Como a visualização de dados pode moldar a arquitetura e as cidades

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Saiba um pouco mais sobre como a visualização de som, imagens e dados demográficos podem inspirar criativamente a Arquitetura.

 

Manuel Lima é um designer e pesquisador conhecido por seu trabalho em visualização e mapeamento de redes complexas. Ele é o fundador do VisualComplexity.com, membro da Royal Society of Arts, e foi nomeado uma das “50 mentes mais criativas e influentes” pela revista Creativity. A entrevista a seguir explora suas inspirações e processos, assim como seus pontos de vista sobre como a visualização dos dados pode ajudar a melhorar a qualidade das nossas cidades.

 

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Anéis e espirais. Christian Tominski e Heidrun Schumann, exposição interativa em espiral aprimorada, 2008. Imagem © The Book of Circles, Manuel Lima

 

O que inicialmente o inspirou a converter dados em imagens?

Manuel Lima (ML): Às vezes é difícil encontrar esse momento específico em que a vida o impele a algo, mas me lembro de uma situação específica em 2004. Eu estava fazendo um mestrado em Belas Artes na Parsons School of Design, em Nova York. Eu estava na plateia assistindo a uma palestra de um professor chamado Christopher Kirwin, que apresentava algo como o “understanding spectrum“. É um diagrama que tem nomes diferentes, mas basicamente mostra como os dados levam à informação, informação ao conhecimento e conhecimento à sabedoria.

Embora minha experiência e treinamento tenham vindo do lado do design industrial, eu estava interessado e queria fazer parte desse processo. Especificamente, construindo uma ponte entre informação e conhecimento, entre produtores e consumidores. Eu acho que é uma das coisas mais difíceis que podemos fazer. Faz sentido quando os seres humanos são ótimos em coletar informações, e é por isso que temos o fenômeno do big data hoje.

Mas agora precisamos entender os dados, transformá-los em informações e, finalmente, em conhecimento. Esse é o nosso maior desafio. Para mim, foi como um chamado. Houve um tempo em que pensei: uau, preciso fazer parte desse movimento. Eu queria trabalhar criando conhecimento e sabedoria através de dados.

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Rodas e tortas. Jess3 Quem ocupa Wall Street ?, 2011. Imagem © The Book of Circles, Manuel Lima

Uma parte importante de saber o que fazer com os dados é saber quais perguntas devem ser feitas. Como você sabe quais são os dados relevantes que devem ser mostrados em meio a tantos?

ML: Eu acho que sempre surge da pergunta que você está tentando responder. Em sua mente, ao tentar realizar uma visualização, você está pensando em uma pergunta que deseja responder ou em uma mensagem que deseja transmitir. Às vezes, os dados que podem servir a esse propósito são ignorados. Então, digamos que você esteja tentando entender melhor os diferentes dados demográficos de um lugar. Provavelmente, tentaremos entender os usuários, no sentido de procurar saber como eles navegam através de um edifício ou projeto urbano. Você tem essa pergunta imediata em mente e os dados podem fornecer essa resposta.

Por isso, os dados sem processamento raramento são suficientes para que um padrão faça sentido. A resposta que você precisa está em visualizá-los. Se necessário, converter e traduzir dados em metáforas visuais e modelos que podem ser entendidos. Desta maneira, é possível responder a esta pergunta por meio de algum tipo de visualização ao mesmo tempo em que serve como mensagem que se deseja transmitir.

Como você faz isso? Como você trabalha?

ML: Hoje existem muitas ferramentas diferentes que você pode usar. Existem diferentes bibliotecas disponíveis para entender o mundo. Ultimamente, estou mais interessado em taxonomia, em entender o sistema. Eu realmente sinto que a visualização de dados é uma linguagem. Da mesma forma que a linguagem escrita é composta por blocos que assumem a forma de palavras que, por sua vez, são combinadas e criam sentenças, o mesmo acontece com a visualização de dados. Temos gráficos que você pode combinar usando cor, tamanho ou forma. E através desse processo, você cria mensagens significativas.

Procuro olhar para as diferentes maneiras pelas quais as pessoas têm usado essa linguagem, entendendo as semelhanças e as diferenças ao longo do tempo, não apenas nos tempos modernos, mas também voltando à história e entendendo como os humanos têm usado as imagens, símbolos e comunicação visual como meio de transmissão de informações.

Sempre fico fascinado por quanto tempo isso acontece. Estamos usando imagens há muito mais tempo do que a linguagem escrita. O alfabeto mais antigo conhecido tem aproximadamente 6.000 anos. O primeiro tipo de representação pictórica remonta a 40.000 anos atrás. Temos usado imagens e símbolos por muito mais tempo do que o sistema escrito. Então, de alguma forma, está embutido em nosso DNA; Temos uma forte inclinação para imagens.

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Ebbs e fluxos. Siori Kitajima e Ravi Prasad (oposto) Luz solar, gordura e felicidade, 2012. Imagem © The Book of Circles, Manuel Lima

Hoje, as pessoas não apenas escrevem e leem mais, mas também veem mais imagens: o Instagram e o Pinterest estão cheios de fotografias de arquitetura e cidades. Isso me leva à próxima pergunta: como você acha que a visualização de dados pode ajudar a arquitetura e as cidades?

ML: Eu acho que pode ajudar de três maneiras diferentes:

Pode servir de inspiração. Uma das melhores coisas que descobri sobre a complexidade visual é que, quando comecei a colocar a ciência por trás disso, há mais de quinze anos, notei uma maravilhosa polinização cruzada de ideias. Recebi e-mails de biólogos inspirados em recursos visuais que viram, por exemplo, algo completamente diferente. E até me lembro de um e-mail de um arquiteto que recebi naquela época; eles estavam usando visualizações que encontraram em uma rede social e estavam aplicando algumas dessas ideias em um edifício. A arquitetura, como qualquer campo criativo, pode ser inspirada por muitas áreas diferentes, uma delas é a visualização. Pode ser uma visualização de som, dados demográficos ou qualquer outra coisa, mas pode ser uma ótima fonte de inspiração.

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Formas e limites. Matteo Bonera, Giulia De Amicis, Francesco Roveta e Mir Shahidul Islam (Agência Visual) Tutti i voli portano a Londra (Todos os vôos estão indo para Londres), 2013. Imagem © The Book of Circles, Manuel Lima

A outra maneira é por meio da metodologia, que também pode ser inspiradora para a arquitetura. Hoje, muitos campos são gerenciados por códigos. Uma das melhores coisas que sigo são as artes generativas e as pessoas que criam arte através de códigos, através de algoritmos. Elas estão criando formas interessantes, imprevisíveis e únicas. Elas não são criadas por computadores, mas por máquinas. Então, eu acho que isso é algo que a arquitetura também está tentando entender: como a forma pode ser criada através de código, algoritmo e máquinas. Me parece muito interessante. Especialmente quando se trata de Inteligência Artificial – e estamos falando muito sobre design orientado por Inteligência Artificial. Há uma oportunidade para a arquitetura alimentada por inteligência artificial, onde podemos criar um elemento de surpresa através desse processo.

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Mapas e plantas. Ji Soo Han e Paul Ornsby, Situatorist Drawing Device, 2010. Imagem © The Book of Circles, Manuel Lima

Meu terceiro ponto é que a visualização pode trazer muitas ideias para arquitetos e planejadores urbanos. Um dos grandes projetos que vem à mente se chama Tracing the Visitor’s Eye, construído na cidade de Barcelona há aproximadamente 10 anos. Eles coletaram todas as imagens enviadas para o Flickr que foram tiradas na cidade de Barcelona. Duas coisas eram importantes: o momento em que a foto foi tirada e o local. Eles utilizaram esses dados e recriaram o caminho que as pessoas percorreram pela cidade. Agora imagine a riqueza dessa visualização. De repente, você tem esse mapa de onde as pessoas estão realmente navegando e por quais ruas estão andando. Por onde elas começam? Onde elas terminaram sua jornada? Para um planejador urbano, ou mesmo o prefeito de uma cidade, há muitas ideias realmente interessantes que podem ser derivadas desse processo.

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Nós e links. Justin Matejka e George Fitzmaurice (Autodesk Research) OrgOrgChart: A evolução de uma organização, 2012. Imagem © The Book of Circles, Manuel Lima

O lamentável é que, às vezes, as pessoas que estão tornando as visualizações realmente interessantes não estão necessariamente conversando com as pessoas que podem se beneficiar delas, como arquitetos e urbanistas. Eu acho que há uma grande oportunidade para esse tipo de pensamento estar mais conectado às pessoas que podem se beneficiar dele.

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Uma taxonomia de círculos: 1) Anéis e espirais 2) Rodas e tortas 3) Grades e gratículas 4) Ebbs e fluxos 5) Formas e limites 6) Mapas e plantas 7) Nós e links. Imagem © The Book of Circles, Manuel Lima

Fonte: Archdaily, por Fabian Dejtiar
Todas as imagens são cortesia de Manuel Lima 

Composição EXUBERANTE

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Criativo, exótico e colorido, projeto traz personalização e acrescenta humor aos ambientes, em perfeita alquimia entre estilos.

 

Para este antigo apartamento tradicional dos anos 50 de 800m² localizado em São Paulo, quarto projeto para um casal que gosta da personalização e das características exclusivas que o arquiteto Sig Bergamin atribui aos ambientes, o profissional uniu com maestria e humor um imenso senso de alegria à muita sofisticação. 

O ponto de força do projeto é a biblioteca que passou por grande renovação. Aproveitando a estante existente, originalmente de madeira escura, decidiu-se pintá-la em um tom de verde desenvolvido exclusivamente para o projeto, a fim de iluminar e atualizar a sensação datada do ambiente. Foram necessárias cerca de 10 tentativas para obter a cor certa e chegar a esta incrível e inesperada biblioteca verde.

A ideia para este decor foi de transformar um apartamento datado, com muita cara de antigo, em algo atemporal e com a cara dos proprietários. Para isso unimos cor, texturas, muita arte e design em uma composição de muito humor.” – Sig Bergamin

Sig escolheu as obras de Damien Hirst, Joan Miro e Jeff Koons para criar e completar o sentimento e o humor do ambiente, uma das características mais notáveis do espaço. Os clientes têm grande paixão pela arte e todas as obras integradas ao projeto são de uma coleção pessoal que eles vêm construindo ao longo de muitos anos.

A mesa art déco, uma das peças favoritas do profissional, foi projetada por ele. A madeira possui acabamento brilhante “mel encaracolado” e a parte superior recebeu couro de camelo.

 

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Referências art déco inspiraram e influenciaram todas as decisões e escolhas de móveis e design para o projeto. Painel que divide os ambientes de estar e jantar e permite visibilidade entre eles integra coleção pessoal dos moradores. 

Duas mesas compõem o ambiente e criam dinamismo no espaço. Na parede, quadro de Damien Hirst.

 

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O tecido que reveste as paredes é o mesmo usado nas cortinas. O vermelho nos abajures e nas duas poltronas cria dois pontos focais. Essa relação de elementos clássicos com tecidos e cores modernas é a dualidade empregada quase como regra nos projetos de Sig.

 

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Detalhe da mesa de centro Yves Klein, em um azul exuberante que ilumina o ambiente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Redação

Imagens: Bjorn Wallander

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Papaiz ASSA ABLOY lança controle de acesso por biometria facial

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O modelo AA-FR1000W realiza a liberação de entrada em menos de 1 segundo com precisão de reconhecimento de 99,99%.

 

Desde 1952 no mercado e referência em segurança, a Papaiz ASSA ABLOY investiu em tecnologia para lançar a primeira linha de segurança eletrônica da empresa. A novidade conta com o Controle de Acesso com Biometria Facial AA-FR1000W. Moderno, compacto e com instalação simples, o equipamento tem capacidade para armazenar mil usuários e mil cartões RFID (125KHz ou 13,56LHz).

Com destaque para o gerenciamento de usuários – seja na versão standalone ou conectada via wi-fi -, a solução realiza o reconhecimento facial em menos de 1 segundo, mesmo se o usuário estiver usando máscara de proteção. Graças ao algoritmo de detecção “Face Live”, o modelo AA-FR1000W impede o acionamento por foto ou vídeo, garantindo a segurança do acesso.

Ideal para uso em escritórios, consultórios, salas comerciais, entre outras aplicações, a solução pode ser instalada na parede ou ser usada sobre uma mesa. Com conectividade wi-fi 2,4GHz, funciona tanto por meio da tela touchscreen de 2,8 polegadas, quanto através de aplicativo para computador. O controle automático de imagem e sensor de presença com infravermelho são outros destaques da tecnologia aplicada neste produto.

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Modelo por senha também é novidade

Outro lançamento da marca é o modelo AA-TR2000, um controle de acesso por senha ou cartões RFID 125KHz, com funções especiais para acionamento de fechaduras elétricas e eletrônicas. Com capacidade para armazenar dois mil usuários, o produto foi desenvolvido para proteger e automatizar o acesso a lojas e residências, mas também para aplicações comerciais e industriais, como fábricas, armazéns, e laboratórios. O equipamento conta com teclado alfanumérico luminoso com superfície sensível ao toque e leitor RFID 125KHz, assim possibilitando a liberação segura entrada através de senha de 6 a 8 dígitos com operação disfarce ou por cartões de proximidade.

Muito seguro, além da flexibilidade de acesso através de senha, cartão RFID ou ambos, o AA-TR2000 possui uma robustez mecânica pensada contra casos de vandalismo: o núcleo de processamento da solução é protegido por uma caixa metálica com IP67 que garante uma instalação segura em ambientes internos e externos.

Para saber mais sobre o portfólio de soluções da empresa, acesse: www.papaiz.com.br

 

Categoria de produto Controle de Acesso

8ª edição do Connected Smart Cities & Mobility

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Evento revela as cidades mais inteligentes e conectadas do país e propõe debate de ideias e projetos para dar eficiência à relação entre os municípios e seus habitantes.

 

A 8ª edição do Connected Smart Cities & Mobility, principal encontro nacional entre sociedade civil, academia, iniciativa privada e poder público para o debate e apresentação de projetos sobre cidades inteligentes e mobilidade urbana, ocorrerá agora em outubro.

Realizado de 4 a 5 de outubro de 2022, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, e também no dia 6 de outubro, mas apenas na versão digital, o evento é esperado com muita expectativa pela iniciativa privada e pelas gestões públicas em todo o país, porque é durante o Connected Smart Cities & Mobility que é revelada qual a cidade mais inteligente e conectada do país.

Trata-se da edição 2022 do Ranking Connected Smart Cities, elaborado em parceria com a Urban Systems. O ranking CSC é um minucioso levantamento que identifica as cidades que melhor se posicionaram na avaliação de critérios por eixos de mobilidade, urbanismo, meio ambiente, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo, governança e energia. A edição 2022 do Ranking Connected Smart Cities coletou dados e informações de todos os municípios brasileiros com mais de 50 mil habitantes, totalizando 680 cidades.

No ano passado, São Paulo (SP) se manteve no primeiro lugar geral do ranking. Florianópolis (SC) foi a segunda colocada, seguida de Curitiba (PR), Brasília (DF), São Caetano do Sul (SP), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Niterói (RJ) e Salvador (BA). Também foram premiadas as cidades de Balneário Camboriú (SC), Belo Horizonte (MG), Barueri (SP), Palmas (TO), e Jaguariúna (SP). Prefeitos e secretários municipais receberam o troféu de cidade mais inteligente e conectada do Brasil.

 

Soluções inteligentes para cidades inteligentes

A transformação da pirâmide demográfica, os fluxos migratórios acelerados pela pandemia, a recessão econômica mundial que pressiona e transforma as relações de trabalho e as formas de consumo, entre tantas outras “novas” realidades deflagradas nos últimos dois anos evidenciaram a necessidade de propor o debate em torno das transformações necessárias nas relações entre os centros urbanos e seus habitantes. É nesse contexto que o Connected Smart Cities & Mobility acontece.

Temos como propósito aproximar os stakeholders e promover as boas práticas e os projetos que viabilizem melhorias concretas na experiência cotidiana de cada indivíduo. O objetivo do Connected Smart Cities & Mobility é trazer soluções para tornar as cidades brasileiras mais inteligentes, humanas e sustentáveis e, por isso, reunimos empresas de diversos segmentos de atuação e o poder público para que juntos viabilizem sinergias que promovam desenvolvimento” – Paula Faria, CEO da Necta – Conexões com Propósito, idealizadora do evento.

O evento tem 12 palcos simultâneos nas quais as seguintes temáticas serão abordadas por especialistas: cidades prósperas, cidades empreendedoras, cidades participativas engajadas urbanismo sustentável nas cidades, cidades conectadas, cidades resilientes e inclusivas, mobilidade para as pessoas, mobilidade ativa, mobilidade compartilhada, veículos elétricos, data analytics e tendências, conectividade e integração.

Além de rodadas de negócios e workstations, o Connected Smart Cities & Mobility conta com a participação de empresas líderes em soluções inteligentes para mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia e inovação, educação, saúde, segurança e empreendedorismo.

 

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Prêmio

Ainda durante o Connected Smart Cities & Mobility acontece também a premiação dos melhores projetos inovadores, orientados para a resolução de problemas das cidades e elaborados por pessoas jurídicas de direito público ou privado, com sede no Brasil.

Este ano, o prêmio está dividido em duas categorias: Negócios Pré-Operacionais, referindo-se a iniciativas que ainda não atingiram o break even e que estão sendo financiadas por investimentos e não pelo resultado das receitas e lucros gerados. A segunda categoria são Negócios em Operação, ou seja, produtos ou serviços que já tenham gerado receita para suas empresas e que estão plenamente disponíveis no mercado.

Na oitava edição, o prêmio é uma iniciativa da plataforma Connected Smart Cities & Mobility, da Necta, em parceria com a Neurônio Ativação de Negócios e Causas.

 

AirConnected

Simultaneamente ao Connected Smart Cities, a Necta organiza o AirConnected – Transporte Aéreo Resiliente, Flexível e Tecnológico, evento dedicado à cadeia do transporte aéreo para debater a colaboração entre os diferentes atores, com a finalidade de encontrar alternativas sustentáveis, considerando a necessidade de flexibilidade e adequação de todos os envolvidos.

Em 2022 o evento traz uma novidade: o lançamento do Connected Urban Air Mobility (CUAM), conectando as novas soluções de mobilidade aérea, como eVTOLs e aeronaves regionais elétricas, com a discussão da cadeia de transporte aéreo, de cidades e mobilidade urbana, eventos simultâneos e complementares ao CUAM.

Em 2021, o Connected Smart Cities & Mobility e o AirConnected reuniram mais de 300 palestrantes e, aproximadamente, 600 pessoas no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, além de 2.400 acessos que foram registrados na plataforma de transmissão online.

 

SERVIÇO

8ª Connected Smart Cities & Mobility e Airconnected

Quando: 4 a 5 de outubro de 2022 (presencial) e 6 de outubro (digital).
Onde: Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.
Inscrições: clique aqui.

Orientada e Ambientada

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Soluções construtivas respeitam desnível do terreno e integram residência às características próprias do ambiente ao seu redor.

 

A Casa de Campo Quinta Quebracho está localizada em uma propriedade de um hectare localizada em uma comunidade rural a 25 km da cidade de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.

A partir da construção da entrada da propriedade que antes não existia, o escritório BAC Arquitectura propôs um caminho que leva até a casa localizada na parte mais alta do local, dentro de uma topografia irregular e cercada por uma mata nativa de vegetação exuberante. Todos os cômodos têm vista para a mata, portanto, a casa adota uma forma retangular delimitada por dois maciços arbóreos e pelo desnível do terreno, que foi integralmente respeitado.

Orientada de norte a sul com ótima iluminação e ventilação natural, a circulação foi localizada ao sul junto à área de serviço como proteção dos ventos de inverno. No extremo norte, há vigas duplas de madeira em forma de guarda-sol que repousam sobre uma faixa de concreto para proteger tanto a área social quanto os quartos do sol da tarde e permitir a unificação da fachada.

 

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A área privada é separada da área social e nela projetou-se um pé-direito duplo para manter o ambiente bioclimático regulado; esse pé-direito duplo dá a possibilidade de aproveitar o espaço como mezanino sobre a churrascaria com varanda para sala de jantar.

 

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A cobertura de duas águas assenta em um canal de concreto aparente que funciona estruturalmente e permite que não haja apoios intermediários com um vão de nove metros, desta forma a área social abre-se completamente para a galeria, borrando os limites entre o exterior e o interior.

 

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Por BAC Arquitectura
Imagens: Bernardo Boehme

 

 

Idea!Zarvos – 15 anos de trajetória dialogando com a cidade

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Pela BEĨ Editora, Idea!Zarvos lança livro sobre seus 15 anos de trajetória na arquitetura autoral.

 

Desde o início de sua atuação, a Idea!Zarvos destacou-se tanto pela qualidade arquitetônica de seus projetos quanto pelo diálogo que estabeleceu com a cidade – sobretudo com a Vila Madalena, bairro da Zona oeste paulistana onde nasceu e construiu suas primeiras obras, antes de expandir-se para outras regiões.

Para marcar seus 15 anos de atividade, lança pela BEĨ Editora o livro Idea!Zarvos 15, no qual os sócios Otavio Zarvos e Luiz Felipe Carvalho relembram a trajetória da incorporadora ao mesmo tempo que explicitam os princípios, valores, decisões que a transformaram no que é hoje. Muito mais que o registro de um “case” de sucesso empresarial, a obra apresenta uma discussão atual sobre urbanismo e uma reflexão sobre a responsabilidade de incorporadores, arquitetos e investidores na construção de uma cidade mais humana e inclusiva. Esse tema é abordado de forma precisa e instigante pelo prefácio do jornalista Raul Juste Lores: “A Idea!Zarvos propôs outro modelo de negócio, de arquitetura e de cidade, e seu efeito multiplicador parece estar começando a dar frutos”. 

Além de fotos dos projetos construídos ao longo dessa década e meia de atuação, o livro traz depoimentos de alguns arquitetos que os assinam – entre os quais Isay Weinfeld, Marcelo Morettin e Vinicius Andrade (Andrade Morettin) e Grégory Bousquet (Triptyque), entre outros.

“A Idea!Zarvos apostou numa arquitetura que traduzisse o jeito de morar de uma nova geração e o mercado finalmente abraçou a ideia. Com isso, a empresa iniciou a ampliação de seu portfólio, abrindo oportunidades para que novos arquitetos pudessem se expressar.” – Isay Weinfeld

 

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Com projeto gráfico de Roberto Cipolla e textos de Rita Corradi, Idea!Zarvos 15 é uma obra de grande impacto visual e também um documento precioso sobre empreendedorismo, urbanismo e arquitetura no Brasil atual.

A Idea!Zarvos é a incorporadora responsável pelos edifícios mais icônicos da nova arquitetura de São Paulo. Contando com o projeto de arquitetos premiados, cada empreendimento é único, com estética diferente dos padrões repetitivos da cidade e com alto potencial de valorização.

Nos 17 anos da incorporadora, sob o comando de Otavio Zarvos, sócio fundador da Idea!Zarvos, e Luiz Felipe Carvalho, sócio e CEO, são 40 prédios entregues e mais 25 entre obras, lançamentos e projetos em desenvolvimento. Airbnb, Nubank, Quinto Andar e outras dezenas de empresas de economia criativa escolheram edifícios da incorporadora para abrigar seus escritórios.

 

FICHA TÉCNICA

Título: Idea!Zarvos 15
Prefácio: Raul Juste Lores
Texto: Rita Corradi
Projeto gráfico: Roberto Cipolla
ISBN: 978-65-86205-25-1
Idioma: Português | Inglês
Páginas: 264
Formato: 23,8 x 23,8 cm
Acabamento: Capa dura com
Ano: 2022
Preço de capa: R$ 275,00

www.ideazarvos.com.br

Nenhuma Casa sem Banheiro: primeiras unidades em Caxias do Sul

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 Primeiro lote de obras concluídas começa a ser entregue às famílias em setembro, serão 30 banheiros construídos no município.

 

Nesta quinta-feira (15), o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/RS), o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB RS) – Núcleo Caxias do Sul e o Ministério Público do Estado (MP/RS) participaram da entrega oficial do primeiro lote de unidades sanitárias a famílias de baixa renda contempladas pelo programa Nenhuma Casa sem Banheiro no município de Caxias do Sul.

Dos dois banheiros finalizados, um foi visitado pela equipe, o de Franciele Souza, que mora com mais cinco pessoas, no bairro Mariani. “A gente dava banho nas crianças e corria vento, porque era tudo aberto. O vaso não tinha descarga e agora tem. Tudo melhorou”, conta. Em seguida, o grupo foi conhecer a obra recém iniciada na casa de Luceni Pedroso. Seu banheiro passará por uma ampliação e adaptação para uso e circulação de cadeira de rodas, proporcionando mais qualidade de vida para ela e seu filho Jeferson, que possui deficiência físico-motora. “Poder entrar debaixo do chuveiro com a cadeira de rodas para dar banho no meu filho vai fazer muita diferença na nossa vida”, celebra.

Na cidade, o programa criado pelo CAU/RS foi possível a partir de uma parceria entre o IAB, que assumiu a coordenação dos projetos junto aos arquitetos e urbanistas responsáveis, a Prefeitura Municipal, que indicou as 30 famílias a serem beneficiadas, e o Ministério Público, que destinou R$ 400 mil para a execução dos projetos.

 

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Franciele Souza com a equipe do CAU/RS, IAB RS, MP/RS e arquiteta responsável pela execução do projeto em visita à sua casa e ao banheiro entregue à família.

 

O Promotor de Justiça do MP/RS, Adrio Rafael Paula Gelatti, acredita na relevância e impacto social do programa. “O Ministério Público passou, então, a fazer a captação de recursos por meio de Termos de Ajustamento de Conduta e condenações por dano moral coletivo de Ações Civis Públicas e a redirecionar esses valores para o projeto”, após delimitar as diretrizes para sua realização na cidade, explica.

O arquiteto e urbanista Maurício Rossini dos Santos coordena a execução do Nenhuma Casa sem Banheiro em Caxias do Sul e explica que a verba destinada ao programa volta para a cidade, pois se procura trabalhar com mão de obra e comércio local, além de banco de materiais. Dentro do possível, as famílias também fazem parte das decisões.

“O entendimento que a gente tem é que, além das particularidades de cada banheiro, cada família tem uma história e uma projeção do que essa edificação vai ser. A riqueza do trabalho é essa, que seja um traço de identidade” – Maurício Rossini dos Santos

Manuela Rettore é arquiteta e urbanista responsável pela execução de três unidades sanitárias e acompanhou a equipe na visita às famílias. “É uma satisfação muito grande fazer parte desse processo, porque vai muito além do programa do CAU/RS. É toda a discussão sobre ATHIS, tudo o que foi feito até aqui para a gente poder entregar esses banheiros hoje”, salienta, reforçando o histórico do fortalecimento de políticas de habitação no Brasil.

O presidente do CAU/RS, Tiago Holzmann da Silva, comenta que os arranjos institucionais costumam ser a etapa mais demorada e destaca a relevância da parceria com o MP/RS, que abraçou o programa no município. “Nós estamos muito felizes por poder entregar os primeiros banheiros, ou seja, atingir efetivamente o objetivo que é oferecer a melhora da qualidade de vida a essas famílias por meio do trabalho de arquitetos e urbanistas”.

Também estiveram presentes na visita às famílias o conselheiro Rafael Ártico, o Chefe de Gabinete Paulo Soares e a Assessora Técnica do Gabinete de ATHIS Sandra Becker.

 

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Fonte: CAU/RS
Imagem: Divulgação CAU/RS

Lançamento: Ebooks Rede Construção Digital e Industrializada

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E-books disponíveis para download gratuito trazem informações para levar a construção civil a um novo patamar

 

Com foco em inovação, transformação digital, sustentabilidade e industrialização, a Unidade CTE Enredes, através da RCDI, Rede Construção Digital e Industrializada, acaba de lançar uma série de ebooks com temas quentes e urgentes para os profissionais da indústria da construção. Fartos de ideias, experiências e boas práticas, os guias abordam tecnologias aplicadas aos canteiros de obras e o BIM (Building Information Modeling). Eles também tratam de soluções capazes de dar mais eficiência à construção civil, como os sistemas industrializados e os pré fabricados de concreto. Há, ainda, publicações com diretrizes para os programas de inovação corporativa e estratégias de marketing digital.

O conteúdo chama a atenção por sua atualidade, pertinência e consistência técnica. Ele se destaca,
também pela abordagem inovadora, focada nos desafios enfrentados pelas empresas na
implementação de novas soluções e em diretrizes objetivas para superar essas barreiras.

 

PRODUÇÃO COLETIVA

Cada um dos seis títulos é resultado de um trabalho árduo, que se estendeu por quase quatro meses, e que envolveu diferentes elos da cadeia produtiva. Eles são o resultado de Grupos de Trabalho (GTs) que se reuniram virtualmente ao longo de 2020 em uma série de atividades que incluiram debates, dinâmicas em grupo, palestras com especialistas externos e sessões de benchmarking.

 

“Durante a jornada dos seis GTs, buscamos intensamente mapear os problemas na cadeia, com foco em debater soluções e boas práticas para as empresas e para o Brasil” – Luiz Paulo Teixeira, facilitador dos Grupos de Trabalho e gestor do enredes Educação.

 

“Os autores das publicações são os 139 profissionais do setor que se engajaram nos GTs, representando as empresas que integram a Rede”, explicou Roberto de Souza, CEO do CTE. Segundo ele, uma marca interessante dos grupos foi reunir empresas de diversas regiões do Brasil e profissionais com múltiplos backgrounds. Isso garantiu representatividade capaz de gerar debates e insights significativos. O conjunto de guias é um passo importante na jornada da RCDI criada em 2018 e composta, atualmente, por 70 empresas líderes do setor.

 

“A Rede foi criada para exponenciar a digitalização e a industrialização da construção brasileira. Acreditamos nas conexões e no compartilhamento de conhecimento como alavancas para tornar o setor mais produtivo, sustentável e relevante para a sociedade” – Roberto de Souza, CEO do CTE.

 

LEGADO PARA O SETOR E PARA A SOCIEDADE

O lançamento dos e-books, realizado no último dia 20 de maio, contou com a participação de algumas personalidades do setor, além de representantes das empresas que compõem a Rede.

Na ocasião, Teresa Cristina Souza Lima, diretora de planejamento da Habiarte, comentou que os GTs reuniram especialistas do mais alto nível, que conversaram com os participantes de modo muito franco. “A compilação de todas essas experiências nos e-books trará muito conhecimento para fortalecer o mercado como um todo”, analisou a arquiteta, representando os autores dos e-books.

“A indústria da construção tem o hábito de trabalhar em silos. A iniciativa da Rede de reunir diferentes elos da cadeia para debater e gerar conhecimento rompe com essa barreira e contribui para promover mudanças tão necessárias”, complementou Sara Gusmão. Pesquisadora e doutoranda na Purdue University, Gusmão foi uma das integrantes do GT Industrialização.

Eduardo Carmelo, CEO da Entheusiasmos, comentou sobre o desafio contemporâneo de filtrar informação de qualidade e segura em meio a uma abundância de dados. “Precisamos ter uma curadoria e é esse o presente que a Rede traz para todos nós. Estamos falando sobre conhecimento qualificado que foi estruturado por gente corajosa e inovadora”, destacou Carmelo, que participou como palestrante do GT Inovação.

Representando a academia, Vahan Agopyan, reitor da USP, também prestigiou o lançamento dos ebooks. “Como professor, é valioso ter materiais como esses e-books em mãos, elaborados por equipes heterogêneas, que se reuniram em busca de um consenso. Essa é a melhor forma de gerar conhecimento sólido e relevante”, afirmou Agopyan. “Que a Rede não pare de produzir novos títulos e atualize os e-books publicados de tempos em tempos”, concluiu o professor.

 

Saiba mais sobre cada e-book recém-lançado

• “BIM: Integrando as Empresas da Cadeia Produtiva da Construção” — Oferece diretrizes para
a implementação da modelagem da informação em suas diferentes dimensões.
• “Implementação do uso de pré-fabricados de concreto na construção imobiliária” — Aborda
as necessidades das construtoras, gargalos no atendimento dessas demandas e diretrizes para
a melhoria dos contratos e para o desenvolvimento de novos produtos.
• “A Industrialização da Construção Envolvendo a Cadeia Produtiva” — Traça rotas para
remover gargalos à industrialização e apresenta diretrizes gerais para a construção modular.
• “Canteiros inteligentes: Tecnologias digitais aplicadas ao canteiro de obras” — Apresenta
tecnologias focadas em planejamento, execução e controle de obras e detalha estratégias para
implementá-las.
• “Diretrizes para Programas de Inovação nas Empresas da Cadeia Produtiva da
Construção” — Com ênfase nas particularidades das empresas do setor, aprofunda tópicos
como modelos de inovação, formação de uma cultura organizacional inovadora, design de
inovação e funding.
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Fonte: CTE
Imagem: Divulgação

SIMPLICIDADE e imaginação

Planejamento efetivo e estreita colaboração com clientes e parceiros dão forma aos projetos do designer, elaborados para serem experienciados.

 

Todo o trabalho desenvolvido pelo designer britânico Paul Cocksedge e sua equipe, no Paul Cocksedge Studio, fundado em 2004 por Paul e Joana Pinho, é liderado pela liberdade criativa. Nos últimos anos o Studio apresentou um olhar inovador e apurado, decorrente de pesquisas sobre processos, tecnologia, materiais e fabricação, abrangendo a idealização de produtos de design, projetos arquitetônicos, instalações e esculturas, todos infundidos com o senso de simplicidade, alegria e respeito que veio a caracterizar sua obra, a fim de criar designs únicos centrados nas pessoas.

 

“O que é importante para mim é encontrar aquele espaço de território desconhecido, onde somos capazes de descobrir coisas novas sobre materiais e sobre nosso próprio processo criativo.”  – Paul Cocksedge

 

No centro desse foco está uma atenção cuidadosa aos detalhes, uma vontade de questionar suposições anteriores sobre o design e uma ânsia em assumir ampla gama de projetos desafiadores. De acordo com o designer, tais projetos são provocados por uma ideia ou um material e, à medida que se trabalha nele, um caminho se desenvolve através disso e muito se configura dessa experimentação. Suas criações são verdadeiros convites à interação e sugerem uma experiência aos sentidos, um breve relacionar-se com o objeto e seu entorno.

 

Criado em parceria com o Sino Group, Time Loop é uma instalação projetada para a Yue Man Square de Hong Kong. A obra, feita em madeira de origem sustentável, foi inspirada na rica história do distrito de Kwun Tong, criada como um loop infinito que ecoa as constantes mudanças e o ritmo da vida na cidade. Os transeuntes podem sentar-se na peça que emoldura vistas da arquitetura circundante e tornar-se parte do movimento da cidade. “E esse é o simbolismo da forma”, reflete Paul Cocksedge.

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Primeiro projeto do Studio na África do Sul, iniciado pela Design Indaba e desenvolvido em parceria com a WSP e a construtora XLAM, a ……. É uma ponte de madeira permanente através do rio Liesbeek, na Cidade do Cabo, com sua estrutura projetada em madeira transversal (CLT) originada da árvore de Eucalipto. O design se inspira na forma como as tábuas de madeira são empilhadas, se unem e criam aglomerados de bancos, oferecendo às pessoas um lugar para se sentar e desfrutar da vista do rio, da natureza local e da vida selvagem. A CLT é uma alternativa mais sustentável ao concreto, alvenaria e aço, exigindo menos água e energia para fabricação. De acordo com Paul, a ponte é um gesto visual relativamente simples, mas aborda questões importantes em torno do nosso ambiente e como inovar com o uso da CLT na criação de estruturas interessantes.

 

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Por Redação

Imagens: Divulgação Paul Cocksedge Studio