Atlas Schindler lança plataforma de planejamento de elevadores

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Schindler Plan & Design facilita o planejamento online do elevador ideal para cada empreendimento.

 

A Atlas Schindler, líder nacional em transporte vertical, traz para o mercado brasileiro a plataforma Schindler Plan & Design que permite aos arquitetos e projetistas encontrarem de forma simples e rápida o elevador ideal para cada empreendimento. A ferramenta online facilita a especificação nas fases iniciais do ciclo de vida do projeto do edifício, fornece recomendações e um layout personalizado do produto. Basta informar os dados do projeto solicitados para receber especificações do produto e desenhos detalhados.

“O perfeito funcionamento de um edifício passa pelo planejamento e pela escolha do elevador ideal, com dimensionamento e velocidade adequados, capacidade das cabinas, escolha do modelo das portas, atenção às normas vigentes e garantias de acessibilidade, por exemplo. Com o Plan & Design, os profissionais terão acesso às melhores opções de equipamentos de acordo com os dados do projeto” –  Andreia Nolasco Gerente Executiva de Gestão de Vendas de Novas Instalações da Atlas Schindler.

Os dados informados podem ser armazenados na nuvem e compartilhados com os especialistas da companhia, que prestarão informações e a assistência necessária. A solução também pode ser integrada aos padrões de Modelagem da Informação da Construção (BIM).

Mais informações ACESSE

 https://www.schindler.com.br/pt/campanha/plan-e-design.html

 

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Sobre a Atlas Schindler:

A Elevadores Atlas Schindler Ltda, líder nacional em transporte vertical, está há 104 anos presente no país. A companhia é integrante do Grupo suíço Schindler, uma empresa com 148 anos e atuação em todos os continentes. No Brasil, além da fábrica em Londrina, possui uma planta em São Paulo destinada à produção de peças e componentes. Com cerca de 5.300 mil funcionários e 150 postos de atendimento em todo Brasil, a empresa fabrica elevadores, escadas e esteiras rolantes e oferece também serviços de manutenção e modernização para esses equipamentos.

Para saber mais sobre a Atlas Schindler no Brasil, acesse o site e as redes sociais da empresa:

www.schindler.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/AtlasSchindler/
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCixIIMcNuFxz0irbQZl2-Kg/featured
LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/elevadores-atlas-schindler/
Instagram: https://www.instagram.com/atlas.schindler/

 

Sobre o Grupo Schindler:

Fundado na Suíça em 1874, o Grupo Schindler é um dos principais fornecedores mundiais de elevadores, escadas rolantes e serviços relacionados. Inovadores e ambientalmente responsáveis, seus sistemas de acesso e gestão de tráfego dão uma importante contribuição para a mobilidade em centros urbanos.

Em 2021, o faturamento do Grupo Schindler foi de mais de CHF 11.236 milhões. As soluções de mobilidade da Schindler movimentam mais de 1,5 bilhão de pessoas, todos os dias, em todo o mundo. Por trás do sucesso da empresa estão mais de 69.000 funcionários em mais de 100 países.

 

INAUGURAÇÃO: Feira na Rosenbaum!

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FEIRA NA ROSENBAUM inaugura a primeira loja física e celebra 10 anos de história com a exposição HABITAT.

 

A Feira na Rosenbaum, plataforma criativa que realiza um dos maiores eventos de promoção ao design independente, artesanato contemporâneo e arte brasileira, inaugura sua primeira loja física e comemora os 10 anos de sucesso da iniciativa.

Idealizada pela curadora de arte e design Cris Rosenbaum, o showroom da Feira na Rosenbaum abrirá as portas no dia 17 de fevereiro, na rua Mateus Grou, em Pinheiros, endereço paulista que reúne marcas de design e moda, alinhadas a valores de inclusão e sustentabilidade.

 

“Um projeto e lançamento que celebram, além dos 10 anos da feira, uma nova geração de artistas, designers e artesãos que traçam novas coordenadas estéticas e que olham para a brasilidade, para nossa identidade e para nossa história. Após dois anos desafiadores, a coragem e a força para encampar a primeira loja física da Feira se dá para apresentar quem esteve com a gente por este tempo. Estamos muito felizes em concretizar esse novo passo da Feira na Rosenbaum” – Cris Rosenbaum.

 

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Com um espaço de 135 metros quadrados, a loja possui projeto arquitetônico assinado pela Rosenbaum Arquitetura e Design, escritório com direção de Marcelo Rosenbaum e Adriana Banguela, dupla criativa que sempre caminhou junto aos projetos realizados ao longo da trajetória da Feira na Rosenbaum. De forma plural e diversa, foram selecionados trabalhos autorais assinados por mais de 70 criativos, entre artistas, designers e artesãos brasileiros, de diversos estados e regiões.

Dividida em três ambientes, a loja abrigará um café que servirá os sabores da gastronomia brasileira, com bolos de laranja e fubá, além de um empório com quitutes e delícias de pequenos produtores nacionais, como queijos da Serra da Canastra, cafés diferenciados de várias regiões do país e o clássico pão de queijo da marca Pão Di Queijo da Mineira.

Logo após a experiência gourmet, encontraremos uma área exclusiva dedicada ao corpo e ao bem-estar, com cosméticos artesanais, roupas e acessórios sustentáveis. Na sequência, foi criado um espaço dedicado à casa, com grande variedade em cerâmicas, porcelanas, madeiras, têxteis e mobiliário, produzidos por vários artistas, como o pernambucano Mano de Baé, Zizi Carderari do Estúdio Avelós, Alva Design, Greghi Design, Paola Muller e Toko Design Utilitário, entre outras opções escolhidas a dedo.

A parte superior da loja será um espaço cultural aberto para exposições e outras experiências. Para a primeira intervenção, foi escolhida a instalação “HABITAT” com as obras dos criativos Lucas Neves da Arbol-Arts e Guilherme Sass da Casa na Árvore. Em caráter gratuito, a exposição “Habitat” terá início na data da inauguração da loja, em 17 de fevereiro, e permanecerá até o dia 17 de março, em calendário e horários comerciais, de segunda a sábado, das 10h às 19h.

 

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SOBRE A EXPOSIÇÃO HABITAT

“Enquanto seguimos em um ritmo acelerado, continuamos a perder o contato com a natureza que um dia esteve ao nosso redor. Na “Habitat” de Lucas Neves e Guilherme Sass somos convidados a retomar esse contato por meio da transformação de madeiras esquecidas e descartadas em móveis, esculturas e objetos que invocam suas origens, expondo a flora que um dia compuseram e nos lembrando que em tudo existe uma origem. Reestabelecer essa conexão é cada dia mais importante, enquanto vemos o mundo clamar por nossa ajuda para resistir. Nessa instalação, não encontramos apenas uma reaproximação do material com seu habitat natural, como também vemos um trabalho sustentável, dando vida nova ao que ignoramos de forma consciente e com um olhar acolhedor ao que é local. Mostrando a responsabilidade e a força que tem ganhado destaque no design autoral.” – EXPOSIÇÃO HABITAT

 

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OS ARTISTAS DA EXPOSIÇÃO

LUCAS L NEVES

Nascido em Belém do Pará, o campo da criação sempre teve grande importância em sua vida. Formado em Arquitetura e Urbanismo, trabalhou em diversas áreas da arquitetura até encontrar seu caminho profissional, que tangencia arte, arquitetura e design. Hoje, com sua marca Arbol-arts, tem como principal foco, o desenho e execução de peças de mobiliário. Nos últimos anos, seu trabalho transita e ganha vida na interseção entre escultura e mobiliário. Nesse tempo, a vontade de criar e pensar arte impulsionou a desenvolver técnica, maturidade criativa, refinamento projetual e habilidade manual. Abordando temas que têm como principal foco a vida natural e sua importância, nota-se sua fragilidade e complexidade, seu caráter singelo e efêmero. Os trabalhos aqui contidos são a materialização, nem sempre final, desse breve, porém intenso, percurso.

 

GUILHERME SASS

Quando criança, Guilherme Sass era o diretor de sua própria fábrica de brinquedos. Era ele quem pensava e construía carrinhos, estilingues e pipas, seguindo uma tradição de artífice que vinha do pai e do avô. Mais do que uma memória – representada fisicamente pela bancada original da oficina da infância que reformou e guarda até hoje – a madeira ainda é sua principal fonte de inspiração e criação. Os brinquedos, deram então lugar a escrivaninhas, mesas e poltronas. Em 2009, Guilherme entra para a OficinaEthos, onde coloca toda a sua criatividade à prova. Ali ele começa a tirar seus projetos do papel e passa a ocupar uma das bancadas de marceneiro do atelier. Em 2017 inicia sua própria marca, a Casa na Árvore onde cria e produz objetos e móveis utilizando madeira de reaproveitamento, com inspirações da natureza e de memórias de vida.

 

CRIATIVOS QUE ESTARÃO NA LOJA

PAOLA MULLER | ALVA | CABOCO | FARPA | CRUZETA | OIAMO | ISA INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL | ANA PENSO BRAND | O DENGO | LULLY VIANA | OFICINA UMA | NA CAVILHA | CARAVELAS | GURIA MARCENARIA | OCA DESIGN BRASILEIRO | MADAME FRU FRU | FRANCISCO OLIVEIRA | MOROCHO | MAYRLES EMILLES | O PANO | UANÁ | JANICE PEREZ | MARCENARIA OLINDA | PEDRO PETRY | GREGHI DESIGN | SPIRAL CERÂMICA | ROSALVA ARTE | ATELIER BURITI | ANA LAGE | ESTÚDIO BOITATÁ | THAIS MOR | LE MOTIF | SANTO BULE | OARTESA | SUZANE REBOH | CORPORAÇÃO DE OFICIOS | ESTÚDIO AVELOS| ÊMÊ | VANESSA LAZZARI | FOZ | ESTÚDIO VALOR E ARTE | CAMILA SARPI  | CAMILA ROMERO | BÁRBARA MULLER | AMAZÔNIA ANCESTRAL | AUREA SACILOTTO | IUÇANA MOUCO | E.LI.SA | MERCEDES WEST | THAIS COSTA | SILENE IOLE | STUDIO DALZOTTO | PAVIO DE VELA | ARBRE | SABOARIA BRASIL | VENTO VELAS | PELELAB | PANA TEXTIL | OLÉA SABOARIA | LERBO | PAVIO VINTAGE | MERCATTO CASA | CRIA CASA | DUPLA ATELIE | SACOLA TROPICAL | M.O.A ESTÚDIO | RISOTROPICAL | SCHIZZIBOOKS| TAPETO | LUIZA CALDARI | ESTÚDIO LENHA | CAN CAN | CHAIAHARA | ZSOLT  | DE ARAQUE | HOLI HOME

 

Além da loja física, a boa notícia é que as edições itinerantes continuarão sendo realizadas em 2022. Serão inúmeros centros culturais, museus e galerias em que a feira passará em todo Brasil, para levar o melhor do design e do artesanato nacional.

 

LOJA FEIRA NA ROSENBAUM
Lançamento: 17 de fevereiro, das 9h40 às 19h
Endereço: Rua Mateus Grou, 513, Pinheiros, São Paulo, SP
Site: www.feiranarosenbaum.com.br

EXPOSIÇÃO HABITAT
De 17 de fevereiro a 17 de março
De segunda a sábado, das 10h às 19h
Endereço: Rua Mateus Grou, 513, Pinheiros, São Paulo, SP

 

 

 

 

 

Imagens: Daniel Ribeiro | Valentin Studio

 

 

 

Shenzhen Sea World Culture and Arts Center

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Edifício repleto de praças proporciona pausas espaciais para a grande instalação e oferece uma variedade de linhas de visão para espaços acima e abaixo.

 

Em 2011, a Maki and Associates foi convidada pela China Merchants Property Development (CMPD), uma das mais reverenciadas empresas imobiliárias chinesas, para realizar o projeto do grande primeiro museu de design na China, o Shenzhen Sea World Culture and Arts Center (SWCAC). A missão era projetar a primeira instalação cultural dentro do desenvolvimento multiuso do Sea World que serve como uma digna casa de arte e cultura para Shenzhen e grande China.

A forma de construção segue uma composição em duas partes: um pódio e um pavilhão. O pódio escultural, revestido de granito branco e verde, abriga as funções do museu e do varejo. O pavilhão consiste em três volumes cantilevered salientes para a cidade/montanha circundante, parque e o mar. Os três volumes abrigam um teatro, restaurante e salão multiuso. O teatro é fechado por uma pele dupla com louvers exteriores, permitindo vistas da cidade e da montanha de dentro.

 

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O restaurante é marcado por um elemento de alumínio em forma de V, enquanto o salão multiuso é vidrado com pele dupla de ponta de aranha com vista para o mar. Os telhados de alumínio dobrados dos volumes criam um perfil afiado que produz diferentes tonalidades dependendo do ângulo do sol. O resultado é uma silhueta de construção dinâmica que simboliza o papel da SWCAC na disseminação da cultura e da informação — um grande navio branco no porto.

Um conceito importante de design foi melhorar a natureza pública do SWCAC, projetando uma paisagem aberta. A leste do edifício há uma grande “placa verde”, composta por uma série de aviões de grama dobrados que gradualmente levam os visitantes da cidade à orla. Duas grandes escadas em cada extremidade do pódio conectam a cidade e a baía de Shekou contornando o jardim do telhado que está aberto ao acesso público, criando um refúgio sereno do tráfego circundante. O resultado é um local de projeto integrado experimentado como um grande parque, onde os visitantes podem caminhar livremente em um circuito contínuo.

 

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A demanda do programa interno para uma relação de cultura e área de varejo é resolvida por duas grades de mudança que representam as zonas de museu e varejo, elas se fundem para criar três praças públicas no meio: a Praça da Cultura, a Praça Central e a Praça de Cultura envidraçada de 16m de altura serve como a entrada principal da Estrada Wanghai para o setor museológico, espaços de oficinas e o teatro de 330 lugares. O setor museológico, assessorado pelo Museu Victoria e Albert, consiste em uma zona de entrada de conexão e cinco galerias; a maior é a Galeria Principal de 9,5m de altura iluminada por uma claraboia simbólica.

 

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O Central Plaza é um átrio dinâmico composto por espaços de varejo e um pátio. A Praça da Orla com vista aberta para o mar consiste em escadas em espiral que levam ao salão multiuso de 800 metros quadrados. As praças são designadas como um material distinto – Culture Plaza com arenito indiano vermelho, Praça Central com mármore Sivec branco, e Waterfront Plaza com granito Azul Bahia azul. As praças não só proporcionam pausas espaciais para a grande instalação, mas também conectam verticalmente o edifício e oferecem uma variedade de linhas de visão para espaços acima e abaixo. Espera-se que o projeto do SWCAC melhore a interação de atividades dentro e ao redor da instalação e ajude a nutrir os interesses culturais de Shenzhen e além!

 

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Por Cortesia Maki e Associados
Imagens: Cortesia Maki e Associados

Nova tecnologia de ICF Modular torna a obra sustentável, mais ágil, versátil e econômica.

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Inovador e completo, sistema inteligente de construção desenvolvido pelo Grupo Quanthun para edificações é 70% mais leve.

 

Agora o mercado brasileiro já pode contar com sistema inovador de construção: o ICF Modular e o ICF Lite Modular. A técnica ICF é inspirada no modelo largamente utilizado no Japão, Dinamarca, Estados Unidos, Canadá e outros países, há mais de 60 anos. O processo consiste na edificação do imóvel a partir de fôrmas montadas com placas de poliestireno expandido (EPS), conhecido popularmente como isopor. Essas fôrmas podem ser encaixadas lado a lado e uma em cima da outra, fixadas com estruturas metálicas e preenchidas com concreto, que depois de seco forma uma parede termoacústica e super-resistente.

A Quanthun resolveu inovar esse processo que chegou ao Brasil em 1996, dando uma nova roupagem, tornando-o mais rápido e mais limpo, além de mais barato no conjunto final. O diferencial do sistema Quanthun ICF está no conceito pioneiro off site, de obra industrializada, em que boa parte do processo é produzida na fábrica. A solução foi desenvolvida em duas versões: ICF Modular, para grandes construções, e ICF Modular Lite, para projetos de pequeno porte.

 

“No caso do ICF Modular, ao invés de fôrmas pequenas, são feitos painéis inteiros de 1,20m de largura por 3m de altura,  inclusive já com a estrutura  hidráulica e elétrica inserida na linha de produção conforme projeto prévio, como no caso da tecnologia do ICF Modular” – Miguel Spina, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo.

 

Já a tecnologia ICF Lite Modular, além do custo super-reduzido,  bem abaixo até da tradicional alvenaria, é uma tecnologia muito mais leve e rápida. Spina explica que é uma mistura de duas tecnologias que eles já trabalham: o painel SIP (formado por placas cimentícias e EPS) com o ICF, que fez com que trocássemos o perfil de aço galvanizado estrutural do SIP, pelas vigas e colunas feitas com vergalhões em aço e concreto. “O brasileiro ainda precisa ver o concreto para entender que sua casa é firme, então com a colocação dele nas vigas e pilares conseguimos satisfazer esse público e ainda baratear uma tecnologia que é incrível, mas que tem um custo um pouco mais elevado pelo valor alto do aço, e menos pessoas podem ter acesso”, afirma Saschi Schmidt, sócia e diretora de marketing do Grupo Quanthun.

 

Grupo Qhantun Easy Resize com

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Com essas duas novas tecnologias, o Grupo Quanthun consegue atender qualquer público que queira construir sem tijolo. “O grupo viu na crise uma necessidade de buscar novas formas de construir com custos reduzidos e com a mesma qualidade”, afirma Spin. A empresa oferece dentro do seu portfólio outras tecnologias de construções rápidas e limpas, como Steel Frame, Wood Frame, SIP, Fôrmas ICF, ICF Modular, ICF e Lite Modular.

O Grupo Quanthun está distribuindo em todo território nacional uma linha completa de produtos para sistemas de construção que inclui, além das fôrmas de placas, impermeabilizantes de laje e piscina, massas reparadoras, laje seca, estrutura de telhado, acessórios, entre outros. Além de produzir e fornecer materiais inteligentes e sustentáveis que ajudam a agilizar e reduzir os custos da obra, a Quanthun desenvolve projeto estrutural, treinamento e suporte técnico às empreiteiras e construtoras q ue desejem utilizar seus produtos.

 

VANTAGENS DA CONSTRUÇÃO COM ICF

Resistentes, mais leves e fáceis de montar, as tecnologias do Grupo Quanthun à base de EPS e concreto substituem com vantagens as estruturas de madeira, pilares, vigas metálicas e alvenaria, que requerem mais tempo e demão para serem montadas, além do desperdício e sujeira no canteiro de obra.

Um dos destaques desta inovação, e que vem sendo aplicada no mercado brasileiro, é a Laje IsoDeck – primeira fôrma para laje em ICF do Brasil. A solução já vem com forro em EPS incorporado e, juntamente com sistema de impermeabilização da Quanthun, dispensa a instalação de telhado, calhas e rufos. Com ela, é possível reduzir em mais de 40% o custo das composições de laje, cobertura, calhas e rufos e forro. Promove excelente proteção térmica e acústica. Compatível com todos os sistemas construtivos.

Além de exigir menos mão de obra e agilizar o processo de construção, o sistema ICF torna a construção mais sustentável, já que o isopor é um material reciclável, antimofo, inodoro e não-contaminante. O material tem baixo custo e também fornece proteção termo-acústica ao imóvel, reduzindo o uso de ar condicionado e aquecedor, o que gera economia antes e depois da obra, além de evitar a umidade.

“Umas das grandes vantagens da construção em ICF é a economia, podendo reduzir em até 50% os custos do projeto em relação ao convencional, porque a sua estrutura é mais leve e de rápida montagem, exigindo assim menos pilares, vigas, argamassa, aluguel de máquinas, contêineres, andaimes, menos diárias de profissionais e por aí vai”, afirma Spina.

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Imagens: Divulgação Grupo Quanthun

Salone del Mobile 2022

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Com o objetivo de organizar uma sexta edição do Salone del Mobile.Milano que reflite plenamente a importância do evento, o Conselho de Federlegno Arredo Eventi optou por adiar o evento, que ocorrerá de 7 a 12 de junho de 2022.

 

A 60ª edição do Salone del Mobile.Milano não apenas celebrará um grande aniversário, mas também focará no tema da sustentabilidade, fornecendo um pano de fundo para os progressos feitos nesta esfera por criativos, designers e empresas. Um exemplo da determinação do Salone del Mobile de se tornar um verdadeiro motor da mudança, com honestidade, comprometimento e transparência. Isso será alcançado com foco na qualidade e na construção de um sistema com todos os atores envolvidos, conectando pessoas, iniciativas e atividades ao longo do processo, e medindo cientificamente todas as suas atividades como organizador da exposição.

Todo o espaço disponível nos Events 2022 já está esgotado. O Salone Internazionale del Mobile, a Exposição Internacional de Acessórios móveis e o Workplace3.0 fornecerão muitos e variados caminhos estéticos, nos quais os protagonistas serão produtos de alta qualidade, bem pesquisados e altamente personalizáveis. Na EuroCucina e na Exposição Internacional de Banheiros, essa responsabilidade tomará a forma de soluções vanguardistas para otimizar o consumo de água e energia, enquanto o olhar proposto ressaltará a evolução desses espaços. O futuro será o centro da FTK (Technology For the Kitchen), na forma de novos tipos de aparelhos domésticos, marcando uma grande mudança de passo no mundo integrado em direção a cozinhas inteligentes eficientes e sustentáveis.

As palavras-chave da S.Project, exposição dedicada a produtos de design e soluções decorativas e técnicas de design de interiores, serão visãoevolução e tecnologia, além de cross-cutting e multisetorial. Um arquiteto de renome internacional fará a curadoria de uma instalação fluida e transversal dentro do espaço, para uma reflexão sobre as maneiras pelas quais o design e o mobiliário podem ajudar a salvar o planeta.

O tema no SaloneSatellite será DESIGN PARA O NOSSO FUTURO / PROGETTARE PER I NATRI DOMANI. Esta edição convidará a reflexão sobre design inclusivo, voltada para aumentar a autonomia, conforto, movimento, facilidade de uso e segurança para todos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Salone del Mobile.Milano
Imagem: Divulgação

Delicadas e flutuantes, conheça a história das Luminárias Nelson Bubble

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Criadas em 1952 por George Nelson, a coleção conta com silhuetas esféricas e dão um toque de suavidade e luminosidade aos espaços internos.

 

George Nelson foi um designer influente do modernismo no século XX que ajudou a definir o design moderno e humano, cultivando uma parceria de 25 anos com a Herman Miller, multinacional líder em inovação e design mobiliário. Dentre os diversos produtos marcantes criados pelo designer, a coleção Nelson Bubble se torna item atemporal devido à estrutura feita com fios de aço sob tensão, pulverizados com verniz resinoso e uma camada fina de plástico, que diminui os custos de produção.

O primeiro protótipo da luminária foi projetado em questão de dois dias e Nelson se baseou em formas elementares e orgânicas ao montar variações como o Pendente Apple Bubble, a Arandela Pear, a Luminária de Mesa Lotus e o Pendente Saucer, dentre outras. A combinação entre as linhas cruzadas da estrutura e a pulverização de plástico branco translúcido possibilita uma iluminação bastante suave, com contorno encantador e marcante, transferindo delicadeza à decoração com seu aspecto flutuante.

 

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A coleção foi inspirada em um conjunto de luminárias suspensas encontradas pelo designer na Suécia, mas que tinham revestimento em seda que dificultava e encarecia sua produção. Nelson então se deparou com uma referência aparentemente sem relação, mas que logo levou a uma ideia intuitiva. Recordava ele, “Foi uma foto no New York Times algumas semanas antes mostrando os navios Liberty sendo colocados fora de serviço através do revestimento do convés com uma rede e, em seguida, a pulverização da mesma com um plástico que se entrelaçava sozinho”. Nelson localizou o fabricante desse plástico resinoso e o utilizou na fabricação das luminárias balão.

Setenta anos depois, o design icônico da Coleção Bubble pode ser encontrado na Herman Miller, com descontos de 07/02 a 20/02.

Confira: https://store.hermanmiller.com.br/iluminacao

Sabedoria cultural

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Projeto herda a sabedoria construtiva das antigas pontes cobertas ao mesmo tempo em que faz uso de modernas tecnologias e métodos industriais eficientes.

 

Devido à forma única de planície de maré, Gulou, na cidade de Jiangmen, China, estabeleceu a tradição de fazer uso do sistema de água ao cavar lagoas e formar montes para pesca e agricultura. Como o sistema de água e os viveiros de peixes ocupam uma grande área e formam um padrão espacial fragmentado nas vilas locais, muitas pontes foram construídas para conectar as áreas segmentadas pela água. Com a rápida urbanização na área da Grande Baía de Guangdong-Hong Kong-Macau, muitos aldeões locais abandonaram o estilo de vida tradicional de pesca em favor de uma vida mais urbana. Por esta razão, as vilas aquáticas onde as pessoas vivem da pesca têm desaparecido gradualmente.

Gulou Waterfront é uma estância de turismo eco-cultural desenvolvida pela OCT no contexto da revitalização rural, com o objetivo de combinar o desenvolvimento rural com a bagagem cultural das aldeias locais, tendo a premissa de preservar os espaços únicos com montículos e lagoas. O resort mantém a forma do sistema básico de água local enquanto integra organicamente a educação da natureza, recreação entre pais e filhos e atividades de pesca e pecuária; essas operações no resort exigem várias pontes em determinadas áreas para facilitar a circulação de pessoas e barcos de pesca.

Durante o período da civilização pesqueira, as estradas eram pouco desenvolvidas, de modo que os sistemas hídricos se tornaram a principal rota de transporte e logística. Como as pontes precisam ser transitáveis e ao mesmo tempo garantir mais espaço para a passagem de barcos por baixo, as técnicas tradicionais de construção na China adotaram “arcos” para criar espaço e aumentar a eficácia da estrutura. Devido à abundância de madeiras, o sul da China tem a tradição de utilizar este material para construir pontes.

 

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Esta ponte de madeira é uma das muitas do Gulou Waterfront Resort. Para diferenciá-la das construções urbanas e retomar a cultura rural tradicional, o escritório chinês LUO Studio adotou materiais naturais para construir uma ponte em arco. O resort oferece acesso para pequenas embarcações de pesca, bem como grandes navios de turismo.

Para permitir a passagem de barcos com vários tamanhos sob a ponte, a plataforma de carga na parte inferior do arco, que é 1,35 m mais alta que o nível normal da água, combinada com a estrutura em arco de 2,8 m, forma um espaço com mais de 4 m em relação ao nível normal da água. Isso atende aos requisitos para a passagem de grandes barcos de turismo. Com base em levantamentos geológicos, o vão da ponte é de 25,2m. Através de cálculo estrutural e análise de construção, o LUO Studio utilizou 3 grandes vigas curvas como componentes estruturais principais, dispostas de forma paralela com espaçamento de 2,8 entre si. Com total consideração dos custos de fabricação e transporte, cada viga principal foi dividida em três seções em posições apropriadas, conectadas e montadas por parafusos reforçados com aço no local para formar a viga de madeira completa.

A parte mais alta está localizada na zona conjunta entre uma densa rua comercial tradicional e uma área de recreio infantil. LUO criou um espaço de corredor relativamente “fechado” na ponte de madeira, que é diferente de outras pontes com paisagem aberta no resort. Os objetivos foram acentuar a transição da área comercial “prática” para a área de recreação infantil relativamente “lúdica”, permitindo que os visitantes tenham uma sensação de cerimônia no percurso.

 

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Este projeto herda a sabedoria construtiva das antigas pontes cobertas, fortalecendo a estrutura da ponte que deveria resistir à chuva e à umidade, manter a madeira seca e evitar a corrosão. O corredor coberto aumenta a estabilidade estrutural geral e protege a estrutura de madeira arqueada da exposição ao sol e a chuva. A área oeste do Delta do Rio das Pérolas, onde a ponte está localizada, tem chuvas abundantes, por isso, o corredor foi construído de forma relativamente fechada. O exterior do corredor é coberto por chapas metálicas que efetivamente o protegem da chuva e também criam uma sensação de coesão no espaço.

O sistema estrutural é formado por componentes de madeira com pequenas seções, além das três grandes vigas arqueadas que suportam a carga principal da ponte com de seção de 600mmx300mm, e outros componentes de madeira com seções de 100mmx100mm ou 100mmx50mm. Esses pequenos elementos são interligados e ancorados às três vigas principais em arco, funcionando como “sub-vigas” nos níveis superior e inferior. Além disso, as duas extremidades dessas “sub-vigas” são combinadas com componentes ascendentes para formar um triângulo de forças estável.

O plano do telhado é um retângulo completo. As bordas superior, esquerda e direita das fachadas laterais da ponte também consistem em silhuetas retangulares, enquanto apenas a borda inferior é uma curva natural. Isso gera variações de altura no corredor que é mais alto nos dois lados e mais baixo no meio. Para garantir a estabilidade estrutural do corredor coberto, a equipe de projeto fixou bielas horizontais na seção central e adicionou duas plataformas de visualização em cada lado, o que também evita a sensação de monotonia. O sistema estrutural de pequenas seções também revela o artesanato e os detalhes elaborados aos visitantes que passam em barcos de turismo e oferece a eles uma experiência visual única.

Os componentes de madeira de pequena escala são dispostos com pequenos espaçamentos entre eles. O espaçamento entre estruturas vizinhas é fixado em 1.000 mm igualmente. Isso combina perfeitamente com as escalas dos degraus e exteriores de metal. Entre as “sub-vigas” vizinhas, três degraus são colocados nas seções íngremes do arco, enquanto dois degraus são posicionados nas seções suaves. O comprimento de cada placa metálica externa é limitado em cerca de 900 mm, o que é apropriado para fabricação, transporte e instalação. O comprimento de 900 mm das estruturas de madeira também oferece um espaço adequado para uma única pessoa ficar em pé, inclinar-se e descansar.

 

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Os degraus superiores e inferiores vizinhos do corredor têm uma folga de 70 mm. Uma lacuna de cerca de 200 mm é posicionada entre as placas de metal. Uma faixa de iluminação natural de 1.500 mm de largura é colocada no meio do teto do corredor. Ao caminhar lentamente para o corredor a partir das entradas, os visitantes podem sentir a água sob a ponte através das aberturas estreitas entre os degraus. À medida que eles continuam subindo a ponte, a luz brilhante refratada pelas placas de metal superior e inferior os atrai para olhar pelas aberturas laterais. Uma experiência de visualização especial distingue esta ponte de madeira de outras pontes abertas. Ao passar pelas plataformas e chegar ao centro do corredor, os visitantes podem experimentar plenamente a luz e as sombras do topo, sentindo calma e tranquilidade. Tal desenho forma um ritmo espacial contínuo que gradualmente atinge o clímax.

Os materiais utilizados foram fabricados e processados por empresas com base nos padrões de industrialização, e todos os componentes de madeira e metal necessários foram tratados por modernas tecnologias e métodos industriais. Durante a instalação e construção, apenas as três vigas principais foram içadas por máquinas de grande porte. Todas as outras etapas de construção foram totalmente adaptáveis e transportáveis pelas mãos dos trabalhadores em resposta ao contexto local. Todo o processo de construção não só se harmonizava eficazmente com os canteiros de obra circundantes e tirava proveito de métodos industrializados eficientes, como também transmitia o clima rural, bem como a “localização” da construção.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: LUO Studio
Imagens: Weiqi Jin

 

 

Sustentabilidade começa com madeira!

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Da reciclagem aos designers que assumem um papel “sustentável”, aqui estão algumas das soluções que estão abrindo caminho para o novo caminho da indústria.

 

Os professores Mauro Ceconello e Carlo Proserpio, do Departamento de Design da universidade Politecnico di Milano, comentaram que “Como os dados fornecidos por uma empresa que lida principalmente com a construção de madeira, em comparação com o início de 2020, o número de placas utilizadas aumentou 50%, e houve aumentos no carvalho variando de 40 a 70%.” Um aumento nos custos de energia e transporte foi então jogado na mistura. “Mas para as indústrias moveleira, as repercussões são, no entanto, menos acentuadas, pois outros aspectos também afetam o produto acabado, como os custos de mão-de-obra”. Como explicam, a incerteza reside mais nas mudanças bruscas nos custos e escassez de matérias-primas, bem como no aumento dos custos de frete.

 

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No entanto, como já tocado anteriormente, são justamente esses fatores que estão acelerando uma mudança de aderência na direção da sustentabilidade: “Temos notado que está sendo dada maior atenção à produção em duas frentes no que diz respeito à gestão de recursos: a otimização do uso de matérias-primas e a eficiência energética”. De fato, apesar da incerteza, as práticas virtuosas aumentaram: “Pesquisas recentes nos dizem que quase 1 em cada 2 italianos estão dispostos a pagar mais por produtos com menor impacto ambiental”. Em particular, explicam os especialistas, as empresas hoje estão focadas no uso de madeira certificada, materiais reciclados, tratamentos e acabamentos de baixo impacto, reparabilidade e desmontagem que também ajudam a estender o ciclo de vida dos produtos. Esses objetivos também estão contidos no Código de Conduta de Sustentabilidade elaborado pela FederlegnoArredo na tentativa de criar um sistema para as diversas práticas virtuosas já adotadas pela cadeia produtiva do fornecimento de madeira.

Esta é precisamente a direção em que Riva 1920 está se movendo: construindo móveis de madeira maciça que desafiam o tempo e respeitam a natureza. O CEO da empresa, Maurizio Riva, diz: “Nossos processos de produção têm baixo impacto ambiental, utilizando apenas madeira americana recuperada ou reflorestada, adesivos de vinil e acabamentos em óleo e cera vegetal, garantindo um produto completamente natural. Ainda produzimos os móveis de forma tradicional, sem o uso de formaldeído”.

No que diz respeito à cadeia de suprimentos, acrescenta que “além do uso de florestas de reflorestamento, também lidamos com madeiras recuperadas, dando-lhes uma nova terceira vida, como o Briccole de Veneza – os postes de carvalho que marcam a lagoa. Outros exemplos incluem o Kauri, uma madeira milenar da Nova Zelândia, e o cedro perfumado do Líbano, que é originário de árvores caídas ou recuperadas: transformamos em bancos e bancos de madeira maciça”. Para Riva, olhar para o futuro também significa pensar na vida do produto: “Produzimos peças a serem entregues. Quanto maior a vida útil de um produto, menor será seu impacto ambiental”.

 

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Design CLAUDIO BELLINI.

 

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Design C.R & S.

 

O CEO e co-fundador da Zanat, Orhan Niksic, concorda com esse sentimento, afirmando que um aspecto fundamental do compromisso de sua empresa com a sustentabilidade “é a longevidade do produto. O compromisso de fazer produtos que duram a vida toda”. A empresa bósnia tem 103 anos de história por trás disso: “Sempre usamos árvores de pomar que chegaram ao fim de seu ciclo de vida, e se a madeira veio de florestas, sempre foi originada legalmente, e em pequenas quantidades.”

Desde o ano passado, Zanat também se comprometeu a plantar três novas árvores para cada árvore usada para fazer um pedaço de móveis Zanat, além de ter concluído o processo de certificação do Conselho de Manejo Florestal. Os planos da empresa para 2022 são trabalhar para garantir que a energia que eles usam venha de fontes renováveis: “Não temos escolha a não ser adotar práticas sustentáveis em vários setores, se quisermos evitar uma catástrofe”.

 

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Paralelamente ao papel das empresas, a contribuição dos designers é imperativa, explica Ceconello e Proserpio da Politecnico di Milano, ressaltando a importância do design do produto. “É, de fato, nessa fase que se determina até 80% do impacto ambiental que um produto terá durante seu ciclo de vida”. A exposição itinerante, CAMBIO, encabeçada pela dupla de designers italianos Formafantasma (Andrea Trimarchi e Simone Farresin), que realizou sua primeira edição na Serpentine Gallery, em Londres, enquadra a questão.

 

“No que diz respeito à indústria moveleira, desafios complexos se aproximam. Vale lembrar que, para o desenvolvimento ecológico, cada empresa deve desenvolver suas próprias estratégias ecológicas, dependendo de onde produz, que tipo de produtos produz, onde os distribui, e assim por diante.” –  Formafantasma

 

ART La sostenibilita comincia dal legno Mostra CAMBIO Lavorazione del legno in Val di Fiemme Photo courtesy Formafantasma Easy Resize com

 

Farresin destaca o fato de que não faltam questões críticas, a partir da cadeia de custódia, mecanismo que prevê a rastreabilidade de materiais de florestas certificadas pelo FSC: “Claro, a madeira é considerada um material sustentável, porém acho que deve haver maior consciência de onde o material está vindo, e como a escolha de um material sobre outro pode ter um impacto sobre o ecossistema, “, explica. Em abril, a Formafantasma estará na Bienal de Veneza, envolvida na preparação da exposição, Il latte dei sogni, com curadoria de Cecilia Alemani, enquanto em junho, Cambio chegará a Helsinque com uma nova edição, em colaboração com Artek: “Para nós, esta exposição representa uma forma de destacar como poderíamos operar mais no nível de desenvolvedor de pesquisa para o desenvolvimento ecológico, em vez de apenas no nível de desenvolvimento de produto ou design de produto. É uma tentativa de ser mais holístico em nossa abordagem”.

 

G La sostenibilita comincia dal legno Mostra CAMBIO Photo by George Darrell courtesy Formafantasma

 

A produção superlocal de 0 milhas, projeto lançado por Andrea de Chirico, também analisa o papel do designer como parte da extensa discussão em torno da sustentabilidade e da madeira: “É um sistema global que coloca em questão a oportunidade de produzir objetos cotidianos em escala local”, diz. Até o momento, o projeto oferece 17 “objetos” diferentes, produzidos em 7 cidades da Europa, além de executar diversas atividades paralelas. Seja para criar uma mesa ou um ventilador, as pessoas e materiais envolvidos são todos provenientes de um bairro local: “Cada objeto que produzimos é destinado a mostrar toda uma gama de conhecimentos ligados a determinados lugares, materiais, pessoas e técnicas de produção, que são então trazidos ao público através de uma série de atividades educativas que organizamos para correr paralelamente às produções, por exemplo, passeios de produção, workshops e conferências. Na verdade, acreditamos que conhecer a história, até mesmo a produção, dos objetos que usamos todos os dias, leva as pessoas a consumirem de forma mais consciente”.

 

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Fonte: Salone Milano

 

 

Projeto de revitalização do Teatro Copacabana Palace recebe grande prêmio IAB-RJ

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Arquiteto Ivan Rezende e equipe são responsáveis pela reforma de um dos grandes palcos do país

 

O projeto de revitalização do Teatro Copacabana Palace, assinado pelo arquiteto Ivan Rezende, foi vencedor na categoria Interiores e Design da 59º premiação anual do IAB-RJ. “Receber um prêmio do Instituto dos Arquitetos do Brasil é uma láurea muito valiosa para todo escritório de arquitetura. É o reconhecimento do nosso trabalho abalizado por nossos próprios pares, por um instituto atuante na vida da nossa cidade, o que só pode nos trazer orgulho e satisfação. Ainda mais que, além da dupla premiação, o prêmio recai sobre um equipamento cultural tão precioso para nosso país e seu patrimônio histórico”, afirma Ivan.

O projeto de Ivan Rezende contempla em seus elementos decorativos testemunhos da história do hotel, em impressionante harmonia de formas, cores, texturas e detalhes, em perfeito sincronismo com a atmosfera do Copacabana Palace.

“A sensação é de que o teatro além de rejuvenescido em suas áreas históricas, tombadas pelo patrimônio histórico, ganhou em grandeza com as novas perspectivas arquitetônicas” – Ivan Rezende

 

 

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Reinaugurado em novembro de 2021, o teatro tem capacidade para 332 lugares, sendo 238 na plateia e 70 no balcão, além de 18 assentos distribuídos entre 4 frisas e 6 camarotes. A acessibilidade e a mobilidade estão contempladas no projeto, com poltronas para pessoas obesas e com mobilidade reduzida e espaços destinados a cadeirantes. A acessibilidade se estende ao palco através de elevador e aos camarins.

“Fizemos uma obra grandiosa que contou, do início ao fim, com o importante apoio do Patrimônio Histórico — IRPH, INEPAC e IPHAN — para que a nova estrutura acompanhasse o restante da arquitetura do hotel. Mantivemos o estilo clássico e elegante do Copa, mas com toda a tecnologia e modernidade de 2021”, acrescenta Paulo André Pozzobon, Diretor de Engenharia da Divisão América do Sul da Belmond e Coordenador Geral do projeto de renovação do Teatro Copacabana Palace.

Conduzidos diretamente pela Arquiteta Taissa Thiry, responsável pelo gerenciamento do projeto, a renovação do teatro envolveu 18 disciplinas específicas e respectivos consultores, e contou com a dedicação de mais de 600 profissionais oriundos de diversos estados.

 

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Imagens: Divulgação