João Teodoro, presidente do Sistema Cofeci-Creci, explica sobre a importância do fator de redução de 60% sobre as operações do mercado imobiliário e destaca a atuação da Comissão de Relações Parlamentares do Cofeci para alterar o Projeto de Lei Complementar.
*Por João Teodoro da Silva
A data de quinta-feira, 10 de julho de 2024, merece registro destacado na história do Sistema Cofeci-Creci. Em 20 de maio, o Congresso Nacional promulgou a Emenda Constitucional nº 132, que instituiu a tão esperada reforma tributária no Brasil. Seu principal objetivo é a junção de cinco tributos (ICMS, ISS, IPI, PIS e COFINS) em uma única cobrança, que será dividida entre os níveis federal (CBS) e estadual (IBS). A reforma é debatida no Legislativo há quase 30 anos. Finalmente, foi aprovada! Mas sua regulamentação depende de lei complementar.
A principal tarefa da nova Emenda é simplificar a arrecadação dos tributos em todo o país. A burocracia e o custo operacional atuais sufocam o desenvolvimento empresarial. Porém essa simplificação passa pela instituição do IVA – Imposto sobre Valor Agregado, único, a ser cobrado em operações comerciais, como venda de produtos ou serviços. Esse tipo de tributo já funciona com sucesso em 172 países, segundo a OCDE, embora nos EUA a cobrança seja por estado. Em tese, portanto, trata-se de grande avanço contra a nossa burocracia.
A CBS – Contribuição sobre Bens e Serviços unifica os impostos federais: IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), o PIS (Programa de Integração Social) e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). O IBS – Imposto sobre Bens e Serviços aglutina os impostos estaduais e municipais: ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços e o ISS – Imposto sobre Serviços. O IVA é a soma da CBS e do IBS. Segundo cálculos do Ministério da Fazenda, para que seja o único e eficiente substituto de 5 tributos, deve ser de 26,5%.
Todavia o percentual do IVA (26,5%) não pode ser aplicado de forma horizontal para todos os produtos e serviços. Alguns deles têm de ter tarifa diferenciada, porque influenciam muito fortemente no custo de vida da população. Ex.: itens que compõem a cesta básica da alimentação, vestuário e habitação, que são essenciais à sobrevivência digna das pessoas. Objetivando equalizar essas diferenças, o governo aceita que sejam aplicados fatores de redução sobre o percentual básico do IVA, para determinados produtos ou serviços indispensáveis.
No mercado imobiliário, a carga tributária atual varia de 6,4% a 8,0%. Entretanto o governo admitiu um redutor inicial de apenas 20% do IVA, o que resultaria no percentual tributário de 21,2%. Com o Deputado Relator do Projeto de Lei Complementar, conseguimos ampliar o nosso redutor para 40%. Pagaremos então 15,9%, ainda muito elevado. Assim, pleiteamos um redutor de 60% para operações imobiliárias em geral e 80% para locações e correlatas. Neste caso, pagaríamos entre 5,3% e 10,6%. Porém concordamos com o redutor único de 60%.
Quase conseguimos! A votação foi de 233 x 229. Mobilizamos a Comissão de Relações Parlamentares do Cofeci (Pedro Nogueira/PI, coordenador, Aurélio Dallapícula/ES, Contreira/MT, Márcio Bins/RS, Aluísio Sampaio/PI, Glauco Soares/PB, além de Rômulo Soares/PB, Sylvio Lino/SP, Felipe Mello/PE e Wilson Martins/RJ). O movimento contou, ainda, com o apoio da ACE Assessoria Parlamentar, liderada por Daniel Maia, e de todos os presidentes, diretores e conselheiros de Crecis de todo o Brasil. Uma ação para ser guardada na memória!
*João Teodoro da Silva – Empresário no mercado da construção civil, graduado em Direito e Ciências Matemáticas. Foi presidente do Creci-PR por três mandatos consecutivos, do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Paraná de 1984 a 1986, diretor da Federação do Comércio do Paraná e é presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis desde 2000.
Ao entrelaçar elementos naturais no tecido urbano, Cidades biofílicas representam uma mudança fundamental na forma como conceituamos e vivemos em nossos ambientes
Imagine cidades onde a natureza não é apenas um pano de fundo, mas um aspecto central da vida urbana. Não se trata apenas de adicionar um parque aqui ou um telhado verde ali pois, na sua essência, cidades biofílicas reconhecem a necessidade humana essencial de se conectar com a natureza. Esta ligação não é meramente estética – é vital para a nossa saúde física e mental, promovendo comunidades mais fortes e resilientes e abrindo caminho para desenvolvimento urbano sustentável. É uma visão holística que integra a natureza em cada esquina, edifício e política. Esta não é uma nova moda; é um regresso ao reconhecimento da nossa necessidade inata de nos conectarmos com a natureza, mesmo no meio das nossas cidades mais movimentadas.
Em suma, as cidades biofílicas têm tudo a ver com viver com a natureza, e não apenas ao lado dela. Eles reconhecem que os humanos têm uma afinidade profunda com o mundo natural – um conceito conhecido como biofilia. E o objetivo é tornar essa conexão uma realidade diária, não apenas uma fuga de fim de semana.
“Biofilia não é apenas um termo sofisticado – é o nosso instinto humano inerente de interagir com a natureza. Estamos programados para encontrar árvores, água e outros elementos naturais não apenas agradáveis, mas essenciais para nosso bem-estar físico e mental” – Ugreen Brasil
Adotar o design biofílico nas cidades não apenas as torna mais bonitas – mas também as torna lugares melhores para se viver. Dentre os benefícios, estão melhora na saúde, ganhos ambientais e vantagens econômicas, que espaços verdes ajudam a gerir a água das chuvas, melhora a qualidade dor ar, apoia a biodiversidade, aumentam o valor das propriedades e inclusive atraem o turismo:
Redução do estresse: O simples fato de estar perto de plantas pode diminuir seus níveis de estresse. Sério, é ciência.
Melhor saúde mental: O contato regular com a natureza pode reduzir sintomas de ansiedade, depressão e até aumentar a função cognitiva.
Bem-estar físico: A natureza incentiva a atividade física (pense em caminhar num parque) e pode até melhorar a qualidade do ar.
O mundo já abriga cidades que abraçaram o espírito do design biofílico, cada uma com a sua abordagem única para integrar a natureza nos ambientes urbanos. A transição para cidades biofílicas exige mais do que apenas plantar árvores. Trata-se de repensar o desenho urbano e o planeamento para criar espaços que integrem naturalmente o ar livre na vida quotidiana. Segue abaixo alguns exemplos:
Criando Corredores Verdes
Corredores verdes conectam parques e espaços naturais em toda a cidade, permitindo que a vida selvagem se mova livremente e que os residentes desfrutem de vegetação contínua. Estes corredores são essenciais para a biodiversidade e oferecem às pessoas um descanso da agitação urbana.
Priorizando Espaços Verdes no Planejamento Urbano
A incorporação de espaços verdes no planejamento urbano não é apenas uma reflexão tardia; é uma prioridade. Isto significa projetar parques, hortas comunitárias e até telhados verdes desde o início dos projetos de desenvolvimento urbano.
Incentivar o envolvimento da comunidade
As cidades biofílicas mais bem-sucedidas envolvem ativamente as suas comunidades no processo de planeamento. As hortas comunitárias, por exemplo, não só proporcionam espaços verdes, mas também promovem um sentimento de propriedade e administração entre os residentes.
Desafios e Soluções
A transição para cidades biofílicas não é isenta de obstáculos. As áreas urbanas, especialmente aquelas com densidade populacional e espaços verdes limitados, enfrentam desafios significativos na integração da natureza no tecido urbano. No entanto, para cada desafio, existem soluções inovadoras que estão a ser concebidas em todo o mundo.
Desafio: As áreas urbanas de alta densidade muitas vezes carecem de espaço para espaços verdes tradicionais, como parques. Solução: As cidades estão a ser criativas com jardins verticais, telhados verdes e até mesmo a transformar infraestruturas abandonadas em espaços verdes. A Nakagin Capsule Tower, em Tóquio, e o High Line Park, em Nova York, são exemplos estelares de como as cidades podem florescer e redirecionar o antigo para uma nova vida verde.
Desafio: As iniciativas enfrentam frequentemente restrições financeiras e o desafio contínuo de manutenção.Solução: As parcerias entre governos, sectores privados e comunidades provaram ser eficazes. O financiamento coletivo, os títulos verdes e as iniciativas de horticultura comunitária podem proporcionar o investimento inicial e garantir a sustentabilidade através da propriedade comunitária.
Desafio: Os espaços verdes são frequentemente distribuídos de forma desigual, levando a “privilégios verdes”.Solução: Políticas que garantam o acesso equitativo aos espaços verdes são essenciais. Iniciativas como o plano de ação Green2015 da Filadélfia visam proporcionar a todos os residentes acesso a um parque a uma caminhada de 10 minutos.
Envolvimento Comunitário e Cultural
Para que as cidades biofílicas prosperem verdadeiramente, devem ter ressonância com as comunidades que as habitam. O envolvimento com as culturas e comunidades locais garante que o desenvolvimento de espaços verdes seja inclusivo e reflita as diversas necessidades e desejos dos seus residentes.
Entendimento: As práticas e sistemas de conhecimento indígenas oferecem informações valiosas sobre como viver em harmonia com a natureza. Ação: A integração do conhecimento indígena no planejamento urbano pode levar a projetos biofílicos mais resilientes e sustentáveis, como visto na incorporação das perspectivas das Primeiras Nações em projetos de desenvolvimento urbano por Vancouver.
Entendimento: Os espaços verdes não são apenas uma questão de biodiversidade; eles também tratam da comunidade. Ação: Hortas comunitárias, processos de design participativo e programação inclusiva de parques podem promover um forte sentimento de comunidade e pertencimento, fortalecendo o tecido social das áreas urbanas.
Entendimento: Os eventos culturais podem destacar e celebrar a relação entre as comunidades urbanas e os seus ambientes naturais. Ação: Festivais centrados na flora e na fauna locais, nas mudanças sazonais ou na educação ambiental podem reforçar a identidade biofílica de uma cidade e envolver os residentes nos espaços verdes da sua cidade.
Principais estratégias políticas para apoiar cidades biofílicas
Zoneamento para Espaços Verdes: Implementar leis de zoneamento que obriguem ou incentivem a inclusão de espaços verdes em novos empreendimentos.
Incentivos Fiscais: Oferecer isenções fiscais ou incentivos para incorporadores e proprietários de casas integrarem infraestrutura verde, como telhados verdes ou paredes vivas.
Parcerias Público-Privadas: Facilitar colaborações entre o setor público, entidades privadas e organizações sem fins lucrativos para financiar e gerenciar projetos biofílicos.
Mandatos de infraestrutura verde: Exigir a incorporação de infra-estruturas verdes em novos empreendimentos para gerir as águas pluviais, reduzir o calor e aumentar a biodiversidade.
Programas de Reflorestamento Urbano; Programas destinados a plantar árvores dentro dos limites da cidade para melhorar a qualidade do ar, proporcionar sombra e melhorar a estética urbana.
Iniciativas comunitárias de ecologização: Subsídios e apoio a projetos liderados pela comunidade para criar ou melhorar espaços verdes em áreas urbanas.
Principais métricas para avaliar cidades biofílicas
Espaço Verde per capita: A quantidade de espaços verdes acessíveis por residente da cidade.
Índices de Biodiversidade: Medidas da variedade e abundância de espécies em ambientes urbanos.
Indicadores de Saúde Pública: Métricas como taxas de atividade física, estatísticas de saúde mental e melhorias na qualidade do ar.
Acessibilidade de Espaços Verdes: Percentagem de residentes que vivem a uma distância de 5 minutos a pé de um espaço verde.
Melhoria da qualidade do ar: Redução de poluentes como PM2,5 e NO2.
Níveis de envolvimento da comunidade: Taxas de participação em iniciativas de jardinagem comunitária e voluntariado verde.
Fonte/por: Ugreen Brasil
Imagens: Ilustrativas/Divulgação
Revolucionando o processo criativo, a Inteligência Artificial chegou à indústria têxtil, na criação de estampas tridimensionais exclusivas com cores vivas e imagens realistas.
Volumetria, tridimensionalidade e realismo são as características que designam as estampas da nova coleção de tecidos desenvolvidas pela equipe criativa da Niazi Chohfi, que lança coleção de tecidos tricoline digital 3D 100% algodão com estampas desenvolvidas com IA. Utilizando algoritmos para criar designs únicos e inovadores, o maior diferencial dos tecidos comuns para os desta coleção está na impressão e no processo criativo, pois a estampa é desenhada, passada para o computador e, então, sua impressão é feita diretamente no tecido.
Os desenhos criados com exclusividades pela marca para esta coleção possuem estampas tridimensionais com cores vivas e imagens realistas. A impressão digital com IA garante imagens mais definidas, revelando detalhes extremamente minuciosos. Composta por uma variedade de estampas, a coleção permite customização de peças para decoração, artesanato, vestimentas e acessórios.
Quase centenária, a Niazi Chohfi foi fundada em 1930, na rua 25 de março, com foco na linha de tecidos, em que até hoje é líder de mercado em todo Brasil. A empresa possui um departamento especializado em tecidos desde os tradicionais aos mais modernos, além de uma variedade de produtos para artesanato e bordados.
Mostra promovida pela 4 Elementos acontece em Balneário Camboriú, em comemoração aos 20 anos da marca.
Um espaço onde cada memória é como um fio que tece uma rica e complexa trama que interliga histórias de vida, memórias e emoções. A Exposição Legado, que acontece de 15 a 31 de agosto, convida o público a conhecer, de perto, 20 peças icônicas que representam o melhor do design nacional e internacional.
Sob curadoria de Kelyne De Marco Campilongo, os visitantes poderão conferir mobiliários de 20 dos maiores designers mundiais, em comemoração as duas décadas de história da marca de design, 4 Elementos, referência em Santa Catarina.
Com instalações cenográficas e luminotécnica que evidenciam cada peça, a exposição traz desde grandes nomes nacionais, como Arthur Casas, Jayme Bernardo, Guilherme Wentz, Paulo Mendes da Rocha, Sergio Rodrigues, Domingos Tótora e Guto Índio da Costa à internacionais, entre eles: Patrícia Urquiola, Jean Gillon, Rick Tegelaar, Ronan e Erwan Bouroullec.
“A curadoria das peças se revela uma arte única e personalizada. Isso sempre esteve no DNA da 4 Elementos e agora, comemorando 20 anos, quisemos mostrar de forma sensorial e inspiradora, evidenciando o legado deixado por esses grandes nomes na história do design”, explica a empresária da 4 Elementos e curadora da exposição Legado, Kelyne De Marco Campilongo.
Segundo ela, a mostra foi cuidadosamente dividida em três atos. Cada um reflete um aspecto essencial do impacto duradouro do design assinado. Além das peças e atmosfera cenográfica, a exposição ainda traz projeções conceituais em torno das obras.
“Cada peça que escolhemos e cada ambiente que transformamos, reflete o nosso compromisso com o design autoral e em criar um legado que transcende o tempo. A exposição LEGADO é uma celebração da nossa história e uma homenagem aos ícones do design que, como nós, acreditam no poder transformador da arte e de criar memórias. Cada uma das 20 peças selecionadas para essa exposição carrega a essência do que significa perpetuar beleza e emoção”, conclui.
Desde 2004, em Balneário Camboriú (SC), sob o comando de Kelyne De Marco Campilongo, a 4 Elementos é referência em Santa Catarina pela curadoria do design em mobiliários e objetos assinados, evidenciando a constante valorização do design autoral brasileiro e internacional. Já o nome e conceito da marca, segundo Kelyne envolve junto ao design e aos sentidos humanos, a conexão com a matéria. “Conduzimos os nossos elementos numa simbiose de sensações representadas pela terra, de sentimentos que simbolizam a água, de pensamentos que exalam o ar, de intuições que são acaloradas pelo fogo, transcendendo nossa brasilidade nos ambientes criados, nas peças selecionadas”, explica.
Exposição Legado
Data: De 15 a 31 de agosto
Endereço: 3ª Avenida, 1929 | Centro Balneário Camboriú / SC
Evento gratuito / aberto ao público
Horários: Segunda a Sexta, das 9h às 19h e sábados, das 9h às 15h
4 Elementos www.4elementos.com.br
Organizações da Sociedade Civil podem apresentar propostas até 22/09 para firmar parceria com o CAU/SP
Até o dia 22 de setembro de 2024, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo – CAU/SP vai aceitar propostas para o Edital de Chamamento Público 005/2024 (CAU Educa). O Conselho quer selecionar Organizações da Sociedade Civil (OSC) e firmar parcerias. O foco destas parcerias será o desenvolvimento e a execução de estudos e práticas ambientais pedagógicas na Arquitetura e Urbanismo junto às comunidades escolares do Estado de São Paulo.
É a segunda vez que o CAU/SP lança uma iniciativa direcionada para as escolas públicas. Na edição anterior (2022), foram reservados R$ 300 mil para diversas ações multiplicadoras em Arquitetura e Urbanismo em escolas do ensino fundamental.
Edital CAU Educa: Ação nas escolas públicas paulistas
Com um investimento de R$ 525 mil, o edital CAU Educa tem como tema principal a valorização dos espaços públicos das cidades e do campo como parte da vida e da natureza. É preciso difundir a importância da Arquitetura e Urbanismo na produção da cidade e valorizar a função social do arquiteto urbanista para a sociedade.
Por estes motivos, o Conselho vai apoiar financeiramente propostas para as áreas abaixo:
LOTE 1 – Urbano e Ambiental
Valor total previsto: R$ 225.000,00 (duzentos e vinte e cinco mil reais);
Distribuição: 3 projetos no valor de R$ 75.000,00 (setenta e cinco mil reais) cada,
sendo uma cota para capital e 2 para o interior;
LOTE 2 – Patrimônio Ambiental e Cultural
Valor total previsto: R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais);
Distribuição: 2 projetos no valor de R$ 75.000,00 (setenta e cinco mil reais) cada,
sendo uma cota para capital e uma para o interior;
LOTE 3 – Mobilidade e Acessibilidade
Valor total previsto: R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais);
Distribuição: 2 projetos no valor de R$ 75.000,00 (setenta e cinco mil reais) cada,
sendo uma cota para capital e uma para o interior.
Quem pode participar deste edital?
Os editais são direcionados a organizações da sociedade civil sem fins lucrativos.
Como participar?
As inscrições para este edital podem ser feitas até o dia 22 de setembro de 2024 por meio
do link: https://causp.typeform.com/CAUeduca2024
Mais informações:
Edital CAU Educa: https://bit.ly/3yVHljl
Site do CAU/SP: www.causp.gov.br
Portal da Transparência: https://transparencia.causp.gov.br/chamadas-publicas
Contato: comunicacao@causp.gov.br
Sala de aula da Escola Plínio Golçalves, de São Sebastião. Crédito: Governo de SP/Reprodução.
Projeto arquitetônico do Hub da Construção da Bahia recebeu duplo reconhecimento na etapa regional Sergipe/Bahia, da Premiação do Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB 2023.
Unindo a sua expertise em inovar a um projeto que tem como propósito fomentar a tecnologia pautado nos princípios de ESG, a Trisoft, empresa 100% brasileira com mais de 60 anos de história e pioneira na produção de soluções acústicas no Brasil, atua como parceira na execução do Hub da Construção da Bahia. O projeto, assinado pelas arquitetas Flávia Porto e Giovanna Portella, já conquistou dois prêmios na etapa regional Sergipe/Bahia, da Premiação do Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB 2023.
Premiado com o 1° lugar na categoria “Interiores e Design”, o projeto também recebeu o “Prêmio Destaque Wellington Costa” e está concorrendo automaticamente à etapa nacional. A parceria entre as arquitetas, a Trisoft e a Audium se deram graças a uma iniciativa do Sindicato da Indústria da Construção do Estado da Bahia – Sinduscon-BA em construir o Hub da Construção.
Baseado na Neuroarquitetura, um dos grandes destaques do projeto do Hub da Construção – assinado pelas arquitetas Flávia Porto e Giovanna Portella – são os baflles acústicos da Trisoft. Com formas orgânicas, as folhas estão no teto para auxiliar no tratamento acústico do ambiente.
A ideia do espaço é integrar empresas da construção, parceiros, fornecedores, profissionais e estudantes das áreas relacionadas a construção civil em um espaço de conexão e desenvolvimento de soluções transformadoras que favoreçam a produtividade e o networking para a geração de negócios, além de trazer diversos benefícios para o ecossistema de inovação e para as grandes corporações.
Localizado na sede do Sinduscon-BA, o Hub da Construção é composto por três pavimentos. Com salas semiprivativas, o projeto também contemplou a construção de estações de trabalho compartilhadas e individuais, salas para pequenas reuniões, nicho destaque para exposições, espaço fechado para equipamentos de realidade virtual, área para lanches e snacks, e o Rooftop – ambiente para confraternizações, almoços, happy hours e apresentações.
“O projeto, feito com maestria pelas arquitetas Flávia e Giovanna, teve como base a neuroarquitetura. Elas nos apresentaram a proposta de criar espaços voltados para a essência da natureza, mais humanizados e estimulantes, incorporando elementos de design biofílico em cada detalhe da estrutura com materiais recicláveis. Receber esta dupla honra antes mesmo da conclusão da obra, nos mostra o quão transformador este espaço é” – Maurício Cohab, CEO da Trisoft.
O forro foi o grande ponto de partida do projeto. Simbolizando o surgimento do conhecimento que brota, cresce e se ramifica em todas as áreas de atuação, cria-se a possibilidade de trocas de conhecimento constantes.
Alinhado 100% a este objetivo de ser conectado com a natureza, a Trisoft leva ao projeto soluções acústicas inovadoras, com design totalmente único e personalizado, sem abrir mão da sustentabilidade em todo o processo de produção. Reconhecendo que um ambiente de trabalho saudável é fundamental para o sucesso e a satisfação dos colaboradores, foram incorporadas ao projeto elementos de design biofílico. Este conceito estabelece que a estrutura de um local não promove somente o bem-estar e a eficiência, mas também inspira a criatividade e a colaboração.
O projeto vencedor do prêmio é um verdadeiro convite para estar em um espaço onde a arquitetura está focada, de maneira sustentável, no bem-estar do ser-humano. “Este projeto transcende as fronteiras de tudo o que já conhecemos no mercado da construção e redefine totalmente a interação entre os ambientes e seus ocupantes. O forro, por exemplo, não significa apenas o inicio físico, mas simboliza também o nosso despertar para o conhecimento”, finaliza Mauricio.
Revestidos com painéis em Formakustica de 10 mm, os espaços para mini reuniões oferecerem a privacidade necessária sem perder a beleza e o dinamismo do conceito aberto.
Além de decorar o espaço, as peças também carregam a sustentabilidade em seu DNA ao serem produzidas com a fibra provinda da garrafa PET.
Com ampla gama de aplicações e características distintas e versáteis, o vidro canelado tem sido escolha popular entre arquitetos e designers de interiores.
O uso do vidro canelado viabiliza uma extensa possibilidade de aplicação do vidro em projetos arquitetônicos, garantindo a passagem de luz e, ao mesmo tempo, privacidade aos ambientes. Muito procurado por profissionais nas décadas passadas, hoje sua aplicação é retomada em projetos contemporâneos de maneiras variadas, podendo estabelecer limites necessários e ainda permitir fluidez de circulação e permeabilidade visual.
As texturas criadas pelo vidro canelado adicionam interesse visual a estrutura arquitetônica. As ondulações que o caracterizam são obtidas a partir do processo de estiragem do vidro liso, o que permite uma fragmentação da imagem que atravessa a superfície em faixas verticais ou horizontais, dependendo de sua orientação.
Neste projeto assinado pelo escritório Prototype, além de compor as divisórias do banheiro da suíte principal, o vidro canelado também foi escolhido para as portas dos armários da cozinha, tanto no lado voltado para a sala, como no voltado para a própria cozinha. Fotografia: Maíra Acayaba.
Exatamente nesta distorção que reside muito de seu valor, tornando-o versátil à vários usos: como divisória, de forma isolada ou em composição com outros materiais, como porta de armários e móveis, como elemento decorativo ou estrutural, e como difusor de luz, assegurando redução de brilho e ofuscamento. Além de um clássico divisor de ambientes, pode ser aplicado em paredes, fachadas ou claraboias e oferecer também algum grau de isolamento térmico e acústico, dependendo da sua espessura e do tipo de instalação.
Com o objetivo de evitar a perda da iluminação natural que chega à cozinha a partir da área de serviço, foi instalada uma porta de correr em alumínio preto e vidros canelados na passagem entre os dois ambientes neste projeto do escritório Renato Mendonça Arquitetura. A percepção de um ambiente leve e iluminado é realçada a partir da escolha de revestimentos e elementos claros no ambiente da cozinha. Fotografia: Rafael Renzo.
O projeto, proposto pela Numa Arquitetos como um espaço transformável a partir da manipulação das divisórias articuladas, permite ora a fluidez da circulação, como uma grande praça que expande o campo do aprendizado, ora os limites físicos para salas independentes, mantendo a interface entre interior e exterior a partir do uso do vidro canelado. Fotografia: Divulgação.
Na função decorativa, se tornam luminárias e pendentes, mesas e tampos para móveis, dentre outros. Aquém da estética deste vidro, que está entre seus principais benefícios já que se adapta facilmente a diversos estilos de decoração, o vidro canelado não costuma reter sujeira e nem marcar os dedos com o toque no dia a dia.
O projeto do escritório Kiko Salomão para a área presidencial do Bic Banco foi concebido a partir de uma ampla pesquisa de materiais, que resultou na escolha de quatro elementos principais: Limestone; elementos vazados; uma malha metálica com pintura especial e divisórias compostas por um sanduíche de vidro canelado e liso, emolduradas por pórticos de mármores. Fotografia: Fran Parente.
A sala de reunião deste escritório foi projetada por FS Arquitetura de forma integrada ao ambiente de trabalho a partir de divisórias que ficam abertas durante o dia e podem ser fechadas para receber clientes ou fornecedores. O vidro canelado foi disposto na parte central da divisória para garantir maior privacidade para as reuniões, enquanto o vidro liso na base e no topo permite uma maior visibilidade dos ambientes. Fotografia: Eduardo Macarios.
Exposição que mescla artes visuais, design e arquitetura, ocupa pela primeira vez duas casas brutalistas da década de 1970, a partir de 11 de agosto.
A partir de agosto, a ABERTO retorna a São Paulo em sua terceira edição, maior e mais ambiciosa do que as edições anteriores. Após sua edição inaugural na única residência particular remanescente do lendário arquiteto Oscar Niemeyer em São Paulo, e uma segunda edição em uma casa projetada por Villanova Artigas, figura seminal da Escola Paulista de Arquitetura, a excepcional mostra de arte e design deste ano ocupará, pela primeira vez, dois espaços distintos – e será uma ode ao legado artístico e arquitetônico de duas extraordinárias mulheres asiático-brasileiras e suas notáveis casas brutalistas da década de 1970.
Mais que residências, são espaços onde se perpetuam a criatividade, o espírito e a memória dessas duas mulheres para as gerações futuras: uma delas, projetada pelo arquiteto brasileiro Ruy Ohtake para sua mãe, Tomie Ohtake, conceituada artista de origem japonesa, nascida em Kyoto; e a outra, projeto de residência familiar de Chu Ming Silveira, nascida em Xangai, China. Esta última, arquiteta e designer visionária, criadora de um dos grandes símbolos do mobiliário urbano brasileiro, o orelhão.
As casas servirão de pano de fundo para exibições de arte e design, cuidadosamente selecionadas pelo trio de curadores Filipe Assis, Kiki Mazzucchelli e Claudia Moreira Salles em resposta ao ambiente arquitetônico; elementos como concreto aparente e linhas orgânicas serão perfeitamente integrados para aprimorar a experiência artística geral. “Estamos empolgados em revelar as histórias notáveis dessas mulheres extraordinárias e seu profundo impacto na arte, arquitetura e design brasileiros. A mostra não apenas celebra suas contribuições artísticas e arquitetônicas, mas também suas perspectivas imigrantes que moldaram o movimento modernista brasileiro “, explica Filipe Assis, empreendedor de arte e fundador da ABERTO em 2022. Plataforma de exposição pioneira, a ABERTO celebra e promove o encontro da arquitetura, arte e design em espaços públicos e privados nunca vistos, e reúne as principais instituições culturais, coleções, fundações e galerias, para criar um panorama atraente de obras dos nomes mais proeminentes do Brasil e do mundo.
“Essas casas oferecem uma intimidade inesperada, inspirada em designs orientais com tetos baixos que aumentam o envolvimento com a arte, promovendo a contemplação e a interação. Nossa curadoria usa cuidadosamente elementos arquitetônicos – aberturas, ângulos e luz natural – para colocar obras de arte, transformando cada casa em uma tela que combina forma e função para uma experiência imersiva além dos padrões típicos de exposição” – Claudia Moreira Salles.
A curadoria de arte colocará em primeiro plano um conjunto cativante de arte moderna e contemporânea brasileira e internacional por meio de colaborações com galerias renomadas, como Fortes D’Aloia & Gabriel, Mendes Wood DM, Luisa Strina e Nara Roesler, além das galerias globais Lisson e Pace. Enquanto a curadoria de design, de Claudia Moreira Salles, se concentrará em novas peças de mobiliário projetadas pelas famílias Ohtake e Chu especialmente editadas para o evento pela Galeria ETEL, sob a direção de Lissa Carmona.
AS CASAS
Residência de Chu Ming Silveira (início dos anos 1970)
Localizada no bairro do Real Parque, em São Paulo, a residência projetada por Chu Ming Silveira no início da década de 1970 destaca-se por sua estrutura arrojada de concreto e vidro. Chu Ming deixou uma marca indelével na arquitetura residencial, especialmente com essa casa. Distinta do estilo arquitetônico convencional, a casa foi projetada para melhorar a convivência e priorizar a funcionalidade, destinada a ser experimentada, não apenas observada.
A casa receberá uma seleção de Masters e arte pré anos 2000 com trabalhos de Wanda Pimentel, Abraham Palatinik, de quem estará exposto um dos raros remanescentes dos emblemáticos cinecromáticos, as primeiras obras cinéticas produzidas no Brasil, Anna Maria Maiolino, homenageada com o Leão de Ouro pela Carreira na 60a Bienal de Veneza, Kishio Suga, Lucio Fontana, Maria Martins, e Sheila Hicks: além de obras históricas de artistas cedidas pela galeria internacional Lisson, entre elas uma sala especial da artista Carmen Herrera, e fotos da série Opticks, do fotógrafo Hiroshi Sugimoto, e uma obra do renomado artista Anish Kapoor.
Por ocasião da ABERTO3, na mesma casa em que foi criado, seu filho mais novo, Alan Chu, celebrará o legado de inovação e criatividade de sua mãe, apresentando mobiliário de seu próprio design, editado pela Galeria ETEL, juntamente com reinterpretações do trabalho original de Chu para a residência.
Laura Vinci, 1962. Todas as Gotas, 2024 – Latão repuxado cromado, 10 peças. Imagem: Cortesia ABERTO.
A Casa Ateliê de Tomie Ohtake (1968)
Localizada no bairro do Campo Belo, em São Paulo, a casa-ateliê de 750 m2 onde Tomie Ohtake viveu e trabalhou é um dos primeiros grandes projetos de seu filho, o arquiteto Ruy Ohtake. Um ícone da arquitetura brutalista de São Paulo, a casa incorpora cores vibrantes em seu design, um tributo ao rico legado artístico de Tomie.
Em homenagem a Tomie, Paulo Miyada, curador do Instituto Tomie Ohtake, apresentará uma exposição sobre a vida e a obra da artista, que incluirá itens pessoais, materiais de arquivo e obras de arte.
A ABERTO3 convidou também alguns artistas brasileiros contemporâneos para criarem obras que remetam ao estilo arquitetônico de Ruy Ohtake, ao ambiente, e às histórias da família que ali viveu. Entre eles: Fabio Miguez, que produzirá uma grande pintura que dialoga diretamente com o espaço da casa; Daniel Senise, que produzirá uma pintura cujo tema é a casa, Fernanda Galvão e Laura Vinci desenvolverão site-specifics; Arthur Lescher apresentará uma escultura que leva, em homenagem, o nome de Tomie; Sandra Cinto apresentará duas pinturas que além de dialogarem diretamente com o espaço, trazem referências de pinturas japonesas; Maria Klabin criará retratos de Tomie e Chu Ming; Luiz Roque, que está gravando um filme sobre a arquitetura de Ruy Ohtake; além de Marcius Galan, Luísa Matsushita e Allan Weber, que estão produzindo obras especialmente para a casa-ateliê.
Entre outras quase duas dezenas de artistas contemporâneos brasileiros que apresentarão seus trabalhos na casa-ateliê Tomie Ohtake, destacam-se Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Solange Pessoa, Luiz Zerbini, Laura Lima e Barrão.
O público encontrará ali também obras de Torkwase Dyson, artista representada pela Pace, que participou da 35ª Bienal de São Paulo com uma mega instalação. Examinando a geografia humana e a história das estratégias de libertação espacial negra, as obras abstratas de Dyson lidam com as maneiras pelas quais o espaço é percebido, imaginado e negociado, especialmente pelos corpos negros e pardos. O espaço reunirá ainda trabalhos de Arlene Shechet – artista atualmente em cartaz no museu a céu aberto Storm King, a 50 milhas de Nova York, que produzirá esculturas especialmente para a ABERTO3.
Rodrigo Ohtake, neto de Tomie, também apresentará uma edição especial limitada de peças de design editadas pela Galeria ETEL. Essa coleção contará com duas peças de Ruy Ohtake e duas criações originais do próprio Rodrigo.
Na parede – Torkwase Dyson – Liveness and Distance, 2022. Acrílica e madeira sobre canvas. Esculturas – Mario García Torres – The moment a piece cardboard became a work of art, n.d, Sem título [untitled], n. d, Figura Reclinada, n. d e Eccentric Polygons, n. d. Bronze patinado. Imagem: Cortesia ABERTO.
Serviço ABERTO3
11 de agosto a 15 de setembro
Ingressos: https://aberto03.byinti.com/#/ticket/
De quarta a sexta 60,00 (inteira) 30,00 (meia entrada)
De sábado e domingo 80,00 (inteira) 40,00 (meia entrada)
Duas casas no mesmo dia: 20% desconto
Residência de Chu Ming Silveira
Endereço: Rua República Dominicana, 327 – Real Parque, São Paulo
Horário de visitação: quarta-feira a domingo, das 10h às 18h – última entrada 17h
A Casa Ateliê de Tomie Ohtake Endereço: Rua Antonio de Macedo Soares, 1,800 – Campo Belo, São Paulo
Horário de visitação: quarta-feira a domingo, das 10h às 18h – última entrada 17h
Patrocínio Master: Itaú e Goya
Patrocínio: HStern e ONET
Apoio: Docol, ETEL, Granado, Idea!Zarvos, LAPIMA, Mitsubishi Motors.
Agradecimentos: Cau Chocolates, Le Creuset, ON Running.
Apoio de Mídia: JCDecaux
Apoio Institucional: Instituto Tomie Ohtake
Unindo a leveza da transparência com a força da durabilidade, o vidro retoma protagonismo no cenário arquitetônico repleto de charme e tecnologias.
Pontuado como um dos grandes curingas da nova arquitetura e presente em casas icônicas como a Glass House de Philip Johnson e a Casa de Vidro de Lina Bo Bardi, referências para projetos até hoje, o vidro é um ótimo representante da modernidade. A amplitude e a atemporalidade do material são algumas características que enfatizam seu uso na construção civil e na arquitetura, podendo ser aplicado em ambientes internos e externos, ora unindo visualmente os espaços, ora garantindo certa privacidade desejada.
Se olharmos ao nosso redor, é fácil constatarmos que o produto vem transformando o horizonte das cidades brasileiras e se tornando um componente essencial para os projetos arquitetônicos, especialmente, quando o objetivo é agregar elegância, desempenho térmico, segurança e conforto. Além disso, a transparência corrobora para a iluminação natural e a valorização do décor, que ganha muito mais sensorialidade.
Não podemos deixar de destacar que tamanha variedade de aplicação é fruto da rápida evolução no setor vidreiro, que vem desenvolvendo tecnologias para transformar o vidro comum em um material ainda mais resistente e com características específicas que garantem maior conforto térmico e controle da luminosidade, o que se traduz em temperaturas agradáveis, integração com o ambiente externo e maior sensação de amplitude dos espaços, auxiliando ainda na redução do consumo de energia elétrica e no combate ao desgaste e desbotamento de móveis e estofados.
O ClimaGuard SunLight é um vidro uniforme, de alta durabilidade que por um processo de fabricação exclusivo Guardian oferece uma combinação de benefícios como transparência, proteção contra os raios UV e calor solar. Além do conforto térmico, o vidro contribui para reduzir o consumo de energia elétrica e criar um ambiente agradável. Fotografia: Divulgação Guardian.
Em termos de performance, a Guardian Glass está na vanguarda do desenvolvimento de produtos inovadores. “Contamos com o apoio do nosso centro de tecnologia e ciência, o Guardian Glass Science & Technology Center, que atua continuamente para criar produtos e soluções usando a tecnologia mais avançada. Um exemplo é o ClimaGuard SunLight, um vidro que associa a estética neutra do vidro comum ao desempenho energético e bloqueia duas vezes mais calor do que um vidro comum, com baixo índice de reflexão”, comenta Arthur Lacerda Souza, gerente de Inteligência de Mercado da Guardian Glass.
Recentemente, a marca junta-se à Garantia Solar, empresa especializada em sistemas de integração de energia solar na arquitetura, para oferecer a primeira solução nacional de Integração Fotovoltaica em Edificações (BIPV, sigla para Building Integrated PhotoVoltaics), sistema que integra os elementos de geração de energia solar ao próprio design arquitetônico, em vez de adicionar módulos solares convencionais a um edifício apenas após a sua conclusão. Assim, diferentes partes da envoltória do edifício passam a gerar energia, como fachadas, coberturas, clarabóias e brises. Segundo Fábio Reis, gerente de Desenvolvimento de Produtos da Guardian Glass, “o sistema BIPV ganha cada vez mais relevância à medida que a conscientização da eficiência energética aumenta. Ele oferece uma abordagem inovadora para a geração de energia solar, combinando funcionalidade com design arquitetônico”, pontua.
Para a arquiteta Clarissa Zomer, diretora de Projetos Arquitetônicos da BIPV Garantia Solar, não faz mais sentido projetar novas edificaçõres ou reformar fachadas sem considerar a integração da energia solar. “Com as possibilidades que a tecnologia fotovoltaica oferece, o arquiteto poderá manter a estética da obra, agregando benefícios de eficiência e altodesempenho energético, além de usufruir da substituição de materiais passivos por materiais ativos”, explica.
O sistema BIPV integra os elementos de geração de energia solar ao próprio design arquitetônico, em vez de adicionar módulos solares convencionais a um edifício apenas após a sua conclusão. Fotografia: Divulgação Garantia Solar.
A solução pretende dar resposta a uma demanda adormecida na arquitetura, disponibilizando soluções BIPV que os clientes valorizam mais do que as alternativas. “Percebemos a necessidade e a carência de realmente ter uma empresa que pudesse ir do projeto à instalação final de um sistema BIPV e disponibilizamos agora um produto nobre para o mercado nacional, acessível, rentável e com retorno do investimento num curto espaço de tempo”, explica Eduardo Lopes, diretor de ESG da Garantia Solar.
Já no design de interiores, o vidro oferece divisórias para ambientes e várias outras funcionalidades. Delimitar espaços sem criar barreiras visuais como as paredes é uma potência que vem sendo explorada nos projetos residenciais. Cada vez mais, grandes acessos em vidro são muito bem-vindos, especialmente em quartos e salas com vista ou acesso para jardins e espaços externos. “As esquadrias minimalistas permitem superfícies ainda maiores de vidro, com um mínimo ruído visual”, comenta a arquiteta Patricia Penna. Segundo ela, as instalações precisam, impreterivelmente, ser realizadas por mão de obra especializada e acompanhando as orientações especificadas pelo fabricante. A delimitação de cômodos pelos vidros é outra perspectiva que também merece ser apreciada; “Com isso conquistamos uma integração convidativa, apesar da divisória”, explica Patrícia.
Com a integração entre o interno e externo, o living e a cozinha gourmet invadem o pátio da piscina e o jardim, sendo este último o grande pano de fundo deste projeto assinado por Patrícia Penna. A tecnologia se faz presente no projeto, que conta com filtro UV nos vidros, protegendo assim os ambientes internos do contato direto com a luz do sol. Fotografia: Leandro Moraes.
Atendendo a demanda cada vez mais exigentes dos profissionais do setor, a Blindex® se destaca no quesito segurança. “Um grande destaque quando falamos em tecnologia e segurança é o Blindex® + Segurança que tem a película de segurança, item essencial para evitar acidentes. Caso ocorra algo e o vidro quebre, a película retém os cacos no mesmo lugar, evitando que o usuário se machuque e reduzindo completamente o risco de ferimentos mais graves. O principal diferencial é que o vidro sai de fábrica com a película protetora, ou seja, o vidro sai do processo de têmpera e já recebe a película”, esclarece Glória Cardoso, gerente Geral da Blindex® e da Pilkington.
Ela explica que a película sai instalada de fábrica, após passar por um processo automatizado e o vidro temperado que já é cinco vezes mais resistente do que o comum fica ainda mais seguro. “A diversidade do nosso portfólio de produtos e a versatilidade do vidro viabilizam grandes projetos arquitetônicos e possibilitam que a criatividade e o conhecimento dos arquitetos sejam transformados em realidade”, finaliza Glória.
O Box Chromus, além de ser composto pelo vidro original Blindex ® , possui um kit com acabamento diferenciado, roldanas aparentes e um perfil superior que as protegem e aumenta a segurança do sistema. O modelo conta com regulagem para ajustes de altura e prumo, variedade nas opções de tamanho dos vãos, 4 sistemas de trava de segurança que evita a quebra do vidro e pode ser instalado na versão de 2, 3 ou 4 folhas, frontal ou de canto. Disponível em diversas cores no acabamento. Na imagem, projeto da arquiteta Débora Toledo. Fotografia: Divulgação Blindex.