Em época de quedas de energia, saiba qual gerador é ideal para cada necessidade

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Produto se tornou fundamental para escolas, plantações, criações, indústrias, eventos e outros espaços que não podem parar por causa da falta de eletricidade.

 

Geradores são alternativas indispensáveis para momentos em que há interrupção ou falha do fornecimento da energia elétrica, principalmente no verão, quando as fortes chuvas causam danos às redes de eletricidade. No entanto, escolher o melhor modelo requer atenção, já que o produto deve atender à demanda de cada local.

O gerador é um dispositivo que converte as diferentes formas de energia, como eólica, mecânica e solar, em elétrica. Por isso, se tornou tão importante para escolas, eventos, plantações, criações, comércios e indústrias, entre tantos outros espaços, já que a falta de energia pode afetar a rotina e causar grandes prejuízos financeiros.

“O mercado disponibiliza tipos diferentes de geradores, equipamentos de alta performance capazes de atender às necessidades de cada consumidor. Para o devido dimensionamento, é preciso considerar: quanto de potência é necessária para abastecer o local; se o gerador precisa ser monofásico ou trifásico; e se o uso é esporádico ou frequente, de curto ou longo prazo”, explica Rodrigo Deneka, Gerente de Produtos da Branco Motores, marca referência nacional no desenvolvimento de soluções para o agronegócio, a construção civil e o setor de floresta e jardim. Segundo o especialista, as empresas, naturalmente, precisam de um equipamento com maior potência do que uma residência, portanto os formatos variam conforme a demanda, o uso e a potência necessária.

 

Conheça os formatos dos equipamentos e qual deles é o melhor para atender a cada necessidade:

Gerador de energia a gasolina

Os geradores de energia a gasolina geralmente são de menor porte. Devido ao suas dimensões e peso, são compactos e portáteis, assim sendo indicados para diversas aplicações, em propriedades rurais, residências pontos comerciais, como lojas, restaurantes e lanchonetes, camping e construção civil.

Um modelo bastante eficiente de gerador a gasolina é o B4T-2500 S, da Branco Motores. Ele é indicado para pequenas e médias necessidades de energia, equipado com motor de 6,5cv e tem potência máxima de 2,2 kVA, contendo controle de tensão por AVR. Possui tanque de 15 litros, autonomia de 15 horas e é portátil, perfeito para diversas aplicações. Além disso, é manual, com partida fácil em até três puxadas, porém também possui modelo com opção de partida elétrica.

 

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Gerador de energia a diesel

Os geradores de energia movidos a diesel são mais robustos, com maior faixa de potência e possuem menor consumo de combustível. Eles são recomendados em casos de necessidade contínua de energia elétrica ou também em situações emergenciais que demandem mais potência. De forma geral, são indicados para pequenos comércios, postos de combustível, eventos esportivos, shows, telecomunicações, atividades agrícolas e em canteiros de obras.

O gerador BD-33000 E3 S, também da Branco Motores, é destinado para uso profissional em comércios, chácaras, salões de festa, restaurantes e em locais onde a energia não pode parar. O modelo entrega 35,75kVA em stand-by, com um motor de 2.543 cilindradas. Quando alinhado com um projeto adequado para uso, garante a energia necessária com qualidade e alta performance. Está disponível nas versões 127V/220V e 380V.

 

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Arquiteto Paulo Niemeyer assina lançamento de porcelanato “Canoas”

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Lançamento da Villagres traz o “terrazzo” com uma nova linha que integra a Coleção Niemeyer.

 

O luxo, o requinte e a versatilidade do porcelanato ganham propostas inovadoras e que atendem a variados projetos e ambientes. A linha Canoas presta uma homenagem à Casa das Canoas, projetada por Oscar Niemeyer, que interpreta o já consagrado terrazzo. Este porcelanato remete ao concreto, com pequenos fragmentos minerais integrados à gráfica, mas com uma proposta suave e harmônica.

A linha está disponível em duas texturas – natural e externo – o que possibilita versatilidade aos projetos e utilização em diferentes ambientes, além de oferecer a tecnologia SAP, que confere mais resistência contra riscos, além de deixar o produto granilhado e natural. A linha Canoas integra a Coleção Niemeyer da Villagres, assinada pelo arquiteto Paulo Niemeyer, que possui as linhas Capela, Cathedral, Ibirapuera, Memorial e Ravello.

“A Villagres apresenta para 2023 novidades que unem modernidade, sofisticação e elegância a diferentes projetos e ambientes variados. E, no caso da linha Canoas, é uma parceria de sucesso que a marca possui com o arquiteto Paulo Niemeyer, o que proporciona esse design diferenciado aos produtos” – Renato Salvatti, gerente comercial do Grupo Villagres.

 

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Porcelanato – linha Canoas assinada pelo arquiteto Paulo Niemeyer.

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagem: Divulgação Villagres

 

 

 

Iniciativa vai criar primeira casa de alvenaria sustentável do Brasil

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Projeto de retrofit contará com materiais recicláveis, madeira de reflorestamento, água de reúso e energia solar; imóvel servirá de modelo para profissionais e estudantes de arquitetura e engenharia civil.

 

Uma iniciativa da Paulo Cardoso Comunicações, em parceria com empresas de arquitetura, de produção de madeira tratada, painéis de madeira, energia solar, de sustentabilidade, decoração e construção civil, vai transformar um imóvel na Grande São Paulo na primeira casa de alvenaria sustentável do Brasil. A obra faz parte do projeto intitulado “My Wood Home” e irá utilizar madeira de reflorestamento, além de água de reúso, entre outras soluções verdes.

O projeto é da Scali Wood+Arch, que reformará uma casa localizada entre os municípios de Jundiaí e Franco da Rocha, na Grande São Paulo. O imóvel, que tem cerca de 400 m² de área construída, passará a ter 450 m². O projeto prevê seis suítes, um espaço em conceito aberto com cozinha, sala de jantar e sala de tv, um deck, área gourmet, solarium, um lago, um escritório, uma lavanderia e uma adega, distribuídos entre pisos inferior, térreo e superior.

“Vamos fazer um retrofit, que é a modernização dessa casa, da década de 90. O projeto prevê uma construção híbrida, mesclando estruturas de madeira com vedações diversas. Um dos nossos objetivos é mostrar o quanto a madeira é prática, barata, confortável e sustentável” – Silvia Scali, arquiteta responsável pelo projeto.

 

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Segundo levantamento do Green Building, entre 2019 e 2021, o número de projetos com esta preocupação ambiental cresceu 22% no Brasil. O instituto ainda aponta que o Brasil já é o quinto país do mundo com mais construções no padrão ESG (sigla, em inglês, para práticas ambientais, sociais e de governança).

O projeto começou a ser idealizado ainda em 2008 após uma viagem do proprietário do imóvel, o jornalista Paulo Cardoso, CEO da Paulo Cardoso Comunicações e idealizador do congresso e do workshop My Wood Home, para a Argentina, onde conheceu projetos sustentáveis com madeira. A previsão é concluir a reforma até o final de 2023.

A ideia é que tanto o projeto de modernização quanto o imóvel sirvam de modelo para a construção civil brasileira, para as empresas parceiras do projeto poderem usar o espaço como um showroom e, principalmente, para que sejam realizados workshops para estudantes de arquitetura e engenharia civil.

 

Tendência

“Atualmente, todas as empresas precisam adotar um olhar mais atento para as práticas de ESG. A construção civil brasileira é exemplo de segmento que caminha na direção de projetos mais sustentáveis. Temos certeza de que essa iniciativa ajudará o mercado a entender ainda mais a importância da madeira nos projetos”, afirma Silvio Lima, especialista em madeiras e gerente da unidade industrial da Montana Química, multinacional brasileira parceira do projeto.

A parceria incluirá ajudar no tratamento e preservação da madeira de eucalipto roliço das estruturas, dos decks, das portas, das janelas e dos pisos. Por fim, a empresa também oferecerá as texturas e soluções de seu catálogo.

 

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O imóvel, que tem cerca de 400 m² de área construída, passará a ter 450 m².

 

 

 

Caminhos para aumentar a produtividade da construção

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Quatro ações para serem trabalhadas de forma integrada e gerar resultados!

 

O mercado imobiliário, em 2021, vem sinalizando para um forte crescimento do volume de negócios e obras, e ao mesmo tempo vem sendo pressionado pelo significativo aumento dos custos dos materiais de construção.

Os preços dos imóveis e dos custos de obras tendem a aumentar, as exigências dos clientes continuarão a se elevar e a competição entre as empresas ficará mais acirrada.  Nesse cenário, é muito importante para as empresas da cadeia produtiva, colocar energia e foco no aumento da produtividade da construção, para manter as margens de lucratividade dos seus negócios.

Quatro grandes ações podem ser elencadas que, se trabalhadas de forma integrada, irão contribuir de forma significativa para o aumento da produtividade da construção.

 

Industrialização da construção

Sistemas construtivos convencionais não serão capazes de atender aos índices de produtividade e eficiência exigidos por um mercado aquecido e com escassez de insumos e aumento dos custos de materiais.

A cadeia produtiva precisa investir na industrialização de componentes e elementos construtivos e na construção modular off-site, adotando parâmetros industriais de inovação tecnológica, padronização, normalização e escala de produção, visando repetitividade e ganhos elevados de produtividade. As tecnologias em pré-fabricados de concreto, a construção metálica, as estruturas e painéis de madeira, os componentes com uso do plástico e materiais orgânicos, já estão largamente disponíveis no Brasil e podem ser mobilizados em prol da construção industrializada e do aumento da produtividade.

 

Transformação digital

O movimento de adoção de tecnologias digitais pelas empresas incorporadoras e construtoras foi intensificado e agilizado pela pandemia, em especial nos processos de marketing, vendas e contratos digitais, além da comunicação digital, gerando ganhos de eficiência e eficácia nessa fase inicial do negócio de incorporação.

A transformação digital via adoção do BIM, das tecnologias dos drones e da realidade virtual e aumentada, da tecnologia IOT, do bigdata e da inteligência artificial, além dos softwares, aplicativos e de outras soluções em todas as etapas do desenvolvimento, projeto, produção, entrega e operação dos empreendimentos imobiliários, deve, com certeza, permitir redução de desperdícios, integração de etapas e enormes ganhos de produtividade no setor da construção.

 

Sustentabilidade

Os investidores, os fundos e os bancos, cada vez mais, vão priorizar as empresas que incorporem em sua gestão os princípios e práticas ESG de responsabilidade ambiental, social e governança. Todo o cenário futuro da construção no Brasil estará marcado por essa tendência de valorização da sustentabilidade.

O aumento da produtividade no uso de recursos naturais é também uma questão relevante para o setor da construção: gerar produtos e construir com menor consumo de energia, água e geração de resíduos e menor emissão de gás efeito estufa, são desafios fundamentais para o aumento da produtividade da cadeia produtiva da construção.

 

Lean Construction

Uma das inovações urgentes no setor da construção para aumento da produtividade deve estar focada nos processos de planejamento e gestão de obras.

A filosofia lean construction (construção enxuta) consiste em um conjunto de conhecimentos, cuja essência é elevar a capacidade da empresa de eliminar desperdícios visíveis e ocultos continuamente e resolver problemas de maneira sistemática. Perdas por ineficiência de produção e logística, atrasos decorrentes de falhas de planejamento e baixa produtividade são pontos atacados nesse método de gestão.

A aplicação da filosofia e das ferramentas do lean construction (construção enxuta) pode proporcionar ganhos importantes para empresas do setor. Estamos falando de redução de custos e de prazos, maior agilidade na resolução de problemas e principalmente de aumento de produtividade.

Pensando na competitividade da construção, as empresas da cadeia produtiva têm como desafio, combinar de forma articulada, os conceitos e práticas de industrialização, transformação digital, sustentabilidade e lean construction, visando aumentar a produtividade da construção e garantir a sustentabilidade dos negócios.

 

Por Por Roberto de Souza, presidente do CTE – Centro de Tecnologia de Edificações (roberto@cte.com.br)

 

Tramontina amplia participação na Feira Ambiente 2023

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Empresa participa há quase 30 anos deste que é o principal evento para a marca no exterior.

 

Entre os dias 3 e 7 de fevereiro, um dos mais relevantes eventos de decoração do mundo está de volta. A feira Ambiente reúne lojistas, fabricantes e compradores das áreas de decoração, mesa posta e bens de consumo, em Frankfurt, na Alemanha. Em estande de 330m² que contará também com uma faca gigante – um dos ícones da marca -, a Tramontina neste ano amplia participação, em termos de espaço e mix de produtos. “Já somos presença confirmada há 29 anos e essa é a principal feira para nossa marca no exterior. Em 2023, as expectativas são ainda maiores, tanto pela retomada pós pandemia, quanto pelas novidades que temos para apresentar”, afirma Marcos Grespan, Diretor Comercial da Tramontina. A feira é organizada pela Messe Frankfurt, empresa estatal responsável por quase 200 feiras de diversos segmentos.

Esta é a primeira vez que a marca recebe, da equipe organizadora da feira, selo Ethical Style. O programa destaca expositores que oferecem produtos com produção social e ecologicamente responsável. As empresas que são aceitas neste programa recebem uma etiqueta correspondente em seus estandes e em seu perfil de expositor, tornando mais fácil aos visitantes encontrarem expositores com foco em produtos sustentáveis, de maneira mais direcionada.

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Linha de porcelana que marca a entrada da empresa neste segmento.

Entre os destaques da participação estão o GURU, cooktop conectado que ensina a cozinhar e o primeiro produto da Tramontina que usa a Internet das Coisas (IoT); a nova linha de porcelana que marca a entrada da empresa neste segmento; e a linha Lyf, mais recente lançamento em panelas, facas e talheres, produzidos com matéria-prima reciclada, ou seja, a partir da reutilização de resíduos industriais como plástico e alumínio. Além desses, lixeiras de aço inox e plástico, tábuas de madeira e carrinhos para churrasco, facas e utensílios de churrasco, churrasqueiras, facas de sushi e equipamentos e utensílios das linhas de chá e café, incluindo bules e garrafas térmicas, também estarão em evidência no estande. A marca prepara diferentes ativações de produtos durante os cinco dias de feira, como o preparo de receitas no GURU conduzido pelo chef gaúcho Vico Crocco e demonstrações da linha churrasco pelo churrasqueiro Adriano Gabriel.

Nesta edição, que tem como foco a sustentabilidade, a empresa brasileira seguirá o conceito ao reforçar a união das iniciativas de gestão ambiental para transformar processos produtivos e ciclos de vida de seus produtos e embalagens. Este pilar que sempre foi norteador de operação e se efetivou ainda mais com o projeto Tramontina Transforma, contribui para a evolução do negócio agregando práticas sustentáveis e inovação. A marca vem investindo cada vez mais em tecnologia e conhecimento humano para desenvolver produtos e embalagens mais duráveis, além de uma operação mais ecoeficiente e circular no uso de recursos naturais, matérias-primas e insumos, reduzindo o impacto sobre o meio ambiente e minimizando as emissões de gases de efeito estufa no processo produtivo. Além disso, este ano, por exemplo, passou a disponibilizar Ecopontos no Brasil para logística reversa de panelas, formas, frigideiras, fervedores e assadeiras, que posteriormente poderão ser reciclados e transformados em outros produtos. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Tramontina e a cleantech Trashin, responsável pela gestão e operação de logística reversa.

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Mudanças no processo adotado em 2021 também permitiram que algumas unidades reduzissem mais de 12,8 toneladas de plástico em suas embalagens. Em algumas, foi possível substituir o isopor pelo papelão, material de fonte renovável e de maior interesse da cadeia de reciclagem, além da substituição do Blister pelo Flowpack – embalagem do tipo envelopamento -, ambas com geração de impactos extremamente positivos, evitando que, aproximadamente, 65,5 mil litros de isopor e cerca de 7 toneladas de plástico fossem inseridas no mercado. Uma das unidades passou a utilizar o plástico 90% reciclável em embalagens de cubas, pias e tanques, evitando o uso do plástico 100% virgem. Em 2022 a empresa estima reciclar cerca de 100 mil kg de plástico com essa iniciativa.

Hoje, a Tramontina mantém 2.900 hectares de Áreas Preservadas com vegetação arbórea, incluindo Áreas de Preservação Permanente (APPs), Reserva Legal e Matas Nativas Preservadas, além de 3.377 hectares de áreas plantadas – chamadas florestas de produção, com uma base sólida e renovável, para fornecer madeiras para utilização nas fábricas. A empresa investe em tecnologias limpas para reduzir e controlar a geração de resíduos sólidos, líquidos e emissões atmosféricas.

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Imagens: Divulgação

Concurso seleciona projeto para o EcoParque Itaipu

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Equipes vencedoras receberão prêmios que totalizam R$ 120.000,00 em dinheiro e classificada em primeiro lugar assinará contrato para o desenvolvimento do projeto.

 

A Usina de Itaipu, em Foz do Iguaçu/PR, lançou concurso nacional que selecionará projetos arquitetônicos para a implantação de um parque natural urbano. O EcoParque Itaipu será mais um espaço para uso dos moradores e turistas da cidade situada na divisa entre o Brasil e o Paraguai. O concurso é promovido pela Itaipu Binacional, Prefeitura de Foz do Iguaçu e o Instituto de Arquitetos e Arquitetas do Brasil (IAB) – Departamento do Paraná (IAB/PR).  O cronograma completo, edital e outras informações estão disponíveis no site  do concurso.

ACESSE AQUI 

 

A área onde o parque será instalado possui 114 hectares e abrange o Arroio Jupira. O projeto deverá prever espaço para trilhas, ciclovias, iniciativas de educação ambiental e estrutura para atendimento ao público visitante. Entre os atributos valorizados pelo concurso, estão a inovação, o uso de tecnologias digitais e soluções baseadas na natureza (SBN).

O cronograma prevê duas etapas para a concorrência. Na primeira, que tem inscrições abertas entre os dias 10 de janeiro e 27 de fevereiro, os proponentes deverão apresentar documentações, participar de uma visita guiada e, em seguida, enviar estudo preliminar. A etapa final ocorre a partir de 10 de março e prevê submissão de anteprojeto.

Podem participar da competição arquitetos e urbanistas ou escritórios de arquitetura devidamente registrados e em dia com o CAU. Os titulares das três propostas com melhor colocação receberão prêmios de R$ 20 mil, R$ 40 mil e R$ 60 mil em dinheiro. A equipe classificada em primeiro lugar assinará contrato de R$ 1.174.601,19 para o desenvolvimento do projeto. A previsão da concessão das premiações é 14 de abril.

 

CONCURSO NACIONAL DE ARQUITETURA PARA O ECOPARQUE ITAIPU

Prazos de inscrição:
1ª etapa: 10 de janeiro a 27 de fevereiro
2ª etapa: 10 a 31 de março
Informações: https://concursoecoparqueitaipu.com

 

 

 

Programa Nacional de Hidrogênio caminha para transformar Brasil em protagonista global na produção com energia renovável

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Para a ABSOLAR, proposta de plano trienal ajuda a criar bases para mercado competitivo de hidrogênio verde no País, a partir de fontes renováveis, como solar e eólica.

 

O plano de trabalho trienal (2023-2025) do Programa Nacional de Hidrogênio (PNH2), lançado no dia 15 de dezembro pelo Ministério de Minas e Energia (MME), é um passo importante para o desenvolvimento de um mercado competitivo de hidrogênio de baixo carbono no Brasil e ajuda a criar condições para consolidar o País como protagonista mundial na geopolítica de transição energética com o hidrogênio verde (H2V), que é produzido a partir de fontes renováveis, como solar e eólica.

A análise é da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). Segundo a entidade, o plano contempla aspectos cruciais para o desenvolvimento do mercado no País, incluindo base tecnológica, infraestrutura e capacitação de mão de obra. Sobretudo, traz diretrizes para planejamento energético, criação de arcabouço legal-regulatório, abertura e crescimento de mercado doméstico e de exportação e condições para cooperação internacional. O plano apresentado também prevê revisão anual para se adaptar à maturidade da tecnologia e do mercado.

Pela avaliação da associação, que colaborou com a elaboração do plano e teve várias propostas de ações acatadas pelo MME, o mercado de H2 mundial vai crescer fortemente nos próximos anos, passando de um setor de US$ 110 bilhões em 2019 para mais de US$ 200 bilhões em alguns anos, e migrar de uma produção majoritariamente a partir de fontes fósseis para o H2V.

“Diversos países estão se movimentando no âmbito desse vetor energético, como solução de descarbonização das economias e dos processos produtivos e, por isso, a importância do Brasil se posicionar como um dos principais produtores, de forma sólida e rápida, tendo em vista a vocação do País para a produção de energia renovável competitiva e com escala, além de seu grande potencial de demanda doméstica” – Camila Ramos, vice-presidente de Investimento e Hidrogênio Verde da ABSOLAR.

A executiva também ressalta a necessidade de priorização das fontes renováveis para produção do hidrogênio, uma vez que todo o racional para o crescimento desse setor é a descarbonização. “Outro ponto importante do plano é o mapeamento e estudo da competitividade da cadeia de valor do hidrogênio de baixo carbono, inclusive como forma de identificar oportunidades e gargalos para o Brasil e de identificar políticas públicas para incentivos”, acrescenta Camila.

 

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Já Eduardo Tobias, coordenador da força-tarefa de Hidrogênio Verde da ABSOLAR, acredita que o plano poderia ser mais ambicioso em seu planejamento trienal, sobretudo no atingimento dos objetivos de descarbonização da economia brasileira e a contribuição para a transição energética global. “O texto apresentado tem uma abordagem agnóstica em relação às rotas de produção do hidrogênio, inclusive trata de forma agnóstica o hidrogênio verde e o hidrogênio cinza (a partir do gás natural sem captura de carbono). Esse fato preocupa a associação pois pode incentivar e alocar recursos para rotas de produção que não contribuem para a descarbonização da economia”, aponta.

Além disso, o plano não prevê no próximo triênio o estabelecimento de metas de produção e consumo do H2V. Também não considera medidas objetivas e concretas para fomentar o consumo do combustível de origem renovável nos próximos anos, em substituição ao atual consumo doméstico do hidrogênio e derivados (e.g. amônia e metanol), produzidos a partir de combustíveis fósseis e, em grande medida, importados.

“Neste sentido, a ABSOLAR mobilizará seus mais de 120 associados atualmente engajados na Força Tarefa de H2V para avaliar, em detalhe, a proposta do Plano Trienal e contribuir, no âmbito na Consulta Pública nº 147 do MME, com propostas de aperfeiçoamentos e no complemento das ações apresentadas”, conclui Tobias.

Museu da Casa Brasileira abre inscrições para encontro com a artista Sara Rosenberg

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A atividade acontece nos dias 17, 18 e 19 de janeiro, das 14h às 17h, com participação gratuita.

 

Museu da Casa Brasileira, instituição administrada pela Fundação Padre Anchieta, abre inscrições para o encontro ‘Técnicas tridimensionais: Imersão em esculturas lúdicas com Sara Rosenberg’ que acontece nos dias 17, 18 e 19 de janeiro, das 14h às 17h, no MCB, com participação gratuita.

O encontro-ateliê, em diálogo com a exposição ‘Esculturas Lúdicas – Sara Rosenberg’ que está em cartaz no Museu, tem como público-alvo professores da rede pública e privada, educadores de instituições e espaços culturais, estudantes de pedagogia, arte, design, arquitetura e demais pessoas interessadas nas técnicas tridimensionais voltadas aos processos de criação de Sara.

Durante três dias consecutivos de encontro-ateliê no Museu, o mesmo grupo, acompanhado pela artista Sara Rosenberg, irá se aproximar das técnicas e conhecimentos escultóricos colocando mãos, corpos e sonhos em contato com plastelina, massa de modelar, isopor e gesso, dando forma a invenções e novos aprendizados que poderão ser multiplicados em salas de aula e outros espaços de educação formal e não formal. A ação é organizada pelo Educativo MCB e gera certificado para os interessados.

 

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Divulgação MCB / Foto: Gabriel Melhado

 

Sobre a exposição

A mostra ‘Esculturas Lúdicas — Sara Rosenberg’ propõe ao público uma nova maneira de interagir com as obras expostas: elas podem ser usadas como pontos de partida para brincadeiras ao invés de ficarem expostas sobre um pedestal. São peças destinadas à experimentação do público infantil em sua ampla diversidade, por meio da experiência tátil e motora. A curadoria é da crítica de design Adélia Borges.

 

Sobre Sara Rosenberg

Artista plástica, designer e arte-educadora. Formada em Artes Plásticas pela FAAP e possui Mestrado em Ciências da Comunicação pela ECA- USP. “A Criança e seu Espaço de Brincar- Retratos da Brincadeira Urbana” — 1989. Especialização em Escultura pela Kunstgewerbeschule de Zurique. Entre 1994 e 2011 manteve com a irmã Anete Ring a Rosenberg Design, dedicada ao design de objetos. A dupla participou de várias exposições no Brasil e no exterior.

 

SERVIÇO

Encontro ‘Técnicas tridimensionais: Imersão em esculturas lúdicas com Sara Rosenberg’

Data: 17, 18 e 19 de janeiro, terça, quarta e quinta-feira.
Horário: das 14h às 17h.
Participação gratuita, mediante inscrição prévia.
Inscrições: mcb.org.br
Emissão de certificado.
Local: Solar Fábio Prado | Museu da Casa Brasileira
Endereço: Av. Brig. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano, SP
Próximo à estação Faria Lima da Linha Amarela do Metrô.
Tel.: (11) 3026-3900

Casa SUSPENSA

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Suspensa entre duas belas colinas da Califórnia, esta residência abrange um riacho e possui uma cachoeira no quintal.

 

Um objeto feito pelo homem na natureza pode existir em harmonia ou disparidade. O objetivo para esta residência localizada na Califórnia era reconecta-la ao ambiente e, ao mesmo tempo, abranger e usufruir das qualidade do local excepcional. Um porém: no estado, não é mais legal que as casas sejam suspensas sobre um riacho. Portanto, haviam diretrizes rígidas sobre como usar a estrutura existente como base para o projeto do escritório Fougeron Arquitetura, que tinha que seguir o contorno exato da casa e decks existentes.

 

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A premissa principal era melhorar a relação da estrutura com os corpos de água próximos e a face da rocha. Em vez de derrubar e perturbar o riacho abaixo, o novo sistema estrutural foi ancorado na rocha nos flancos da colina, suspendendo a casa completamente sobre a água.

 

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Ao abrir as linhas do terreno e usar materiais transparentes, janelas do chão ao teto, pisos transparentes e espaços externos de conceito aberto, como escadas flutuantes, as características naturais da água são visíveis na frente e atrás da casa.

Para permitir a expansão do terceiro andar e remover pilares estruturais anteriores no leito do riacho, uma estrutura de aço foi inserida sob os pisos existentes. Ao invés de esconder este sistema de suporte, ele fica exposto em todos os pavimentos.

 

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A estrutura e a orientação dos dois primeiros andares seguem a casa existente, mas o novo terceiro andar gira 90 graus para melhor se relacionar com o terreno. Esse deslocamento quebra a massa da estrutura, dando certa leveza e altura, ao mesmo tempo em que se diferencia dos andares inferiores.

No topo de uma estrutura de aço, o telhado – como a própria casa – paira, criando um espaço dinâmico com muita luz natural.

 

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Imagens: Joe Fletcher