Pesquisa da UFSCar estuda diretrizes para redes cicloviárias

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Projeto busca voluntários para responderem questionário online

 

A pesquisa intitulada “Diretrizes para implantação de redes cicloviárias frente às interfaces urbano-rodoviárias utilizando geotecnologias”, desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana (PPGEU) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), está convidando pessoas voluntárias para responderem questionário online sobre viagens de bicicleta em redes cicloviárias.

Realizada pela aluna de mestrado do PPGEU Maria Paula Rosa Freato, sob orientação da professora Rochele Amorim Ribeiro, do Departamento de Engenharia Civil (DECiv), a pesquisa tem como objetivo identificar a importância dos critérios das redes cicloviárias para viagens de bicicleta em trechos rodoviários entre cidades de uma mesma região.

Podem participar do estudo pessoas com idade acima de 18 anos e que residam em qualquer localidade brasileira. Não é necessário ter capacidade técnica no assunto, nem experiência com ciclismo. O tempo previsto para resposta é de 10 minutos.

Acesse o questionário AQUI

 

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*Dúvidas podem ser encaminhadas aos e-mails mariafreato@estudante.ufscar.br e rochele@ufscar.br. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 52911521.2.0000.5504).

Você sabe o que é DOMÓTICA?

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Casas super conectadas compostas e administradas por equipes de robôs domésticos.

 

Robótica e automação estão presentes em qualquer previsão de como viveremos no futuro e nos últimos anos vimos espaços sendo transformados pelas tecnologias. Ainda que entender a forma como operam seja extremamente complexo, o objetivo principal das tecnologias é tornar a vida mais simples, segura e fácil.

Por definição, DOMÓTICA é a automação residencial globalmente inteligente, funcionando como um sistema que facilita os processos,  conectando entre si dispositivos e aparelhos que se ligam e conversam através de um controle centralizado, acessado por computadores, tablets ou telefones celulares. Inclui-se aí não só luzes, eletrodomésticos, tomadas elétricas, sistemas de aquecimento e refrigeração, mas também alarmes, portas, janelas, detectores de fumaça, câmeras de vigilância, entre muitos outros sensores e aparelhos. Aplicativos de monitoramento podem fornecer informações acuradas sobre a casa, apresentando relatórios detalhados sobre equipamentos que poderiam estar funcionando melhor ou gastando menos. As casas super conectadas serão compostas e administradas por equipes de robôs domésticos, a decoração adaptável à espaços, consumos de água e luz reduzidos. Espaços que receberem a incidência moderada de sol, vento ou fontes de energia geotérmica, coletarão mais energia do que consomem e venderão eletricidade para a rede elétrica.

 

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Mas dados e tecnologia são evoluções previstas. Grandes arquivos de design poderão ser transferidos, tornando a residência um centro de impressão 3D, capaz de produzir roupas, brinquedos, equipamentos esportivos, ferramentas e outros itens. Com uma vasta gama de dispositivos e sistemas robóticos entrando no mercado, arquitetos e designers enfrentam o desafio de projetar e especificar a implementação desses sistemas. À medida que sistemas como o Google Home, Alexa e Amazon Echo se tornam mais comuns e a inteligência artificial se torna mais sofisticada, a integração das mais diversas aplicações nos espaços residenciais deve entrar cada vez mais em nossos cotidianos. Além dos smartphones e computadores pessoais, eletrodomésticos e sensores são capazes de identificar padrões, processar informações e executar tarefas através de comandos ou automaticamente.

 

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O modo de operar a Construção Civil inova pela implementação de novas tecnologias focadas em aumentar a produtividade e eficiência do trabalho. A influência dos sistemas BIM, da construção modular e a prefabricação permitem a realização de alguns processos controlados fora da obra, enquanto a Impressão 3D, a Automação e a Inteligência Artificial nos fazem pensar em um futuro em que as obras da construção civil estarão totalmente automatizada.  O projeto de um sistema automatizado para uso industrial, por exemplo, deve ter a premissa da segurança. Não queremos apenas dizer que um operador humano pode acidentalmente cometer erros ao operar uma máquina manualmente, mas um sistema industrial automatizado não pode cometer erros que coloquem em risco a vida e a integridade das pessoas. A maioria dos sistemas automatizados é concebida também para economizar energia elétrica. Já que, a perda de tempo nos processos gera desperdício energético, vale lembrar que do total de energia consumida no Brasil, aproximadamente 43% é consumida pelo setor industrial. Maquinário inteligente é sinônimo de economia. Somado a isso, o uso inteligente de recursos simplifica as tarefas de trabalho intensivo e minimiza a criação de materiais e resíduos.

As Smart Houses, com tecnologias associadas à automação, robótica e algoritmos unem-se à arquitetura para trazer soluções que aumentam o conforto dentro de nossas casas através de Domótica. Aumentar a segurança, melhorar a vida de pessoas com deficiência ou idosos, economizar recursos e facilitar o cotidiano são algumas das premissas para a automatização integrada.

 

 

 

 

 

Por Redação
Imagem: Ilustrativa

aflalo/gasperini arquitetos assina novo edifício da Tonino Lamborghini

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O escritório de arquitetura explora as variações de relevo do terreno no Jardins e entrega o segundo empreendimento da personalidade italiana no Brasil.

 

O Tonino Lamborghini San Paolo é o novo empreendimento a levar a marca do designer italiano em solo brasileiro. O projeto arquitetônico, assinado pela aflalo/gasperini arquitetos, é de uso misto e está localizado no coração dos Jardins, em São Paulo. As particularidades do terreno foram um desafio para o escritório, cujo trabalho resultou em uma proposta elegante com estética fluída e leve.

Localizado entre as vias Rua Marília e Alameda Jaú, o terreno com declive significativo foi um desafio, que os arquitetos viram como oportunidade de pensar em diversas perspectivas tanto para os moradores e usuários quanto para os pedestres. A solução proposta foi a criação de dois pisos térreos e uma marquise no ponto mais baixo da fachada.

O primeiro nível, com entrada na Alameda Jaú, abriga a fachada ativa, com espaço comercial e acesso à torre principal e à área de lazer localizada no fundo do terreno. Já no segundo, na Rua Marília, está o acesso aos apart-studios, configuração que garante o dinamismo e mobilidade constante ao longo da calçada, equipada com paisagismo e mobiliário à disposição da cidade.

 

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O projeto conta com variados formatos de unidades residenciais, incentivando a pluralidade de perfis dos moradores. Nos primeiros níveis, formados por um bloco de maior volumetria horizontal, apart-studios foram desenvolvidos para atender ao público jovem, solteiros ou casais que demandam menos espaço em sua rotina doméstica.

A composição inicial inclui 96 studios e uma área de lazer localizada na cobertura. Já a torre principal conta com apartamentos de 252 m2 e um duplex de 482 m2 na cobertura. São compostos por 4 suítes, espaços amplos e flexíveis, terraços em balanço e uma vista de 180 graus para uma das áreas mais nobres de São Paulo.

O projeto tem como conceito estético a exploração das linhas angulares e jardineiras expostas que revelam o olhar voltado para a biofilia, uma das prioridades do escritório paulistano As fachadas laterais do projeto possuem uma renda também com linhas angulares de concreto pré-moldado na cor branca que reorganiza todas as aberturas e marca a identidade do conjunto. Um diferencial é o fato de todas as áreas comuns do condomínio serem equipadas por peças de mobiliário e itens de decoração da marca Tonino Lamborghini.

 

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Imagens: Divulgação

FEICON abre credenciamento para sua 26ª edição

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Após dois anos, o maior evento de construção civil e arquitetura da América Latina abrirá as portas para o público de 29 de março a 1 de abril

 

A FEICON, maior evento de construção civil e arquitetura da América Latina, anuncia a abertura do seu credenciamento para a 26ª edição da feira, que acontecerá em formato presencial, entre os dias 29 de março e 1º de abril de 2022, no pavilhão do São Paulo Expo, em São Paulo.

O registro voltado aos profissionais do varejo, engenheiros, arquitetos, construtores e outras categorias relacionadas ao setor já está disponível on-line, no site do evento, e é uma oportunidade de garantir, antecipadamente, acesso gratuito aos estandes e conteúdos da feira, que contará com expositores nacionais e internacionais de todos os principais macrossetores do setor.

Analisando o atual cenário econômico, a feira acontece em um momento importante, em que a construção civil nacional está aquecida. De acordo com o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), divulgado em dezembro, o PIB da indústria do setor apresentou crescimento de 3,9%, no terceiro trimestre de 2021.

“Além de apresentar resultados positivos para a economia nos últimos dois anos, a construção civil passa por um momento de transformação, com a digitalização do varejo, as tecnologias que estão ganhando espaço nos projetos, os sistemas construtivos que estão acelerando as operações, a disseminação das políticas de ESG, entre outros fatores. Este é o momento perfeito para reunirmos os profissionais para apresentação e debates sobre tendências, inovações e dicas de mercado. Assim, seguimos como maior e principal vitrine de negócios desta indústria para a América Latina” –  Lúcia Mourad, Gerente da FEICON.

A feira será a primeira do ano organizada pela RX Brasil (Reed Exhibitions) e estará dividida em quatro macrossetores: acabamentosestruturasinstalações e externos, que incluirão lançamentos de produtos, decorações, segurança, hidráulica, sistemas elétricos, inovações, tecnologias para projetos e sistemas construtivos, além de produtos voltados para sustentabilidade, entre outros.

Além disso, a programação inclui palestras e workshops, que serão divulgados em breve.  O objetivo da FEICON é oferecer aos visitantes um panorama completo e atualizado da construção civil, além de possibilitar negócios, relacionamentos e acesso a tendências e inovações.

O credenciamento antecipado contribui para uma melhor experiência in loco e garante mais tempo para a seleção das atividades e dos estandes a serem visitados.

 

Para se credenciar, obter informações sobre expositores e acompanhar as novidades da feira, acesse: https://www.feicon.com.br/

 

Serviço:

FEICON – 26ª EDIÇÃO

Data: 29 de Março a 1º de Abril de 2022
Horário: Terça a Sexta, das 10h às 20h
Local: São Paulo Expo – São Paulo/SP
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – Água Funda

Informações: https://www.feicon.com.br/

 

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kengo kuma projeta centro estudantil subterrâneo com teto verde fluido

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Projeto alinha espaço interno e paisagem exterior, criando diálogo com o ambiente urbano local.

 

O escritório kengo kuma & associados cria uma nova entrada para o Instituto de Tecnologia de Toquio. Apelidado de “hisao & hiroko taki plaza”, o espaço toma forma como uma “plataforma” de degraus descendentes e jardins intersticiais, e funciona como um centro de atividade estudantil. A equipe de design expressa respeito pelo contexto e mantém acesso visual à uma torre de relógios — um marco do campus; a estrutura é principalmente embutida no chão, de modo a evitar uma condição excessivamente vertical.

 

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Acima do nível do plano terrestre, a estrutura é experimentada como um ‘telhado’ composto por arquibancadas e vegetação, solução arquitetônica que introduz um diálogo com a parede verde inclinada da biblioteca nas proximidades, resultando em uma espécie de vale verde que convida os alunos às atividades.  A equipe observa que a linha entre o espaço interno e a paisagem exterior é mesclada pela continuação da paisagem nas plataformas do edifício, promovendo encontros e atividades colaborativas, que podem ser realizadas simultaneamente ao longo de diferentes níveis do edifício. O espaço construído sugere transições fluidas com divisões espaciais ambíguas, estimulando os sentidos dos usuários tanto visual quanto fisicamente.

O ponto de partido do projeto foi traçar um perfil seccional geral do telhado, seguido pelos degraus encalhados das arquibancadas, resultando em uma silhueta que se assemelha à paisagem de um rio, que se espalha expondo a estrutura torcida que sustenta o telhado. O teto escalonado gera elementos de assento.

 

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Fonte: Designboom
Imagens: kobayashi kenji

Projeto Cobogó Mundaú, produto sustentável da Portobello, conquista Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2021

Cobogo Mundau

Iniciativa ajudou a solucionar uma questão social e ambiental na comunidade de Vergel do Lago, em Maceió, através da reciclagem da casca do Sururu.

 

O projeto Ecossistema de Inovação Social da Lagoa Mundaú acaba de ganhar o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2021, na categoria Meio Ambiente e Renda. O reconhecimento vem da criação do Cobogó Mundaú, elemento construtivo vazado produzido com a casca do sururu, de identidade nacional e alagoana, e que reforça a economia circular. Desenhado pelos designers Marcelo Rosenbaum e Rodrigo Ambrosio por meio das técnicas do artesão Itamácio Santos, a peça ganhou escala industrial com o apoio da Pointer, marca de design democrático da Portobello, e distribuição nacional pelas Lojas Portobello Shop.

Realizado a cada dois anos, o prêmio tem por objetivo identificar, certificar, premiar e difundir tecnologias sociais já aplicadas, implementadas em âmbito local, regional ou nacional, que sejam efetivas na solução de questões relativas à alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente, recursos hídricos, renda e saúde. Para definir os vencedores deste ano foram avaliados os critérios efetividade, inovação, sistematização da tecnologia e a interação com a comunidade.

 

Cobogo Mundau
Peça é produzida a partir da casca do sururu triturada em substituição da areia, na composição com o cimento. – Divulgação Portobello

 

O Cobogó Mundaú nasceu do projeto “Maceió Mais Inclusiva Através da Economia Circular – Cooperação Técnica” do BID Lab, o Laboratório de Inovação do Grupo BID, em parceria com o Instituto A Gente Transforma, o IABS (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade) e a Prefeitura de Maceió.  A pesca do sururu é uma das atividades mais tradicionais da economia local. Porém, apenas na Comunidade do Vergel, localizada às margens da Lagoa do Mundaú, na zona urbana de Maceió (AL), o resíduo gerado pela pesca chega a mais de 300 toneladas/mês em cascas de sururu. O Cobogó Mundaú é produzido pela comunidade a partir do sururu recolhido e triturado, em substituição da areia, na composição com o cimento, tornando-o um produto com identidade nacional e alagoana, e que possibilita a geração de trabalho em escala para a comunidade através da reciclagem do resíduo, proporcionando uma economia circular de valor agregado.

 

Takuto ohta constrói móveis definidos por blocos de empilhamento

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Série de móveis ‘”inocente” é impulsionada pela intuição.

 

O designer japonês Takuto Ohta revela “inocente”, um conjunto de móveis peculiares feito de blocos com cortes de 45 graus que podem ser empilhados em vários ângulos. As composições resultantes articulam, como Ohta descreve, uma ferramenta ‘primitiva’ trazendo à tona a sensibilidade e a imaginação de empilhar coisas de acordo com a intuição.

 

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Enfrente o bloco e não preste muita atenção ao propósito ou ao significado que você quer dar a ele. Não penso no que estou fazendo. Eu simplesmente permito que as leis da física assumam o tom” – Takuto Ohta

 

Destacando a complexidade de simples blocos de construção, Ohta usou fita adesiva colorida para unir os blocos de 45 graus — criando um contraste sóbrio com a textura de madeira leve. A altura e o comprimento de cada conjunto variam muito de acordo com a criativade e as bordas angulares ajudam a empilhar os blocos em vários ângulos.

 

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Fonte: Designboom
Imagens: Divulgação

 

Fernando Brandão assina projeto de livraria conceito

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Arquiteto cria visual intimista e lúdico para a reinauguração da Livraria Cultura no Shopping Market Place

 

Com uma nova concepção de loja, o arquiteto Fernando Brandão assina o retrofit da Livraria Cultura, localizada no piso 1 do Shopping Market Place, com um design contemporâneo e inovador. O projeto gira em torno de uma planta livre e randômica, consistindo na ideia de ter uma circulação livre e fluida entre as prateleiras, seguido de um layout que facilita imediatamente a percepção do espaço como um todo.

O novo conceito também traz uma versão mais intimista, com um modelo de negócio mais compacto em seus novos 530m². Com um olhar apurado e soluções criativas, o arquiteto utilizou o tom de preto como principal elemento do projeto.

 

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“A ideia é dar destaque aos livros e suas cores, por isso, utilizamos o preto e alguns pontos estratégicos de iluminação nos nichos e prateleiras. O grande desafio foi justamente usar adequadamente antigos mobiliários e transforma-los para o novo conceito, porém o resultado foi surpreendente” – Fernando Brandão

 

O projeto une tecnologia de ponta e ferramentas multifuncionais, oferecendo um conceito de loja personalizada, com uma experiência única de imersão e consumo. A loja também traz uma característica exclusiva ao expor 25 obras grafitadas em recortes do artista plástico Carlos Matuck, contribuindo para uma ambientação integralmente imersa ao mundo da arte e totalmente “instagramável”, uma conexão ao universo digital para a livraria física.

Outro fator excepcional é que todos os mobiliários e artefatos são frutos de reciclagem de antigas lojas da rede, valorizando o reuso e a sustentabilidade, um dos principais pilares defendidos pelo profissional dentro do cenário arquitetônico. Fernando também é responsável pela criação dos projetos de outras unidades da Livraria Cultura, tais como, unidade Fortaleza, Curitiba, Rio de Janeiro e a Livraria Cultura do Conjunto Nacional em São Paulo.

 

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Imagens: Divulgação