Indústria 4.0 avança com o apoio de plataformas digitais

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A jornada da Transformação Digital passa, necessariamente, pela criação de uma visão e estratégia de digitalização para direcionar investimentos – atuais e futuros.

 

Por Flavio Maeda*

A necessidade urgente da transição para uma sociedade sustentável está impulsionando uma rápida mudança de processos na qual as tecnologias digitais despontam como importantes aliadas. À medida que elas remodelam todos os setores, as implicações para as empresas são amplas, assim como as oportunidades que se abrem, desde as transformações alavancadas pela Indústria 4.0 até o desenvolvimento de tecnologias verdes.

De forma geral, é consenso que as organizações industriais já compreenderam a importância da manufatura digital. A questão que se coloca agora é como esse caminho será percorrido para que os objetivos corporativos sejam alcançados.

A ideia central é suprir as áreas operacionais e de negócios, bem como as equipes de manutenção, com informações e insights para a tomada de decisões mais precisas. Uma operação baseada em Dados torna possível otimizar a eficiência operacional, melhorar a produtividade e a qualidade dos produtos e serviços, além de reduzir o consumo de materiais e minimizar perdas decorrentes de paradas não planejadas que podem afetar toda a cadeia de abastecimento, com impactos significativos nas receitas e também na imagem das empresas.

A jornada da Transformação Digital passa, necessariamente, pela criação de uma visão e estratégia de digitalização para direcionar investimentos – atuais e futuros. Portanto, sem um planejamento que norteie a jornada de transformação digital, definida por um Plano de Digitalização Industrial (PDI) que estabeleça, entre outros pontos, a arquitetura tecnológica e a estrutura organizacional necessárias, são grandes as chances de os objetivos não serem alcançados.

O que a prática tem demonstrado é que os benefícios são potencialmente maiores quanto mais cedo esse plano for elaborado e executado – preferencialmente nas fases iniciais de um projeto industrial greenfield, embora existam casos bem-sucedidos de PDIs em projetos de melhorias de eficiência em ativos operacionais (brownfield).

Para facilitar o entendimento desse conceito, essa arquitetura digital pode ser interpretada como o ‘sistema operacional’ da planta industrial. Em um computador, de nada adianta contar com a melhor tecnologia disponível – incluindo o processador mais potente, placa gráfica de última geração e grandes quantidades de memória e de armazenamento –, se não houver uma forma de gerenciar tais capacidades a fim de que se executem corretamente as rotinas definidas pelos programas que estão instalados nele e abstraindo a camada física (hardware).

A Industria 4.0 está transformando as plantas industriais em grandes ‘computadores’, nas quais a existência de um “sistema operacional” se faz necessária para que cada componente existente, desde as máquinas e suas interconexões, até os sensores e outros sistemas de controle e de automação de processo possam alcançar o máximo da eficiência e do desempenho esperados. Além disso, torna a interface com as pessoas mais fácil, intuitiva e amigável, trazendo agilidade ao processo de tomada de decisão.

Nesse ambiente, tal função deve ser exercida por uma plataforma digital que capture, transforme, contextualize e distribua todos os dados da planta, provenientes dos sistemas de engenharia, de operações e de negócios, durante todo o ciclo de vida da planta. Na fase de projeto, essa plataforma deve consolidar todos os dados e documentos gerados pela engenharia e demais stakeholders envolvidos, que são fundamentais para melhorar a colaboração, evitar retrabalhos e trazer mais eficiência para a gestão do empreendimento nas fases de construção e de comissionamento.
Com a planta já operacional, essa plataforma também possibilita o monitoramento em tempo real da produção e ajuda na implementação de medidas para manutenções preditivas. Ela também serve como um alicerce fundamental para o Gêmeo Digital, uma réplica virtual da planta na qual se pode simular, testar e otimizar virtualmente os processos industriais.

Em um cenário de múltiplos fornecedores de hardware e software, contar com uma plataforma capaz de interagir com cada componente da planta e utilizar os dados produzidos para fins de análise, otimização e geração de insights pode ajudar a reduzir um grande problema enfrentado pelas indústrias de manufatura: a subutilização dos dados gerados na produção.

Um estudo da Forrester revelou que até 73% dos dados obtidos pelas empresas não são utilizados de forma analítica. Outro estudo recente, também da Forrester, aponta que empresas que utilizam ferramentas de gerenciamento de dados para tomar decisões têm 58% mais chances de superarem suas metas de receita do que as empresas não orientadas a dados.

Na nova economia digital fortemente baseada em dados, as plataformas digitais já desempenham papel fundamental ao proporcionar maior eficiência operacional e possibilitar a transformação dos modelos de negócios em todos os segmentos da economia. Ao quebrar silos de dados e contribuir para a criação de um ambiente de integração horizontal e vertical de sistemas, processos e pessoas, as plataformas digitais assumem na indústria uma posição análoga à do sistema operacional nos computadores. Isso traz um olhar abrangente para a planta industrial e promove a integração efetiva de todas as áreas e disciplinas, alavancando novos modelos de negócios que podem, inclusive, possibilitar a monetização dos dados industriais, além de fortalecer as cadeias de suprimentos e promover um ambiente operacional mais seguro e sustentável.

(*) Por Flávio Maeda, Head de Digitalização (Smart Site) e Serviços Digitais da Pöyry para América Latina e vice-presidente da Abinc (Associação Brasileira de Internet da Coisas).

(*) Artigo e imagem reproduzido de Afry – empresa europeia líder em serviços de engenharia, projetos e consultoria, que atua no Brasil há mais de 50 anos junto às indústrias de base florestal.

Acessórios coordenados: harmonia e funcionalidade

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Para a arquiteta Adriana Penteado, acessórios são peças fundamentais para organizar e manter o lavabo, banheiros e salas de banhos práticos na hora do uso.

 

Metais e acessórios são importantes itens para banheiros e lavabos, não somente por suas funcionalidades, mas porque são capazes de atribuir um toque especial ao ambiente. Saber escolher o modelo, as dimensões e os acabamentos que agreguem beleza e harmonia é fundamental e imprescindível ao profissionais da arquitetura e do design de interiores.

A cada ano, a indústria lança novas coleções com base em estudo de tendências, desenvolvendo peças quem aliam a funcionalidade e a estética com alta tecnologia e durabilidade. A novidade da Perflex Metais são os acessórios Dom, que inclui saboneteira de parede, papeleira de parede, porta toalhas de parede para rosto e banho, porta shampoo e cabide, e vem complementar a já existente linha de metais composta por torneiras, misturadores e chuveiros.

 

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Acessórios Dom e misturador Freedom.

 

Mas, o que levar em consideração na hora de escolher um acessório?

Segundo Vanessa Marques, diretora de marketing da Perflex Metais, é necessário, além de pensar nas cores ideais a serem usadas no acabamento coordenando com os revestimentos de bancadas, armários, piso e paredes, é importante levar em consideração a durabilidade do produto, já que os banheiros estão o tempo todo expostos à umidade, e, portanto, exige cuidados especiais na hora de escolher os materiais que farão parte do ambiente. “Nossos produtos têm garantia de 12 anos e possuem acabamento superficial biníquel cromado que proporciona alta resistência à corrosão e riscos”, afirma Vanessa Marques.

Para a arquiteta Adriana Penteado, os acessórios são peças fundamentais para organizar e manter o lavabo, banheiros e salas de banhos práticos na hora do uso. E indica que, é importante, antes de comprá-los verificar corretamente as medidas antes de instalá-los, “é importante estarem em um espaço que permita fácil acesso aos produtos, sem comprometer a mobilidade para evitar acidentes”, sinaliza a arquiteta. “Além disso, é importante checar a altura da instalação das peças de paredes, que geralmente variam de 120 cm e 150 cm acima do piso, exceto papeleiras e saboneteiras”, complementa.

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Acessórios Dom: fabricados nos acabamentos cromado, dourado fosco, rosé fosco, grafite fosco e preto fosco, permitem diversas combinações para um projeto moderno, atual e arrojado.

 

 

 

 

 

Celebração à brasilidade

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Para joalheria Tangarart, projeto aposta na arquitetura como experiência de marca e faz uso de revestimentos marcantes para compor os espaços.

 

O projeto de arquitetura para a joalheria Tangarart, assinado pelo escritório Patrícia Martinez Arquitetura, tirou partido da flora e da cultura brasileira, e da busca por um cenário atemporal, sutil e sofisticado, para oferecer uma experiência completa de marca.

 

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A loja nasce com todos os alinhamentos necessários, planos definidos e iluminação bem equalizada, tendo esta última um tubo dourado que ilumina as joias dentro da marcenaria. A paleta neutra de cores nos carpetes e nos móveis guiou o projeto, para que as formas e cores das joias se destacassem na composição do ambiente, com destaque ao mármore verde, cor âncora da Tangarart.

 

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“As pessoas que visitam nossa loja viajam o mundo todo, e sempre elogiam a nossa joalheria, o mármore, as escolhas. Para uma marca nova, precisamos ganhar credibilidade no momento em que as pessoas entram na nossa loja. E alcançamos isso”, comenta Felipe Baiao, Diretor Comercial da Tangarart.

Um “anel” de madeira ebanizada some com todos os acessos de plano principal. A sala de reunião, de atendimento e os ambientes adjacentes ficam todos mimetizados atrás desse anel.

 

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Os acabamentos predominantes são o cimento queimado, o granito verde Guatemala e a madeira preta ebanizada, tudo para levar ao espaço físico um olhar brasileiro e cheio de elegância. Além de revestimentos robustos e únicos, mobiliário assinado por designers nacionais, como Jader Almeida e Cris Bertolucci compõem os interiores da loja.

 

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Imagens: Fran Parente

 

UD HOUSE chega em Alphaville com sua loja de eletrodomésticos premium para cozinhas e espaços gourmet

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A paixão pela culinária move a empresa, que sempre acompanha as tendências mundiais de cozinhas e seus equipamentos, trazendo para os consumidores brasileiros o que existe de melhor em eletros high-end para espaços gourmet.

 

A UD House, maior rede de lojas do Brasil com 17 anos de expertise e sucesso, reconhecida no mercado de arquitetura e decoração por sua linha premium de equipamentos high-end para cozinhas e espaços gourmet, abre seu novo espaço em Alphaville, trazendo marcas internacionais renomadas em seu portfólio.

São mais de 2.000 produtos de alto padrão, imprescindíveis ao segmento,representados por mais de 20 marcas de eletros importados. O atendimento exclusivo proporciona aos clientes e profissionais todo suporte e soluções completas para elaboração dos mais diversos projetos.

A loja apresenta mais do que produtos luxuosos, oferece uma seleção especial com os melhores eletros para cozinhar e conservar com qualidade e eficiência, além de acessórios para cozinha sofisticados, com tecnologia de ponta e design refinado.

 

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Dos empresários e sócios Claudney Marques e Alberto Correa, a UD House foi fundada em 2007. “Estamos abrindo a nossa sexta loja e não queremos apenas vender eletros de cozinha. Desejamos que nossos produtos façam a diferença na vida das pessoas, em confraternizações familiares e de amigos ao redor da mesa, inspirando o prazer de cozinhar e de comer, além de celebrar a união e o amor.”, destaca Claudney.

 

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Alberto Correa e Claudney Marques, sócios UD House.

 

Todas as lojas UD House estão localizadas nos principais pontos de arquitetura e decoração de São Paulo e, em Alphaville não poderia ser diferente; o showroom de 600 m 2 fica na Alameda Araguaia, 340, um polo expressivo da decoração na região. No endereço, os clientes têm total interação com os equipamentos, usufruindo de assessoria completa na escolha dos produtos ideais para suas cozinhas.

“Podemos afirmar que os amantes da gastronomia podem encontrar aqui todos os tipos de eletrodomésticos de última geração tornando a experiência de compra mais agradável, em um ambiente único e acolhedor”, comenta o sócio Alberto Correa.

“As pessoas passaram a valorizar ainda mais o convívio social desfrutado em casa. Os clientes e apaixonados por gastronomia encontrarão na UD House uma grande variedade de eletros sofisticados e com tecnologia de ponta que irão transformar seus ambientes gourmet”, finaliza Claudney Marques.

 

INSPIRAÇÃO

Pratos gourmet e resultados de chef. A inspiração está nos eletrodomésticos premium, que expressam originalidade, combinando perfeitamente design, desempenho, recursos profissionais e atenção aos detalhes. Nunca foi tão fácil preparar as receitas favoritas com todo requinte.

 

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EXPERIÊNCIA

A UD House acredita que cozinhar mantém as pessoas unidas e produtos de qualidade ajudam os consumidores a atingir esse objetivo de maneira mais agradável, ao redor da boa mesa. Um espaço gourmet confortável, harmônico e funcional transformará o ritual da culinária em momentos mais prazerosos a serem compartilhados.

A paixão pela culinária move a empresa, que sempre acompanha as tendências mundiais de cozinhas e seus equipamentos, trazendo para os consumidores brasileiros o que existe de melhor em eletros high-end para espaços gourmet. Eletros com muito requinte, tecnologia de ponta e inovação, com uma gama variada e única de produtos e soluções elegantes para compor e valorizar a cozinha. Não são apenas produtos. São instrumentos que fazem dos momentos gastronômicos ainda mais especiais, proporcionando uma nova experiência com resultados surpreendentes.

UD HOUSE – Eletrodomésticos Gourmet
LOJA ALPHAVILLE
Alameda Araguaia, 340 – Alphaville – Barueri – SP
@udhouseoficial
www.udhouse.com.br

 

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Claudney Marques, Seu Jorge e Alberto Correa na inauguração da nova loja em Alphaville. Foto: Vilela Bará.

 

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Os sócios e convidados na fachada da loja Aphaville. Foto: Divulgação UD House.

SP–Arte Rotas Brasileiras

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Rotas Brasileiras, a feira de arte que mergulha no Brasil, realiza a sua terceira edição na ARCA e reúne projetos temáticos voltados para pluralidade da arte nacional.

 

De 28 de agosto a 01 de setembro acontece na ARCA, na Vila Leopoldina, a 3ª edição da Rotas Brasileiras, uma feira da chancela SPArte. Rotas é uma feira que toma a arte brasileira e suas histórias como ponto de partida, reunindo expositores que valorizam a potência, a pluralidade e a diversidade artística do país. Entre galerias de arte e instituições, os participantes apresentam estandes curados, ou seja, que propõem uma narrativa ou abordam um tema específico, exibindo a produção de artistas de todo o país – em sua maioria, inédita. É uma feira com projetos que refletem tanto o que está despontando na cena, como também resgata e homenageia grandes criadores e criadoras da arte brasileira e aquelas que a influenciam.

Em suas duas primeiras edições (022 e 2023), a feira reuniu mais de 30 mil pessoas e mobilizou mais de 30 agentes internacionais, entre curadores e colecionadores, afirmando sua relevância na ampliação do alcance de artistas como MAHKU, Mestre Zimar, Aislan Pankararu, Alberto Pitta, Rayana Rayo, Silvana Mendes, Advânio Lessa, entre outros.

 

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Uma das novidades deste ano é a direção artística de Rodrigo Moura. Curador, editor e crítico de arte, Moura (Belo Horizonte, 1975) atua como curador-chefe no Museo del Barrio, em Nova York, desde 2019. Sua experiência inclui passagens pelo Masp como curador-adjunto e pelo Instituto Inhotim, como diretor artístico e curador. Foi também o primeiro curador do Setor Solo na SPArte, em 2014 e 2015.

“Rotas oferece a possibilidade de criar diálogos em torno de conceitos e noções de identidade e pertencimento, propondo perguntas, revisões e afirmações”, afirma. “Para mim, tem sido uma honra colaborar com agentes do sistema e propor novas dinâmicas de circulação e sentido para seus programas no contexto da feira”. É ele quem guia os expositores em uma seleção instigante de obras e artistas, explorando novas rotas, diálogos e caminhos na arte brasileira.

Outra novidade é a estreia do setor Mirante, que reúne obras em grande escala e raramente exibidas que ancoram os conceitos do evento. Com pesquisa de Rodrigo Moura, o setor possui uma expografia fora do comum para feiras de arte.

Serviço
Rotas Brasileiras
28 de agosto a 01 de setembro
ARCA, Vila Leopoldina

Construexpo 2024 supera expectativas

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Evento traz inovações em produtos e sistemas e se consolida como importante feira da construção civil no interior paulista

 

Destinada ao mercado da construção civil, a 4ª edição da Construexpo conectou profissionais do setor com soluções, novidades, sistemas construtivos com materiais ecológicos, informações e network durante 15 a 18 de agosto, em Atibaia.

Segundo a organização da feira, esta edição superou a expectativa de público, trazendo visitantes qualificados e interessados em lançamentos, aplicabilidades dos produtos inovadores e, principalmente, em parcerias de negócios. “Neste ano, realizamos a primeira Rodada de Negócios do Sebrae – regional Guarulhos – em nosso evento, que viabilizou parcerias entre 44 participantes, com expectativa de geração de negócios promissores”, ressalta Eliane Dias, CEO da Construexpo.

 

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Para os expositores, o evento foi uma vitrine para seus produtos e captação de leads. “Gostamos muito de participar da Construexpo, por ter sido uma excelente oportunidade de posicionamento da nossa marca, e apresentar para o mercado a eficiência do nosso produto em uma obra”, diz Marcus Freire, proprietário da Tkinkall, empresa sediada no Rio Janeiro.

Para o empresário Miguel Spina, do Gurpo Quanthun, que participa há três edições da feira, os visitantes estavam mais focados no B2B e conhecer de perto as inovações. “Realmente a Construexpo trouxe um público mais qualificado e profissional e menos curiosos”.

 

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A edição 2024 da Construexpo destacou-se com a exposição de casas modulares, casas sustentáveis e tiny house, onde o público pôde visitar projetos prontos para morar com métodos construtivos inovadores e uso consciente de matéria prima.

 

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Tiny House vendida durante a Construexpo. Fotos: Divulgação Construexpo.

 

A Tiny House de 15m² produzida pela Genesis Construtora Steel Frame com placas ecológicas foi negociada na feira: “estou satisfeito em poder ter cumprido o objetivo e em proporcionar a vivência e apresentar novas experiências de construção na Construexpo”, salienta Rafael Oliveira Contrin, sócio-proprietário da Genesis.

Charmoso, o chalé de luxo assinado pelo arquiteto Felipe Savassi para a Lightwall trouxe um novo conceito do morar e empreender com módulos construídos com placas cimentícias e recheio de EPS + aditivos. A construção foi uma das mais visitadas e, segundo Alexandre Rocha, representante da marca, a Construexpo proporcionou diversas oportunidades de negócios e o conhecimento desta nova forma de construir.

 

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Chalé modular de alto padrão. Fotos: Divulgação Construexpo.

 

O empresário Rubens Chaves, da Essenciale Acabamentos, trouxe um novo modelo de exposição de marcas para a Construexpo. Em sua Casa Essencial, com 50 m² de área fabricada em 50 dias, parceiros apresentaram seus produtos: marcenaria, revestimentos, iluminação, mobiliário. “Fizemos aqui o diferencial, agregando marcas e valor, mostrando ao público possibilidades, unindo o decor à construção em um único espaço”, explica.

 

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Casa Essencial: 50 m² industrializada em 50 dias. Fotos: Divulgação Construexpo.

 

Mulheres em destaque

Construexpo para Elas, um evento focado na profissional do mercado da construção civil, colocou no centro do debate posicionamentos da mulher no setor majoritariamente masculino.

A engenheira civil e designer de interiores Vitória Siqueira, de Itapipoca-CE, veio à São Paulo exclusivamente para a Construexpo e para participar dos talks do encontro. “Foi muito bacana ter conhecido esta feira, que, além de bem montada com expositores de altíssima qualidade e com a demonstração das casas modulares, teve seu ponto alto com a Construexpo pra Elas, com debates sobre a participação das mulheres no setor da construção civil e trocas de experiências bastante produtivas, em que pude observar que mulheres da região são muito participativas e líderes em órgãos e associações”, concluiu.

 

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Construexpo para Elas evidencia a participação das mulheres no setor da construção civil. Fotos: Thais Bertin.

 

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Isadora Maia, relações públicas, organizou o evento no espaço da Construexpo para Elas. Foto: Phoética/Casa e Mercado.

 

Para Isadora Maia, comunicadora e designer de interiores, convidada pela para colaborar na organização da Construexpo pra Elas, “foi uma honra e uma oportunidade para debater os desafios da profissão e quais condutas dentro deste mercado; foram 50 mulheres participando do evento, onde puderam falar das dificuldades encontradas nos canteiros de obras pelas engenheiras e arquitetas simplesmente por serem mulheres. Muitas trouxeram as experiências do quanto precisam se posicionar tecnicamente para serem valorizadas e respeitadas”, argumenta a designer.

 

Casa e Mercado

A plataforma Casa e Mercado prestigiou o evento trazendo projeto da arquiteta Natália Chilotti para a Praça Casa e Mercado, “concebida para oferecer áreas confortáveis e acolhedoras, combinando elementos naturais com mobiliário ergonômico; o design visou criar um espaço de pausa e interação, proporcionando aos visitantes um local de descanso e socialização para enriquecer sua experiência durante o evento”.

A Praça Casa e Mercado contou o apoio de Zetaflex para a cobertura, do Arquiteto dos Móveis para o mobiliário, da Gaaga Paisagismo, da Led Seleds para iluminação e do escultor Glenn Hamilthon.

 

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Arquiteta Natália Chilotti na Praça CM. Fotos: Phoética/Casa e Mercado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por: Casa e Mercado
Fotos gerais: Fotos: Phoética/Casa e Mercado.

Cresce o número de empresas de celulose e papel que avançam em projetos de descarbonização industrial

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Atuando em diversos projetos para diferentes produtores do setor, a AFRY registra um aumento na demanda pela realização de inventários de gases de efeito estufa (GEE).

 

Um setor já reconhecido por seu compromisso com a sustentabilidade, a indústria de celulose e papel está avançando rapidamente nos projetos para medir suas emissões de GEE e implantar medidas de descarbonização, segundo a AFRY – empresa europeia líder em serviços de engenharia, projetos e consultoria, que atua no Brasil há mais de 50 anos junto às indústrias de base florestal.

“Temos registrado um crescimento acentuado no setor de celulose e papel por serviços de descarbonização industrial, que vão do mapeamento e cálculo das emissões à implantação de projetos de melhorias para uma operação mais sustentável”, conta Rafael Favery, Gerente de Projetos de Sustentabilidade da AFRY Brasil.

São projetos para diferentes produtores do setor, que estão comprometidos com a responsabilidade ambiental frente às mudanças climáticas e em atender as exigências do mercado por mais sustentabilidade, além de cumprir requisitos legais, onde os novos projetos já devem apresentar o cálculo de carbono na fase de licenciamento ambiental.

“A indústria de celulose e papel já tem um viés sustentável desde a origem, por utilizar madeira reflorestada, por ter uma emissão biogênica – que não é fóssil – e por gerar energia a partir da biomassa. No entanto, estamos atuando fortemente em muitos projetos para mapear e ampliar ainda mais a sustentabilidade destas plantas”, informa Rafael Favery.

Ele explica que a AFRY vem atuando tanto no mapeamento e cálculo das emissões quanto na realização de um roteiro completo de descarbonização (carbon roadmap), que inclui a avaliação das metas de redução, o cálculo de intensidade de carbono – que aponta as premissas de sustentabilidade que orientarão os novos projetos -, e a indicação de soluções de gestão e de engenharia para a descarbonização.

Um dos pontos que ainda impactam as emissões das fábricas do setor é o uso do óleo combustível em caldeiras em fases transitórias, ou seja, situações temporárias. “Mesmo com as caldeiras operando com biomassa, há situações pontuais que requerem o uso de óleo combustível, por exemplo, nas paradas para manutenção e partida”, observa Rafael Favery’.

A estimativa é que, em alguns casos, apenas o óleo combustível utilizado nas caldeiras em fases transitórias pode representar de 20% a 35% das emissões de carbono de uma fábrica.

O avanço sustentável das indústrias do setor tem levado as empresas a estudarem alternativas para substituição do óleo combustível por bio-óleos para reduzirem os impactos das emissões de carbono. Além disso, na Europa, estudos estão sendo realizados para captura de carbono biogênico das caldeiras de recuperação e biomassa para produção de combustíveis sintéticos renováveis como o e-Metanol.

“Novas frentes de negócios sustentáveis estão se abrindo para a indústria de celulose e papel, e a AFRY, com sua visão de fazer futuro e a missão de acelerar a transição para uma sociedade mais sustentáveltem desenvolvido projetos e contribuído para o avanço do setor nessa direção”, conclui Rafael Favery.

Reforma Tributária – Batalha memorável do Sistema Cofeci-Creci

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João Teodoro, presidente do Sistema Cofeci-Creci, explica sobre a importância do fator de redução de 60% sobre as operações do mercado imobiliário e destaca a atuação da Comissão de Relações Parlamentares do Cofeci para alterar o Projeto de Lei Complementar.

 

*Por João Teodoro da Silva

A data de quinta-feira, 10 de julho de 2024, merece registro destacado na história do Sistema Cofeci-Creci. Em 20 de maio, o Congresso Nacional promulgou a Emenda Constitucional nº 132, que instituiu a tão esperada reforma tributária no Brasil. Seu principal objetivo é a junção de cinco tributos (ICMS, ISS, IPI, PIS e COFINS) em uma única cobrança, que será dividida entre os níveis federal (CBS) e estadual (IBS). A reforma é debatida no Legislativo há quase 30 anos. Finalmente, foi aprovada! Mas sua regulamentação depende de lei complementar.

A principal tarefa da nova Emenda é simplificar a arrecadação dos tributos em todo o país. A burocracia e o custo operacional atuais sufocam o desenvolvimento empresarial. Porém essa simplificação passa pela instituição do IVA – Imposto sobre Valor Agregado, único, a ser cobrado em operações comerciais, como venda de produtos ou serviços. Esse tipo de tributo já funciona com sucesso em 172 países, segundo a OCDE, embora nos EUA a cobrança seja por estado. Em tese, portanto, trata-se de grande avanço contra a nossa burocracia.

A CBS – Contribuição sobre Bens e Serviços unifica os impostos federais: IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), o PIS (Programa de Integração Social) e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). O IBS – Imposto sobre Bens e Serviços aglutina os impostos estaduais e municipais: ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços e o ISS – Imposto sobre Serviços. O IVA é a soma da CBS e do IBS. Segundo cálculos do Ministério da Fazenda, para que seja o único e eficiente substituto de 5 tributos, deve ser de 26,5%.

Todavia o percentual do IVA (26,5%) não pode ser aplicado de forma horizontal para todos os produtos e serviços. Alguns deles têm de ter tarifa diferenciada, porque influenciam muito fortemente no custo de vida da população. Ex.: itens que compõem a cesta básica da alimentação, vestuário e habitação, que são essenciais à sobrevivência digna das pessoas. Objetivando equalizar essas diferenças, o governo aceita que sejam aplicados fatores de redução sobre o percentual básico do IVA, para determinados produtos ou serviços indispensáveis.

No mercado imobiliário, a carga tributária atual varia de 6,4% a 8,0%. Entretanto o governo admitiu um redutor inicial de apenas 20% do IVA, o que resultaria no percentual tributário de 21,2%. Com o Deputado Relator do Projeto de Lei Complementar, conseguimos ampliar o nosso redutor para 40%. Pagaremos então 15,9%, ainda muito elevado. Assim, pleiteamos um redutor de 60% para operações imobiliárias em geral e 80% para locações e correlatas. Neste caso, pagaríamos entre 5,3% e 10,6%. Porém concordamos com o redutor único de 60%.

Quase conseguimos! A votação foi de 233 x 229. Mobilizamos a Comissão de Relações Parlamentares do Cofeci (Pedro Nogueira/PI, coordenador, Aurélio Dallapícula/ES, Contreira/MT, Márcio Bins/RS, Aluísio Sampaio/PI, Glauco Soares/PB, além de Rômulo Soares/PB, Sylvio Lino/SP, Felipe Mello/PE e Wilson Martins/RJ). O movimento contou, ainda, com o apoio da ACE Assessoria Parlamentar, liderada por Daniel Maia, e de todos os presidentes, diretores e conselheiros de Crecis de todo o Brasil. Uma ação para ser guardada na memória!

 

*João Teodoro da Silva – Empresário no mercado da construção civil, graduado em Direito e Ciências Matemáticas. Foi presidente do Creci-PR por três mandatos consecutivos, do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Paraná de 1984 a 1986, diretor da Federação do Comércio do Paraná e é presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis desde 2000.

 

 

 

 

 

 

 

 

Reprodução e imagem: Sistema Cofeci-Creci