Loft Zéfiro, por Patrícia Hagobian, com ambientes arejados e muita elegância, foi criado para a 34ª edição da CASACOR São Paulo







Por Divulgação
Imagens: Divulgação







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A apresentação em conjunto dos móveis e objetos em jacarandá do período moderno e das tapeçarias artísticas de temáticas tropicais – facetas mais conhecidas da produção de Jean Gillon – seria suficiente para surpreender o leitor. Nas artes, entretanto, ele produziu desde cedo e até o fim da vida, nos mais diversos suportes. E teve uma atuação que marcou época na arquitetura de interiores e na cenografia, mesmo antes de chegar ao Brasil.
São retratos entrelaçados desse “artista-designer” múltiplo, agora reunidos em um grande livro que conta seu percurso criativo. Publicado pela Editora Olhares, o livro tem organização de Graça Bueno, galerista da Passado Composto Século XX, que tem a guarda do acervo de Gillon e se debruçou sobre ele nos últimos anos para ligar os pontos de sua história.
O lançamento marcará também a abertura de uma mostra paralela de Jean Gillon, incluindo móveis, tapeçarias, objetos, obras de arte, fotos e documentos dos acervos da família e da galeria. Ela complementa a exposição homônima do livro no MCB, também curada por Graça Bueno em parceria com a equipe do museu, aberta ao público até dezembro.


Desde o início no Brasil, teve uma carreira de destaque em projetos de interiores, como demonstra sua grande colaboração com a revista Casa e Jardim, com artigos, respostas a dúvidas de leitores e diversos projetos publicados. Em sua loja Adorno, com filiais abertas em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, passou a vender móveis, objetos decorativos e utilitários e obras suas e de outros artistas. Em paralelo desenvolvia projetos de cenografia e figurinos para peças do Teatro Cacilda Becker, parceria que teve seu ápice na peça A Visita da Velha Senhora, uma grande produção em que teve seu trabalho premiado como cenógrafo- revelação pela ABCT.
A transformação da Adorno em WoodArt, em 1965, e o novo foco nas vendas para o exterior, com participação em inúmeras feiras internacionais e negócios com mais de vinte países, marca uma grande mudança em sua produção. As linhas passam a ser apresentadas com nomes bem brasileiros. Nesse período, monta também um ateliê para desenvolver tapeçarias bordadas, peça únicas que vieram a ser a mais impactante e reconhecida expressão artística em sua carreira, com dezenas de exposições em galerias, museus e outros espaços.
Jean Gillon: artista-designer
Autores: Enock Sacramento, Giancarlo Latorraca, Graça Bueno [org.]

Serviço exposição Jean Gillon: artista designer
Museu da Casa Brasileira | Av. Brig. Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano
Visitação até 12 de dezembro de 2021 De terça a domingo, das 10h às 18h.
Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50 (meia-entrada) Entrada gratuita às terças-feiras.
Por: Olhares
Imagens: Divulgação
Em 2021 a Design Weekend! Semana de Design de São Paulo chega a sua 10ª edição e se consolida, ainda mais, como um dos maiores eventos do segmento no mundo, impactando profundamente áreas do design, arquitetura, urbanismo, decoração, negócios, entre outros.
A edição acontece de 03 a 10 de outubro, de forma presencial, virtual e híbrida, em diversos locais da região metropolitana. Durante esses dias, centenas de expositores realizarão ações abertas ao público e outras apenas para convidados, alinhadas à agenda do evento, que vão de exposições, instalações e palestras a caminhadas distribuídos em 10 Distritos.
Para garantir a segurança dos visitantes e participantes, todos os expositores foram orientados a seguirem um rígido protocolo de normas sanitárias que incluem, por exemplo, limite de pessoas em locais fechados, utilização de máscaras e disponibilização de álcool em gel para higienização. As atividades digitais e outdoor também ganharam espaço na programação para evitar aglomerações de público.
Além da agenda repleta de eventos, a DW! reúne algumas das principais players do setor como Shopping Cidade Jardim, Eliane Revestimentos, Uniflex, Subsecretaria de Trabalho Artesanal nas Comunidades do Governo do Estado de São Paulo, Pormade, D&D, Docol e Suvinil.
A última edição, realizada em novembro de 2020, contou com mais de 200 eventos presenciais outdoor e indoor, e digitais espalhados em mais de 100 endereços. Milhares de profissionais e simpatizantes da economia criativa, amantes de tendências e curiosos participaram das atividades.
Veja programação completa AQUI.
A arquiteta Brunete Fraccaroli leva o dourado para “novo normal”, ressignificando com simplicidade e associando a ideias de sabedoria, compreensão e iluminação espiritual. Aliado a pureza do branco, o dourado é apresentado de forma leve e elegante, com um ‘Q’ a mais de refinamento e exuberância nos 75m² do estúdio projetado com cozinha, living e suíte integrados, uma tradução ao tema conceito da mostra “Casa Original”.
Brunete investiu em cores conceituais para repensar a essência, o modo de viver e se relacionar, simbolizando um momento de renascimento em um espaço que transmite a sensação de abrigo, bem-estar e conexão com o ambiente. Todo projeto é emoldurado por uma estrutura em latão, um material versátil que foi transformado em uma verdadeira obra de arte. Com formas delicadas integra os ambientes do Studio.
“O dourado, uma referência ao Sol, símbolo de salubridade e nesse cenário de pandemia é fundamental nos mantermos saudáveis e fortes. Como estamos muito mais tempo dentro de casa, quis trazer essa questão da luminosidade solar, e também fiz uma referência à “golden hour”, nome dado a primeira hora do nascimento, conceito escolhido para remeter à retomada das nossas atividades corriqueiras. Afinal, depois de mais em um ano reclusos em casa e com o avanço da vacinação, pode-se dizer que estamos sim, renascendo, ainda mais evidente ao se misturar ao branco, que representa a paz, pureza, frescor” – Brunete Fraccaroli



Ao chegar no espaço, o visitante se depara com o living, um ambiente composto por mobiliários e objetos decorativos brancos. Os sofás curvos acompanham o movimento do tapete e refletem no teto dourado, ao mesmo tempo em que a parede curva revestida com chapas douradas indica a circulação entre os ambientes. A cozinha também tem o branco como tom predominante nos armários, com um nicho na área de trabalho para integrar a área de lavatório do banheiro e setorizar os ambientes sem demarcações e rupturas.
As obras na parede ao lado trazem a simplicidade de pinceladas em movimento que conduzem o olhar para as estantes com nichos espelhados, que refletem não só os objetos decorativos, mas, a luz que o dourado traz para o ambiente de modo impactante. A área de jantar é emoldurada por uma estrutura dourada delicada que integra uma bancada com armários. Destaque para os nichos que permitem levar o verde para dentro de casa.
Na suíte a luz natural é valorizada pelo painel vazado que imprime as formas e contornos dos raios solares invadindo o ambiente simulando um novo amanhecer. A cama e mesas de cabeceira, assim como o painel vazado são todos brancos, o que juntamente com o dourado cria luminosidade e delicadeza, reinando com equilíbrio. O banheiro, dividido em dois boxes, valorizado pelo espelhado que reforça a amplitude do espaço.



CASACOR SP
Parque Mirante
Rua Padre Antônio Tomás, 72, anexo ao Allianz Parque
De 21 de setembro até 15 de novembro
Por Divulgação
Imagens: Renato Navarro
Em um diálogo entre o homem, a casa e o que tem dentro dela, o Ateliê Deca por Leo Romano transporta para a suavidade e poesia, um respiro de arte que inspira os sentidos, o espaço e a vida. Uma arquitetura que ilumina a cidade na CASACOR SP . No momento em que a casa ganha protagonismo, as moradas firmam-se como nosso lugar de alento, proteção e conexão. Local, no qual o design se revela no cotidiano, diluído em ações simples como escovar os dentes, preparar uma refeição, tomar banho.
Uma imponente estrutura de quase 400m2, instalada no topo do Parque Mirante, se apresenta como um portal para desacelerar. A arquitetura com inspiração nórdica traz leveza, com técnica construtiva de travamento de madeira Cambará e telhado translúcido, que resulta em uma plasticidade simples, convidativa e, ao mesmo tempo sustentável. Os materiais empregados na base da construção são 100% reutilizáveis.
Na entrada, um amplo espelho é o primeiro elemento de encontro do visitante com ele mesmo, onde se reconhece fisicamente, para depois adentrar em uma atmosfera de desaceleração e respiro. Nele, as pessoas desenvolvem uma cumplicidade de acordo com suas vivências. No espaço, o mobiliário autoral de Leo Romano complementa a proposta de acolhimento com peças como sofás, chaises e poltronas da coleção Para ser Feliz e a ampla mesa de centro e cadeira da coleção Chuva.



Logo um living se abre para quatro cantos que promovem diferentes sensações e expõe diferentes produtos da marca: Ateliê Despertar, Ateliê Criar, Ateliê Inovar e Ateliê Viver.
Além desse universo da experimentação, um espelho d’agua acomoda fontes que remetem a pontos de purificação, retratando nossa relação com a água e seu poder de limpeza física e espiritual. Concebidas a partir do olhar do arquiteto, com a junção de louças Deca e bolhas douradas, as instalações de arte ganham como pano de fundo o skyline da cidade de São Paulo. Em outro ponto, a tropicalidade de uma sequência de Cicas mescla a natureza presente no ambiente com a que se exibe na praça vizinha da mostra, vista de cima.


Uma paleta preta toma todo o ambiente e apresenta uma grande novidade para banheiros. Na ampla bancada, uma sequência de Cubas de apoio em inox revelam o inesperado através do design slim. Transmitindo leveza e fluidez, este lançamento com textura suave une tecnologia e funcionalidade, com perfeito escoamento para uma cuba sem manchas ou resíduos de água. Uma inovação que irá encantar através de suas cores – Corten e Black Matte, e dos formatos redondo e retangular. Para compor, torneiras funcionais Touchless.


CASACOR SP
Parque Mirante
Rua Padre Antônio Tomás, 72, anexo ao Allianz Parque
De 21 de setembro até 15 de novembro
Novas preocupações surgiram por conta da pandemia, aumentando a procura por ambientes mais protegidos tanto dentro quanto fora de casa. Pensando nisso, a Braston, empresa especializada em pisos personalizados, desenvolveu a nova linha cimentícia Imunni antimicrobiana, que inclui pisos e revestimentos com proteção contra os patógenos.
A novidade, promovida pela tecnologia de prata NanoxClean®, inibe a ação de tais agentes em pisos ou revestimentos maciços ou permeáveis, em áreas internas ou externas. Além disso, está disponível em três acabamentos: aspecto polido, acetinado e rústico.
A nova linha foi lançada nesta edição da Casa Cor SP 2021 e a novidade está presente no ambiente “Casa Conectada” de Guto Requena.

A segurança vem da Nanox, especializada em materiais inteligentes, que torna as superfícies mais seguras e duradouras. “Os microrganismos representam um risco tanto para a saúde humana e dos animais, como também aceleram o tempo de deterioração do produto. A partir da tecnologia antimicrobiana será possível evitar a contaminação cruzada e, simultaneamente, prolongar a vida útil dos pisos e revestimentos”, afirma o CEO e cofundador da Nanox, Daniel Minozzi. A tecnologia é resistente à limpeza e ao tempo de uso, proporcionando proteção por contato perdurável. A eficácia de eliminação dos microrganismos é de mais de 99%, segundo testes realizados em laboratório seguindo a norma ISO 22196.
A Braston, que inclui pioneirismo em pisos cimentícios no Brasil e percepção das últimas tendências em decoração e arquitetura, agora, incorpora cuidado contra patógenos em seu portfólio. O diretor da empresa, Georges Rusalim, acrescenta: “A Braston tem a tradição em criar produtos cimentícios personalizados e inovadores, sempre em parceria com grandes nomes da arquitetura nacional, agora traz ao mercado a nova linha Imunni de pisos e revestimentos, no qual traz o estilo de sempre e garante ainda mais saúde e tranquilidade para toda a família”.

Por Nanox
Imagens: MCA Estúdio e Divulgação
O ensino acadêmico tradicional não contempla a complexidade do funcionamento e da gestão das cidades nem a realidade do mercado de trabalho. Cursos de Arquitetura e Urbanismo, por exemplo, fornecem pouco entendimento sobre as transformações da indústria da construção civil e da legislação urbana necessários ao exercício da atividade. Já os que atuam profissionalmente dispõem de raras fontes que os possibilitem acompanhar a mudança em curso no Brasil e no exterior a partir da adoção de tecnologias como Inteligência Artificial, Machine deep Learn e Big Data no contexto das cidades. Esses são alguns dos principais temas do MBA Cidades Responsivas, que chega a sua segunda edição. As matrículas podem ser feitas até 25 de outubro.
Voltado a arquitetos, urbanistas, engenheiros, profissionais da construção civil, profissionais de TI e gestores municipais, o curso traz análises aprofundadas sobre tendências e iniciativas inovadoras no mundo e no país. Para isso, conta com profissionais e acadêmicos de renome internacional, como Patrik Schumacher (diretor do Zaha Hadid Architects, um dos maiores escritórios de arquitetura do mundo), Javier Arpa Fernandez (coordenador de pesquisa e de educação do The Why Factory na TU Delft – Holanda), Alain Bertaud (ex-urbanista-chefe do Banco Mundial e autor de Order Without Design), bem como líderes de projetos pioneiros no mercado brasileiro, caso de Rodrigo Rocha, sócio e cofundador do Place, startup que fornece, em tempo real, estudos de viabilidade econômica e construtiva de terrenos.

O MBA é uma iniciativa do grupo de desenvolvimento imobiliário OSPA e da Escolada Livre de Arquitetura (ELA), em parceria com IMED. Reconhecido pelo MEC, dispõe de módulos voltados à Urban Data Science, elemento fundamental tanto às smart cities quanto às cidades responsivas. “Enquanto as primeiras se valem dos dados de forma centralizada para otimizar o funcionamento de seus serviços, nas cidades responsivas, por meio da tecnologia, o cidadão passa a ser integrante ativo e protagonista na gestão das cidades. É um conceito novo no mundo e que, com o MBA, passa a ter o Brasil como um dos pioneiros na abordagem do tema”, diz Luciana Fonseca, coordenadora do curso
“O conceito de responsividade urbana parece distante, mas está presente em serviços como Waze e Uber, em que o usuário tem papel ativo no funcionamento e na melhoria dos aplicativos. Esse poder do coletivo estará cada vez mais presente tanto na iniciativa privada quanto na gestão das cidades” – Lucas Obino, CEO da OSPA e uns dos curadores do MBA.
O curso tem duração 360 horas ao longo de treze meses. As aulas da nova turma ocorrerão às segundas-feiras e quartas-feiras à noite e, quinzenalmente, aos sábados. Serão totalmente online, ao vivo e contarão, quando ministradas por convidados internacionais, com tradução simultânea. As aulas são gravadas e disponibilizadas aos alunos via plataforma da universidade, garantindo que todos poderão conciliar as suas agendas ao programa de ensino proposto.
As matrículas para o MBA Cidades Responsivas TURMA 2 já estão abertas AQUI!
Mais informações na página ou pelo telefone (51) 983006208.
Por Maurício Palhares – MBA Cidades Responsivas
Imagens: Divulgação
O dinamarquês Jakob Jørgensen trabalha principalmente com madeira e gosta de explorar possíveis novas expressões no que é ao seu ver, erroneamente definido, como um “material já completamente testado”. Uma vez que lhe surge uma ideia clara, o premiado designer vai para sua oficina e começa a criar modelos e fazer experimentos a fim de transformar uma ideia em um produto acabado, considerando objetos com uma verdadeira expressão escultural. Em um projeto, ele se esforça para criar uma expressão que possua a mesma profundidade que uma obra de arte, mas que também se encaixe naturalmente na vida cotidiana de forma funcional.


Feito em pinheiro sólido ou carvalho oregon, o FJARILL, que significa borboleta em sueco, foi idealizado para a Gallerie Maria Wettergren, em Paris, como edição limitada. O baú de gavetas, delicadamente esculpido, propõe um diálogo entre forma geométrica e orgânica e parece poeticamente parafrasear a transição da largarta para a borboleta, pretendendo criar um contraste entre as gavetas fechadas, rigorosas, e as abertas, caóticas.

Por Redação
Imagens: Cortesia Jakob Jørgensen