8ª EDIÇÃO DA MODERNOS ETERNOS BH

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Mostra ocupa prédio histórico e reúne 36 profissionais de renome, em mais de 30 ambientes. Programação conta com ações especiais de valorização da cultura, mini-talks, apresentações musicais, gastronomia assinada pelo Chef Leo Paixão e muito mais.

 

A 8ª edição da Modernos Eternos conta com o apoio do Governo de Minas, por meio da Secretaria de
Estado de Cultura e Turismo, e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), levando a mostra para o futuro Centro do Patrimônio Cultural Cemig, o “Prédio Verde”, inserido no Circuito Liberdade. O encontro anual, voltado para arquitetura, arte, cultura, design, decoração, história e gastronomia, promoverá diálogos com as atividades desenvolvidas pelo Iepha-MG, potencializando ainda mais os atrativos culturais e turísticos da Praça da Liberdade. O evento tem o patrocínio da Gerdau, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

Pela primeira vez o edifício sede do Iepha, o Prédio Verde, integrante do Circuito Liberdade, vai abrigar a mostra Modernos Eternos. O edifício faz parte da história da fundação da cidade de Belo Horizonte, o que estabelecerá de imediato a oportunidade de se promover um elo entre a arquitetura do início da capital com os seus movimentos mais recentes. A Praça da Liberdade abriga diferentes estilos – do
eclético ao pós-moderno -, o que estimula a refletir sobre os caminhos da arquitetura, da arte e da cultura, entre a tradição, o moderno e o contemporâneo, tendo o Circuito Liberdade como inspiração e referência.

 

Modernos Eternos MEDIA

 

A Modernos Eternos acontecerá entre 20 de junho a 9 de julho, contemplando, assim, diferentes vertentes, do vintage ao contemporâneo. A programação reunirá 36 profissionais de renome para assinarem mais de 30 ambientes, com as últimas tendências do setor. Haverá também mini-talks com temas que valorizam a cultura, história, moda, arte, além de apresentações musicais diárias com
curadoria da Music Produções e apresentação de ações técnicas por servidores do Iepha-MG. Pelo sexto ano consecutivo, o chef Leonardo Paixão é o responsável pela gastronomia do evento, no Restaurante – assinado pelo escritório Sito Arquitetura – e no Bar – com projeto de Ana Machado e Paula Sallum.

“Estamos muito felizes em ressignificar mais um espaço icônico de Belo Horizonte, e, bem no conceito da Modernos Eternos: combinar o que há de mais contemporâneo na Arte, Design e Arquitetura com muita história e tradição. A Praça da Liberdade data da construção da capital, e hoje é um símbolo máximo da cidade e ponto de convergência de vários dos principais equipamentos culturais do estado, com programação regular de artes, escola de design, feiras e outros eventos. Então, nada mais adequado que receber também a Modernos Eternos” – Josette Davis, realizadora da mostra.

Neste ano, a tradicional Ação Street, terá parceria com o Projeto Bamboo – ação social de oficinas de
capacitação em técnicas de construção de móveis a partir de bambu para regiões periféricas – e apresentará peças desenhadas por 10 profissionais de destaque, confeccionadas em bambu e aço, que
serão expostas no MM Gerdau. Também no museu estará em cartaz a exposição "Minas, Paisagem Revelada", com obras de arte selecionadas, composta de acervo de três colecionadores, que foram agrupadas pelo tema da paisagem, seja ela Urbana ou natural. O conjunto de obras é representadom pelos artistas Aníbal Matos, Nazareno Altavilla, Luiz Signorelli, Genesco Murta, Aristides Agretti, Funchal Garcia, entre outros.

 

SERVIÇO

MODERNOS ETERNOS BH 2023
Data: 20 de junho a 9 de julho
Local: Praça da Liberdade, 470 | Circuito Liberdade – Prédio Verde | Sede IEPHA MG
Instagram: @modernoseternosbh

Site: modernoseternosbh.com

 

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Conexão Setorial CM – Uma visita à fábrica da Trisoft

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Arquitetos e designers de interiores puderam conhecer de perto todas as soluções Trisoft para conforto acústico arquitetônico em tour fabril realizado pela CM.

 

A Trisoft, empresa líder em soluções sustentáveis de isolamento térmico e acústico atuando há 61 anos no mercado, recebeu no último dia 30 um grupo de Arquitetos e Designers de Interiores para um tour fabril em sua sede, em Itapevi. Os profissionais foram recebidos pela equipe da marca e pelo CEO Maurício Cohab, que pessoalmente apresentou de perto todo o processo de fabricação dos produtos oferecidos pela Trisoft, além de ministrar um grande bate papo sobre a versatilidade das soluções e suas origens sustentáveis: a marca já consumiu o equivalente a mais de 5.1 bilhões de garrafas PET do meio ambiente, que após passar por um processo de seleção, lavagem, moagem e secagem, resulta num produto chamado Flake, matéria prima para a fabricação das fibras que compõem seus produtos.

 

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Pati Cillo, Anderson Schmidt, CEO Maurício Cohab, Nathalia Gomes e Rose Corsini.

 

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Referência em soluções inovadoras e de alta qualidade, adaptando-se constantemente às necessidades dos clientes, a marca atua em mais de 97 segmentos, com mantas, fibras e feltros de poliéster para tratamento termo acústico arquitetônico, estofados, colchões, filtros, calçados, etc. Laudos e certificados garantem a performance e a segurança de seus produtos que, projetados especialmente para atingir os mais altos índices de desempenho, são desenvolvidos sem adição de resina ou água no processo. Tudo é 100% reciclável e a empresa incentiva a logística reversa, onde os restos Trisoft pós consumo podem ser devolvidos para a própria empresa os reciclar.

“Para a Trisoft, tudo é possível. Investir em tecnologia, pessoas e no desenvolvimento de produtos que promovam a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente, aliando trabalho, honestidade, responsabilidade e muita fé em Deus são a base de nosso sucesso.” – Maurício Cohab, CEO Trisoft

 

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Dentre as soluções acústica voltadas para o seguimento arquitetônico, estão: BAFFLES TRISOFT, NUVENS TRISOFT, REVEST TRISOFT, COBOGÓ TRISOFT, FORROS TRISOFT e TECH FELT TRISOFT, distribuidas entre diversas linhas, como a CLASSICA, NESS e a recém lançada FOMAKÜSTIKA. Os profissionais puderam conhecer de perto cada uma delas e entender a versatilidade dos produtos. A linha FOMAKÜSTIKA, por exemplo, abre um leque de possibilidades quando o assunto é design. A natureza do material permite que diversas soluções acústicas sejam desenhadas e implementadas, tendo como um único limite a própria imaginação do arquiteto.

 

“Foi muito bacana conhecer a fábrica da Trisoft. Muito interessante descobrir tudo sobre a matéria prima e conhecer as máquinas que eles mesmo fabricam, algo que influencia bastante no impacto final, pois não dependem de outras empresas e acabam produzindo com mais agilidade e também oferecendo uma diversidade maior de produtos. Além de entender um pouco mas sobre a decidação deles e o quanto estão abertos às novas idéias e novas propostas.” – Nathalia Gomes, arquiteta da Perkins&Will.

“Amei a visita a fábrica da TRISOFT! Todas as inovações são fantásticas e deixaram muitas possibilidades na minha cabeça. E o fato de não ter limites para a criatividade e aplicação, é demais! Sem contar que fomos muito bem recebidos pelo CEO Mauricio! Ele é muito entusiasmado com a empresa, isso contagia. Ótima energia e hospitalidade.” – Rose Corsini, arquiteta e designer de interiores da Studio FICODesign.

 

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“Gostaria de agradecer imensamente o convite para visitar a Trisoft. Foi muito bom receber os conhecimentos e ver todo o processo da fábrica, que Mauricio nos proporcionou. Realmente foram conhecimentos importantes e acrescentadores em minha vida profissional. É muito bom saber que temos todo esse acesso a uma fábrica como a Trisoft, a qual nos ajuda a evoluir criativamente e tecnicamente.” – Anderson Schmidt, arquiteto da Anderson Schmidt Arquitetura.Interiores.Iluminação.

 

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Imagens: Phoética

Embalo natural

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Tons, texturas e tramas naturais evidenciam sensação de frescor e leveza neste projeto planejado para recarregar e abraçar.

 

A arquiteta Juliana Pippi foi a escolhida pela top model brasileira Alessandra Ambrósio para desenvolver o projeto do seu apartamento, na Praia Brava, em Florianópolis. A propriedade oferece uma área interna de 203,41 m², dividida entre 154,2 m² no pavimento inferior e 49,21 m² no superior. A área externa, abarcando varandas e terraços, soma 63,73 m² ao conjunto. No briefing, a top pediu que o projeto tivesse um ar natural praiano, pois a ideia era ter um refúgio de descanso e lazer com vista para a praia; apaixonada por design e decoração, passou várias referências do que ela admirava.

O projeto conta com muitos elementos naturais, tecidos como linho, algodão e palha estão
presentes em todos os ambientes, nas cortinas, roupas de cama e nos revestimentos dos estofados. Os tapetes, em tear, trazem tramas naturais que se complementam com as paredes revestidas com textura areia. A paleta de cores escolhida contempla os tons de areia, bege, e tonalidades de azuis, com muita sutileza e cuidado. 

Costumo dizer que minha arquitetura é somente uma moldura para as paisagens dos projetos que faço. As texturas e cores das dunas, falésias e beira do mar me inspiram.” – Juliana Pippi

Toda a decoração foi selecionada pensando em ambientes que resgatassem a essência natural e que não houvesse excessos. Foram usados muitos acessórios do acervo pessoal da modelo, como pedras, mandalas e objetos trazidos de muitos lugares do mundo. Toda a marcenaria, o sofá Camadas e a cama da suíte master foram projetados pelo escritório.

O projeto se concentra em boas e pontuais escolhas no design e cede protagonismo às peças assinadas como a mesa Água, de Domingos Tótora, a Poltrona Mole, de Sérgio Rodrigues e o banco Blade, de Jader Almeida, que compõem o living junto ao aparador de Leo Strauss. 

 

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Com design minimalista, o projeto se concentra em boas e pontuais escolhas no design e cede protagonismo às peças assinadas como a mesa Água, de Domingos Tótora, a Poltrona Mole, de Sérgio Rodrigues e o banco Blade, de Jader Almeida, que compõem o living junto ao aparador de Leo Strauss. 

No terraço, logo ao lado do living, um spa construído sob medida foi revestido em pedra natural. O deck, em madeira Cumaru, conta com painéis ripados na parede de fundo que garantem privacidade. Os degraus foram repaginados e transformados e bancos, deixando o ambiente mais aconchegante para receber visitas e amigos.

 

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Cortinas leves e fluidas em linho valorizam a iluminação natural no living. Na sala de TV, a arquiteta optou por uma marcenaria mais minimalista, dando destaque à outros elementos decorativos e mobiliário assinado. 

 

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Toda a decoração do projeto foi selecionada pensando em ambientes que resgatassem a essência natural e que não houvesse excessos. Texturas naturais estão presentes em móveis e objetos. A cozinha conta com nichos em lâmina de madeira natural com portas deslizantes, solução utilizada para esconder os eletros e a churrasqueira no armário.

 

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Na suíte master, o banheiro está separado com painéis que podem ser abertos. A cabeceira e os painéis trazem mais elementos naturais ao espaço, todos em palha natural. O projeto foi acompanhado de perto pela irmã de Alessandra, Aline. A modelo, apaixonada por design e decoração, passou várias referências do que ela admirava. Na imagem, a poltrona Jangada, criada em 1968 por Jean Gillon.

 

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Por Redação
Imagens:  Ruy Teixeira

IABsp sediará seminário gratuito sobre “Campo ampliado da arquitetura: experiências e futuros possíveis”

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Programação “Nós” inclui ainda lançamento de catálogo e exposição na Comunidade Cultural Quilombaque.

 

No próximo dia 03 de junho, acontecerá o seminário Campo ampliado da arquitetura: experiências e futuros possíveis, no Instituto de Arquitetos do Brasil (IABsp). O evento faz parte da programação “Nós”, que inclui lançamento de catálogo, também no dia 03, e exposição, aberta até dia 18 de junho na Comunidade Cultural Quilombaque, em São Paulo. Todos gratuitos.

O seminário – das 14h às 18h – será composto por nomes representativos como Amanda Castilho e Fernando Maculan membros do Coletivo Levante, que é um modelo para a realização de projetos e obras pela formação de redes e relações afetivas, ativando culturas e potências latentes através da arquitetura. Ana Carolina Macêdo, arquiteta, bolsista de mestrado em arquitetura, com dissertação etnocídio indígena no contexto urbano, autista integrante do podcast Introvertendo, que discute a vivência de adultos no espectro autista. Gisele Brito, jornalista e mestre em planejamento urbano, foi pesquisadora do LabCidade e hoje é coordenadora da área de Direito a Cidades Antirracistas do Instituto de Referência Negra Peregum. Kleber Pagú, artista, provocador, produtor, graduado nos cursos de Sociologia e Política e Museologia e criou o Museu de Arte a Céu Aberto, instituição designada à memória e valorização dos movimentos culturais no espaço público. Wanessa Fernandes, filha de assentados da reforma agrária, graduada em Pedagogia da Terra e militante do MST da Grande São Paulo, setor de Educação. Participam, ainda, Karina de Souza e Carolina Piai Vieira. É necessário fazer inscrição.

No mesmo dia, sábado, e local, às 18h30, acontecerá o lançamento do catálogo da 13ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (BIA), realizada em 2022. Na época, vozes como as de Arquitetura na Periferia, comunidade Guarani Mbya, Dele Adeyemo, Francis Kéré, entre tantas outras, levantaram questionamentos e ofereceram pistas de como é possível reconstruir um mundo pós-pandemia, sem apagamentos históricos ou culturais. Foi uma edição histórica, que estabeleceu novos padrões ao apresentar curadoria coletiva formada por 10 integrantes. Teve, pela primeira vez, curadores negros e profissionais vindos de outras áreas de formação ou atuação além da arquitetura, como jornalismo, ciências sociais e geografia. Isso foi possível graças à realização de um concurso de curadoria desenvolvido pelo IABsp que reforçou o caráter democrático do processo de recortes temáticos. Essa formação pioneira contribuiu para a potencialização dos questionamentos sobre práticas preexistentes na arquitetura e urbanismo, consolidando a edição como uma plataforma para vozes antes silenciadas.

Um ano após a abertura, Travessias — 13ª BIA continua a ter importantes desdobramentos. Na exposição “Nós”, a curadoria da 13ª BIA apresenta pesquisas – por meio de textos, fotos, mapas e áudios – sobre localidades em São Paulo que sofreram ou que ainda enfrentam desafios para resistir a apagamentos. Ao destacar as narrativas de resistência e resiliência, pretende-se chamar atenção para a importância de preservar e valorizar a rede de memórias que forma o território brasileiro, muitas vezes negligenciada pela história oficial. A expectativa é mostrar, através dos mais variados suportes de representação, os processos, bem como os agentes e os recursos envolvidos nesses processos. A visitação pode ser feita até dia 18 de junho, de segunda, terça e quinta, das 9h às 12h, e sextas das 9h às 17h.

Alguns profissionais que participaram da 13ª BIA, – como Francis Kéré, Coletivo Cartografia Negra, Dele Adeyemo, Coletivo Banga – participam também da recém- inaugurada Bienal de Arquitetura de Veneza.  O evento italiano tem, de forma inédita, como curadora geral uma arquiteta negra, Lesley Lokko. Nesta edição, Gabriela de Matos, primeira curadora negra em um pavilhão brasileiro, ao lado de Paulo Tavares, pesquisador com foco na cultura indígena, idealizaram o espaço a partir da presença e da resistência indígena e afro-diaspórica na cultura arquitetônica brasileira. “Terra” foi premiado com o Leão de Ouro, o que evidencia a importância de pesquisas profundas e multidisciplinares no debate da arquitetura contemporânea. “Um reconhecimento relevante que demonstra que as bienais de arquitetura são eventos de cunho social, político e cultural com potencial catalisador para discussões mais amplas sobre arquitetura, cidade, memória, identidade e justiça social”, ressalta a equipe curatorial.

 

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Seminário Nós – Campo ampliado da arquitetura: experiências e futuros possíveis – Entrada Gratuita

Quando: 03 de junho de 2023
Horário: das 14h às 18h
Onde: Instituto de Arquitetos do Brasil (IABsp) – Rua Bento Freitas, 306 – 1º andar – Vila Buarque, São Paulo/SP

Inscrições: linktr.ee/bienaldearquiteturasp

 

Lançamento do Catálogo da 13ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo – Entrada Gratuita

Onde: Instituto de Arquitetos do Brasil (IABsp) – Rua Bento Freitas, 306 – 1º andar – Vila Buarque, São Paulo/SP
Quando: dia 03 de junho de 2023
Horário: 18h30
Distribuição exemplares – limitada

Mais informações: bienaldearquitetura.org.br

 

Exposição Nós – Entrada Gratuita

Até 18 de junho de 2023
Comunidade Cultural Quilombaque – Tv. Cambaratiba, 05 – Perus, São Paulo/ SP
Horários de visitaçãosegunda, terça e quinta, das 9h às 12h, e sextas das 9h às 17h

Ornare apresenta coleção Timeless na International Contemporary Furniture Fair (ICFF) em Nova York

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A marca apresenta a nova coleção em Nova York, onde possui dois showrooms, um em Manhattan e outro no Brooklyn, além de outros seis localizados em Miami, Dallas, Los Angeles, Houston, Hamptons e Greenwich.

 

Ornare, marca internacional de mobiliário sob medida de alto padrão, se prepara para apresentar sua nova coleção, Timeless, na International Contemporary Furniture Fair (ICFF) em Nova York, nos EUA, de 21 a 23 de maio. A feira é uma das mais importantes do setor mobiliário e reúne profissionais, designers e marcas de todo o mundo para apresentar as tendências e inovações do mercado. A marca apresentou a coleção Timeless em Milão, durante o Salone del Mobile, com sucesso e destaque em todos os setores. Arquitetos, designers de interiores, construtoras, jornalistas e público do mercado de todos os países enalteceram a qualidade e o design envolvido

Com um estande exclusivo assinado pelo Studio Ornare, a empresa está presente no evento com os diretores executivos, Pitter Schattan, e Stefan Schattan, além de sua equipe, para receber convidados e parceiros de todo o mundo. Quem passar pelo espaço da marca na ICFF poderá conhecer de perto os lançamentos da Timeless Collection by Studio Ornare: Timeless Closet, Timeless Beauty, Timeless Island, e Timeless Rack, assinado por Vivian Coser.

A empresa também aproveita a ocasião para fortalecer sua presença no mercado americano. “A participação na ICFF é estratégica na consolidação da marca no mercado internacional, especialmente nos Estados Unidos, onde já é referência desde 2005. Além disso, reforça a importância dos nossos principais parceiros – arquitetos, designers e construtoras de alto padrão – e nos aproxima ainda mais desse público exigente e sofisticado.”, ressalta Stefan Schattan, diretor de exportação da Ornare.

“A Ornare é uma empresa atenta às tendências do mercado internacional de móveis, o que lhe garantiu reconhecimento tanto no Brasil quanto no exterior. Com um processo de exportação meticuloso, todas as peças exportadas são cuidadosamente feitas e pré-montadas em nossa fábrica em Cotia, e enviadas de navio para diversos países. A presença da Ornare na ICFF, uma das mais importantes feiras do setor, pela quinta vez consecutiva, tem sido um fator crucial para a visibilidade e internacionalização da marca.” – Pitter Schattan, diretor comercial da Ornare São Paulo e Brasil

 

Em 2021, a Ornare conquistou o ICFF Editors Awards, um dos prêmios mais importantes da indústria de design pelo seu estande exclusivo na International Contemporary Furniture Fair (ICFF), em Nova York (EUA). Os espaços são julgados por editores da mídia de design convidados que visitam o salão de feira e deliberam para determinar o melhor dos melhores lançamentos de produtos do ano. Os prêmios reconhecem as melhores em 12 categorias. Na edição, Ornare foi a ganhadora do primeiro lugar na categoria Booth 2021 na ICFF, ou seja, melhor estande da ICFF 2021. A feira tem o apoio do projeto Brazilian Furniture, da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (ABIMÓVEL), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações (ApexBrasil), instituições das quais Ornare é associada.

 

Timeless Collection

Com um design cheio de personalidade e sem excessos, a linha é composta por móveis atemporais e feitos para durar gerações. A escolha da madeira maciça certificada como matéria-prima principal, aliada à alta tecnologia e manufatura, garante um resultado de alta qualidade e duradouro. A coleção é assinada pelo Studio Ornare, coordenado pelo CEO Murillo Schattan, com direção artística da arquiteta Vivian Coser. O styling que compõe a coleção recebeu um toque especial da editora de moda e consultora de imagem Renata Correa.

 

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Na foto, Timeless Closet e Timeless Island. Toda equipada, e uma vista frontal, colocada inclinada com vista superior à porta, Timeless Doors é o símbolo principal da coleção Timeless, tendo apenas uma matéria prima, que é a madeira maciça

 

Além da qualidade dos materiais utilizados, a coleção oferece uma rica gama de acabamentos, que permite a personalização máxima dos móveis. Com a combinação de ampla opções de couros, lâminas, cores, vidros, palhas, películas e tecidos, cada peça pode ser adaptada ao gosto e estilo de seus proprietários.

As estruturas em madeira maciça ventilada – certificada internacionalmente pelo FSC® – Forest Stewardship Council® (Conselho de Manejo Florestal) – produzem um efeito de luz e sombra, formando desenhos arquitetônicos e criando cubos de luz que enobrecem os espaços residenciais. Além disso, os vidros têm forte presença nos gaveteiros e ilhas, criando caixas iluminadas que geram efeitos sensoriais, reforçando o prazer de bem-estar. O couro também se destaca na nova coleção, enobrecendo as formas orgânicas e trazendo conforto.

 

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Timeless Island

 

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Timeless Beauty

 

 

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Timeless Rack

 

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Timeless Closet

 

Pavilhão do Brasil é premiado com o Leão de Ouro na 18ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza

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 Sob o título Terra, a representação do Pavilhão do Brasil na Biennale Architettura 2023, com curadoria de Gabriela de Matos e Paulo Tavares, propõe repensar o passado para projetar futuros possíveis.

 

A Fundação Bienal de São Paulo tem o prazer de anunciar que, nesta manhã de sábado, 20 de maio de 2023, na Ca’ Giustinian, em Veneza, o Pavilhão do Brasil recebeu o Leão de Ouro de melhor Participação Nacional na 18ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia. Esta é a primeira vez que este renomado prêmio internacional é concedido ao Pavilhão do Brasil. O Leão de Ouro distingue a exposição Terra, que tem curadoria de Gabriela de Matos Paulo Tavares. Os curadores, juntamente com representantes da Fundação Bienal de São Paulo, comissária da exposição, receberam o prêmio na abertura oficial da 59ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia, em Veneza.

“Estamos muito felizes por ter recebido esta oportunidade, inspirados por Lesley Lokko, de apresentar o Brasil como um território diaspórico, com grandes contribuições ancestrais das comunidades afro-brasileiras e indígenas. Acreditamos que essas são as tecnologias que devem fazer parte das soluções para criar um futuro diferente e mais igualitário para a humanidade e para restaurar e proteger nosso mundo natural.” – Gabriela de Matos e Paulo Tavares.

O Pavilhão propõe repensar o passado para projetar futuros possíveis, destacando atores esquecidos pelos cânones arquitetônicos, em diálogo com a curadoria da Bienal de Veneza, edição 2023, Laboratório do Futuro. A partir de uma reflexão sobre o Brasil do passado, do presente e do futuro, a exposição coloca a terra no centro do debate, tanto como elemento poético quanto como elemento concreto no espaço expositivo. Para isso, todo o pavilhão foi preenchido com terra, colocando o público em contato direto com a tradição dos territórios indígenas, as moradias quilombolas e as cerimônias do candomblé.

 

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Gabriela de Matos e Paulo Tavares, curadores do Pavilhão Brasil na Bienal de Arquitetura de Veneza, são os vencedores do Leão de Ouro 2023. / Foto: Jacopo Salvi.

 

E conta com a colaboração dos seguintes participantes: povos indígenas Mbya-Guarani; povos indígenas Tukano, Arawak e Maku; tecelãs Alaká (Ilê Axé Opô Afonjá); Ilê Axé Iyá Nassô Oká (Casa Branca do Engenho Velho); Ana Flávia Magalhães Pinto; Ayrson Heráclito; Day Rodrigues em colaboração com Vilma Patrícia Santana Silva (Grupo Etnicidades FAU-UFBA); coletivo Fissura; Juliana Vicente; Thierry Oussou e Vídeo nas Aldeias.

“Nossa proposta curatorial se baseia em pensar o Brasil como terra. Terra como solo, fertilizante, terreno e território. Mas também terra em seu sentido global e cósmico, como planeta e casa comum de toda a vida, humana e não humana. Terra como memória e também como futuro, olhando para o passado e para o patrimônio para ampliar o campo da arquitetura diante das questões urbanas, territoriais e ambientais mais urgentes” – Gabriela de Matos e Paulo Tavares.

Elementos das habitações populares brasileiras estão presentes na entrada do pavilhão brasileiro e contrastam com as características modernistas do prédio, como as cercas com o símbolo sankofa – pertencente a um sistema de escrita africano chamado Adinkra, do povo Akan da África Ocidental, que tem sido amplamente usado em designs de cercas e pode ser visto na maioria das cidades brasileiras, significando “olhar para o conhecimento de nossos ancestrais em busca de construir um futuro melhor”, afirmam os curadores.

A decisão de conceder o Leão de Ouro foi tomada pelos membros do júri internacional da 18ª Exposição Internacional de Arquitetura: o arquiteto italiano e curador Ippolito Pestellini Laparelli (presidente); a arquiteta e curadora palestina Nora Akawi; a diretora americana e curadora do The Studio Museum di Harlem, Thelma Golden; o fundador zimbabuano e coeditor da Cityscapes Magazine, Tau Tavengwa; a polonesa Izabela Wieczorek, arquiteta na Espanha, pesquisadora e educadora baseada em Londres. O júri é nomeado pelo Conselho de Administração da Bienal de Veneza, por recomendação de Lesley Lokko, curadora da 18ª Exposição intitulada O Laboratório do Futuro. De acordo com o júri, o “Leão de Ouro de Melhor Participação Nacional [foi concedido] ao Brasil por uma exposição de pesquisa e intervenção arquitetônica que centra as filosofias e imaginários das populações indígenas e negras em direção a modos de reparação”.

 

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Fachada do pavilhão brasileiro na 18 MIA, exposição Terra. Render produzido pelos curadores Gabriela de Matos e Paulo Tavares.

 

Serviço

Pavilhão do Brasil na 18ª Mostra Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia Exposição: Terra

Comissário: José Olympio da Veiga Pereira, presidente da Fundação Bienal de São Paulo

Curadoria: Gabriela de Matos e Paulo Tavares

Participantes: Ana Flávia Magalhães Pinto; Ayrson Heráclito; Day Rodrigues com colaboração de Vilma Patrícia Santana Silva; coletivo Fissura; Ilê Axé Iyá Nassô Oká (Casa Branca do Engenho Velho); Juliana Vicente; povo indígena Mbya-Guarani; povos indígenas Tukano, Arawak e Maku; Tecelãs do Alaká (Ilê Axé Opô Afonjá); Thierry Oussou; Vídeo nas Aldeias

Local: Pavilhão do Brasil

Endereço: Giardini Napoleonici di Castello, Padiglione Brasile, 30122, Veneza, Itália
Data: 20 de maio a 26 de novembro de 2023

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em uma palavra, CONEXÃO

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Buscando conectar amplamente espaços internos e externos, o projeto desta residência em Paraty privilegiou a vista para o mar.

 

O projeto da Bernardes Arquitetura para esta residência traz um volume em aço, disposto sobre o paisagismo com espécies tropicais, implantado em condomínio residencial em Paraty, Rio de Janeiro. Com área construída de 500 m2, a Casa JSL, em sua lateral esquerda, revela um pergolado triangular que, a partir da extensão das vigas de aço, resguarda a garagem entre o jardim. Já na entrada, uma área rebaixada com altura tradicional do pé direito é depois superada por um pé direito duplo a partir da malha estrutural em aço.

 

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Em todo seu perímetro, extensores metálicos são presos às vigas enquanto suportes para brises, do mesmo material, perpendiculares nas faces dos dormitórios e área gourmet, promovendo conforto térmico a partir do sombreamento da área social.

“As soluções viabilizam conforto térmico a partir do sombreamento das áreas sociais, que somado à generosa abertura da caixilharia contribui para ventilação natural abundante.” – Bernardes Arquitetura

 

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Aliás, hall de entrada e salas de estar e jantar transformam-se em varandas quando suas esquadrias estão abertas para as áreas gourmet e piscina. Integrando espaços, os mesmos materiais do interior são utilizados no piso externo e na parede da churrasqueira. Na cobertura, toldo com sistema abre e fecha eletrônico.

O living se compõe de ripas de madeira sobre as paredes, as quais também recobrem o forro da área rebaixada do hall. No pé direito duplo da sala de estar, uma grande pele de vidro, fixa junto ao brise de malha quadriculada, protege da exposição ao sol e possibilita ampliar a visão de toda a vegetação do entorno.

No mobiliário e acessórios, texturas tipicamente praianas são reimaginadas numa visão contemporânea. Sofá e poltronas recebem acabamento em linho, enquanto o tapete é de sisal. Ao fundo da sala de jantar, um biombo em corda de marinheiro.

 

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A residência possui certa permeabilidade visual direta à praia. Os espaços são amplamente conectados internamente e, ao mesmo tempo, conectados também com o entorno exuberante.

Sob o mesmo conceito, nos dormitórios, esquadrias de correr, piso e teto, podem também ser completamente abertas. Em conjunto com guarda-corpo de vidro incolor e brises, possibilitam comtemplar a brisa e o céu azul da atmosfera praiana de Paraty.

 

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Por redação
Imagens:  Maíra Acayaba

ChatGPT para a Indústria 4.0

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Tecnologia, batizada de TÆLOR, vai mais longe do que o modelo de inteligência artificial e entrega, além de respostas para os mais diversos cenários do chão de fábrica, insights acionáveis para a tomada de decisão dos líderes industriais.

 

Acaba de ser lançada no Brasil uma solução que nasceu para ser o ChatGPT da Indústria 4.0. O nome dela é TÆLOR, batizada em homenagem a Frederick Taelor, o pai da administração moderna, que funciona nos mesmos moldes de interação baseada em inteligência artificial da OpenAI, compartilhando com o usuário um diálogo fluído e natural, com altíssimo nível de confiabilidade nas respostas para as mais variadas questões do chão de fábrica.

Desenvolvida pela Cogtive, com mais de 5 anos elaborando soluções tecnológicas para unidades fabris, a ferramenta foi concebida para aliviar uma dor, em nível global, que é a de ter profissionais especializados para lidar com o dinamismo e desafios do setor. Para se ter uma ideia da dimensão do problema, o Brasil está em 10º lugar, no mundo, quando o assunto é dificuldade em encontrar pessoal devidamente preparado, conforme tema de uma pesquisa da ManpowerGroup, de 2022.

Acaba de ser lançada no Brasil uma solução que nasceu para ser o ChatGPT da Indústria 4.0. O nome dela é TÆLOR, batizada em homenagem a Frederick Taelor, o pai da administração moderna, que funciona nos mesmos moldes de interação baseada em inteligência artificial da OpenAI, compartilhando com o usuário um diálogo fluído e natural, com altíssimo nível de confiabilidade nas respostas para as mais variadas questões do chão de fábrica.

Desenvolvida pela Cogtive, com mais de 5 anos elaborando soluções tecnológicas para unidades fabris, a ferramenta foi concebida para aliviar uma dor, em nível global, que é a de ter profissionais especializados para lidar com o dinamismo e desafios do setor. Para se ter uma ideia da dimensão do problema, o Brasil está em 10º lugar, no mundo, quando o assunto é dificuldade em encontrar pessoal devidamente preparado, conforme tema de uma pesquisa da ManpowerGroup, de 2022.

De acordo com Reginaldo Rodrigues, CEO da Cogtive, o processo de concepção do TÆLOR se deu em 3 anos. Hoje, pronto, ele reproduz o conhecimento aplicado de dezenas de Philosophy Doctor (PhD), avaliando em tempo real as informações disponíveis no painel de indicadores da indústria. “Esse panorama foi construído a partir da Internet das Coisas (IoTs), com capacidade para coletar informações em tempo real de dezenas de equipamentos, e organizar todos esses dados em mais de 70 funcionalidades, visando atender diferentes demandas e áreas das indústrias”, explica o CEO da Cogtive.

Assim, o TÆLOR é útil para observar gargalos, bem como problemas, desvios e falhas na linha de produção, atuando de forma preventiva e não reativa. “Evoluindo continuamente a partir do aprendizado gerado por mais de 2 bilhões de produtos já trackeados pela Cogtive, o TÆLOR entrega insights acionáveis e não apenas informação, possibilitando que os líderes tenham um excelente aliado para a conquista de resultados efetivos”, ressalta Rodrigues, que possui mais de 15 anos de experiência em controle e automação fabril, no desenvolvimento, acompanhamento e liderança de projetos.

 

Falta de talentos

As indústrias dos mais variados segmentos estão sendo cada vez mais cobradas, do ponto de vista social e econômico, a adotar medidas que têm por objetivo impedir ou desacelerar a ocorrência de um fato negativo, assim como, a investir em ações corretivas para reparar danos já estabelecidos. O problema é que sem pessoas capacitadas para trabalhar preventivamente é quase que uma utopia.

“Por isso nasceu o TÆLOR, para ser um colaborador preciso, rápido e com a força de ‘300 PhDs’ para agregar nas equipes de chão de fábrica”, enaltece Reginaldo Rodrigues, que teve a ideia da solução após constatar que se tornar especialista em um assunto é uma tarefa cada vez mais cara e demorada. “Em média, o tempo para se concluir um PhD varia de 3 a 6 anos, podendo chegar a até 8 anos. A duração depende da área de estudo escolhida, universidade, país e se o curso será feito em período integral ou médio”.

Nos cálculos de Reginaldo, o tempo médio de estudo para um profissional se tornar PhD é de 5,7 anos. Somando o período de graduação e mestrado, 14 anos. “Se considerarmos também os ensinos fundamental e médio, são 26 anos de estudo para que um profissional seja capaz de trabalhar com profundidade”, ressalta ele, salientando que isso afeta as empresas de todos os portes e segmentos, sobretudo a indústria, primeiro por causa do extenso período, claro; e, em segundo lugar, porque, para contratar — e manter — profissionais com toda essa bagagem se torna cada vez mais oneroso. “Não é de se estranhar, portanto, que a maioria dos negócios não conte com profissionais com tal capacidade analítica”.