Abertas as inscrições para concurso público nacional que selecionará projeto para Parque Municipal do Bixiga

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Promovido pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente e organizado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento São Paulo, concurso tem como diretriz central a renaturalização do Córrego Bixiga no trecho em que atravessa a área do futuro parque

 

Estão abertas as inscrições para o concurso público nacional que selecionará o projeto de arquitetura, urbanismo e paisagismo do Parque Municipal do Bixiga, no bairro da Bela Vista, região central da capital paulista. A iniciativa é da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA), organizada pelo Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento São Paulo, e tem como diretriz central a renaturalização do Córrego Bixiga no trecho em que atravessa a área do futuro parque. O novo equipamento resulta de uma mobilização social que se estende por mais de quatro décadas e propõe uma nova relação entre espaço público, água e ambiente urbano em área densamente consolidada da cidade.

As diretrizes para a elaboração das propostas —as bases do concurso— foram construídas a partir de estudos técnicos, consultas especializadas e do relatório das oficinas participativas realizadas com a população. Esse processo identificou tanto o desejo coletivo quanto a viabilidade técnica da renaturalização do curso d’água, incorporando ao projeto princípios contemporâneos de adaptação climática, recuperação ambiental e valorização dos rios urbanos como infraestrutura essencial para o futuro das cidades. O Parque Municipal do Bixiga será o primeiro parque do Centro Expandido projetado por meio de concurso público e o primeiro a adotar a renaturalização de um córrego.

O concurso será realizado em duas fases, estrutura que permite uma avaliação técnica criteriosa, o aprofundamento das soluções selecionadas e a qualificação progressiva das propostas. O período de inscrição e envio de propostas para a primeira fase vai de 27 de janeiro a 22 de março de 2026. Para a fase dois, o recebimento de propostas ocorre entre 7 e 25 de abril de 2026. A divulgação do resultado final está prevista para 4 de maio de 2026.

“A implantação do futuro Parque Municipal do Bixiga é fruto de um processo democrático, baseado no diálogo, na escuta ativa e na participação da sociedade. O ineditismo da abertura de um concurso público para a elaboração do projeto reforça nosso compromisso com uma gestão participativa, transparente e integrada, que busca atender às reais necessidades e valorizar a história local. São Paulo conta hoje com 121 parques, resultado de um grande investimento contínuo para ampliar os espaços verdes, de lazer e convivência, e este novo equipamento será mais uma grande conquista para a população como um todo. Seguimos trabalhando para construir uma cidade mais acolhedora, sustentável e resiliente” – Rodrigo Ashiuchi, secretário do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo.

Na fase um, serão selecionadas cinco propostas, cujos proponentes receberão prêmio de R$18 mil cada e serão convidados a detalhar e aprimorar suas soluções para a fase dois. Ao final da segunda etapa, as três melhores propostas serão classificadas em primeiro, segundo e terceiro lugares, com prêmios de R$130 mil, R$60 mil e R$40 mil, respectivamente. O autor da proposta vencedora será contratado para o desenvolvimento das etapas subsequentes do projeto.

Todas as informações necessárias para inscrição e participação estão disponíveis no site oficial: concursoparquedobixiga.org.br. Podem participar arquitetas e arquitetos do Brasil e do exterior, com registro ativo e válido junto ao Conselho de Arquitetura e Urbanismo.

“O Parque Municipal do Bixiga é resultado de uma disputa envolvendo a área que se estendeu por mais de 40 anos, cuja incorporação à esfera pública e à agenda municipal é um sinal de amadurecimento democrático na condução das políticas urbanas. Ao longo desse período, sucessivas mobilizações articularam diferentes setores da sociedade em defesa do território e das memórias que o constituíram, evidenciando a presença de múltiplos grupos que historicamente habitaram e que seguem atribuindo significado ao Bixiga. O concurso público de arquitetura, construído não apenas a partir de dados técnicos, mas enriquecido e qualificado pelo processo de participação popular por meio das oficinas participativas, propõe, além de selecionar o projeto mais adequado para o bairro e seu entorno, apontar caminhos mais democráticos para a gestão e construção de espaços públicos, amparados em suas raízes simbólicas, históricas, sociais e culturais” – Danielle Santana, presidente do IABsp.

 

Sobre o Bixiga e o Parque Municipal

O Bixiga construiu, ao longo do tempo, uma trajetória marcada por diversidade social, resistência cultural e forte vínculo com seu território. Desde o final do século 19, a área acolheu populações negras que se estabeleceram nas proximidades do córrego Saracura, além de escravizados recém-libertos e, posteriormente, imigrantes italianos. Essa convivência deu origem a um patrimônio cultural singular, expresso tanto no conjunto arquitetônico do bairro quanto em manifestações imateriais que permanecem ativas no cotidiano local.

A área destinada ao parque esteve no centro de um longo embate político iniciado nos anos 1980, envolvendo interesses privados, a preservação da paisagem urbana da Bela Vista, a permanência do Teatro Oficina e a reivindicação por espaços públicos no centro da cidade. A consolidação do Parque Municipal do Bixiga é um compromisso da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA), e representa o desfecho desse processo, reafirmando o papel dos parques municipais como equipamentos públicos capazes de articular qualidade ambiental, convivência urbana e transformação social, contribuindo também para soluções estruturais de infraestrutura verde na capital paulista.

MAIS INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES AQUI

 

 

 

 

 

 

 

 

Texto e imagem: Reprodução IABsp

Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB) terá sua primeira edição em março, no Parque Ibirapuera

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Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB) estreia no Parque Ibirapuera propondo reposicionar a arquitetura no imaginário cultural brasileiro

 

A primeira edição da Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB) estreia em 25 de março com o objetivo de repensar a relação das pessoas com a arquitetura e as formas de conexão com os espaços. Idealizada pelos fundadores da Archa, Anna Rafaela Torino e Raphael Tristão, em sociedade com Lucas Aragão e Felipe Zullino, mas operando de forma independente e sem fins lucrativos, a BAB nasce para enfrentar um desafio cultural importante: no Brasil, apenas 9% das reformas contam com o apoio de um arquiteto, segundo dados de uma pesquisa Datafolha encomendada pelo CAU Brasil em 2022.

“O que vemos é um desafio cultural. A arquitetura ainda é pensada de forma pontual, quase sempre no momento da reforma. A BAB nasce para ampliar esse olhar, propondo que a arquitetura seja percebida como cultura, como pensamento e como repertório cotidiano, algo que atravessa a vida das pessoas muito antes e muito além da obra” – Anna Rafaela Torino, Diretora de Conteúdo da BAB.

 

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Pacubra. Foto: Divulgação.

 

O evento ocupará o Pavilhão das Culturas Brasileiras (PACUBRA), no Parque Ibirapuera (projeto de Oscar Niemeyer com paisagismo de Roberto Burle Marx), reunindo visitantes de todo o país para experimentar a arquitetura de forma imersiva. Neste prédio, criou-se o conceito de Pavilhão Brasil, que receberá pavilhões temáticos dos biomas brasileiros, trazendo interpretações contemporâneas sobre o morar em diferentes regiões e valorizando a pluralidade cultural e arquitetônica do nosso país.

A mostra apresenta também o Pátio Metrópole, área externa que se propõe  a ‘criar uma cidade’, ao reunir experimentações construtivas e instalações temáticas e comerciais. Arena de conteúdo, café, restaurantes, workshops e ativações de marcas são outros espaços de interação para o público visitante.

“A BAB inaugura um modelo de bienal que une educação, tecnologia e experiência para tornar a arquitetura mais acessível, viva e presente no cotidiano” – Raphael Tristão, Presidente da BAB.

 

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Lucas Aragão, Raphael Tristão, Anna Rafaela Torino e Felipe Zullino. Foto: André Ligeiro.

 

Concurso Masterplan  

Para desenvolver o Masterplan da edição inaugural, a BAB promoveu um concurso nacional aberto a arquitetos de todas as regiões do Brasil. O vencedor foi o Estúdio Leonardo Zanatta Arquitetura, escolhido entre dezenas de propostas enviadas. O arquiteto receberá, como prêmio, uma viagem cultural à Bienal de Arquitetura de Veneza 2026, acompanhada pelos sócios do premiado escritório de arquitetura Superlimão.

“Vencer foi especialmente gratificante diante da qualidade do júri e do nível das propostas apresentadas pelos demais finalistas, que entregaram trabalhos densos mesmo em um prazo reduzido. Sentimo-nos honrados por estar à frente da primeira edição da BAB e felizes por oferecer espaços onde os estados possam se expressar por si mesmos.” comenta o arquiteto Leonardo Zanatta.

O júri do primeiro concurso foi composto por nomes de referência na arquitetura e no design brasileiro, entre eles Amer Moussa (Condephat); Ana Paula Assis (Jornalista); Daniel Mangabeira (BLOCO Arquitetos); Fernando Mungioli (Revista PROJETO); Greg Bousquet (Architects Office); Marko Brajovic (Atelier Marko Brajovic); Nara Grossi (Gema Arquitetura); Olivia Buscariolli (IPHAN); Pedro Fernandes (SP Urbanismo); Rodrigo Ohtake (Ohtake); Silvio Todeschi (BCMF).

 

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Segundo pavimento, Pavilhão dos estados. Imagem: Divulgação.

 

Pavilhão Brasil

Também em Concurso foram escolhidos os arquitetos e escritórios responsáveis por assinar o projeto de pavilhões estaduais, segmentados pelos biomas brasileiros. Os participantes representam diferentes regiões, e foram convidados a traduzir a diversidade de territórios, culturas e formas de habitar o Brasil contemporâneo por meio de propostas situadas. A arquitetura aparece como instrumento de leitura da paisagem, da cultura e dos modos de vida locais, articulando memória, materialidade, clima e experiência cotidiana. Além dos ambientes expositivos, o evento contará com uma área externa aberta ao público, com praça e palco para ativações e programação cultural.

 

AMAZÔNIA
Acre | Marcelo Rosenbaum e Marlúcia Cândida — Projeto Casa Empate Mulheres Seringueiras
Pará | Studio Tuca — Projeto Caminho dos Rios
Rondônia | Thiago Marques Arquitetura — Projeto Casa Entre Águas
Roraima |  Rayresson Rocha, Estúdio Modullus e Jacqueliny Ramires — Projeto Casa-território: onde o rio, o céu e o lavrado habitam.

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ACRE – Marcelo Rosenbaum e Marlucia. Imagem: Divulgação.

 

CAATINGA
Bahia | Vida de Vila — Projeto Casa do Mastro
Ceará | ARK Arquitetura e Interiores — Projeto É o Mar
Paraíba | Fabiano Lins Arquitetura — Projeto DO SERTÃO, ao verde e mar
Pernambuco | Thayná Padilha Arquitetura — Projeto Casa Pernambuco
Rio Grande do Norte | rodrarq — Projeto Casa de Veraneio
Sergipe | Mangaba Estúdio — Projeto Relicário de Voinha

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PARAÍBA – Fabiano Lins Arquitetura. Imagem: Divulgação.

 

CERRADO
Goiás | Bendito Traço Arquitetura — Projeto Casa de Amélia
Maranhão | Larissa Catossi e Guilherme Abreu — Raiz e Trânsito – Casa Pedro Neves
Minas Gerais | Marina Reis Arquitetura — Projeto Casa Adélia Prado
Tocantins | Marcus Garcia Arcteto — Projeto Casa da Arlê

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GOIÁS – Bendito Traço Arquitetura. Imagem: Divulgação.

 

MATA ATLÂNTICA
Espírito Santo | Letícia Finamore Arquitetura — Projeto Mulher Capixaba Contemporânea
Paraná | Boscardin Corsi — Projeto A Casa que Dança
Rio de Janeiro | Paula Martins Arquitetura — Projeto Casa Corcovado
Santa Catarina | Jeferson Branco — Projeto Pavilhão de Santa Catarina
São Paulo (Cidade) | Gabriel Rosa — Projeto Loft da Escritora
São Paulo (Estado) | Os Gêmeos Arquitetura e Engenharia — Projeto Tão Paulista quanto a Avenida

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RIO DE JANEIRO – Paula Martins Arquitetura. Imagem: Divulgação.

 

PAMPAS
Rio Grande do Sul | Studio Carbono + Matte Arquitetura — Projeto Querência Amada

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RIO GRANDE DO SUL – Studio Carbono e Matte Arquitetura. Imagem: Divulgação.

 

PANTANAL
Mato Grosso | OHMA — Projeto Loft da Preservação Cuiabana
Mato Grosso do Sul | DNA – Deborah Nazareth Arquitetos — Projeto Casa Ñandejara

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MATO GROSSO – OHMA. Imagem: Divulgação.

 

Ingressos e visitação 

Os ingressos terão preço de R$100 (inteira) durante o final de semana e R$ 80,00 (inteira) durante a semana e poderão ser adquiridos pelo site oficial da BAB. A entrada recomendada é pelo Portão 03, pela Avenida Pedro Álvares Cabral. A exposição também conta com uma parte aperta ao público para visitação, com praça e palco.

 

Patrocinadores e apoiadores

A realização do evento conta com o patrocínio de Electrolux, Archa, TCL, Suvinil, Copa Energia, Metrô SP, Ingresse, Westwing, Docol, ApexBrasil, Flora MDF, Zissou, Portobello, Theodora Home, Branco Casa e by Kamy, além do apoio institucional do CAU/BR e da AsBEA/BR, e da parceria de mídia com o Architecture Hunter.

 

Serviço — Bienal de Arquitetura Brasileira 2026 
Quando: 25 de março a 30 de abril de 2026
Horário: 12h às 21h
Onde: Parque Ibirapuera, São Paulo – Pavilhão das Culturas Brasileiras
Info: contato@bienaldearquiteturabrasileira.com
Site oficial: www.bienaldearquiteturabrasileira.com

 

Coprocessamento transforma resíduos em energia e reduz emissões de CO₂ na produção de cimento

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Lixo do bem: Tecnologia usada pela InterCement Brasil substitui o uso de combustíveis fósseis e evita a emissão de aproximadamente 155 mil ton. de CO₂ ao ano

 

Para unir crescimento, competitividade e sustentabilidade, a indústria do cimento tem investido em soluções inovadoras. Uma delas é o coprocessamento, tecnologia que substitui combustíveis fósseis tradicionais e matérias-primas não renováveis, como carvão mineral e coque de petróleo, por resíduos industriais, urbanos, biomassas e pneus sem utilidade, usando-os tanto na geração de energia quanto como insumo na produção.

Atualmente, as fábricas da InterCement Brasil coprocessam cerca de 1.000 toneladas de resíduos por dia, evitando a emissão de aproximadamente 155 mil toneladas de CO₂ ao ano. Em uma comparação prática, essa quantidade equivale à retirada de 17 mil automóveis poluentes das ruas. Pioneira nessa prática desde os anos 1990, a empresa fez do coprocessamento um dos pilares estratégicos de sua operação.

Segundo Cristiano Ferreira, gerente de Coprocessamento da companhia, outro destaque está na matriz energética. “Hoje, a média Brasil de energia térmica usada nos nossos fornos e que vêm de biomassas, consideradas carbono neutro, é de 27%. E, em algumas unidades da InterCement Brasil, esse índice supera os 40%”, ressalta. O resultado dessa inovação é uma produção mais sustentável e alinhada aos princípios da economia circular.

Para o coprocessamento, as fábricas usam diferentes tipos de resíduos, conforme a região. Em Cezarina (GO), Campo Formoso (BA), Candiota (RS) e Ijaci (MG), por exemplo, são usadas as biomassas (restos de resíduos orgânicos, como casca do arroz) e o CDR, um combustível derivado de materiais que não servem para a biodigestão – processo que transforma resíduos orgânicos em energia renovável. Fazem parte deste grupo os resíduos plásticos, papel, têxteis, madeira, minerais e embalagens compostas.

Já os pneus usados e sem aproveitamento são utilizados em quase todas as unidades, com destaque para Cajati (SP), Ijaci (MG), São Miguel dos Campos (AL) e Campo Formoso (BA).  “Um único forno, com capacidade de produção diária de mil toneladas de clínquer (mistura de calcário e argila, que é a base do cimento), pode consumir até cinco mil pneus por dia, o que significa a redução das emissões de gases, entre eles os do efeito estufa, em cerca de 35%”, destaca Cristiano Ferreira.

 

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Biomassa de casca de arroz. Foto: Divulgação.

 

Impacto social

Além dos benefícios ambientais e de economia, o coprocessamento gera impacto positivo nas comunidades próximas, promovendo incremento de renda, fortalecendo vínculos, fomentando o desenvolvimento local e ampliando o alcance da sustentabilidade. Projetos sociais associados ao uso de biomassas, por exemplo, têm conectado cooperativas, produtores e extrativistas de frutos nativos de cada região, que passam a fornecer resíduos orgânicos para uso nos fornos de cimento como fonte de energia térmica.

O coprocessamento também evita o descarte inadequado de resíduos em ruas, rios e lixões. Ainda de acordo com o gerente de Coprocessamento da InterCement Brasil, Cristiano Ferreira, mais do que uma alternativa tecnológica, a prática já faz parte da cultura da empresa e aponta para o futuro do setor cimenteiro. “Ao transformar resíduos em energia e reduzir significativamente as emissões, reforçamos nosso compromisso com a descarbonização e com um modelo de produção mais eficiente e sustentável”, conclui.

Com mais de cinco décadas de história, a empresa conta hoje com 14 unidades industriais, 10 delas ativas na produção de cimento, que distribuem para todas as regiões do Brasil. Por meio das marcas Cauê, Goiás e Zebu, atende clientes de diversos segmentos, do pequeno varejo a grandes obras.

 

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Chips de pneus. Foto: Divulgação.

 

ABIMAD’41 inaugura o calendário de 2026

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De 27 a 30 de janeiro, em São Paulo, a ABIMAD abre o ano do setor com mais de 135 expositores e parceiros, espaços assinados, curadoria de destaque e foco em negócios, tendências e design autoral

 

De 27 a 30 de janeiro de 2026, o São Paulo Expo recebe a 41ª edição da ABIMAD, principal feira de móveis e acessórios de alta decoração da América Latina. Reconhecida por marcar o início do ano para o setor, a ABIMAD’41 reúne mais de 135 expositores e parceiros, apresentando lançamentos e movimentos que irão pautar o mercado ao longo dos próximos meses.

Abrir o calendário da alta decoração no Brasil é uma responsabilidade e, ao mesmo tempo, um grande diferencial da ABIMAD. A cada edição de janeiro, reunimos o mercado para apresentar lançamentos, apontar tendências e impulsionar negócios que reverberam ao longo de todo o ano. A ABIMAD é o ponto de partida do setor, um espaço onde o design brasileiro se fortalece, gera conexões e projeta suas marcas para o mercado nacional e internacional” – Paulo Mourão, presidente da ABIMAD.

Mais do que um encontro comercial, a ABIMAD consolida-se como uma plataforma estratégica de negócios, conteúdo e relacionamento, conectando fabricantes, lojistas, arquitetos, designers e formadores de opinião em um ambiente que valoriza o design autoral, a inovação e a excelência da indústria brasileira.

 

Sala VIP assinada por Gabriel Rosa propõe experiência sensorial no coração da feira

Pelo segundo ano consecutivo, a Sala VIP da ABIMAD leva a assinatura do arquiteto Gabriel Rosa, um dos nomes mais promissores da arquitetura contemporânea brasileira. Jovem, premiado e reconhecido por sua abordagem sensível e conceitual, Gabriel retorna à feira com um projeto que transcende o funcional e convida o visitante a uma experiência sensorial e poética.

O espaço foi concebido como um verdadeiro refúgio dentro da feira, onde texturas, formas, iluminação e materiais dialogam de maneira harmônica para estimular pausas, encontros e conexões. Dividida entre áreas de estar, bar, refeições e espaços reservados para reuniões, a Sala VIP foi pensada para promover bem-estar e networking em meio à intensa agenda de negócios da ABIMAD.

Já a Sala de Imprensa Casa e Jardim foi projetada para acolher jornalistas, criadores de conteúdo e formadores de opinião, fortalecendo o relacionamento da feira com a mídia e ampliando a visibilidade dos lançamentos apresentados.

 

 

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Negócios, internacionalização e design brasileiro em evidência

A ABIMAD’41 também reforça seu compromisso com a internacionalização por meio do ABIMAD Export, iniciativa com mais de 20 anos que promove rodadas de negócios e ações voltadas a compradores estrangeiros, ampliando a presença das marcas nacionais no mercado global.

Com uma programação que reúne lançamentos exclusivos, ambientes autorais, projetos especiais e uma curadoria alinhada às principais tendências do morar contemporâneo, a edição promete uma experiência completa para os profissionais do setor.

Ao inaugurar a agenda anual da alta decoração, a ABIMAD reafirma seu papel como vitrine do melhor do mobiliário brasileiro, espaço de diálogo entre mercado e criatividade e ponto de encontro obrigatório para quem movimenta o setor no Brasil e no exterior.

 

Serviço

Feira ABIMAD – Feira Brasileira de Móveis e Acessórios de Alta Decoração
Data: 27 a 30 de janeiro de 2026
Horário: terça-feira a quinta-feira, das 10h às 19h; sexta-feira, das 10h às 17h
Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda, São Paulo – SP
Credenciamento: Credenciamento online aberto
Mais informações: www.abimad.com.br

 

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Divulgação Abimad
Imagens: Cleber de Paula

Crea-SP lança a websérie “Engenharia tá em tudo”

Projeto audiovisual de quatro episódios explica em linguagem didática como a área tecnológica na construção civil está presente na vida de todos Easy Resize com

Projeto audiovisual de quatro episódios explica em linguagem didática como a área tecnológica
está presente na vida de todos

 

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) anuncia o lançamento da websérie: “Engenharia tá em tudo”, uma produção inovadora criada para reposicionar a Engenharia e a Agronomia no imaginário dos jovens e mostrar a sua influência em aspectos surpreendentes do dia a dia. Com estreia em 12 de janeiro, a série terá quatro episódios publicados no YouTube, e conteúdos especiais para o TikTok e o Instagram, nos perfis oficiais do Crea-SP.

Os episódios terão respostas elaboradas em linguagem jovem, ritmo ágil e abordagem prática e instrutiva, seguindo modelo de educação digital de clássicos como: “O Mundo de Beakman”, sucesso global dos anos 90 – e o brasileiríssimo “Manual do Mundo”, um dos hits da Ciência em formato BR, desta era de redes sociais e hiper conectividade.

Em 2026, pela primeira vez as engenharias ocupam cinco das dez posições das áreas mais procuradas no Brasil, segundo a pesquisa exclusiva do Linkedin BR. Confira aqui o primeiro episódio disponível no YouTube.

“Ainda existe uma visão estereotipada da Engenharia como uma carreira muito conservadora e restrita às grandes obras. Queremos mostrar que a nossa ciência está em tudo: nos games, na moda, na música, na tecnologia, na agroindústria e na sustentabilidade. A engenharia é uma disciplina humana criativa e essencial para o futuro que estamos construindo” – Lígia Mackey, presidente do Crea-SP.

A iniciativa reforça a missão do Conselho com a atração de novos talentos para as carreiras tecnológicas, em linha com sua missão institucional de valorizar e fiscalizar o exercício profissional. O projeto “Engenharia tá em tudo” parte de perguntas cotidianas, onde suas respostas são reveladas por meio da ciência e da inovação que existe por trás de objetos e serviços comuns.

As Engenharias abordadas mostram a conexão da área em diferentes campos da economia, da sociedade e da cultura. Confira os temas que irão ao ar semanalmente a partir de 12 de janeiro:

Engenharia Civil
Sua importância para rodovias, mobilidade,
segurança viária e infraestrutura.

Engenharia de Alimentos
Seu papel na qualidade, segurança e inovação
nos alimentos consumidos diariamente.

Engenharia Agronômica
Sua presença na tecnologia e sustentabilidade
que impulsionam o agro.

Engenharia Aeronáutica
Seu lugar fundamental na indústria de aviação e na criação de soluções
que serão incorporadas em diferentes indústrias.

Vale relembrar: no Brasil, para formar um pequeno quórum de 15 engenheiros, após quatro anos de estudos, antes, é necessário administrar uma sala de aula com ao menos 100 estudantes, os números mostram como é rigoroso o funil de formação de novos profissionais. E o Crea-SP está trabalhando para ajudar o país a superar o déficit de talentos no mercado, em diversos campos da área.

 

Crea-SP disponibiliza Atestado de Capacidade Técnica para maior segurança jurídica

Crie uma imagem que ilustre a frase Crea SP disponibiliza Atestado de Capacidade Técnica para maior segurança jurídica Sugestão alguem sentado no computador emitindo atestado Easy Resize com

Nova funcionalidade moderniza o processo de documentação emitida por profissionais, garantindo autenticidade e rastreabilidade das informações

 

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) avança mais uma etapa na modernização de seus serviços digitais com o lançamento do Atestado de Capacidade Técnica digital, agora disponível diretamente na plataforma do CreaNet. A novidade amplia a lista de soluções oferecidas e representa um ganho significativo em praticidade, segurança e transparência para os mais de 380 mil profissionais registrados na autarquia.
Com o novo serviço, o profissional pode emitir o atestado de forma totalmente digital, a partir da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) registrada e do contrato firmado, enviando o documento diretamente ao contratante para análise. Caso esteja de acordo, o contratante realiza a assinatura eletrônica dentro da própria plataforma, garantindo autenticidade ao processo. Após a assinatura, o atestado permanece disponível no sistema, permitindo que o profissional solicite posteriormente a Certidão de Acervo Técnico (CAT) de forma mais ágil. Para a presidente do Crea-SP, engenheira Lígia Mackey, a funcionalidade reforça o compromisso do Conselho com a valorização profissional e a eficiência dos serviços.

 “O Atestado de Capacidade Técnica digital facilita a vida do profissional ao eliminar etapas burocráticas e trazer mais segurança a todo o processo. É uma solução que oferece confiabilidade, agilidade e respaldo técnico, alinhada às demandas atuais do mercado” – Lígia Mackey, presidente do Crea-SP.

Além de modernizar a emissão da CAT, o novo produto fortalece a integração entre informações técnicas, contratos e ARTs, promovendo mais transparência na relação entre profissionais e contratantes. Todo o fluxo acontece em um ambiente único e seguro, reduzindo riscos e otimizando o tempo de quem utiliza o serviço. Entre os principais ganhos, constam: processo 100% digital; segurança jurídica, com autenticidade e rastreabilidade do documento; centralização das informações, facilitando a gestão do acervo técnico; redução de erros e retrabalho, com integração aos dados já cadastrados; agilidade na emissão da Certidão de Acervo Técnico (CAT); e maior competitividade profissional.

A disponibilização do ACT digital no CreaNet faz parte de um conjunto de iniciativas voltadas à transformação digital do Crea-SP, que busca simplificar processos, ampliar o acesso aos serviços e tornar a experiência do usuário cada vez mais eficiente e confiável

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Reprodução Crea-SP
Imagem:

ViaFoto ganha espaço voltado para o olhar fotográfico

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O projeto assinado por Superlimão cria um circuito fluido e preciso, pensado para colocar a fotografia no centro da experiência

 

O ViaFoto, novo centro cultural dedicado à fotografia em São Paulo, surge com a missão de aprofundar a relação da cidade com a imagem. Concebido a partir de uma arquitetura que orienta e provoca o olhar, o espaço aposta na fotografia como ferramenta capaz de transformar percepções e ampliar leituras sobre o mundo. O instituto se apresenta como um ambiente de encontro e diálogo, voltado ao estímulo do pensamento crítico e à reflexão sobre a cultura visual contemporânea.

O Superlimão foi convidado para desenvolver o projeto arquitetônico e a expografia da mostra inaugural, com o desafio de criar uma espacialidade que desse protagonismo à fotografia e amplificasse a curadoria sem competir com ela.

 

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A solução parte da lógica do percurso. Em vez de salas tradicionais, o visitante caminha por um trajeto contínuo formado por volumes brancos, frestas e painéis que organizam camadas visuais e temporalidades. Cada transição orienta o olhar e conduz a leitura das obras.

A narrativa curatorial, que aborda ancestralidade, urbanidade, diversidade e cultura, ganha densidade ao atravessar esse espaço. A arquitetura se torna ferramenta de interpretação, estruturando a experiência sem disputar atenção.

 

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O antigo galpão do Largo da Batata foi reconfigurado como um circuito que permite que cada obra respire, evitando sobreposições visuais e criando ritmos de luz, profundidade e movimento.

Localizado no LAPI, projeto urbano também assinado pelo Superlimão que vem revitalizando o Largo da Batata, o ViaFoto se integra à proposta de tornar o entorno mais aberto, criativo e acessível.

Criado em colaboração com fotógrafos, curadores e educadores, o Instituto nasce para valorizar a fotografia como arte, linguagem e instrumento de transformação social. Como espaço expositivo, promove mostras que vão do fotojornalismo à arte contemporânea; e, como Centro de Conhecimento, oferece cursos, oficinas e experiências que estimulam aprendizado, criatividade e troca.

 

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Imagens: Maira Acayaba

Com 11,4 gigawatts adicionados em 2025, setor de energia solar projeta expansão com abertura do mercado de baterias em 2026

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Mercado vive expectativa de inovação tecnológica e novos investimentos com realização do primeiro Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) e da SNEC PV & ES LATAM, edição brasileira do maior evento de energia solar do mundo

 

Após adicionar 11,4 gigawatts em 2025, o setor de energia solar brasileiro projeta nova expansão em 2026 com a abertura do mercado de baterias. O País vive expectativa da realização do primeiro leilão de baterias e a introdução de novas soluções de armazenamento de energia, muitas delas apresentadas durante a SNEC PV & ES LATAM, edição latino-americana do maior evento da indústria de energia solar do mundo, que acontece em março do próximo ano, na cidade de São Paulo.

Depois da recente aprovação da regulamentação do armazenamento de energia por baterias, por meio da Lei 15.269/2025, está previsto para abril o Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP), o primeiro certame do país dedicado exclusivamente à contratação de potência por baterias. Esses sistemas de armazenamento poderão garantir a disponibilidade da energia produzida por usinas solares e eólicas em momentos em que não há produção, destravando investimentos e trazendo flexibilidade ao sistema elétrico.

O uso de baterias em conjunto com a geração solar não se restringirá apenas às grandes usinas centralizadas. Com os equipamentos tornando-se cada vez mais acessíveis, o Brasil deverá testemunhar o crescimento dessas aplicações em instalações residenciais e comerciais, trazendo economia e autonomia para os consumidores, algo que já é uma realidade em outros países.

Muitas novidades nesse segmento serão apresentadas ao público brasileiro durante a SNEC PV & ES LATAM, que acontece em São Paulo (SP) entre 24 e 26 de março. Os participantes terão a oportunidade de conhecer tendências para toda a cadeia produtiva do setor solar fotovoltaico, incluindo soluções para mobilidade elétrica e armazenamento de energia.

 

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Também será possível acompanhar debates qualificados, conduzidos por especialistas renomados, em um congresso técnico com conteúdo de alto nível. Com organização da NürnbergMesse Brasil, uma das maiores promotoras de eventos do país, e da Oakstream, que atua na comercialização e serviços de energia renovável, a SNEC PV & ES LATAM deve receber pelo menos 10 mil pessoas nos três dias de evento.

A feira de negócios contará com cerca de 100 expositores, incluindo os principais fabricantes de equipamentos fotovoltaicos, como painéis solares e inversores, e desenvolvedores de projetos de geração centralizada e distribuída, além de empresas com atuação nos mercados de armazenamento de energia com baterias, mobilidade elétrica, smarts grids e infraestrutura.

A SNEC de Xangai, na China, é realizada desde 2007 e tornou-se o maior evento de energia solar do mundo. A edição de 2025 aconteceu entre 11 e 13 junho e contou com cerca de 3,5 mil expositores e atraiu de mais de 500 mil visitantes. A SNEC PV & ES LATAM representa a primeira versão da feira e congresso realizada fora da China.

 

Mercado brasileiro em 2025

De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Brasil acrescentou 8,4 GW de sistemas residenciais e comerciais de pequeno e médio porte (geração distribuída) e 3 GW de grandes usinas (geração centralizada) ao longo de 2025. O desempenho representou investimentos de cerca de R$ 40 bilhões e geração de quase 400 mil empregos. Como o avanço, o país encerra o ano com 65 GW de potência operacional acumulada na fonte fotovoltaica.

Esses números mantém o Brasil como um dos principais mercados de energia solar do mundo. Nos últimos anos, o país tem se posicionado junto com a China, Estados Unidos e Índia como os líderes globais de instalação de usinas fotovoltaicas. É justamente esse cenário que credenciou o país a receber a primeira edição da SNEC realizada fora da China.

Inscrições abertas: https://credenciamento.sneclatambr.com.br/

 

Serviço

SNEC PV & ES LATAM
Data: 24 a 26 de março de 2026
Local: Distrito Anhembi, São Paulo (SP)
Informações: https://sneclatambr.com.br/

Planos abertos

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A ampla residência contou com estrutura metálica, o que permitiu lajes mais finas, delgadas, conferindo maior leveza às lajes horizontais

 

Com cerca de 1.400 m², esta ampla residência, assinada pelo escritório de Fernanda Marques e implantada em um condomínio em São José dos Campos, se abre quase integralmente para a área externa, destacando-se pela leveza e pela linearidade de sua arquitetura. Essencial para essa percepção, a opção por lajes mais delgadas, que cobrem grandes vãos, vai além de uma simples decisão formal: integra um programa sustentável abrangente que orientou todas as etapas do projeto, buscando racionalizar ao máximo o uso de materiais e reduzir o impacto ambiental da construção.

 

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A adoção de estrutura metálica viabilizou lajes de menor espessura, resultando em maior leveza visual das lajes horizontais e permitindo o emprego de materiais nobres no projeto. A integração dos espaços interiores com as áreas externas é também elemento marcante do projeto arquitetônico.

 

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A casa abra-se ao jardim e o percurso de entrada se faz através dele. Os espaços de convívio social, pensados para receber amigos e familiares, encontram-se no pavimento térreo, assim como o terraço, integrado à área externa: brinquedoteca, área de ginástica, home theater, living.

 

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Na área íntima, a suíte master se volta para uma área de preservação, enquanto os demais dormitórios têm vista para a piscina. A presença da natureza é constante ao longo do projeto, seja por meio de rasgos na estrutura que permitem a integração do jardim, seja pelas aberturas que enquadram a paisagem.

 

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Imagens: Fernando Guerra