Conceito ALL GALLERY

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Projeto transforma espaço convencional em uma galeria vibrante, onde cada elemento é uma extensão da personalidade dos moradores.

 

No coração de São Paulo, um apartamento de 64m² transforma-se em uma verdadeira obra de arte habitável. Assinado pela arquiteta Natalia Salla, este espaço reflete a personalidade vibrante de seus moradores, encapsulando a essência de suas vidas com um design que desafia convenções. A arquiteta equilibra elementos clássicos com toques modernos, e a interação entre tons neutros e vibrantes tece uma tapeçaria visual de contrastes harmoniosos coexistem e se realçam mutuamente.

O corredor amarelo, uma marca registrada do escritório de Natalia, atua como o eixo central do apartamento, injetando energia e vivacidade que permeiam cada canto. Este corredor transcende sua função de espaço de passagem, convertendo-se em um convite à alegria e à expressão criativa. Ele reflete a filosofia de que a cor é mais do que uma escolha estética; é uma extensão do estado de espírito dos moradores.

 

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Para infundir o ambiente com dinamismo, incorporou-se uma variedade de elementos decorativos. Obras de arte cuidadosamente selecionadas, esculturas intrigantes e um mix de texturas se combinam para criar um ambiente de leveza e conforto. A mesa de jantar, rodeada por cadeiras de design variado, torna-se um cenário para refeições descontraídas e criativas, onde a inovação é sempre bem-vinda.

 

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Cada peça de arte no apartamento contribui para uma narrativa visual coesa, transformando o espaço numa galeria privada que celebra a fantasia e o prazer estético. Essa abordagem permite aos moradores renovar seu ambiente sem reformas estruturais profundas, oferecendo uma solução prática e elegante para aqueles que desejam revitalizar seu lar.

 

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Imagens: Gisele Rampazzo

Trisoft para projetos personalizados

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Design e conforto ambiental, unindo aspectos funcionais e estéticos, a partir de seus desempenhos acústico, térmico, tátil, sob medida.

 

“O que a mente do arquiteto pode conceber, a Trisoft pode fazer”, destaca Maurício Cohab,  CEO da Trisoft, marca presente no mercado da construção civil e arquitetura, disponibilizando revestimentos funcionais de altos desempenhos térmico e acústico.  De fato, esta é a realidade de hoje da Trisoft. Diferentemente de outras indústrias do segmento, o que o profissional da arquitetura ou design de interiores projetar a empresa irá entregar: seja formato, cor, impressão, molde, vinco, enfim, “possibilidades literalmente infinitas”, de acordo com o CEO.  “Gostamos de desafios e adoramos quando ainda não temos uma solução pronta, pois nos dá a possibilidade de criar algo novo”.

Os painéis Trisoft são produzidos a partir da lã de PET, em face de processo de reciclagem de garrafas desse material, com significativa capacitação de promover conforto ambiental. Ou seja, além dos painéis desenhados com a estética definida pelo especificador, são também multifuncionais, acústicos, térmicos, de fácil instalação, sem produção de resíduos em obra, por serem previamente industrializados.

 

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Projeto para a Quero Passagem – Escritório Superlimão. Para a concepção da sala VIP no Terminal do Tietê, o conceito girou em torno da ideia do ônibus como um agente de transformação dos lugares por onde passa, conectando pessoas a diversas regiões do Brasil.

 

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De acordo com Maurício, “a Trisoft trabalha hoje com 18 bases de cores, desenvolvidas ao longo de anos para os mais diversos usos e gostos.  Mas não só podemos cobrir as nossas bases com outras cores em impressão, ou mesmo revesti-las com outros materiais, como tecidos, por exemplo, como também podemos, a pedido do cliente, personalizar a fibra com a cor pantone desejada. Ou seja, não existe mais limite de cor, estampa ou forma; o que o arquiteto ou designer imaginou, nós da Trisoft iremos entregar”.

A empresa ainda não sabe de todas as aplicabilidades de seus revestimentos, pois a cada dia desenvolve novidades e, claro, se surpreende com os resultados. “Na última Revestir, lançamos, por exemplo, o NOTPAPER, o nosso papel de parede feito de pet, que, além de possibilitar estampas personalizadas, pode ser reinstalado”, registra Maurício.  Vale conferir!

 

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Projeto Colégio Bernoulli. Colorido e vibrante, o projeto das áreas comuns do Colégio Bernoulli é um exemplo marcante de arquitetura funcional, criativa e impactante. Os baffles Trisoft, visíveis através da fachada de vidro do colégio, foram instalados diretamente na estrutura das áreas comuns, dispensando a aplicação dos forros lisos tradicionais.

 

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Os baffles não apenas trouxeram movimento e conforto termoacústico aos diversos ambientes, mas também proporcionaram uma atmosfera de aprendizado mais positiva e alegre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fotos: Israel Gollino e Cara de Rã

 

 

Dimensões do Futuro na Construção

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De 3D à 10D, a profundidade e complexidade dos dados incorporados em um modelo BIM ao longo do tempo.

 

Nos últimos anos, o Building Information Modeling (BIM) tem se destacado como uma abordagem revolucionária na indústria da construção. Essa metodologia não apenas transformou a maneira como projetos são concebidos e executados, mas também abriu as portas para uma compreensão mais abrangente e interconectada do ciclo de vida de uma construção.

Building Information Modeling (BIM), ou Modelagem de Informações da Construção, é uma metodologia que utiliza modelos digitais tridimensionais para representar características físicas e funcionais de uma construção. O cerne do BIM reside na centralização de informações em um modelo compartilhado, fomentando uma colaboração eficiente entre todas as partes envolvidas em um projeto. Essa metodologia não apenas aprimora a visualização do projeto em um ambiente virtual, mas também facilita a integração e comunicação entre arquitetos, engenheiros, construtores e demais stakeholders. As dimensões referem-se à profundidade e complexidade dos dados incorporados em um modelo BIM ao longo do tempo. Conheça cada uma delas abaixo:

 

3D: Modelagem Geométrica Tridimensional

O ponto de partida no universo do BIM é a modelagem tridimensional. Aqui, profissionais da construção visualizam elementos em três dimensões, transcendendo a simples representação bidimensional. Essa dimensão foca na forma, tamanho e localização dos elementos construtivos, proporcionando uma base sólida para análises posteriores.

  • Benefícios: A representação tridimensional proporciona uma visualização precisa dos elementos construtivos, estabelecendo uma base sólida para análises posteriores. Isso resulta em melhor colaboração entre equipes multidisciplinares, eliminação de erros e duplicações, e otimização significativa de tempo e custos.
  • Desafios: A integração de dados multidisciplinares e a necessidade de padronização para facilitar a troca eficiente de informações são desafios enfrentados. A resistência à mudança na gestão de projetos também pode ser um obstáculo.
  • Tendências: As tendências concentram-se na melhoria da interoperabilidade entre disciplinas, possibilitando uma colaboração mais eficaz desde as fases iniciais do projeto.

 

4D: Planejamento

A dimensão 4D eleva o BIM, incorporando a variável tempo. Vai além da simples representação estática, permitindo o planejamento e visualização dinâmica do projeto ao longo do ciclo de vida. Essa perspectiva temporal não apenas otimiza o planejamento, mas também contribui para uma execução mais eficiente do projeto.

  • Benefícios: A dimensão temporal proporciona facilitação do planejamento das atividades, detecção precoce de conflitos temporais e visualização do progresso ao longo do tempo. Isso contribui para uma execução mais eficiente do projeto.
  • Desafios: A precisão nas estimativas temporais e a resistência à mudança na gestão de projetos são desafios. A necessidade de integrar tecnologias, como Realidade Virtual, também pode ser um obstáculo.
  • Tendências: Fusão crescente com tecnologias inovadoras para melhorar a visualização e a gestão do tempo, como o uso mais amplo de Realidade Virtual.

 

5D: Quantidades e Custos

Na quinta dimensão, o BIM avança para a análise econômica, integrando estimativas de custos e quantidades ao modelo digital. Isso proporciona uma visão holística das despesas ao longo do ciclo de vida do projeto, contribuindo para uma gestão financeira mais precisa.

  • Benefícios: A análise econômica integrada proporciona uma visão holística das despesas ao longo do ciclo de vida do projeto, otimizando o orçamento e permitindo a contagem automática de componentes.
  • Desafios: A necessidade de dados detalhados e a colaboração estreita entre as equipes de projeto são desafios. A integração de algoritmos avançados e inteligência artificial pode ser complexa.
  • Tendências: Incorporação crescente de algoritmos avançados e inteligência artificial para aprimorar a precisão nas estimativas de custos.

 

6D: Sustentabilidade 

A sexta dimensão do BIM está intrinsecamente ligada à eficiência energética e ao desenvolvimento sustentável. Simulações avançadas permitem uma análise abrangente do desempenho energético desde a fase de projeto, orientando a escolha de soluções sustentáveis.

  • Benefícios: A análise do desempenho energético desde a concepção permite a otimização de práticas sustentáveis e conformidade com regulamentações ambientais.
  • Desafios: A obtenção de dados precisos sobre desempenho energético e a necessidade de compreensão aprofundada das práticas sustentáveis são desafios.
  • Tendências: Desenvolvimento de ferramentas analíticas mais sofisticadas para uma análise mais precisa do desempenho sustentável.

 

7D: Facility management

A sétima dimensão expande o BIM para abranger o gerenciamento e manutenção do edifício durante todo o seu ciclo de vida. Essa dimensão oferece benefícios substanciais, como a otimização de operações, o planejamento proativo e a redução de custos operacionais a longo prazo.

  • Benefícios: O gerenciamento eficiente do projeto ao longo de seu ciclo de vida resulta na otimização de operações, planejamento proativo e redução de custos operacionais a longo prazo.
  • Desafios: A necessidade de dados precisos e atualizados continuamente, e a integração de tecnologias, como a Internet das Coisas (IoT), para coleta automatizada de dados, são desafios.
  • Tendências: Maior integração de tecnologias para uma gestão mais eficiente e análises preditivas para melhorar a manutenção preventiva.

 

8D: Segurança e Saúde

A oitava dimensão, muitas vezes subestimada, adiciona informações relacionadas à segurança ao modelo geométrico. Isso permite a previsão de riscos no processo de construção, identificando atividades para melhorar a segurança no trabalho e prevenir acidentes.

  • Benefícios: o 8D antecipa riscos na construção, permitindo análises detalhadas para melhorar a segurança no trabalho. Oferece uma visão completa dos cenários do canteiro, elaboração de planos de segurança detalhados e identificação precisa das escolhas de projeto de segurança mais apropriadas.
  • Desafios: Análises precisas das escolhas de projeto e a integração eficaz de dados de segurança são desafios. Incorporar tecnologias, como realidade virtual, pode demandar treinamento adequado.
  • Tendências: Uso crescente de realidade virtual para treinamento e análise detalhada para reduzir riscos de acidentes.

 

9D: Construção Enxuta (LEAN Construction)

A nona dimensão, BIM 9D, permite otimizar e racionalizar todas as etapas envolvidas na fase de construção de um projeto, através da digitalização dos processos. A construção enxuta envolve o gerenciamento eficiente de recursos, minimizando o desperdício e mantendo o projeto dentro do cronograma e orçamento.

  • Benefícios: Gerenciamento eficientemente de recursos para minimizar desperdícios. Permite a manutenção do projeto dentro do cronograma e orçamento, promovendo práticas sustentáveis na construção.
  • Desafios: Monitoramento constante dos recursos e a necessidade de estratégias para minimizar resíduos são desafios. A implementação eficiente de métodos enxutos exige uma mudança cultural.
  • Tendências: Maior aplicação de métodos enxutos na construção civil e utilização de ferramentas BIM para otimização de processos construtivos.

 

10D: Construção Industrializada 

A décima dimensão, BIM 10D, visa industrializar e tornar o setor da construção mais produtivo, integrando dados físicos, comerciais, ambientais e outros. Ferramentas para a digitalização da construção civil, como sistemas de gestão BIM, desempenham um papel fundamental nessa dimensão, alinhando todos os envolvidos no ciclo de vida da construção e otimizando cada fase.

  • Benefícios: Industrialização e produtividade na construção, integrando dados físicos, comerciais e ambientais. Reduz o tempo de construção, otimiza custos e melhora a segurança ocupacional através da infraestrutura digital avançada.
  • Desafios: Adoção de tecnologias disruptivas e treinamento para a integração eficaz são desafios. A padronização e eficiência em todas as etapas do ciclo de vida são cruciais.
  • Tendências: Integração crescente de tecnologias disruptivas, ênfase na padronização e eficiência em todas as fases da construção.

 

O BIM é mais do que uma simples ferramenta de modelagem, é uma abordagem holística que transforma a indústria da construção. À medida que exploramos as diferentes dimensões do BIM, percebemos como essa metodologia abraça a complexidade do ciclo de vida de uma construção, proporcionando benefícios significativos em termos de eficiência, colaboração e sustentabilidade. Ao adotar o BIM e compreender suas diversas dimensões, a indústria da construção está preparando o terreno para um futuro mais inteligente e integrado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte e imagem: Zigurat

 

 

 

 

 

 

Obras paisagísticas históricas de Burle Marx serão revitalizadas pelo Projeto Água Vida

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A iniciativa do fotógrafo e ambientalista Mário Barila realiza ação com plantio de árvores e exposição retrospectiva dos 10 anos desta cultura de preservação pelo Brasil

 

De 23 de junho a 5 de julho, o fotógrafo e ambientalista Mário Barila, que realiza através de seu Projeto Água Vida iniciativas socioambientais e de reflorestamento por todo o Brasil, promove a revitalização de obras paisagísticas de Roberto Burle Marx e atividade educativa e socioambiental na cidade histórica de Tiradentes, em Minas Gerais, com o apoio da Prefeitura Municipal de Tiradentes e do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

Para revitalizar os largos do Centro Histórico – Largo das Mercês e do Sol -, o Projeto Água Vida promoverá nos dias 24 e 25 de junho, às 10h, a ação de plantio de árvores. O projeto vai fornecer e replantar, com a participação da comunidade local, mudas de árvores nativas as mesmas espécies usadas por Burle Marx em seu paisagismo original.

A etapa de Tiradentes do Água Vida contará ainda com uma exposição fotográfica, que contará com visitas guiadas com a presença do fotógrafo, para semear a conscientização e a cultura da preservação ambiental. A mostra, que acontece no Sobrado Ramalho, casarão do século XVIII, o mais antigo da cidade, situado no bairro Quatro Cantos, reunirá 30 fotografias dos biomas brasileiros ameaçados pela poluição e intervenções humanas, produzidas por Mário Barila ao longo de dez anos de atividades em prol do meio ambiente. A venda das obras será destinada às ações de preservação ambiental e socioeducativas do Água Vida.

 

Valorização das árvores típicas do Brasil

Em Tiradentes, Burle Marx criou em 1970 projetos paisagísticos para os largos das Forras, do Chafariz, do Sol das Mercês e do Rosário, além dos cemitérios da Matriz de Santo Antônio e das Mercês, utilizando espécies nativas da região. Com a falta de manutenção, as árvores morreram ou deterioraram-se, precisando ser cortadas.

Segundo Mário Barila, a ação para recuperar o legado de Burle Marx se deve à sua importância na cultura brasileira e representa uma valiosa lição. “Os mais de dois mil projetos do paisagista no Brasil e no exterior provam que é possível integrar com elegância arquitetura moderna e urbanismo com a natureza”, enfatiza.

As fotos e as iniciativas de Barila e do Projeto Água Vida já contribuíram para o plantio de milhares de árvores para o reflorestamento em regiões devastadas, como Mariana e Brumadinho (MG), região amazônica do Pará, Pantanal, Fernando de Noronha, Ilha do Mel e Niterói (RJ) e litoral de São Sebastião (SP). Mais recentemente atuou na Área de Proteção Ambiental do Sauim-de-Coleira, em Manaus (AM), e nas ações socioambientais na Lagoa Mundaú, em Maceió (AL), área impactada pela degradação ambiental e da mineração, que incluíram a recuperação da área do manguezal e coleta de resíduos sólidos na praia.

 

Projeto Água Vida – Etapa Tiradentes-MG

Replantio de árvores no Largo das Mercês e do Sol
Data: 24 e 25 de junho.
Horário: a partir das 10h

Exposição fotográfica de Mário Barila
Data: de 23 de junho a 05 de julho
Horário: das 9h às 17h
Local: Sobrado Ramalho
Endereço: Rua da Câmara, 124 – Centro – Tiradentes-MG
Entrada franca

MADE 2024

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A MADE – Mercado, Arte, Design – é a primeira feira internacional de design colecionável do Brasil, reconhecida como uma plataforma para discutir, apreciar e comprar o melhor do design contemporâneo.

 

Pelo terceiro ano, a MADE acontecerá simultaneamente à feira de arte ArPA no Pavilhão do Pacaembu, em São Paulo, local que passa por uma grande renovação e que, além de amplificar o uso esportivo, considera a retomada aos pilares originais do espaço, reconhecido por funcionar como uma grande arena da cena cultural paulistana.

A proposta da feira é reunir, a cada evento, conteúdo de qualidade dando destaque a designers nacionais e internacionais, revelando novos talentos, incentivando novas produções e, consequentemente, ampliando a cultura do design para milhares de pessoas.

A MADE é formada pelos sócios Waldick Jatobá, idealizador e diretor do evento, Bruno Simões, curador e cenógrafo, e Elcio Gozzo, diretor financeiro. Conta ainda com um Conselho Consultivo com o intuito de debater o design contemporâneo e propor ações específicas para o projeto, ampliando o campo de discussão e agregando repertórios distintos.

Os membros deste conselho são figuras destacadas nos campos do design, arte contemporânea e arquitetura, formado por Cláudia Moreira Salles, Corinna Sagesser, Pascale Mussard, Marcio Kogan e Mauricio Eugenio.

12ª edição – 26 a 30 de junho.
Mercado Livre Arena pacaembu – SP (Rua Capivari. Portão 23)

 

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O designer e arquiteto Ádamo Thiers, da Ádamo Studio, apresentará sua nova coleção Calmaria na MADE – Mercado Arte Design. O Gaveteiro Maré combina funcionalidade e design, com gavetas que se abrem suavemente através de puxadores de linhas sinuosas. A base orgânica realça a conexão com a natureza. Fotografia: Marco Antônio.

Veste quem o habita

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Projeto integra materialidades encontradas na natureza, como cerâmica, pedra portuguesa, folha de madeira natural e tons quentes.

 

Uma jovem moradora teve como principal pedido para sua primeira residência um apartamento clean, com tons suaves, que abrigue um dia a dia confortável. Dando prioridade para a sala de jantar na varanda, o layout do projeto assinado pelo escritório Nati Minas & Studio do centro da área social é trabalhado em ilha, tendo um anteparo para preparo das refeições, espaço para sentar-se na bancada além de abrigar as costas do sofá do living-home.

 

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A principal materialidade explorada nesse projeto idealizado pelas arquitetas Natalia Minas e da Gabriela Mestriner foi a cerâmica, que através da sua matéria prima natural e processos manuais envolve a moradora em uma atmosfera acolhedora. Ela aparece aplicada em todo o painel que divide a área social da intima, além de mimetizar as portas de acesso para o quarto, escritório e lavabo.

 

 

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Para fazer contraste com os tons suaves, a mesma cerâmica na cor terracota foi eleita para demarcar a área da cozinha em forma de caixa, já presente no layout do imóvel. Como é um tom facilmente encontrado na natureza, apesar da sua força, traz conforto ao olhar, além de um toque de surpresa.

 

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A marcenaria é trabalhada com bordas curvilíneas, para ao invés de criar barreiras ou delimitações, transmitir continuidade e fluidez para o espaço. Presente no rack, ilha da cozinha, desenho de estantes do escritório e banheiro, o traço curvo se torna uma particularidade no projeto, aparecendo também nas cavas dos puxadores e detalhes do mobiliário.

 

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O lavabo tem aura de caverna, todo revestido em pedra portuguesa branca tanto nas paredes como no teto, é vestido com espelhos disformes e arandela frontal em uma composição de parede.

 

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Imagens: Gabriela Mestriner

 

O forno de convenção com a maior capacidade da categoria

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Nessa categoria, o Forno de 90 cm Tecno é o que conta com a maior capacidade, elevando a experiência culinária a um novo patamar. 

 

Seja cozinhando apenas para você ou para mais pessoas, como amigos e família, preparar uma refeição é um ato de amor. Nesses momentos especiais, ter eletrodomésticos versáteis e nos quais você possa confiar torna-se imprescindível. Afinal, o que seria de uma cozinha sem um forno multifunções, espaçoso e potente? Nessa categoria, o Forno de 90 cm Tecno é o que conta com a maior capacidade, elevando a experiência culinária a um novo patamar. 

Com seu amplo espaço interno de 138 litros, convecção dupla, cinco alturas para prateleiras e mais 16 funções, o modelo oferece uma gama surpreendente de possibilidades. Seu AirFry, por exemplo, atinge até 260°C, garantindo resultados excepcionais em alimentos distribuídos em suas duas bandejas, cada uma com capacidade de até 3 litros. Por fora, conta com um acabamento refinado em aço inox 304, na linha Vintage, um puxador tubular cromado e na linha Professional, o puxador tubular cromado.

 

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Desde assados tradicionais até preparos mais elaborados, as 16 funções do Forno Tecno oferecem um calor homogêneo ideal para uma variedade de receitas. Sua capacidade de assar pratos doces e salgados simultaneamente, sem misturar aromas, e sua rápida capacidade de aquecimento sem a necessidade de pré-aquecimento fazem deste produto um aliado indispensável na cozinha. 

E ainda tem mais: com um potente grill infravermelho controlado, rápido e preciso, os clássicos churrascos, grelhados e gratinados dos domingos vão ganhar novos sabores. Para finalizar com um toque de sofisticação e tecnologia, seu painel digital oferece uma experiência de uso intuitiva, enquanto seu design harmoniza elegantemente com outros produtos das linhas Tecno Professional ou Tecno Vintage.

 

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PPCUB: Distritais aprovam lei que permite modificações na área tombada de Brasília

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Projeto do governo permite novas construções no Setor de Embaixadas, Asa Sul, Setor Hoteleiro e Noroeste. Lei foi aprovada por 18 votos a favor e seis contra.

 

Deputados distritais aprovaram nesta quarta-feira (19), na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB), projeto que propõe regras sobre o que pode e o que não pode ser feito na área tombada da capital federal.

O projeto é de autoria do governo do Distrito Federal (GDF) e foi enviado para apreciação da CLDF em março passado, após 15 anos de discussão sobre as regras. O texto passou por cinco comissões e depois foi à votação no plenário onde acabou aprovado, em primeiro e segundo turno, com 18 votos a favor e seis contra.

 

Quais são as principais mudanças aprovadas?

  • Setores de Clubes Norte e Sul: criação de lotes
  • W2 Sul: mudanças no traçado
  • Noroeste: desconstituição de lotes – mesmo em área de relevante interesse ecológico
  • Setor de Embaixadas Norte e Sul: construção de comércios varejistas que vendam alimentos, bebidas e cigarro. Também serão autorizadas lojas de materiais de construção
  • Setor Hoteleiro Norte e Sul: construção de prédios mais altos, a poucos metros da Esplanada dos Ministérios. Os hotéis mais baixos poderão chegar a 35m de altura, passando de 3 para 12 andares
  • Final da Asa Sul: libera lojas, restaurantes e um camping no gramado que fica no fim do Eixão Sul, perto do viaduto da L4 Sul
  • Quadras 700 e 900 Sul e Norte: possibilidade de construção de pousadas, apart-hotéis, hotéis e motéis

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) disse em nota que analisou todo o projeto e que fez recomendações ao GDF. O presidente do instituto, Leandro Grass, diz que a entidade não atua como órgão de controle urbano porque não exerce controle administrativo ou político sobre o GDF. “O papel do Iphan e a posição da instituição é de que Brasília precisa ser cuidada. As intervenções em Brasília precisam considerar, sim, as necessidades da população e um plano não pode ser apenas um conjunto de regras, um plano precisa ter metas, estratégias, objetivos e prazos”, diz o presidente do Iphan.

 

Polêmicas

O secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz, afirmou que a pasta realizou um estudo técnico detalhado sobre as mudanças. Segundo o secretário, os “pontos polêmicos” do projeto foram retirados para viabilizar a aprovação da proposta. Alterações na quadra 901 Norte, por exemplo, foram retiradas do PPCUB.

Sobre o aumento dos prédios no Setor Hoteleiro, o secretário diz que a alteração não prejudica a paisagem do local, visto que já existem edificações altas na região. Sobre o impacto nas vagas para veículos, Marcelo Vaz afirma que deve ser feito um estudo de sistema viário que ateste que o aumento dos prédios não causará prejuízos no trânsito.

“Os deputados se preocupavam com a usurpação de poderes da Câmara Legislativa. Isso não existe. Inclusive, todas as emendas de redação que foram feitas pra esclarecer que as competências continuam as mesmas, a lei orgânica continua sendo soberana, foram acatadas e vão passar a fazer parte do PPCUB” – Marcelo Vaz, em entrevista para a Globo.

Durante a sessão da CLDF, na tarde desta quarta (20), também foi retirada uma emenda que autorizava a concessão do autódromo Nelson Piquet para a iniciativa privada. O autódromo continua com o Banco Regional de Brasília (BRB).

 

Título de Patrimônio Cultural da Humanidade

A especialista Luiza Coelho, conselheira do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-DF), alerta para as mudanças propostas na matéria, que podem afetar o título da capital de Patrimônio Cultural da Humanidade. “Se aprovado da forma que está, sem debates, sem outras atividades, centralizando poder numa única pasta, sem comitê gestor, sem participação da sociedade civil organizado, a gente corre risco de perder o título de patrimônio mundial”, diz a conselheira.

Brasília foi reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade em 1987. Naquele ano, a Muralha da China também obteve o mesmo título. Desde então, a capital federal detém uma das maiores áreas tombadas do mundo (112,5 km²).

O secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz, declara que não há possibilidade de Brasília perder seu título. “O texto foi todo pensado com diretrizes de preservação, há uma parte específica que coloca tudo aquilo que tem que ser seguido pra que Brasília continue com o título, continue sendo esse maior sítio urbano tombado do mundo”, fala Marcelo Vaz.

Já os deputados da oposição apontaram a complexidade da matéria. “Esse projeto mexe com questões estruturais da cidade. Foram 170 emendas apresentadas. É impossível ler o relatório e todas as emendas em apenas um dia”, disse Fábio Félix (Psol).

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: G1 Globo