aflalo/gasperini arquitetos assina Cobogó VES

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Para a Manufatti Revestimentos, design assinado por aflalo/gasperini arquitetos foi apresentado ao mercado durante a Expo Revestir 2023.

 

A inovação é um dos pilares que regem a atuação do escritório aflalo/gasperini arquitetos em seus 60 anos de história. Além de desenvolver projetos de arquitetura e urbanismo que dialogam com a cidade e as pessoas, está em busca sempre de inovação e desafios, os exemplos são a produção audiovisual assinada por Baba Vacaro, com o título “Retratos” que pode ser conferida no Youtube do escritório e a mais recente, o cobogó VES, desenvolvido para a Manufatti Revestimentos.

 

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Versátil, o desenho da peça permite a criação de painéis com diferentes gamas de aberturas, além de proporcionar malhas simples ou complexas que resultam em efeitos únicos de luz e sombra. O produto foi lançado pela Manufatti Revestimentos na Expo Revestir 2023, maior feira de revestimentos da América Latina, que ocorreu entre os dias 14 e 17 de março, no Pavilhão São Paulo Expo.

“O cobogó foi desenvolvido a partir de um concurso interno aberto aos arquitetos e colaboradores do escritório, com o desafio de criar um modelo de cobogó especial que permitisse a composição de fachadas, considerasse a otimização na produção industrial e tivesse uma estética elegante e versátil” –  Grazzieli Gomes, sócia-diretora do escritório.

 

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A relação do escritório aflalo/gasperini arquitetos com peças e móveis assinados começou em 1952, quando os arquitetos Roberto Aflalo e Plínio Croce, da primeira geração da direção do escritório, se uniram a Miguel Forte, Jacob Ruchti, Carlos Millan e Chen Y Hwa e fundaram a marca Branco&Preto (1952 – 1970). O objetivo era oferecer uma alternativa ao mercado de mobiliário e decoração adotado na época em São Paulo, com desenhos refinados e matérias-primas nacionais. A marca operou de modo artesanal até o ano de 1970, e algumas destas peças são produzidas e comercializadas até os dias atuais.

 

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Versáteis, as peças são feitas em argila (branca ou terracota) e podem receber acabamento pintura esmalte. Dimensões: 25 x 8 x 8 cm.

 

96º ENIC debaterá aplicação do BIM na construção civil

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O 96º Enic será uma das atrações da Feicon e trará reflexões sobre os ganhos, barreiras, caminhos e necessidades do BIM para o setor.

 

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) anunciou, nesta semana, que realizará o 96º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC). Neste ano, a estratégia de trabalho Building Information Modeling (BIM) será o tema principal do evento, que acontece entre os dias 12 e 14 de abril, na cidade de São Paulo.

O 96º Enic será, além de tudo, uma das atrações da Feicon — exposição que reúne grandes nomes e profissionais do mercado de construção civil e arquitetura do Brasil e da América Latina. O fórum debaterá os ganhos, barreiras, caminhos e necessidades do BIM para o setor, que é definido como um conjunto de tecnologias e processos integrados. O método permite a criação, utilização e atualização de modelos digitais de uma construção de modo colaborativo a todos os participantes do empreendimento, durante todo o ciclo de vida da construção.

A metodologia, que pode ser incorporada no setor da construção em diferentes etapas do projeto, utiliza tecnologias digitais para criação de modelos tridimensionais, importantes para a melhoria da eficiência e qualidade do processo de construção. O resultado é refletido em uma economia significativa de tempo e de recursos, além de minimizar erros e retrabalhos.

O presidente da Comissão de Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (COMAT), Dionyzio Klavdianos, destacou que a utilização do BIM pode contribuir, ainda, para a redução de impactos ambientais, melhoria da segurança no canteiro de obras e aperfeiçoamento da comunicação e da colaboração entre os diversos envolvidos no processo construtivo.

Mais detalhes sobre o 96º Enic, clique aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: CBIC

SP–Arte 2023

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Repleta de novidades, SP-Arte reunirá nesta edição mais de 150 expositores entre galerias de arte e design, instituições culturais, editoras e espaços autônomos.

 

Maior feira de arte da América Latina, a SP–Arte chega a sua 19a edição com início marcado para o dia 29 de março, quarta-feira, até 02 de abril, domingo, no icônico Pavilhão da Bienal. Com mais de 150 expositores entre galerias de arte e design, instituições culturais e editoras, a SP–Arte apresentará um panorama da arte global, com a presença de galerias nacionais e internacionais, e destaque para a arte brasileira. Entre as novidades deste ano estão a inauguração da Casa SP-Arte e a introdução de um novo setor na feira, chamado Showcase, uma espécie de exposição que irá se espalhar por 13 estandes diferentes.

“A feira celebra o crescimento de 30% do setor de design em relação à edição passada: houve um aumento de 32 para 45 participantes, que ocuparão todo o térreo do pavilhão. O público poderá conferir trabalhos de grandes nomes do mobiliário brasileiro“ – Fernanda Feitosa, fundadora e diretora da SP-Arte.

 

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A Casa SP-Arte trata-se de um espaço permanente para realização de eventos ligados à arte contemporânea e exposições. O local escolhido para abriga-la é uma das casas da Vila Modernista projetada pelo artista e arquiteto Flávio de Carvalho (1899–1973). O projeto é o único entre as 17 casas da vila inteiramente restaurado na versão original. O endereço, localizado nos Jardins, zona Oeste da capital paulista, já foi sede da galeria Gomide&Co. — parceira da feira no projeto.

A exposição “Hélio Oiticica: mundo–labirinto” está prevista para abrir a programação do novo espaço. A diretora artística da Gomide&Co, Luísa Duarte, é uma das organizadoras da mostra que apresentará um conjunto de trabalhos de diferentes momentos da produção de Hélio Oiticica (1937–1980).

 

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Além da Casa SP-Arte, a principal feira de arte do país apresenta mais uma novidade em sua 19ª edição, o Showcase. Inspirado nos kabinetts, ou gabinetes, já presentes em feiras internacionais, como a ArtBasel, da Suíça, o novo setor é uma espécie de exposição que irá se espalhar pelos estandes de algumas galerias. Tal como uma exposição que se espalha pelos estandes e corredores do evento, o setor enaltece trajetórias artísticas consolidadas ou em ascensão, sob a ótica de temáticas contemporâneas. À frente da seleção das galerias, dos artistas e obras, Carollina Lauriano apresenta a proposta “Recuperar paraísos: não precisar do fim para chegar”: a curadoria questiona, por meio da arte, a separação entre os movimentos sociais antirracistas e as discussões ambientais e ecológicas – um falso antagonismo legado pela modernidade colonial.

Veja as galerias e artistas participantes AQUI!

 

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De Rosana Paulino (Mendes Wood DM)

 

A SP–Arte lançou também seu próprio aplicativo. Gratuito e disponível nas versões iOS e Android, o app chega para melhorar a experiência dos visitantes nesta que é a maior feira de arte e design da América Latina. Agora será possível acompanhar a programação completa – dentro e fora da feira – diretamente do smartphone, entre outras funcionalidades.

Ao entrar no app, o visitante confere todas as informações úteis sobre o evento, como horários de visitação, mapa e ingressos. Nele está disponível a programação completa da feira, incluindo talks, lançamentos de livros, conversas com artistas, e também a agenda que movimenta a cidade durante o Circuito SP–Arte: aberturas de exposições, visitas a ateliês e coquetéis que acontecem nos dez dias que antecedem à feira. Favoritando os eventos, uma programação personalizada é criada. Essa agenda permite organizar as atividades cronologicamente e aproveitar a feira e a cidade da melhor forma possível.

Confira os nomes dos setores de arte e design abaixo. Os participantes dos setores de editorial e instituições está disponível aqui!

 

Setor Arte

A Gentil Carioca
Acervo
Alban
Almeida & Dale
AM Galeria
Amparo 60
Andrea Rehder
Anita Schwartz
Arte57
ArteFASAM
Arteformatto
Asfalto
Athena
Aura
Berenice Arvani
BG27
Bianca Boeckel
Bordallo Pinheiro
C.galeria
Carbono
Caribé
Carmo Johnson Projects
Casa Rosa Amarela
Casa Triângulo
Cassia Bomeny
Celma Albuquerque
Central
Choque Cultural
Continua
DAN Galeria
Eduardo Fernandes
El Museo / Fernando Pradilla (COL – ESP)
Estação
Fólio
Fortes D’Aloia & Gabriel
Frente
Gabriel Wickbold
Gaby Indio da Costa
Galatea
Galería de las Misiones (URU)
Galería Sur (URU)
Galleria Fonti (ITA)
Gisela Projects (EUA)
Gladstone Gallery (EUA)
Gomide&Co
Herlitzka & Co. + Henrique Faria (ARG – EUA)
Hilda Araujo / ProArte
HOA
Inox
Ipanema
Izabel Pinheiro
Janaina Torres
Leme
Leonardo Leal
Lima
Luciana Brito
Luciana Caravello
Luis Maluf
Luisa Strina
Lume
Maât Gallery (FRA)
Mamute
MaPa
Marcelo Guarnieri
Marco Zero
Marilia Razuk
Marli Matsumoto
Matias Brotas
Mendes Wood DM
Millan
Mitre
Nara Roesler
Night Gallery (EUA)
Nil Gallery (FRA)
Opera Gallery (FRA)
Orlando Lemos
Papel Assinado
Paulo Darzé
Paulo Kuczynski
Piero Atchugarry (EUA – URU)
Pinakotheke
Portas Vilaseca
Projeto Vênus
Quadra
Rafael Moraes
Raquel Arnaud
Referência
Rodrigo Ratton
RV Cultura e Arte
Silvia Cintra + Box 4
Simões de Assis
SteinART
Steiner
Superfície
Vermelho
VERVE
Ybakatu
Younique (FRA)
Zielinsky (ESP)
Zilda Fraletti
Zipper

Setor Design

,ovo
+55 design
31 Mobiliário
Alex Rocca
ALVA
André Ferri
Apartamento 61
Artemobilia
Bancos Indígenas do Brasil
Candida Tabet
Conexão Ceará
Cristiana Bertolucci
Cultivado em Casa
Deezign
Diletante 42
Estúdio Dentro
Estúdio Rain
ETEL
FAS
Firma Casa
Gustavo Bittencourt
Guto Requena
Herança Cultural
Hugo França
Humberto da Mata
Jacqueline Terpins
Julia Krantz
La Lampe
Leandro Garcia
Mac Design
Marcos Amato
Mel Kawahara
Mobília Tempo
Nicole e Luiza Toldi
Novidário
particular.art.br
Passado Composto Século XX
Plataforma4
Porfirio Valladares
Rodrigo Silveira
Sandra & Marcio
Suite Design
Teo
Verniz
WENTZ

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SP–Arte
29 março–02 abril 2023
Pavilhão da Bienal
Parque Ibirapuera, portão 3

Horários abertos ao público
29–30 março
14h–20h
31 março–01 abril
12h–20h
02 abril 
11h–19h

Valor
R$ 70 (inteira)
R$ 35 (meia-entrada)
Garanta já o seu ingresso aqui

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte e imagens: Divulgação SP- Arte

Tais aberturas ZENITAIS

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Projeto prevê amplos espaços, destacando-se o conforto térmico em face das escolhas em iluminação e ventilação naturais.

 

A Casa Berezowski, projeto do escritório Bloco Arquitetos, de Brasília, concluída em 2022, localiza-se em um lote urbano com ligeiro declive a partir da rua, distribuída em um só pavimento alinhado à calçada pública, proporcionando afloramento intencional de uma piscina nos fundos da casa em relação ao perfil natural do terreno. Ressalta-se que um dos moradores é professor de natação. 

Os quartos abrem-se para um jardim perimetral descoberto em um dos lados do terreno. As áreas sociais – sala de estar, de jantar e varanda – estão voltadas para o quintal e ocupam uma porção transversal da planta. A conexão entre o acesso frontal e essas áreas se dá através de um corredor com dois metros de largura, o qual possui seis aberturas zenitais de iluminação e de ventilação natural.

“A piscina ocupa quase a totalidade do limite entre a casa e o quintal dos fundos do lote; ela foi desenhada com dimensões suficientes para que um dos moradores, que é professor de natação, pudesse dar aulas em casa”- Bloco Arquitetos.

 

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A estrutura da residência é composta por oito vigas de concreto aparente, moldadas no local, com extensão de 30,5 metros e espaçadas em 2,1 metros entre si. Estas são entremeadas por vigotas aparentes do tipo laje painel. Uma segunda malha de vigas perpendiculares segue as divisões internas dos ambientes, assegurando o conjunto. Em alguns pontos específicos – galerias de acesso, banheiros, áreas de circulação e trechos internos da sala e varanda – a colocação das vigotas é interrompida por claraboias lineares de iluminação embutida.

 

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A área social – sala, jantar e varanda – está voltada para o quintal e ocupa uma porção transversal da planta. A escolha pela construção de um pavimento alinhado à calçada gerou um afloramento intencional da piscina nos fundos da casa em relação ao perfil natural do terreno. Projetada para que o morador, professor de natação, pudesse dar aulas em casa, a piscina ocupa quase a totalidade do limite entre a casa e o quintal nos fundos do lote.

 

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Por Redação
Imagens:  Joana França

 

Construção sustentável e acessível para casas populares ganha financiamento com a retomada do programa Minha Casa Minha Vida

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Sistema ICF lite Quanthun, que pode reduzir até 30% dos custos de uma obra convencional, ganha financiamento da Caixa Econômica Federal. 

 

Sustentabilidade e acessibilidade são conceitos ainda um tanto incompatíveis, na prática. De forma geral, o sustentável é para poucos. Assim, quando surgem produtos básicos para uso em escala, o impacto é grande, tanto imediato, quanto como importante sinal de mudanças no mercado.

A retomada do programa Minha Casa Minha Vida irá impulsionar a sustentabilidade em escala nas construções populares, com o financiamento da Caixa Econômica Federal para o sistema ICF lite, do Grupo Quanthun. Segundo Miguel Spina, diretor de pesquisa e desenvolvimento, a empresa foi pioneira em adaptar esse sistema internacional para a versão brasileira, enxergando todos os processos da mão de obra para proporcionar melhor custo x benefício.

Pensando em melhorar o nível de moradia para os brasileiros, com custo baixíssimo, o sistema construtivo em ICF lite Quanthun entrega a casa completa, da fundação até a laje. E depois é só se preocupar com os acabamentos.

 

Sistema ICF – Insulated Concrete Forms (Formas de Concreto Isoladas)

A tecnologia – funcional e efetiva para todos os tipos de projetos e orçamentos – consiste na substituição de estruturas básicas da construção, como caixaria de vigas e colunas, tijolos, blocos, etc, por peças feitas em EPS classe F, (Poliestireno Expandido – popularmente conhecido no Brasil como Isopor®) e apenas preenchidas com quantidades reduzidas de concreto e aço. O EPS é fabricado a partir de pequenos grânulos à base de petróleo, compondo a família dos plásticos recicláveis. No entanto, 98% do material é composto de ar e apenas 2% de poliestireno. Durante sua produção, o EPS passa por um processo de expansão, por isso o nome poliestireno expandido.

 

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Vantagens

As vantagens estruturais e sustentáveis vão desde redução considerável de custos diretos e a longo prazo, até a diminuição de tempo de conclusão da obra (até 50%), e otimização logística (40% mais leve que o tradicional).

Outras vantagens práticas do ICF lite incluem:

  • Requer menos mão de obra;
  • Redução de desperdícios (quebras e excessos);
  • Redução de aço e concreto;
  • Evita retrabalho;
  • Baixo custo de manutenção;
  • Baixo consumo de energia elétrica;
  • Maior conforto térmico (estabilidade térmica verão/ inverno)e acústico;
  • Previne infiltrações, umidade e mofo;
  • Não propaga chamas;
  • Aumenta a vida útil do imóvel (estimativa 400 anos).

 

Perguntas frequentes

Posso pendurar quadros e móveis na parede?

Como a forma é revestida com argamassa, é possível pendurar quadros e peças de até 10kg, por meio de buchas de fixação. Para armários de cozinha, mezanino, escadas, prateleiras e redes de descanso, deve-se chumbar diretamente no concreto, que está presente na parte interna das formas.

As placas de EPS (isopor) do Sistema ICF pegam fogo?

As formas ICF são fabricadas com EPS classe F, antichama e se decompõe a partir de 80ºC, portanto não pegam fogo. Em incêndios, o poliestireno expandido classe F (EPS-F), popularmente conhecido como “isopor”, é aliado no combate à propagação das chamas.

 

Em que estruturas ou ambientes os painéis EPS podem ser utilizados?

Podem ser empregados para executar tanto paredes quanto coberturas inclinadas, sendo largamente executados em residências, prédios comerciais, industriais e casas populares, muros, fundações e até mesmo em piscinas, suportando inclusive abalos sísmicos. O Sistema ICF se encaixa como qualquer junção da construção tradicional, fazendo a união das paredes sem qualquer dificuldade. Quanto às modificações, assim como na construção convencional, se não forem paredes estruturais da obra qualquer modificação será possível.

 

É necessária mão de obra especializada para executar construções com o Sistema ICF?

O sistema é compatível com a mão de obra existente no mercado (pedreiros, pintores e ajudantes), com poucas horas de qualificação oferecidas pelo próprio fabricante, que também acompanha a obra com presença física de consultores técnicos em todo o Brasil. Qualquer engenheiro estrutural está apto a dimensionar uma obra em ICF.

 

Consigo financiar minha obra em ICF?

Sim. O único sistema ICF financiável pela Caixa Econômica Federal é o ICF lite Quanthun.

 

Origem do Sistema ICF

O Sistema em ICF foi desenvolvido na Europa após a Segunda Guerra Mundial, na década de 40, por August Schnell e Alex Bossard, mas com a utilização de resíduos de madeira reciclada e cimento como material isolante. Mas foi somente na década de 60 que a primeira fôrma ICF foi patenteada há 53 anos. O empreiteiro Werner Gregori, um jovem imigrante alemão, desenvolveu a ideia enquanto passava férias na praia no Canadá ao observar uma caixa térmica e castelos de areia. Em um ano, ele desenvolveu a primeira forma em ICF, com as dimensões 0,40 x 1,20 m, com os encaixes macho e fêmea, amarras de metal. A patente foi oficialmente apresentada no Canadá em 22 de março de 1966 e o pedido concedido nos EUA em 24 de outubro de 1968. Pouco depois, Gregori foi à Alemanha para se encontrar com a BASF, indústria química que inventou o EPS, popularmente conhecido como isopor. Sua fôrma ainda não era patenteada na Europa e os inventores desenvolveram ainda mais a ideia. Karl Holik combinou o EPS com o cimento portland para criar o primeiro ICF composto em 1971 e uma fôrma de parede plana foi desenvolvida por uma empresa suíça, a Argisol. (BASTOS JÚNIOR, 2018).

 

Obra em ICF Lite da Quanthun Easy Resize com

 

O Grupo Quanthun nasceu em 2020 na cidade de Atibaia (SP), com o propósito de inovar o mercado construtivo, criar soluções para reduzir o número de processos e acelerar o término de obras, evitando desperdícios,

São especialistas no sistema ICF, desenvolvendo e produzindo canaletas baldrame para fundação, formas para parede e laje, kits para muros, soluções para piscinas, e materiais complementares para revestimento, impermeabilização e acabamento de piso e parede construídos com EPS (Isopor). O Grupo também oferece sistema de franquias para construtores e fabricantes que têm projetos de casas populares com intuito de pulverizar esta inovadora tecnologia para todo Brasil.

Para atender a demanda, a Quanthun possui fábricas próprias e franquias em São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e previsão de novas unidades no Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraíba.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagens: Divulgação Grupo Quanthun

 

Lançamento do livro sobre acervo do MON reúne artistas, curadores e patronos da instituição

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A publicação, editada pela Bei, conta com textos autorais e centenas de imagens que retratam os destaques do acervo.

 

O livro histórico de 400 páginas com um recorte da coleção permanente do Museu Oscar Niemeyer (MON) foi lançado na noite desta quarta-feira (22), na Livraria da Vila (Pátio Batel), em Curitiba. O evento reuniu artistas, curadores, patronos e conselheiros da instituição. Para marcar a ocasião foi realizado um bate-papo com a secretária estadual da Cultura, Luciana Casagrande Pereira; a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika; o curador Marc Pottier, integrante do Núcleo Curatorial do MON, e o sócio-fundador da Editora Bei, Tomás Alvim.

Juliana Vosnika destacou que o livro é uma forma de ampliar o acesso ao acervo do MON, um museu que foi um passo importante nas artes visuais do Brasil, da América Latina e do mundo. “Além de um salto quantitativo no seu acervo, o MON alterou e expandiu o marco referencial, demonstrando amadurecimento como instituição museológica. Entendemos então que era hora de registrar esta conquista e compartilhar com o público diferentes momentos da construção de sua coleção permanente. Assim nasceu a ideia desta publicação”, disse.

“O MON desperta em cada um de nós a sensação de pertencimento, de que ele é nosso. E o livro reafirma isso. Artistas, curadores, colecionadores, o público. Todos ajudaram a construir o museu” –  Luciana Casagrande Pereira, secretária da Cultura.

Também estavam presentes no lançamento alguns dos autores de textos que fazem parte do livro, como o artista Fernando Velloso, o historiador Ricardo Freire e Fábio Domingos Batista, que integra o Núcleo Curatorial do MON.

O decano Fernando Velloso disse que a arte e cultura paranaense passaram por uma “evolução respeitável” nas últimas décadas. “Esse texto é o depoimento de alguém que viveu todos esses fatos e que na sua juventude conseguiu colher uma série de depoimentos de pessoas que hoje se tornaram importantes para construir esse edifício que é a arte paranaense”, afirmou.

 

Lancamento do livro do acervo do MON reune artistas curadores e patronos do Museu Luciana Casagrande Juliana Vosnika Marc Pottier e Tomas Alvim Foto Antonio More jpg Easy Resize com
Lancamento do livro do acervo do MON reune artistas curadores e patronos do Museu. Na imagem, Luciana Casagrande, Juliana Vosnika, Marc Pottier e Tomas Alvim / Foto: Antonio More

 

O livro

A publicação, editada pela Bei em capa dura, conta com textos autorais e centenas de imagens que retratam os destaques deste acervo que, nos últimos anos, quintuplicou de tamanho, chegando atualmente a 14 mil obras.

Além do aumento quantitativo do acervo, o museu alterou e expandiu o marco referencial. As áreas de artes visuais, arquitetura e design, com ênfase em arte paranaense e brasileira, passaram a conviver também com arte africana contemporânea, latino-americana e asiática.

O livro enfoca todas essas áreas, destacando cerca de 500 obras. Também há textos assinados pelos curadores, que selecionaram obras que representam a amplitude do acervo. São eles: o artista paranaense Fernando Velloso, que traz uma abordagem histórica da formação do acervo do MON; o curador Marc Pottier, que discorre sobre arte contemporânea e o acervo de design; os curadores das coleções asiática e africana, Fausto Godoy e Renato Araújo, respectivamente; e o arquiteto Fabio Domingos Batista, representantes do Núcleo Curatorial do Museu.

O valor do livro, que será vendido no MON Loja e em livrarias de todo o Brasil, com distribuição da Editora Bei, é de R$ 200.

 

Lancamento do livro do acervo do MON reune artistas curadores e patronos do Museu Foto Antonio More Easy Resize com
Foto: Antonio More

 

Trajetória

O acervo do MON teve início com a junção de três coleções: NovoMuseu (que foi o primeiro nome do MON), Museu de Arte do Paraná (MAP) e coleção Banestado. No legado da união dessas três coleções, destacam-se nomes de importantes artistas como Miguel Bakun, Helena Wong, Alfredo Andersen, Maria Amélia D’Assumpção, Arthur Nisio, Leonor Botteri, João Turin, Poty Lazzarotto, Bruno Giorgio, Sérvulo Esmeraldo e Emanoel Araújo.

O acervo foi se diversificando com a produção de artistas representativos no âmbito nacional e internacional. “Após o processo de pesquisa e reflexão para discutir a orientação e a identidade que o acervo do MON deveria objetivar, além da prioridade de colecionar arte paranaense e brasileira, também passou a expandir seu olhar não eurocêntrico para a arte latino-americana, asiática e africana”, explica Juliana.

A coleção de obras de arte asiática foi doada pelo diplomata Fausto Godoy e colocou o MON em posição de destaque nacional. Disputada por outras instituições do Brasil e por colecionadores do Exterior, a coleção é composta por aproximadamente 3 mil obras de arte.

Dando continuidade ao processo de consolidação de seu marco referencial, o MON iniciou uma negociação para viabilizar a vinda para o Museu de uma grande coleção de arte africana existente no País. Assim como aconteceu com a primeira grande doação, em 2021 as negociações foram concluídas e o MON foi mais uma vez escolhido por suas condições técnicas, capacidade de gestão e credibilidade, recebendo cerca de 1.700 obras de uma das mais importantes coleções de objetos de arte africana do século XX, doação da Coleção Ivani e Jorge Yunes (CIJY).

Em março de 2022, o MON concluiu, também, mais um complexo processo de negociações para receber sua maior doação até então: aproximadamente 4,5 mil obras assinadas pelo artista paranaense Poty Lazzarotto (1924–1998). A doação foi feita pelo irmão do artista, João Lazzarotto. São mais de 3 mil desenhos e 366 gravuras, além de tapeçarias, entalhes, serigrafias e esculturas, entre outros.

Outra maneira de incrementar o acervo foi a criação do projeto Sou Patrono, um movimento pioneiro no apoio e valorização da cultura e da arte no Paraná. Por meio dele, pessoas engajadas e comprometidas com a arte contribuem com a aquisição de obras, a partir de uma seleção realizada pela diretoria executiva e pelos Conselhos do Museu. Como contrapartida, o doador tem benefícios, além de deixar seu nome gravado na história da instituição.

 

SOBRE O MON

O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

 

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Museu Oscar Niemeyer MON / Foto: Alessandro Vieira

 

 

 

 

Expo Revestir 2023 – Docol traz lançamentos inéditos com alta tecnologia

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Com uma extensa gama de novidades, indústria apresenta de linha de acessórios assinada à primeira coleção de banheiras da marca.

 

De 11 a 19 de março, São Paulo concentrou pela primeira vez na mesma semana os maiores eventos de design, arquitetura e decoração, abertos ao público gratuitamente: a maior feira de arquitetura da América Latina, Expo Revestir, a estreia da expo Haus Decor Show (ambas nos pavilhões do São Paulo Expo) e a Semana de Design (DW!) com programação intensa em diversos distritos espelhados pela cidade. Foram palestras, workshops, exposições, lançamentos e tendências anunciadas para 2023 e 2024, dentre outras atrações, e a DOCOL marcou forte presença em ambas!

Antes de falarmos sobre a Revestir, precisamos pautar que a Casa Docol, na Alameda Gabriel, recebeu, pelo segundo ano consecutivo, o QG Oficial da DW! O endereço abarcou o DW! Talks – uma programação de bate-papos com nomes importantes do segmento. Quem passou por lá pôde fazer um tour guiado e conhecer os lançamentos que a marca reservou para a Semana de Design, como a Doc Vox, um sistema de controle de fluxo operado por assistente de voz.

Outro produto em destaque na Casa Docol é a Naiade, um misturador monocomando escultural, de formas poéticas, criado pelo Quaglio Simonelli, estúdio com sede em Paris. A peça, que existe nas versões para cozinha e lavatório, foi idealizada como um volume arquitetônico em que a leve bica metálica fica pousada sobre um cilindro robusto de Neoclast, material de superfície porosa, feito de resina e agregados minerais.

 

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Monocomando Naiade.

 

Além da programação interna, a Casa Docol funcionou como ponto de encontro para grupos organizados pela marca, que são levados do endereço na alameda Gabriel para conhecer o estande da empresa na Expo Revestir, projetado pelo escritório Bloco Arquitetura, uma das maiores áreas da feira: um espaço de 1.000m².

Muito mais que novidades funcionais em metais sanitários, a indústria brasileira – maior exportadora da América Latina – traz em primeira mão lançamentos 2023/2024 com alta tecnologia e inovação empregados, e apresenta com exclusividade a linha de acessórios para salas de banho, assinada por Ana Neute. Aliando design a função, a marca reserva também como destaque a primeira linha de banheiras, nos formatos retangular e oval, além de misturador com água purificada, bacias suspensas e linha para portadores de necessidades especiais, bem como chuveiros, bicas de piso e duchas manuais para instalação na parede, diretamente no ponto hidráulico.

 

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Banheiras Joy e linha Twist assinada por Ana Neute.

 

Conheça mais sobre os lançamentos em Docol

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagens: Divulgação

 

 

 

 

 

 

Arquitetura Paulista – uma série da AsBEA-SP em homenagem aos seus 50 anos

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AsBEA comemora 50 anos e reforça sua contribuição às políticas públicas, na elaboração/aprimoramento de leis e normas que regem a atuação profissional dos escritórios de arquitetura.

 

Em junho deste ano, a AsBEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura) comemora 50 anos de existência, e a AsBEA-SP – Regional de São Paulo, preparou uma extensa programação de atividades comemorativas ao longo do ano.

Uma delas é uma série de filmes que destacam a atuação de escritórios paulistas, importantes para sua trajetória e para a promoção da arquitetura. Ao todo serão realizados cinco filmes em formato de curta metragem, sendo o primeiro já realizado em homenagem ao arquiteto Alberto Botti, um dos fundadores da AsBEA.

Com mais de 65 anos de atuação, a Botti Rubin celebra sua história como um dos escritórios mais longevos do Brasil, com mais de 7 milhões de m² projetados, simbolizando a potência da arquitetura e urbanismo no país.

“A arquitetura para mim é um trabalho em que o resultado é só um: bom ou ruim. E todos os envolvidos contribuem para isso. Sempre tive um profundo respeito pelos colegas que trabalharam comigo, porque criticar é importante. É isto que faz uma boa arquitetura”, afirma Alberto Botti.

Assista aqui
 Arquitetura Paulista – Uma série da AsBEA-SP com arq. Alberto Botti

 

Além dos filmes, a AsBEA-SP — que hoje conta com 85 escritórios associados – organizou em fevereiro o evento “Seminário Acontecendo o Centro”, que reuniu o poder público, representantes da sociedade civil e arquitetos e urbanistas na Fecomercio, para debater o tema que é urgente para a requalificação da área central da cidade.

Em março, participou do FIER+ da Expo Revestir para contar sua história através da ótica de diferentes gerações de seus associados. Os escritórios Aflalo/Gasperini, Konigsberger Vannucchi, Dal Pian Arquitetos e FGMF expuseram suas trajetórias e a importância do apoio da associação. A conversa ocorreu junto a outros grandes nomes do mercado convidados do FIER+.

A comemoração continua em junho com a realização da 49ª Convenção Anual da AsBEA que irá reunir, em Atibaia, associados de todo país em uma agenda extensa de eventos. Para Milene Abla Scala, Presidente da AsBEA-SP, o foco é mostrar à sociedade a importância da Associação e como ela repercute no desenvolvimento da arquitetura e do urbanismo em cada regional onde atua no Brasil.

AsBEA-SP (Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura — Regional SP) tem cadeira e representa seus associados nos principais comitês técnicos estaduais e municipais, além da interlocução permanente com entidades do setor. Nossos representantes, membros da diretoria e associados com conhecimento em temas específicos, atuam para a contribuição de políticas públicas e na elaboração/aprimoramento de leis e normas que regem a atuação profissional dos escritórios.

49ª Convenção Nacional AsBEA – São Paulo

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Tendências em tecnologia para construção civil

construcao de edificios

Previsões das mudanças que estão por vir no setor aquecem o mercado para 2023.

 

Segundo dados da Prospecta Analytica, a expectativa de crescimento do setor de construção civil é de 4,5% em 2023. Isso, devido a estabilidade do preço dos materiais de construção e melhora da economia do país. Ainda de acordo com a pesquisa, as reformas de casas e construção de residências também devem avançar no próximo ano. Outro motivo de otimismo é a volta do programa de habitação popular do governo federal, Minha Casa Minha Vida. Todos esses fatores contribuem para a chegada de algumas novidades para impulsionar este mercado.

O momento é bastante oportuno para o avanço de novas tecnologias para o setor e as principais tendências estarão focadas em BIM, integração de dados e projetos, industrialização, engenharia de custos e replanejamento em tempo real. É importante ressaltar que a mudança de governo irá chacoalhar bastante o setor, dadas as novidades voltadas aos programas de habitação. Não necessariamente ficará melhor ou pior do que está, mas sim que teremos transformações de mercado, o que ocasiona em novas tendências para 2023. Abaixo, algumas tendências em tecnologia para a construção civil que devem avançar em 2023 e transformar ainda mais este mercado.

 

Orçamentos e planejamento migrarão cada vez mais para BIM

O BIM é a metodologia da construção civil que mais cresceu em relevância nos últimos anos. Antes visto como uma aposta, já é uma realidade e se tornou lei no Brasil em 2021. Dessa maneira, todos os projetos criados para órgãos públicos, serão obrigados a inserir a metodologia BIM em seus projetos, visto a precisão, a segurança e a transparência de informações que ela oferece.

Com BIM, é possível alcançar transparência com a troca de informação entre o projeto e o que acontece no canteiro de obras, sendo essencial para o andamento do projeto. Isso porque, a  real adoção do BIM 4D e 5D é o que dará a maior precisão entre planejado e realizado. Abraçar essa integração de dados desde a concepção do projeto muda completamente a eficiência de uma obra, pois dessa forma é possível ganhar previsibilidade em relação às atividades, os insumos necessários e a produtividade da mão de obra.

 

Integração de dados entre projeto, planejamento e canteiro

A tecnologia em dados será essencial no setor da construção civil. Uma vez que integrar as informações do projeto, planejamento e canteiro fazem com que a obra seja mais objetiva e tenha maior precisão, independente dos detalhes. Além disso, é indiscutível o aumento de ganho de produtividade e exatidão de informações em relação ao planejamento vs realizado. Isso significa que a integração dos dados melhora todo o andamento da obra.

 

Ainda mais industrialização dos processos construtivos

Softwares deixaram de ser uma escolha e se tornaram uma exigência na construção civil. Isso porque não apenas o processo tecnológico chegou nas criações de projetos, mas também se faz presente na própria obra. Portanto é indispensável que inovações continuem surgindo e industrializando o processo constitutivo, para promover mais rapidez, agilidade e segurança a todos que se envolvem em uma obra. Além disso, a industrialização também proporciona a chegada de partes prontas no canteiro de obras, otimizando toda a construção.

 

Engenharia de custos como processo de gestão da construção 

A Engenharia de Custos envolve, além da realização do orçamento, a elaboração do cronograma financeiro, do fluxo de caixa, a coordenação dos custos e os ajustes necessários para adequar a realidade ao orçamento inicial. Todos esses passos se remetem a gestão de um processo construtivo, ou seja, essa área será cada vez mais valorizada no mercado.

 

Replanejamento em tempo real com apontamento do canteiro de obras

Para ter um bom aproveitamento da obra a depender do seu tamanho, é necessário monitorar em tempo real o que está acontecendo na hora para que nenhuma falha aconteça, através do canteiro de obra, área fixa e temporária, onde se realizam as operações de apoio e execução de uma obra.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Exame
Por Antonio Fascio, fundador e CEO do Grupo OrçaFascio.
Imagem: Divulgação