CERTIFICAÇÕES ambientais na Construção Civil

Imagens Recorte MIDIAS Easy Resize com

Saiba um pouco mais sobre os principais sistemas usados no Brasil para avaliar edificações e gerar certificação Green Building.

 

A construção civil é um grande gerador de resíduos e emissor de gases de efeito estufa. Com o objetivo de incentivar mudanças no setor da construção civil para adequação às agendas de sustentabilidade, vários países desenvolveram sistemas de certificação ambiental para edificações. Também conhecidas como como selos verdes, as ferramentas são voltadas principalmente para questões relativas a impactos ao meio ambiente e consumo de recursos naturais.

De acordo com o Relatório Global de Status da ONU para edifícios e construção, a construção e as operações de construção representaram a maior parcela do uso final global de energia e das emissões de CO2 relacionadas à energia. Além disso, a indústria da construção contribui com uma quantidade significativa de resíduos. Embora os programas de reciclagem ajudem a reduzir o desperdício que acaba nos aterros, os resíduos de construção e demolição ainda são significativos.

 

loreal
Projetada pelo escritório Perkins and Will, Centro de Pesquisa e Inovação da L’Oréal Brasil é o único do Rio de Janeiro a obter a certificação LEED Platinum O+M, para edifícios existentes – Operação e Manutenção.

 

Um dos principais benefícios alcançados ao construir edifícios verdes é a economia significativa em consumo de energia, aquecimento e refrigeração durante a vida útil do edifício. A Certificação Green Building pode ainda valorizar o valor do edifício sustentável, pois apresentam reduções significativas: despesas com resíduos; despesas de energia; despesas de água; despesas de financiamento; custos de manutenção e reparo; custo de seguro; custo de financiamento; taxa de ocupação; rent premium e valor da propriedade.

O maior desafio ao adotar estratégias de design sustentável tende a ser o custo associado à seleção de materiais e sistemas de construção que atendem aos critérios do sistema de classificação. Para compensar isso, cidades de diversos países desenvolveram códigos ou outra legislação que exigem estratégias ecológicas, com critérios de desempenho energético, podendo ou não exigir o uso de determinado sistema de classificação.

No Brasil, os sistemas mais usados para avaliar as edificações são o LEED, o Processo AQUA e os Selos Casa Azul e Procel Edificações, confira a seguir:

 

 

LEED ®

significa Liderança em Energia e Design Ambiental e é um dos principais sistemas de classificação de sustentabilidade. Embora a maioria dos projetos com certificação LEED esteja nos Estados Unidos, o programa também é bem conhecido internacionalmente. O sistema de classificação LEED começou em 1998 como um programa piloto e cresceu para certificar dezenas de milhares de projetos. No Brasil, a certificação doi lançada em 2007.

Os projetos que buscam a certificação LEED são analisados por oito dimensões. Todas possuem pré-requisitos (práticas obrigatórias) e créditos (recomendações) que a medida que atendidos, garantem pontos à edificação. O nível da certificação é definido, conforme a quantidade de pontos adquiridos, podendo variar de 40 pontos a 110 pontos. Os níveis são: Certificado, Silver, Gold e Platinum.

 

Processo Aqua

Alta Qualidade Ambiental é definida como sendo um processo de gestão de projeto visando obter a qualidade ambiental de um empreendimento novo ou envolvendo uma reabilitação.O Processo AQUA avalia o desempenho ambiental de uma construção por sua natureza arquitetônica e técnica, bem como pela gestão. Estrutura-se em dois instrumentos principais: o Sistema de Gestão do Empreendimento (SGE) e o referencial de Qualidade Ambiental do Edifício (QAE). Na visão deste selo, a gestão da edificação, permite definir as vertentes de projeto que irão atingir e manter os níveis de qualidade ambiental.

Na metodologia do AQUA verifica-se catorze categorias, ou conjuntos de preocupações, que são agrupadas em quatro famílias.As fases analisadas são a do programa de necessidades, a de projeto e a de construção. Os níveis que uma edificação pode obter pelo Processo AQUA são relacionados à Qualidade Ambiental do Edifício. O desempenho associado pode ser Bom, Superior ou Excelente. São emitidos 6 tipos de certificação: Edifícios Habitacionais; Escritórios e Edifícios Escolares; Renovação; Hospedagem, Lazer, Bem Estar, Eventos e Cultura; Bairros e Loteamentos.

 

Selo Casa Azul

Classificação socioambiental destinado a propostas de empreendimentos habitacionais que adotem soluções eficientes na concepção, execução, uso, ocupação e manutenção das edificações. São elegíveis projetos novos em fase de análise ou já analisados e contratados, desde que a obra ainda não tenha sido iniciada. Caso o projeto atenda aos critérios exigidos, o proponente recebe o certificado de concessão do Selo Casa Azul + CAIXA no nível alcançado no ato da contratação e a Caixa verificará durante o acompanhamento da obra se o empreendimento será executado conforme o projeto certificado.

O Selo Casa Azul foi o primeiro sistema de certificação criado para a realidade da construção habitacional brasileira. Foi desenvolvido em 2008 por uma equipe multidisciplinar em parceria com a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Universidade Federal de Santa Catarina e Universidade Estadual de Campinas.

 

Selo Procel Edificações

Tem por objetivo principal identificar as edificações que apresentem as melhores classificações de eficiência energética em uma dada categoria, motivando o mercado consumidor a adquirir e utilizar imóveis mais eficientes. Este é um setor de extrema importância no mercado de energia elétrica, representando cerca de 50% do consumo de eletricidade do país.

Nos edifícios comerciais, de serviços e públicos são avaliados três sistemas: envoltória, iluminação e condicionamento de ar. Nas Unidades Habitacionais são avaliados: a envoltória e o sistema de aquecimento de água. O Selo Procel Edificações é outorgado tanto na etapa de projeto, válido até a finalização da obra, quanto na etapa da edificação construída.

 

 

 

 

 

 

Fonte: ARQ+ Smart Construction
Imagens
Capa: Projeto de Manoel Coelho Arquitetura e Design – Colégio Positivo Internacional, Primeiro edifício de ensino no Brasil a receber a certificação ambiental LEED. Fotografia de Nelson Kon.
Matéria: Divulgação.

 

Ferramentas AUXILIARES

Imagens Recorte MIDIAS Easy Resize com

Conheça diferentes softwares que permitem gerar informações sobre uso de energia e desempenho térmico durante as fases de projeto.

 

Eficiência energética é foco de grandes debates no mundo corporativo. Sua importância vai muito além da busca por redução de custos e aumento na produtividade. Sustentabilidade e impacto mínimo ambiental são fatores que direcionam a produção atual de projetos e estratégias de negócios. As ferramentas a seguir permitem que os arquitetos avaliem como determinadas mudanças no projeto afetarão o desempenho energético e o conforto térmico do  empreendimento/obra.

 

Ferramentas de modelagem de fluxo energético

 

1. EnergyPlus

O EnergyPlus é um programa completo de simulação de energia em edifícios que permite aos usuários modelar o consumo de energia e o uso da água. É um programa simples de entrada e saída de dados, mas há várias interfaces gráficas de usuário que facilitam o uso. O projeto é financiado pelo Departamento de Energia dos EUA.
https://energyplus.net/

 

2. eQuest

O eQuest é uma das ferramentas de simulação de energia mais populares usadas nas fases iniciais de projeto. O nome é uma abreviação de QUick Energy Simulation Tool, e é apenas isso – uma forma muito rápida para executar simulações de energia. O software foi desenvolvido por James J. Hirsch & Associates, com financiamento do Departamento de Energia dos EUA.
http://doe2.com/equest/

 

3. Green Building Studio da Autodesk

Neste artigo você encontrará uma lista com diferentes softwares que permitem gerar informações sobre uso de energia ou desempenho térmico durante as fases de projeto.
https://gbs.autodesk.com/GBS/

 

4. OpenStudio

O Open Studio é uma coleção de ferramentas de software de código aberto para suportar a modelagem de energia de todo o edifício usando o EnergyPlus e a análise avançada da luz do dia usando o Radiance. O projeto foi desenvolvido pelo Laboratório Nacional de Energia Renovável, que faz parte do Departamento de Energia dos EUA.
https://www.openstudio.net/

 

5. EcoDesigner STAR

Uma extensão ARCHICAD que disponibiliza um fluxo de trabalho completo do BIM (Building Information Model) para BEM (Building Energy Model). Permite aos arquitetos utilizar os benefícios de simulação de desempenho energético dos edifícios de alto nível e de “reporting” sem abandonar o ARCHICAD.
https://graphisoft.com/es/downloads/ecodesigner

 

 

Ferramentas de medição de conforto térmico

 

1. CBE Thermal Comfort Toll for ASHRAE 55

O Berkeley Center for the Built Environment fornece essa ferramenta web para verificar a conformidade com o ASHRAE 55, o padrão para determinar o conforto humano.
http://comfort.cbe.berkeley.edu/

 

2. Payette Glazing and Winter Comfort Tool

Uma ferramenta web gratuita que permite avaliar como diferentes layouts de paredes externas afetarão o conforto dos usuários durante os meses de inverno.
https://www.payette.com/glazing-and-winter-comfort-tool/

 

 

 

 

 

 

Fonte: ARQ+ Smart Construction
Imagem: Divulgação

 

 

 

 

 

 

 

PRÊMIO DE DESIGN INSTITUTO TOMIE OHTAKE LEROY MERLIN

Imagens Recorte MIDIAS

Prêmio procura ressaltar propostas de design em diálogo com diferentes especialidades.

 

O 3° Prêmio de Design Instituto Tomie Ohtake Leroy Merlin abdica de categorias, visando a relação do design com vários territórios, como arquitetura, biologia, engenharia e ciências sociais. Voltado a estudantes universitários de todas as áreas, propõe um tema desafiador para instigar soluções inovadoras que possam responder a questões contemporâneas, discutindo nosso cenário social, político, urbano, habitacional, demandas tecnológicas e novos equipamentos, publicações e mídias digitais.

Durante muito tempo, o projeto em design veio atrelado à noção de propor novas coisas – construímos, produzimos, tornamos real o que não existia antes. Entretanto, a cada dia que passa, associar a ideia de projeto a um gesto criador que parte do nada (como uma folha em branco) vem se tornando cada vez mais complicado.

 

“Rever a nossa trajetória enquanto espécie humana implica rever a forma como pensamos a própria ideia de criação. Se, durante muito tempo, o projeto em design veio associado a algo que partia do zero, o século XXI parece ser a nossa oportunidade de impregnar o projeto com o verbo rever. Rever captura o que o design pode, de fato, oferecer, liberando-nos do imperativo de colocar algo novo no mundo para, ao invés, incrementar, alterar, ou ainda partir do que já existe.” – Instituto Tomie Ohtake

 

Um desafio em particular se impõe para a terceira edição do Prêmio: trata-se de discutir e pensar o design em um momento de fuga e reinvenção do que entendemos por normalidade. Por mais que seja impossível determinar o quanto a sociedade mudará, é preciso resistir à tentação de pensar soluções unicamente para o presente imediato, mas abarcar questões mais amplas: Rever pode ser uma oportunidade de olhar para o nosso contexto social e ambiental, analisar criticamente e pensar: como o projeto pode colaborar a partir do que já está posto?

As inscrições estão prorrogadas até o dia 21 de setembro de 2020, exclusivamente pelo site. Os projetos selecionados, que receberão R$ 5.000,00 para execução do protótipo, ganham exposição no Instituto Tomie Ohtake.
Na data da abertura, serão anunciados os três projetos premiados com bolsas de estudo em cursos de design no exterior.

 

Inscreva-se pelo site: http://premiodesign.institutotomieohtake.org.br/

 

 

 

Banco Folha – Bertha Home

banco folha

O banco Folha, da Bertha Home, é um móvel montado, 100% encaixe!

Nos últimos meses os móveis ao nosso redor ganharam novas funções. É crescente um design que conceba um produto flexível, versátil, que monte e desmonte, caiba em qualquer canto e permita diversos usos.

Para ambientes internos, o banco Folha é ideal para espaços pequenos, podendo ser desmontado e empilhado caso necessário. Feito em chapa de madeira produzida com fibras de Pinus, revestida nas duas faces com fórmica, está disponível nas cores Azul Jeans, Cerâmica, Frapê, Rosa Milkshake, Verde Ágata e Tropical.

O banco pode ser  montado apenas com as mãos e não há necessidade do uso de cola ou pregos para reforço do móvel.
Dimensões: 43 x 37 x 37 cm.

 

banco folha

 

banco folha

 

banco folha

 

 

Por Redação
Imagens: Divulgação

Connected Smart Cities & Mobility Digital Xperience 2020

iota smart city components

Investimentos, gestão pública, tecnologia, inovação e ativismo social estão na pauta do Connected Smart Cities & Mobility Digital Xperience 2020, evento online que acontece nos dias 8, 9 e 10 de setembro e reúne mais de 3 mil participantes simultaneamente, realizado por meio de plataforma dedicada: Connected Smart Cities.

Nesta terça (08 de setembro), das 15h às 19h30, acontece ao vivo a Cerimônia de Abertura, que contempla a divulgação do Ranking Connected Smart Cities 2020, estudo elaborado pela Urban Systems, em parceria com a Necta, e que mapeia todos os 673 municípios com mais de 50 mil habitantes, com o objetivo de definir as cidades com maior potencial de desenvolvimento do Brasil.

CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities e Mobility, Paula Faria, destaca que esta 6ª edição do evento nacional traz, no contexto mundial, os cases mais importantes de cidades inteligentes e reúne os principais atores do setor público e privado do mercado de cidades e mobilidade:

 

“Teremos 3 mil participantes, com destaque para o Fórum, que contempla mais de 300 palestrantes nacionais e internacionais, com 70 sessões distribuídas em 12 palcos virtuais simultâneos, somando 140 horas de conteúdo. Vamos debater com profundidade o futuro das cidades brasileiras, incluindo o contexto da Covid-19. É importante enfatizar que o momento em que estamos exigiu um novo formato para o evento e, nos últimos seis meses, trabalhamos e desenvolvemos uma plataforma exclusiva e dedicada ao evento, pois entendemos que, mais do que nunca, a pauta smart cities tem função fundamental para o setor público e privado. Nesse sentido, nos 3 dias da iniciativa, teremos conexão em tempo real com gestores de todos os estados do país”

 

Confira a seguir a programação com foco nos encontros que tratam mais especificamente de aspectos da mobilidade urbana sustentável!

 

csc banner página interna v

 

8/Set – 15h00 às 15h05 | Boas-vindas Connected Smart Cities & Connected Smart Mobility
Com: Paula Faria, Idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility e CEO Necta; Thomaz Assumpção, CEO da Urban Systems – Realizadores do Connected Smart Cities.

15h05 às 15h15 | Plano do Governo Federal para Cidades Inteligentes – Câmara para Cidades 4.0
15h15 às 15h25 | Plano do Governo Federal para Cidades Inteligentes – Carta Brasileira para Cidades Inteligentes
15h25 às 15h40 | Projeto Plus Codes – Google
15h40 às 15h45 | Inclusão e diversidade: pauta das cidades inteligentes
15h45 às 15h50 | Apresentação dos indicadores do 6º Ranking Connected Smart Cities
15h50 às 16h00 | Entrega dos troféus 10 primeiros lugares no Ranking Connected Smart Cities
16h00 às 18h00 | Bate-papo com prefeitos e representantes sobre Planejamento em Cidades Inteligentes
18h00 às 18h30 | Live Musical com o grupo As Valquírias
18h30 às 19h30 | Networking digital

 

9/Set – 9h00 às 11h00 | Micromobilidade
Com: Aaron Fuchs e Victor Hugo Cruz (Vela Bikes); Flávia Consoni (Unicamp); Rodrigo Gomes, Fundador (Watts Mobilidade Elétrica); Luiz Marcelo T. Alves (Consultor em Engenharia de Transportes).

 

09/Set – 09h00 às 11h00 | Tecnologia
Com: Mauricio Villar, COO e co-fundador – Tembici; Eduardo Felipe Zambom Santana, Pesquisador – InterSCity – USP; Luis Fernando Villaça Meyer, Diretor de Operações – Instituto Cordial; Guilherme Belegante, Coordenador de Planejamento de Transportes – Prefeitura de Joinville.

 

09/Set – 09h00 às 11h00 | Agenda estratética PROMOB-e
Com: Fernando Araldi, Analista de Infraestrutura – Ministério de Desenvolvimento Regional (Conselho Gestor da PNME); Beatriz Rodrigues, Coordenadora de Transporte Público – ITDP – Instituto de Políticas de Transporte Público (Comitê de Ciência e Tecnologia da PNME); Adalberto Maluf, Presidente – ABVE – Associação Brasileira do Veículo Elétrico; Ilan Cuperstein, Deputy Regional Director for Latin America – C40 (GT de Ônibus elétricos da PNME).

 

9/Set – 11h00 às 13h00 | Segurança no Trânsito
Com: Rodolfo I. Meneguette (Instituto Federal de São Paulo Campus Catanduva), Fabio R. Manzano (Secretaria de Desenvolvimento de Catanduva); Thiago Luz (Motoristas pela Vida); Guto Castro (Prefeitura de Natal); Andre Dorf (Arteris Via Paulista).

 

09/Set – 11h00 às 13h00 | Integração
Com: José Felipe Quintanilha França, Secretário Municipal – Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes-RJ; Alexandre Martins, Engenheiro Sanitarista e Ambiental, Esp. – Associação de Municípios da Região de Laguna – Amurel; Túlio Lessa, Co-founder – Ecobonuz; Pedro Palhares, Country Manager – Moovit.

 

9/Set – 14h00 às 16h00 | Inovação para Mobilidade Urbana
Com: Maria Luiza Machado (Programa Coletivo da NTU); Marcelo Chiavegato Arnellas e Orlando Gonçalves Faya Jr. (CPTM); Tiago Alves (Regus & Spaces); Valter Casimiro Silveira (Governo do Distrito Federal).

 

09/Set – 14h00 às 16h00 | Colaboração
Com: Douglas Tokuno, Head de Carpool e Waze for Cities na América Latina; Elisabete França, Secretária da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes – Prefeitura de São Paulo; Tiago Faierstein, Líder do projeto de Cidades Inteligentes – ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial; Pâmela Vaiano, Diretora de Comunicação – 99.

 

09/Set – 14h00 às 16h00 | Mobilidade 2030
Com: Thammy Marcato, KPMG & Distrito Leap (Caso Embarca.ai); Samuel Salomão, Fundador & Presidente – Speed Bird; Roberta Fagundes Andreoli, Sócia – Fenelon Advogados; Mauricio Endo, Sócio-líder de Governo e Transporte – KPMG no Brasil.

 

9/Set – 16h00 às 18h00 | Promoção do Uso da Bicicleta
Com: Lilian Frazão (Quero Pedalar); Natalia Lackeski (Instituto Aromeiazero); Juliana de Castro (Instituto Clima e Sociedade).

 

09/Set – 16h00 às 18h00 | Transporte Integrado
Com: Suzana Regina Moro, Doutoranda – Universidade Federal de Santa Catarina; Alexandre Flores, CEO – Bikebox;Luis Augusto Valença, Presidente da CCR Mobilidade -Divisão de mobilidade do Grupo CCR; Silvani Alves Pereira, Diretor-presidente – Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô.

 

9/Set – 16h00 às 18h00 | Inovação e Resiliência – Mobilidade Inteligente Sobre Trilhos
Com: Petras Amaral Santos (Marcopolo); Marcus Coester (Aeromóvel Brasil); Joubert Flores (ANPTrilhos); Esteves Pedro Colnago Júnior (Ministério da Economia).

 

10/Set – 09h00 às 11h00 | Soluções para Mobilidade Inteligente Sobre Trilhos
Com: Sabina Augusta Kauark Leite, Diretora Adjunta – Systra; Matthias Flach, Manager Liaison Office Brazil – Liebherr;Vicente Abate, Presidente – Abifer – Associação Brasileira da Indústria Ferroviária; Valentin Lopez, Diretor de Soluções – Alstom Transporte.

 

10/Set – 09h00 às 11h00 | Mobilidade e Planejamento Urbano
Com: Oriol Biosca – Mcrit; Peter Mirow, CEO – DB International Brasil; Flávio Chevis, CEO – Addax; André Cruz, Sócio e Diretor de Planejamento Urbano da Urban Systems.

 

10/Set – 11h00 às 13h00 | Transporte Público
Com: Marcel Ogando (Milênio Bus); João Octaviano Machado Neto (Governo do Estado de São Paulo); Dario Candido de Medeiros (Prefeitura Municipal de Parnamirim); Celso Keppe e Rodrigo Berto (Egis).

 

10/Set – 11h00 às 13h00 | Futuro do Transporte Coletivo de Superfície
Com: Carlos José Barreiro, Secretaria Municipal de Transportes e Empresa Municipal de Desenvolvimento – Prefeitura de Campinas; Roberto Speicys Cardoso, Sócio-fundador – Founder Scipopulis; Paulo Roberto Guimarães Júnior, Secretário de Mobilidade Urbana – Prefeitura de São José dos Campos; Renata Perez Dantas, Diretora de Assuntos Institucionais – Artesp – Agência do Transporte do Estado de São Paulo.

 

10/Set – 11h00 às 13h00 | Mobilidade e Planejamento Urbano
Com: Taís Fonseca, Especialista em Transporte Urbano – World Bank; Águeda Muniz, Secretária Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente de Fortaleza – Prefeitura de Fortaleza; Patricia Ellen da Silva, Secretaria de Planejamento São Paulo; Camila Maleronka, Urbanista, especialista em financiamento urbano – Universidade de São Paulo (USP); André Cruz, Sócio e Diretor de Planejamento Urbano – Urban Systems e Connected Smart Cities.

 

10/Set – 11h00 às 13h00 | Eletrificação
Com: Ricardo Costa Nakamura, Business Development Manager – Photovoltaic, Energy Storage and E-mobility Solutions – Future Grids Siemens; Paulo Roberto Maisonnave, Head of E-Mobility Brazil – Enel X; Guilherme Cavalcanti, Ceo e fundador – Ucorp.

 

10/Set – 14h00 às 16h00 | Mobilidade Integrada
Com: Jonathan Canfield Sniecikoski (Prefeitura Municipal de Joinville); Marcio Siqueira Machado (PUC/PR); Caio Miranda Carneiro (Vereador em São Paulo); Jordana Souza (Voll).

 

10/Set – 14h00 às 16h00 | Mobilidade do Futuro
Com: Ciro Biderman, Professor Doutor – FGV/CEPESP; Gabriel Gomes de Oliveira, Pesquisador – Unicamp; Anderson Jose Benino, Partner – Grow Up Sales Consulting; Luiz Eduardo Viotti, Managing Director – Kido Dynamics.

 

Para conferir a programação completa e participar, inscreva-se até 8/09 em: evento.connectedsmartcities.com.br/inscricoes/

 

 

 

 

 

Fonte Connected Smart Cities
Imagens: Divulgação

 

Vencedores SUSTENTÁVEIS

Easy Resize com

Conheça o Top 10 do COTE Awards 2020!

 

O Comitê de Meio Ambiente (COTE) do Instituto Americano de Arquitetos (AIA) premiou 10 projetos com soluções para a saúde e bem-estar, de pessoas e do planeta, vencedores do COTE Top 10 Awards 2020.

Para se qualificar para o COTE Top 10 Award, os envios de projetos individuais atenderam critérios rigorosos, que incluíam 10 medidas, como valores sociais, econômicos e ecológicos. A partir daí, um júri de cinco membros avaliou cada projeto com base na “eficácia de sua solução holística de design e métricas associadas às 10 medidas”.

O júri de 2020 incluiu: Robert Berkebile, FAIA, BNIM Architects; Roy Decker, FAIA, arquitetos Duvall Decker; William Horgan, associado AIA, Grimshaw; Vivian Loftness, FAIA, Universidade Carnegie Mellon; e Andrea Love, AIA, Payette.

Saiba mais em: www.aia.org

 

Biblioteca Central de Austin, Austin, Texas – Flato Architects + Shepley Bulfinch

“O átrio interior cheio de luz tornou-se uma sala de estar para a cidade, aberta à comunidade e a todos os grupos constituintes; o espaço é dinâmico e oferece muitas oportunidades para os cidadãos encontrarem o local certo para ler, estudar, conhecer ou trabalhar”.
Imagem: Nic Lehoux

Easy Resize com

Easy Resize com

 

Porto de entrada terrestre nos EUA, Columbus, Novo México – Richter Architects

“Um porto de entrada é um tipo de construção desafiador. Os designers deste projeto não apenas enfrentaram este desafio, mas alcançaram mais ao nos mostrar como a arquitetura de qualquer tipo pode tornar os ambientes humanos saudáveis ​​e dignos. Este é um edifício pensativo e durável, feito para durar”.
Imagens: Robert Reck

Easy Resize com

Easy Resize com

 

Centro e pré-escola ambiental da natureza, Newport Beach, Califórnia – LPA, Inc.

“Apresenta às crianças a sustentabilidade responsável desde cedo, e é um lugar onde as pessoas vão querer enviar seus filhos. Ele faz todas as coisas certas – água, biofilia, resiliência e fortes escolhas materiais”.
Imagens: Dover Drive – Cris Costea

Easy Resize com

Easy Resize com

 

Sede da Etsy, Nova York – Gensler

“Tudo sobre os habitantes, o prédio e o uso do espaço está envolvido no investimento em sustentabilidade como um modo de vida. Este projeto é uma celebração da saúde e do artesanato, pega um tecido existente e o transforma em algo mais gratificante”.
Imagens: Garrett Rowland

Easy Resize com

 

Imagens Recorte MIDIAS Easy Resize com

 

Centro da Fundação Ford para Justiça Social, Nova York – Gensler

“O novo design adiciona ajustes e mudanças ao seu planejamento, tornando-o mais público e equitativo. O jardim é restabelecido como um oásis público, que convida a comunidade e, seguindo os valores atuais da Fundação Ford, o edifício abre espaço para parceiros com ideias semelhantes em uma estrutura mais colaborativa”.
Imagens: Garrett Rowland

Easy Resize com

Easy Resize com

 

Edifício de Design John W. Olver, Amherst, Massachusetts – Leers Weinzapfel Associates

“O espaço é possibilitado por um inovador sistema de treliças de madeira, que nos mostra como ir além dos sistemas CLT para criar espaços maiores. Seu pátio garante vistas e acesso ao campus a todos dentro do edifício e está bem integrado ao campus maior”.
Imagens: Albert Vecerka/Esto – Ngoc Doan / STIMSON

Easy Resize com

Easy Resize com

 

Keller Center na Harris School of Public Policy, Chicago – Farr Associates e Woodhouse Tinucci Architects

“A abertura das placas do piso para criar um átrio comunitário maior e cheio de luz torna o interior expansivo. Essa intervenção de projeto nos ensina uma lição importante sobre como transformar esses grandes edifícios existentes em placas de piso em espaços saudáveis, desejáveis ​​e cheios de luz”.
Imagens: Tom Rossiter

Easy Resize com

Easy Resize com

 

Centro de Educação Marinha do Laboratório de Pesquisa da Costa do Golfo, Ocean Springs, Mississippi – Flato Architects em associação com Unabridged Architecture

“O cuidado atencioso da equipe de design é mostrado em todos os lugares. O complexo é ordenado não por uma imposição de algum tipo de construção, mas por encontrar locais que causem danos mínimos e que estariam acima da planície de inundação e permaneçam inerentemente resistentes”.
Imagens: Casey Dunn

Easy Resize com

Easy Resize com

 

The Six, Los Angeles – Brooks + Scarpa

“O pátio cria um espaço público protegido e fornece um porto comunitário para uma população vulnerável. Estratégias passivas são identificadas na escala do edifício e da unidade. As unidades estão cheias de luz e o pátio fornece ventilação”.
Imagens: Tara Wujcik

Easy Resize com

Easy Resize com

 

UPCycle, Austin, Texas – Gensler

“A equipe de design aqui mostra como criar um projeto de reutilização excelente, saudável, sustentável e adaptável, com um orçamento apertado”.
Imagens: Dror Baldinger

Easy Resize com

Easy Resize com

 

 

 

 

Fonte: AIA

 

USP e ABCP criam hub de inovação para construção digital

Digital construction x

Impressora 3D em escala 1:1, “Coworking”, EAD, Cátedra e compartilhamento de conhecimento são algumas das realizações previstas por projeto, instalado na sede da ABCP no início de 2021.

 

A Universidade de São Paulo (USP), por meio da Escola Politécnica (Poli), a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) assinaram, na tarde do último dia 3 de setembro, um acordo de cooperação técnica que prevê a concepção, elaboração de projeto, construção e operação, em regime multiusuários, do primeiro espaço cooperativo de inovação e construção digital de base industrial do Brasil, o hubic .

Com previsão de funcionamento no início de 2021, o hub terá o objetivo de acelerar a transição da construção civil para uma economia digital e circular, por meio de soluções inovadoras, competitivas, com baixa pegada ambiental e de alta produtividade e qualidade. Para sua implementação, o hubic já tem assegurado R﹩ 8 milhões em investimentos e será instalado em espaço compartilhado entre a USP e a ABCP, interligado ao campus da Universidade, em São Paulo.

O projeto será conectado ao Centro de Inovação em Construção Sustentável (CICS USP), um ecossistema de empresas e academia dedicado a promover a inovação, a sustentabilidade e a produtividade na construção civil.

 

“Esta parceria é um exemplo significativo da chamada Terceira Missão da Universidade ao integrar e unir, no campo da pesquisa aplicada, os esforços da academia e da iniciativa privada em prol da melhoria e da modernização da área de construção e materiais cimentícios, com vistas, principalmente, à produtividade e à redução de impacto ambiental”, destaca o reitor da USP, Vahan Agopyan.

 

Para absorver esse processo evolutivo, a USP e a ABCP reúnem expertises e ações que, somadas, cuidarão de alavancar a produção digital de componentes e a transferência de conhecimento e tecnologia para toda a cadeia produtiva da construção e sociedade.

 

“Vivemos um tempo de múltiplos desafios, nos âmbitos ambiental, concorrencial e institucional. A indústria de cimento tem se mostrado capaz de enfrentar esse mundo complexo, tanto dentro de suas fábricas, quanto nas diversas aplicações do cimento. O acordo com a USP está inserido nessa lógica. Se, por um lado, o convênio resgata uma história construída ao longo de décadas, por outro, ele projeta o elemento inovação como variável de importância crescente para que nossa indústria continue gerando valor e qualidade de vida para toda a sociedade”, afirma o presidente da ABCP/SNIC, Paulo Camillo Penna.

 

O convênio

O convênio prevê a criação de uma plataforma de construção digital para a produção de componentes e edificações, com infraestrutura laboratorial multiuso e capacidade de produção/impressão digital 3D de componentes cimentícios na escala 1:1. Apesar de ter como objetivo principal a pesquisa e produção de elementos cimentícios, o equipamento também será flexível para a produção de materiais com outras bases. O projeto será implementado no atual laboratório da ABCP, em área de 100m² aproximadamente, que receberá reformas.

O acordo também define a instalação de um espaço de trabalho compartilhado (coworking), com cerca de 230m² e capacidade de hospedar até 30 profissionais, para a elaboração de pesquisa e desenvolvimento de empresas da cadeia de valor e grupos que desenvolvam soluções consideradas promissoras, além de startups da construção e de engenharia.

 

“O hubic faz parte de um ecossistema da Universidade que tem três eixos de atuação integrando todos os elos da cadeia da construção civil: inovação, produtividade e sustentabilidade. Deverá reunir pesquisadores de várias áreas do conhecimento, empresas, startups e outros parceiros da sociedade que tenham interesse em desenvolver a inovação de base industrial”, destaca o coordenador do projeto e professor da Poli, Vanderley John.

 

Também está prevista a criação da Cátedra Ary Torres para atrair profissionais de ponta do mundo para coordenar plano de atividades, educação, pesquisas e inovação, além promover atividades de transferência de conhecimento e tecnologia.

O convênio investirá no desenvolvimento de atividades de educação continuada (EaD) on-line voltadas para inovação e Indústria 4.0, entre outras. O foco principal será na capacitação para desenvolvimento, uso de produtos e soluções inovadoras, sustentabilidade, qualidade e produtividade. Também deverão ser oferecidas bolsas de mestrado e doutorado a pesquisadores.

 

“O hubic é uma iniciativa que traz a tecnologia da indústria 4.0 para os componentes da construção civil e de infraestrutura, fruto da união da academia, da indústria e dos órgãos públicos e privados, trazendo a tecnologia de ponta para a melhor eficiência das obras, otimização dos materiais, economia e sustentabilidade, beneficiando a indústria e a sociedade”, destaca a diretora da Poli, Liedi Legi Bariani Bernucci.

 

 

 

 

Fonte: FSB Comunicação
Imagem: divulgação

 

 

 

Conforto, arte e PRATICIDADE

atelier de morar

Batizado de Atelier de Morar, a arquiteta propõe espaços conectados entre si e com o exterior, onde conforto e arte se misturam, dentro de uma proposta minimalista. 

 

Criado por Denise Barreto para a Casa Cor, a fachada, tem vedação feita por um jogo de telas solares e portas da Stobag, além de uma moldura em porcelanato, no padrão concreto, da Portobello. Com a sustentabilidade em mente, todos os revestimentos foram instalados em painéis, assim é possível que sejam desmontados e reaproveitados em outra obra. O porcelanato do piso, por exemplo, foi colado com cimento cola em uma estrutura metálica, evitando o desperdício de energia e material. A ventilação cruzada, permitida pelos caixilhos pivotantes, da Vidro Laser, na entrada e no acesso ao pequeno jardim, que emoldura a área íntima dispensam o uso de condicionadores de ar no espaço.  

Destacando a ligação com a arte, o ambiente de 120 m² é distribuído por um mosaico de texturas de madeira. Nas paredes, o material aparece em sua forma natural e com acabamento, ambos lançamentos da Bontempo, além de estar presente também no assoalho de carvalho claro. As cores cerâmica e terracota, lado a lado com vários tons de pedra, o design contemporâneo e as obras de arte dão continuidade ao fluxo proposto para o atelier, que possui curadoria da própria Denise.

 

atelier de morar

 

A seleção inclui o trabalho de vários artistas brasileiros, além das coleções de fotos em preto e branco que habitam as paredes e o mobiliário do espaço. A iluminação dramática de LED, banha os lambris periféricos e pontua as obras de arte. Nem só de beleza se faz este projeto.  O quadro de Hebert Baglioni, da galeria de Babel, tem uma linguagem brasileira e se destaca no living, onde o tapete circular reafirma o encontro, afeto e acolhimento para receber os amigos. No centro, a arquiteta trabalhou com fóssil de madeira petrificada de alagadiços que realçam a brasilidade. A sala de jantar foi estrategicamente posicionada para usufruir da vista do jardim. O ambiente é composto por cadeiras pretas de design limpo, ao redor da mesa com tampo de mármore Nero, da Artefacto. 

 

atelier de morar

 

atelier de morar

 

O contraste entre as cadeiras ao redor e as estofadas das pontas da mesa de jantar também combinam com a as mesclas do mármore e se tornam quase invisíveis na composição. No Atelier, o uso consciente dos materiais ultrapassa a fase de projeto e execução, unindo sustentabilidade, amor à arte e contato com a natureza, em um espaço feito para abraçar o viver contemporâneo com personalidade. 

 

“Confraternização e introspecção se alternam nesta composição, com mote em conforto, atemporalidade, poucos elementos e no respeito à sustentabilidade. Com este conceito em mente, por isso priorizei a ventilação natural” – Denise Barreto  

 

A madeira Spazzolato na cor cerâmica, lançamento da Bomtempo, se mistura ao tom grafite. A cuba com acabamento em estanho e misturador preto matte, da Deca, revelam o estilo moderno. 

 

atelier de morar

 

atelier de morar

 

O home office marca a transição do ambiente social para os mais introspectivos, enquanto a cabeceira de palhinha traz a privacidade necessária a esse ambiente. A obra, na parede ao lado é de Hilal Sami Hila, da Galeria Marília Razuk. 

A suíte dividindo o ambiente com a sala de banho e um espaço de leitura, composto pela poltrona mostarda e decorado fotografias de Michel Kenna, da galeria de Babel, que exibe diversas fases do artista em uma composição de quadros. 

 

atelier de morar

 

atelier de morar

 

No lavatório da sala de banho, os metais são desenhados por Jader Almeida, para a Deca, e se transforam em verdadeiras esculturas no ambiente, graças ao design arrojado. As paredes são receberam painéis com base de MDF, folhado em madeira natural, com acabamento em tom de concreto de um lado e marrom do outro, para equilibrar a temperatura natural do ambiente. 

A sala de banho integrada ao quarto traz uma banheira contemporânea, posicionada ao lado do jardim, que mistura tons de verde, rosa e fúcsia, numa aposta de conexão com a natureza durante um bom banho de imersão. 

 

atelier de morar

 

plantabaixa

 

 

 

 

 

Por redação
Imagens: Romulo Fialdine

Design RENOVADO

e

Novas peças acabam de integrar a família Fernando Jaeger Design!  

 

Mesa Enseada 

Com tampo laminado de madeira natural e quadrado com quinas arredondadas (disponível em dois tamanhos: 150 x 150 e 160 x 60cm), a peça tem duas bases feitas de ripas de madeira maciça com cavilhas aparentes. É possível duas composições de madeira, sendo uma versão mais clara e outra mais escura. 

Profundidade: 120cm 

 

 

Estante Dama 

Sua estrutura metálica em aço carbono com pintura a pó conta com algumas partes vazadas que recebem prateleiras, caixas e a bandeja removível de madeira natural, espaços pensados para guardar os mais diversos tipos de objeto. O tamanho da peça possibilita diferentes tipos de uso, como aparador, junto de mesas ou em corredores, ou simplesmente como estante, em salas e quartos.  

Dimensões: 86 x 170 x 46.5 cm 

estante dama

 

 

Cadeira Marina 

Feita em madeira maciça, tem assento que conta com diversos tipos de revestimento. Destaque para o trabalho da marcenaria sofisticada, é ideal para ser usada com mesas de jantar. 

Dimensões: 82 x 52 x 52.5 cm 

 

 

Por Redação
Imagens: Divulgação