A instalação do sistema fotovoltaico foi possível graças ao apoio do Instituto Cultural Vale, patrocinador estratégico do Museu do Pontal por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
O Museu do Pontal anuncia a instalação de 150 painéis solares que permitem à instituição alcançar a marca de produção de 100% de energia limpa para seu consumo total. Com esta iniciativa, em 25 anos a economia será de quase R$ 10 milhões.
A trajetória para a autonomia energética é resultado da dedicação do Museu do Pontal em desenvolver o projeto arquitetônico da nova sede, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, com princípios de sustentabilidade. A começar pelo rigoroso estudo da Casa do Futuro sobre o caminho do sol ao longo do ano e o regime de ventos, que permitiu a definição de estratégias em conjunto com o escritório Arquitetos Associados, para garantir o conforto térmico e a iluminação dos espaços com o menor gasto energético possível.
Entre as soluções sustentáveis encontradas para a redução de impactos ambientais se destacam o pé direito de oito metros, janelas com quebra-sol (brise-soleil) e ventilações naturais cruzadas – que contribuem também para a redução da emissão de gases poluentes. Nos 2.600 metros quadrados de área construída, o projeto buscou ainda o máximo possível de iluminação natural, através de grandes janelas e portas de vidro. O conjunto das ações realizadas permite ao Museu do Pontal ter uma economia de 75% no gasto de energia. A reutilização da água de chuva para os jardins,que junto ao sistema de irrigação gera uma economia de cerca de 80% no uso de água, é outro dado de sustentabilidade. O Museu do Pontal tem coleta seletiva de todo o lixo.
No terreno total de 14 mil metros quadrados, 10 mil metros quadrados são de área verde, com projeto paisagístico do Escritório Burle Marx. São dezenas de milhares de mudas de 73 espécies nativas brasileiras, de árvores frutíferas e vegetação tropical às paisagens da caatinga. Esta área verde contribui expressivamente para a diversidade botânica local, melhora do ambiente para pássaros, e a purificação e umidificação do ar da região, capturando CO2 e devolvendo oxigênio para a atmosfera.
Museu do Pontal. Foto: Anderson Casulo.
SISTEMA FOTOVOLTAICO DO MUSEU DO PONTAL
Geração média mensal estimada: 9.485,47 kWh/mês
Potência do sistema: 74,25 kWp
Vida útil do sistema: 25 a 35 Anos
Painel Fotovoltaico Longi de 500W: 150 unidades
GERAÇÃO DE ENERGIA SOLAR NO BRASIL
De acordo com a Aneel, em 2022 o Brasil ultrapassou a marca de 16 gigawatts de potência instalada de energia solar, somando 11 GW dos sistemas de geração própria de energia e 5 GW das usinas de grande porte. Embora ainda seja o décimo terceiro no ranking mundial de energia solar, segundo especialistas, o Brasil tem potencial para chegar ao top 5 desse ranking. Para pessoas físicas, instituições e empresas, o aumento em julho de 64% nas bandeiras tarifárias, torna a geração própria de energia uma estratégia ainda mais relevante.
Projeto Genesis, idealizado pelo escritório FGMF, conta com 10 mil unidades e cenários inéditos em um processo criativo sem fronteiras para a imaginação.
O escritório de arquitetura FGMF assina neste ano seu primeiro empreendimento imobiliário desenvolvido inteiramente no Metaverso, consolidando-se como um dos pioneiros de seu setor nesta empreitada. O Genesis, projeto desenvolvido em parceria com a brasileira Mint Studios compõe o metaverso Myland, será composto por três torres que incorporam mais de 10.000 unidades em conexão com um amplo ambiente de marketplace; o projeto é marcado por uma arquitetura sem barreiras para a criatividade.
As 10 mil unidades comportam setores residenciais, comerciais, de lazer e de serviços. A ideia foi criar um espaço único, voltado para o usuário e os negócios, que ofereça uma experiência completa para a nova vertente do mundo digital. As torres, com uma média de 80 andares, se erguem em mais de 400 metros do cenário programado com alta tecnologia que permite que o usuário vivencie um ambiente inovador, mas que ao mesmo tempo reflita premissas importantes da arquitetura FGMF: espaços fluidos, transição gentil entre interior e exterior e um paisagismo integrado.
A ideia de criar um metaverso voltado para pessoas, marcas e negócios surgiu a partir da observação do fundador Leonardo Bartz e sua sócia, Julia Svaiter, que consideravam os metaversos já existentes de difícil acesso para as pessoas e sem o realismo necessário parase tornarem atraentes. “Pensamos em desenvolver um projeto que fosse diferente, belo, real, com benefícios para os holders (compradores) e que chamasse a atenção também pelas possibilidades de negócios”, afirmam os sócios
Um projeto inovador
Para Lourenço Gimenes, sócio diretor do escritório e responsável direto pelo projeto, criar o Genesis foi uma experiência até então inédita para o trio de arquitetos. “Foi um projeto divertido, mas ao mesmo tempo, um grande desafio entender as liberdades e limites de projetar no ambiente digital. Procuramos fazer algo que tivesse relação com o mundo real e, ao mesmo tempo, que fosse coerente com a interatividade dos avatares com o seu espaço virtual”, afirma
Cada usuário terá duas possibilidades: a de ver o cenário em primeira pessoa, e a de navegar observando o seu avatar em terceira pessoa. Além das três torres e seus interiores, o escritório é responsável pelo entorno, com lagos, áreas verdes e até estruturas rochosas que delimitam o espaço que compõem esse metaverso. Dentro do Genesis serão criados distritos (comparados a bairros no mundo real), que estarão ligados a temas como moda, música, mercado imobiliário, design, educação etc.
Nas áreas comerciais, o Gênesis explora o phygital, campo ‘híbrido’ que traz uma experiência virtual que pode ser passada para o ambiente físico. No futuro, os locais comerciais alocarão negócios e marcas, que poderão, além de comercializar outros NFTs, vender produtos e serviços dentro e fora do metaverso. Será possível, por exemplo, comprar uma roupa (NFT) para seu avatar e receber a mesma roupa na sua casa ou desconto na loja física, alugar e comprar unidades comerciais para ter interações com pessoas que não poderiam acessar o escritório físico. Por conta da alta tecnologia que envolve o projeto, texturas, cores, tamanhos e dimensões serão tão perceptíveis como objetos reais, gerando uma nova janela de oportunidade para o mercado.
Novas Tecnologias
Diante das novidades e possibilidades introduzidas pelo Metaverso, é comum observar certo estranhamento entre usuários e marcas, comportamento padrão diante de novas tecnologias até sua assimilação diante da dinâmica de uso. O conceito, no entanto, tem como premissa aprimorar as experiências virtuais que foram acentuadas ao longo da pandemia e criar um desenvolvimento contínuo para as ferramentas digitais disponíveis, substituindo a interface atual por experiências imersivas em 3D, profundamente integradas ao dia a dia dos usuários. Para Gimenes, o caminho é aprimorar as tecnologias disponíveis às necessidades do usuário e esse é o grande papel a ser desempenhado pelo olhar do arquiteto neste novo momento
tecnológico.
“Na relação espacial, ainda que virtual, a gente ainda vai ter as mesmas necessidades de desenvolver espaços de qualidade e funcionalidade que se adequem às demandas comportamentais. Esses espaços já estão acontecendo, e, como arquitetos temos que nos posicionar para que eles sejam feitos considerando a escala humana e em diálogo com o mundo real. É importante entendermos que o real não será substituído, mas complementado. De maneira simplista, o metaverso é uma nova forma de realizar as atividades digitais existentes: compras, reuniões e redes sociais terão simplesmente um outro formato, muito mais eficiente e imersivo” – Lourenço Gimenes, FGMF.
Um novo campo para a Arquitetura
Para os fundadores, o setor imobiliário pode ser considerado um dos mais promissores no metaverso, já que são muitas as possibilidades de negócios dentro do novo ambiente. “Além de comercializar as unidades, queremos atrair comércio e prestadores de serviço com objetivo de levar as pessoas a terem uma presença no mundo virtual de acordo com a popularização
da Web3.”, dizem eles. Ao adquirir uma unidade dentro do Gênesis, é possível mobiliá-lo, decorá-lo, alugá-lo, revendê-lo, organizar festas no espaço, eventos de trabalho, contratar serviços, entre outras infinitas possibilidades.
O FGMF faz parte de um seleto hall mundial de grandes nomes do cenário arquitetônico que estão participando ativamente da construção deste novo olhar sobre arquitetura. No processo de criação, desenvolver projetos com parâmetros tão diferentes apura a imaginação e cria soluções e experiências únicas. O escritório direcionou seu olhar para a exploração de um ambiente integrado à abundância de elementos naturais, proporcionando uma sensação de bem-estar nesta nova jornada tecnológica e chamando atenção para a relevância dos recursos naturais no mundo real. Com entusiasmo sobre o futuro, Lourenço reforça que “o metaverso é oficialmente um campo de trabalho para a FGMF”.
Integração dos ambientes no setor social foi uma das soluções apresentadas pelo projeto para incentivar a convivência e o uso pleno dos espaços.
Os proprietários desta residência de 700 m² localizada no interior de São Paulo, um casal com dois filhos jovens, amam receber visitas e desejavamuma casa térrea. O escritório Patrícia Penna Arquitetura & Design, capitaneado pela arquiteta Patrícia Penna, trabalhou na planta do projeto de acordo com o declive natural do terreno, propondo uma casa em patamares.
Respeitando ao máximo a topografia do lote, garagem e hall de acesso estão praticamente nivelados com o nível da rua. Poucos degraus abaixo do hall, encontra-se o living, setor de serviços e entretenimento; mais alguns degraus abaixo, os moradores acessam o setor íntimo e de lazer. “Nesse contexto, propusemos ainda, em um nível acima do living, uma sala íntima e uma suíte de hóspedes”, comenta Patrícia. Há, ainda, uma sala íntima e uma suíte de hóspedes no pavimento superior, cujo acesso é feito pelo nível intermediário da residência.
O projeto de interiores segue as linhas da arquitetura contemporânea. Nos acabamentos utilizados há porcelanatos e pedras naturais, papeis de parede, madeiras e tecidos naturais como linho, algodão e peles como camurça e couro. Os elementos são absolutamente interligados entre si. O design contemporâneo dialoga com o estilo de vida dos moradores. Na fachada externa, acabamento em “terracor”, por sua durabilidade e resistência ao desbotamento.
Um importante pedido dos moradores à profissional é que a residência contasse com ambientes que incitassem seu uso, em sua plenitude. O projeto então apostou na integração dos ambientes do setor social como estratégia para atingir este objetivo. Além disso, a residência está implantada no lote em um formato de “L”, e ao centro deste está a piscina, que por questões de insolação encontrou ali seu lugar ideal. Assim, o setor social e as suítes são conectados ao lazer, propondo ainda mais integração entre os espaços. Localizada no centro da residência, o acesso à piscina é feito tanto pelo setor social quanto pelo setor íntimo. Internamente, foi revestida por pedra “hijau” e uma faixa de piso atérmico segue seu perímetro.
“Nossa premissa foi propor soluções que dialogassem com o estilo de vida dos moradores.” – Patrícia Penna
Um dos dormitórios, com passagem direta à área externa na casa, é composto por uma mescla de tons de cinza mais claros e tons de madeira, assegurando um décor atual que visa o bem-estar. A mesa com gaveteiro é ideal para momentos de trabalho e estudo. A vista é privilegiada, para o jardim e piscina.
Ampla e com o layout fluido, a sala de estar tem pé direito duplo, grandes aberturas para área externa e um grande painel de madeira ocupa uma das paredes. Objetos de decoração e arte selecionados são da Christiane Brito Maison. Na conexão entre sala de estar e área gourmet está a área de jogos, composta por mesa de bilhar/tênis de mesa e de carteado.
A espaçosa sala de jantarestá inserida no espaço gourmet, propondo que o ambiente fosse usado cotidianamente. Com marcenaria sob medida elaborada pela Ornare e bancada de granito café imperial, a cozinha funcional recebeu acabamentos em tons de branco e cinza, elegantes e atemporais.
De tons claros e materiais nobres, o banheiro da suíte master conta com uma grande bancada em mármore, com duas cubas que facilitam a autonomia do casal no dia a dia. O box piso/teto isola completamente a área molhada, minimizando a passagem de vapor.
Nova edição do Bazar da Cidade terá exposição de pequenos e criativos designers, artesãos, produtores, com jazz ao vivo e ainda opções gastronômicas para um agradável passeio.
Amanhã ocorre quarta edição do Bazar da Cidade na Casa Museu Ema Klabin, um dos mais agradáveis equipamentos culturais paulistanos, onde expositores ocupam a área externa em meio a um belo jardim projetado por Burle Marx. Os visitantes desta feira ainda podem passear pelo interior da instituição e admirar um importante acervo de arte.
A curadoria realizada pelas especialistas Bel Pereira e Miriam Lerner tem como objetivo reunir artesãos, designers e um mix de criativos empreendedores para apresentarem lançamentos e novidades em acessórios, moda e vestuário, presentes, objetos de decoração e bem-estar, entre vários outros artigos. A presença de diversas opções gastronômicas também são um atrativo para refeições ligeiras ao longo do dia. A feira é um passeio aprazível e completo, incluindo oficinas para entreter as crianças e no entardecer um pocket show com bons músicos para relaxar e curtir o “EMA” Klabin.
O Bazar da Cidade tem foco bem definido: produtos 100% autorais que vão diretamente dos ateliês para a casa daqueles que prezam compras conscientes que carreguem boas histórias, exclusividade ou até mesmo por questões de sustentabilidade, já que se trata do incentivo aos pequenos negócios e o privilégio às peças autorais feitas em menor escala.
Bel Pereira e Miriam Lerner (Crédito: divulgação)
Esta edição contará, inclusive, com uma seleção de importantes nomes da Arte Popular Brasileira, peças garimpadas em diversas regiões do Brasil e que têm ganhado destaque como peças de coleção no Brasil e no mundo. São objetos de decoração, adornos simbólicos para casa e esculturas que traduzem a riqueza cultural brasileira feitas por mestres artesãos. “A ideia é darmos protagonismo a um design artesanal rico e diversificado, e desta forma, entrarmos com o Bazar da Cidade na agenda de eventos turísticos e de passeio da capital”, sintetizam Bel e Miriam.
Bel Pereira, idealizou o Bazar em 2015 para fomentar o acesso ao que é produzido por excelentes profissionais e dar espaço para a divulgação da arte popular e contemporânea de artistas, designers e artesãos brasileiros. Miriam Lerner, ex-diretora do MCB (Museu da Casa Brasileira) é expert em eventos que revelam talentos e tornam múltiplos os espaços expositivos de museus e acessíveis para o fluir de maiores públicos.
Resíduo Zero
Com foco na sustentabilidade, a Casa Museu Ema Klabin e o Bazar da Cidade mantêm a parceria com a Eccaplan, consultoria especializada em sustentabilidade, que fará o gerenciamento de resíduos do evento, seguindo as exigências do selo “sou resíduo zero”.
Serviço
Bazar da Cidade
26 e 27 de novembro
Sábado das 10h às 20h, Domingo das 10h às 18h Entrada franca
Rua Portugal, 43 | Jardim Europa | São Paulo
A mesa ‘Cidades Resilientes: a questão hídrica’ apresentará diálogo entre Paula Vilela, diretora de saneamento da Ramboll; Marcelo Sporkens, executivo de desenvolvimento de produtos da Amanco Wavin; e a arquiteta Adriana Levisky, autora de ‘Polifonia Urbana’
A questão hídrica é um tema relevante no Brasil, país que contém mais água no mundo, com 5,661 bilhões de metros cúbicos. Foi, inclusive, um assunto discutido com afinco na Cop 27. Neste sentido, a Festa Literária Internacional de Paraty, recebe a mesa ‘Cidades Resilientes: a questão hídrica’, na Casa Ramboll, programação oficial da Flip. O encontro conta com o diálogo entre Paula Vilela, diretora de saneamento da Ramboll; Marcelo Sporkens, executivo de desenvolvimento de produtos da Amanco Wavin; e a arquiteta Adriana Levisky, autora de ‘Polifonia Urbana’. A intermediação será feita pela curadora Keila Prado, editora da KPMO – Cultura e Arte.
Como principal tema, destaca-se o projeto de revitalização do Rio Pinheiros, em São Paulo. Com iniciativa da Ramboll Brasil, o projeto utiliza uma tecnologia inovadora, com vasta aplicação no exterior, que será apresentada por Paula Vilela. “Pela primeira vez no Brasil, utilizamos uma tecnologia de injeção de oxigênio dissolvido supersaturado em rios, já consolidada em outros países e que traz inúmeras vantagens na revitalização de corpos hídricos e também na preservação do meio ambiente, com um excelente custo-benefício”, segundo Vilela.
Já a arquiteta Adriana Levisky trará seu olhar em torno da urbanização em relação às questões hídricas, permeando os aspectos culturais, afetivos, sociais, geográficos, econômicos e de governança, também abordados em sua obra ‘Polifonia Urbana: Arquiteturas, Urbanismos e Mediações’, publicada pela editora KPMO, que, inclusive, terá sessão de autógrafos após a mesa.
“O encontro é uma oportunidade para refletirmos sobre a intima relação entre o sentimento de pertencimento e a oportunidade de qualificação, cuidado e governança da vida urbana. Para que estes processos passem a ser mais relevantes em nossas cidades que tão pouco repertório possuem sobre boas práticas e legado em espaços públicos. Portanto, é fundamental que inauguremos ritos onde o reconhecimento das vozes que compõem a cidade e a garantia de soluções de inclusão permitam o bom reconhecimento do território e embasem as intervenções urbanas.” – Adriana Levisky.
O projeto da Casa Ramboll na Flip foi idealizado por Eugênio Singer, diretor geral da Ramboll do Brasil, com curadoria de Keila Prado(KPMO), que há mais de 10 anos constrói um editorial voltado à arquitetura, urbanismo, requalificação urbana, sustentabilidade e meio ambiente.
Os pendentes da nova linha chegam como contraponto conceitual as peças Marbo, lançadas em conjunto e que são referência a tudo que vem da terra.
Em parceria com o designer de produtos, Luciano Santelli, a Bertolucci apresenta sua nova coleção de pendentes, batizada de Órbita. Verdadeiras esculturas luminosas, as peças chegam como contraponto conceitual da linha Marbo, lançada em conjunto.
Enquanto a Coleção Marbo traz como referência a potência e fertilidade da terra, com abajures inspirados nas riquezas nativas do solo tupiniquim, a Coleção Órbita se inspirou naquilo que é digno do céu, orbitando e flutuando na poética dança e movimentação dos planetas. Seguindo esta ideia, portando, as coleções acabam sendo complementares e opostas ao mesmo tempo.
Orbita.pe – L1001 – Pendente em latão ou metal, disponível em 3 tamanhos: 1m, 1,5m e 2m e opções de acabamento.
Amparado por sua pujante verve artística, o criativo, renomado no trade por sempre valorizar a leveza, a transparência e novas tecnologias em seu trabalho, desenhou itens que podem ser produzidos tanto em latão, como metal, e com adição de madeira natural, o que acaba conferindo ainda mais elegância.
Marbo 3.ab – A1003 – Abajur em LED com pedra de mármore e acabamento em metal.
A exuberância estética dos pendentes, com seus traços retos e cilíndricos, se encaixa em variados tipos de design de interiores, passeando por composições mais minimalistas, até as mais pomposas. Isso porque há, ainda, a possibilidade de variar a aparência das peças com os acabamentos, criando combinações, por exemplo, com a cor preta e detalhes em latão, ou então criar algo mais quente, com toques de madeira.
A Bertolucci possui 66 anos de tradição fabril, dominando todo o processo produtivo de suas luminárias: do conceito inicial ao projeto. Da montagem do protótipo à sua fabricação. Sem esquecer, claro, de sua comercialização. Além disso, entre as empresas do segmento, é a única a contar com design 100% nacional, produzido “in situ”.
Fonte: Bertolucci
Imagens: Marco Antonio e divulgação.
Premiação realizada pelo Instituto Tomie Ohtake é voltada a universitários(as) e profissionais recém-formados(as) de todas as áreas e concederá a cinco proponentes a verba de R$ 6.000,00 cada para a realização do protótipo de projeto.
Estão abertas as inscrições do 5º PRÊMIO DESIGN TOMIE OHTAKE, voltado a universitários(as) e profissionais recém-formados(as) de todas as áreas. A iniciativa consolidou-se como a principal premiação brasileira de mapeamento na área do design, acolhendo múltiplas linguagens, dada a sua transdisciplinaridade, e não se restringindo a categorias, uma vez que contempla projetos de naturezas diversas.
O prêmio, que propõe a cada edição um novo tema para instigar soluções inovadoras que respondam a desafios atuais do cenário socioeconômico, cultural e político, promove, desta vez, a concepção do “Coviver”. A proposta não tem a pretensão de instaurar relações absolutamente novas. Trata-se, antes, de orientar o design a discutir a habitabilidade na Terra, bem como quais são as nossas possibilidades de ação.
Cinco proponentes serão selecionados(as) e ganharão a verba de R$ 6.000,00 cada para a realização do protótipo de seu projeto que será exposto no Instituto Tomie Ohtake, em exposição a ser realizada em maio de 2023. Além disso, dois projetos, dentre aqueles presentes na exposição, receberão como prêmio troféus e publicações do Instituto Tomie Ohtake. As inscrições, que seguem até o dia 10 de janeiro de 2023, são gratuitas e podem ser feitas pelo site https://premiodesign.institutotomieohtake.org.br/.
Com perfil distinto das usuais premiações de design, o PRÊMIO DESIGN TOMIE OHTAKEtem uma proposta inovadora: abdicando de categorias, propõe a cada edição um tema-desafio a estudantes universitários(as). A partir desse tema, projetos podem ser inscritos por universitários(as) e profissionais recém-formados(as) de qualquer área, não se restringindo somente a jovens designers. A ideia é premiar propostas que destaquem e concebam a relação do design com outras áreas, como arquitetura, biologia, engenharia, moda, tecnologia, ciências sociais, entre outras.
Com esses pressupostos, o prêmio procura ressaltar que atualmente as propostas mais contundentes de design acontecem em diálogo com diferentes especialidades, instigando soluções inovadoras que possam responder a questões contemporâneas que discutam nosso cenário social, político, urbano, habitacional, além de novas demandas tecnológicas, novos equipamentos, publicações e mídias digitais.
Nas últimas quatro edições, o PRÊMIO DESIGN TOMIE OHTAKEjá premiou 60 projetos entre os cerca de 700 inscritos, provindos de 25 estados brasileiros e do Distrito Federal. Foram realizadas 700 reuniões com professores e alunos(as) em mais de 50 universidades de todo país e mais de 20 ações educativas em São Paulo e outros estados, entre simpósios, seminários, cursos, oficinas, conversas, palestras e lives.
Podem se inscrever ao 5º PRÊMIO DESIGN TOMIE OHTAKE, estudantes de graduação com matrícula vigente em curso de nível técnico e/ou superior de qualquer área, incluindo, mas não se limitando à graduação em design, reconhecido ou autorizado pelo MEC. Podem ter nacionalidade brasileira ou estrangeira, desde que residentes no país há, pelo menos, dois anos; Profissionais que tenham concluído a graduação nos últimos cinco anos em qualquer curso de nível técnico e/ou superior reconhecido ou autorizado pelo MEC. ADefinir imagem destacadassim como os(as) estudantes, os(as) profissionais podem ter nacionalidade brasileira ou estrangeira, desde que residentes no país há, pelo menos, dois anos. São aceitas ainda inscrições de grupos de pesquisa, associações interdisciplinares ou coletivos cujos(as) integrantes sejam estudantes de graduação ou recém-graduados(as), desde que todos(as) os(as) membros(as) respondam às condições elencadas acima.
O Prêmio busca mapear e reconhecer produções arquitetônicas contemporâneas que englobam formas inovadoras de pensar, produzir, transmitir e transformar espacialidades.
O Instituto Tomie Ohtake e a AkzoNobel seguem mapeando a produção arquitetônica contemporânea, ao destacarem, pelo nono ano consecutivo, projetos significativos construídos no panorama atual brasileiro. A novidade é que, além da categoria Profissional, a nona edição reintroduz a categoria Universitária, que fez parte da sexta edição da premiação, realizada em 2019. As inscrições gratuitas devem ser feitas on-line até 1º de dezembro de 2022, onde estão disponíveis informações completas sobre a premiação. Propostas serão orientadas pelo tema “Memórias, transformações e resistências nos territórios e nas paisagens”.
Podem se inscrever profissionais da arquitetura de nacionalidade brasileira, ou estrangeira, que vivam no Brasil há pelo menos cinco anos, e que apresentem projetos construídos durante os últimos dez anos, bem como estudantes do ensino superior regularmente matriculados ou recém-formados (até dois anos) em cursos de arquitetura de nível superior reconhecidos ou autorizados pelo MEC, brasileiros ou estrangeiros residentes no país há pelo menos um ano.
São quatro os critérios fundamentais que nortearão a seleção dos dez projetos da categoria Profissionais do 9º Prêmio Arquitetura Tomie Ohtake AkzoNobel: o uso de tecnologias ativadoras que permitam atualizações ou interpretações sobre materiais, métodos construtivos, aspectos sustentáveis, saberes e memórias; obras que abarquem inovações no cotidiano impactando o dia-a-dia de comunidades e garantindo otimização dos usos, circulação e aspectos recreativos para grupos sociais diversos; projetos efêmeros ou permanentes que priorizem expressão, ação e atuação no território; e ainda cor.
Já estudantes que se interessem pela categoria Universitária devem submeter seus projetos a partir do tema “Memórias, transformações e resistências nos territórios e/ou nas paisagens”. A provocação lançada busca estimular olhares sobre possibilidades de atuação em territórios a partir de pesquisas desenvolvidas no âmbito acadêmico e que se desdobrem em práticas projetuais. Mais informações estão presentes no edital da premiação.
O júri dessa edição, formado por Carol Tonetti, Catherine Otondo, Clevio Rabelo, Ester Carro e Thais Troncon Rosa, será responsável pela seleção dos dez trabalhos selecionados entre os Profissionais e mais três entre os Universitários, que participarão da exposição na sede do Instituto Tomie Ohtake, com realização prevista para maio de 2023. Na inauguração do evento, serão anunciados três projetos premiados da categoria Profissional e um na categoria Universitária.
O Prêmio busca reconhecer as produções arquitetônicas de destaque na cena contemporânea brasileira, valorizando as formas inovadoras de pensar e construir o espaço social, contribuindo, assim, com o desenho do panorama atual da arquitetura nacional nos seus mais variados contextos. Os projetos selecionados participam da exposição na sede do Instituto Tomie Ohtake e são apresentados em catálogo. As obras premiadas serão registradas com vídeo experimental e analítico da edificação realizado por cineasta em início de carreira. O Prêmio Arquitetura Tomie Ohtake AkzoNobel é resultado de uma parceria entre o Instituto Tomie Ohtake e a AkzoNobel, multinacional holandesa que atua nos segmentos de tintas e revestimentos, e se insere nas perspectivas do Instituto, enquanto instituição cultural, ao promover iniciativas no campo da arquitetura, do urbanismo, das artes plásticas e do design.
Desde 2012, setor gerou mais de 660 mil empregos e evitou a emissão de 30,6 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.
O Brasil ultrapassou uma nova marca histórica, a de 22 gigawatts (GW) de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, somando as usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de energia elétrica em telhados, fachadas e pequenos terrenos, o equivalente a 10,8 % da matriz elétrica do País.
Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), de janeiro até a metade de novembro deste ano, a energia solar cresceu 59,4%, saltando de 13,8 GW para 22 GW. Nos últimos 150 dias, o ritmo de crescimento tem sido de praticamente um GW por mês, o que coloca a fonte na terceira posição da matriz elétrica brasileira (julho: 16,4 GW, agosto: 17,5 GW, setembro: 18,6 GW, outubro: 21,1 GW, novembro: 22 GW).
De acordo com a entidade, desde 2012 a fonte solar já trouxe ao Brasil cerca de R$ 114,2 bilhões em novos investimentos, mais de R$ 35,7 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 660 mil empregos acumulados. Com isso, também evitou a emissão de 30,6 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.
Para Rodrigo Sauaia, CEO da ABSOLAR, o crescimento da fonte solar fortalece a sustentabilidade e a competitividade dos setores produtivos brasileiros, fatores cada vez mais importantes para a economia nacional e para o cumprimento dos compromissos ambientais assumidos pelo País. “Finalmente, o Brasil acordou para a energia solar e seus benefícios, cujo crescimento acelerado colocará, em breve, a fonte fotovoltaica na segunda posição da matriz elétrica nacional”, comenta. “A fonte ajuda a diversificar o suprimento de energia elétrica do País, reduzindo a pressão sobre os recursos hídricos e o risco de ainda mais aumentos na conta de luz da população”, acrescenta Sauaia.
À exemplo, o Google inaugurou, em 2022, um novo campus na Califórnia que possui mais de 90 mil módulos fotovoltaicos. O local, que é capaz de gerar até 7 MW de potência, tem seu teto projetado para formar uma espécie de “escama de dragão”, o que possibilita capturar a luz do sol de vários ângulos.
O Brasil possui mais de 7 GW de potência instalada em usinas solares de grande porte. Desde 2012, as grandes usinas solares já trouxeram ao País cerca de R$ 31,2 bilhões em novos investimentos e mais de 210 mil empregos acumulados, além de proporcionarem uma arrecadação aos cofres públicos que supera R$ 10,8 bilhões.
No segmento de geração própria de energia, são praticamente 15 GW de potência instalada da fonte solar. Isso equivale a cerca de R$ 82,9 bilhões em investimentos, R$ 24,9 bilhões em arrecadação e mais de 450 mil empregos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões do Brasil. A tecnologia solar é utilizada atualmente em 99,9 % de todas as conexões de geração própria no País, liderando com folga o segmento.
“O crescimento acelerado da energia solar é tendência mundial, impulsionado principalmente pelos altos preços da energia elétrica, pela redução dos custos da energia solar e pelo aumento do acesso a financiamentos competitivos para compra de novos sistemas. O Brasil possui um dos melhores recursos solares do planeta. Com boas políticas públicas, poderemos nos tornar uma liderança solar internacional”, conclui Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR.
O edifício da Copenhagen International School, uma escola para crianças e adolescentes, é um outro exemplo de um edifício que tem o sol como uma das principais fontes de energia. O prédio é coberto por 12 mil módulos fotovoltaicos, que fornecem aproximadamente 50% da energia do local.
Marco legal da geração própria de energia renovável
Conforme acordo firmado entre o Congresso Nacional, o Ministério de Minas e Energia (MME), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e as entidades representativas do setor, a Lei nº 14.300/2022 estabelecia um prazo que garante a manutenção das regras atuais até 2045 aos consumidores que solicitarem o parecer de acesso de sistemas de geração própria renovável, até 12 meses da data de publicação da lei.
A lei também previa prazos e compromissos para cada uma das partes, dentre eles um prazo máximo de até 180 dias, contados da data de publicação da lei, para sua integral regulamentação pela Aneel e implementação pelas concessionárias e permissionárias de distribuição de energia elétrica. Porém, a Aneel e as distribuidoras não têm sido capazes de cumprir diversos dos prazos da lei, o que tem acarretado inúmeros empecilhos, atrasos, prejuízos e dificuldades para os consumidores brasileiros interessados em gerar a sua própria energia renovável.
Diante deste desafio, tramita no Congresso Nacional o importante Projeto de Lei nº 2.703/2022 (PL 2703/2022), do Deputado Federal Celso Russomanno, que propõe prorrogar em 12 meses o prazo para protocolar os pedidos de solicitação de parecer de acesso, medida que conta com o apoio da ABSOLAR e do setor solar fotovoltaico brasileiro. Com isso, o PL 2703/2022 tem ganhado cada vez mais força entre os parlamentares e a própria sociedade brasileira, dado que restabelece a decisão do Congresso Nacional sobre o tema e proporciona mais segurança jurídica, previsibilidade, estabilidade e equilíbrio para a geração própria renovável e os consumidores.
Sobre a ABSOLAR
Fundada em 2013, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) congrega empresas e profissionais de toda a cadeia produtiva do setor solar fotovoltaico com atuação no Brasil, tanto nas áreas de geração distribuída quanto de geração centralizada. A ABSOLAR coordena, representa e defende o desenvolvimento do setor e do mercado de energia solar fotovoltaica no Brasil, promovendo e divulgando a utilização desta energia limpa, renovável e sustentável no País e representando o setor fotovoltaico brasileiro internacionalmente.