Veja como tratar água através da casca do coco verde

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Resíduo abundante no Rio de Janeiro é transformado em despoluente através da pesquisa da UFF 

 

Fármacos, produtos de higiene pessoal e outros poluentes têm se tornado uma preocupação crescente devido à sua presença constante em corpos d’água ao redor do mundo. Para amenizar esse problema, uma pesquisa da UFF (Universidade Federal Fluminense) está usando o coco verde como descontaminante.

Os chamados “contaminantes emergentes” representam um risco ambiental significativo, uma vez que não são completamente removidos por estações de tratamento de água e esgoto convencionais, o que resulta na possibilidade de bioacumulação e riscos potenciais para seres humanos e o meio ambiente.

Com o intuito de melhorar esse quadro de forma sustentável, foi desenvolvida uma tese de doutorado da UFF que se propõe a elaborar formas de retirar esses poluentes das águas de maneira sustentável. “Começamos a trabalhar com o processo de pirólise — reação de decomposição térmica —, em que se converte biomassa em três produtos: sólido, líquido e gasoso. Focamos no sólido, com a finalidade de remover resíduos da água”, afirma a professora Marcela de Moraes, orientadora da pesquisa. A situação ambiental preocupante do descarte do coco fica ainda mais evidente quando se leva em consideração que 250ml de água geram cerca de 1kg de lixo.

“Escolhemos a casca de coco verde, por ser uma preocupação do estado do Rio de Janeiro, já que demora de 10 a 15 anos para se decompor e acaba levando ao esgotamento precoce de aterros sanitários”, completa a professora.

 

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Dois problemas ambientais e uma solução

O estudo remove contaminantes emergentes da água utilizando como meio um resíduo (o coco verde descartado), resolvendo, assim, dois problemas ambientais. O processo se dá pela adsorção, fenômeno que envolve o contato entre um sólido e um fluido e resulta na transferência de massa da fase fluida para a superfície do sólido.

O processo é semelhante ao que acontece quando se utiliza o carvão para retirar o mau cheiro na geladeira. Nesse caso, o que ocorre é que os alimentos liberam substâncias gasosas na decomposição que causam esse odor. Como o carvão tem uma grande quantidade de poros na superfície, adsorve esses gases, ou seja, o gás fica retido na superfície, não incorporado a seu volume, como ocorre com a absorção. Já no contexto do estudo, a diferença é que os contaminantes emergentes estão na fase líquida.

Segundo a professora, “chegou-se à conclusão de que esse biocarvão possui muito potencial na adsorção dos contaminantes emergentes. A preocupação em seguida foi como recuperar esse material jogado na água, principalmente levando em conta que essa retirada envolve procedimentos de alto custo. Pensando em facilitar essa etapa, foram incorporadas nanopartículas magnéticas nesse biocarvão, uma metodologia inédita. Então, quando se aplica um campo magnético com um ímã, é possível separar o composto da água”.

A ilustração a seguir apresenta todo o processo e demonstra as vantagens da utilização do biocarvão a partir dos rejeitos do coco verde em detrimento do carvão ativado comumente usado.

 

Ilustracao UFF Easy Resize com

 

Para chegar a esses resultados e avaliar o potencial do composto, o estudo utilizou cafeína e ácido salicílico (o mesmo empregado para tratamentos de pele) como contaminantes emergentes modelo. A professora explica que foram preparadas soluções aquosas destas substâncias [a cafeína e o ácido] e incubadas com o biocarvão. “Avaliamos diferentes tempos de incubação, concentrações do contaminante e quantidades do biocarvão. Depois, determinamos a concentração destes contaminantes na água”, detalha.

Em relação à eficiência de remoção dos poluentes, foram comparados os resultados com o carvão ativado não magnético (comumente usado) e dois magnéticos: o preparado pelo estudo a partir dos rejeitos do coco e outro já existente na literatura científica. “A performance do biocarvão que produzimos é menor porque as partículas magnéticas afetam a superfície do carvão. Então, já era esperada essa leve diminuição na eficiência da remoção, mas ele ser magnético facilita muito no processo de retirada dos poluentes. Fica mais viável e barato”, explica a docente.

Os resultados indicam a viabilidade da nova metodologia proposta para o preparo de biocarvões magnéticos produzidos a partir da casca do coco verde, obtendo-se um material com elevada capacidade adsortiva e que representa uma excelente alternativa para a remoção de fármacos em águas, assim como um ganho para o meio ambiente a partir de um processo que, por si só, já é sustentável.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagens: Nick_Fewings e Divulgação UFF

ABUP Decor Show

Luminárias com cúpulas em rattan da F Decorações Divulgação Abup Easy Resize com

A ABUP apresenta 174 expositores de todo o Brasil das áreas de decoração, mesa posta, utilidades domésticas, presentes, artesanato e design autoral em evento focado no setor de B2B.

 

O ano de 2024 já começou intenso para os lojistas brasileiros. Entre os dias 30 de janeiro e 3 de fevereiro acontece mais uma edição da ABUP Decor Show, no PRO MAGNO Centro de Eventos, localizado na zona norte da capital paulista. Referência nos segmentos de decoração, mesa posta, utilidades domésticas, presentes, artesanato e design autoral brasileiro, a feira – promovida pela Associação Brasileira de Empresas de Utilidades e Presentes – representa uma grande oportunidade para a geração de negócios entre os visitantes compradores e os expositores presentes (que nesta edição somam 174 empresas vindas de diferentes regiões do país).

“Temos excelentes expectativas para esta edição da ABUP Decor Show, tendo como base os resultados satisfatórios obtidos em 2023, além dos últimos acontecimentos observadas no mercado. De acordo com pesquisas realizadas no setor, projeções seguem apontando para a expansão nas áreas de casa e decoração, o que nos deixa muito otimistas. Sendo assim, prosseguiremos com o trabalho de apresentar fortes tendências ao público, sempre agregando novas marcas ao nosso time de expositores, com o intuito de levar o que há de melhor.” – Jamil Rima, presidente da ABUP.

 

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Ainda de acordo com a Associação, a feira abre um contato próximo tanto para a geração de negócios B2B quanto para uma troca contínua entre expositores e lojistas quanto à movimentação do mercado, com uma leitura mais aprofundada sob o olhar do produtor, assim como do lojista, que se comunica diretamente com os profissionais de arquitetura e design de interiores e o consumidor final.

Dentro do mix de produtos que marca presença na ABUP Decor Show há uma ampla diversidade de objetos decorativos, dos mais diferentes materiais e modelos, para todos os ambientes residenciais, integrando as áreas de iluminação, mesa posta, peças autorais e uma diversidade de artesanatos que abrangem as mais variadas expressões.

CREDENCIAMENTO ONLINE

Voltada para o setor, o credenciamento segue disponível no site da ABUP (www.abup.com.br/decorshow/) para a inscrição de lojistas, compradores e profissionais das áreas de arquitetura e decoração.

 

 

Serviço
ABUP Decor Show
Data: de 30 de janeiro a 3 de fevereiro de 2024
Local: PRO MAGNO Centro de Eventos
Av. Profa. Ida Kolb, 513, Jardim das Laranjeiras / São Paulo- SP
Credenciamento online e informações: www.abup.com.br/decorshow/

 

 

 

 

 

Agenda CASACOR 2024

CASACOR

CASACOR anuncia datas previstas das mostras em 2024, em todo o Brasil e América.

 

O ano de 2024 mal começou mas as mostras da CASACOR já estão a todo vapor! Reiniciando o ciclo de exposições em todo o Brasil e Américas, a CASACOR divulga agora as datas previstas e sujeitas a alterações de suas mostras em 2024.

Neste ano, a mostra de arquitetura, arte, paisagismo e design de interiores será pautada pelo tema “De presente, o agora“, que procura entender como o mundo vive o presente e enxerga o futuro.“É uma oportunidade para refletirmos sobre o impacto de cada ação ou escolha nos projetos, sobretudo quando falamos do morar”, explica Livia Pedreira, curadora da mostra.

 

Confira as datas já confirmadas abaixo!

CASACOR Bahia – a confirmar
CASACOR Bolívia – a confirmar
CASACOR Brasília – a confirmar
CASACOR Ceará* – 17 de setembro a 3 de novembro de 2024
CASACOR Espírito Santo – a confirmar
CASACOR Goiás* – 5 de maio a 23 de junho de 2024
CASACOR Mato Grosso – a confirmar
CASACOR Minas Gerais – a confirmar
CASACOR Paraíba – a confirmar
CASACOR Paraná* – 3 de junho a 28 de julho de 2024
CASACOR Peru* – 21 de maio a 30 de junho 2024
CASACOR Piauí* – 14 de maio a 23 de junho de 2024
CASACOR Ribeirão Preto* – 13 de agosto a 6 de outubro de 2024
CASACOR Rio de Janeiro* – 23 de julho a 15 de setembro de 2024
CASACOR Rio Grande do Sul – a confirmar
CASACOR Santa Catarina* – 29 de setembro a 24 de novembro de 2024
CASACOR Santa Catarina | Itapema* – 30 de junho a 11 de agosto de 2024
CASACOR São Paulo* – 21 de maio a 28 de julho de 2024
CASACOR Sergipe – a confirmar
CASACOR Tocantins* – 23 de maio a 30 de junho de 2024

*datas previstas sujeitas a alterações

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: CASACOR

Altamente interativo

North Bondi CplusC Dining Kitchen () Easy Resize com

Planejamento e gestão do tempo foram cruciais para garantir que projeto em terreno estreito funcionasse sem problemas.

 

Esta deslumbrante residência localizada em North Bondi, na Austrália, foi projetada pelo escritório CplusC Architects & Builders visando entretenimento familiar. Um terreno estreito com problemas de visão, somado a um desejo de design solar passivo e iluminação natural, levou a forma resultante. Conceitualmente, o ordenamento territorial da casa separa os espaços social e familiar. No andar de baixo, a cozinha interconectada, sala de estar, jantar e espaços ao ar livre criam um local altamente interativo e envolvente projetado para acomodar grandes grupos. Uma piscina única acima do solo que compartilha uma parede transparente com os espaços sociais atua como uma conexão visual entre os espaços internos e externos, refratando a luz natural em toda a casa.

 

North Bondi CplusC Front Elevation () Easy Resize com

North Bondi CplusC Media () Easy Resize com

North Bondi CplusC Dining Kitchen () Easy Resize com

North Bondi CplusC Entry Easy Resize com

 

A piscina foi originalmente projetada como uma estrutura totalmente de concreto e foi ajustada para incorporar a parede de acrílico após o início da construção. Uma ampla gama de negócios foram envolvidos na construção dela. A parede de acrílico exigia que a impermeabilização fosse discretamente integrada com os painéis estruturais e colunas para proporcionar um efeito visual suave. Isso exigiu um alto grau de coordenação e negociação, pois as tolerâncias eram muito apertadas.

 

North Bondi CplusC Pool () () Easy Resize com

North Bondi CplusC Living Dining () () Easy Resize com

North Bondi CplusC Front Courtyard () Easy Resize com

 

No andar de cima, os quartos têm vista para um espaço verde privado na forma de um pátio ou jardim vertical. Telas e plantadeiras personalizadas garantem privacidade para vizinhos e tráfego de pedestres, e são totalmente auto-mantidas e iluminadas por LED. Este projeto marcou a primeira vez que o escritório usou telas FRP como material de fachada e uma certa quantidade de experimentação no local foi necessária para determinar o melhor método de montagem e fixação.

Os painéis exigiram um alto nível de preparação antes da instalação, pré-perfurando os furos para fixar os painéis FRP personalizados do lado com parafusos roscados duplos. A coordenação do encanamento, iluminação e paisagismo foi fundamental para a construção desse intrincado sistema. Além de resolver problemas de privacidade, essas telas permitem mais possibilidades de paisagismo em um local estreito.

 

North Bondi CplusC Bedroom Ensuite () Easy Resize com

North Bondi CplusC Bedroom Ensuite () Easy Resize com

North Bondi CplusC Pool Deck Atrium () Easy Resize com

North Bondi CplusC Front Courtyard () Easy Resize com

 

O artesanato do edifício é elegantemente revelado na paleta de materiais, que inclui tábuas Kobe inacabadas, concreto polido, madeira expressa, fachada Corten e colunas de aço e madeira que celebram os sistemas estruturais da casa. A decisão de deixar os materiais expostos aumentou significativamente a complexidade da construção, pois eventuais defeitos ou curtos-circuitos na construção seriam visíveis na estrutura acabada. Além disso, a estrutura primordial de madeira/aço que se expressa tanto no interior como no exterior resultou em tolerâncias extremamente apertadas para as instalações de revestimentos e janelas, contribuindo para aumentar o desafio da construção.

O sistema de automação residencial incorpora um sistema Dali e Cbus totalmente programável. O cliente pode selecionar entre uma ampla gama de configurações de iluminação e áudio pré-programadas, bem como configurar suas próprias “cenas” personalizadas para serem operadas com um único toque. Também é possível ativar os acessórios remotamente.

 

North Bondi CplusC Kitchen Easy Resize com

North Bondi CplusC Stairs () Easy Resize com

North Bondi CplusC Stairs () Easy Resize com

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Imagens: Murray Fredericks, Clinton Cole, Michael Lassman, Ryan Ng e Jem Cresswell.

 

 

 

Suvinil anuncia nova turma do Pintar o Bem para capacitação de moradores de Paraisópolis

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Pintar o Bem é o programa de apoio social, capacitação e educação da marca e já impactou mais de 28 mil pessoas desde seu lançamento.

 

A Suvinil, marca de tintas decorativas da BASF, anuncia nova turma para o programa Pintar o Bem, em parceria com o Instituto Alicerce e G10 Favelas. Durante dez semanas, moradores de Paraisópolis, passaram por aulas teóricas e técnicas com foco em formação profissional e educativa.Ao final, os formandos, que receberam bolsa total de mil e cem reais distribuídos ao longo das semanas de aulas, entregaram a revitalização das fachadas de 25 casas da comunidade.

Os participantes desta turma do Pintar o Bem foram selecionados pela Emprega Comunidades e as aulas teóricas, viabilizadas pelo Instituto Alicerce, abordaram disciplinas como: português, matemática, educação digital e financeira, mercado de trabalho e conhecimentos sobre pintura.

“Acreditamos que com as ações de hoje construímos um futuro sustentável e que a educação é uma ferramenta potente para gerar impacto social. O programa Pintar o Bem é como tangibilizamos essa nossa crença. Com o qual podemos somar conteúdo técnico com pedagógico e contribuir para que as pessoas possam prosperar social e economicamente” – Renato Firmiano, Diretor de Marketing da Suvinil.

Com uma turma mista de homens e mulheres, essa nova rodada da segunda fase do programa Pintar o Bem conta com cerca de 25 alunos que saibam ler e escrever e que tenham afinidade com o universo da pintura. Os conteúdos teóricos, viabilizados pelo Instituto Alicerce, ocorrem duas vezes por semana no Pavilhão do G10 Favelas em Paraisópolis e os técnicos passam para quatro vezes na semana, ministradas pela pintora Miriam Muller, que já possui experiências em projetos sociais na formação de mulheres.

Ricardo Oliveira Leite, Gestor de Tribo, do Instituto Alicerce, organização que atua na recuperação da defasagem escolar, reforça que “o Instituto acredita na educação como uma ferramenta poderosa de transformação social, que visa empoderar as pessoas e melhorar a qualidade de vida delas, nos mais diversos ambientes e faixas etárias possíveis. É por meio da nossa metodologia que queremos levar a educação ainda mais longe”.

 

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Turma do Pintar o Bem – Paraisópolis. Foto: ZEST ONE.

 

Para Rejane Santos, fundadora do Emprega Comunidades e co-fundadora do G10 Favelas, bloco de líderes e empreendedores de impacto social nas favelas, parcerias como essas são muito importantes para a sociedade. “Seguimos juntos dando oportunidade e transformando vidas a partir da capacitação profissional e a empregabilidade”, finaliza.

Ao final de todas as etapas, os alunos e alunas certificados pelo programa, fizeram parte da formatura em comemoração com suas famílias, marcando assim, o fim das aulas e a entrega das novas fachadas. A revitalização das casas em Paraisópolis foi realizada com tintas doadas pela Suvinil e ferramentas doadas pela Atlas – foram mais de 500 litros de tinta. A segunda fase do Pintar o Bem, ao total, recebeu um investimento de cerca de meio milhão de reais, impactando, direta e indiretamente, 400 pessoas.

 

Há 4 anos mudando vidas

Lançado em 2020, o Pintar o Bem foi desenvolvido pela Suvinil, com o Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (CIEDS) e o Banco Afro com o objetivo de oferecer apoio financeiro e capacitação aos pintores que ficaram sem trabalho durante a pandemia. Neste período, o projeto arrecadou cerca de R$ 1,6 milhão, entre a marca e parceiros, impactando positivamente pessoas de diferentes regiões do país.

Em 2022, para ir além e ampliar o acesso à educação de qualidade, à qualificação profissional e às oportunidades de trabalho para pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica, foi lançada a segunda fase do programa em parceria com o Instituto Alicerce, com o objetivo de transformar e impulsionar caminhos de pessoas em situação de vulnerabilidade e apoiar a entrada de homens e mulheres no mercado de trabalho.

“O programa tem um objetivo que vai além da capacitação técnica, ele permite a vivência de uma profissão e as vantagens que uma carreira pode oferecer em termos de pertencimento e transformação social, promovendo o desenvolvimento do cidadão na sociedade e apoiando a autossuficiência e, consequentemente, a autoestima dessas pessoas” – Celdia Bittencourt, Gerente Sênior de Atendimento ao Cliente & Serviços ao Mercado da Suvinil.

 

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Como forma de acompanhar a efetividade dos impactos sociais do Pintar o Bem, a marca realiza uma pesquisa com os participantes, após formatura, para entender de que forma o programa transforma vidas. Realizada com participantes das nove turmas já formadas, levantamento mostrou que cerca de 40% dessas pessoas, após seis meses do término da participação, já estavam atuando no mercado de pintura e contando com um aumento de renda.

Além disso, as aulas pedagógicas ministradas durante a formação pelo Pintar o Bem alavancaram seus conhecimentos o equivalente a 2,5 anos escolares, em média – 96% relatam uma importante mudança de vida. Esses indicadores revelam a importância da iniciativa como um transformador social, tanto na vida pessoal quanto profissional dos participantes. Desde o lançamento, contemplando as duas fases, o programa já impactou a vida de mais de 28 mil pessoas, direta e indiretamente, com investimento de mais de R$ 2 milhões da Suvinil e seus parceiros.

Além do apoio do Instituto Alicerce e do G10 Favelas, a atuação do Pintar o Bem em Paraisópolis contou com diversos outros parceiros que contribuíram para a viabilização de todas as frentes, como: Emprega comunidades (G10), que atua no recrutamento e acompanhamento dos participantes; Revitaliza (G10), startup responsável pela dinâmica de revitalização das fachadas; Mãos de Fadas (G10), responsáveis pela frente de alimentação do programa; e Costurando Sonhos (G10), que produziram as sacolas entregues na formatura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Máquina
Imagem: Divulgação Suvinil

As itinerâncias da 35ª Bienal

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Programa de exposições itinerantes da 35ª Bienal chegará à 15 cidades e itinerário começa este mês, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

 

No segundo semestre de 2023, a 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível trouxe obras do mundo inteiro para o Pavilhão Ciccillo Matarazzo. Em 2024, parte dessas obras seguem para o mundo novamente, chegando a quinze cidades, sendo onze brasileiras e quatro estrangeiras, por meio do programa de mostras itinerantes, realizado pela Fundação Bienal desde 2011.

O itinerário começa já no dia 27 de janeiro no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. As cidades contempladas no Brasil ainda incluem Belém, no Museu de Arte de Belém; Brasília, no Museu Nacional da República; Fortaleza, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura; Curitiba, no Museu Oscar Niemeyer; Belo Horizonte, no Palácio das Artes; São José do Rio Preto e Campinas, nos respectivos SESCs; Salvador, no Museu de Arte Moderna da Bahia; Vitória, no Palácio Anchieta; e Porto Alegre, na Fundação Iberê Camargo.

Para os curadores Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel, é significativo que a exposição esteja viajando por todas as regiões do país e internacionalmente: “Os debates propostos pela 35ª Bienal atravessam inúmeros territórios ao redor do mundo, de modo que o fato de as coreografias do impossível não se restringirem ao Pavilhão da Bienal é extremamente importante para o trabalho realizado”.

As etapas internacionais do programa de mostras itinerantes abrangerão quatro países, marcando a primeira vez que a Bienal estará no continente africano. Os países visitados serão França (LUMA Arles), Angola (Luanda, em parceria com o Instituto Guimarães Rosa), Argentina (MALBA e Palácio Pereda, em Buenos Aires) e, pela primeira vez, Bolívia (local a ser confirmado).

Andrea Pinheiro, presidente da Bienal, destaca a importância desse momento: “As exposições itinerantes da Bienal de São Paulo, implementadas como programa institucional permanente há mais de uma década, reforçam que a mostra é patrimônio de todos os brasileiros e leva a produção artística e curatorial do Brasil para o mundo”.

 

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Vista expositiva da obra Parede da memória de Rosana Paulino na 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível © Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Bienal de São Paulo.

Indicadores para medir ESG

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Saiba mais sobre a importância de medir e controlar para alcance de melhorias consistentes na qualidade de produtos e serviços.

 

Registrar e medir os resultados de uma estratégia ESG é fundamental para o negócio e para eventuais ajustes do plano estratégico e operacional. Lidar com a subjetividade dos aspectos ESG, contudo, ainda é um desafio para a maioria das empresas, como mostrou uma pesquisa produzida pela Grant Thornton Brasil, em parceria com a XP Inc. e a Fundação Dom Cabral. Segundo o estudo com empresas de capital aberto, apenas 21% dos participantes indicaram ter métricas quantificáveis para analisar o desempenho ESG dos aspectos mais relevantes para a organização.

 

Normas GRI

É fato que a ausência de uma taxonomia ESG global e de uma padronização na classificação de iniciativas de sustentabilidade é um desafio na jornada das empresas. Mas há algumas referências que podem auxiliar as organizações a identificarem os temas relevantes a considerar para seu negócio e definir métricas de gestão e reporte sobre eles.

Entre elas estão as normas da Global Report Initiative (GRI) que, desde 2018, compilam dados para a divulgação pública de informações ESG e seus impactos econômicos, ambientais e sociais. As normas GRI oferecem orientações universais, setoriais e temáticas para a seleção dos indicadores que devem ser monitorados e constar dos relatórios de sustentabilidade.

Segundo Márcia Menezes, diretora de Inovação & Tecnologia no CTE, a empresa pode começar utilizando as “Normas Universais”, divididas em três cadernos verdes (GRI 1, 2 e 3), que trazem orientações básicas e mínimas para a estruturação das métricas e relatórios.

Há, também, as “Normas Setoriais”, criadas para setores com características peculiares Atualmente estão disponíveis os cadernos para empresas de petróleo e gás, carvão, agricultura, aquicultura e pesca. Em breve serão publicados novos cadernos ampliando a gama de setores.

Existem, ainda, as “Normas temáticas”, que apoiam as empresas na seleção dos indicadores relacionados aos seus temas materiais, como energia, água, relações de trabalho, desempenho econômico, diversidade, saúde e segurança.

Além do GRI, outra referência é o WEF-IBC, criado pelo Conselho Internacional de Negócios do Fórum Econômico Mundial. Publicados no relatório Measuring Stakeholder Capitalism, eles consistem em 21 métricas básicas e 34 métricas expandidas, baseadas em quatro pilares: Princípios de Governança, Pessoas, Planeta e Prosperidade.

Vale citar, também, o modelo de prestação de contas da SASB (Sustainability Accounting Standards Board), que estabelece padrões específicos para diferentes setores, identificando questões ambientais, sociais e de governança que podem gerar impactos materiais no desempenho financeiro de uma empresa.

 

Como utilizar as métricas ESG?

Márcia Menezes explica que os indicadores ESG podem, e devem, variar conforme as características de cada negócio. Por isso, é importante adaptar as métricas à situação específica da empresa ou de seus projetos.

“A medição e a divulgação consistente desses parâmetros podem contribuir para consolidar o posicionamento da empresa como uma organização sustentável e responsável”, diz ela, reforçando que ampliar a cultura de controle sobre os temas ESG é essencial para o crescimento das companhias em um mundo mais consciente.

O CTE vem auxiliando as empresas da cadeia da construção civil, incluindo construtoras e incorporadoras, na implementação do Sistema ESG. Destaque para a Consultoria ESG, oferecida em duas modalidades: Programa em Grupo de Empresas e Consultoria Empresarial Customizada. Confira aqui mais informações.

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: CTE
Imagem: Divulgação/Ilustrativa

Avanços para um futuro sustentável!

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Tecnologias que permitem automatizar o funcionamento e acionamento de equipamentos crescem cada vez mais nas residências.

 

Um dos temas mais discutidos atualmente é o uso da Inteligência Artificial, mais especificamente o Chat GPT, e seus impactos positivos e negativos no âmbito social ou empresarial. Mas a IA vai além das telas de computadores e celulares, como, por exemplo, ao potencializar recursos oferecidos pela Internet das Coisas (IoT), que conecta equipamentos entre si e com o usuário, por meio de software ou sensores.

Tecnologias que permitem automatizar o funcionamento e acionamento de equipamentos, antes restritas ao ambiente empresarial, começam a crescer cada vez mais nas residências. Para os moradores, dispositivos domésticos que automatizam o funcionamento de uma lâmpada ou ar-condicionado representam, em geral, investir em conforto e segurança. Entretanto, casas inteligentes devem também ter um importante papel do ponto de vista da sustentabilidade, com ganhos de eficiência energética já comprovados em edifícios inteligentes, por meio da automação predial.

A automação de um edifício pode reduzir drasticamente o consumo de energia dependendo das tecnologias adotadas. Os recursos disponíveis hoje incluem, por exemplo, aplicações mais simples como sensores que identificam a presença de uma pessoa em salas de reunião, em corredores e áreas de trabalho de um escritório e acionam a iluminação e o ar-condicionado. O modelo também pode ser expandido para persianas e janelas que são abertas ou fechadas de acordo com a condições meteorológicas, controlando intensidade da luz. Com esses tipos de recursos, uma mesma torre comercial pode reduzir em 50% ou mais o consumo com a mesma performance.

As soluções, porém, que estão se tonando críticas para aumentar a eficiência das redes de energia por meio de análises de informações fundamentais para reduzir os custos são os medidores inteligentes. Esses dispositivos eletrônicos registram informações – como consumo de energia elétrica, níveis de tensão, corrente e fator de potência – que podem ser enviadas ao consumidor e aos fornecedores de energia. Com isso, permitem monitorar remotamente o sistema elétrico de edificações.

O uso da Inteligência Artificial para a gestão de infraestruturas elétricas também está potencializando a eficiência energética. Baseados em cloud e IA, plataformas permitem o monitoramento do consumo de eletricidade, ajudando edifícios comerciais e industriais a analisar dados das instalações para identificar oportunidades viáveis para melhorar a produtividade e reduzir os custos de energia.

Há aplicações que usam métodos de rede neural para identificar e aprender padrões no consumo de energia de um edifício ou circuito. Com base em previsões meteorológicas e dados históricos, é possível prever o consumo de energia para as próximas 24 horas, atualizando a previsão a cada 15 minutos com maior precisão. Isso facilita a tomada de ações corretivas necessárias para minimizar o custo da demanda de pico para edifícios comerciais ou industriais.

Essas são parte das inovações aplicadas a casas e edifícios corporativos que estão ajudando a construir a base para o desenvolvimento das cidades e comunidades inteligentes. No contexto da crise climática, a reestruturação dos centros urbanos é essencial para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização Nações Unidas (ONU). Alguns deles estão diretamente relacionados ao conceito de cidades inteligentes, como o 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis, que visa tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

Com o crescimento da população em locais com grande concentração de pessoas, as cidades inteligentes contribuirão para evitarmos que o mundo entre em colapso em futuro próximo. As últimas projeções das Nações Unidas indicam que a população mundial deve chegar em 8,5 bilhões em 2030 e 9,7 bilhões em 2050. Atualmente, o planeta tem 8 bilhões de pessoas. Segundo a ONU, 56% da população mundial já se concentra nas áreas urbanas e a expectativa é que esse índice suba para 68% em 2050.

Diante desse cenário, a busca por soluções para mobilidade urbana também é um dos fatores mais relevantes quando se fala de sustentabilidade. Além de construções energicamente eficiente, a transição de veículos a combustão para veículos elétricos, principalmente no transporte público, desempenha um papel fundamental para descarbonização das fontes de energia e redução das emissões de gases, somada ao desenvolvimento de uma infraestrutura que estimulem o uso de meios alternativos como bicicletas.

Uma das metas relacionadas ao ODS 11 é aumentar, até 2030, a urbanização inclusiva e sustentável, e as capacidades para o planejamento e gestão de assentamentos humanos participativos, integrados e sustentáveis, em todos os países. E inclui ainda proporcionar no mesmo prazo o acesso a sistemas de transporte seguros, acessíveis, sustentáveis e a preço acessível para todos.

As casas e edifícios inteligentes são um bom exemplo de como já é possível fazer uso da tecnologia para viver de maneira energeticamente mais eficiente. Aliados a soluções de mobilidade inteligente, com transportes urbanos e veículos elétricos que não poluem, eles estão contribuindo – e devem contribuir cada vez mais, à medida que a adoção de tecnologias ganha escala – para a construção de um futuro sustentável.

 

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Objetivo 11. Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis

11.1 Até 2030, garantir o acesso de todos à habitação segura, adequada e a preço acessível, e aos serviços básicos e urbanizar as favelas

11.2 Até 2030, proporcionar o acesso a sistemas de transporte seguros, acessíveis, sustentáveis e a preço acessível para todos, melhorando a segurança rodoviária por meio da expansão dos transportes públicos, com especial atenção para as necessidades das pessoas em situação de vulnerabilidade, mulheres, crianças, pessoas com deficiência e idosos

11.3 Até 2030, aumentar a urbanização inclusiva e sustentável, e as capacidades para o planejamento e gestão de assentamentos humanos participativos, integrados e sustentáveis, em todos os países

11.4 Fortalecer esforços para proteger e salvaguardar o patrimônio cultural e natural do mundo

11.5 Até 2030, reduzir significativamente o número de mortes e o número de pessoas afetadas por catástrofes e substancialmente diminuir as perdas econômicas diretas causadas por elas em relação ao produto interno bruto global, incluindo os desastres relacionados à água, com o foco em proteger os pobres e as pessoas em situação de vulnerabilidade

11.6 Até 2030, reduzir o impacto ambiental negativo per capita das cidades, inclusive prestando especial atenção à qualidade do ar, gestão de resíduos municipais e outros

11.7 Até 2030, proporcionar o acesso universal a espaços públicos seguros, inclusivos, acessíveis e verdes, particularmente para as mulheres e crianças, pessoas idosas e pessoas com deficiência

11.a Apoiar relações econômicas, sociais e ambientais positivas entre áreas urbanas, periurbanas e rurais, reforçando o planejamento nacional e regional de desenvolvimento

11.b Até 2020, aumentar substancialmente o número de cidades e assentamentos humanos adotando e implementando políticas e planos integrados para a inclusão, a eficiência dos recursos, mitigação e adaptação às mudanças climáticas, a resiliência a desastres; e desenvolver e implementar, de acordo com o Marco de Sendai para a Redução do Risco de Desastres 2015-2030, o gerenciamento holístico do risco de desastres em todos os níveis

11.c Apoiar os países menos desenvolvidos, inclusive por meio de assistência técnica e financeira, para construções sustentáveis e resilientes, utilizando materiais locais

 

 

 

*Por Gustavo Vazzoler, Diretor de Produtos e Soluções de Smart Buildings da ABB Brasil (Asea Brown Boveri).

**Artigo publicado em Ebook Eletrodomésticos Casa e Mercado – dezembro, 2023.

 

12ª edição MADE

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Evento acontece junto à ArPa – feira-irmã da MADE voltada ao mercado da arte.

 

Uma das feiras mais tradicionais de design colecionável já definiu as datas e o local de sua próxima edição: de 5 a 9 de junho de 2024, a MADE volta a ocupar o Complexo do Pacaembu, em São Paulo, com sua 12ª edição.

O local já virou sinônimo da feira – é a terceira vez consecutiva que a MADE acontece no Pavilhão Pacaembu, espaço temporário de eventos do tradicional estádio em São Paulo, que já recebeu feiras, festas, apresentações, experiências gastronômicas e de entretenimento. Lá também onde acontece a ArPa – a prima artística da MADE, que, em sua 3ª edição, acontece mais uma vez concomitantemente à feira de design, também de 5 a 9 de junho. A realização dos eventos no estádio símbolo da capital paulista faz parte de uma série de iniciativas que pretendem restaurar e modernizar o complexo como um destino cultural aclamado.

 

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