LEGADO VERDE – um portal dedicado ao paisagismo!

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Conheça o primeiro portal dedicado à flora nativa brasileira para profissionais do paisagismo

 

Com a carência em encontrar espécies nativas brasileiras no mercado, o paisagista e artista plástico Roberto Carneiro criou o portal Legado Verde, que tem como objetivo incentivar a produção e a utilização de plantas nativas no paisagismo, bem como difundir a conscientização de exploração sustentável e a preservação dos ricos biomas brasileiros.

Nos anos 1930, o paisagista e artista plástico Roberto Burle Marx revolucionou a estética paisagística com o uso de plantas brasileiras em seus projetos. De lá pra cá, pouca coisa mudou com relação às plantas. Segundo dados do programa Reflora/Flora do Brasil 2020, são reconhecidas quase 50 mil espécies na flora brasileira, das quais 35,5 mil podem ser usadas no paisagismo. No atual cenário, conforme amostragem do botânico e paisagista Ricardo Cardim, estima-se que mais de 90% das plantas comercializadas no paisagismo brasileiro são exóticas, ou seja, de origem estrangeira.

 

Me impressiono com a enorme quantidade de árvores, palmeiras, arbustos e forrações exóticas plantadas em todos os lugares. É preciso virar a chave e começarmos a tratar a nossa biodiversidade com mais consideração e respeito” – Roberto Carneiro.

 

O portal é ilustrado com informações sobre a flora brasileira, fotos de exemplares nativos do Brasil, projetos de paisagismo, além de um blog, que traz temas relevantes abordados pelo Legado Verde e por seus colaboradores. Conta também com um diferencial importante na área para assinantes: ferramentas exclusivas para facilitar a vida de profissionais do setor na busca por produtores/viveiristas e fornecedores de produtos/serviços voltados ao paisagismo.

Em Projetos, aberto a não-assinantes, encontram-se sugestões de utilização da vegetação nativa em áreas diversas. No blog, também aberto a todos os usuários, há conteúdos de interesse geral, como Astrologia no Paisagismo e Frutos Nativos do Bioma Brasileiro. “”É fundamental informar, divulgar, difundir este conhecimento para o maior número de pessoas. Os usuários, clientes e profissionais precisam ter acesso a essas possibilidades. Somente assim será possível ocorrer mudanças na cultura do paisagismo“, diz Roberto.

 

A área do assinante é voltada aos paisagistas, produtores e fornecedores que terão acesso a conteúdos exclusivos. A assinatura anual custa R$ 90,00 (para paisagistas) e R$ 120,00 (para produtores e fornecedores).  Colaboradores convidados e estudantes de paisagismo terão acesso grátis, desde que o cadastro seja aprovado. Ao assinar o portal Legado Verde, os usuários contribuem para o plantio de uma muda de árvore nativa em área de restauração florestal e vão receber um certificado de participação no projeto. Trata-se de uma parceria com a Moetá – Consultoria em Cultura Ecológica.

 

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Veja como funciona a rede de conexão do Legado Verde

Na área do assinante, paisagistas encontram produtores da espécie nativa que necessita para o seu projeto através de um campo de busca. Basta informar o nome científico ou popular da planta. Já em fornecedores, encontram produtos e serviços, distribuídos em mais de trinta categorias, que vão de implantação a manejo, de revestimentos a iluminação, além dos mais variados insumos.

Os produtores/viveiristas terão acesso a um banco de dados, com mais de 1.000 espécies nativas cadastradas para criar uma lista das plantas que comercializa. É através desta lista que os paisagistas terão acesso aos seus dados de contato. Eles também têm acesso à página de fornecedores, onde poderão encontrar produtos/serviços para expandir o seu negócio.

Para fornecedores, o portal disponibiliza mais de trinta categorias para cadastrarem seus produtos/serviços e divulgarem o seu negócio. O Legado Verde estará com a área do assinante aberta, até 20 de fevereiro, para que paisagistas, produtores e fornecedores experimentem as ferramentas do portal.

Portal https://legadoverde.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagens: Divulgação Legado Verde

Pesquisa da UFSCar estuda diretrizes para redes cicloviárias

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Projeto busca voluntários para responderem questionário online

 

A pesquisa intitulada “Diretrizes para implantação de redes cicloviárias frente às interfaces urbano-rodoviárias utilizando geotecnologias”, desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana (PPGEU) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), está convidando pessoas voluntárias para responderem questionário online sobre viagens de bicicleta em redes cicloviárias.

Realizada pela aluna de mestrado do PPGEU Maria Paula Rosa Freato, sob orientação da professora Rochele Amorim Ribeiro, do Departamento de Engenharia Civil (DECiv), a pesquisa tem como objetivo identificar a importância dos critérios das redes cicloviárias para viagens de bicicleta em trechos rodoviários entre cidades de uma mesma região.

Podem participar do estudo pessoas com idade acima de 18 anos e que residam em qualquer localidade brasileira. Não é necessário ter capacidade técnica no assunto, nem experiência com ciclismo. O tempo previsto para resposta é de 10 minutos.

Acesse o questionário AQUI

 

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*Dúvidas podem ser encaminhadas aos e-mails [email protected] e [email protected] Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 52911521.2.0000.5504).

SIMPLICIDADE e imaginação

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Planejamento efetivo e estreita colaboração com clientes e parceiros dão forma aos projetos do designer, elaborados para serem experienciados.

 

Todo o trabalho desenvolvido pelo designer britânico Paul Cocksedge e sua equipe, no Paul Cocksedge Studio, fundado em 2004 por Paul e Joana Pinho, é liderado pela liberdade criativa. Nos últimos anos o Studio apresentou um olhar inovador e apurado, decorrente de pesquisas sobre processos, tecnologia, materiais e fabricação, abrangendo a idealização de produtos de design, projetos arquitetônicos, instalações e esculturas, todos infundidos com o senso de simplicidade, alegria e respeito que veio a caracterizar sua obra, a fim de criar designs únicos centrados nas pessoas.

 

“O que é importante para mim é encontrar aquele espaço de território desconhecido, onde somos capazes de descobrir coisas novas sobre materiais e sobre nosso próprio processo criativo.”  – Paul Cocksedge

 

No centro desse foco está uma atenção cuidadosa aos detalhes, uma vontade de questionar suposições anteriores sobre o design e uma ânsia em assumir ampla gama de projetos desafiadores. De acordo com o designer, tais projetos são provocados por uma ideia ou um material e, à medida que se trabalha nele, um caminho se desenvolve através disso e muito se configura dessa experimentação. Suas criações são verdadeiros convites à interação e sugerem uma experiência aos sentidos, um breve relacionar-se com o objeto e seu entorno.

 

Criado em parceria com o Sino Group, Time Loop é uma instalação projetada para a Yue Man Square de Hong Kong. A obra, feita em madeira de origem sustentável, foi inspirada na rica história do distrito de Kwun Tong, criada como um loop infinito que ecoa as constantes mudanças e o ritmo da vida na cidade. Os transeuntes podem sentar-se na peça que emoldura vistas da arquitetura circundante e tornar-se parte do movimento da cidade. “E esse é o simbolismo da forma”, reflete Paul Cocksedge.

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Primeiro projeto do Studio na África do Sul, iniciado pela Design Indaba e desenvolvido em parceria com a WSP e a construtora XLAM, a ……. É uma ponte de madeira permanente através do rio Liesbeek, na Cidade do Cabo, com sua estrutura projetada em madeira transversal (CLT) originada da árvore de Eucalipto. O design se inspira na forma como as tábuas de madeira são empilhadas, se unem e criam aglomerados de bancos, oferecendo às pessoas um lugar para se sentar e desfrutar da vista do rio, da natureza local e da vida selvagem. A CLT é uma alternativa mais sustentável ao concreto, alvenaria e aço, exigindo menos água e energia para fabricação. De acordo com Paul, a ponte é um gesto visual relativamente simples, mas aborda questões importantes em torno do nosso ambiente e como inovar com o uso da CLT na criação de estruturas interessantes.

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Por Redação

Imagens: Divulgação Paul Cocksedge Studio

Instituto Favela da Paz é uma das construções mais sustentáveis escolhidas pela COP26

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O Instituto ficou entre os 8 escolhidos na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima de 2021, como um dos projetos mais sustentáveis do mundo que envolvem a questão urbanística e de conexão com as necessidades das comunidades aonde estão inseridas.

Em sua 26ª edição, a Conferência das partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que aconteceu de 01 a 12 de novembro, na cidade de Glasgow, na Escócia, escolheu 8 construções entre as mais sustentáveis do mundo. Para isso, levou em conta as soluções aplicadas aos edifícios que podem ajudar o planeta a combater as mudanças climáticas. O Instituto Favela da Paz, localizado no Jardim Ângela, em São Paulo, está entre os escolhidos. O projeto para construção da nova sede do Instituto, que segue diretrizes de sustentabilidade sócio ambiental, já está em fase de captação de recursos e foi assinada pelo Atelier O’Reilly.

O Instituto foi citado junto com projetos como uma escola privada construída toda em bambu em Bali, na Indonésia, e o projeto Tecla, com casas de barro feitas via impressoras 3D a partir de argila crua inteiramente colhida na própria região de Massa Lombarda, na Itália. Entre suas principais características, estão a construção com sistemas híbridos como woodframing, metálica e concreto armado, além de mais de 43 estratégias sustentáveis bioclimáticas ativas e passivas que tem como objetivo reduzir o impacto ambiental, formar mão de obra qualificada na comunidade e promover a saudabilidade dos espaços para o seu público com a utilização de materiais com zero toxicidade. Geração de energia, tratamento de água e a autossuficiência na operação do edifício.

O Jardim Ângela já foi considerado pela ONU um dos lugares mais perigosos para se viver. As ações desenvolvidas pelo Instituto foram capazes de pacificar em parte esta comunidade e hoje, buscam a ampliação através da nova sede e requalificação do entorno, para apresentar-se como um modelo a ser replicado.

 

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Conforme explica Patrícia O’Reilly, autora do projeto da nova sede do Instituto Favela da Paz, as propostas de edificação e urbanização imputam, como ferramentas de transformação, ações que atendem a erradicação da pobreza com formação de mão-obra aplicadas na construção do edifício, como impulso econômico local, reduzindo a desigualdade e educando para a implantação de sistemas construtivos híbridos que permitem o acesso a uma nova forma de fazer.

“o projeto em si e a requalificação urbana do seu entorno geram conexões, além de estabelecerem um diálogo produtivo entre a cooperação e o comportamento social e ético da comunidade” – Patrícia O’Reilly

As etapas do processo e inclusive o que será realizado após sua entrega oferecem, também, novas oportunidades de geração de renda, conexão com o espaço público, e estimulam a sensação de pertencimento do lugar de forma sustentável. Pessoas, arquitetura e urbanismo se entrelaçam na estruturação de um complexo integrado que estabelece um novo paradigma diante das possibilidades de interação que a tecnologia oferece propiciando encontros virtuais que celebram e acessam uma visão de mundo expandida para a também nova realidade do planeta.

 

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Saiba mais sobre o projeto e a captação de recursos aqui:

http://atelieror.com/?portfolio=nova-sede-instituto-favela-da-paz

 

 

 

Nos 20 anos do Estatuto da Cidade, CAU SP promove ciclo de debates

GettyImages ffdebeeaaeceecd

O I Ciclo de Debates sobre Política Urbana e Ambiental à luz dos Estatutos da Cidade e da Metrópole terá transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do Conselho paulista

 

Entre os dias 3 e 8 de novembro, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP) promoverá o ‘I Ciclo de Debates sobre Política Urbana e Ambiental à luz dos Estatutos da Cidade e da Metrópole’, reunindo especialistas, professores e pesquisadores de universidades e representantes do poder público em torno dos desafios de planejamento e gestão dos municípios e das regiões  metropolitanas. O objetivo é reunir subsídios e contribuições para a construção da agenda urbana e ambiental do CAU/SP e o debate considerará as exigências e avanços contidos nos Estatutos da Cidade e da Metrópole.

O Estatuto da Cidade (lei n° 10.257/2001) regulamenta os arts. 182 e 183 da Constituição, possibilitando o desenvolvimento de uma política urbana, e visando à construção de cidades sustentáveis.

Já o Estatuto da Metrópole (lei nº 13.089/2015) vem suprir um grande hiato em relação ao planejamento regional. Estabelece diretrizes gerais para o planejamento, a gestão e a execução das funções públicas de interesse comum (FPIC) quanto às regiões metropolitanas (RM) e aglomerados urbanos (AU).

Conforme o IBGE, o país conta com 74 Regiões Metropolitanas. O Estado de São Paulo abriga a maior delas, a RM de São Paulo, com 39 municípios e total estimado de 21 milhões de habitantes.

 

I Ciclo de Debates sobre Política Urbana e Ambiental à luz dos Estatutos da Cidade e da Metrópole
Datas
 3, 4 e 8 de novembro de 2021
Horário a partir das 17h
Transmissão via pelo canal YouTube do CAU/SP

Programação

3/11

17h Abertura
Com
 Catherine Otondo, Presidência do CAU/SP

17h10 A Contribuição do arquiteto e urbanista Flávio Villaça no planejamento e na produção socioespacial urbana
Com
 Conselheira Denise Antonucci (CPUAT-CAU/SP); Maria Lúcia Refinetti (FAUUSP); Beatriz Kara José (Universidade Paulista e Centro Universitário Senac); e Fernanda Haddad (Universidade Paulista)

17h50 Debate

4/11

17h Abertura
Com
 Debora Prado Zamboni, CPUAT- CAU/SP

17h10 Debate sobre a política urbana e ambiental à luz do Estatuto da Cidade
Com
 Dânia Brajato (Universidade Federal do ABC); Rosie Yamaguti (Universidade Federal do ABC); Douglas Tadashi, defensor público e integrante do LABHAB (FAUUSP)

17h50 Debate

8/11

17h Abertura
Com
 Nadia Somekh, Presidência do CAU/BR; Catherine Otondo ou Poliana Risso, Presidência do CAU/SP; e Mônica Antonia Viana, Coordenadora da CPUAT- CAU/SP

17h10 Painel 1 – Panorama da Política Urbana e Ambiental no contexto metropolitano na América Latina e no Brasil
Mediação
 Mônica Antonia Viana, Coordenadora CPUAT/CAU SP
Relatoria Gabriela Morita, Conselheira CPUAT/CAU SP; Cid Blanco, Observatório Metropolitano ODS (METRODS) e Comissão para os ODS do IAB; Vicente Trevas, Instituto AMSUR; Bárbara Oliveira Marguti, IPEA

17h50 Painel 2 – Governança interfederativa, financiamento e gestão democrática das metrópoles
Mediação
 Danila Martins Battaus, Conselheira CPUAT/CAU SP
Relatoria Velta Maria Krauklis de Oliveira, CAU/SP; Paula Ravanelli Losada, IBDU; Luciana Royer, FAUUSP; Danielle Klintowitz, Instituto Pólis

18h30 Painel 3 – Desafios do Planejamento e Gestão das RMs no Território Paulista à luz do Estatuto da Metrópole
Mediação Teresinha Debrassi, Conselheira CPUAT- CAU/SP
Relatoria Ailton Pessoa de Siqueira, Conselheiro  CPUAT- CAU/SP; Marcos Vinholi e/ou Ortiz Junior, SDR/Governo do estado de SP (a confirmar); Sânia Dias Baptista,  especialista em Planejamento urbano e regional (Emplasa); Angélica Alvim, FAU Mackenzie (recursos hídricos); Rafael Calabria, IDEC (mobilidade urbana)
Acompanhamento e relatoria Mariana Fialho Nascimento
+ Contribuições via chat

19h30 Considerações das relatorias: principais contribuições e propostas
Relatores
 Conselheira Gabriela Morita; Velta Maria Krauklis de Oliveira, CAU/SP; e Conselheiro Ailton Pessoa de Siqueira

20h Encerramento
Com
 Mônica Antonia Viana, Coordenadora CPUAT- CAU/SP

 

 

 

Fonte: CAU SP

Imagem: Ilustrativa

 

Forbes Italiana destaca um dos co-fundadores responsável pela construção da primeira cidade inteligente brasileira

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O executivo ganhou destaque ao liderar o seu negócio de grande impacto em terras brasileiras, que coloca o bem-estar das pessoas acima do lucro

 

Giovanni Savio, co-fundador da Planet Smart City – que idealizou e construiu três cidades inteligentes e inclusivas em terras brasileiras, foi destaque na Forbes Italiana como um dos 100 empresários e gerentes italianos que estão liderando seus negócios com a visão de grandes líderes, levando em conta o momento delicado pelo qual a sociedade atravessa.

Fundada em 2015, a proptech possui escritório no Brasil e em diferentes países. Foi Savio quem implantou a Planet no Brasil junto com Susanna Marchionni que coordena as operações no País. A Smart City Laguna, que é a primeira cidade inteligente brasileira, foi construída do zero – da infraestrutura ao aplicativo em uma área de 330 hectares, que é semelhante a um “condomínio aberto” de grandes proporções – ou uma pequena cidade, com capacidade de abrigar até 25 mil moradores quando estiver completamente pronta.

O projeto que combina planejamento sustentável, conectado e colaborativo foi idealizado para acolher diferentes classes sociais, incentivando o senso de comunidade a partir do compartilhamento de espaços públicos e de serviços disponíveis, pensados para melhorar a qualidade de vida dos moradores. O executivo comenta sobre a importância de ter investido em digitalização para oferecer um projeto que é único e em um lugar onde a habitação de qualidade é um privilégio para poucos.

 

“A Smart City Laguna foi o nosso primeiro projeto que o público entendeu e confiou. A chegada inesperada da pandemia fez com que a nossa equipe e outras empresas buscassem por recursos tecnológicos para conectar a sociedade durante o isolamento social. O momento delicado só mostrou a importância de continuar investindo cada vez mais em tecnologia e na digitalização de serviços e projetos voltados para o mercado imobiliário que muitas vezes é deixado de lado” – Giovanni Savio, co-fundador da Planet Smart City.

 

A empresa proptech Planet Smart City projeta e constrói cidades e bairros inteligentes inclusivos, que fornecem mais do que apenas residências e melhora a qualidade de vida de seus moradores, aplicando sua experiência em integração de soluções inteligentes, tecnologias digitais, serviços e inovação social. O grupo fundado em 2015 pelos especialistas imobiliários italianos Giovanni Savio e Susanna Marchionni é líder global em Cidades Inteligentes Inclusivas, e tem sede em Londres, com escritórios na Itália, Brasil, Reino Unido e India. A Planet está executando um plano de expansão que inclui o lançamento de 30 projetos no mundo até 2023.

A proposta única da Planet se tornou realidade no Brasil, onde estão sendo construídos  projetos horizontais – Smart City Laguna (CE), Smart City Natal (RN), Smart City Aquiraz (CE)  – e verticais na cidade de São Paulo, com mais de 2.500 apartamentos com o parceiro local InLoop com a marca Viva!Smart.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Visar Planejamento
Imagens: Divulgação

 

 
 

Festival NaLata entrega mais de 2 mil m2 de arte urbana para São Paulo

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Artistas do mundo todo produziram murais e painéis exclusivos para esta edição, no intuito de transformar a cidade e ressignificar os espaços.

 

A segunda edição do NaLata Festival Internacional de Arte Urbana está ocorrendo no Largo da Batata, Faria Lima e no bairro de Pinheiros, deixando como legado cerca de 2,5 mil m2 de arte urbana para São Paulo. As obras de Obey, PichiAvo, Heloisa Hariadne, Zéh Palito, Verena Smit, Bicicleta Sem Freio, Finok, Doze Green, Kika Carvalho e a escultura de Jason Peters já estão finalizadas. As obras ficam nas ruas Teodoro Sampaio, 2767; Campo Alegre, 60; Arthur de Azevedo, 2103; Cunha Gago, 154; Rua dos Pinheiros, 1409 e Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2229, Rua Teodoro Sampaio, 2763, Avenida Pedroso de Morais, 691 e Largo da Batata, respectivamente.

O festival segue até dia 31 de outubro e apresenta ainda torres de contêineres, que fazem parte das instalações desta edição do NaLata Festival Internacional de Arte Urbana. Nela, os artistas brasileiros Minhau, Evol e Karine Guerra grafitaram a parte externa de três torres localizadas no Largo da Batata, enquanto o coletivo SHN grafitou a parte externa da Torre QuintoAndar – ativação da marca no evento.

 

Na Lata Bicicleta @Cabrauu Henrique Cabral

NaLata Festival Pichiavo II @Cabrauu

Na Lata @Cabrauu

Na lata Obey @Cabrauu Henrique Cabral

Na lata Obey @Cabrauu Henrique Cabral

 

Idealizado e realizado pela Agência Inhaus, comandada por Juliano Libman e Luiz Restiffe, em conjunto com o curador Luan Cardoso, o NaLata Festival Internacional de Arte Urbana traz para a população paulistana a oportunidade da vivência da arte, por meio de obras de muralistas importantes da cena do grafite mundial. Esta edição tem o patrocínio da QuintoAndar, Tiger, Suvinil, One, Iguatemi, TNT e Mundie e Advogados, e apoio da Triton e do Consulado-Geral da França em São Paulo.

 

As obras podem ser conferidas nos seguintes endereços
Rua Teodoro Sampaio, 2767 – Obey
Rua Campo Alegre, 60 – PichiAvo
Rua Arthur de Azevedo, 2103 – Heloisa Hariadne e Zéh Palito
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2229 – Finok
Avenida Pedroso de Morais, 691 – Kika Carvalho
Rua Teodoro Sampaio, 2763 – Dozegreen
Rua Cunha Gago, 154 – Verena Smit
Rua dos Pinheiros, 1409 – Bicicleta Sem Freio
Largo da Batata – Jason Peters

 

Na Lata Heloisa e Zeh Palito @Cabrauu

Na Lata Heloisa e Zeh Palito @Cabrauu

Na Lata Heloisa @Cabrauu

 

 

Serviço
Casa NaLata
Endereço: Rua Fernão Dias, 682
Horário de funcionamento: 14:00 às 22:00, de quinta a sábado
Entrada gratuita
@nalata.festival.

Premiação IABsp 2021

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A Edição do Centenário privilegia um retrato mais coletivo, diverso e complexo da produção recente, identificando valores e avanços na produção arquitetônica e urbana brasileira.

 

A Premiação IABsp 2021 – Edição do Centenário inaugura um novo momento na longa tradição de reconhecimento e consagração da arquitetura e do urbanismo promovido pelo IABsp e pelos diversos Departamentos Estaduais do IAB ao longo de sua história, que se alinham pela primeira vez com o objetivo comum de articular uma premiação nacional.

Com o objetivo de ampliar sua abrangência sem deixar de valorizar a diversidade de iniciativas e sem negligenciar as particularidades específicas de cada contexto, as premiações estaduais deste ano serão coordenadas em categorias equivalentes, de modo a garantir condições de equidade, para que então possam ser avaliadas conjuntamente em uma etapa nacional. Além das novas categorias promoverem um equilíbrio entre diferentes práticas da arquitetura e do urbanismo, o modelo do prêmio também seguirá tendências de edições anteriores, em que o júri poderá selecionar até três propostas em cada categoria, entre projetos, obras construídas e trabalhos realizados, sem distinção classificatória.

A inscrição dos trabalhos está organizada nas seguintes categorias:

  1. Edificações, mais Destaque Casa do Ano e Destaque Impacto Social;
  2. Interiores e Design, mais Destaque Objeto;
  3. Urbanismo, Planejamento e Cidades, mais Destaque Anual Especial e Destaque Marina Harkot de Ativismo Urbano;
  4. Técnicas e Tecnologia, mais Destaque Anual Especial COVID-19; e
  5. Cultura Arquitetônica, mais Destaque Anual Especial COVID-19 e Destaque do Centenário IAB.

 

Acesse o edital AQUI!

 Cronograma

9.1. Lançamento do Edital e Início das inscrições: 30 de Setembro
9.2. Anúncio do júri: Outubro de 2021
9.3. Divulgação do primeiro bloco de respostas: 08 de Outubro
9.4. Divulgação do segundo bloco de respostas: 22 de Outubro
9.5. Divulgação do terceiro e último bloco de respostas: 05 de Novembro.
9.6. Prazo final de inscrições e entrega dos trabalhos: 15 de Novembro às 23h59
9.7. Cerimônia de premiação: 15 de Dezembro de 2021
9.8. Cerimônia de premiação Nacional: Janeiro de 2022

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: IAB SP
Imagem: Divulgação IAB SP

ONU Habitat: Circuito Urbano 2021

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A 4ª edição do Circuito Urbano selecionou 178 propostas que discutirão o tema ‘Cidades na linha de frente da ação climática’.

 

Para promover os debates do evento anual Outubro Urbano, realizado pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), o escritório do ONU-Habitat no Brasil criou, em 2018, o Circuito Urbano, uma iniciativa de visibilidade e apoio institucional a eventos organizados por diversos atores em todo o país. O ONU-Habitat participa ativamente das agendas globais, como a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, estruturada em 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), sendo responsável principalmente pelo ODS 11, que busca tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

A realização já apoiou aproximadamente 400 eventos e, em 2021, a 4ª edição do Circuito Urbano, a realizar-se entre 1º e 31 de outubro, selecionou 178 propostas encabeçadas por instituições de ensino, autarquias de arquitetura, iniciativas privadas e outras para integrarem a programação oficial do Circuito.  Novamente de forma virtual, os encontros ao vivo ou gravados previamente estarão sob a temática ‘Cidades na linha de frente da ação climática’, relacionando-se com os quatro eixos de discussão:

  1. Cidades Sustentáveis e Livres de Carbono;
  2. Cidades Inclusivas e Justas;
  3. Cidades Saudáveis;
  4. Cidades Resilientes.

 

Circuitourbano

 

Um dos principais objetivos das Nações Unidas em 2021 é fortalecer a ação climática através da construção de uma coalizão global para neutralidade de carbono, adaptação e resiliência climática até 2050, limitando o aumento da temperatura global a 1,5°C (…). O debate sobre o tema vem em um momento fundamental após a revelação de dados alarmantes pelo recente relatório publicado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). O Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) estabeleceu-se em 1978, como resultado da Conferência das Nações Unidas sobre Assentamentos Humanos (Habitat I).
Com sede em Nairóbi, capital do Quênia, é a agência das Nações Unidas que atua em prol do desenvolvimento urbano social, econômico e ambientalmente sustentável.

Quanto ao Outubro Urbano, que se inicia com o Dia Mundial do Habitat (toda primeira segunda-feira do mês, neste ano 4 de outubro), e se encerra com o Dia Mundial das Cidades, celebrado em 31 de outubro, o evento é sempre guiado por dois temas estimulantes ao debate entre diversos atores sobre como melhorar a vida urbana.

Em 2021, de acordo com a linha de discussão do Circuito Urbano, o foco será no papel das cidades na luta contra a emergência climática – ‘Acelerando a ação urbana para um mundo livre de carbono’ e ‘Adaptando cidades para a resiliência climática’, abordados respectivamente durante o Dia Mundial do Habitat e Dia Mundial das Cidades. O evento é preparação para a COP26, que acontecerá entre 1º e 12 de novembro deste ano, em Glasgow, no Reino Unido.

 

Confira a programação completa!

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Circuito Urbano
Imagens: Divulgação