Museu da Casa Brasileira abre inscrições para encontro com a artista Sara Rosenberg

unnamed

A atividade acontece nos dias 17, 18 e 19 de janeiro, das 14h às 17h, com participação gratuita.

 

Museu da Casa Brasileira, instituição administrada pela Fundação Padre Anchieta, abre inscrições para o encontro ‘Técnicas tridimensionais: Imersão em esculturas lúdicas com Sara Rosenberg’ que acontece nos dias 17, 18 e 19 de janeiro, das 14h às 17h, no MCB, com participação gratuita.

O encontro-ateliê, em diálogo com a exposição ‘Esculturas Lúdicas – Sara Rosenberg’ que está em cartaz no Museu, tem como público-alvo professores da rede pública e privada, educadores de instituições e espaços culturais, estudantes de pedagogia, arte, design, arquitetura e demais pessoas interessadas nas técnicas tridimensionais voltadas aos processos de criação de Sara.

Durante três dias consecutivos de encontro-ateliê no Museu, o mesmo grupo, acompanhado pela artista Sara Rosenberg, irá se aproximar das técnicas e conhecimentos escultóricos colocando mãos, corpos e sonhos em contato com plastelina, massa de modelar, isopor e gesso, dando forma a invenções e novos aprendizados que poderão ser multiplicados em salas de aula e outros espaços de educação formal e não formal. A ação é organizada pelo Educativo MCB e gera certificado para os interessados.

 

unnamed
Divulgação MCB / Foto: Gabriel Melhado

 

Sobre a exposição

A mostra ‘Esculturas Lúdicas — Sara Rosenberg’ propõe ao público uma nova maneira de interagir com as obras expostas: elas podem ser usadas como pontos de partida para brincadeiras ao invés de ficarem expostas sobre um pedestal. São peças destinadas à experimentação do público infantil em sua ampla diversidade, por meio da experiência tátil e motora. A curadoria é da crítica de design Adélia Borges.

 

Sobre Sara Rosenberg

Artista plástica, designer e arte-educadora. Formada em Artes Plásticas pela FAAP e possui Mestrado em Ciências da Comunicação pela ECA- USP. “A Criança e seu Espaço de Brincar- Retratos da Brincadeira Urbana” — 1989. Especialização em Escultura pela Kunstgewerbeschule de Zurique. Entre 1994 e 2011 manteve com a irmã Anete Ring a Rosenberg Design, dedicada ao design de objetos. A dupla participou de várias exposições no Brasil e no exterior.

 

SERVIÇO

Encontro ‘Técnicas tridimensionais: Imersão em esculturas lúdicas com Sara Rosenberg’

Data: 17, 18 e 19 de janeiro, terça, quarta e quinta-feira.
Horário: das 14h às 17h.
Participação gratuita, mediante inscrição prévia.
Inscrições: mcb.org.br
Emissão de certificado.
Local: Solar Fábio Prado | Museu da Casa Brasileira
Endereço: Av. Brig. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano, SP
Próximo à estação Faria Lima da Linha Amarela do Metrô.
Tel.: (11) 3026-3900

Casa SUSPENSA

suspension house fougeron architecture Easy Resize com

Suspensa entre duas belas colinas da Califórnia, esta residência abrange um riacho e possui uma cachoeira no quintal.

 

Um objeto feito pelo homem na natureza pode existir em harmonia ou disparidade. O objetivo para esta residência localizada na Califórnia era reconecta-la ao ambiente e, ao mesmo tempo, abranger e usufruir das qualidade do local excepcional. Um porém: no estado, não é mais legal que as casas sejam suspensas sobre um riacho. Portanto, haviam diretrizes rígidas sobre como usar a estrutura existente como base para o projeto do escritório Fougeron Arquitetura, que tinha que seguir o contorno exato da casa e decks existentes.

 

suspension house fougeron architecture Easy Resize com

 

A premissa principal era melhorar a relação da estrutura com os corpos de água próximos e a face da rocha. Em vez de derrubar e perturbar o riacho abaixo, o novo sistema estrutural foi ancorado na rocha nos flancos da colina, suspendendo a casa completamente sobre a água.

 

suspension house fougeron architecture Easy Resize com

suspension house fougeron architecture Easy Resize com

 

Ao abrir as linhas do terreno e usar materiais transparentes, janelas do chão ao teto, pisos transparentes e espaços externos de conceito aberto, como escadas flutuantes, as características naturais da água são visíveis na frente e atrás da casa.

Para permitir a expansão do terceiro andar e remover pilares estruturais anteriores no leito do riacho, uma estrutura de aço foi inserida sob os pisos existentes. Ao invés de esconder este sistema de suporte, ele fica exposto em todos os pavimentos.

 

suspension house fougeron architecture Easy Resize com

suspension house fougeron architecture Easy Resize com

 

suspension house fougeron architecture Easy Resize com

 

suspension house fougeron architecture Easy Resize com

 

A estrutura e a orientação dos dois primeiros andares seguem a casa existente, mas o novo terceiro andar gira 90 graus para melhor se relacionar com o terreno. Esse deslocamento quebra a massa da estrutura, dando certa leveza e altura, ao mesmo tempo em que se diferencia dos andares inferiores.

No topo de uma estrutura de aço, o telhado – como a própria casa – paira, criando um espaço dinâmico com muita luz natural.

 

suspension house fougeron architecture Easy Resize com

 

suspension house fougeron architecture Easy Resize com

suspension house fougeron architecture Easy Resize com

suspension house fougeron architecture Easy Resize com

 

section long

plan

 

 

 

 

Imagens: Joe Fletcher

 

 

CAU Brasil participa da posse dos novos ministros das cidades e do desenvolvimento regional

WhatsApp Image at x

O CAU Brasil segue com seus esforços para defender as políticas propostas por arquitetos e urbanistas junto ao Governo Federal.

 

No dia 3 de janeiro, a presidente do CAU Brasil, Nadia Somekh participou – a convite – das posses dos novos ministros do Ministério das Cidades (MCidades) e do Ministério da Integração Nacional e Desenvolvimento Regional (MDR), em Brasília.

“Foi muito interessante ver que existe uma perspectiva social, com a integração dos diversos setores. Os dois novos ministros ressaltaram a importância de termos as pastas da saúde e do meio ambiente envolvidos nas questões das cidades e dos territórios” – Nadia Somekh

Os novos ministros são Jader Filho (MCidades) e Waldez Góes (MDR). Esse evento também marcou a recriação do Ministério das Cidades, que em 2019 foi fundido ao Ministério do Desenvolvimento Regional. O MCidades foi criado pela primeira vez em 2003, com a mobilização e o apoio de arquitetos e urbanistas.

 

WhatsApp Image at x

 

No seu discurso, o ministro Jader Filho anunciou a retomada imediata do programa Minha Casa, Minha Vida. “Precisamos reconstruir quase tudo nesta pasta. Principalmente o Minha Casa Minha Vida. Não podemos dormir tranquilos enquanto milhões de brasileiras e brasileiros estão dormindo nas ruas”, disse.

Segundo pesquisas recentes, o déficit habitacional estimado no Brasil é de 5,9 milhões de moradias. Existem ainda 5,1 milhões de domicílios precários localizados em aglomerados subnormais. E ainda existe uma demanda anual de mais de 1 milhão de novas famílias que se formam a cada ano no país. Previsão do Governo Federal é que R$ 10 bilhões sejam destinados à construção de moradias populares.

“Não é porque a pessoa precisa do apoio do governo que pode se receber uma obra qualquer, de baixa qualidade. Ao contrário, temos de ofertar o melhor possível ao povo brasileiro”, afirmou. O novo ministro lembrou uma frase do presidente Lula dita em 2010. Na ocasião, ele pediu à Caixa Econômica Federal que os apartamentos entregues no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, tivessem varandas.

 

WhatsApp Image at x
O arquiteto e urbanista Nabil Bonduki (ex-vereador de São Paulo); a presidente do CAU Brasil, Nadia Somekh; a chefe de gabinete do CAU Brasil, Cristiane Benedetto; e o assessor do CAU Brasil Antônio Couto.

 

Para Nadia Somekh, os profissionais de Arquitetura e Urbanismo podem contribuir muito na construção de habitações saudáveis e confortáveis para a população brasileira. “Ficou claro nos discursos que as casas e as edificações devem ter a perspectiva da qualidade que só nós, arquitetos e urbanistas, podemos atribuir”, afirmou a presidente do CAU Brasil.

No seu discurso, Jader Filho também destacou a criação da Secretaria Nacional de Políticas para os Territórios Periféricos, promoção do saneamento básico e a busca por financiamentos internacionais para projetos de mobilidade urbana. Conforme proposto pelo GT de Cidades da Equipe de Transição, o objetivo da Secretaria para os Territórios Periféricos é uma articulação federal com foco nas periferias, trabalhando não só a questão da moradia, mas também infraestrutura urbana e equipamentos públicos.

 

WhatsApp Image at x
O ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes

 

Diversas outras autoridades estavam presentes à posse, como o ex-presidente José Sarney; os ministros Simone Tebet (Planejamento), Juscelino Filho (Comunicações) e Carlos Lupi (Previdência Social); além de diversos governadores, senadores, deputados, prefeitos e representantes dos movimentos sociais de luta pela moradia.

epresentando os profissionais de Arquitetura e Urbanismo, além do CAU Brasil, estavam o prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues (que é arquiteto de formação); o ex-vereador de São Paulo Nabol Bonduki e a ex-presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Eleonora Mascia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: CAU BRASIL
Imagens: Divulgação

 

 

Vencedores: Concurso Expo Osaka Pavilhão do Brasil

primeirolugarosaka x

Anunciados os projetos vencedores que visa a construção do Pavilhão do Brasil na próxima edição da Exposição Universal, em Osaka, no Japão.

 

Em cerimônia virtual organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – ApexBrasil, foram anunciados os projetos vencedores do Concurso Expo Osaka, que visa à construção do Pavilhão do Brasil na próxima edição da Exposição Universal, a ser realizada de 13 de abril a 13 de outubro de 2025 em Osaka, no Japão. O concurso foi promovido pela ApexBrasil em parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) e coordenação do Departamento do IAB no Distrito Federal.

 

PRIMEIRO LUGAR

O grande vencedor foi o projeto do arquiteto e urbanista Marcio Kogan, dos escritórios Studio Mk27 e Magnetoscópio, de São Paulo (SP), que receberá a premiação no valor de R$ 120.000,00, além da contratação que tem valor total de R$ 11.467.985,22. De acordo com a comissão julgadora o primeiro lugar do concurso apresentou uma proposta experimental, com uma temática de grande interesse e atualidade, uma agenda importante dentro das propostas ecológicas para o futuro do Brasil e do planeta, e com grande capacidade de atração de público ao combinar questões ambientais, ciência e tecnologia. A edificação tem partido simples, claro e marcante, com circulação por rampas, adequada a receber grandes fluxos de público, e com soluções atraentes para a espera em filas.

Os jurados ainda destacaram a estrutura do projeto favorece a redução do tempo de construção, dos custos de aquisição dos materiais e da montagem desmontagem nos prazos previstos, além dos espaços expositivos que permitem uma variedade de conteúdos visuais, sonoros e táteis, de qualidade lúdica, adequados ao propósito do evento.

 

 

 

Autores
Arq. Marcio Kogan
Arq. Renata Furlanetto
Marcello Dantas
Equipe
Arq. Felipe Bueno
Arq. Natália Zaffari
Arq. Nathalia Lima
Arq. Pedro Ribeiro
Arq. Diana Radomysler
Arq. Mariana Simas
Arq. Marcella Spinelli
Arq. Clara Varandas
Tarsila Riso
Consultoria
Consultaria estrutural : Mitsuhiro Kanada (ARUP)
Consultoria sustentabilidade : CA 2
Consultoria arquitetura local: Hiroyuki Yosikawa (Tripod Studio)

 

primeirolugarosaka x

primeirolugarosaka x

 

BRASIL COMO GERADOR DE VIDA

Simbolizado pela imagem da água que voa em nuvens carregadas, o projeto “Rios Voadores” apresenta o Brasil como gerador de vida. A explicação é de Marcello Dantas, curador do projeto vencedor. Ele conta que a equipe achou necessário discutir o papel e as potencialidades da Floresta nesse cenário de crescentes ameaças ecológicas e econômicas. O grupo também tinha o desafio de criar uma conexão cultural entre os dois países. “O povo japonês tem na sua essência o respeito pela natureza”, destaca o curador que já esteve no país nipônico mais de 20 vezes, além estar por trás do desenvolvimento conceitual da icônica Japan House, na Avenida Paulista. Desta forma, o projeto assinado pelos escritórios Studio Mk27 e Magnetoscópio apresenta esse cenário através de elementos geográficos, culturais e sensoriais, que revelam a importância da Floresta Amazônica.

“Cada gota transpirada por uma árvore na Amazônia é um grão no prato de uma pessoa no Japão” – Marcello Dantas, curador do projeto vencedor.

Dantas lembra ainda que a origem desse conceito nasceu na verdade em 2010, quando Gerard Moss, aviador e ambientalista suíço, voou milhares de milhas seguindo as correntes de ar e pegando Sample de vapor de águas para verificar e registrar, na prática, o fluxo e a formação dos chamados Rios Voadores. Moss, falecido em março deste ano, era amigo pessoal de Dantas e juntos sobrevoaram algumas vezes os céus do Brasil.

A ideia de participar do concurso desde o começo teve o apoio de toda a equipe do Studio Mk27. O arquiteto Marcio Kogan conta que sua paixão pelo Japão também foi determinante. “Sou um fanático pela cultura japonesa e nos últimos anos fui para lá seis vezes”, relata. Para ele, é um lugar ímpar, diferente de tudo que se tem no mundo. “Os costumes, o respeito pelas pessoas, a sofisticação na arquitetura, o design e a moda são absurdamente bons”, elogia.

Desde o início, a equipe do Studio Mk27 tinha a certeza de que seria necessário uma integração do tema com a arquitetura. “Quando o Marcelo Dantas nos falou sobre os Rios Voadores, durante um almoço lá no escritório, na hora tivemos a certeza de que esse era o caminho. Foi mágico! Já saímos dali imaginando o projeto com as nuvens dentro do pavilhão”, conta. A partir disso, os arquitetos foram desenhando tudo aos poucos.

“Outro diferencial na elaboração do projeto foi a ideia para o restaurante.  “Levar um sushiman japonês radicado em Manaus, que faz uma culinária típica de seu país usando elementos locais da Amazônia, foi super empolgante” –  Marcio Kogan, arquiteto.

Sobre a logística e execução, Marcio Kogan informa que o projeto tem até um pré-cálculo feito no Japão. “Temos uma equipe local que acompanhou todo o processo e fez análises do projeto de acordo com a realidade de lá. Inclusive, colocamos nas pranchas os esforços que eles fizeram”, revela. “Nos dedicamos muito a esse trabalho. O escritório há muitos anos tem o DNA de colaboração. A vitória é de todo mundo”, comemora Marcio.

 

CERIMÔNIA  VIRTUAL REÚNE REPRESENTANTES DE ENTIDADES

Duranta a cerimônia realizada na manhã dessa segunda-feira (05/12), o presidente ApexBrasil, Embaixador Augusto Pestana, destacou que recebeu com muito orgulho do Governo Federal a encubência de ser a responsável pelo pavilhão do Brasil, neste evento tão importante que acontece há 170 anos. “Precisamos dessa projeção do Brasil dentro deste evento universal tão importante para os negócios do país”, disse. Pestana encerrou sua fala parabenizando o processo do concurso  e desejando  que  o vencedor dignifique a presença do Brasil em Osaka em 2025.

O vice-presidente do IAB, Rafael Passos, lembrou que a arquitetura brasileira é valorizada como poucas no mundo. Para ele, essas exposições construíram marcos na arquitetura internacional. “Nesta edição teremos provocações para novos paradigmas e para o desenvolvimento da humanidade, temas que o Brasil tem papel fundamental”, disse. “Temos certeza que a proposta vencedora será de qualidade e excelente receptividade”, conclui o vice-presidnete do IAB. A arquiteta Heloísa Moura, presidente do departamento do IAB no Distritto Federal, comemorou a parceria de 10 anos com a Apex. “Obrigada por acreditarem neste trabalho. Mais uma vez vamos mostrar o Brasil lá fora como um resultado satisfatório”, frisou.

A Coordenadora Adjunta do Concurso, Luiza Rego Dias Coelho, fez um relato sobre o processo de inscrição e cadastro dos interessados. Ela informou que foram realizadas 62 inscrições, das quais três foram indeferidas por apresentarem problemas de documentação não sanados pelos participantes em tempo regulamentar. Oriundas das inscrições homologadas, foram recebidos 48 Estudos Preliminares, dos quais seis foram desclassificados por problemas de documentação, dois por identificação de autoria, resultando em 40 projetos avaliados de forma conjunta e presencial ´pela Comissão Julgadora, em Brasília (DF).

Conheça todos os jurados do concurso no site www.concursoexpoosaka.com.br

A arquiteta e urbanista, designer, Gabriela Bilá, integrande da comissão julgadora, foi a responsável por anunciar os vencedores do concurso. Confira abaixo a relação completa dos destaques do concurso:

 

SEGUNDO LUGAR

segundolugarosaka x

segundolugarosaka x

THIAGO MANUEL BERNARDES 
Rio de Janeiro. RJ
Escritório(s)
BERNARDES; AGENCIA TPBA.
Autores
Arq. Thiago Bernardes; Arq. Francisco Abreu; Arq. Thiago de Almeida; Arq. Priscila Bellas.
Equipe
Curadoria: Kykah Bernardes
Consultoria
Rodrigo Oliveira Paisagismo: Consultoria em Paisagismo;
Paisagista e Engenheiro agrônomo: Paisag. Rodrigo Oliveira e Paisag. Mariana Toya;
Rewood: Consultoria em estrutura; Eng. Carlito Calil Neto;
27+1 Comunicação visual: Consultoria em Expografia; Diretor de Arte Batman Zavareze;

 

TERCEIRO LUGAR

terceirolugarosaka x

terceirolugarosaka x

FABIO HENRIQUE FARIA
Curitiba/PR
Escritório(s)
Estúdio 41 Arquitetura;
Tropo Arquitetura;
PROAFA Engenharia;
KINO Architects.
Autores
Arq. Beatriz Dutra;
Arq. Emerson Vidigal;
Arq. Eron Costin;
Arq. Fabio Henrique Faria;
Arq. Gabriel Hildebrand Tomich;
Arq. João Gabriel Rosa;
Arq. Marina Milani Oba;
Arq. Martin Kaufer Goic.
Equipe
Est. Camila de Andrade;
Est. Charlles Furtado;
Est. Gabriel Castro;
Est. Guilherme Pinto;
Est. Tamy Pesinato.
Consultoria
Curadoria: Moacir dos Anjos;
Estruturas: Rui Furtado; Gustavo Alves;
Hidráulicas: Paulo Silva;
Elétricas: Raul Serafim;
AVAC: Carlos Almeida;
Parceria local: KINO Architects.

 

MENÇÃO HONROSA

mencaohonrosaosaka x

mencaohonrosaosaka x

EDER RODRIGUES DE ALENCAR
Brasília/DF
Escritório7(s)
ARQBR Arquitetura e Urbanismo;
HOUR Design;
Autores
Arq. Eder Alencar
Arq. André Velloso
Equipe
Arq. Ken Hirose
Arq. Danielle Gressller
Arq. Victor Itonaga
Arq. Leonardo Carrilho
Arq. Júlia Huff
Arq. Talita Muniz
Arq. Gabriel Lordelo
Est. Marcos Cambuí
Est. Mariana Castro
Est. Ana Luiza Balbino
Consultoria
Base7 Projetos Culturais: Consultoria em Expografia; Arq. Ricardo Ribenboim; Coordenadora de conteúdo. Rachel Vallego
B7 Arquitetura e Design: Consultoria em Expografia; Arq. Vlamir Saturni
Vista Engenharia: Consultoria em Engenharia; Eng. Comini Tuler; Eng. Lucas Gusmão
Rizosfera Consultoria: Consultoria em Agrofloresta; Eng. Rômulo Araujo; Biólogo Paulo Nenêve

 

DESTAQUE

destaqueosaka x

destaqueosaka x

MARINA MILAN ACAYABA ROSENBERG
São Paulo/SP
Escritório(s)
Ar arquitetos, Marcelo Rosenbaum Arquitetos, Gil Mello Arquitetos
Autores
Juan Pablo Rosenberg, Marina Acayaba, Marcelo Rosenbaum, Gil Mello
Equipe
Adriana Benguela, Ana Flavia Piacentini, Lorena D’avila, Lucas Bandeira, Frederico Ribeiro, Enrico Maksoud, Sergio Zancope,Tsuyoshi Shindo
Consultoria
Timbau Estruturas LTDA

 

Saiba mais sobre as Exposição Universal

Com quase dois séculos de tradição, as Exposições Universais são atualmente realizadas a cada cinco anos. Voltadas a informar, a entreter e mesmo a surpreender o público visitante, as Expos são os maiores eventos do mundo. Têm como sua maior atração os pavilhões nacionais construídos pelos países participantes. Nesses pavilhões, além do espaço expositivo – onde se procura trabalhar a relação dos países com os temas centrais do evento – há também locais para atividades culturais, gastronômicas, seminários e eventos de relacionamento. O tema central da Expo Osaka é “Designing Future Society for Our Lives”, havendo ainda três subtemas: “Saving Lives”, “Empowering Lives” e “Connecting Lives”, que dividem geograficamente o parque de exposições. O Pavilhão do Brasil estará localizado no distrito “Empowering Lives”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: IAB Brasil – Sabrina Ortácio
Imagens: Divulgação

 

 

 

 

Lançado segundo edital para seleção de Boas práticas relacionadas à infância

Imagens SITE T Easy Resize com

Os proponentes poderão inscrever ações de boas práticas relacionadas às Infâncias em sete tipos de categorias.

 

O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) e a Fundação Bernard van Leer (FBvL), em parceria com a Agrupación Arquitectura y Niñez de América (ANDA), o programa Architecture & Children da União Internacional de Arquitetos (UIA) e a Federação Panamericana de Associações de Arquitetos (FPAA), tornam público para todos os países da América do Sul o segundo edital de chamamento para a seleção de ações de boas práticas relacionadas às Infâncias, em especial à Primeira Infância, para integrar a Plataforma Arbo do IAB.

Articulada ao chamamento está a promoção da participação do Brasil e demais países membros da América do Sul na premiação organizada pela União Internacional de Arquitetos, em seu programa Arquitetura e Infâncias, a Golden Cubes Awards 2020-2023, com a participação de iniciativas pelo mundo todo. Em sua primeira edição, realizada no ano de 2021, a seleção contou com a publicação de 65 ações, que podem ser vistas aqui, na Plataforma Arbo.

 

Categorias previstas

Tipo 01: Projetos e Obras;
Tipo 02: Políticas Públicas;
Tipo 03: Estudos Técnicos, Pesquisas Acadêmicas e Atividades de Extensão, ou Publicação Específica;
Tipo 04: Projeto de Mobiliário;
Tipo 05: Comunicação Visual e Design;
Tipo 06: Ações, Programas e Intervenções Educativas e Culturais, e
Tipo 07: Iniciativas de Educação Patrimonial

 

O edital está disponível em duas versões, em português e em espanhol.

Português: https://drive.google.com/file/d/1U7KXPFXUuxFYM1HUgrTgPqh0om_pTWsk/view?usp=sharing

Espanhol: https://drive.google.com/file/d/1U9ac2u4r4LUC2Zy1ghnPFh_CfoIxM-LV/view?usp=sharing

 

CARD x Easy Resize com

MillerKnoll inaugura novo Centro de Distribuição no Brasil

Centro de Distribuicao Herman Miller no Brasil foto Credito Valentin Studio Easy Resize com

Novo Centro de Distribuição faz parte da estratégia de negócios da empresa que pretende ter mais produtos montados no país e agilizar entregas.

 

A MillerKnoll, um coletivo de marcas dinâmicas que se reúne para projetar o mundo em que vivemos, dá mais um passo importante em sua operação na América Latina, com a inauguração de um novo Centro de Distribuição no Brasil. A unidade está instalada em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo, cidade próxima ao Porto de Santos. O coquetel de inauguração ocorreu em 09 de novembro, com a presença de John Michael, presidente da MillerKnoll para a América do Norte e América do Sul, e Mario Espinosa, vice-presidente para América Latina e Caribe.

“O Centro de Distribuição integra a estratégia de negócios da empresa que busca melhorar a competitividade e os prazos de entrega, além de mais espaço para a expansão das operações no Brasil” – John Michael, presidente da MillerKnoll para a América do Norte e América do Sul.

Com as instalações, a empresa pretende acelerar o fornecimento de produtos da marca para o Mercosul, atendendo não só as demandas do mercado brasileiro, mas também de outros países que compõem o bloco
econômico sul-americano.

 

Centro de Distribuicao Herman Miller no Brasil foto Credito Valentin Studio Easy Resize com
Centro de Distribuição Herman Miller no Brasil.

 

“Estamos fazendo este investimento para atender as necessidades e o crescimento da capacidade de distribuição na América Latina. O Brasil é uma região estratégica para as empresas, estamos aqui para o longo prazo, crescendo e lucrando no país”, pontua Mario Espinosa. De acordo com Espinosa, foram investidos aproximadamente USD 1 milhão no novo espaço, que contará com os setores de armazenagem e montagem de produtos que são demandados por espaços corporativos. “O público corporativo é o principal responsável pela geração de receita global da companhia, com US$ 3,9 bilhões registrados no ano fiscal encerrado em junho de 2022”, afirma o executivo. Com previsão de início de operação em novembro de 2022, o CD terá 5.800 metros quadrados e capacidade de armazenagem para 2.200 paletes.

 

Centro de Distribuicao Herman Miller no Brasil foto Credito Valentin Studio Easy Resize com
O Centro de Distribuição tem 5.800 metros quadrados e capacidade de armazenagem para 2.200 paletes.

 

Entre os produtos que serão armazenados e montados no Centro de Distribuição estão as cadeiras Aeron Graphite e Onyx, Sayl, Setu e Verus. Como um importante passo no sentido de intensificar os esforços de sustentabilidade dentro do mercado brasileiro, a Herman Miller nacionalizou recentemente a cadeira Aeron Onyx, que tem em sua composição plásticos retirados do oceano. Na linha de mobiliário, os principais produtos que serão armazenados e montados no CD são a mesa de escritório Ratio, a estação de trabalho Layout Studio, o compartimento para arquivamento Paragraph e os assentos colaborativos Sabha.

“Pretendemos aumentar o portfólio da marca no país a médio e longo prazo. A localização é um dos impulsionadores dessa mudança com o objetivo principal de oferecer um produto mais competitivo, com um prazo de entrega mais condizente com o mercado local. Além do mercado brasileiro, a estratégia inclui o fornecimento de produtos nacionalizados ao Mercosul, expandindo ainda mais a capilaridade da empresa”, acrescenta John Michael.

 

Centro de Distribuicao Herman Miller no Brasil foto Credito Valentin Studio Easy Resize com
Na linha de mobiliário, os principais produtos que serão armazenados e montados no CD são a mesa de escritório Ratio, a estação de trabalho Layout Studio, o compartimento para arquivamento Paragraph e os assentos colaborativos Sabha.

 

 

 

 

 

 

Imagens: Valentin Studio

 

Eficiência energética permitirá redução de 6% do consumo elétrico da indústria em 2030

ENERGIA EOLICA

Compromisso do Brasil é atenuar o lançamento de gases de efeito estufa na atmosfera em 37%, até 2025, e 43%, até 2030.

 

Entre os esforços do Brasil traçados para 2022 está o de frear o alto consumo de energia elétrica. É que o País foi eleito como um dos membros do Energy Efficiency Hub – plataforma global de colaboração para possibilitar benefícios ambientais, sociais e econômicos no que diz respeito à eficiência energética.

Este trabalho será realizado ao lado de outras 15 nações, sendo elas: Argentina, Austrália, Canadá, China, Dinamarca, União Europeia, França, Alemanha, Japão, Coreia, Luxemburgo, Rússia, Arábia Saudita, Reino Unido e Estados Unidos, as quais, juntas, têm por objetivo favorecer as comutações sobre política de eficiência, bem como regulação e implementação de medidas.

Entre as principais orientações do Energy Efficiency, está a procura por novas soluções para o uso racional e sustetável da energia sejam nas residências, empresas e indústrias. São tecnologias voltadas a garantir eficiência energética. Em seu pronunciamento no lançamento do Hub em Paris, Fatih Birol, diretor executivo da Agência Internacional de Energia, disse considerar a eficiência energética “o ‘primeiro combustível’ porque ela é crucial para enfrentar as mudanças climáticas e tornar nossos suprimentos de energia mais seguros, deixando também dinheiro em nossos bolsos”. “Estou muito satisfeito em ver os países se unindo como parte do Hub de Eficiência Energética para acelerar esforços”, afirmou.

É importante lembrar que o relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (Organização das Nações Unidas) mostra que não há tempo e qualifica como urgente a necessidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE).

 

Imagens SITE Easy Resize com

 

Indústria é vilão do consumo de energia

As maiores vilãs do consumo de energia no mundo são as indústrias. Isso se dá por conta do uso de motores elétricos na produção (muitas vezes antigos e nada eficientes), segundo Gustavo Batista, promotor técnico da Reymaster Materiais Elétricos e especialista em iluminação e eficiência energética.

Segundo ele, se as fábricas se comprometerem a implementar a cultura da eficiência energética, as chances de êxito na redução do consumo de eletricidade são bem grandes. “Eficiência energética é fazer mais com menos. Como? Utilizando motores mais eficientes; substituindo as lâmpadas convencionais por LED; automatizando os processos industriais; utilizando inversores de frequência; instalando painéis fotovoltaicos, e outras soluções”, lista.

Gustavo ressalta ainda, que as condutas de eficiência energética concretizadas pela indústria serão a chave na contenção das emissões de CO2, e as marcas que abraçarem essa causa sairão na frente. “Além de reduzir custos na produção e retrabalho, gerando economia de dinheiro e tempo, a inovação de automatizar processos para fazer mais com menos conserva o meio ambiente pela redução das emissões de gás carbônico, o principal causador do efeito estufa”

Cálculos do Plano Decenal de Expansão de Energia 2030, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), mostram que os ganhos de eficiência energética reduzirão aproximadamente 6% da eletricidade da indústria em 2030.

A eficiência energética é um dos pilares da estratégia definida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), apresentada na Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas (COP26), em Glasgow, na Escócia, como um dos principais ativos do país em sua agenda ambiental. Entre os quase 200 países signatários do Acordo de Paris, o Brasil, assumiu um dos desígnios mais ambiciosos de redução de suas emissões de GEE. Fixando 2005 como base, o compromisso do País foi atenuar o lançamento de gases de efeito estufa em 37%, até 2025, e 43%, até 2030!

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Reymaster
Imagens: Divulgação

Câmara aprova projeto que reconhece Carmen Portinho como patrona do urbanismo no Brasil

carmem portinho x

A urbanista foi uma das responsáveis pela introdução do conceito de habitação popular no País.

 

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1679/22, do Senado, que declara patrona do urbanismo no Brasil a engenheira e urbanista Carmen Velasco Portinho (1903-2001). A proposta irá à sanção presidencial.

Carmen Portinho nasceu em Corumbá (MS) e se formou em engenharia civil em 1925, na Escola Politécnica da antiga Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 1939, tornou-se a primeira mulher a obter o título de urbanista no País.

Junto a Bertha Lutz, Jerônima Mesquita e Stella Guerra Durval, fundou a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, associada ao movimento sufragista internacional, que buscava a igualdade de gênero e a autonomia das mulheres.

Em 1945, após estagiar nas comissões de reurbanização das cidades inglesas destruídas pela guerra, Carmen sugeriu ao então prefeito do Rio de Janeiro a criação de um departamento de habitação popular para sanar a falta de moradias populares no município, o que ocorreu no ano seguinte.

 

carmem portinho x
Carmen Portinho no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

 

Homenagem

Relatora da proposta, a deputada Soraya Santos (PL-RJ) afirmou que a homenagem a Carmen Velasco Portinho tem o apoio do Instituto de Arquitetos do Brasil, do Conselho de Arquitetura e Urbanismo e de outras instituições de arquitetos e engenheiros do Rio de Janeiro. A votação foi acompanhada pelo sobrinho-neto da engenheira, senador Carlos Portinho (PL-RJ), autor da proposta.

“Carmem Portinho faz parte da história deste País como uma das primeiras sufragistas brasileiras [defensoras do voto feminino], uma das primeiras mulheres a defender os direitos de as mulheres ocuparem espaços de uma área em que não era prevista a sua atuação: engenharia e ciências exatas” – Soraya Santos, deputada.

Soraya Santos lembrou que a engenheira sofreu episódios de violência institucional no decorrer de sua carreira e acabou fundando uma associação para ajudar outras mulheres. “Ela se dedicou por muitos anos à defesa do direito do voto, da proteção de mães e filhos, da educação feminina e da necessidade de estimular o valor do trabalho feminino fora de casa”, disse. Para a relatora, a homenagem a Carmen Velasco Portinho é um símbolo de que as mulheres podem alcançar qualquer posição desde que tenham capacitação e competência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Câmara dos deputados
Imagem: Divulgação

 

Para humanos e cães

dog human house ekar Easy Resize com

Projeto visa incentivar uma convivência respeitosa entre humanos e seus cães ao aproximar suas necessidades físicas num jogo de escalas nos espaço deste residência.

 

Esta casa, de 700 m² e localizada na Tailândia, foi construída para um homem que ama cães. No início, ele desejava construir um lugar, não apenas para ele morar, mas que fosse um lugar para seus cães se divertirem o quanto quisessem, acomodando inclusive uma parte da casa de seu cachorro como um hotel outros cães. Para refletir essa atitude do cliente, o escritório EKAR começou a pesquisar o contexto do projeto para entender como a arquitetura seria configurada.

“Nakhonpathom é a província agrícola conhecida como a ‘cozinha nacional’ onde carne de porco, frango e arroz no mercado são exportados, então pesquisamos e encontramos muitos personagens arquitetônicos interessantes remanescentes do passado até os dias atuais, como por exemplo ‘o telhado’.” – EKAR

 

 

dog human house ekar Easy Resize com

dog human house ekar Easy Resize com

dog human house ekar Easy Resize com

 

Para o escritório, a palavra ‘Contexto’ não é usada apenas para o edifício próximo, árvores existentes, clima, geologia ou qualquer uma das coisas físicas que percebemos por meio de nossos sentidos, mas também inclui a coisa abstrata, o relacionamento que os usuários desenvolvem com seu meio, entre si e seus animais. Encontraram, relativamente entre cães, humanos e arquitetura, uma coisa simples chamada ‘Escala’.

‘Escala’ é a diferença mais significativa percebida por cães e humanos. Sempre que queremos nos comunicar com o cão, precisamos nos curvar um pouco para nos aproximarmos para torná-lo mais confiante e diminuir a distância entre o cão e o ser humano, física e mentalmente. Assim, a residência projetada usando o caráter do edifício agrícola local, que tem um design de telhado baixo para combinar com a escala de frango e porco, mas usamos o elemento do telhado para lembrar as pessoas da existência de outras vidas. O telhado indica onde as pessoas podem andar, onde não podem, onde podem ver, onde podem sentar, onde os cachorros podem correr, onde os cachorros podem deitar, ou mesmo onde as árvores podem crescer.

 

 

dog human house ekar Easy Resize com

dog human house ekar Easy Resize com

dog human house ekar Easy Resize com

dog human house ekar Easy Resize com

 

 

A base da coluna é projetada para se ajustar à forma do cão quando ele dorme e para ser usada de maneira funcional para facilitar a limpeza. Os degraus da piscina também são projetados para atender não apenas à escala humana, mas também para o cão subir da piscina adequadamente. O telhado é projetado sem a calha do telhado para deixar a água tocar o solo diretamente. Todos os projetos visam incentivar a convivência, aproximá-los, fazê-los crescer juntos e tornar os humanos mais respeitosos com as outras vidas na Terra.

 

dog human house ekar Easy Resize com

dog human house ekar Easy Resize com

dog human house ekar Easy Resize com

 

dog human house ekar Easy Resize com

 

 

 

 

dog human house ekar Easy Resize com

Imagens: Rungkit Charoenwat