Sinergia e integração

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Projeto propõe design arquitetônico planejado para estimular relações urbanas.

 

Buscando conceber uma conexão mais profunda entre a cidade e seus habitantes através de novo empreendimento, o escritório Aedas, em colaboração com a ASPECT e o BPI, apresenta o Hyperland Park: uma estrutura de 2,4km de comprimento e 180.000 m² de área construída, repleto de espaços sociais e comerciais, para uso misto e criativo, em Chengdu, na China. Propondo integração entre parque recreativo e varejo, o empreendimento pretende estimular um novo modo de relacionamento entre pessoas, negócios e cidade, que integre a sinergia orgânica cotidiana da comunidade ao mesmo tempo em que configura um verdadeiro oásis urbano, funcional e aberto. 

O projeto conta com ambientes para comércio, empresas e espaços multifuncionais. Na parte superior, um espaço habitável com jardim proporciona aconchego, de fácil acesso e conexões. Toda a estrutura é equipada com escadas rolantes e escadarias para facilitar a circulação entre cada andar e promover integração com o bairro ao redor. O layout fluido do projeto concede unidade ao edifício, com seus elementos circundantes as curvas da fachada ficam de frente para o bairro do empreendimento e são conectadas por elementos metálicos verticais. O uso abundante de vidro por toda sua extensão lhe atribui quesitos sustentáveis, reduzindo consumo de energia elétrica e contando com grandes aberturas que permitem ventilação natural. A construção tem conclusão prevista para 2022/2023.

 

“Acreditamos que essa mudança acelerada das interações sociais reais para as online tem um imenso impacto no design espacial dos estabelecimentos comerciais. Os espaços sociais devem ser projetados com a saúde e a segurança dos habitantes em primeiro lugar, ao mesmo tempo em que promovem um ambiente convidativo. Queremos usar o parque para atrair o tráfego de pessoas para o varejo e permitir que elas experimentem um elemento social junto à sua experiência de compra. O espaço público e privado adequado precisa ser integrado para gerar tranquilidade.” – Dr. Andy Wen, Diretor de Design Global da Aedas

 

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Integrado ao bairro, convidativo, o Hyperland Park pretende estimular encontros sociais, exposições ao ar livre, instalações e atrações públicas que criem entretenimento para a cidade.

O empreendimento conta com anfiteatro, localizado diretamente na entrada principal, e propõe aspecto estratégico na transformação da cidade.

 

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Alocado para uma variedade de negócios e funções como varejo, há espaços criativos que podem ser transformados em parques de skate, instalações de arte interativas ou performances. Na parte superior, um paisagismo elaborado dispõe jardins ao longo de todo empreendimento. Um ambiente habitável e multifuncional.

 

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Para uso comercial e cultural, o projeto pretende criar um diálogo entre a cidade e seus habitantes, integrando-se organicamente para cultivar sinergia natural.

 

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Por Redação
Imagens: Divulgação Aedas

 

Orgânico e GENTIL

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Hortas comunitárias, transformação alimentar e a ressignificação do espaço urbano.

 

Hortelão é aquele que trata de uma horta. Sinônimo de Horticultor, se ocupa com o cultivo de verduras, legumes, plantas ornamentais, flores e frutas. Cultivar uma horta é sem dúvida uma forma de contribuição para o desenvolvimento sustentável em vários níveis, desde promover serviços ambientais e maior conscientização sobre a importância de consumir alimentos frescos e livres de agrotóxicos, até suprir necessidades e demandas sociais, incentivando uma participação pública colaborativa.

Mais de 80% da população vive em áreas urbanas e acabou se desconectando de todo o ciclo do alimento, perdendo a habilidade de plantio e também o hábito frequente de cozinhar. O comportamento alimentar, com aumento do consumo de alimentos industrializados, prontos e fast-foods, tem deixado a desejar no quesito nutrição: apenas 23% dos brasileiros consomem a recomendação diária de frutas, verduras e legumes (400/dia segundo a OMS), sendo que a má alimentação é um dos fatores de risco para o desenvolvimento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), como hipertensão, diabetes e câncer.

 

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As hortas urbanas, sejam elas domésticas ou comunitárias, têm a capacidade catalizadora de reunir, conectar as pessoas com o alimento saudável e causar transformações socioeducativas; mesmo que os espaços sejam pequenos e as hortas singelas, a simbologia da iniciativa ultrapassa qualquer dimensão. Na cidade, o plantio coletivo e voluntário de plantas comestíveis no espaço público promove revitalização local, troca de experiências e minimiza o complexo mecanismo orquestrado de produção-transporte-distribuição, adotado atualmente pela indústria alimentícia, refletindo em uma alimentação mais nutritiva, variada e econômica.

A agricultura urbana tem sido apontada pela FAO, Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, como estratégia fundamental para a segurança alimentar, para a estabilidade social e para a preservação do meio ambiente nos grandes centros urbanos do planeta.

Os benefícios são muitos: biodiversidade, fornecendo alimento e abrigo para a fauna local, sendo o manejo agroecológico capaz de regenerar o solo e restaurar sua capacidade de absorção de água, abastecendo os lençóis freáticos e melhorando a umidade do ar; o aumento de área verde, aberta aos cidadãos; educação ambiental e comunitária, restabelecendo o sentido da partilha do espaço, do trabalho, da colheita e do cuidado com o território; reconexão com a natureza e a produção do alimento; prática de compostagem, gestão de resíduos e, consequentemente, redução de lixo orgânico e emissão de gases na atmosfera. 

 

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A CM conversou com o Pé de Feijão, negócio de impacto com o objetivo de transformar a relação das pessoas com a comida através de ações que informem e orientem, tendo as hortas urbanas, a cozinha e a compostagem como plataformas centrais de trabalho. De acordo com Mariana Marchesi e Marina Ferreira, hortas urbanas encurtam distâncias entre a produção e o consumo de comida de verdade, atribui responsabilidade e gera menor impacto ambiental.

 

“No que toca à relação com a cidade, as hortas comunitárias transformam completamente a experiência da cidadania, devolvendo ao cidadão o poder de intervir e transformar o seu próprio território, além de resgatar e promover o valor da solidariedade. Uma experiência em que o cidadão vive o território e age sobre ele, sentindo-se parte.” – Pé de Feijão

 

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Foto Pé de Feijão Horta nas alturas varanda do Escritório Barilla

 

Muito dos problemas relacionados à qualidade de vida nas cidades concerne à forma de como elas se desenvolveram. O ambiente urbano se caracteriza pelo concreto, pela velocidade, pelo oposto à natureza, características acentuadas graças ao crescimento intenso e desordenado, sem planejamento adequado. A prática da agricultura urbana sugere superar o distanciamento entre espaços públicos e privados, vegetação e concreto, indivíduo e coletivo, promovendo o respeito às regras locais e aos outros usuários.

A transformação do espaço, mudando práticas individuais para coletivas, carrega consigo um comportamento mais holístico e integrado. Além da melhoria na qualidade de vida, um sentimento de colaboração para com a natureza e para com o outro é plena, e não só bem alimenta ao corpo, mas à alma. O mundo tem hoje muitos agricultores urbanos e, ao contrário do que parece, as grandes cidades estão cheias de espaço para as hortas.

Como cita o documentário Revolução da Horta Caseira, da ONG Urban Homestead, ser capaz de cultivar alimentos é algo muito poderoso e talvez uma das capacidades mais “perigosas” que existe aos mecanismos do mundo moderno: pois corre-se o risco de gerar liberdade. Sejam educativas ou produtivas, as hortas urbanas agroecológicas trazem essa proposta e mostram às pessoas que é possível produzir alimentos sem veneno, de baixo custo e com as próprias mãos, sem agredir o meio ambiente.

 

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O telhado do Shopping Eldorado abrange projeto sustentável multifuncional: compostagem com o objetivo de dar destino ecologicamente correto ao lixo orgânico gerado diariamente em suas praças de alimentação, produção de legumes e verduras destinados ao abastecimento dos próprios restaurantes e reuso da água que escorre dos ares- condicionados para irrigar a horta.

 

 

 

 

 

 

 

Por Redação
Imagens: Stéphanie Durante, Horta das Corujas e divulgação.

PONTO focal

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‌‌Uma‌ ‌árvore,‌ ‌que‌ ‌deveria‌ ‌ser‌ ‌preservada‌ ‌no‌ ‌local,‌ ‌foi‌ ‌o‌ ‌ponto‌ ‌de‌ ‌partida‌ ‌para‌ ‌este‌‌ projeto‌ ‌de‌ ‌espaços‌ ‌amplos‌ ‌e‌ ‌conectados.‌‌

 

A Roof House, apelidada assim por conta da enorme cobertura que domina praticamente todo o terreno de lados iguais, de 190 m², é um projeto complementar à uma antiga casa da família que fica muito próxima dali, na região metropolitana de Lat Phrao, distrito de Bangkok, Tailândia. O cliente queria uma estrutura que pudesse oferecer atividades complementares às funções existentes da antiga casa, com grande espaço de uso comum onde toda a família pudesse se reunir e receber, mas que ao mesmo tempo fosse flexível o bastante em caso de futuras demandas e consequentes transformações.

Com tal proposta em mente, Nuttapol Techopitch e os arquitetos da Looklen Architects desenvolveram uma tipologia de planta aberta e integrada onde todos os ambientes compartilham o mesmo amplo espaço. A presença de uma árvore bem no meio do terreno, que deveria ser preservada, demarcou que a planta da casa fosse organizada ao redor de um pátio central que a acolhe. Este pátio, afinal, tornou-se o ponto focal do espaço programático da casa, funcionando como um lugar de descompressão e de conexão com o mundo exterior, íntimo e reservado, cercado por uma série de espaços fluidos e interconectados. As aberturas voltadas para o norte e o leste possuem cinco metros de altura, inundando os espaços interiores com luz natural ao longo do dia.

 

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Para o paisagismo, foi levado em consideração critérios climáticos, o design e orientação da casa, que foi planejada para gerar sombra e ventilação abundante, e aspectos botânicos, como perfume e visual.  A família tem um cão de estimação que adora cavar, e o projeto levou isso em consideração, propondo plantas de folhas largas e criando um modo de plantar que facilite a substituição, caso necessário.

A grande cobertura, executada em aço, que emoldura e protege o pátio interior, permite abundante iluminação e ventilação natural aos ambientes interiores, estrategicamente proporcionando um melhor desempenho energético. Além disso, fornece sombra para as outras áreas por seus longos beirais. O forro de madeira Beger foi escolhido para proporcionar uma atmosfera mais aconchegante à um espaço “transparente”, assim como para proporcionar um melhor desempenho acústico e térmico neste como um todo. Piso Casa Rocca.

A planta da casa foi organizada ao redor de um pátio central que acolhe a árvore existente e distribui os espaços da casa a partir do espaço criado para ela.

 

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O projeto de iluminação foi concebido para proporcionar tantas opções quanto possível, desde iluminação pontual até uma fita de LED perimetral que ilumina a parte baixa de toda a cobertura em seus quatro lados. As esquadrias são Fameline e o envidraçamento é Guardian.

 

The Roof House Easy Resize com

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A frente da casa possui grande abertura, contemplada por uma ampla estrutura de 14 metros de comprimento. Para construir uma perspectiva interessante, a parede, junto ao acesso, também foi inclinada como se refletisse o ângulo do telhado, compatível com o pátio central.

 

Foto Easy Resize com

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floorplan

 

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Por Redação
Imagens: Varp Studio

FAHRER inaugura loja na Alameda Gabriel

BANCO AERO

Nova loja vem potencializar o alcance da marca!

 

A Fahrer inaugura nova loja na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, principal endereço do design e mobiliário de São Paulo. O estúdio de design de mobiliário autoral convida seus clientes a um espaço aberto dedicado à experimentação e inovação. A imersão no espaço de quatro andares, com projeto da sócia Heloisa Samaia, começa pelo showroom expositivo, passando pelo estúdio de criação e um terraço onde é possível viver a experiência e sentir o conforto do mobiliário para ambientes externos.

Com 20 anos de história, e representantes em todo Brasil e exterior, a Fahrer se diferencia por criar, desenvolver e vender peças autênticas, que dialogam com seu contexto e contam histórias. Com forte presença nos segmentos residencial e corporativo, a marca, conceituada no segmento de arquitetura e decoração, se aproxima dos especificadores ao abrir infinitas possibilidades de customização e design para seus produtos. Respeitar o tempo das matérias-primas, priorizar materiais sustentáveis e se reinventar constantemente por meio da pesquisa de novos materiais e técnicas são pilares da marca.

A contribuição da Fahrer para a história do design brasileiro e internacional está registrada em livros como “Retro & Vintage Design”, “Design Brasil – 101 Anos de História”, “20 Designers Brasileiros: Os Mais Influentes da Atualidade”, “IF Award” e “Decor Year Book”. Em 2016, o banco Tamanduá recebeu o Prêmio Ouro do Objeto: Brasil. Em 2008, 2007 e 2006, a cadeira Toá, o banco Aero e a poltrona Cariaí foram premiadas como “Top One” pela revista londrina “IdFX”.

 

Banco Tamanduá

Estrutura em madeira multilaminada curvada, nas dimensões: 0,45 x 0,60 x H 0,42 M.

BANCO TAMANDUA

 

Banco Aero

Estrutura em madeira multilaminada curvada, disponível em 4 dimensões.

BANCO AERO

 

A Fahrer também já apresentou seu trabalho em importantes exposições internacionais, como ICFF, em Nova York; Feira internacional de Milão; IF Award, na Alemanha; Design Conecction, em Buenos Aires; Design Possibile, em Milão; IdFX, em Londres; entre outras, além de ter peças nos acervos permanentes da Galleria Paola Colombari , em Milão, e do museu Le Corbusier, em Paris.

 

 

Cadeira Toá

Estrutura em tauari maciço e multilaminado curvado com lâmina de madeira natural, nas dimensões 0,58 x 0,60 x H 0,83 m.

 

CADEIRA TOÁ

 

 

 

 

 

 

 

Fonte Cobogó
Imagens: Divulgação

Está no ar o Feiconnect Club!

Fclub perfil

Ferramenta conecta mercado e negócios, incentiva reuniões entre visitantes e expositores e disponibiliza conteúdos exclusivos.

 

A FEICON, principal feira da América Latina para o mercado da construção civil e arquitetura, acaba de lançar uma inovadora plataforma digital de conexão e negócios para o mercado da construção civil: o FEICONNECT CLUB.

A ferramenta permite que visitantes e expositores se conectem diretamente, conversem e realizem reuniões virtuais, além de disponibilizar inscrições para participar de rodadas de negócios e de dois dias de evento online, que acontecerão nos dias 17 e 18 de novembro. O acesso para o visitante é gratuito, basta preencher um perfil, informando interesse profissional.

 

“O Feiconnect Club é a solução para aproximar, de maneira inédita, os profissionais para acompanhar as inovações e movimentos do setor, conhecer novos fornecedores e absorver conteúdo técnico qualificado. Estamos honrosos por colocar em prática um projeto dessa grandiosidade que vai revolucionar o segmento!” – Mayra Nardy, diretora do portfólio de construção e hospitalidade da Reed Exhibitions, organizadora da feira.

 

A programação do evento online contará com palestras de três consagrados espaços da feira presencial: o “Núcleo de Conteúdo para Varejo Atacado e Distribuidor”, em parceria com a Grau10 Editora e Sincomavi, que trará discussões e conteúdos atuais sobre o mercado; o “Núcleo de Conteúdo para Varejo Atacado e Distribuidor”, em parceria com a Inovatech Engenharia, com debates sobre modelos de negócio inovadores para mercado imobiliário, sistemas construtivos industrializados e revisão da norma de desempenho (NBR 15575); e a “3ª edição do Seminário BIM”. Empresas como Elgin, Cobrecom, Megatron, Steck, Suvinil, CSM Máquinas e Ferramentas, Foxlux, e Mundial Prime são algumas das marcas presentes na plataforma.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte – KB!COM Comunicação Corporativa
Imagem: Divulgação

Conheça os finalistas do International Highrise Award

Deutsches Architekturmuseum (DAM) apresenta cinco finalistas para o IHP 2020.

 

Selecionados entre 31 edifícios de 14 países, cinco finalistas são destacados ao International Highrise Award, considerado o prêmio de arquitetura mais importante do mundo dedicado à edifícios que tenham pelo menos 100 metros de altura.

O júri, composto por arquitetos, engenheiros, especialistas em imóveis e críticos de arquitetura, avaliam os seguintes critérios: design voltado para o futuro, funcionalidade, tecnologia da construção, integração com projetos de desenvolvimento urbano, sustentabilidade e relação custo-benefício.

O vencedor, que leva um prêmio de 50.000 euros, será homenageado no dia 29 de outubro na Paulskirche de Frankfurt, em evento online transmitido ao vivo.

 

 

Omniturm – Frankfurt am Main/Alemanha
BIG – Bjarke Ingels Group, Copenhague / Dinamarca
Imagens: Nils Koenning e Kirsten Bucher

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Eden – Singapura
Heatherwick Studio, Londres / Reino Unido
Imagem: Hofton+Crow

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Norra Tornen – Estocolmo / Suécia  
OMA Office for Metropolitan Architecture, Rotterdams / Países Baixos
Imagens: Ossip Van Duivenbode

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The Stratford – Londres / Reino Unido
Skidmore, Owings & Merrill, Londres / Reino Unido
Imagens: Alex Upton

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Leeza SOHO – Pequim/China
Zaha Hadid Architects, Londres / Reino Unido
Imagens: Hofton+Crow

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Por Redação

Plataforma online oferece passeio imersivo

Palataforma Live Elephant Skin

Tecnologia reduz gastos e tempo na elaboração de projetos arquitetônicos e empreendimentos.

 

Este ano, o mercado precisou se aprimorar para alcançar o público através das imagens e vídeos. Na arquitetura, a tecnologia é de grande auxílio para conquistar projetos maiores, encontrar melhores soluções, ter um bom reconhecimento no mercado e reduzir gastos e tempo na elaboração. Entre as dicas de otimização do tempo e produtividade está a escolha de um bom software, pois eles são ferramentas essenciais no dia a dia.

A Elephant Skin, uma agência de criação visual fundada por brasileiros em Miami, nos EUA, e focada em incorporação imobiliária, se consolidou como referência ao oferecer a mais completa e inovadora plataforma de soluções gráficas. A empresa encontrou na tecnologia uma oportunidade de crescimento e criou uma plataforma online, chamada Live, que permite visitar empreendimentos de forma imersiva antes e durante a construção. O LIVE nasceu de uma necessidade antiga de adaptar o passeio imersivo, eliminando a necessidade do uso de óculos de realidade virtual e sendo capaz de ser compartilhado e usado em qualquer plataforma, seja celular, tablet ou computador.

 

Palataforma Live Elephant Skin

 

O projeto é desenvolvido utilizando CGI, ou seja, computação gráfica, e o resultado transmite emoção, fazendo com que as pessoas entendam e se conectem com o projeto. O intuito da criação foi trazer algo prático, em 3D, que não precisasse de uma quantidade enorme de equipamentos, pois o uso do óculos de realidade virtual não possui uma adaptação de 100% das pessoas que utilizam o equipamento. O principal diferencial é a qualidade das imagens, a imersão e a facilidade de compartilhamento. Inovando no modo de apresentar, o CGI não vende apenas o projeto, mas sim a vontade de fazer parte.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Redação
Imagens: Divulgação Elephant Skin