Nendo reinterpreta a Chaise Medallion da Dior

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O Chaise Medallion 3.0 da Nendo brinca com formas, superfícies e minimalismo em um nível incomparável

 

Dezoito designers e artistas foram convidados a reinterpretar a cadeira ‘Medallion’ da Dior para a presença mais significativa da marca francesa no Salone del Mobile de Milão até o momento. Entre eles está o estúdio japonês Nendo, cuja reinterpretação conseguiu chamar a atenção exatamente pelo motivo oposto – o fato de ser tão minimalista que você provavelmente nunca perceberia!

Usando tecnologia de ponta, o Chaise Medallion 3.0 brinca com formas, superfícies e minimalismo. A cadeira é feita de duas folhas de vidro temperado, com as costas e as pernas formadas a partir de uma curva mantida no lugar com um assento em forma de prateleira e a parte traseira oval característica representada como um vazio, em uma interpretação muito agradável.

 

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A coleção Dior Maison, sob a direção criativa de Cordelia de Castellane, se concentra em itens de mesa e decoração, porém em novembro de 2020 lançou suas primeiras mesa e cadeiras de carteado, intitulada ‘Bonne Aventure’. Quando a maison Dior abriu sua primeira boutique na 30 Avenue Montaigne em Paris, em 1946, ela era caracterizada por interiores simples e modernos, mas com características clássicas.

O fundador, Christian Dior, acreditava que a estética francesa essencial residia no Palácio de Versalhes, e adorava especialmente a cadeira medalhão de espaldar oval que dizia ter sido usada por Luís XVI. A cadeira foi imortalizada nas campanhas do perfume Diorama 1955 e Miss Dior de 1958 do ilustrador René Grau. Posteriormente, tornou-se quase tão icônica para a marca quanto a jaqueta ‘Bar’ ou o padrão Cannage.

 

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Medallion Chair

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: SuperSalone
Imagens: Divulgação

 

 

 

 

 

Tecnologia evita impactos ambientais no combate à corrosão

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Processo de proteção catódica realizada por equipamento portátil diminui a necessidade de jateamento, a ocorrência de acidentes,  vazamentos e a depreciação de máquinas e estruturas

 

Com inúmeros malefícios ao meio ambiente, a tradicional operação de combate à corrosão de navios-plataforma, equipamentos e estruturas de aço está perdendo espaço para o processo de passivação. A proteção catódica (técnica usada para controlar a corrosão de uma superfície metálica) promove a formação de uma película protetora de elétrons e propicia a blindagem das superfícies de aço – o que evita seu desgaste e torna superado o processo de jateamento a base d´água (Ultra alta pressão), que causa prejuízos ambientais.

Acidentes como vazamentos de combustíveis e produtos químicos – bem como a utilização de milhares de litros de água para o jateamento – resultaram ultrapassados depois que uma equipe técnica de brasileiros desenvolveu esta nova tecnologia, já utilizada em empresas como Sabesp, Suzano, Qualy, entre outras. Atuando há 42 anos no segmento, o especialista em eletrônica Francisco Muller faz parte da equipe de desenvolvedores do equipamento portátil – o Anodo Passivar – que emite micropulsos elétricos de 0,05 Ampères para gerar uma película protetora de elétrons que blinda o aço da ação destrutiva da corrosão.

Cada equipamento é projetado para produzir uma trama de proteção de uma área de 40 m² e pode ser monitorado a distância. “Ao tornar desnecessário o jateamento regular das estruturas, evita-se, por exemplo, o consumo anual de 6.220.800 litros de água doce, utilizados no jateamento de um navio-plataforma”, compara Muller.

 

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Além da vantagem financeira – uma vez que a passivação custa 65% menos que o processo convencional de jateamento e pintura -, o ganho ambiental com o equipamento portátil Anodo Passivar assegura a integridade dos dutos e das estruturas a serem protegidas, o que evita vazamentos dos produtos transportados, como gasolina, álcool ou qualquer outro produto químico e poluentes.

Com a passivação da estrutura, as rodadas cíclicas de jateamento se tornam desnecessárias. Os resíduos tóxicos e dejetos resultantes de constantes jateamentos são acondicionados em contêineres especiais e acabam armazenados em aterros sanitários.

O Anodo Passivar não é vendido, mas alugado por um prazo mínimo de três anos, com garantia contra eventuais defeitos advindos de sobrecarga ou variação de tensão. O equipamento não atende somente o setor naval. Todos os segmentos onde houver aço e, inevitavelmente, corrosão podem contratar o serviço de passivação. Os resultados são os mesmos em torres eólicas, pontes de aço, portos marítimos, linhas de gás, minerodutos, gasodutos, indústria de turbina, de celulose, farmacêuticas etc.

No processo de passivação – após a despesa inicial do projeto para o orçamento – serão instalados os aparelhos necessários para cobrir toda a área de ação da estrutura de aço. Um pequeno projeto de 40 m2, como em veículos leves – caminhões ou tratores -, pode ser instalado em três horas. O cliente terá um custo mensal de manutenção com a garantia de que cada equipamento Anodo Passivar dura, em média, dez anos. O tempo de instalação varia de acordo com o tamanho da área a ser passivada.

 

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Fonte: Passivar
Imagens: Divulgação

III Fórum Nacional BrCidades

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Debates para a construção de uma agenda focando em cidades justas, democráticas e sustentáveis é objetivo do evento em sua 3° edição

 

O III Fórum Nacional BrCidades, promovido pela rede BrCidades, acontece entre os dias 10 a 19 de setembro em formato virtual, com a missão de rediscutir a agenda urbana nacional frente aos desafios dados pela crise sanitária e urbana e participar da necessária construção social de um projeto para as cidades do Brasil. O encontro reunirá integrantes dos Núcleos de 17 estados do país, estudiosos, acadêmicos, profissionais ligados aos temas e lideranças dos movimentos de igualdade de gênero e racial.

A abertura do evento fica a cargo do especial quadro “Meia Hora”, a realizar-se na próxima terça-feira, 7 de setembro, a partir das 20h, com a participação da presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Eleonora Mascia.

O III Fórum Nacional, que conta com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo e do Fórum Nacional de Reforma Urbana, incluirá atividades abertas ao público, com mesas, oficinas e palestras, visando mobilizar grupos, organizações e forças sociais. Todas as transmissões acontecem via canal oficial da BRCidades no YouTube.

 

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A diversidade da rede urbana brasileira, com mais de 85% da população morando nas cidades e grande parcela da força de trabalho vivendo em condições precárias, ambientes degradados, situações de risco, sem infraestrutura ou serviços urbanos, em moradias congestionadas e insalubres, tem exigido cuidados de forma a assegurar as particularidades das lutas locais/territoriais e identificar as questões comuns a todas as cidades do Brasil.

A conjuntura de crise nacional e internacional levou à discussão, durante encontro da Frente Brasil Popular em 2017, sobre a necessidade de um movimento para repensar o país e ao convite às Professoras Ermínia Maricato e Karina Leitão, da FAU USP, para tratar do tema da Agenda Urbana. Esse foi o primeiro passo para o surgimento da Rede BrCidades – Um Projeto para as Cidades do Brasil. Em 2018 e 2019, o BrCidades realizou as duas primeiras edições do Fórum Nacional. Em 2020, junto aos Núcleos e aos parceiros, participou da criação das redes “Articulação por Direitos na Pandemia” e a “Campanha Despejo Zero”, além de contribuir na preparação de pautas urbanas de candidatos a vereadores e prefeitos.

Pelas ações desenvolvidas, o BrCidades recebeu o prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) em 2018, na categoria Urbanidades. A coordenadora nacional ganhou o Prêmio FPAA 2020 Medalha de Ouro.

 

III Fórum Nacional BrCidades
Data
 10 a 19 de setembro de 2021
Transmissão canal do YouTube do BrCidades

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: BrCidades
Imagem: Divulgação

Ornare participa do Salone del Mobile 2021

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O evento é uma das maiores feiras de design de móveis do mundo e apresenta as inovações mundiais

 

Com a confirmação do Salone del Mobile 2021, a Ornare anuncia sua participação com a linha Little Luxuries em um dos eventos de design de móveis mais badalados de Milão, itália. A feira, um dos mais importantes e tradicionais eventos do mundo, atraindo profissionais de referência em seus países, acorre entre os dias 5 e 10 de setembro de 2021. A marca também já está confirmada para a edição especial de 60 anos, que acontecerá em abril do próximo ano.

A linha Little Luxury Ornare é considerada um “objeto de desejo” por ser muito atraente e versátil. No evento, em seu estande, a Ornare levará a versão Beleza, focada em penteadeiras. A linha é inspirada no tradicional sistema de armários Ikigai da marca, mas com um olho para armários pequenos. Desenvolvida pelo designer Ricardo Bello Dias, a linha tem independência e versatilidade. Também pode ser usado para compor o armário ou ser montado individualmente, totalmente personalizado. Além disso, o móvel tem luz integrada às prateleiras e portas equipadas para exibir com destaque os objetos mais preciosos.

 

“Estamos muito felizes com a autorização do governo italiano para este evento, que é um dos mais importantes do mundo. Nossa marca sempre esteve presente e, nesse momento de recuperação, quando o mercado de arquitetura e decoração estiver mais aquecido, achamos que nossa participação será ainda mais importante. Escolhemos o Little Luxury para deixar o espaço de 2,5 m² muito elegante” – Esther Schattan, sócia-diretora da Ornare.

 

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Em julho, a Ornare lançou pela primeira vez a coleção Square Round, no showroom da marca em São Paulo. A marca homenageia o mercado brasileiro junto com a comemoração dos 35 anos da Ornare. A coleção Square Round nasceu de um processo de produção racional e minimalista, pesquisa e estudo aprofundado de referências que misturam harmoniosamente formas geométricas, como quadrados e círculos.

 

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Imagens: Divulgação

Ar, luz e INTEGRAÇÃO

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Concreto e vidro são elementos de destaque nesta residência de 1.500 m² banhada por luz natural

 

De dimensões generosas e elementos contemporâneos, a Casa TRD, projetada pelo escritório Biselli Katchborian Arquitetos Associados, é formada por dois volumes, dispostos de acordo com a geometria não-convencional do terreno, ambos suportados por concreto armado protendido, o que permite minimizar os pontos de apoio, resultando em grandes vãos livres e balanços estruturais. Os moradores, um casal com filhos, desejavam uma casa ampla que visualmente se comunicasse com o exterior, atribuída de certa transparência e luminosidade.

A residência de 1.500 m², localizada em um condomínio em São Paulo, tem forte presença do concreto à vista, deixando evidente seu sistema construtivo. O volume principal é caracterizado pelo uso extensivo do vidro nas fachadas e ainda apresenta uma escada helicoidal, que se destaca no hall da entrada social e se apresenta como um elemento escultórico, um pedido expresso do cliente, que conhece a arquitetura de Oscar Niemeyer e do Palácio Itamaraty. De pé-direito duplo, abriga o programa público da residência, composto pelas salas de estar, estar íntimo e escritório.

 

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O segundo volume abriga o programa privado, composto por sauna, adega, sala de jantar, cozinha gourmet, cozinha, dependência de serviço e cinco suítes. O bloco dos dormitórios apresenta painéis de madeira que controlam a iluminação nos ambientes internos e a sala de jantar conta com uma parede em pedra como pano de fundo, percorrendo toda a sua linearidade, integrando ambientes internos e externos. De organização triangular, o espaço livre formado entre os dois volumes perpendiculares é ocupado pela área de lazer e piscina. Os painéis de madeira que controlam a iluminação nos ambientes internos.

 

Casa TRD Foto Nelson Kon Easy Resize com

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O terreno de formato trapezoidal e irregular, com topografia complexa e  não-convencional, configurou um projeto de formas arrojadas derivadas desta geometria. O Partido Arquitetônico define uma barra perpendicular à divisa lateral e outra perpendicular à rua, que se encontram e se interpenetram em um ângulo agudo, formando um triângulo em planta. A articulação dos volumes delimita uma área externa com piscina, área de lazer e jardins.

Pode-se acessar a casa pelo nível térreo a partir da rua ou pela garagem, que em função do desnível também se acessa de carro pela mesma rua. Com 3 níveis, a casa conta com escadas e elevador. 

 

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Casa TRD Planta superior page Easy Resize com

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Por Redação
Imagens:  Nelson Kon

 

O valor da água!

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Relatório da ONU sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos aponta que recuperação só será possível com união de setores

 

Qual é o valor da água? Para além dos custos financeiros mensais, discriminados em faturas, você consegue compreender o real valor que este recurso tem?

No mundo, estima-se que 2,2 bilhões de pessoas (29% da população mundial) vivam sem acesso à água potável, e 4,2 bilhões de pessoas (55% da população mundial) não têm acesso a serviços de saneamento. Inclusive, já conversamos anteriormente sobre os riscos que a falta de saneamento e de água tratada podem causar.

As agências da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e para Alimentação e a Agricultura (FAO) e a Rede Brasil do Pacto Global divulgaram recentemente o Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos 2021 (World Water Development Report – WWDR). Considerado o principal relatório sobre a água no mundo, a edição de 2021 trouxe o tema “O Valor da Água”, com informações importantes sobre o uso da água e indicações que podem auxiliar na implementação de uma gestão hídrica sustentável e eficiente.

Seguindo os 5 princípios de valorização da água, estabelecidos pela ONU e pelo Banco Mundial no Painel de Alto Nível sobre a Água, em 2019, o relatório “O Valor da Água” propõe mudanças na forma como a água é avaliada segundo diferentes vertentes – política, social e econômica – demonstrando que a valorização irá depender de circunstâncias variadas.

Os 5 princípios da valorização da água

Mas, antes de falarmos sobre as diferentes avaliações, vamos conhecer quais são os 5 princípios de valorização da água, segundo a ONU:

  1. Reconhecer e adotar os múltiplos valores da água para diferentes grupos e interesses em todas as decisões que afetam o recurso;
  2. Reconciliar valores e construir confiança – conduzir todos os processos para reconciliar valores de forma equitativa, transparente e inclusiva;
  3. Proteger as fontes, incluindo bacias hidrográficas, rios, aquíferos, ecossistemas associados e fluxos de água usados para as gerações atuais e futuras;
  4. Educar para empoderar – promover educação e conscientização, entre todas as partes interessadas, sobre o valor intrínseco da água e seu papel essencial em todos os aspectos da vida;
  5. Investir e inovar – assegurar o investimento adequado em instituições, infraestrutura, informação e inovação para realizar os muitos benefícios derivados da água e reduzir os riscos.

É importante notarmos que quando falamos sobre a valorização da água, não estamos tratando apenas do aspecto econômico, mas de todos os outros que estão relacionados aos usos da água em sociedade, como os aspectos ecológicos e ambientaisculturais e sociais. A principal proposta do relatório, já que considerar todas essas características, pensando na gestão hídrica integrada, é a solução para evitar a escassez de água, uma das questões que já causam preocupação e, provavelmente, um dos maiores riscos para o futuro do planeta.

Acesse as versões do relatório em português 

 

 

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Dados alarmantes e importantes para o planejamento hídrico

O relatório “O Valor da Água” traz dados atualizados e alarmantes sobre o consumo da água no mundo, principalmente os relacionados aos países em desenvolvimento, que precisam de maior atenção na construção de políticas públicas e infraestrutura para a gestão hídrica.  Além de demonstrar as perspectivas, os desafios e oportunidades, evidenciando a necessidade de uma melhor gestão hídrica para que se possam cumprir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 das Nações Unidas, o relatório aponta a diferença entre o “valor” e a “valoração” da água. Assim, temos a perspectiva de valor e de valoração da água em relação ao meio ambiente, ao valor da infraestrutura hídrica, em relação aos serviços de abastecimento de água, saneamento e higiene, em relação ao uso na alimentação e agricultura, nos setores de energia, indústria e comércio e, finalmente, aos valores culturais da água.

As perspectivas regionais também são analisadas, com dados relacionados à África Subsaariana, à Região Pan-Europeia, à América Latina e Caribe, à Ásia e Pacífico e aos Estados Árabes.

Entre os dados mais alarmantes estão o aumento do consumo de água doce no último século, 6 vezes maior do que o anterior, e a perspectiva de avanço a uma taxa de 1% ao ano, impulsionado pelo crescimento populacional, pelo desenvolvimento econômico e pelas alterações nos padrões de consumo.

O relatório também ressalta a escassez econômica da água, sofrida por diversas regiões nas quais há recursos hídricos, porém não há infraestrutura para acesso a eles. Ainda segundo o relatório, a previsão de crescimento no consumo mundial de água é de 25% até 2030. Conhecer esses dados é de extrema importância para que possa haver planejamento estratégico, criação de medidas e políticas públicas integradas de gestão dos recursos hídricos. Mas, de acordo com o relatório, a iniciativa não pode ser unilateral.

Apesar da perspectiva desanimadora em relação ao futuro dos recursos hídricos, o relatório da ONU aponta uma solução: o desenvolvimento de políticas hídricas integradas, que considerem os diferentes valores relacionados ao uso da água, e envolvam a participação de diversos grupos nas tomadas de decisões.

Para isso, é importante a adoção da abordagem hidrossocial, utilizada pela Synergia para tratar o tema. Ou seja, deve-se engajar, comprometer e garantir responsabilidade entre todos os atores envolvidos, usuários e gestores, transformando conflitos de uso em acordos, incorporando tecnologias que ofereçam transparência e credibilidade aos dados, que indiquem soluções reparadoras e acessíveis.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: ONU e Synergia
Imagens: Divulgação

D&D Shopping apresenta Mostra Rota do Vinho

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Composta por 22 ambientes, a exposição é um passeio pelas principais regiões do enoturismo

 

O D&D Shopping criou a mostra “Rota do Vinho D&D”, onde arquitetos e designers recriam cenários deslumbrantes, com os melhores vinhos originários de 22 regiões conhecidas pelo enoturismo. A mostra acontece entre os dias 1 a 29 de setembro.

O turismo de vinho é uma das mais fortes tendências no turismo mundial e os profissionais tiveram como desafio trazer o charme das vinícolas para dentro do D&D. Um universo encantador, cheio de sabor, aromas, culturas e conhecimentos. Durante a pandemia, o crescimento do consumo de vinho entre os brasileiros aumentou em mais de 30%. Em média, foram consumidos 2,78 litros de vinho por pessoa, resultando, um consumo total de 501 milhões de litros, comparado a 383 milhões no ano anterior, um valor nunca atingido na história. (Os dados foram divulgados pela plataforma cupomvalido.com.br em parceria com a Abras, Ideal e Statista).

 

 

A proposta da mostra é trazer alguns aspectos que marcam o estilo arquitetônico dessas regiões, além de muito conteúdo sobre o universo do vinho, e – claro – estimular que as pessoas tenham seus próprios cantinhos do vinho, em casa. Tudo atrelado às tendências de decoração brasileira junto com a cultura de cada local. Participam dessa edição: Ana Salama e Gerson Dutra de Sá, Andrea Gonzaga, Anna Parisi, Claudia Gallasso e Daniel Polacchini, Debora Valente, Fabiano e Tania Hayasaki, Fernanda Polichetti Ancona e Camila Bertin, Henrique Derenze e Fernanda Perlaky Derenze, Ieda Korman, Larissa Maia e Selena Boutris, Luis Renato Machado, Luiz Paulo Andrade, Marcio Melo, Mariana Noronha e Samra Akad, Marilia Veiga, Matheus Lima, Paulo Evangelista, Priscila e Bernardo Tressino, Roberto Alves, Selma de Sá, Silvana Lara Nogueira e Zoe Gardini.

 

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Marilia Veiga Mendonza – Argentina

 

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Fabiano e Tania Hayasaki – Brasil

 

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Luiz Paulo Andrade Bordeaux – Franca

 

Selena Boutris e Larissa Maia Priorato Espanha RafaelRenzo Easy Resize com
Selena Boutris e Larissa Maia Priorato – Espanha

 

Serviço Rota do Vinho D&D

De 01 a 29 de setembro de 2021
Entrada gratuita
Local: D&D Shopping – www.dedshopping.com.br
Imagens: RafaelRenzo

LEÃO DE OURO para Lina Bo Bardi!

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Segundo o curador do evento, Lina representa melhor do que qualquer outra arquiteta o tema da Bienal de 2021.

 

Arquiteta italiana naturalizada brasileira Lina Bo Bardi recebe hoje o Leão de Ouro Especial in memorian pela trajetória e conjunto de sua obra durante a 17ª Mostra Internacional de Arquitetura de La Biennale di Venezia. Lina é a primeira mulher brasileira a conquistar um Leão de Ouro e a terceira arquiteta brasileira a receber a honraria, depois de Oscar Niemeyer (1996) e Paulo Mendes da Rocha (2016).

Com o Leão de Ouro, a criatividade e o talento da mais conhecida arquiteta brasileira, Lina Bo Bardi (1914-1992), são reconhecidos mundialmente Segundo o curador do evento, o arquiteto libanês Hashim Sarkis, Lina representa melhor do que qualquer outra arquiteta o tema da Bienal de 2021, “Como viveremos juntos?”. Nascida em Roma e formada em Milão, a arquiteta veio ao Brasil em 1946 com seu marido, Pietro Maria Bardi, a convite do jornalista Assis Chateaubriand. E foi aqui que desenvolveu sua carreira com obras de relevância internacional, como o Museu de Arte de São Paulo (MASP), o Sesc Pompeia, a Casa de Vidro, o Solar Unhão e o Teatro Gregório de Mattos.

 

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O Sesc Pompeia, obra de Lina Bo Bardi listada como uma das 25 mais importantes obras arquitetônicas do pós-guerra. Pedro Kok.

 

Mesmo sendo europeia, Lina se tornou uma das principais intérpretes do Brasil para os brasileiros e para o mundo. Não só na Arquitetura, mas também por meio do design de móveis e objetos, das aulas na Universidade Federal da Bahia, dos seus livros e da sua atuação política. Segundo Hashim Sarkis, é uma carreira que destaca o arquiteto como coordenador de visões coletivas.

 

“Sua carreira como designer, editora, curadora e ativista nos lembra o papel do arquiteto como construtor de visões coletivas. Ela também exemplifica a perseverança da arquiteta em tempos difíceis, sejam guerras, conflitos políticos ou imigração, e sua capacidade de permanecer criativa, generosa e otimista o tempo todo. Lina Bo Bardi foi a arquitetura do compromisso comunitário, arquitetura entendida como um serviço coletivo, livre das amarras de qualquer escola de pensamento; uma arquitetura moderna e antiga ao mesmo tempo, popular, vernácula e culta, artesanal e não industrial, respeitadora da tradição mas também inovadora” – Hashim Sarkis, curador da 17ª Mostra Internacional de Arquitetura de La Biennale di Venezia.

 

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A Casa de Vidro, antiga residência de Lina Bo Bardi e P.M. Bardi.

 

Desde sua morte em 1992, a memória e o reconhecimento de seu trabalho são promovidos pelo Instituto Bardi sediado na Casa de Vidro através do acesso ao seu acervo e a promoção de atividades culturais. O novo portal online do Instituto Bardi reúne pela primeira vez uma retrospectiva completa de atividades culturais realizadas até hoje pelo Instituto em seus 30 anos de existência, além de um acervo inédito sobre a vida e obra de Lina Bo Bardi e P.M. Bardi, compilando a bibliografia e mapeando a obra do casal.

O website também dispõe de todas as participações do acervo da Casa de Vidro em exposições através do mundo, somando mais de 200 exibições. O acervo conta com uma página própria e atua também como ferramenta de pesquisa, facilitando a pesquisa de mais de 8 mil desenhos de Lina Bo Bardi. Pela primeira vez serão disponibilizadas também as plantas arquitetônicas da Casa de Vidro, além da possibilidade de alugá-la para apoiar financeiramente o Instituto.

 

Acesse o porta AQUI! 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Instituto Lina Bo Bardi
Imagens: Pedro Kok e Divulgação

Sherwin-Williams apresenta tintas ecológicas e ações sustentáveis para proteger o planeta

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Empresa adotou metas de sustentabilidade, com o objetivo de diminuir o impacto ambiental em suas operações globais, nos próximos 30 anos 

 

A Sherwin-Williams é líder global na fabricação, distribuição e venda de tintas e vernizes, com presença mundial há 155 anos. A empresa com sede em Cleveland, nos Estados Unidos e atuação no Brasil desde 1944, oferece para arquitetos e consumidores, produtos ecológicos à base de água e sem solvente na fórmula. A linha Eco foi desenvolvida com inovação e componentes exclusivos com o objetivo de trazer para o mercado de tintas soluções com baixo odor, que proporcionam bem-estar e conforto. Para cuidar das pessoas e proteger o planeta criou um pacto ambiental de preservação do meio ambiente, com ações de combate às mudanças climáticas e metas de sustentabilidade para os próximos 30 anos, em suas operações globais. 

 Seguindo o exemplo de outras grandes marcas, que estão investindo em temas voltados para responsabilidade ambiental, está comprometida em reduzir a emissão de gases do efeito estufa em 30% até 2030. Para construir um futuro melhor com o uso consciente e eficiente dos recursos naturais aumentará o uso de energia renovável para 50%, melhorando a eficiência energética em 20% e diminuindo o desperdício em 25% em suas plantas.  

Sendo uma das fabricantes que mais investe em pesquisa e desenvolvimento, a empresa se preocupa com todos os processos que envolvem a produção de tintas e vernizes, colocando em prática normas e diretrizes para alcançar a excelência em produtos e serviços. A companhia é a primeira indústria do mundo certificada pela OHSAS 18001 e a primeira na América Latina a obter o certificado ambiental ISO. 

 

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Pioneira na criação de diversas invenções práticas e inovadoras no varejo de construção como o rolo de pintura, guia de cor, primeira tinta acrílica e da lata resselável. A marca foi precursora da primeira linha ecológica do mercado ao substituir os solventes das tintas por água, reduzindo assim a toxicidade. A linha Eco apresenta produtos para diversas aplicações como o Sherwin-Williams Eco Resina Térmica, indicado para a redução das ilhas de calor nos grandes centros urbanos, contribuindo para a redução da temperatura das grandes cidades. O produto colore e protege, mantendo a casa mais fresca no verão e quente no inverno. 

O esmalte multi-superfícies Sherwin-Williams Eco Esmalte Base Água foi totalmente reformulado para oferecer melhor acabamento, nivelamento, mais cobertura e proteção a superfícies de metal, madeira, alumínio, galvanizado e zinco. O produto Premium à base de água possui baixo odor, excelente rendimento, secagem rápida e facilidade de limpeza e está disponível em 10 cores prontas nos acabamentos alto brilho e acetinado e mais milhares de tons no Sistema ColorSNAP. 

 

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