IED Rio abre as portas de sua nova sede, na Casa D’Italia

Nova sede IED Rio Foto Luiza Schreier

Com obras de revitalização que revelaram um pé direito de 7,5m na sala principal, o IED Rio agora ocupa o segundo andar do icônico edifício dos anos 1930.

 

Com obras de revitalização que revelaram um pé direito de 7,5m na sala principal, o IED Rio agora ocupa o segundo andar do icônico edifício dos anos 1930. Com laboratórios de informática, de moda, e de protótipo, uma ampla sala multidisciplinar, uma biblioteca e um lounge de convivência, a escola internacional de design inicia seus cursos em 2022. Já estão abertas as matrículas para os 16 cursos em várias áreas, e com durações variadas – programas One Year, Pós-Graduação e Extensão. As aulas serão presenciais, com algumas disciplinas online.

Com perto de 700 metros quadrados de área, a nova sede do IED abriga vários laboratórios – de informática MAC e PCs, de moda, e de protótipo – além de uma sala multidisciplinar com pé-direito de 7,5m, uma biblioteca e um lounge de convivência.

 

Nova sede IED Rio Foto Luiza Schreier

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Nova sede IED Rio Foto Luiza Schreier

 

O projeto arquitetônico da nova sede ficou a cargo da italiana Carlotta Pinna e Francisco Viniegra, que cuidou do gerenciamento, e já havia trabalhado na antiga sede na Urca. O design de interiores tem projeto do Escritório UHMA, e mobiliário exclusivo do Studio Pedro Leal, criado por Pedro Leal e Marcos Carvalho, que estudaram no IED. A sinalização é feita com grafites de Rafo Castro, professor do IED, e Bruno Bogossian pintou o mural na grande sala, com o pé direito equivalente a dois andares. A criação do Lighting Design é de Diana Joels, coordenadora deste curso no programa One Year de Design de Interiores.

 

“A primeira etapa foi cumprida. Ver o orgulho e a satisfação no olhar de cada docente e membro da equipe do IED ao entrar no novo espaço foi uma recompensa por todo o esforço realizado em conjunto, ao longo desses últimos meses”, diz. “Conseguimos devolver para a cidade uma nova sede à altura da história que tivemos na Urca. Estamos renovados para receber estudantes de todo o Brasil e do mundo!” – Gianfranco Pisaneschi, diretor do IED Brasil.

 

Nova sede IED Rio Foto Luiza Schreier

Nova sede IED Rio Foto Luiza Schreier

Nova sede IED Rio Foto Luiza Schreier

 

O IED Rio poderá usar ainda outros espaços na Casa D’Italia, como seu amplo teatro e o terraço, com a espetacular vista para a Baía da Guanabara, o Pão de Açúcar, o Corcovado, Outeiro e Marina da Glória. O local já foi palco de desfiles das coleções criadas pelos alunos do IED, em seus trabalhos finais do curso Design de Moda.

 

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Fonte: IED Brasil e CWeA
Imagens: Luiza Schreier.

Coleção “Breton Brasil Tropical” é apresentada ao público

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A brasilidade vem impressa nos móveis clássicos revisitados sob o olhar do design nacional e inspirados na história da arte brasileira.

 

Na sexta-feira, 1 de abril, Anette e Marcel Rivkind receberam seus convidados para o coquetel de lançamento da coleção Breton Brasil Tropical, na loja da Al. Gabriel Monteiro da Silva.  Aos 54 anos de existência, a empresa familiar segue fazendo história na decoração e em âmbito nacional no segmento de móveis e objetos de luxo. Intitulada como Breton Brasil Tropical, a marca garante que irá surpreender com a brasilidade presente nos materiais, cores e contorno dos produtos inspirados na história da arte brasileira.

O seleto time de profissionais continua sendo primordial para a Breton e este ano apresenta novos nomes que assinam a coleção: Fabiana Queiroga, Linda Martins, Choque Design e Diego Revollo.  Luisa Moysés, Victor Vasconcelos, Melina Romano, Karol Suguikawa, Edu Bortolai, Bruno Simões, Ále Alvarenga e Fetiche Design, são os grandes nomes da moda e design de mobiliário que foram convidados para repetirem o sucesso da parceria em 2021.

 

“Nossa coleção flui entre a tropicalidade brasileira, que traz dos tons quentes aos tons pastel, a união dos materiais artesanais trançados por mãos experientes e habilidosas que só nossos artesãos sabem executar” – André Rivkind, CEO da Breton.

 

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Buffet Jazz, por Eduardo Bortolai.

 

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Carrinho Selfie, por Karol Suguikawa.

 

Os acabamentos fundidos no maquinário de primeira geração, imprimem móveis que resistem por décadas e se tornam verdadeiras joias de família”, explica Daniel Pegoraro, diretor de Produto, Estilo e Imagem da Breton. Diferente dos anos anteriores, a marca optou por dividir a apresentação dos lançamentos em duas oportunidades, no primeiro e segundo semestre, de maneira que o público sempre encontre novidades nas lojas.

Materiais como palha, ouro velho, ônix e latão, madeira carbonizada, assim como novas lâminas naturais e cores para acabamentos de corda náutica seguem no portfólio da marca. “O lançamento anual é a oportunidade que temos de sempre mostrar nosso conceito família que se renova a cada ano, de acordo com os movimentos que surgem no mundo, seja no âmbito da arte, do design, do meio ambiente, através da atualização de nosso showroom, podendo apresentar o melhor do lifestyle que queremos para nossos clientes. Assim, podemos sempre entregar novidades, sendo uma honra para a marca dar oportunidade e ditar novas formas de morar aos brasileiros”, finaliza Pegoraro.

 

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Anette Rivkind Thiago Mansur e Giselle Rivkind.

 

Marcelo Faissal Easy Resize com
Marcelo Faissal.

 

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Artur Ferreira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagens: Iara Morselli e Divulgação

Porte realiza bazar beneficente com peças de seus apartamentos decorados

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São mais de 1000 peças selecionadas que terão de 50% a 70% de desconto. O evento acontece no final de semana e terá parte das vendas destinadas a Instituições de caridade.

 

A Porte Engenharia e Urbanismo, reconhecida por liderar o desenvolvimento humano por meio da transformação urbana na região Leste de São Paulo, realizará nos próximos dias 02 e 03 de abril (sábado e domingo), das 10h às 20h, o bazar beneficente com peças de seus apartamentos decorados para a venda. São mais de 1000 itens selecionados com 50% a 70% de desconto, pensados para o melhor aproveitamento do espaço e para criar um ambiente aconchegante, repletos de detalhes que trazem modernidade e inovação. Parte da renda será destinadas para as instituições Cenha, Casa dos Velhinhos Dona Adelaide, e Instituto Sementinha.

O bazar acontecerá na Rua Antônio Alves Barril, 177 — Anália Franco, a entrada é gratuita e o ingresso pode ser adquirido pelo site da sympla.

“Nosso objetivo com o bazar é, antes de tudo, termos uma oportunidade de contribuição social. Ajudar instituições que precisam e ainda permitir que os nossos clientes e o público em geral comprem peças selecionadas e assinadas por designers a um preço mais acessível. São diversos itens, desde um eletrodoméstico até móveis e objetos que fizeram parte de nossas Mostras de apartamentos decorados. A Porte sempre esteve empenhada no desenvolvimento da região leste da capital e acredita que eventos e ações beneficentes são oportunidades para as pessoas praticarem a solidariedade.” – Rosangela Melro, gerente de Marketing e Relacionamento da Porte Engenharia e Urbanismo.

 

Serviço

Evento: Bazar dos Decorados da Porte
Local: Rua Antônio Alves Barril, 177 — Anália Franco
Dia: 02 e 03/04 (sábado e domingo)
Horário: das 10h às 20h

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: TARGET
Imagem: Divulgação Porte

Gree Electric Appliances e a Escola SENAI Oscar Rodrigues Alves apresentam novo laboratório de Climatização em São Paulo

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O laboratório conta com modernas tecnologias oferecidas pela Gree para a capacitação dos instaladores credenciados, clientes corporativos da GREE e para os alunos dos cursos desenvolvidos pelo SENAI-SP, como da Formação Inicial e Continuada, Aprendizagem Industrial, Curso técnico e Pós-graduação.

 

A Gree Electric Appliances, maior fabricante de ar-condicionado do mundo, em parceria com a Escola SENAI Oscar Rodrigues Alves, em São Paulo, referência nacional na formação profissional em refrigeração e Climatização, apresentaram o laboratório de climatização com equipamentos de alta tecnologia para a capacitação dos instaladores credenciados, clientes corporativos da GREE e para os alunos dos cursos desenvolvidos na Escola, como da Formação Inicial e Continuada, Aprendizagem Industrial, Curso técnico e Pós-graduação. O espaço educacional conta com 96 equipamentos, fornecidos pela Gree, que irão intensificar o aprendizado técnico dos alunos com produtos avançados e tecnológicos.

Durante o curso os alunos terão acesso a uma diversidade de aparelhos como Split Eco Garden Inverter, Evaporador piso teto, Condensador VRF e painéis solares fotovoltaicos. Esses equipamentos irão proporcionar um aprofundamento na aprendizagem, além de uma experiência única aos alunos, nos mais variados cursos que serão oferecidos pela GREE e pelo SENAI-SP.

 

“Nós da Gree temos um forte comprometimento com a qualidade do produto, satisfação do cliente e também pela capacitação de profissionais. Para oferecer uma solução completa é necessário, além dos equipamentos de climatização com tecnologia de ponta, um profissional qualificado que garanta um maior desempenho e durabilidade do produto. Através de cursos técnicos, como o do SENAI, é possível oferecer ao consumidor qualidade e excelência em todas as etapas” – Alex Chen, diretor comercial da GREE Brasil.

 

O mercado de climatização passa por constantes mudanças e atualizações tecnológicas, por isso a capacitação de profissionais com materiais e equipamentos de qualidade se torna ainda mais essencial para os profissionais que estão ingressando no mercado de trabalho. este ano, a Escola SENAI Oscar Rodrigues Alves tem a previsão de formar cerca de 5 mil alunos nessa área de atuação, nos diversos cursos desenvolvidos na Escola.

 

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Fonte: Gree
Imagem: Divulgação

Biblioteca Warak Kayu – acesso à aprendizagem

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Localizada em Semarang, na Indonésia, o projeto é assinado pelo escritório Shau que propôs uma arquitetura que estimulasse o aprendizado através da sustentabilidade.

 

A microbiblioteca Warak Kayu, assinada pelo escritório de arquitetura Shau, impressiona pela grande escadaria, o piso de rede e um grande balanço comunitário. Localizada em em Semarang, na Indonésia, ela é uma sala de leitura pública para a cidade de Java Central, mas também funciona como um mini centro comunitário.

Este é o quinto projeto de “microbiblioteca” que o escritório constrói na Indonésia. O objetivo é melhorar o acesso à aprendizagem para aqueles que vivem nas comunidades mais pobres do país.

 

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O escritório de arquitetura adicionou deliberadamente alguns detalhes lúdicos, para que a biblioteca envolvesse crianças e famílias. Mas a maioria de suas características incomuns também serve a algum tipo de função. Por exemplo, o piso de rede cria um ambiente confortável para as crianças se sentarem e lerem um livro, enquanto os pais podem observá-las de baixo. Ja a escada gigante cria uma área de estar em estilo auditório para assistir a apresentações ou filmes.

“É importante ter essa abordagem multi programática para tornar a biblioteca um lugar popular, pois a leitura por si só ainda não é considerada uma atividade divertida no país” – Florian Heinzelmann e Daliana Suryawinata, Shau.

 

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Toda a estrutura do edifício é construída a partir de uma variedade de madeiras certificadas pelo FSC, incluindo bangkirai, uma madeira tropical de origem local. O sistema estrutural é altamente decorativo, embora seja em grande parte feito de sobras. Um telhado suspenso, que oferece sombreamento passivo, é apoiado em vigas cruzadas, assim como a placa do piso abaixo.

Graças a estes vários elementos, o edifício não necessita de ar condicionado, apesar do clima tropical. O edifício pode ser visto como um local educacional vivo para materiais de madeira e técnicas de construção.

 

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Imagens: KIE

 

 

Estudantes criam estufa solar que produz alimentos e energia

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A estufa solar busca ser um modelo para novas formas de adaptação à vida moderna.

 

Um protótipo de estufa solar foi criado por alunos do Instituto de Arquitetura Avançada da Catalunha (IAAC) em Barcelona, na Espanha. O projeto consiste em uma construção propícia para produzir alimentos ao mesmo tempo em que gera energia solar. Instalado no parque natural Serra de Collserola, nos arredores de Barcelona, a estufa é resultado de uma busca por modelos para o enfrentamento de crises alimentares e energéticas e de novas formas de adaptação à vida moderna.

Além dos estudantes, o projeto foi realizado por profissionais e especialistas que integram o programa de Mestrado em Edifícios Ecológicos Avançados e Biocidades (MAEBB). O objetivo era projetar e construir um sistema que pudesse ser replicado em áreas rurais e urbanas em qualquer lugar do mundo

“É uma estufa avançada que utiliza energia solar, materiais sustentáveis e tecnologia de cultivo avançada que pode ser implantada no campo ou em telhados urbanos, contribuindo efetivamente para a autossuficiência alimentar”, afirmam os idealizadores da iniciativa. Muito se fala sobre o grande impacto atual da produção, processamento e distribuição de alimentos. Com a estufa solar, a ideia foi justamente pensar em um formato agrícola mais eficiente, no caso aplicando técnicas mais ecológicas e de cultivo “zero quilômetro”.

Na filosofia “zero quilômetro”, a água, o substrato e os materiais de construção são obtidos do entorno, permitindo que os alimentos sejam ali cultivados e saiam diretamente da produção para o consumo – sem a necessidade de uma cadeia de suprimentos.

 

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Estrutura

A estrutura da estufa foi construída com madeira de pinho, que foi extraída de forma sustentável, coletada e processada. A cobertura foi criada com vidro em forma de “diamante”. Isso permite a captação completa da luz solar, que entra diretamente nos painéis solares e permite que as plantas cultivadas no interior recebam luz direta. Persianas de vidro também fornecem luz e ventilação necessária.

O layout é composto por dois andares. No piso térreo está localizada a área de germinação, enquanto no piso superior está o cultivo, de fato. Já dentro da estufa solar há um sistema de fornecimento de nutrientes realizado por meio de tubulações que alimentam as plantas. Além disso, uma matriz de fitas de LED facilita os ciclos de crescimento. Sem uso de solo, as plantas crescem com técnicas hidropônicas avançadas.

 

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Fonte: Ciclovivo
Imagens: Adrià Goula

 

SP terá 1ª ciclovia de longa distância em rodovia no Brasil

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Com 57 quilômetros de extensão, ciclovia ligará a capital paulista a Itupeva.

 

O governo do estado de São Paulo anunciou na última quinta-feira (10) o projeto da primeira ciclovia de longa distância em rodovia no Brasil, a Ciclovia dos Bandeirantes, na Rodovia dos Bandeirantes. Localizada entre São Paulo e Itupeva, a nova ciclovia ligará a capital paulista ao recém-lançado Distrito Turístico Serra Azul, em Itupeva, com aproximadamente 57 quilômetros de extensão.

“São Paulo vai ganhar a maior e mais completa ciclovia do Brasil, com a geração de mil empregos diretos durante a sua implantação. Uma grande opção para o esporte, para o lazer e para a mobilidade” – João Doria, governador.

O objetivo da iniciativa é melhorar a mobilidade entre a Região Metropolitana de São Paulo, Região Metropolitana de Jundiaí e demais municípios às margens das rodovias Bandeirantes e Anhanguera, permitindo a utilização – com melhores condições de segurança – da bicicleta em deslocamentos de trabalho, esporte, lazer e turismo.

Neste trecho da SP-348, o projeto funcional prevê a construção de uma ciclovia totalmente segregada da rodovia – entre os quilômetros 13+800 e 71 da Rodovia dos Bandeirantes (Shopping SerrAzul), em trechos do canteiro central e do gramado lateral.

 

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As intervenções incluem novos elementos de segurança, acesso controlado de entrada e saída, pontos de apoio, barreiras rígidas e novas sinalizações, horizontal e vertical. O valor estimado apresentado pelo projeto funcional chega a R$ 219 milhões.

O projeto prevê ainda a instalação de seis passarelas para transposição na rodovia – que permitirão que o ciclista possa acessar a ciclovia sem a necessidade de atravessar a rodovia. Também serão viabilizados sete pontos de apoio, com acesso aos postos de serviços, e a nova sinalização de alerta aos usuários. A execução das obras da nova ciclovia ficará a cargo da concessionária CCR AutoBan, integrante do Programa de Concessões Rodoviárias, sob regulação da ARTESP – Agência de Transporte do Estado de São Paulo.

 

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Em parceria com o Grupo CCR, o Estado de São Paulo está desenvolvendo o projeto Ciclo Rotas SP CCR, que consiste na identificação e realização de investimentos em rotas alternativas em vias de baixo movimento, volume de tráfego e menor velocidade permitida.

A ideia é oferecer opções mais seguras para a prática de ciclismo, com implantação de sinalização específica, melhorias no pavimento, conservação do entorno, entre outras medidas.

Cerca de 100 quilômetros de Ciclorrotas já foram entregues nas regiões de Holambra, Jundiaí, Louveira, Vinhedo e Itatiba. Até o final do primeiro semestre, o governo promete 300 quilômetros de vias para ciclismo no Estado de São Paulo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Ciclovivo
Imagens: Divulgação

 

ETEL e galeria Almeida & Dale apresentam a exposição “Afinidades Eletivas” de Claudia Moreira Salles na Casa Zalszupin

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 A exposição é marcada pelo diálogo entre obras de arte e design de peças que marcaram a parceria entre ETEL e Claudia nos últimos 30 anos, além de duas criações inéditas da designer.

 

A exposição “Afinidades Eletivas”, de Claudia Moreira Salles abre de 04 de abril a 21 de maio na Casa Zalszupin em São Paulo, espaço cultural administrado pela ETEL e galeria Almeida & Dale. Serão apresentadas cerca de vinte peças que marcaram a longa parceria entre ETEL e Claudia, que datam desde os inícios dos anos 1990 até hoje, e que dialogam com obras de arte intermediadas pela galeria Almeida & Dale e curadas pela própria Claudia, provenientes de movimentos artísticos variados, mas que se relacionam com sua obra na mescla de rigor técnico, elegância e delicadeza, características estas que estão presentes no DNA das criações da designer.

Afinidades Eletivas”, tem seu nome inspirado em uma obra do escritor alemão Johann Wolfgang Von Goethe, um romance que trata de vontades e escolhas, mas principalmente sobre “as naturezas que ao se reunirem, rapidamente se prendem e se identificam”. Os móveis, objetos, e luminárias escolhidos, manifestam as afinidades entre seus diferentes materiais, com texturas, cores, formas e temperaturas, unidos em harmonia e função.

Dentre as peças de Claudia, estão o Carrinho de Chá, Banco Jangada, Banco Iracema, Mesa Cubo Livre, as Luminárias Excêntrica e Concêntrica, entre outros.

Já o Banco Medeiros parte de uma composição de planos verticais e horizontais com sua ortogonalidade quebrada pelo ângulo do assento. O banco possui uma presença arquitetônica e os materiais, pedra rústica e pinho de Riga, justapõem cores e texturas opostos. O uso do pé central, o balanço do tampo até o limite do possível e o uso da madeira e do concreto são elementos que definem ambas as criações.

“A arte sempre foi uma fonte de inspiração para mim. A concisão e clareza de ideias, a simplicidade e quietude trazida por formas e composições, a coerência e a mágica entre forma e matéria, são experiências que compartilho com certas obras e que guiam meu desenho. A casa que Jorge Zalszupin, por quem tenho imensa admiração, projetou e morou durante anos, transmite esses valores e se torna um catalisador para esse convívio da arte e design” – Claudia Moreira Salles.

 

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MESARE

 

Dentre as obras de arte intermediadas pela galeria Almeida & Dale estarão expostos nomes como Willys de Castro, Lygia Pape, Geraldo de Barros e Waldemar Cordeiro cuja geometria tem uma ligação óbvia com os móveis e objetos, e também obras de José Leonilson Bezerra Dias, Alberto da Veiga Guignard e Lasar Segall que segundo Claudia, a emocionam por sua beleza forte e delicada.

Além disso, no andar de cima da casa, ao lado do estúdio do mestre Zalszupin, será mostrado o projeto da exposição como foi desenvolvido por Claudia no estúdio e uma série de painéis com os croquis das peças expostas, inspirações, amostras de materiais para mostrar que design é um processo, uma série de reflexões e idas e vindas até chegar ao produto final.

 

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Serviço

“Afinidades Eletivas” de Claudia Moreira Salles

  • Abertura para público: 04 de abril a 21 de maio
  • Horário de visitação: Segunda a Sexta 10h às 17h. Sábados das 10h às 14h*
  • *Obs.: visitas mediante agendamento no site: SITE
  • **Grupos, mediante agendamento via e-mail com no mínimo 15 dias de antecedência: EMAIL
    Telefone: (11) 3064-1266

 

 

 

 

 

Imagens: Divulgação

Museu do Pontal – Referência em arte popular Brasileira

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Museu do Pontal é indicado ao Prêmio Mies Crown Hall Americas (MCHAP) 2022, voltado para a excelência de obras de arquitetura nas Américas.

 

A nova sede do Museu do Pontal, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, projetada pelo escritório mineiro Arquitetos Associados, foi indicada ao prestigioso Prêmio Mies Crown Hall Americas (MCHAP) 2022, promovido pelo Illinois Institute of Technology, em Chicago. Inaugurado em outubro de 2021, o Museu já recebeu a visita de 17 mil pessoas.

Criado em 2012, o prêmio é bienal, e reconhece a excelência de obras de arquitetura construídas nas Américas. São fatores importantes para a indicação ao prêmio o impacto da construção no meio físico e nas comunidades, esua capacidade de melhorar os lugares onde vivemos.

Os diretores do Museu do Pontal, Lucas Van de Beuque e Angela Mascelani, afirmam que “ser indicado é um reconhecimento de esforço de muitos para fazer da nova sede do Museu do Pontal não só uma referência internacional no campo dos museus de arte, mas principalmente local, buscando ser uma praça democrática aberta a todas as pessoas e com fortes preocupações relativas à sustentabilidade ambiental”.

Já receberam o Prêmio Mies Crown Hall Americas (MCHAP) na categoria principal as seguintes construções: Edificio E, Universidad de Piura, no Peru, do escritório Barclay & Crousse Architecture (2018); Grace Farms, em New Canaan, Connecticut, EUA (2016); e 1111 Lincoln Road, em Miami Beach, Flórida, EUA, do escritório Herzog & de Meuron (2014).

 

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MUSEU DO PONTAL

Criado em 1976, com quase dez mil obras, de 300 artistas, o Museu do Pontal é referência em arte popular brasileira, com o maior acervo do gênero,e de relevância reconhecida pela Unesco. Após funcionar por mais de três décadas em um antigo casarão localizado no Recreio dos Bandeirantes, em meio a uma geografia notável e uma exuberante paisagem natural, desde 2010, o Museu sofria com inundações recorrentes em função da construção em seus arredores de um grande condomínio vertical para os Jogos Olímpicos do Rio. As obras urbanísticas modificaram a paisagem natural e aterraram o delicado sistema de canais de drenagem da região, elevando o nível do novo sistema viário e das construções vizinhas a 1,5 metro acima do nível do Museu. Após anos lutando para proteger seu precioso acervo do risco iminente, o Museu do Pontal obteve da Prefeitura a cessão de um novo terreno na Barra da Tijuca, e parte dos recursos para a construção de uma nova sede, cujo projeto foi confiado ao escritório mineiro Arquitetos Associados.

A nova sede do Museu do Pontal, mais perto do Centro do Rio 20 quilômetros em relação à sede histórica, tem 2.600 metros quadrados de área construída. O edifício foi projetado dentro do conceito de sustentabilidade, e está assentado sobre um terreno de 14 mil metros quadrados, consolidado e livre de inundações, dando segurança ao raro e singular acervo do Museu do Pontal.

estudo do caminho do sol ao longo do ano e do regime de ventos, o prédio de linhas retas, simples e elegante, tem um pé direito de oito metros, janelas com quebra-sol (brise-soleil) e ventilações cruzadas, que garantem que apenas 30% do prédio precise do uso de ar-condicionado, contribuindo também para a redução da emissão de gases poluentes. O projeto buscou ainda o máximo possível de iluminação natural, e o reuso da águade chuva para os jardins e a coleta seletiva de todo o lixo.

O terreno abrange 10 mil metros quadrados de área verde, com projeto paisagístico a cargo do Escritório Burle Marx, com dezenas de milhares de mudas de 73 espécies nativas brasileiras, de árvores frutíferas e vegetação tropical às paisagens da caatinga. A natureza é fundamental para contextualizar o acervo do Museu do Pontal, e várias espécies foram cuidadosamente transplantadas da sede histórica para a nova. Esta área verde contribuirá expressivamente para a purificação e umidade do ar da região, capturando CO2 e devolvendo oxigênio para a atmosfera. Do Museu, avista-se parte do conjunto de montanhas conhecido como Gigante Adormecido, que vai da Pedra da Gávea ao Pão de Açúcar.

 

FOLHA EM BRANCO – NOVO ENTRELAÇAMENTO DE PAISAGENS

Ao contrário da sede original, que consistia em uma síntese entre um paisagismo notável e edifícios austeros definidos por uma escala não monumental, com um sentido de respeito e cuidado à poderosa delicadeza do acervo, o novo terreno apresentava-se como uma folha em branco: geometria regular, topografia plana, ausência de vegetação significativa, vistas próximas abertas, e longas vistas mais altas que poderiam ser interessantes para espaços coletivos. Portanto, a construção de um novo Museu exigia simultaneamente a construção do lugar, ou um novo entrelaçamento de paisagens, reinventadas em suas várias escalas. Tanto o paisagismo quanto a arquitetura foram concebidos como um elemento vivo que se transformará e crescerá no tempo.

Essa interação entre arquitetura e paisagem foi reinterpretada por meio do controle da escala do novo edifício e de um estudo cuidadoso da seqüência de espaços internos que alterna salas, pátios e jardins. Uma arquitetura materialmente simples e direta reforça a delicadeza da coleção, evitando, por outro lado, sua dissolução em meio ao entorno suburbano pulverizado. As fachadas do edifício são fragmentadas, alternando jardins que melhoram a ambiência dos espaços interiores e definem intervalos ao longo das narrativas expositivas como vislumbres do mundo exterior. A escassa paleta de materiais – concreto, madeira, vidro, calçada portuguesa e vegetação – reforça a sensação de intimidade numa grande diversidade de espaços em termos de proporção, luz, altura, introspecção e abertura.

Uma lógica construtiva modular articula paredes de concreto, vigas de aço e fechamentos leves compondo um sistema ambiental que permite adaptar facilmente o edifício às novas demandas. Estes elementos, organizados numa malha de 9x9m, criam uma alternância controlada entre espaços interiores e jardins exteriores, espaços de pé-direito simples e pé-direito duplo, zonas de serviço e servidas. Conceber o edifício como um sistema e não como um objeto amplia as possibilidades de uso dos espaços, as margens de liberdade de seus usuários e, conseqüentemente, sua vida útil. Essa forma de raciocínio também permite que a construção seja modulada no tempo, em etapas que acompanham o desenvolvimento da própria instituição. O edifício agora aberto ao público é apenas o primeiro estágio de uma estrutura viva e de uma paisagem em mudança.

 

FLEXIBILIDADE E CRESCIMENTO

Flexibilidade e crescimento são conceitos fundamentais para permitir uma operação econômica em um museu privado. Os espaços de pé direito alto nas áreas técnicas permitirão o crescimento futuro das áreas de armazenamento e depósito de arte de forma simples e econômica por meio da inserção de mezaninos de aço, recurso que pode ser estendido às demais áreas do Museu. Na fase de projeto, a decisão de manter o ar condicionado natural para os espaços de acervo e exposição, como na antiga sede, orientou uma estrutura de pé direito alto com ventilação natural que proporciona espaços muito confortáveis ​​com baixíssima demanda de energia – cerca de 5% do valor médio gasto por outros museus de porte similar construídos recentemente no Rio de Janeiro.

Dada a afluência de público desde sua inauguração, estima-se que apenas em seus  primeiros meses de funcionamento o Museu já alcance o pico de visitantes correspondente a um ano de visitação no antigo local. Essa intensa presença de pessoas mudou positivamente o local, caracterizado por uma densidade muito baixa e uma ocupação predominantemente residencial. As intensas atividades nos fins de semana estão transformando o complexo em um novo destino cultural na cidade do Rio de Janeiro. Em vários momentos o Museu do Pontal se valeu financiamentos coletivos, o que contribui para a construção de uma relação afetiva entre o público e esse novo local, que está em permanente construção. Este Museu, em seu entrelaçamento entre arquitetura e paisagem, homenageia as palavras de Roberto Burle Marx: “O tempo completa as ideias”.

Arquitetos Associados é um estúdio colaborativo dedicado à arquitetura e urbanismo sediado em Belo Horizonte, Minas, no Brasil. O escritório trata cada projeto como um trabalho específico para o qual uma organização de trabalho própria é definida, o que permite a formação de equipes de projeto variada, incluindo a participação eventual de colaboradores externos. Esse modus operandi dinâmico amplia a qualidade de resposta aos problemas específicos de cada projeto, e dilui a questão autoral, permitindo a transformação permanente e a redefinição do grupo a cada trabalho, o que contribui para seu aprimoramento conceitual. O trabalho de cada um dos sócios toma a tradição da arquitetura moderna brasileira como ponto de partida. Com sutis diferenças de abordagens, procuram repensar alguns de seus principais conceitos a fim de buscar respostas adequadas e inovadoras para os problemas contemporâneos da arquitetura e das cidades brasileiras.

 

 

 

 

Fonte: CWeA Comunicação
Imagem: Divulgação Museu do Pontal