Design Integrado

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Pé-direito alto, ambientes abertos, pegada jovial e moderna são traços marcantes deste Loft em Pinheiros.

 

O perfil descontraído deste imóvel, localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo, foi a escolha de um jovem rapaz que elegeu a Korman Arquitetos para realizar o projeto da sua primeira morada após sair da casa dos pais. A arquiteta Carina Korman trabalhou o projeto para traduzir o desejo do cliente: um apartamento estiloso, com cores sóbrias e peças de design assinado.

Com as paredes de tijolinho à vista, elétrica com condutores aparentes e estrutura metálica, o loft já contava com a essência industrial. “Nossa missão foi valorizar esse perfil por meio da decoração”, explica Carina. Na área interna, com 85 m², a arquiteta apostou em cores discretas, peças de design assinado e soluções desenhadas pelo próprio escritório.

 

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Na sala de estar, amplitude e conforto para receber os amigos. Na cor cinza, o sofá integra a composição com a poltrona de madeira e estofado de linho, no tom cinza claro. Ao lado, a mesinha em formato de rolha faz as vezes de banquinho. O móvel preto da televisão foi projetado pelo escritório e acompanha o grande destaque da sala: a poltrona Paulistano, assinada por Paulo Mendes da Rocha.

 

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Na pequena cozinha, o escritório destaca suas soluções para pequenos espaços: em madeira preta, a porta de correr esconde a mini área de serviço com tanque, máquina de lavar e boiler de aquecimento. Quando aberta, esconde a geladeira. Além disso, a marcenaria ainda contempla nicho para o forno micro-ondas. Na bancada, posição para três lugares com a cadeira Panton, do designer dinamarquês Verner Panton. Embaixo da escada, o louceiro foi concebido para guardar as louças e receber o bar.

 

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Situada no andar superior, a suíte apresentava na versão original um banheiro fechado e sem janela. Para a entrada da luz natural, a arquiteta decidiu pela demolição de uma das paredes e a substituição por vidro, que por sua vez recebeu a aplicação de uma película jateada para privacidade.

No quarto, a cama desenhada pelo escritório foi acrescida de gaveteiros para armazenar o enxoval de cama e banho. Em vez dos tradicionais criados-mudos, gavetas flutuantes contribuíram para um melhor aproveitamento do espaço. Em frente à cama, o móvel preto, igualmente desenhado pela Korman, recebe a televisão e agrega mais espaço para guardar os objetos pessoais do morador.

 

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Com 40 m², o fundo do imóvel é um convite para aproveitar os dias bonitos em um churrasco com os amigos. O rebaixamento de nível permitiu a construção do piso e o pergolado que abriga a área gourmet com churrasqueira e cooktop.

 

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Por Korman Arquitetos
Imagens: JP Image

 

 

 

 

 

Design – À crítica da função

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Comportamento, percepção, consciência e criatividade orientam caminhos para o Design afetivo e social do Século XXI.

 

A questão estética deixou de ser a marca fundamental do Design. Desejada, necessária, mas não fundamental. A verdade é que no século XXI, a forma está aliada a outras questões tão primordiais quanto: além de produções mais conscientes, os produtos devem prestar serviço e despertar emoção. Entre alguns fatores que permeiam a criação de novos objetos estão a necessidade de pensar em uma cadeia sustentável e circular; a preocupação em atender múltiplas necessidades simultaneamente e, para além de uma lista de compras, oferecer certo encantamento.

Mas ainda que tenhamos digitalizado e automatizado muitos dos processos e funções nas últimas décadas, produzimos e consumimos produtos idealizados e feitos por pessoas, para pessoas. São pessoas criando coisas para pessoas, em algum lugar do mesmo planeta, utilizando as matérias-primas da mesma natureza. E isso circula, renasce e reabastece.

Walter Groupies, fundador da Bauhaus, considerada uma das fundações do design moderno, defendia a formação de um gestalter ou profissional total, que atuaria em projetos em escala de objetos manuais até projetos em escala de construções amplas e coletivas, como o urbanismo e a arquitetura, focando principalmente na função na qual o produto do projeto viria a executar.

Um pouco mais recentemente, nos anos 70, Joaquim Redig, um pioneiro no desenho industrial brasileiro, conceituou em seu livro “Sobre desenho industrial”, que projetar através do design seria unir 9 fatores que refletem seus impactos na sociedade e no ser humano, já abrangendo um pouco mais do que a função. Tais parâmetros, mesmo que reinterpretados, ainda carregam consigo significados e implicações que orientam os criativos atuais: Ecologia, Antropologia, Economia, Ergonomia, Filosofia, Psicologia, Geometria, Mercadologia e Tecnologia. 

“O custo é um parâmetro; mas o que interessa é o valor.” – Joaquim Redig

Eis que no século XXI, os designers apreendem novos contextos, relacionam-se com diferentes culturas e, principalmente, dominam a tecnologia, ferramenta hoje praticamente indispensável à criação. A partir de propostas bastante autorais, essa geração também se volta às peculiaridades da cultura nacional, matérias-primas e modo de pensar, sem apelar para obviedades. Tudo parece inspirar e é essencial entender o meio em que estamos inseridos, de onde vem e para onde vão as criações e seus impactos. O desenvolvimento e a transformação de novos materiais e a globalização de técnicas antes regionais carregam consigo a oportunidade do uma evolução ambiental e cultural, de fato.

Bem atualmente, a revolução é ressignificar, e o Design vai além da forma e funcionalidade comum para abraçar afetivamente nosso emocional. A própria funcionalidade está em ressignificação, escancarada em objetos ousados e nada convencionais, que despertam nossa curiosidade sobre como “utilizá-lo”. No campo afetivo, seu maior valor está no relacionamento que ele incentiva estabelecer-se entre tais objeto e usuário, na comunicação que paira entre as funções práticas das linhas, nas sensações de materialidade, na coexistência harmoniosa e no belo observável, que agrada aos olhos e a alma. Objetos que tragam certa história, que contêm algo sobre determinada cultura, técnica e localidade, que representem uma ideia, são os que mais propõem zelo e melhor interagem com nossos hábitos e rotinas diários. Como se validassem um porquê e atribuíssem um aspecto lúdico ao ambiente, mesmo aos objetos industriais que, aliás, também estão em ressignificação.

Consistentes e praticamente interativos, móveis, por exemplo, têm sido elaborados observando-se formas específicas de viver, considerando implicações potenciais no espaço que o circunda, quase como que uma produção artística impulsionada pelo interesse à experiência humana. Talvez essa característica seja atributo de todos os Designs atemporais, que inspiram admiração e se destacam do seu entorno, como as peças que a CM destaca aqui, por importância simbólica, influência e irreverência. Que o desenho seja além do comum ou a proposta ousada, quando ele resgata elementos sensíveis, referenciais, e os configura tridimensionalmente com carisma e afeto, só nos cabe mesmo usufruir.

 

 

Cadeira DSW Eames Easy Resize com

Cadeira DSW Eames

Charles Eames e Ray Eames 

A cadeira DSW Eames faz sucesso no mundo do design. A versatilidade é a marca desta peça, criada em 1950, com uma base sólida em arame e madeira e amortecedores de borracha para suportar uma pessoa sentada por um longo período. A descoberta do uso do plástico reforçado, permitiu que o casal criasse esse estilo de cadeira com base Torre Eiffel, com assento resistente e pés “banana”. Atualmente ela é mais facilmente encontrada em polipropileno no assento. 

 

 

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Cadeira Bowl

Lina Bo Bardi

Criada em 1951, a Cadeira Bowl possui design único e ainda hoje é considerada atual por suas linhas e irreverência, e rapidamente ganhou fama por seu projeto ímpar e criativo. O projeto foi concebido centrado no usuário, ou seja, a pessoa que utiliza a peça é o elemento principal norteador do projeto. Inspirada em tigelas de barro caiçara, a cadeira pode mover-se livremente sobre o suporte metálico.

 

 

 

Poltrona Paulistano Easy Resize com

Poltrona Paulistano

Paulo Mendes da Rocha

A Poltrona Paulistano, de 1957, originalmente feita com estrutura em aço inox e assento de couro, foi criada para integrar o mobiliário do Ginásio do Clube Atlético Paulistano, obra arquitetônica de autoria de Paulo em conjunto com João De Gennaro. A barra de aço é cheia, com um único ponto de solda e o assento veste a estrutura, como uma roupa. O design da poltrona, com o corpo suspenso e um leve balanço nas costas, proporciona um móvel ergonômico e muito confortável.

 

 

 

Poltrona Egg Easy Resize comPoltrona Egg

Arne Jacobsen

A Poltrona Egg foi desenhada para a entrada e recepção do Royal Hotel de Copenhagen. A missão de desenhar todo o hotel bem como seu mobiliário foi a grande oportunidade do designer de colocar em prática sua teoria de integração do design com a arquitetura.  Criada para a Fritz Hansen em 1958, a poltrona surgiu de uma nova técnica: uma espuma firme em forma de concha sob o estofamento. A forma única desta poltrona clássica cria uma espécie de espaço privativo para quem se senta, mesmo em espaços públicos.

 

 

 

Cadeira Panton Easy Resize com

Cadeira Panton

Verner Panton

De formas sinuosas feita de plástico injetado, a cadeira Panton se tornou um clássico. Produzida pela Vitra, os primeiros modelos eram moldados em fibra de vidro, em 1967. A peça tem o formato de um S, seu design é atemporal, atravessando décadas causando o mesmo impacto visual e frisson que causava nos anos 60, quando estava disponível em várias cores. Atualmente, a original encontra-se apenas nas cores vermelho, preto e branco.

 

 

 

 

Chaise Cadeira de Balanco Easy Resize comChaise Cadeira de Balanço

Oscar Niemeyer

De 1977, a Chaise nomeada como Cadeira de Balanço é uma das peças ícone do arquiteto. Na peça, os apoios são reduzidos, justamente para valorizar as curvas, e torna-se ainda mais leve pelo uso da palhinha. “É interessante assinalar como a técnica da madeira prensada nos aproxima da arquitetura: a mesma possibilidade de novas formas, o mesmo empenho em reduzir a seção e simplificar o sistema construtivo” – revela Niemeyer.

 

 

 

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Poltrona Vermelha

Fernando Campana e Humberto Campana

Fernando e Humberto queriam criar um móvel com um conceito diferente, em que o material desse não só a estrutura, mas também o estofamento. Em 1993, com 500 m de corda em mãos, começaram a entrelaçar a poltrona Vermelha. Massimo Morozzi, designer e dono da marca italiana Edra, interessou-se em confeccionar a peça, para isso solicitou um desenho esquemático dela. Como é impossível reproduzi-lo, os irmãos enviaram um vídeo em que expunham o método de entrelaçamento. A partir daí ganhou projeção mundial e integra a coleção de design de importantes museus.

 

 

 

Poltrona Diz Easy Resize com

Poltrona Diz

Sergio Rodrigues

Com um jeito apaixonado de trazer o Brasil para dentro dos traços de seus desenhos, o designer prova mais uma vez sua genialidade em 2001, criando a Poltronas Diz. A proposta foi fazer com que a cadeira fosse bastante confortável, ainda que toda feita de madeira. A estrutura da peça é em madeira maciça, com o assento e o encosto em compensado moldado, com dupla curvatura folheada em madeira de lei.

 

 

 

 

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Poltrona Série Porcas

Leo Capote

Investigando as fronteiras entre o design e o artesanato, a Poltrona da Série Porcas, elaborada em porcas de aço, adquire status de obra de arte. A peça de forte identidade foi concebida em 2013, para a Firma Casa e fez parte de uma coleção maior, que integrava 10 poltronas, releituras de designs consagrados.

 

 

 

 

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Poltrona Serfa

Zanini de Zanine

A poltrona de madeira e couro Serfa, lançada em 2015, tem como ponto de partida a fusão do trabalho de Sergio Rodrigues, aqui exaltado pela identificação com a cultura brasileira e indígena, e de Ricardo Fasanello, descrito por Zanini como atemporal e elegante, e cujo trabalho é fortemente lembrado pela mistura de couro, metal e madeira. O designer é conhecido por empregar materiais que utilizam técnicas industriais e artesanais, criando móveis e objetos funcionais com qualidade emocional.

 

 

 

 

Desenvolvimento Urbano – ferramentas digitais ajudam a transformar ideias em ação

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Recursos e abordagens inteligentes que podem ajudar as cidades a atingirem suas metas de desenvolvimento urbano.

 

Até 2050, mais de dois terços da população mundial viverá nas cidades – centros catalisadores de avanços econômicos, culturais e políticos, mas que consomem uma vasta quantidade de recursos e são responsáveis por 70% das emissões globais de gases do efeito estufa. Se queremos evitar mudanças catastróficas no clima e, ao mesmo tempo, garantir um futuro próspero e sustentável, precisamos agir rápido. Os compromissos assumidos pelos países no Acordo de Paris somam juntos apenas 40% do que é preciso em termos de redução de emissões, razão pela qual outros atores – entre os quais as cidades – devem também fazer a sua parte.

As cidades continuam crescendo e passando por eventos extremos, naturais e causados pelo homem, e um dos grandes desafios é atender à demanda da população por serviços de forma sustentável. Um conjunto de ferramentas da Iniciativa de Financiamento de Cidades Sustentáveis (IFCS), parceria entre o Grupo de Lideranças Climáticas do C40 e o WRI Ross Centro para Cidades Sustentáveis, existe para ajudar nessa questão.

Os desafios de financiamento nas cidades são profundos: de acordo com algumas estimativas, as cidades e países apresentam uma lacuna da ordem de um trilhão de dólares por ano em infraestrutura urbana. Colocar as cidades em dia com a sustentabilidade não requer apenas mais recursos, mas soluções inovadoras e um uso melhor desses recursos. Projetos urbanos sustentáveis são mais suscetíveis a estagnar ainda no estágio da ideia não por falta de comprometimento, mas porque as cidades muitas vezes não possuem um plano de ação claro o suficiente e exemplos concretos de como colocar esse tipo de projeto em prática. O portal categoriza exemplos de projetos urbanos sustentáveis de diversas partes do mundo em oito áreas de soluções de alto impacto – de frotas de ônibus elétricos a sistemas de compartilhamento de bicicletas.

 

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Na ferramenta “Explore”, é possível acessar um catálogo de mais de 150 investimentos feitos em mais de 80 cidades, incluindo informações sobre fontes de recursos utilizadas em projetos, financiamentos de longo prazo e descrição dos ativos físicos, contratos e estruturas políticas implementadas. Ao identificar os elementos de soluções bem-sucedidas, os gestores públicos e tomadores de decisão aprendem sobre o que já funcionou, onde e por quê.

magine uma cidade que enfrenta altos níveis de congestionamento e poluição do ar, uma tendência em muitas áreas urbanas. Em uma pesquisa rápida na plataforma, é possível encontrar o projeto de ônibus híbridos de Bogotá, onde um decreto municipal em 2013 levou dois operadores a comprarem 300 ônibus de baixa emissão para fornecer um serviço de transporte coletivo mais limpo. Os veículos, financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, consomem até 39% menos combustível e emitem 39% menos dióxido de carbono que os ônibus convencionais, por exemplo.

A ferramenta Design, por sua vez, permite que os tomadores de decisão deem o próximo passo para conceituar um projeto em sua cidade. Seguindo um tutorial, os usuários selecionam uma solução e elementos de projetos relevantes para sua situação específica. A ferramenta, então, transforma lições de casos bem-sucedidos em um plano de ação, criando uma página disponível para download e impressão.

 

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A plataforma ajuda as cidades não apenas a entender o que é possível, mas como fazer. Desde sua criação em 2015, a IFCS já atuou junto a mais de 100 cidades para auxiliá-las a acelerar e ampliar os investimentos em soluções urbanas sustentáveis por meio de modelos de negócio inovadores. Cada cidade possui um conjunto único de características, mas ao oferecer aos gestores locais uma ferramenta simples para apresentarem seus projetos, a IFCS ajuda a concretizar ideias.

Precisamos de uma abordagem mais inteligente para transformar ideias em resultados tangíveis. Os parceiros da IFCS estão felizes de oferecer recursos que podem ajudar as cidades a atingirem suas metas de desenvolvimento urbano. O objetivo é criar uma comunidade próspera de tomadores de decisão interessados em descobrir novas maneiras de melhorar a qualidade de vida e o ambiente de suas cidades. A Iniciativa de Financiamento de Cidades Sustentáveis (IFCS), fundada pela Citi Foundation, é uma parceria entre o WRI Ross Centro para Cidades Sustentáveis e o Grupo de Lideranças Climáticas do C40 que ajuda as cidades a acelerarem e ampliarem investimentos em soluções urbanas sustentáveis por meio do desenvolvimento de modelos de negócio inovadores.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Mark Watts e Ani Dasgupta, publicado originalmente no TheCityFix.

 

 

 

Síntese CULTURAL

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Estruturas arquitetônicas artísticas saltam aos olhos de passantes e valorizam a interação entre pessoas, arte e arquitetura.

 

O uso de outras formas de arte na arquitetura aprofunda as noções de bem-estar e apreciação associadas aos projetos, reforça o senso de pertencimento coletivo e muda a paisagem de grandes centros urbanos. Da junção das palavras Habitação e Arte, o nome deste empreendimento elaborado pelo escritório aflalo/gasperini arquitetos foi escolhido por valorizar estas duas importantes características do projeto. Com 37.835,49 m² de área bruta construída, o Habitarte carrega consigo uma linguagem definida por linhas retas e “caixas” que enquadram os apartamentos em alturas diferentes e, na fachada, uma grande escultura dos Irmãos Campana se destaca e garante forte identidade ao edifício. 

O empreendimento está de frente para a Rua Nova York, em São Paulo, e em primeira fase sua composição se dá pelo volume de dois edifícios conectados ao nível do térreo através da vitrine dos halls de elevadores, e pela cobertura, onde ficam as áreas de lazer que são de uso comum às duas torres. Nas segunda e terceira fase, o projeto previu a implantação de quatro edifícios que abraçam uma grande praça privada de 1.000m², garantindo que os edifícios não obstruam a vista um do outro. As plantas de 31 pavimentos foram projetadas em forma de “catavento”, com um núcleo de serviço central envolto pelos apartamentos, que vão girando e encaixando entre si, permitindo que todos tenham a vista livre.

De uso misto, o Habitarte conta com um supermercado da rede St. Marche, integrado ao hall dos edifícios junto à Rua Nova York e a uma praça semipública de 1280m², o que contribui para que o bairro seja mais vital, orgânico e seguro.

 

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“A lei de zoneamento de 2014 trouxe uma visão de maior integração urbana ao estimular os projetos de uso misto, que dialogam mais com a cidade. Os residenciais só têm a ganhar com isso, pois em sua maioria são projetos que estimulam a circulação de pessoas, promovendo mais segurança ao empreendimento.” – Grazzieli Gomes Rocha – aflalo/gasperini arquitetos

Em 2022, o aflalo/gasperini arquitetos alcança a marca de 60 anos desde sua fundação. O escritório comemora sua longevidade com inovações em conceito, design e urbanismo, focando no uso humano de sua arquitetura e buscando atender necessidades que se desenham para cidades e pessoas. Desenvolvendo projetos que aliam design à funcionalidade, inovações tecnológicas e sustentabilidade, possui 34 projetos com certificação LEED, responsável por 25% da área construída com esta certificação na cidade de São Paulo.

Chapas metálicas na cor amadeirada protegem os pilares no térreo e o mesmo tom de marrom marca a pintura das lajes nos andares.

 

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 Apartamentos em alturas diferentes trazem diversidade para a fachada. O conjunto de edifícios recebeu o Prêmio Master Imobiliário, na categoria Empreendimento Residencial.  A fachada é marcada por um jogo de caixas revestidas com massa e pintura nas cores branca e cinza, criando um dinamismo que marca a identidade do projeto.

 

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Arte na arquitetura: escultura dos Irmãos Campana garante forte identidade ao edifício e busca a democratização do acesso a esta forma de cultura. 

 

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Por Redação
Imagens:  Ana Mello

AsBEA-SP e SindusCon-SP lançam manifesto pela industrialização da construção de edifícios residenciais

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Seminário em 11 de agosto mostrará benefícios a projetistas, incorporadoras, construtoras e adquirentes de imóveis.

 

AsBEA-SP e o SindusCon-SP lançaram nesta semana um manifesto defendendo ser inadiável intensificar, na construção de edifícios residenciais, a industrialização já adotada com sucesso em obras institucionais e de infraestrutura.

O manifesto demonstra os benefícios de se repensar a construção como um processo de montagem. Na fase de incorporação, isto reduz prazos, otimiza o retorno do investimento, clareia custos, gera menos aditivos, reduz desperdícios e adota sistemas esbeltos possibilitando maior área útil das unidades.

Para demonstrar todos estes benefícios e debater como a cadeia produtiva da construção pode e deve avançar para implementar esta industrialização, a AsBEA-SP e o SindusCon-SP realizarão um seminário híbrido em 11 de agosto. SAIBA MAIS AQUI_

 

É hora de industrializar a construção de edifícios residenciais

Conceito que beneficia projetistas, incorporadoras, construtoras e adquirentes de imóveis será tema de seminário em 11 de agosto.

AsBEA-SP (Associação Regional dos Escritórios de Arquitetura de São Paulo) e o SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) entendem ser inadiável intensificar, na construção de edifícios residenciais, a industrialização já adotada com sucesso em obras institucionais e de infraestrutura.

A construção civil avançou nas últimas décadas, focada na racionalização de custos e prazos. Mas o verdadeiro salto nesta evolução, para atingir outro patamar, somente será possível repensando a construção como um processo de montagem.

Para demonstrar os benefícios da industrialização na construção de edifícios residenciais, o SindusCon-SP e a AsBEA-SP realizarão um seminário em 11 de agosto. O evento debaterá como a cadeia produtiva da construção pode e deve avançar para implementar esta industrialização no país. SAIBA MAIS AQUI_

 

Benefícios

Entre outros benefícios desse conceito, se aplicado desde a fase de incorporação, a construção industrializada reduz prazos, otimiza o retorno do investimento, clareia custos de construção, gera menos aditivos, reduz desperdícios de mão de obra e materiais. Oferece mais opções de terrenos, por viabilizar canteiros com pouco espaço. Adota sistemas esbeltos que possibilitam maior área útil das unidades habitacionais, layouts mais flexíveis e facilidade em manutenção e reformas.

Atuando dessa forma, desde o início da fase de projeto, entre outras vantagens figuram maior interação entre as equipes de projeto e obra, claro entendimento dos sistemas e suas interfaces, uso de sistemas modulares com dimensionamento adequado, otimização das soluções de interferências, melhora da garantia e do desempenho dos sistemas já testado e comprovado pela indústria, maior detalhamento de projetos evitando erros na construção, otimização do uso de ferramentas avançadas aplicadas ao projeto e gestão de obras como BIM e IoT (siglas em inglês para Modelagem da Informação da Construção e Internet das Coisas), e possibilidade de carga menor nas estruturas e fundações.

Na obra, serão alcançados maior produtividade, redução de prazos e custos, utilização de trabalhadores mais qualificados, ganhos de gestão pela quantidade menor de fornecedores e de contratos. Haverá maior assertividade nos quantitativos e recursos necessários, montagens prévias fora dos canteiros, redução de patologias, otimização da logística e do planejamento da obra.

A industrialização também contribuirá para intensificar as ações em favor da sustentabilidade ambiental. Possibilitará ganhos para o meio ambiente e os futuros usuários da edificação, tais como: menor geração de resíduos, uso mais eficiente de água e energia, redução da pegada de carbono e utilização de materiais de construção alternativos.

De sua parte, os consumidores se beneficiarão. O custo final diminuirá, as patologias e custos de manutenção se reduzirão, layouts serão mais flexíveis facilitando adaptações e reformas. O mercado imobiliário se desenvolverá, ganhando escala e reduzindo custos, o que atrairá novos fornecedores e trabalhadores qualificados.

 

Boas práticas

Para industrializar a construção residencial, recomendam-se boas práticas como:

  • considerar construção modular, produtos padronizados e repetitividade como premissas de projeto.
  • definir os sistemas no início, antes do projeto de fundações e estrutura, para a correta especificação e possibilitando soluções mais esbeltas.
  • analisar o custo global, considerando as economias ao longo de toda a vida do empreendimento.
  • contratar os fornecedores dos sistemas no início do projeto.
  • analisar o cronograma de desembolso antecipado em caso de entregas mais rápidas, ou a postergação de desembolsos para o início das obras, em entregas usuais.
  • verificar a necessidade de sistemas específicos de transporte no canteiro e entorno.
  • contratar mão de obra treinada pelo fornecedor do sistema.
  • Privilegiar fornecedores de sistemas com bom histórico.
  • Adquirir sistemas completos e sem adaptações, testados e certificados.

 

​Responsabilidade social

O aspecto social tem relevância significativa neste processo, começando pela maior capacitação e segurança para os colaboradores no canteiro de obra, e finalizando com ambientes dotados de maior conforto aos usuários pela sua qualificada construção. Tanto consumidores finais, como todos os profissionais envolvidos na cadeia produtiva, beneficiam-se deste processo.

Ao promover a industrialização nas construções de edifícios seremos capazes de incentivar a inovação de forma sustentável com incremento da produtividade, dando maior pujança à produção de habitação no país.

Assim, teremos incorporações mais assertivas, projetos mais precisos, execução de obras otimizadas com mais sustentabilidade e maior satisfação dos adquirentes.

São Paulo, 15 de julho de 2022.
Milene Abla Scala – Presidente da AsBEA-SP
Odair Senra – Presidente do SindusCon-SP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Texto de apoio por Rafael Marko, redação SindusCon-SP.

Imagem: Divulgação SindusCon-SP.

 

 

 

 

Instituto Terra lança programa para restauração da Mata Atlântica

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Com o nome “Empresa Amiga”, iniciativa será divulgada em live com a participação do vice-presidente da organização, Juliano Salgado e dos fotógrafos Cássio Vasconcellos e Leonardo Merçon.

 

O Instituto Terra lança no dia 21 de julho o programa “Empresa Amiga”, especialmente criado para a captação de recursos de empresas de pequeno e médio portes que têm como pilar a sustentabilidade e buscam contribuir com a restauração da Mata Atlântica na Bacia do Rio Doce. Os valores arrecadados pelo programa serão utilizados para as ações da campanha #refloresta, lançada em 2021, em parceria com Gilberto Gil,  por meio do Instituto Terra – ONG reconhecida mundialmente, fundada por Lélia Deluiz Wanick Salgado e Sebastião Salgado – que  já contabiliza o plantio de mais de 2,5 milhões de árvores nativas em áreas degradadas na Bacia do Rio Doce.

As adesões podem ser feitas de forma simples e online, sem nenhuma burocracia, seguindo três passos básicos descritos na plataforma do programa. As empresas que se interessarem em aderir à iniciativa terão acesso de forma automática a uma certificação chamada de “Programa Empresa Amiga do Instituto Terra”. Trata-se de um selo exclusivo emitido pelo Instituto, que poderá ser usado na comunicação institucional das participantes, de acordo com regras do manual.

Todo conteúdo do programa poderá ser conhecido e acessado na plataforma – http://empresaamiga.institutoterra.org/inicio

As empresas parceiras também receberão por e-mail um pacote de imagens e materiais do Instituto – capturadas pelos fotógrafos Cássio Vasconcellos e Leonardo Merçon – para divulgar que estão no programa do Instituto Terra e, assim, agregar mais valor ao seu negócio. Semestralmente, o Instituto encaminhará um relatório completo sobre a evolução do plantio das árvores para acompanhamento por parte das empresas parceiras de todo processo de reflorestamento a ser realizado.

“Nossos projetos têm a sustentabilidade como um dos principais pilares, por isso, nos unimos ao Instituto Terra para prática de compensação de carbono e cuidados ambientais. Visto que a cada novo projeto arquitetônico 07 árvores são plantadas. Isso significa que acreditamos no legado de uma Arquitetura sustentável e Biofílica” –  Vivian Coser, embaixadora do programa Empresa Amiga do Instituto Terra, CEO da Vivian Coser Arquitetos Associados.

 

Conheça as faixas mínima e máxima de valores das doações

O valor mínimo de contribuição estipulado para pequenas e médias empresas que desejam aderir ao programa Empresa Amiga do Instituto Terra é de R$ 1.050,00 e prevê o plantio de 30 árvores. Cada árvore tem o valor de R$ 35,00. Já o valor máximo, com o plantio de 2.857 árvores, está definido em R$ 99.995,00. As doações de valores que ultrapassarem a faixa máxima serão negociadas de forma particular junto à empresa interessada, pois se enquadram em projetos patrocinados.

Impacto das ações do Instituto Terra

– São 2 mil hectares de terra reflorestados desde a fundação da organização;
– 2 mil nascentes em processo de recuperação;
– Produção de 6 milhões de mudas;
– 82 mil pessoas atendidas pelos projetos ambientais.

Juliano Salgado, vice-presidente do Instituto Terra, lembra que plantar e preservar áreas de florestas requer uma força tarefa imensa e que o Instituto vem contando com parceiros que estão viabilizando essa árdua missão. “Porém, a quantidade de empresas ainda está muito aquém da nossa necessidade. Por isso, criamos o programa Empresa Amiga feito sob medida para as pequenas e médias empresas, que além de contribuir para a restauração ecossistêmica da Mata Atlântica, que é a expertise do Instituto Terra, também poderão investir na sustentabilidade e agregar valor aos seus negócios”, destaca.

Fundado em 1998 por Lélia Deluiz Wanick Salgado e Sebastião Salgado, a organização civil sem fins lucrativos surgiu quando o casal decidiu começar o trabalho de regeneração total da área da antiga fazenda de gado da família, que estava em estado de degradação ambiental. Mais de duas décadas depois, a organização tornou-se referência brasileira em restauração ecossistêmica. Com a fazenda recuperada, hoje abriga uma floresta rica em diversidade de espécies da Mata Atlântica, incluindo a restauração de nascentes locais. Mais de 200 espécies de animais, de todas as classes de fauna, voltaram a encontrar refúgio na floresta da RPPN Fazenda Bulcão.

Redes sociais

Site: www.institutoterra.org
Facebook: www.facebook.com/InstitutoTerraOficial
Instagram: @institutoterraoficial

 

34ª edição ABIMAD’34

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ABIMAD’34 apresenta as principais tendências do setor para o segundo semestre de 2022.

 

Depois de registrar um volume de mais de R$ 1 bilhão em negócios na ABIMAD’33, realizada em fevereiro, a Associação Brasileira das Indústrias de Móveis de Alta Decoração, volta ao São Paulo Expo com a 34ª edição da principal feira de móveis e acessórios de alta decoração da América Latina. Baseada na temática “ABIMAD Completa”, a feira reúne os maiores nomes da indústria do mobiliário, acessórios e artigos de alta decoração para apresentar as novidades e as principais tendências que irão nortear o mercado no segundo semestre de 2022. No total, a ABIMAD’34 traz 104 expositores, distribuídos em uma área de 25 mil m², com a expectativa de receber mais de 10 mil visitantes do Brasil e exterior.

Além dos expositores consagrados como Helizart, Butzke, Rivatti, Bel Metais, Rudnick, Móveis James, Mestre Artesão, Via Star, entre outros, essa edição traz novidades com a presença das marcas Antica, Arteobjetos, Pollo Decor, De Lavie Decor, Luana Ramalho Home, Corbelli, Aspecto, Karam’s Estofados, Biasa Home, Meridiano Design, By Poli, Elemensis, Riva, Marcos Quintas, Linee Moveis, Única, Artiaio, J. Marcon, Nolan Collection, Heitor Moveis, Traço Objetos, Agile e Asia Connection.

A ABIMAD’34 também contará com a participação da ABICOL (Associação Brasileira das Indústrias de Colchões). A associação, criada em 2011, estará presente com os principais fabricantes de colchões do País, como Orbhes, Castor, Gazin, Ecoflex, Ortobom, CBP, F.A., Flex, Plumatex e Umaflex, além do parceiro Blu.

Além dos negócios, a feira terá um espaço reservado para a Arena Office Connection que levará mais de 20 horas de conteúdos baseados no tema: “Transformação na Arquitetura Corporativa e Comercial”. Os encontros serão mediados por Gustavo Sígolo, Luis Onaga, Karin Guth e pelo jornalista Gumae Carvalho.

Outro atrativo da feira são as rodadas de negócios internacionais promovidas pelo projeto ABIMAD Export que servem de fomento e incentivo às exportações dos associados. As rodadas de negócios contam com a participação de mais de 30 empresas importadoras de países como Argentina, Bolívia, Chile, Equador, EUA, Moçambique, Panamá, Paraguai, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

 

Sobre a ABIMAD

Fundada em maio de 2003 por um grupo de empresários do setor moveleiro, a ABIMAD (Associação Brasileira das Indústrias de Móveis de Alta Decoração) é uma entidade sem fins lucrativos que tem por objetivo criar oportunidades de negócios para os seus associados através da Feira ABIMAD que, com quase 20 anos de história, tornou-se a principal feira de móveis e acessórios de alta decoração da América Latina e a única do setor focada em negócios. Com duas edições anuais, que trazem o melhor do design brasileiro e as principais tendências internacionais, a ABIMAD conta ainda com três importantes programas: ABIMAD Export, ABIMAD VIPs e Revista Hall. Atualmente, são 166 marcas de móveis e acessórios de decoração associadas, provenientes de todo o Brasil.

 

Serviço

ABIMAD’34
Data: de 19 a 22 de julho de 2022
Horário: de terça a quinta-feira, das 10h às 19h; e sexta-feira das 10h às 17h. (Último dia: credenciamento até às 12h)
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rod. dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda, São Paulo/SP
Informações: www.abimad.com.br

 

abimad mapa

Em meio à paisagem

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Centro administrativo conta com alta porcentagem de materiais adquiridos localmente e está equipado com tecnologias prontas para o futuro.

 

A nova sede e centro administrativo do Grupo BEEAH em Sharjah, Emirados Árabes Unidos, foi inaugurada neste primeiro semestre. Alimentada por sua matriz solar e equipada com tecnologias de última geração para operações nos padrões LEED Platinum, a nova sede, de 9.000 m², foi projetada por Zaha Hadid Architects e pretende alcançar emissões líquidas zero e consumo mínimo de energia.

Com sua estratégia de sustentabilidade e digitalização, o Grupo BEEAH atua em seis indústrias-chave que incluem gestão e reciclagem de resíduos, energia limpa, consultoria ambiental, educação e mobilidade verde. Incorporando esses princípios, o projeto da sede responde ao seu ambiente como uma série de “dunas” interligadas orientadas e moldadas para otimizar as condições climáticas locais. Embutido em seu contexto do deserto de Al Sajaa o projeto ecoa a paisagem circundante moldada pelos ventos predominantes em dunas de areia côncava e cumes que se tornam convexos.

 

Pioneira em inovações para Sharjah e todo o mundo, o projeto estabelecendo uma base de operações para o grupo se diversificar em novas indústrias críticas ao futuro.” – Zaha Hadid Architects

 

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Limitando a quantidade de vidraças expostas ao sol severo, as duas ‘dunas’ primárias da sede e seus espaços internos abrigam os departamentos públicos e de gestão junto com a zona administrativa que se interliga através de um pátio central, definindo um oásis dentro do edifício que é parte integrante de sua estratégia de ventilação natural. 

Estabelecendo uma nova referência para futuros locais de trabalho, a sede é pioneira em inovações e demonstra como a tecnologia pode escalar o impacto sustentável e, finalmente, servir como um projeto para as cidades inteligentes e sustentáveis do futuro, propondo um novo padrão de conveniência e colaboração.

 

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Com alta porcentagem de materiais adquiridos localmente, incluindo painéis GRC reduzindo o ganho solar, o tratamento de água no local filtra águas residuais para minimizar o consumo e sua fazenda solar integra baterias da Tesla para atender a demando de energia do edifício durante todos os dias e noites. O sistema de gerenciamento inteligente do edifício ajusta automaticamente a iluminação e a temperatura, dependendo da ocupação e da hora do dia.

Os espaços internos são fornecidos com ampla luz do dia e vistas. A experiência do funcionário inclui caminhos sem contato, um concierge virtual, salas inteligentes e um aplicativo companheiro que automatiza tarefas do dia-a-dia. Além do pátio central e do escritório de plano aberto, a sede centro de visitantes imersivo e um auditório.

 

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Por Redação
Imagens: Hufton+Crow

 

 

 

Museu da Casa Brasileira ganha documentário na TV CULTURA.

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Produção, que retrata a história do único museu do pais especializado em Arquitetura e Design, vai ao no sábado (9/7), às 22H.

 

Neste sábado (9/7), às 22h, a TV Cultura exibe um documentário inédito sobre o Museu da Casa Brasileira. O filme traça um perfil do único museu do país especializado em arquitetura e design, e que se dedica à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira.

A produção destaca a importância do museu, a riqueza de seu acervo e toda a história da origem do solar histórico e da família Crespi Prado, proprietária original do imóvel que é situado na avenida Faria Lima, em São Paulo. Adriana Crespi, sobrinha de Renata Crespi, fala sobre o assunto.

A exibição mostra também o momento atual do Museu da Casa Brasileira, que desde o início do ano é gerido pela Fundação Padre Anchieta, e conta com depoimentos do Presidente da FPA, José Roberto Maluf, e o Diretor de Projetos Especiais, Fábio Borba.

Para falar sobre o MCB, o documentário conversou com diversos nomes que atuam no museu, como Carlos Magalhães, Diretor do Museu, e o Diretor Técnico Giancarlo Latorraca. “Trata-se de um importante registro sobre a memória atuante do MCB, principalmente nesse momento em que as possibilidades de desdobramento e multiplicação dos potencias da instituição se renovam com a gestão da Fundação Padre Anchieta”, comenta Giancarlo.

 

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Fonte: TV Cultura
Imagem: Jaqueline Caires