Glass Science & Technology Center trabalha continuamente para criar novos produtos e soluções de vidro usando a tecnologia mais avançada para ajudar os clientes a “ver o que é possível” (see what´s is possible™).

Visite o site: Country Selector | Guardian Glass