Prisma ILUMINADO

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Adotando estratégias sustentáveis, edifício educacional foi planejado para integrar espaços e alunos.

 

Primeiro edifício de ensino no Brasil a receber a certificação ambiental LEED nível ouro, o Colégio Positivo Internacional, implantado dentro do campus da Universidade Positivo, em Curitiba, Paraná, é integrado à toda infraestrutura esportiva, cultural e laboratorial disponível no local. Projetado por MCA Manoel Coelho Arquitetura e Design, e com 5.000,00 m2 de área construída, a solução estrutural escolhida pelo escritório mescla o uso do concreto in loco no bloco linear às estruturas metálicas no volume irregular.

Colégio foi construído em várias fases estruturais;  a primeira estabeleceu uma distribuição hipotética das funções, tipo e singular; na segunda, o arquiteto determinou a sala de aula com uma planta ortogonal simplificada e, depois, repetida. Posteriormente, definiu-se o porte do edifício, seccionando o paralelogramo que caracteriza os blocos didáticos, de maneira que sobraram as salas de um lado e os corredores fluidos, abertos para o pátio, acompanhando o desnível do terreno. Na etapa da metodologia dividiu-se de vez a área entre funções e a articulação entre ambas. O edifício adota várias estratégias sustentáveis e busca estimular as percepções sensoriais das crianças, oferecendo grandes áreas de convívio e ampla integração visual com o meio externo.

 

“Foi aproveitada a entrada de luz natural para o ambiente do pátio, reforçada pela iluminação zenital do jardim interno e da escada principal de circulação vertical. A permeabilidade visual é explorada sempre que possível, integrando o colégio ao conjunto da universidade.”- Manoel Coelho, arquiteto.

 

O projeto adotou várias estratégias sustentáveis: aproveitamento dos platôs existentes para implantação do edifício minimizando o impacto e movimento de terra no local, gestão de resíduos na obra, correta orientação solar com salas voltadas para o norte, ventilação cruzada, aproveitamento da luz natural através de zenital, proteção solar com brises, seleção de materiais, consumo sustentável de água, reaproveitamento de águas pluviais, eficiência energética, luminárias inteligentes, conforto térmico, visual e acústico, paisagismo com espécies nativas, entre outros.

 

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O espaço se organiza através de um monobloco linear, com estrutura em concreto, onde estão alocados as salas de aula e laboratórios, e um volume irregular, em estrutura metálica, que abriga as funções singulares, como biblioteca, administração e sala de professores. O pátio coberto, é o elemento principal, articulador dos setores e o grande espaço de convívio dos alunos.

O Colégio foi construído em cinco fases estruturais. Na segunda, o escritório determinou as salas de aula com uma planta ortogonal simplificada e, depois, repetida. Uma passarela, também designada para convívio social, articula as áreas que abrigam as funções tipo e singular.

 

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A permeabilidade visual é explorada integrando o colégio ao conjunto da universidade através das peles de vidro e principalmente dos painéis de vedação em telhas metálicas perfuradas. Os painéis permitem a conexão visual com os espaços externos, ao mesmo tempo que maximizam a ventilação e iluminação natural.

O uso de cores quentes, em tons de amarelo, laranja e vermelho, conferem identidade ao edifício e estimula as percepções sensoriais das crianças.

 

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O volume irregular abriga as funções singulares, como a biblioteca, em posição de destaque, envidraçada e suspensa à esquerda da entrada. O escritório foi também responsável por todo o projeto de ambientação interna, com detalhamento do mobiliário específico e de sinalização visual.

 

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Por Redação

Imagens: Nelson Kon

 

Guia de infraestrutura verde e azul aponta como tornar cidades sustentáveis

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Foco do guia é melhorar a governança local em relação a três fatores-chave: alimentação, água e energia.

 

Diante dos desafios para alinhar as demandas de desenvolvimento com as políticas de sustentabilidade, pesquisadores da FGV EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo), junto à organização não governamental internacional ICLEI (sigla em inglês para Governos Locais para a Sustentabilidade), e outros parceiros, criaram o Guia de Infraestrutura Verde e Azul. O objetivo é realizar um passo a passo de como tornar cidades sustentáveis, com foco em melhorar a governança local em relação a três fatores-chave: alimentação, água e energia.

De acordo com o pesquisador à frente do projeto, José Puppim, a urbanização acelerada sem planejamento, as mudanças climáticas e a perda da biodiversidade podem gerar insegurança alimentar e escassez de água e energia, uma vez que o consumo desses três elementos vai aumentar significativamente nas próximas décadas, principalmente em cidades.

“Esses são alguns dos temas que mais preocupam a população mundial na atualidade e que podem gerar grandes consequências para os próximos anos, principalmente dentro das cidades”, declarou Puppim. O especialista lembra que por meio das mudanças climáticas e o crescimento constante da demanda, esses recursos já deixaram cidades reféns em crises de água, energia e alimentos. Por isso, a ideia deste projeto é entender como uma melhor gestão da Infraestrutura Verde e Azul pode evitar a escassez destes recursos.

 

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Estúdio em Londres com telhado verde e claraboias. Foto: Divulgação.

 

Infraestrutura verde e azul

José Puppim afirma que antes de se considerar o Guia, é necessário entender o que são essas infraestruturas e porquê esses elementos serem selecionados como parâmetros. “Se a infraestrutura verde é mais voltada para florestas e agricultura urbana, telhados verdes, plantações nas ruas, conservação de áreas, etc, a infraestrutura azul é voltada para o sistema de águas urbanas, como regiões urbanas alagadas, lagos e lagoas, rios urbanos, ecossistemas da costa a exemplo de mangues e baías, o sistema de drenagem urbano, entre outros”.

O pesquisador também explica a importância dos três sistemas que compõem o projeto: “é estimado um aumento grande no consumo tanto de alimentos, quanto de água e energia para os próximos 50 anos e boa parte desse consumo vem das cidades. Em termos de governança fica evidente que as cidades costumam ter pouca gestão desses sistemas”, afirma Puppim. Como exemplo, ele destaca que grande parte dos alimentos vem de fora das cidades, a gestão do sistema hídrico costuma ser estadual, enquanto a de energia, federal. “Fica evidente como as cidades possuem pouca governança sobre os sistemas, o que as impedem de governar ‘green and blue infrastructure”.

 

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Jardim de chuva na cidade de Nova York. Foto: NYC Water.

 

Aplicando as soluções

O Guia de Infraestrutura Verde e Azul (GBI, do inglês Green and Blue Infrastructure) propõe melhores práticas de governança em categorias como provisionamento (serviços de água, medicinais, matérias-primas), regulação (temperaturas locais, índices de carbono, desperdício de água) e cultural (recreação, saúde, estética), além de servir de suporte para a preservação de espécies e seus habitats nas cidades. Os temas que englobam “Food, Water and Energy”, presentes no GBI, estão alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS), da ONU.

O guia é voltado para comunidades, governos, líderes e pesquisadores. No total, 10 cidades ao redor do mundo foram inicialmente selecionadas pelos pesquisadores para aplicação das diferentes lições em “Food, Water and Energy”. Posteriormente estas lições poderão ser utilizadas por outras cidades com o auxílio do Guia de Infraestrutura Verde e Azul. A expectativa é que mais de 30 cidades utilizem o Guia, entre elas, no Brasil, estão São José dos Campos (SP), que está mais imersa na utilização das ferramentas e Florianópolis (SC), que já deu início a um novo programa de segurança alimentar baseado neste estudo.

A elaboração do Guia de Infraestrutura Verde e Azul foi apoiada pelo JPI Urban Europe e Belmont Forum, programa que congrega 30 financiadores, englobando diversos projetos para tornar cidades sustentáveis, utilizando-se das infraestruturas verde e azul. A participação da FGV neste Guia é direcionada para governança, ou seja, focada em entender como os municípios estão lidando com os sistemas de alimentação, água e energia, e como é possível melhorar a gestão desses recursos, a fim de reduzir os riscos de escassez no suprimento e tornar a cidade mais sustentável.

O estudo liderado pela FGV faz parte de um projeto maior, o IFWEN (Iniciativas Inovadoras para Governar Água, Alimentos e Energia em Cidades). Trata-se de um consórcio liderado pela FGV Eaesp, que inclui a Universidade de Yale, a Universidade de Estocolmo (Stockholm Resilience Center-SRC), o ICLEI, a Universidade de Ming-Chuan (Taiwan, China), e a The Nature of the Cities. Ele é financiado por seis agências de pesquisa, incluindo a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e a National Science Foundation (NSF), entre outras.

 

Veja como conferir o guia completo.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Ciclovivo

 

Caaobi surge no mercado para certificar projetos de pagamento por serviços ambientais

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Padrão nacional Caaobi certifica projetos PSA, com metodologia específica para certificar projetos para geração de créditos de carbono em áreas de diferente porte de qualquer bioma do país.

 

Uma certificadora brasileira que atenda as especificidades de cada região do Brasil, certifica projetos por Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA), ou seja, garante que quem promove a conservação da vegetação nativa receba pelos seus esforços, promove o giro da bioeconomia em território nacional, reduz expressivamente o valor da certificação – por ser uma certificadora brasileira, e cujos projetos certificados ainda podem servir como um lastro para emissão da Cédula de Produto Rural (CPR) Verde. É com esses e muitos outros fatores inéditos e pioneiros no mercado de carbono, que a Caaobi Certificadora  – que na língua tupi significa floresta verde, virgem ou nativa – surge no mercado para atender desenvolvedoras de projetos para geração de créditos de carbono.

Diferentemente dos projetos regidos no âmbito do incentivo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+), nos programas de certificação do mercado voluntário de crédito de carbono, os projetos PSA podem ser aplicados em áreas protegidas de acordo com a nova legislação ambiental, sejam elas Áreas de Preservação Permanente (APPs), Reservas Legais, dentre outras áreas que são consideradas legalmente protegidas, como Unidades de Conservação (UCs), sejam Parques Estaduais ou Reservas Particulares de Patrimônio Natural (RPPNs) – o que supera um entrave dos projetos REDD+, que não consideram essas áreas como elegíveis para geração de créditos de carbono.

Antonio Manoel dos Santos Oliveira, presidente da Caaobi Certificadora, e Doutor em Geografia pela Universidade de São Paulo (USP), explica que com o surgimento da Caaobi no mercado de carbono brasileiro, o objetivo é impulsionar desenvolvedoras brasileiras para desenvolverem projetos PSA em todos os biomas brasileiros, e em propriedades de diferentes portes. “Nosso objetivo é incentivar desenvolvedoras de projetos a atuarem de maneira a cobrir todo o território nacional, independentemente do bioma e da região, e para isso nós temos um padrão que favorece essa aplicação, com base no Pagamento por Serviços Ambientais”, ressalta Manoel.

 

Caaobi surge no mercado para certificar projetos de pagamento por servicos ambientais que podem servir como lastro para emissao de CPR Verde edit Easy Resize com

 

 

O padrão Caaobi Certificadora foi elaborado com o devido rigor por um corpo técnico altamente qualificado, a partir de uma pesquisa minuciosa, que contempla os procedimentos de geração de créditos de carbono que melhor se adaptam a cada bioma do país e às realidades socioambientais e socioeconômicas de cada região. Gestora de Projetos de Biodiversidade da Caaobi, a bióloga e Mestre em Análise Geoambiental Rosana Cornelsen Duarte, reforça que todo o desenvolvimento do padrão Caaobi considera as especificidades de cada região do Brasil.

“A Caaobi é uma das certificadoras brasileiras pioneiras com padrões de certificação adequados às necessidades e características ambientais do nosso país, além de estar alinhada integralmente à legislação ambiental vigente, com a inclusão das áreas verdes legalmente protegidas” – Rosana Cornelsen Duarte, bióloga e Mestre em Análise Geoambiental

A certificação de projetos por PSA, possibilita a democratização ao mercado de carbono, ampliando a participação de proprietários com áreas de pequeno e médio porte ao mercado, promovendo assim efetivamente o reconhecimento de todos aqueles que preservam as matas nativas. Esse reconhecimento ocorre independente do porte da propriedade e do ente que está assumindo esse compromisso – seja ele do setor público ou privado -, que passa então a ter o direito de receber pelos serviços ambientais prestados para conservação da floresta. “É muito importante e inédito no país. Com isso, há uma garantia maior que as florestas sejam mantidas em pé. Os benefícios obtidos com a preservação das florestas são inúmeros, principalmente no que diz respeito à biodiversidade, conservação do solo, preservação dos recursos hídricos, regulação do clima e moderação de eventos extremos”, pontua a Gestora de Projetos em Créditos de Carbono da Caaobi, Vanessa Mantovani, engenheira ambiental e Doutora em Recursos HÍdricos pela Universidade Federal de Lavras (UFLA).

O presidente da Caaobi, e também membro do corpo técnico que elaborou o padrão, detalha que a metodologia da standard contempla todos os biomas a partir de uma abordagem reconhecida no campo geomorfológico e pedológico, que considera que os terrenos de qualquer região podem ser analisados conforme a distribuição das unidades ambientais homogêneas que o compõe, o que aprimora o grau de precisão da quantificação do carbono em determinada área. “Uma encosta de um morro não se comporta da mesma forma que uma várzea. Uma várzea tem cobertura vegetal e comportamentos próprios diferentes de uma encosta. Então, um dos aspectos importantes, é a consideração da realidade geoambiental dos terrenos, com seus componentes físicos, bióticos e antrópicos específicos, que nos permite detalhar com maior precisão a distribuição do carbono. Além disso, nós também consideramos que os tipos de solos das paisagens tropicais do planeta são completamente distintas daquelas que se apresentam nos países do Hemisfério Norte, ou seja, de clima temperado”, considera Manoel.

ecisão da quantidade de carbono em áreas caracterizadas como homogêneas do ponto de vista geoambiental, eleva a comercialização dos créditos de carbono em outro nível no mercado, garantindo uma fundamentação científica e maior segurança no lastro dos créditos. Há também outros fatores que valorizam o carbono em estoque e influenciam na valorização dos créditos, como por exemplo, a pressão antrópica que as áreas verdes estão sujeitas (como é o caso das áreas periurbanas), e a riqueza da biodiversidade e dos benefícios ecossistêmicos, que acabam refletindo nas justiças ambiental, social e climática. “Esse carbono da área objeto, está representando uma regulação térmica, uma regulação de escoamento superficial, a produção de água, entre outras vantagens do ponto de vista dos benefícios ecossistêmicos, o que também deve valorizar esse carbono do padrão Caaobi no mercado”, comenta Manoel.

Cabe ainda ressaltar que para o setor do agronegócio, os projetos PSA certificados pela Caaobi, podem servir como um lastro para emissão da Cédula de Produto Rural (CPR) Verde, produzindo safras de carbono que vão se somar às safras das propriedades agropecuárias.

 

Rastreabilidade

Coibir práticas escusas como o greenwashing (termo em inglês que pode ser traduzido como “lavagem verde”), é um dos pilares da Caaobi Certificadora. Para isso, foi pensado todo um sistema de rastreabilidade de ponta a ponta dos créditos de carbono, para evitar duplicidade de venda dos créditos e impedir operações fraudulentas ou com financiamento de atividades duvidosas. Tudo isso é possível a partir das tecnologias mais modernas que são utilizadas pela certificadora. “A Caaobi prima pela transparência. O acesso é aberto, sendo possível seguir cada crédito de carbono certificado por ela, fornecendo toda segurança ao mercado”, garante Manoel.

Toda a responsabilidade de custódia dos créditos de carbono fica a cargo da certificadora, em todo o “ciclo de vida” dos créditos, que vai desde a sua colocação no mercado até a sua aposentadoria. O sistema prevê um número de série em cada crédito, que pode ser acessado por qualquer pessoa no site da Caaobi e, uma vez acessado o crédito, é possível saber sua origem, validade, a desenvolvedora responsável, dentre outras informações. Todos os processos de transação passam por aprovação da certificadora que, somada a essa singularidade dos créditos, garantem a qualidade nos métodos de registro, controle e transparência dos dados.

 

Legislação e metas

O cenário de surgimento da Caaobi, ocorreu a partir da nova legislação brasileira com vistas às metas climáticas assumidas em acordos internacionais para redução da emissão dos Gases de Efeito Estufa (GEE), cuja última atualização da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) brasileira estipula que o Brasil deve reduzir as suas emissões em 37% para 2025, e em 50% até 2030.

Na avaliação de Antonio Manoel, o surgimento de uma certificadora brasileira no mercado de carbono como a Caaobi, é uma importante ferramenta de contribuição para atingir as metas climáticas, através da mensuração em bases científicas do que está sendo efetivamente evitado de desmatamento, uma vez que os dados disponíveis atualmente são genéricos. “Com os projetos PSA você consegue mensurar a quantidade de carbono estocado e, a partir do momento que os créditos são comercializados, o desmatamento está sendo evitado e o proprietário passa a receber os recursos necessários para manter a mata nativa conservada”, finaliza.

A desenvolvedora interessada em desenvolver um projeto dentro do padrão metodológico da Caaobi Certificadora deve entrar em contato através do e-mail: atendimento@caaobi.org

Como casa de colecionador

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Pioneira em sua área no Rio de Janeiro, galeria de design pretende apresentar peças exclusivas em mostras temporárias.

 

Sob o olhar afiado e experiente do jornalista, publicitário e curador Sergio Zobaran, nasceu em maio deste ano a galeria de design gozto, que propõe inundar seus espaços expositivos com a originalidade, a autenticidade, a exclusividade e a excelência do design autoral ou anônimo, nacional ou internacional, contemporâneo ou vintage. 

Localizada no Largo do Boticário, a galeria ocupa todo o térreo de um prédio tombado de 1840, que foi por 31 anos o atelier do artista plástico pernambucano Augusto Rodrigues, agitador cultural do Boticário e criador da Escolinha de Arte do Brasil. 

Segundo Zobaran, a proposta é apresentar o melhor do design exclusivo, dando preferência às peças únicas ou de edições limitadas, numeradas e/ou assinadas. Não somente móveis, mas “buscar também o diálogo com a arte, o que já tem sido uma demanda de alguns artistas plásticos consagrados e, aliás, muito bem aceita pelos designers”, comenta o curador. De acordo com ele, a gozto surgiu de um tripé básico: nome, lugar e paixão. 

O nome foi uma sacada à parte, algo que nasceu da impossibilidade do registro do substantivo comum “gosto”. Zobaran esclarece: “A corruptela gozto, com z, se materializou no logo simples e bonito que minha filha Antonia Zobaran, publicitária, desenhou – e achou que o Z no meio, o “gosto com z”, funcionaria bem por conta da letra inicial de nosso sobrenome espanhol. O nome é afinal sobre tudo o que gosto”. 

 

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A gozto é uma galeria diferente: ambientes repletos de arte e mobiliários assinados, além da área expositiva, para acolher seus clientes e colecionadores.

 

O Largo do Boticário, no bairro do Cosme Velho, foi revitalizado pela primeira vez nos anos 1930/40 pelo casal Paulo Bittencourt, pois Silvia, sua mulher, idealizou ali um canto do Rio Antigo. “Encontrar nos classificados do jornal o porão de uma casa tombada de 1840, logo na entrada do Beco do Boticário, onde já foi o ateliê de um grande artista, parecia, no mínimo, pertinente e emblemático. A atual revitalização das casas do Largo pelo grupo hoteleiro francês Accor foi o empurrão final”, comenta Zobaran. 

O curador também nos conta que a concretização do espaço partiu do conteúdo, “da excelente aproximação com as famílias de grandes arquitetos que desenhavam móveis, e que hoje classificamos como designers”, elucida. Zobaran aposta que parceiros – investidores, colecionadores, empresas – virão junto e proporcionalmente com a capacidade de produção, exposição e crescimento potencial do business da gozto

Em outubro e novembro de 2021, galeria ganhou um preview como um dos espaços externos à sede da primeira edição da mostra Modernos Eternos Rio, com a exposição Oásis, do designer Maximiliano Crovato, que também assinava a cenografia do local. Após alguns eventos, a gozto estreou na SP Arte, setor de design, em abril de 2022. Em maio, em sua sede, ocorreu a exposição Patuzzi, Crovato & gozto, com peças de mobiliário do italiano Gianni Patuzzi e de Maximiliano Crovato novamente – a mesma que esteve na SP Arte sob o nome Patuzzi, Crovato & Italia. 

 

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Maximiliano Crovato assinou, para a gozto, a instalação “Sala de Jantar Gozto”, em sua estreia na sétima edição da mostra Modernos Eternos BH.

 

Em junho partimos para Belo Horizonte, onde o parceiro Crovato assinou a instalação Sala de Jantar Gozto, com 75m2, na mostra Modernos Eternos BH. Ainda em junho voltamos ao Largo abrindo a exposição Iorubá, de Zanini de Zanine, que ali permaneceu até final de setembro”, comenta o curador. A próxima empreitada é a representação exclusiva para as praças Rio e BH, da JLD – Jaime Lerner Design, com lançamento que merece uma exposição à altura de seu trabalho de peso – quando o arquiteto e urbanista se aprofundou também no design. 

Enfim, para além de todos os passos ousados, confiantes e certeiros, retomando aquele tripé: e a paixão? “Desde sempre pelo design brasileiro, que admirava desde os anos 1960 quando era vizinho da loja Oca, no Rio de Janeiro, ainda criança”, finaliza Zobaran.

 

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Por Redação
Imagens: André Nazareth  e divulgação

 

Primeira Smart City do Brasil conta com tecnologia de mobilidade da Engineering

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São José dos Campos renova contrato com a empresa de Tecnologia da Informação para manter sistema INFOBUS, que disponibiliza informações sobre as linhas de ônibus municipais.

 

São José dos Campos, que fica a 87 km de São Paulo, se tornou, no começo de 2022, a primeira Smart City do Brasil a ser certificada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). A cidade passou por um processo rigoroso, que levou em consideração 276 indicadores contidos em setores como serviços urbanos, qualidade de vida e práticas sustentáveis. A certificação tem como principal objetivo não apenas destacar os fatores de aplicação tecnológica, como também detectar as boas práticas de gestão que contribuem diretamente na qualidade de vida da população. Apenas 79 cidades no mundo possuem essa certificação.

Um dos indicadores para chegar a essa classificação é a mobilidade urbana. A prefeitura de São José dos Campos conta, desde 2014, com a parceria da Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e consultoria especializada em Transformação Digital, que é responsável pelo sistema INFOBUS de registro das linhas, rotas, locais de embarque e desembarque e quadro de horários do transporte público. Em 2022, o contrato entre o órgão público e a empresa de tecnologia foi renovado por mais 12 meses. Para Rodolfo Alves, chefe da divisão de planejamento de transporte da prefeitura de São José dos Campos, o sistema também apoia nas questões de sustentabilidade, já que a ferramenta auxilia no desenho de novos trajetos. O usuário tem informação de previsão de chegada de acordo com a tabela horária

“A população tem acessado o que acontece na operação do ônibus e tudo que facilita para se deslocar por meio do Google usando o smartphone ou mesmo pelo computador. O usuário consegue checar que horas o ônibus vai passar. Além disso, há também um sistema de bilhetagem eletrônico e GPS instalados nos carros para abastecer os sistemas e informar o cidadão joseense, que é exigente” – Rodolfo Alves, chefe da divisão de planejamento de transporte da prefeitura de São José dos Campos.

 

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São José dos Campos conta com 101 linhas em operação, sendo 328 ônibus rodando em cerca de 2.500 pontos, com cerca de 130 mil pessoas usando diariamente o transporte público. “O sistema é conectado ao Google Maps via API (Interface de Programação de Aplicativos) e possibilita, além das informações sobre a cadeia de transporte, a alteração de rotas em casos de interdições de vias por causa de obras, quedas de árvores, semáforos em flash e eventos, entre outros”, explica Wanderson Magalhães, account do mercado de Transporte e Trânsito da Engineering.

O INFOBUS nasceu na época da Copa do Mundo do Brasil, em 2014, com a necessidade de levar os torcedores até os estádios. “Antigamente, a atualização de rotas de ônibus era algo feito anualmente, mas, com o advento do GPS e dos smartphones, esse processo passou a ocorrer em tempo real. O sucesso do sistema na Copa foi tão expressivo que possibilitou a adesão para cidades como São José dos Campos”, finaliza Fernandes, acrescentando que hoje o sistema também está disponível em Belo Horizonte, Ribeirão Preto e Rio de Janeiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagem: Divulgação Engineering

 

Barueri entra na rota das artes e do turismo com recém-inaugurado complexo cultural Praça das Artes

prefeitura inaugura praca das artes o maior e mais moderno complexo cultural da regiao

Com 22 mil m2 de construção, local tem projeto arquitetônico assinado por Ruy Ohtake. Além da infraestrutura pensada na formação profissional de alta qualidade em teatro, música e dança, a Praça oferece cursos, workshops e apresentações artísticas.

 

Às margens da rodovia Castelo Branco – uma das principais rodovias do país, uma infraestrutura moderna, curvilínea e de cor predominantemente amarela chama a atenção de quem passa: é o novo complexo cultural Praça das Artes, localizado em Barueri (SP). O lugar, recém-inaugurado, tem potencial para se tornar um dos mais requisitados do roteiro artístico, arquitetônico, turístico e cultural do país.

Projetado por Ruy Ohtake (1938-2021), uma das principais referências em Arquitetura do Brasil e do mundo, o último trabalho do profissional, a Praça das Artes, foi criada para ser uma área de experimentação, intercâmbio, formação e difusão de arte e cultura, ou seja, um lugar de convívio e de troca de conhecimentos.

Segundo o secretário de Cultura e Turismo de Barueri, Jean Gaspar, a cidade sempre buscou valorizar e democratizar o acesso à arte, por meio de cursos, palestras, formação profissional ou de apresentações artísticas. “No entanto, precisávamos de uma estrutura adequada para receber espetáculos e unir todas as disciplinas artísticas que estavam pulverizadas na cidade, assim valorizando ainda mais os talentos que temos na região.

A Praça tem uma infraestrutura que permite a troca e interação entre os alunos de diferentes modalidades e se consolida como centro de preparo, ensino e apresentação da arte” – Jean Gaspar, secretário de Cultura e Turismo de Barueri.

O complexo tem 22mil m2 de área construída distribuída em cinco pavimentos, sem contar o mezanino e tem capacidade de atender 10 mil alunos nos cursos de dança, teatro, música e artes visuais, entre outras atividades artísticas. As salas de música estão equipadas para aulas individuais e coletivas. “A Praça tem uma estética moderna, que aproveita a luz natural na maior parte dos seus espaços. A área externa, de quase 2 mil m2, já recebeu espetáculos, como o ballet aéreo e apresentações de dança. O complexo ainda possui um palco aberto, que foi projetado para apresentações gratuitas que podem ser assistidas de qualquer um dos andares”, diz Jean.

Um espaço do centro cultural que merece destaque é o teatro: com capacidade para 963 pessoas, contempla palco de 490 m2, um dos maiores do Brasil, fosso para orquestra com até 80 músicos, cenário, backstagefoyer térreo e superior. A estrutura, desenvolvida com iluminação e acústica de última geração, está preparada para receber grandes espetáculos.

 

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Ecossistema das artes

A Praça das Artes está ingressando no circuito nacional das principais apresentações artísticas – em um mês trouxe uma série de atrações, entre eles, Zizi Possi, o maestro João Carlos Martins e o espetáculo Barnum.

Além dessa frente, a Praça é um centro de excelência para formação artística profissional e, hoje, conta com 755 alunos de música, dança e teatro. ”A Praça das Artes, vem para somar e ampliar o atendimento já existente. Hoje, atendemos cerca de 6 mil alunos em diversas estações culturais localizadas nos bairros da cidade. Com a Praça, vamos ampliar esse atendimento em 70% já neste ano”, explica o secretário de Cultura.

Para 2023, já estão abertas 4863 novas vagas na Praça das Artes, o objetivo é chegar a 10 mil quando o novo complexo cultural estiver operando com toda sua capacidade, em cinco modalidades: dança, música, teatro, artes visuais e circo. Com a inauguração da Praça, Barueri contará com mais 278 turmas de formação profissional e será palco de cursos, palestras e workshops.

 

A Praça das Artes em números
  • Área construída: 22 mil m2
  • 1 Teatro para 963 pessoas e com capacidade para uma Orquestra de 80 músicos;
  • 1 Palco aberto
  • 1 Auditório para 130 pessoas;
  • Espaços Multiculturais espalhados pelos andares;
  • Espaço de Convivência;
  • 12 Salas de Aula para Música;
  • 12 Salas de Aula para Oficinas de Artes Visuais e Plásticas;
  • Local aberto para Oficinas de Cenários, Figurinos e Artesanato;
  • 5 Salas de Aula de Dança;
  • 3 Salas de Aula de Teatro;
  • 1 Sala Multimídia;
  • 1 Espaço de Leitura;
  • 6 Salas para Meetings e Palestras;
  • 283 vagas de estacionamento para carros e motos
  • 42 vagas para bicicletas
  • Local com acessibilidade.
  • 278 novas turmas de formação profissional para 2023, com 4863 alunos

 

Serviço

Praça das Artes
Local: Rua Ministro Raphael de Barros Monteiro, no Jardim dos Camargos, 225 – Jardim dos Camargos, Barueri
Horário de funcionamento dos cursos e oficinas: Segunda a sexta – 08:00–17:00
Horário de funcionamento para as apresentações artísticas: verifique a programação no Guia Cultural de Barueri.

 

 

 

 

 

 

Fonte: GBR
Imagens: Divulgação

 

Camuflagem Natural

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Chalé da Mata com projeto da Macro Arquitetura é puro aconchego ao valorizar elementos naturais num estilo rústico.

 

O projeto residencial Anexo Chalé Mairiporã levou um ano até ser construído com arquitetura da Macro Arquitetos, dos sócios Carlos Duarte e Juliana Nogueira em Mairiporã, cidade próxima a São Paulo.

Feito para um casal jovem que buscava um refúgio no campo próximo à capital, os clientes, que são do interior e viviam em São Paulo, tiveram a primeira filha quando a casa ficou pronta. Menos luxo e mais aconchego era a premissa para chegar ao morar que a família sonhava. Um outro pedido, segundo os arquitetos, foi para que a obra, de certa forma, se camuflasse na mata em meio aos muitos elementos naturais.

A ideia foi criar um espaço onde pudessem se reunir com amigos e familiares em volta de ambientes acolhedores, aconchegantes, sem divisões por paredes, somente por ambientes de uso, e que sempre que possível houvesse uma conexão visual com a natureza.  O principal desafio foi inserir no terreno a necessidade do programa sem ter que mexer em nenhuma árvore existente. Para isso, foram feitos diversos testes para que fosse possível preservar os ipês no gramado, a jabuticabeira e a pitangueira que ficaram no deck.

 

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Para definir o programa, o primeiro passo foi encontrar o espaço para inserir no terreno, na implantação existente. Toda parte que não necessitava de vista virou-se para a divisa do terreno, e o restante para a natureza.

Dividido em dois salões, o com pé direito mais alto ganhou a cozinha, sala de jantar, sala de estar e lareira, com acesso a uma grande porta que dá acesso ao deck e piscina, que ficam no meio da mata. Já na laje mais baixa está o salão de jogos. Atrás do volume da lareira ficou o lavabo, onde o acesso se dá pela sala de jogos e, no outro lado, a despensa e uma escada que dá acesso ao subsolo, onde há uma adega.

 

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Materiais como pedra, concreto, madeira e a inspiração nas casas de campo do Uruguai ajudaram na concepção. Todos os materiais usados são naturais, nada industrializado. Piso em cimento queimado, teto em concreto aparente, paredes revestidas em pedra, pilares revestidos em madeira carbonizada shou sugi ban, madeira de demolição nas prateleiras, deck em cumaru, esquadrias em ferro pintado de preto e parede branca com reboco rústico.

A arquitetura manteve a conexão visual entre os ambientes e adotou o máximo de transparência para trazer o verde da natureza para dentro da casa e as portas de serralheria usadas marcaram o quadriculado da paginação para a residência não ficar totalmente exposta.

 

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O projeto luminotécnico partiu da priorização de iluminação natural por todas as áreas. As portas são todas piso teto com abertura 100% do vão, trazendo muita ventilação e iluminação para a casa, utilizando o mínimo possível de pontos diretos no teto para valorizar a laje em concreto armado.

 

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Imagens: Victor Affaro

 

Museu do Futebol recebe selo de Carbon Free por neutralizar a emissão de carbono

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Instituição neutralizou a emissão dos gases realizando a plantação equivalente de árvores.

 

O Museu do Futebol, instituição do Governo do Estado de São Paulo, vem somando esforços para ser uma instituição cada vez mais sustentável e, por isso, recebeu o selo de Carbon Free ao neutralizar as emissões de carbono equivalente a um ano de operação através do plantio de árvores. No caso do Museu do Futebol, foram neutralizadas 52 toneladas de carbono, resultando em 1.040 m² de mata nativa restaurada e 174 árvores plantadas. O contrato deverá ser renovado anualmente, mantendo a política sustentável da instituição.

Todas as atividades de uma organização geram gases de efeito estufa, como consumo de água potável, energia elétrica, o tipo de transporte que os funcionários utilizam para chegar e sair do trabalho, entre outros. Estes dados são compilados em planilhas para calcular o quanto de gás é produzido por dia, mês ou ano. Assim, com este número, é feito o cálculo de quantas árvores terão de ser plantadas para compensar a emissão de carbono no período de um ano.

 

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Esta não é a única ação relacionada à sustentabilidade no Museu do Futebol. A organização social de cultura responsável pelo gerenciamento do museu, o IDBrasil, instituiu um Comitê Interno de Sustentabilidade, formado por funcionários, que visa planejar e implementar ações visando à sustentabilidade ambiental, econômica e social, tanto do Museu do Futebol quanto do Museu da Língua Portuguesa, gerenciado pela mesma OS.

“Este é um passo importante para nossos museus, que dessa forma encontram mais um pouco de conexão e comprometimento com a sociedade e com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU. Museus são instituições muito potentes e influentes em suas comunidades e devem ser exemplos para muito além de suas exposições”, diz a diretora executiva do IDBrasil, Renata Motta.

 

Museu do Futebol
Praça Charles Miller, s/n – Pacaembu – São Paulo
De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)
Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)
R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Crianças até 7 anos não pagam
Grátis às terças-feiras
Garanta o ingresso pela internet: https://bileto.sympla.com.br/event/78348/
Estacionamento com Zona Azul Especial – R$ 6,08 por três horas

 

 

 

Imagens: Luciano Mattos Bogado